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Autor Tópico: Morre após operação Uma mulher de 61 anos, que sofria de obesidade, morreu depoi  (Lida 1542 vezes)

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Offline Claram

 
Morre após operação




Uma mulher de 61 anos, que sofria de obesidade, morreu depois de uma perfuração no estômago durante a cirurgia de remoção da banda gástrica e realização de bypass gástrico no Hospital de Santos Silva, em Vila Nova de Gaia. A família de Ana Magalhães acusa o cirurgião de negligência. O hospital já abriu um inquérito interno.


O caso remonta a 23 de Novembro do ano passado, mas só agora é que o hospital e a Ordem dos Médicos receberam as queixas. "Ela tinha colocado a banda gástrica há seis anos noutra unidade hospitalar. Decidimos ir a Gaia para retirar a banda e fazer bypass. Foi operada pelo director de Cirurgia, Jorge Maciel, que disse que tinha corrido tudo bem. No dia seguinte é que detectaram que tinha uma ruptura no estômago, porque bebeu água e sentiu-se muito mal", recorda a filha de Ana, Áurea Ferreira.

Ana Magalhães, que pesava 140 quilos, teve de ser operada de urgência à perfuração no estômago. "No total, foi ao bloco quatro vezes. Na última cirurgia, fez mais duas perfurações abdominais. O médico mentiu-nos do princípio ao fim. Só a foi ver quando já estava em coma", garante Áurea. A mulher morreu a 5 de Janeiro.

Contactado pelo CM, o conselho de administração do Hospital de Gaia disse que já tinha aberto um processo interno.

"VEIO QUASE MORTA DO BLOCO"

A filha da vítima não esconde a revolta em relação ao trabalho do cirurgião, que é o director de Cirurgia do Hospital de Gaia. "Ela era vista por médicos internos quando tinha de ser vista por especialistas. Estava sempre com altas temperaturas e não sabiam de onde vinha o vírus. Ela veio quase morta do bloco", indigna-se Áurea Ferreira.

Depois da cirurgia de urgência, a mulher era alimentada com uma sonda directa no estômago, enquanto este não cicatrizava da ruptura. Tinha também uma esofagostomia (orifício no esófago). "O estômago cicatrizou, mas os problemas foram tantos que nunca mais conseguiu ficar bem", lembra. "Só quero que as pessoas saibam e evitem lá ir. Ele já destruiu muitas famílias", refere.


Fonte: CM
 

 



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