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Autor Tópico: Sida: Equipa portuguesa estuda proteína que mate células  (Lida 742 vezes)

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Offline Claram

 
Sida: Equipa portuguesa estuda proteína que mate células

Investigadores portugueses propõem-se construir uma proteína que mate as células com o genoma do Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH) e, se forem bem sucedidos, dentro de seis anos estará à venda o primeiro medicamento contra o vírus, “made in” Portugal.
A investigação é conduzida por João Gonçalves, da Faculdade de Farmácia e do Instituto de Medicina Molecular (IMM), que recebeu um financiamento da Fundação Bill & Melinda Gates para esta pesquisa.

Em declarações à Agência Lusa, João Gonçalves reconheceu que ficou surpreendido com a atribuição do prémio, “não por a ideia ser arriscada demais, mas devido à concorrência que é muito grande”.

A trabalharem num laboratório com 12 pessoas, três delas dedicam-se apenas a este projeto que, na prática, “e em palavras simples”, pretende “eliminar o VIH dentro das pessoas infetadas” e, assim, “curar a sida”.

“No fundo, o que queremos é dar às pessoas uma proteína – construída por nós no laboratório – que entre nas células das pessoas, encontre o genoma do VIH e mate as células com o genoma viral, não matando as outras”, disse.


João Gonçalves sublinhou que, até ao momento, “todas as estratégias que têm sido feitas para lutar contra o VIH, nomeadamente as vacinas, combatem as proteínas virais, mas o vírus muda as proteínas”.

“O que vamos fazer não é atacar as proteínas virais, mas encontrar no Ácido Desoxirribonucleico (ADN) do vírus as zonas que não mudam nunca”, disse.

“As nossas proteínas vão identificar as zonas do VIH que não mudam, ativando uma toxina para levar ao suicídio das células com o genoma viral”.

Esta é “uma abordagem totalmente diferente” ao nível dos tratamentos contra o VIH e, segundo João Gonçalves, representa um desafio, mas baseado na experiência: “Não somos novos nesta área”.

“Temos dados que nos permitem dizer que o grau de sucesso vai ser elevado”, avançou o investigador, de 44 anos

DD
 

 



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