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Autor Tópico: Dia Mundial da Saúde Mental  (Lida 2785 vezes)

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Online migel

Dia Mundial da Saúde Mental
« em: 07/10/2010, 15:12 »
 
Dia Mundial da Saúde Mental
 

 
Debate “Os Psicólogos e a Saúde Mental em Portugal: Desafios e Ameaças”

A Ordem dos Psicólogos Portugueses assinala, no dia 11 de Outubro, às 14h30, no Hotel Real Palácio, em Lisboa, o dia Mundial da Saúde Mental, com um debate subordinado ao tema “Os Psicólogos e a Saúde Mental em Portugal: Desafios e Ameaças”.

O encontro, presidido pelo Bastonário da Ordem dos Psicólogos Portugueses, Telmo Mourinho Baptista, é moderado pelo Vice-Presidente da Ordem dos Psicólogos Portugueses, Samuel Antunes, e conta com a presença de Teresa Lobato Faria, Psicóloga Clínica do Hospital D. Estefânia, Noélia Canudo, Psicóloga Clínica do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa e Alexandra Fonseca, Psicóloga Clínica do Serviço de Psiquiatria e Saúde Mental do Hospital Stª Maria.

Com esta iniciativa a Ordem dos Psicólogos Portugueses pretende criar um espaço de reflexão sobre os contributos actuais e futuros dos Psicólogos e da Psicologia para a Saúde Mental em Portugal, bem como um conjunto de respostas para os desafios e ameaças que se avizinham na área da saúde.

Fonte:LPM Comunicações

 
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Re: Dia Mundial da Saúde Mental
« Responder #1 em: 10/10/2023, 17:46 »
 
Dia Mundial da Saúde Mental: Saúde Mental é um Direito Humano

MadreMedia
10 out 2023 06:11




A opinião de Ana Pinto Coelho

Num mundo cada vez mais complexo e desafiador, a saúde mental tornou-se um tópico crucial de discussão. Por isso, é essencial reconhecer que a saúde mental é tão importante quanto a saúde física, e que todos merecem o acesso a serviços e apoio adequados que garantam o seu bem-estar emocional, para além do físico, pois um não existe sem o outro.

Em Portugal, o Festival Mental é um evento anual – mas não só! - que visa promover a saúde mental através da cultura e das artes. O Mental, que tem vindo teimosamente a crescer sustentadamente ao longo dos anos,está a preparar a sua 8.ª edição que se deseja ainda mais completa, diversificada e que chegue a ainda mais pessoas.

Em 2023, o festival contou com mais de 20 atividades, incluindo teatro, dança, música, debates (M-Debate e M-Talks) e o já famoso M-Cinema, a mostra internacional de curtas e médias metragens. Também pela primeira vez, as escolas aderiram em massa ao Mental, e este abriu-se à comunhão com a natureza, com o Mental Natura e atividades para miúdos e graúdos ao ar livre.

E para quem não pode assistir aos eventos que ocorrem em Lisboa, a equipa desdobra-se na produção do Mental Itinerante, levando grande parte da programação às cidades e vilas que demonstrem interesse. Felizmente, observa-se que, a cada ano, mais pedidos são feitos o que se conclui que a oferta de atividades culturais e artísticas que promovam a saúde mental de maneira inovadora e acessível, é a melhor forma de chegar às pessoas. A cultura tem sido a plataforma escolhida e continua. Cultura também como direito universal, juntamente com a Educação, eleva as comunidades e os cidadãos à plataforma do conhecimento, do ouvir e despertar emoções, do dar e receber tão importantes para a estabilidade e saúde.

Mas nem tudo são rosas.

Infelizmente, e apesar de todos os discursos e anúncios que enfatizam a importância da saúde mental, o investimento real na sua promoção e prevenção ainda é praticamente nulo. As quantias anunciadas são, muitas vezes, diluídas e não alcançam os que mais precisam. E as questões surgem ano após ano: o que está a acontecer? Para onde vai essa soma? Porque é que este investimento essencial é negligenciado? Porque não investir na prevenção que irá prevenir gastos muito mais dispendiosos na doença?

É importante que as pessoas tenham acesso à informação e aos recursos que lhes permitam cuidar da sua saúde mental. E, naturalmente, é também importante que a sociedade seja mais tolerante e compreensiva para com as pessoas que sofrem de problemas de saúde mental. Este objectivo só se atinge com a discussão de temas que ainda são tabu de forma séria, ciêntífica , credível e esclarecedora, com a ajuda da sociedade civil que tem tantos e tão bons recursos para ajudar esta matéria. Há tantos recursos para fazer isto tudo tudo de forma acesível, interessante, divertida, bem programada. O céu é o limite!

Se houvesse mais investimento e uma maior colaboração entre parceiros na promoção, prevenção e combate à iliteracia, poderíamos desempenhar um papel ainda mais significativo neste esforço. A iliteracia não deveria ser uma realidade numa sociedade que fala cada vez mais sobre saúde mental. Mas é fundamental esclarecer que falar mais não significa necessariamente falar melhor. É crucial questionar a fonte da informação e considerar as agendas dos vários grupos económicos detentores de canais de informação. Os fatos científicos desempenham um papel vital neste diálogo, e é importante abordar a cultura, nas suas mais diversas formas, como uma força catalisadora no tratamento de crises e problemas de saúde mental.

Além da literacia, é imperativo falar sobre educação em saúde mental. Porque ainda usamos o termo "literacia" quando poderíamos escolher "educação em saúde mental" que é mais simples e esclarecedora?

A saúde mental é um direito humano que ainda não é uma realidade para todos. É preciso fazer mais para garantir que todos tenham acesso aos recursos e ao apoio de que precisam para viver uma vida saudável.Todos podemos ter problemas de saúde mental e não existem causas únicas, pois cada caso é um caso, independentemente da idade, origem ou condição social. E por ser direito humano implica também ter acessos fáceis, estruturados, de próximidade e acessíveis a todas as bolsas. Se pensarmos bem, todo o sistema em vez de “gastar” recursos financeiros estaria de fato a investir na poupança. Investir na saúde e não na doença.

Por conseguinte, é importante procurar ajuda quando nos sentimos menos bem e não podemos ter medo, ou vergonha, em fazê-lo. Muito pelo contrário! A verdade é que com prevenção e educação, já saberíamos disto há muito tempo.

Afinal, como se está a sentir?





Fonte: 24.sapo.pt                         Link: https://24.sapo.pt/opiniao/artigos/dia-mundial-da-saude-mental-saude-mental-e-um-direito-humano
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Re: Dia Mundial da Saúde Mental
« Responder #2 em: 20/02/2025, 10:16 »
 
Portugal tem o pior resultado da OCDE na saúde mental

Jornal Económico com Lusa
20 Fevereiro 2025, 10h02




Segundo os dados do estudo Patient Reported Indicators Surveys (PaRIS), apresentado, esta quinta-feira, em Lisboa e que em Portugal envolveu mais de 12.000 pessoas e 91 centros de saúde, 67% dos utentes avaliaram positivamente a sua saúde mental.

Três em cada quatro portugueses que participaram no maior inquérito internacional sobre o uso dos serviços de saúde avaliaram de forma positiva a sua saúde mental, um resultado que ainda assim é o pior dos países da OCDE.

Segundo os dados do estudo Patient Reported Indicators Surveys (PaRIS), apresentado, esta quinta-feira, em Lisboa e que em Portugal envolveu mais de 12.000 pessoas e 91 centros de saúde, 67% dos utentes avaliaram positivamente a sua saúde mental.

Apesar dos valores abaixo da média da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) em indicadores como a saúde mental e a confiança no sistema, por exemplo, o sub-diretor-geral da Saúde para a área da Saúde Pública, André Peralta, em declarações à Lusa, destaca “alguns valores absolutos relativamente bons”.

“Por exemplo, quase 60% das pessoas com doenças crónicas em Portugal dizem ter uma boa saúde física, se tivermos em consideração a mobilidade, a presença de dor e a fadiga”, diz o responsável, apesar de reconhecer que o valor está, ainda assim, abaixo da média da OCDE (70%).

Um dos maiores desafios de Portugal é “providenciar aos portugueses a melhor saúde possível” e, se tiverem doenças crónicas, “que as tenham com um bom desempenho social”: “Que consigam fazer a sua vida relacional, familiar, profissional, com boa qualidade”, refere.

Em relação aos resultados em saúde, André Peralta destaca a componente cultural, explicando: “Se nós perguntássemos a um português e a um dinamarquês, exatamente com a mesma condição económica e com as mesmas doenças, provavelmente o português faria uma avaliação um pouco mais negativa daquilo que era a sua saúde”.

Lembra ainda que entre os portugueses com mais de 45 anos a quem foi perguntado como avaliava a sua saúde e os cuidados que lhes foram prestados estão pessoas que “viveram a sua infância e juventude num Portugal muito diferente”.

“Em comparação com os outros países da União Europeia, [os portugueses] tinham maiores privações materiais na década de 70, de 80 e início da década de 90″, recorda, acrescentando: “os portugueses vivem muito, mas vivem muito tempo com má qualidade de vida”.

Em Portugal, 61% dos inquiridos reportaram um bem-estar positivo (71% na OCDE) e menos de metade (42%) consideraram a sua saúde geral boa, abaixo dos 66% da média dos países da OCDE que participaram no PaRIS.

Apesar de alguns valores negativos, o estudo aponta vários dados positivos em comparação com os restantes países. Por exemplo, 97% dos utentes portugueses com duas ou mais doenças crónicas tiveram uma “abordagem multidisciplinar”, ou seja, não exclusivamente médica (83% na OCDE).

A este respeito, André Peralta destaca a tradição de Portugal relativamente aos cuidados de saúde primários, sublinhando: “as pessoas não têm só um médico, têm um médico, um enfermeiro de família, um assistente técnico que ajuda na marcação das consultas e é esta equipa que gere a saúde da pessoa”.

“Isso não é assim em todos os países da OCDE e acho que devemos ver isso como um aspeto positivo”, acrescenta.

Outro dos dados positivos para Portugal tem que ver com as unidades que oferecem consultas de seguimento que duram mais de 15 minutos (86%), acima da média da OCDE (47%).

O relatório internacional revela que ter melhor saúde requer cuidados prestados com mais tempo dedicado aos utentes e que os que reportam que o seu profissional de saúde esteve “tempo suficiente” com eles têm uma probabilidade 90% maior de confiar no sistema de saúde.

Outro dado positivo indica que, em Portugal, 71% dos utentes com três ou mais doenças crónicas tiveram a sua medicação revista nos últimos 12 meses (75% na OCDE).

“A medicação precisa de ser revista de forma regular e aqui Portugal está em linha com a OCDE. Apesar de tudo, três em cada 10 ainda não têm a sua medicação revista pelo menos uma vez por ano. E aqui temos que melhorar”, considera.

O responsável aponta ainda a digitalização na saúde, onde Portugal aparece acima da média da OCDE, podendo igualmente melhorar. Lembra que o país tem ”os registos médicos todos digitais”, mas que falta passar para “a digitalização do contacto, sem nunca perder a humanidade”.

“Vamos sempre precisar de consultas presenciais com o médico, com o enfermeiro de família, mas adicionar aqui uma componente de teleconsulta, ou de videoconsulta, é importante”, defende.

Para o responsável, ainda que um dos maiores desafios nas próximas décadas seja “garantir a digitalização com equidade”: “Sabemos que as populações mais envelhecidas podem não ter tanta facilidade nestas ferramentas mais digitais”.






Fonte: jornaleconomico.sapo.pt                     Link: https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/portugal-tem-o-pior-resultado-da-ocde-na-saude-mental/?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
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Re: Dia Mundial da Saúde Mental
« Responder #3 em: 20/06/2025, 20:31 »
 
40% dos estudantes tomam psicofármacos semanalmente. Estudantes pedem mais psicólogos para combater problemas de saúde mental

MadreMedia / Lusa
20 jun 2025 14:14




A Federação Académica de Lisboa quer mais psicólogos nas universidades para reduzir os casos de problemas de saúde mental, alertando para o facto de o estudo hoje divulgado revelar uma realidade mais grave do que a denunciada pelos estudantes.

Acompanhe toda a atualidade informativa em 24noticias.sapo.pt

Um inquérito realizado a mais de 2.300 alunos do ensino superior português revelou que 40% dos estudantes tomam psicofármacos semanalmente, mais de 60% dizem-se exaustos e 41% tristes e deprimidos.

“Ficamos preocupados com os resultados do estudo. Há muito que vínhamos alertando para este tipo de situações e temos vindo a defender a necessidade de implementar medidas preventivas. Este é o momento em que percebemos que o agora identificado afinal ainda é mais grave do que o que dizíamos”, disse à Lusa Pedro Neto Monteiro, presidente da Direção-Geral da Federação Académica de Lisboa (FAL).

Além dos 40% de estudantes que consomem psicotrópicos regulamente, um em cada 10 toma anfetaminas ou estimulantes, segundo o estudo que revela elevados níveis de 'burnout' entre os jovens e falta de apoio psicológico.

Perante os resultados do trabalho coordenado pela psicóloga Tânia Gaspar, da Universidade Lusófona, o presidente da FAL defende que é preciso “começar já a implementar políticas preventivas”.

“A saúde mental dos estudantes não pode continuar a ser tratada como uma nota de rodapé nas políticas públicas. O diagnóstico está feito. O que falta é coragem política para agir”, criticou Pedro Neto Monteiro.

A FAL defende a implementação de um conjunto de propostas no domínio da saúde mental e da inovação pedagógica e exige uma “resposta nacional à altura da gravidade da crise vivida no Ensino Superior”.

A medida prioritária passa pela contratação de mais psicólogos “para que o rácio de um psicólogo para 500 estudantes seja garantido”, defendeu Pedro Neto Monteiro, defendendo que com estes profissionais é possível “atacar na ação preventiva e na reativa”.

A FAL quer também que seja estabelecida “uma rede de serviços de saúde mental nos vários serviços de ensino superior com politicas comuns às várias realidades académicas da região”, disse o presidente da FAL, reconhecendo que essa rede já existe, mas que no seu entender “precisa de uma reestruturação”.

Sobre os cheques-psicólogos, que também já estão em vigor, Pedro Neto Monteiro considera que também “precisam de um alargamento, porque ainda há alunos que precisam deste apoio e ficam de fora”.

O estudo "Ecossistemas de Aprendizagem Saudáveis nas Instituições de Ensino Superior em Portugal" conclui que as dimensões prioritárias de intervenção nas universidades são as relacionadas com o bem-estar e a saúde mental.

O trabalho envolveu 2.339 estudantes entre os 17 e os 35 anos e foi elaborado pelo Observatório dos Ambientes de Aprendizagem Saudáveis e Participação Juvenil. Analisou diversas dimensões associadas à cultura da organização e aos ambientes onde se movem os estudantes no contexto académico.

Em declarações à Lusa, a coordenadora do estudo, Tânia Gaspar, disse que esta investigação mostrou que 40% dos estudantes académicos toma psicotrópicos - valor alinhado com os dados europeus - e sublinhou: "Isto é uma falha do Serviço Nacional de Saúde, porque se nós trabalhássemos mais na prevenção e tivéssemos respostas mais rápidas, eles não precisavam de tomar medicação".







Fonte: 24noticias.sapo.pt                         Link: https://24noticias.sapo.pt/atualidade/artigos/40-dos-estudantes-tomam-psicofarmacos-semanalmente-estudantes-pedem-mais-psicologos-para-combater-problemas-de-saude-mental?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
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Online Nandito

Re: Dia Mundial da Saúde Mental
« Responder #4 em: 23/06/2025, 10:11 »
 
Quatro em cada 10 portugueses afirmam ter sofrido algum sintoma relacionado com a saúde mental

Conselhetório
22 jun 2025 21:00




Com base nos resultados de um estudo realizado pela Marktest para a Medicare – “Estado de Saúde Geral da População Portuguesa” – alguns números destacam-se, sobretudo os que se referem à saúde mental e física do sexo feminino.

De acordo com os resultados deste estudo, cerca de 15% dos utilizadores do Serviço Nacional de Saúde (SNS) recorreram a consultas médicas à distância no último ano. Sendo de destacar valores acima da média alcançados junto da faixa etária dos 25/34 anos (22,9%) e o género feminino (18,8%), o que revela uma maior utilização, por parte das mulheres, às consultas remotas.

Além disso, mais de metade da população portuguesa entre os 18 e os 64 anos afirmou ter experimentado níveis elevados de stress nos últimos seis meses. Especificamente, os números são alarmantes entre os jovens adultos - com 60% dos 25/34 anos e 59,6% dos 18/24 anos a relatarem níveis de stress elevados - e junto das mulheres, registando um valor de 56,4%.

Outro dado preocupante é que 4 em cada 10 portugueses (39,5%) afirmam ter sofrido algum sintoma relacionado com a saúde mental no último ano. Esta tendência é particularmente alta entre os mais jovens e, mais uma vez, entre as mulheres, onde 49% relataram experiências de ansiedade, ataques de pânico, depressão e outros transtornos.

“Este Dia Internacional da Saúde da Mulher serve como um lembrete da importância de cuidar da saúde, tanto física como mental, das mulheres portuguesas. Através da consciencialização da sociedade e do acesso a recursos adequados, podemos caminhar para taxas mais elevadas de bem-estar junto da população feminina”, comentou Catarina Real, Head of People and Wellbeing na Medicare.

A necessidade de apoio profissional de saúde mental também é evidente, com cerca de 3 em cada 10 portugueses a sentir a necessidade de procurar ajuda no último ano. No entanto, e segundo dados do estudo, as consultas de Psicologia (10,3%) e Psiquiatria (7,9%) foram das menos procuradas no Top 10 pelos portugueses, que priorizam as consultas de Medicina Geral (66,8%), de Saúde Oral(42,3%) e de Oftalmologia (28,5%).

Os números são mais altos entre os jovens e as mulheres. Sendo que 1 em cada 5 portugueses recorre a algum tipo de medicação, como calmantes ou medicamentos para dormir, uma tendência especialmente sentida entre as mulheres e o grupo etário 55/64 anos.







Fonte: lifestyle.sapo.pt                         Link: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/quatro-em-cada-10-portugueses-afirmam-ter-sofrido-algum-sintoma-relacionado-com-a-saude-mental?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
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Re: Dia Mundial da Saúde Mental
« Responder #5 em: 25/06/2025, 18:53 »
 
Saúde mental. TikTok garante remover 98% do conteúdo prejudicial

25/06/2025
12:31



Jornal i
© Dreamstime



Especialistas alertaram para a utilização de termos terapêuticos fora do contexto, bem como sugestões simplificadas para questões complexas e a promoção de suplementos não aprovados ou de tratamentos sem base científica

Cerca de metade dos vídeos mais visualizados sobre saúde mental no TikTok contêm informação errada e amplificam a desinformação. No entanto, a plataforma garante remover 98% do conteúdo prejudicial à saúde mental.

O  revela o The Guardian analisou os 100 principais vídeos com conselhos sobre saúde mental na rede social e concluiu que mais de metade dos vídeos com mais visualizações na plataforma têm informação incorreta.

Destas 100 publicações, identificadas com a ‘hashtag’ ”#mentalhealthtips”, 52 foram consideradas imprecisas ou perigosas por um painel de psicólogos, psiquiatras e académicos. As razões são a difusão de desinformação sobre ansiedade, depressão, traumas e outras perturbações mentais.

Os especialistas alertaram ainda para a utilização de termos terapêuticos fora do contexto, bem como sugestões simplificadas para questões complexas e a promoção de suplementos não aprovados ou de tratamentos sem base científica.

Uma psicóloga ouvida pelo jornal britânico afirmou que muitos vídeos criam a falsa impressão de que o tratamento de traumas é rápido e universal, quando, na realidade, exige um atendimento personalizado por parte de profissionais qualificados.

O TikTok reagiu a esta investigação referindo que a plataforma é um local aberto à expressão pessoal e à partilha de experiências autênticas, ao mesmo tempo que assegurou que 98% do conteúdo prejudicial para a saúde mental é removido antes de ser denunciado.

A plataforma relembrou ainda que colabora com a Organização Mundial de Saúde (OMS) para fornecer informações precisas e encaminhar os utilizadores para fontes fiáveis.

Recentemente, o TikTok removeu mais de meio milhão de conteúdos associados à ’hashtag’ ”#SkinnyTok”, em todo o mundo, por promover conteúdo para perda de peso que é prejudicial à saúde.

A tendência “SkinnyTok” contou com mais de meio milhão de publicações, com muitos vídeos a incentivarem a perda de peso e com mensagens indutoras de culpa que reforçavam imagens corporais tóxicas.

Os reguladores europeus alertaram para o impacto negativo da tendência na saúde mental dos jovens utilizadores.








Fonte: ionline.sapo.pt                        Link: https://ionline.sapo.pt/2025/06/25/saude-mental-tiktok-garante-remover-98-do-conteudo-prejudicial/?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
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Re: Dia Mundial da Saúde Mental
« Responder #6 em: 10/10/2025, 14:50 »
 
Dia Mundial da Saúde Mental: 5 estratégias para promover o bem-estar corporativo

Por Margarida Lopes Em 09:55, 10 Out, 2025



Neste dia 10 de Outubro, assinala-se o Dia Mundial da Saúde Mental, uma data crucial para reflectir sobre os benefícios de criar ambientes de trabalho que fomentem o equilíbrio e a entreajuda. Nesse sentido, o Clan, empresa com mais de 30 anos de experiência no sector dos recursos humanos, apresenta cinco estratégias que pretendem ajudar as empresas a contribuir para o bem-estar das suas equipas.

Tome nota:

1. Comunicar abertamente

É fundamental que cada pessoa se sinta à vontade para partilhar os seus problemas, pensamentos e angústias. Promover actividades e sessões de sensibilização ao longo do ano ajuda a criar um espaço seguro onde as pessoas tenham vontade de partilhar as suas experiências. É importante mostrar que a empresa está atenta e que as pessoas são uma das suas grandes prioridades.

 
2. Promover a desconexão

Promover ativamente pequenas pausas ao longo do dia é uma estratégia fundamental para o bem-estar e o equilíbrio das equipas. Ao acompanhar os colaboradores nesses momentos, cria-se uma oportunidade valiosa para, de forma informal, avaliar o seu estado de espírito e perceber se necessitam de apoio. Por vezes, uma breve pausa de apenas dois minutos fora do ambiente de trabalho é suficiente para renovar a energia e a concentração.

 
3. Promover o equilíbrio entre vida profissional e familiar

Ajudar as equipas a encontrar um equilíbrio saudável entre as responsabilidades profissionais e a vida pessoal é um dos maiores contributos que a empresa pode dar para a saúde mental. O objectivo deve ser capacitar os colaboradores com ferramentas e flexibilidade. Isto pode incluir desde horários mais flexíveis até à promoção de políticas claras sobre comunicação fora do horário de trabalho. Incentivar a partilha de estratégias bem-sucedidas entre colegas pode criar uma cultura de apoio mútuo, onde o equilíbrio é visto como um objectivo comum e alcançável.

 
4. Oferecer programas de bem-estar

Para alguns profissionais, lidar com desafios de saúde mental pode ser um grande obstáculo. Muitas vezes, a sobrecarga do dia a dia, dentro e fora do trabalho, impede-os de sequer considerar o seu próprio bem-estar, e operam num piloto automático exaustivo. O papel da liderança é facilitar o acesso a ajuda, por exemplo, criando parcerias com profissionais de saúde mental, para acompanhar as equipas. As empresas devem investir os seus recursos não só em formações de hard skills, mas também na preservação do bem-estar dos seus colaboradores.

 
5. Reconhecer e valorizar

Demonstrar apreço pelas equipas é um elemento-chave na sua motivação. Agradecer as pequenas conquistas do dia a dia pode fazer toda a diferença. Nesse sentido, a implementação de sessões de feedback regulares e construtivas pode ser crucial, pois reforça o reconhecimento e promove o desenvolvimento contínuo e o alinhamento de expectativas.






Fonte: hrportugal.sapo.pt                      Link: https://hrportugal.sapo.pt/dia-mundial-da-saude-mental-5-estrategias-para-promover-o-bem-estar-corporativo/
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