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Autor Tópico: Doentes renais: Redução colesterol pode evitar 25% enfartes  (Lida 1748 vezes)

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Online migel

 
Doentes renais: Redução colesterol pode evitar 25% enfartes


A redução dos níveis de colesterol em doentes renais crónicos pode evitar um quarto dos ataques cardíacos, enfartes e intervenções para desobstrução das artérias, revela um estudo mundial sobre doenças dos rins.
O estudo SHARP (Study of Heart and Renal Protection), divulgado pela sociedade americana de nefrologia, envolveu quase 9.500 voluntários com 40 anos ou mais que sofrem de doença renal crónica recrutados em 380 hospitais de 18 países.

Os doentes que participaram neste estudo perderam cerca de 50 por cento do normal funcionamento renal e um terço realiza tratamentos de diálise. Nenhum dos participantes no estudo sofreu anteriormente ataques cardíacos, nem necessitava de bypass ou de 'stents' para desobstruir as artérias do coração.

Diário Digital / Lusa


 

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Doentes renais «mais suscetíveis» a doenças cardiovasculares


A Sociedade Portuguesa de Nefrologia (SPN) alertou hoje que os doentes renais crónicos são «mais suscetíveis» de desenvolver doenças cardiovasculares complicadas, nomeadamente o enfarte do miocárdio.

O alerta da SPN surge nas vésperas do Dia Mundial do Rim (10 de março), este ano subordinado ao tema «Proteja os seus rins, salve o seu coração», focando a relação entre a doença renal crónica e as doenças cardiovasculares.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da SPN, Fernando Nolasco, adiantou que «a associação da doença renal com a doença cardiovascular tem um efeito multiplicador», sendo os acidentes cardiovasculares «uma das grandes causas de morte dos doentes renais».

Diário Digital / Lusa
 

Online migel

 
Maioria dos rins transplantados ainda são provenientes de cadáveres


À margem das comemorações do Dia Mundial do Rim, que se celebra hoje, a Sociedade Portuguesa de Nefrologia (SPN) lembra que “a maioria dos rins transplantados provêm de dadores cadáveres e apenas 63 dos 595 transplantes realizados em 2009 vieram de dadores vivos”, comenta Fernando Nolasco, presidente da SPN.
O médico nefrologista acrescenta ainda que “em 2009 Portugal foi o país no mundo com maior taxa de transplantes de cadáver (por milhão de habitante), em termos mundiais mas, mesmo assim, o tempo médio de espera para conseguir um rim é de cerca de 2 anos e meio”.
Fernando Nolasco salienta ainda que “a taxa de sucesso do transplante renal é superior a 90 por cento no primeiro ano. As estimativas apontam para que 50 por cento dos transplantes de rim funcionem mais de 11 a 12 anos. E há doentes com 20 anos de transplante que fazem a sua vida normal, o que é francamente bom”.
Para alertar para a saúde dos rins, a Sociedade Portuguesa de Nefrologia vai promover diversas sessões de esclarecimento, pelo país, com o mote “Proteja os seus rins, salve o seu coração”, que pretendem sensibilizar a população para a prevenção, diagnóstico e tratamento da doença renal, que se estima que afecte cerca de 800 mil pessoas, em Portugal.
Na fase mais avançada da evolução da doença renal crónica, ou estádio 5, surge o esgotamento total das funções renais, que terão de passar a ser substituídas pela diálise ou por um transplante.
Todos os anos surgem mais de dois mil casos de doentes em falência renal. Em Portugal existiam em 31 de Dezembro de 2009 cerca de 16 mil doentes em tratamento substitutivo da função renal (cerca de 2/3 em diálise e 1/3 já transplantados), e outros dois mil e quinhentos aguardam, em lista de espera, por um transplante renal.

Fonte:LPM Comunicações

 

Online migel

 
Proteja os seus rins, salve o seu coração”  
 
 
Porto associa-se a iniciativas do Dia Mundial do Rim


No âmbito da comemoração do Dia Mundial do Rim, a Sociedade Portuguesa de Nefrologia promove duas sessões de esclarecimento gratuitas sobre a saúde dos rins, na Escola Secundária Infante D. Henrique, no dia 15 de Março, pelas 14h30, e na Escola E.B. 2,3 Gomes Teixeira, no dia 16, pelas 13h30, ambas no Porto.
De acordo com Fernando Nolasco, presidente da Sociedade Portuguesa de Nefrologia “Estas iniciativas têm como objectivo principal sensibilizar a população mais jovem para a prevenção, diagnóstico e tratamento da doença renal, que se estima que afecte cerca de 800 mil pessoas, em Portugal.”
Este ano, o Dia Mundial do Rim tem como tema a relação entre as doenças renais e os problemas cardiovasculares.
As palestras serão dirigidas por Helena Guedes Pinto e Cláudia Tavares, pediatras da Unidade de Nefrologia Pediátrica do Hospital de S. João, no Porto.
A doença renal crónica é caracterizada por uma deterioração lenta e irreversível dos rins e das suas funções. Na fase mais avançada da evolução da doença renal crónica, ou estádio 5, surge o esgotamento total das funções renais, que terão de passar a ser substituídas pela diálise ou por um transplante.
Todos os anos surgem mais de dois mil casos de doentes em falência renal. Em Portugal existem actualmente cerca de 16 mil doentes em tratamento substitutivo da função renal (cerca de 2/3 em diálise e 1/3 já transplantados), e outros dois mil aguardam, em lista de espera, por um transplante renal.

Fonte:LPM Comunicações

 

Offline Claram

 
Saúde: Prevenção é a melhor amiga do rim


A divulgação passou pela Universidade Sénior Albicastrense
A Sociedade Portuguesa de Nefrologia e o Serviço de Nefrologia do Hospital Amato Lusitano, de Castelo Branco, assinalaram o Dia Mundial do Rim com várias acções de divulgação. Uma delas teve lugar na Universidade Sénior Albicastrense, onde os responsáveis alertaram para a necessidade de estar atento aos diversos sinais que denunciam a doença e para a importância de levar uma vida saudável ao nível da alimentação e prática de exercício físico.
A doença renal crónica afecta um em cada 10 portugueses e um estudo feito em Castelo Branco provou a importância de recorrer cedo ao médico. Em alguns casos pode significar um aumento da sobrevivência em 15 por cento.
A tensão arterial e diabetes descontrolada, urina espumosa ou com sangue são sinais de alerta a ter em conta, mais até que as chamadas dores renais - nas costas - que segundo o médico João Gonçalves "não é uma dor caracteristicamente renal".
Ter uma alimentação equilibrada e praticar exercício físico ajudam na prevenção da doença. Beber água também é essencial.
Na região o Dia Mundial do Rim foi dedicado à prevenção, não só em Castelo Branco mas também na Covilhã e Guarda.

Autor: José Furtado
 

Offline Claram

 
Portugueses desconhecem relação entre o rim e o coração



Doença renal crónica afecta 600 milhões de pessoas em todo o mundo
No âmbito das comemorações do Dia Mundial do Rim, que se celebra hoje, a Sociedade Portuguesa de Nefrologia lança uma campanha de sensibilização sobre o tema “Proteja os seus rins, salve o seu coração”, juntamente com mais de cem países em todo o mundo, com o objectivo de alertar os portugueses para a relação entre a doença renal e os problemas cardiovasculares.

De acordo com Fernando Nolasco, presidente da Sociedade Portuguesa de Nefrologia “a população desconhece e por isso, desvaloriza, a ligação directa entre a doença renal e as doenças cardiovasculares, no entanto, quanto mais avançada for a falência dos rins, maior é a probabilidade de haver também doença cardiovascular, como hipertensão arterial, insuficiência cardíaca e doença coronária, de forma que o doente renal apresenta dez vezes mais probabilidade de morrer por enfarte do miocárdio. Por outro lado, a hipertensão arterial e a diabetes, sobretudo a tipo 2, são as principais motivadoras de doença renal crónica no Mundo”.

O médico nefrologista esclarece ainda “uma grande percentagem de doentes com doença renal crónica apresenta pressão arterial elevada e aumento dos níveis de colesterol no sangue, a par de um estado de inflamação crónica e silenciosa do organismo que contribui para as alterações degenerativas das artérias conhecidas por aterosclerose ou arteriosclerose, que são as principais causas de doença cardiovascular”.

Para alertar para a saúde dos rins, a Sociedade Portuguesa de Nefrologia vai promover diversas sessões de esclarecimento, entre elas duas sessões de esclarecimento no dia 10 de Março, pelas 10 horas na Universidade Sénior Albicastrense, em Castelo Branco, e pelas 15 horas na Academia Sénior da Covilhã. Estas iniciativas pretendem sensibilizar a população para a prevenção, diagnóstico e tratamento da doença renal, que se estima que afecte cerca de 800 mil pessoas, em Portugal.

Fernando Nolasco alerta ainda “a ausência de sintomas nos primeiros estádios da doença faz com que grande parte das pessoas desvalorize, ignore ou adie os cuidados a ter com a saúde dos seus rins. Os sintomas mais relevantes podem somente aparecer a partir do terceiro estádio de evolução da doença e são sobretudo a hipertensão, o inchaço das pernas ou da face e a anemia”.

Qualquer pessoa pode sofrer de doença renal crónica, embora seja mais frequente nos idosos, nas pessoas com diabetes, hipertensão arterial de longa data, obesidade, algumas doenças hereditárias, ou que têm antecedentes familiares de doença renal.

Para prevenir a doença renal crónica é preciso reduzir a ingestão de sal e reduzir o excesso de peso (evitando as gorduras e o açúcar, e bebendo álcool com moderação), baixar a pressão arterial elevada, abandonar o tabaco, e manter o açúcar no sangue controlado se for diabético.

Existem também alguns hábitos de vida saudáveis que permitem prevenir esta doença, como fazer exercício físico e optar por uma alimentação variada, com alimentos frescos, rica em vegetais e frutos, e pobre em gorduras.

A doença renal crónica é caracterizada por uma deterioração lenta e irreversível dos rins e das suas funções. Na fase mais avançada da evolução da doença renal crónica, ou estádio 5, surge o esgotamento total das funções renais, que terão de passar a ser substituídas pela diálise ou por um transplante.

Todos os anos surgem mais de dois mil casos de doentes em falência renal. Em Portugal existem actualmente cerca de 16 mil doentes em tratamento substitutivo da função renal (cerca de 2/3 em diálise e 1/3 já transplantados), e outros dois mil aguardam, em lista de espera, por um transplante renal.

 

Fonte: LPM Comunicação


 

Offline Claram

Doença Renal Crónica: Prevenir uma doença sem cura
« Responder #6 em: 14/03/2011, 00:19 »
 
Doença Renal Crónica: Prevenir uma doença sem cura



Pela ocasião do Dia Mundial do Rim, a Associação de Doenças Renais do Norte de Portugal organizou um rastreio. Em Portugal, regista-se anualmente cerca de dois mil novos casos de Insuficiência Renal Crónica.

900 mil portugueses sofrem de doenças renais, 16 mil dependem de diálise ou transplante, um em cada dez portugueses sofre de Doença Renal Crónica (dados da Associação de Doenças Renais do Norte de Portugal).

Poucos portugueses têm consciência destes números e dos riscos que estas doenças podem provocar. "Olhe para os rins com o coração" é a mensagem da Associação dos Doentes Renais do Norte de Portugal (ADRNP) neste Dia Mundial do RimDia Mundial do Rim. Para uma patologia sem cura como esta, a solução passa pela prevenção: exercício físico, alimentação equilibrada, cuidado com o sal, o álcool e o tabaco.

Aproveitando este dia, a ADRNP abancou na estação de São Bento para um rastreiorastreio de doenças renais. A fila foi crescendo a seguir à hora de almoço. Augusto Santos, membro da ADRNP, estima que já passaram pela "tenda" cerca de 150 pessoas desde as 9h00. "Fizemos uma estimativa de 300 a 400 pessoas até às seis da tarde. No final do dia, contabilizamos os pensos usados e já temos dados concretos", adianta.

"Não nos limitamos a este dia para fazer prevenção" explica Viriato Gonçalves, igualmente membro da associação. Santa Catarina é um dos lugares habituais, "mas hoje deixaram-nos vir para aqui". Farmacêuticos e médicos, "cedidos" à ADRNP por protocolos, medem a pressão arterial e a glicemia. "Aqui fazemos um pequena alerta a quem tem valores acima dos normais, explicamos o perigo e aconselhamos acompanhamento médico", comenta Viriato Gonçalves.

Despertar consciências
Na tenda, José Soares, farmacêutico, adiantaadianta que a maioria das pessoas não está consciencializada para a doença renal e seus riscos. Pessoas com
diabetes, hipertensão, alterações na urina ou simplesmente com idade avançada têm de ter cuidados redobrados.

Na filafila de espera não há jovens. A faixa etária das pessoas com interesse neste rastreio situa-se acima dos 50 anos. A única excepção é Francisco Madeira, de 38 anos. "Aproveitei o atraso do meu comboio para vir cá, mas não sabia da quantidade de pessoas que sofria desta doença", comenta, apontando para o panfleto que é dado à entrada da estação.

Para Maria Branca Costa, 56 anos, estas iniciativas são importantes para que as pessoas tenham consciência do seu estado de saúde. "Tenho cuidado, embora seja mais complicado evitar alguns excessos na alimentação. Mas tenho por hábito fazer caminhadas todos os dias", todavia prepara-se para medir, pela primeira vez, a glicemia.

O rastreio é gratuito e isso também traz muitas pessoas para a tenda. A Doença Renal Crónica não tem cura, obriga quem sofre dela a iniciar um programa de diálise e não escolhe sexo ou idade para atacar.

http://jpn.icicom.up.pt
 

Offline Claram

Re: Doença Renal Crónica: Prevenir uma doença sem cura
« Responder #7 em: 14/03/2011, 00:25 »
 
Doença renal crônica afeta 600 milhões de pessoas em todo o mundo
10/3/2011 - Rostos
No âmbito das comemorações do Dia Mundial do Rim, que se celebra hoje dia 10 de Março, a Sociedade Portuguesa de Nefrologia lança uma campanha de sensibilização sobre o tema “Proteja os seus rins, salve o seu coração”, juntamente com mais de cem países em todo o mundo, com o objetivo de alertar os portugueses para a relação entre a doença renal e os problemas cardiovasculares.

De acordo com Fernando Nolasco, presidente da Sociedade Portuguesa de Nefrologia “a população desconhece e por isso, desvaloriza, a ligação direta entre a doença renal e as doenças cardiovasculares, no entanto, quanto mais avançada for a falência dos rins, maior é a probabilidade de haver também doença cardiovascular, como hipertensão arterial, insuficiência cardíaca e doença coronária, de forma que o doente renal apresenta dez vezes mais probabilidade de morrer por enfarte do miocárdio. Por outro lado, a hipertensão arterial e a diabetes, sobretudo a tipo 2, são as principais motivadoras de doença renal crônica no Mundo”.

O médico nefrologista esclarece ainda “uma grande percentagem de doentes com doença renal crônica apresenta pressão arterial elevada e aumento dos níveis de colesterol no sangue, a par de um estado de inflamação crônica e silenciosa do organismo que contribui para as alterações degenerativas das artérias conhecidas por aterosclerose ou arteriosclerose, que são as principais causas de doença cardiovascular”.

Para alertar para a saúde dos rins, a Sociedade Portuguesa de Nefrologia vai promover diversas sessões de esclarecimento, entre elas duas sessões de esclarecimento no dia 10 de Março, pelas 10 horas na Universidade Senior Albicastrense, em Castelo Branco, e pelas 15 horas na Academia Sénior da Covilhã. Estas iniciativas pretendem sensibilizar a população para a prevenção, diagnóstico e tratamento da doença renal, que se estima que afete cerca de 800 mil pessoas, em Portugal.
Fernando Nolasco alerta ainda “a ausência de sintomas nos primeiros estádios da doença faz com que grande parte das pessoas desvalorize, ignore ou adie os cuidados a ter com a saúde dos seus rins. Os sintomas mais relevantes podem somente aparecer a partir do terceiro estádio de evolução da doença e são sobretudo a hipertensão, o inchaço das pernas ou da face e a anemia”.
Qualquer pessoa pode sofrer de doença renal crônica, embora seja mais frequente nos idosos, nas pessoas com diabetes, hipertensão arterial de longa data, obesidade, algumas doenças hereditárias, ou que têm antecedentes familiares de doença renal.
 
Para prevenir a doença renal crônica é preciso reduzir a ingestão de sal e reduzir o excesso de peso (evitando as gorduras e o açúcar, e bebendo álcool com moderação), baixar a pressão arterial elevada, abandonar o tabaco, e manter o açúcar no sangue controlado se for diabético.

Existem também alguns hábitos de vida saudáveis que permitem prevenir esta doença, como fazer exercício físico e optar por uma alimentação variada, com alimentos frescos, rica em vegetais e frutos, e pobre em gorduras.
A doença renal crônica é caracterizada por uma deterioração lenta e irreversível dos rins e das suas funções. Na fase mais avançada da evolução da doença renal crônica, ou estádio 5, surge o esgotamento total das funções renais, que terão de passar a ser substituídas pela diálise ou por um transplante.
 
Todos os anos surgem mais de dois mil casos de doentes em falência renal. Em Portugal existem actualmente cerca de 16 mil doentes em tratamento substitutivo da função renal (cerca de 2/3 em diálise e 1/3 já transplantados), e outros dois mil aguardam, em lista de espera, por um transplante renal.

http://www.diabetenet.com
 

 



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