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Autor Tópico: Tabaco. 3,5% dos alunos do 6.º ano fumam pelo menos uma vez por semana  (Lida 402 vezes)

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Tabaco. 3,5% dos alunos do 6.º ano fumam pelo menos uma vez por semana

Fumo nas escolas parece ter caído para metade desde 2002. Mas no 10.º ano a redução é menor: um quinto dos adolescentes fuma

 Portugueses fumam em média 14,2 cigarros por dia, menos um que em 2008

Em cada 100 alunos do 6.o ano ainda admitem fumar pelo menos uma vez por semana. O primeiro relatório sobre o impacto da lei do tabaco em Portugal, entregue ontem pela Direcção-Geral da Saúde na Assembleia da República, analisou as respostas dos jovens portugueses no âmbito do projecto HBSC Comportamentos de Saúde das Crianças.

Apesar de as amostras serem reduzidas e de o consumo estar a diminuir em todas as idades - desde 2002 caiu para metade entre os estudantes do 6.o ano ano - a quebra registada no 10.o ano é menos significativa. Nove em cada cem alunos com 15 anos admitem fumar todos os dias e 20,3% pelo menos uma vez por semana. Estes resultados fazem parte de uma análise da Organização Mundial de Saúde e retratam uma situação até melhor do que se pensava, afirmou ontem ao i o director-geral da Saúde, Francisco George.

Os últimos inquéritos nacionais em meio escolar do Ministério da Saúde e do Instituto da Droga e da Toxicodependência indicavam, em 2006, um consumo na ordem dos 15% no 3.o ciclo e 24% no secundário. "Estamos convencidos de que não há uma tendência de subida alarmante, mas é preciso continuar a trabalhar", sublinhou Francisco George, adiantando que a DGS tem em curso uma parceria com a Direcção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular, do Ministério da Educação, para reforçar os conteúdos de prevenção em saúde na sala de aula.

Análise O relatório compila resultados de diferentes estudos sobre o consumo de tabaco na população portuguesa. Apesar de tudo, a DGS sustenta que ainda não é possível perceber se a tendência será duradoura. Para Francisco George estão demonstrados os benefícios da lei em vigor desde 2008. "Perdeu-se a liberdade individual do cidadão de fumar em espaços públicos, mas essa perda tinha de ser compensada por um ganho proporcional ou maior. Se não tivéssemos demonstrado esse benefício, o que os deputados tinham a fazer era revogar a lei." Este relatório de avaliação estava previsto no corpo da lei. A DGS encomendou três estudos de opinião, dois antes de a lei estar em vigor e o último em Dezembro do ano passado. 91,2% dos inquiridos admitem que a lei trouxe benefícios para a saúde pública em geral, e 86,4% para a saúde pessoal. Ainda assim, a maioria dos fumadores disse não ter mudado de hábitos. Um dos destaques da DGS é o aumento das pessoas a tentar deixar de fumar: 30% dos fumadores admitem que tentaram várias vezes e as consultas de apoio aumentaram 62% entre 2007 e 2009.

Quanto a novas restrições na lei, Francisco George sublinha que esse trabalho cabe exclusivamente à Assembleia da República, nesta ou na próxima legislatura. A maioria dos portugueses que responderam ao inquérito concorda com as actuais restrições e admite que se possa passar a fumar apenas em espaços destinados a fumadores. Salas de jogo, discotecas e bares são apontados pelos portugueses como os locais onde se cumpre menos a lei.

http://www.ionline.pt
 

 



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