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Autor Tópico: Incidência E Percepção Da Doença  (Lida 514 vezes)

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Incidência E Percepção Da Doença
« em: 23/03/2011, 18:18 »
 
Incidência E Percepção Da Doença


65% DOS PORTUGUESES NÃO SABE O QUE É ESCLEROSE MÚLTIPLA
• Prevalência autoreferida da EM em Portugal é de 54/100.000 habitantes
• 40% dos cidadãos nacionais admite não saber o que é a Esclerose Múltipla.
• Tendo em conta os inquiridos que definem a doença de forma errada, a percentagem sobe para 65%.
• 67% é incapaz de referir causas da patologia.
• Primeiro estudo epidemiológico nacional extrapola pela existência de 4287 doentes em Portugal
Continental.
• Desconhecimento sobre a doença adia diagnóstico e tratamento atempado.
Dois terços dos portugueses não sabem o que é a Esclerose Múltipla (EM). A conclusão é do Estudo EMCoDe:
Esclerose Múltipla – Conhecer e Desmistificar, uma investigação coordenada pelo Dr. Joaquim Pinheiro,
Neurologista do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia e Presidente do Grupo de Estudos de Esclerose
Múltipla (GEEM), em parceria com a Key Point e com o apoio da Merck Serono. Segundo o estudo, 81% dos
cidadãos nacionais afirma já ter ouvido falar da EM. No entanto, quase 65% não sabe o que é a doença e 67%
não tem ideia de quais são as suas causas.
Perto de 40% dos inquiridos admitiu não saber ou não ser capaz de explicar o que é a Esclerose Múltipla. Mas
se a esta percentagem somarmos a daqueles que define a patologia de forma errada, como uma doença dos
ossos/articulações, este número chega a 65%. Mais de metade (52%) admite não saber quais são, e um terço
(33,3%) não consegue referir, de forma espontânea, um dos sintomas da patologia. No entanto, alguns dos
inquiridos já referem a dormência/formigueiro (4,9%); afecta a visão (5,5%) e dificuldades de movimentos e
disfunção muscular (34,7%). Apesar da dificuldade em referir sintomas específicos, três quartos dos
inquiridos (74%) consideram que a EM tem um forte impacto na qualidade de vida dos doentes.
Para o Dr. Joaquim Pinheiro, coordenador do estudo, “os valores de prevalência e incidência da EM em Portugal estão em linha com as projecções internacionais. O grande alerta desta investigação está no fosso
de desconhecimento dos portugueses sobre a Esclerose Múltipla, que o estudo evidencia e que representa um problema real no que se refere a atrasos no diagnóstico e no tratamento adequado para os doentes,
que perdem assim anos de vida útil e activa”, refere.
De acordo com o estudo EMCoDe, a prevalência auto-referida da Esclerose Múltipla é de 54 casos por cada
100.000 habitantes, estimando-se que existam 4.287 pessoas com a patologia em Portugal. É uma patologia que, por este estudo, afecta quase três vezes mais as mulheres do que os homens – estando estimados 3.163 casos no sexo feminino para 1.171 no sexo masculino.
Para esta estimativa foram considerados 22 casos positivos auto-referidos, validados, de Esclerose Múltipla.
A maioria, refere que foi diagnosticada pelo Neurologista. A idade média das pessoas à altura do diagnóstico
situa-se nos 36 anos. O tempo mediano entre o início dos sintomas e a data de diagnóstico foi de quatro anos. Os sintomas mais referidos pelos doentes são as alterações da sensibilidade (referidas por 14 doentes), os problemas de equilíbrio e coordenação (10 doentes) e a sensibilidade ao calor (nove doentes)

Fonte:Gtrupogci

 

 



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