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Autor Tópico: Tudo relacionado com o Coronavírus  (Lida 229688 vezes)

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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1020 em: 11/01/2023, 15:37 »
 
SARS-CoV-2 espalha-se por vários órgãos, revela novo estudo

Nuno de Noronha
11 jan 2023 11:28



Fonte de imagem: lifestyle.sapo.pt

Apesar de a COVID-19 ser uma doença respiratória, o vírus que a causa pode espalhar-se por vários órgãos humanos que chegam a hospedar o vírus durante centenas de dias, revela um estudo publicado na revista Nature.

Cientistas do National Institutes of Health (NIH) dos Estados Unidos analisaram autópsias de 44 pessoas não vacinadas que morreram e que tinham sido contagiadas com o vírus SARS-CoV-2 e desenvolvido COVID Longa.

O estudo publicado na revista de alto impacto Nature salienta que os cientistas estudaram a presença de vestígios do coronavírus em 85 locais e fluidos corporais diferentes.

Em pelo menos 79 dessas locais, os investigares encontraram sinais abundantes de replicação viral, mostrando que o agente patogénico se espalhou por tecidos respiratórios e não-respiratórios sem distinção, ainda que a infeção se comporte de maneiras diferentes em cada local.

No cérebro, por exemplo, resquícios do vírus da COVID-19 apareceram numa autópsia feita 230 dias após começarem os sintomas.

"Os nossos dados apontam que, em alguns pacientes, o SARS-CoV-2 pode causar infeção sistémica e persistir no corpo por meses", explicam os investigadores no estudo.

Para além do cérebro e pulmões, outros locais do corpo humano onde o vírus também foi encontrado incluíam o coração, fígado e cólon.

Nova onda de infeções

Várias províncias e cidades da China anunciaram que a onda de infeções por COVID-19 atingiu já o seu pico, incluindo Henan (centro), Jiangsu (leste), Zhejiang (sudeste), Guangdong (sul) e Sichuan (oeste).

A China, que tem 1,4 mil milhões de habitantes, registou, oficialmente, apenas 30 mortes por COVID-19, desde o levantamento das restrições sanitárias em dezembro passado, apesar de uma vaga de casos sem precedentes no país.

A rápida propagação do vírus em todo o país lançou dúvidas sobre os números oficiais, que relataram apenas um punhado de mortes recentes pela doença, apesar de localidades e províncias estimarem que uma proporção significativa das suas populações - em alguns casos, até 90% - ter já sido infetada.

Estes números não refletem a situação para muitos especialistas e para a Organização Mundial da Saúde (OMS).

A COVID-19 é uma doença respiratória infecciosa causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, um tipo de vírus detetado há três anos na China e que se disseminou rapidamente pelo mundo, tendo assumido várias variantes e subvariantes, umas mais contagiosas do que outras.

A doença é uma emergência de saúde pública internacional desde 30 de janeiro de 2020 e uma pandemia desde 11 de março de 2020.







Fonte: lifestyle.sapo.pt                           Link: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/sars-cov-2-espalha-se-por-varios-orgaos-revela-novo-estudo
 

Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1021 em: 11/01/2023, 23:36 »
 
Covid-19: Vacina portuguesa contra a doença vê chumbada candidatura ao PRR

Por MultiNews Com Lusa em 19:34, 11 Jan 2023


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

A biotecnológica portuguesa Immunethep, sediada em Cantanhede, viu a sua candidatura ser chumbada ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para desenvolvimento de uma vacina contra a covid-19.

Com ensaios não clínicos com resultados promissores terminados desde meados de 2021, a biotecnológica esteve durante algum tempo à espera de um mecanismo financeiro por parte do Governo português para poder avançar para ensaios clínicos e chegar ao mercado, tendo sido conduzido para o PRR.

A 29 de dezembro, surgiu a confirmação da recusa da candidatura apresentada a um dos avisos deste plano, depois de a Immunethep ter apresentado recurso a uma primeira comunicação de não aprovação no verão de 2022, disse à agência Lusa Bruno Santos, cofundador e administrador da empresa sediada em Cantanhede, no distrito de Coimbra.

O projeto procurava um financiamento de cerca de 30 milhões de euros para um processo que se previa implicar um investimento global de 60 milhões de euros, já prevendo uma unidade produtiva nesta área.

Segundo Bruno Santos, o projeto não obteve a nota máxima em vários parâmetros, nomeadamente na categoria de inovação e diferenciação, o impacto do projeto no perfil de especialização produtiva do país, o impacto na região, ou o potencial de valorização económica.

“O mais frustrante é que, quando fizemos os primeiros contactos com o Governo, tínhamos estados europeus a apoiar diretamente projetos em valores de 100, 200 ou 300 milhões de euros. Tínhamos aqui um projeto com capacidade, que podia fazer a diferença, na altura quase no início da pandemia, e sempre disseram que era interessante e que queriam apoiar, mas nunca se avançou para o apoio”, constatou.

De acordo com o responsável, a biotecnológica foi encaminhada “para uma série de programas mais tradicionais”, mas que não se ajustavam à velocidade necessária para o desenvolvimento de uma vacina contra a covid-19.

“Supostamente o PRR seria rápido, mas começámos a falar com o Governo em 2020 e em dezembro de 2022 sabemos que é uma resposta negativa”, lamentou.

Para Bruno Santos, para além do desenvolvimento da vacina contra a covid-19, o projeto permitiria a Portugal ter “capacidade produtiva” numa área onde não há qualquer resposta no país.

“Não há qualquer capacidade produtiva nesta área e vai continuar a não haver e Portugal vai continuar dependente da resposta dos outros países”, sublinhou, frisando que a possibilidade de surgir uma outra pandemia será “muito grande”.

O financiamento e o desenvolvimento da vacina seria também uma oportunidade “para acelerar o crescimento da Immunethep”, que trabalha já em parceria com grandes farmacêuticas e que recentemente recebeu 2,5 milhões de euros do Conselho Europeu da Inovação para os ensaios clínicos de uma vacina multibacteriana, num projeto cujo investimento pode ascender aos 17,5 milhões de euros.

“Temos uma série de pessoas com formação superior, doutorados. Diz-se que é preciso pôr doutorados na indústria, mas depois há um projeto que assegura esse espaço para essas pessoas e não é aprovado. Tivemos conversas com governantes a dizer que isto fazia todo o sentido, que este é o modelo de desenvolvimento que querem para o país, mas os projetos apoiados pelo PRR não têm esse perfil”, criticou Bruno Santos.

Em março de 2021, a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, chegou a deslocar-se às instalações da biotecnológica e afirmou que o Governo estava disponível para apoiar o desenvolvimento de uma vacina portuguesa contra a covid-19.








Fonte: multinews.sapo.pt                              Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/covid-19-vacina-portuguesa-contra-a-doenca-ve-chumbada-candidatura-ao-prr/
 

Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1022 em: 12/01/2023, 09:40 »
 
Maioria dos sintomas da covid-19 persistente desaparece num ano em casos leves, diz estudo

Por MultiNews com Lusa   em 09:04, 12 Jan 2023


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

A maioria dos sintomas associados a uma forma prolongada, mas leve, de covid-19 tende a desaparecer durante o ano seguinte à infeção, refere um estudo científico.

“A maioria dos sintomas ou condições que se desenvolvem após uma infeção leve por covid-19 persistem durante vários meses, mas voltam ao normal num ano”, destacam os autores do estudo israelita publicado no British Medical Newspaper (BMJ).

O `covid longo´ caracteriza-se pela persistência de sintomas após a infeção, ou pelo aparecimento de novos sintomas mais de quatro semanas após uma infeção inicial.

Maytal Bivas-Benita, investigadora do Instituto Israelita de Investigação KI e coautora do estudo, destacou à AFP que está “encorajada” pelos resultados, num contexto em que existem receios sobre a duração dos sintomas.

“A grande maioria dos pacientes ficará bem depois de um ano, e acho que isso é uma boa notícia”, realçou.

Os resultados da investigação mostram ainda que “as pessoas vacinadas estiveram menos expostas ao risco de dificuldades respiratórias — o efeito mais frequente observado em caso de doença ligeira — do que as pessoas não vacinadas”, sublinhou ainda.

Apenas pequenas diferenças foram observadas no estudo entre pacientes do sexo masculino e feminino.

Em contraste, as crianças desenvolveram menos efeitos do que os adultos durante a fase inicial da covid-19, sintomas que desapareceram na maioria no final do período, com resultados semelhantes para todas as diferentes variantes do covid-19 testadas.

“Estes resultados sugerem que, embora o fenómeno da covid-19 persistente seja temido e discutido desde o início da pandemia, a grande maioria dos casos de infeção leve não sofre de sintomas graves ou crónicos a longo prazo”, apontam os investigadores.

O estudo foi realizado com base em registos eletrónicos do segundo maior fundo de seguro de saúde de Israel, Maccabi Healthcare Services, dos quais quase dois milhões de membros foram testados para a covid-19 entre 01 de março de 2020 e 01 de outubro de 2021.

Em setembro, pelo menos 17 milhões de pessoas na Europa tinham sofrido de covid-19 persistente nos primeiros dois anos da pandemia, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde.







Fonte: multinews.sapo.pt                               Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/maioria-dos-sintomas-da-covid-19-persistente-desaparece-num-ano-em-casos-leves-diz-estudo/
 
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1023 em: 13/01/2023, 15:02 »
 
Casos de Covid-19 na China chegam aos 900 milhões em dois dias. Mais de metade da população está positiva ao vírus

Por Beatriz Maio em 12:18, 13 Jan 2023


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Desde o dia 11 de janeiro, cerca de 900 milhões de pessoas na China foram infetadas com Covid-19, o que significa que 64% da população está positiva ao vírus.

Em primeiro lugar está a província de Gansu, com 91% da população infetada, seguindo-se de Yunnan, com 84%, e Qinghai, com 80%, segundo um estudo feito pela Universidade de Pequim citado pela BBC.

Visto que a China deixou de fornecer estatísticas diárias desde que abandonou a política de ‘zero casos’, estes dados são estimativas da análise feita em simultâneo com um aumento exponencial do número de infeções. De momento, está previsto que o pico dure entre dois a três meses, revelou o ex-chefe do Centro Chinês de Controlo de Doenças Zeng Guang.

A província central de Henan foi a única a fornecer pormenores sobre as taxas de infeção no início deste mês, tendo um funcionário da área da saúde divulgado que quase 90% da população teve Covid, com taxas semelhantes observadas nas zonas urbanas e rurais. No entanto, os funcionários do governo alegam que muitas províncias e cidades ultrapassaram o pico das infeções.

Com o ano novo lunar a chegar, centenas de milhões de chineses estão a viajar para as suas cidades natais, muitos pela primeira vez desde o início da pandemia, o que leva as autoridades chinesas a focar-se “nas zonas rurais”, onde os idosos, doentes e deficientes ficaram com um tratamento à Covid-19 aquém do necessário.

Nas férias, que oficialmente começam a partir de 21 de janeiro, ocorre a maior migração anual de pessoas do mundo prevendo-se que, este ano, sejam feitas cerca de dois mil milhões de viagens no total.

Durante o mês passado, registaram-se cinco ou menos mortes diárias, segundo os dados oficiais que são inconsistentes com as longas filas nas casas funerárias e relatos nas redes sociais. A partir de terça-feira, a China deixou de comunicar o número de mortes por Covid-19, porém já anteriormente a Organização Mundial de Saúde (OMS) acreditava que os números estavam muito abaixo dos reais.

Em resposta, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Wang Wenbin, defendeu que Pequim tem partilhado a informação “de forma oportuna, aberta e transparente, em conformidade com a lei”, tendo realizado intercâmbios técnicos com a OMS em dezembro.

Embora os peritos internacionais em saúde tenham previsto pelo menos um milhão de mortes relacionadas com o coronavírus na China este ano, Pequim comunicou oficialmente pouco mais de cinco mil mortes desde o aparecimento do SARS-CoV-2, uma das mais baixas taxas de mortalidade no mundo.







Fonte: multinews.sapo.pt                         Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/casos-de-covid-19-na-china-chegam-aos-900-milhoes-em-dois-dias-mais-de-metade-da-populacao-esta-positiva-ao-virus/
 

Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1024 em: 18/01/2023, 09:27 »
 
Covid-19: DGS deixa segunda dose de reforço da vacina entre os 18 e 49 anos à “decisão individual”

Por Revista de Imprensa   em 09:14, 18 Jan 2023


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

A segunda dose de reforço não é recomendável para as pessoas saudáveis entre os 18 e 49 anos, segundo avançou a comissão de especialistas da Direcção-Geral da Saúde (DGS), que no entanto mostrou-se favorável à disponibilidade das vacinas para esta faixa da população. Assim, a decisão é individual entre os mais jovens, de acordo com o jornal ‘Público’.

Desde a última terça-feira que a segunda dose de reforço está disponível em regime de ‘casa aberta’ para as pessoas entre os 18 e 49 anos. O parecer da Comissão Téncica de Vacinação contra a Covid-19, num parecer publicado no site da DGS, indicou no entanto não ter encontrado “evidência científica que suporte, atualmente, a recomendação da vacinação universal da população sem comorbilidades de risco, entre os 18 e os 49 anos, com o segundo reforço”.

Segundo o parecer, apesar de não se verificar “um benefício clínico significativo face aos objetivos da campanha de vacinação (redução da doença grave)”, os especialistas reforçaram que, face ao perfil de segurança das vacinas, não se opõem à “disponibilidade de acesso” àquela faixa etária que, “por decisão individual”, queira ser vacinada. “Podem existir outros benefícios de foro individual, nomeadamente a redução do risco de infeção, a redução do absentismo laboral e o aumento do bem-estar individual”, escreveram os especialistas.

A comissão recomenda que as pessoas devem ser “informadas sobre os benefícios e os riscos (ainda que muito raros) da vacinação”. “Deve ser claramente comunicado que a disponibilização da vacinação à população referida não constitui um alargamento a novas faixas etárias da recomendação de vacinação, que se mantém para a população com 50 ou mais anos e pessoas com cinco ou mais anos com comorbilidades de risco”, apontou.

” vacinação tem sido recomendada com base no princípio de que serve para evitar doença grave e morte. Quando olhamos para o grupo abaixo dos 50 anos, não é óbvio que o benefício seja tão grande. A percentagem de pessoas hospitalizadas [nesta faixa etária] é pequeníssima e os óbitos também”, explicou, ao jornal diário, Manuel Carmo Gomes, professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e que integra o grupo de especialistas.

“Algumas pessoas podem ter razões individuais para se vacinarem, como a de não quererem ser infetadas por causa do absentismo laboral. E há outros riscos, porque ainda não sabemos muito sobre as consequências a longo prazo da infeção. Em suma: sem recomendar, também não vemos razões para impedir o acesso”, finalizou.







Fonte: multinews.sapo.pt                              Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/covid-19-dgs-deixa-segunda-dose-de-reforco-da-vacina-entre-os-18-e-49-anos-a-decisao-individual/
 
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1025 em: 18/01/2023, 22:11 »
 
Transmissão da covid-19 baixa a nível nacional mas mantém-se elevado nos Açores e Madeira

Lusa
18 jan 2023 19:48



Fonte de imagem: sapo.pt

O índice de transmissibilidade (Rt) do vírus que provoca a covid-19 desceu ligeiramente para os 0,92 a nível nacional, mas está acima do limiar de 1,00 nas duas regiões autónomas, avançou hoje o Instituto Ricardo Jorge (INSA).

Segundo o relatório semanal sobre o número de contágios pelo SARS-CoV-2, o Rt - que estima o número de casos secundários de infeção resultantes de cada pessoa portadora do coronavírus -- baixou em Portugal dos 0,95 para os 0,92 em 13 de janeiro.

Já a nível regional, o documento indica que as cinco regiões de Portugal continental estão com este indicador abaixo do limiar de 1,00, com o Norte a registar 0,88, o Centro 0,96, Lisboa e Vale do Tejo 0,87, o Alentejo 0,85 e o Algarve 0,91.

Em sentido contrário estão as duas regiões autónomas, que apresentam os Rt mais elevados do país e acima do limiar de 1,00, sendo de 1,54 nos Açores e de 1,53 na Madeira, de acordo com os dados do INSA.

Perante esta evolução da transmissão do SARS-CoV-2, o relatório refere que Portugal regista uma taxa de notificação acumulada a 14 dias reduzida entre 20 a 59,9 casos por 100 mil habitantes.

Quanto à média de contágios a cinco dias, o INSA avança que também baixou ligeiramente dos 343 para os 314 casos diários a nível nacional.

Desde 02 de março de 2020, quando foram notificados os primeiros casos, até 13 de janeiro, Portugal registou 5.563.258 casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2.

A covid-19 é considerada uma emergência de saúde pública internacional desde 30 de janeiro de 2020 e uma pandemia desde 11 de março do mesmo ano.

PC // ZO

Lusa/Fim







Fonte: sapo.pt                         Link: https://www.sapo.pt/noticias/atualidade/transmissao-da-covid-19-baixa-a-nivel_63c84f312585c276be5d4e4c
 
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1026 em: 20/01/2023, 09:46 »
 
COVID-19: Tem mais de 45 anos? Já pode agendar a dose de reforço

20 Jan 2023


Fonte de imagem: pplware.sapo.pt

A pandemia por COVID-19 foi declarada a 11 de março de 2020, ou seja há mais de mil dias. A OMS mantém o estado, apesar de considerar que vivemos atualmente numa outra fase. No entanto, todos os esforços para combater a doença devem manter-se.

Em Portugal passou a ser possível agendar a dose de reforço para quem tem mais de 45 anos.

A marcação da administração da dose de reforço da vacina contra a Covid-19 já se encontra disponível para pessoas com 45 ou mais anos no portal de autoagendamento da Direção-Geral da Saúde.

Além de permitir a marcação dos maiores de 45 anos, o portal do autoagendamento está aberto para pessoas com 60 ou mais anos que pretendam tomar a dose de reforço contra a COVID-19 e vacina da gripe, bem como para pessoas com 30 anos que receberam a vacina Janssen há mais de 90 dias.

Preencha o formulário para vacinação sazonal para a COVID-19

Para agendar a sua vacina COVID-19, o procedimento é o seguinte:

   - Selecionar o local e data para a vacinação mais conveniente para si
   - Receber uma SMS pelo número 2424 com a confirmação de data, hora e local de vacinação
   - Responder à SMS para confirmar o agendamento
   - Deslocar-se até ao local de vacinação, no dia e hora para receber a(s) vacina(s)



Fonte de imagem: pplware.sapo.pt

A COVID-19 foi detetada há três anos na China e é uma doença respiratória infecciosa causada pelo coronavírus SARS-CoV-2. Esta doença está considerada uma emergência de saúde pública internacional desde 30 de janeiro de 2020 tendo sido considerada uma pandemia desde 11 de março de 2020.

Agendar vacina  https://www.sns.gov.pt/noticias/2022/01/11/covid-19-autoagendamento-da-vacina-2/







Fonte: pplware.sapo.pt                             Link: https://pplware.sapo.pt/ciencia/covid-19-tem-mais-de-45-anos-ja-pode-agendar-a-dose-de-reforco/
 

Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1027 em: 21/01/2023, 14:29 »
 
Covid-19 na China: epidemiologista afirma que os dados estão "certamente aquém" da realidade

MadreMedia / Lusa
21 jan 2023 09:48



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

Os dados fornecidos pela China sobre o número de mortos na atual vaga de infeções por covid-19 estão "certamente aquém" da realidade, disse à Lusa o epidemiologista e estatístico na área médica Ben Cowling.

“Os dados são certamente uma subestimação do número real”, afirmou o epidemiologista da Universidade de Hong Kong em entrevista à agência Lusa.

Segundo dados oficiais divulgados no domingo passado, a China registou quase 60 mil mortes nos hospitais ligadas à pandemia da covid-19, desde o desmantelamento da política de ‘zero casos’, no início de dezembro. O fim das restrições resultou numa vaga sem precedentes, que especialistas consideram ter infetado mais de 900 milhões de pessoas, e na sobrelotação do sistema hospitalar do país.

Ben Cowling explicou que os testes laboratoriais de deteção do vírus “deixaram de ser realizados com frequência nos hospitais”, pelo que a “maioria dos casos, hospitalizações e mortes pela doença [na China] não são confirmadas laboratorialmente”.

“Isto foi um problema em muitas partes do mundo, mas uma observação única em relação à China é que o país provou que tem capacidade a nível de laboratórios para testar cidades inteiras diariamente”, apontou.

No âmbito da política de ‘zero casos’ de covid-19, que vigorou na China ao longo de quase três anos, várias cidades chinesas impuseram um regime de testes de ácido nucleico obrigatório para toda a população. Centenas de milhões de pessoas no país foram assim testadas para o novo coronavírus com uma frequência quase diária.

“A ausência de testes de laboratório agora certamente não se deve à falta de capacidade”, frisou o epidemiologista.

Ben Cowling considerou que a estimativa de que 900 milhões de pessoas contraíram covid-19 na China, ao longo das últimas semanas, é “plausível”. Isto significa que a maioria da população do país, que tem mais de 1,4 mil milhões de habitantes, adquiriu já imunidade natural ao coronavírus e que o pico da atual vaga já passou.

“Os resultados dos testes feitos por Taiwan a viajantes oriundos da China continental indicam uma tendência de queda na taxa de positivos”, explicou o especialista.

Cowling considerou que o número de mortos na China poderia ter sido menor, mas que Pequim optou por um relaxamento “abrupto” das medidas de controlo e por um “salto imediato” de uma fase de contenção para uma fase de recuperação, abdicando de estratégias de mitigação para abrandar a curva de infeções.

“Reduzir a altura do pico epidémico e distribuir os casos por um período de tempo mais longo pode salvar muitas vidas, enquanto os recursos de saúde estão sob forte pressão”, frisou.

O epidemiologista considerou que uma “saída planeada, com um cronograma e comunicação claros”, teria permitido um “impacto menor” do que a “súbita reviravolta na política de ‘zero casos'”.

O levantamento das restrições ocorreu após protestos em larga escala, realizados em várias cidades da China. Alguns dos manifestantes gritaram palavras de ordem contra o Partido Comunista e o líder chinês, Xi Jinping, que assumiu a estratégia ‘zero covid’ como um trunfo político e prova da superioridade do modelo de governação autoritário da China, após o país conter com sucesso os surtos iniciais da doença.

“Os hospitais podiam ter sido mais bem preparados para o grande aumento de pacientes, ocorrido no mês passado. Alguns idosos que não estavam vacinados podiam ter sido persuadidos a vacinarem-se, se tivessem recebido uma comunicação mais clara sobre o risco para a sua saúde, uma vez que as restrições fossem levantadas”, considerou Cowling à Lusa.

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou, na semana passada, que a China não estava a fornecer números completos de mortes por covid-19 no atual surto, o que impede perceber a verdadeira extensão da doença a nível global.

A China defende que tem partilhado os seus dados “de forma aberta, atempada e transparente” desde o início da pandemia.







Fonte: 24.sapo.pt                           Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/covid-19-na-china-epidemiologista-afirma-que-os-dados-estao-certamente-aquem-da-realidade
 

Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1028 em: 14/08/2023, 13:03 »
 
Pernas azuis, o mais recente sintoma da ‘Covid longa’

Por Pedro Zagacho Goncalves 12:33, 14 Ago 2023



Já há três meses que foi decretado o fim da emergência de saúde global da Covid-19, mas a decisão da OMS não significou o fim da doença nem, para muitos doentes recuperados, o fim dos sintomas. Para as vítimas da chamada ‘Covid longa’ ou persistente, vários sintomas, como o ‘nevoeiro’ mental, dificuldade de concentração, problemas respiratórios, renais ou gastrointestinais mantém-se mesmo meses (ou atém mais de um ano) após a infeção.

Até está em estudo um eventual efeito na precipitação do desenvolvimento da diabetes, mas um novo sintoma da Covid-19 longa está a dar que falar: pés, pernas e mãos azuis.

Manoj Sivan, médico da Universidade de Leeds, descreveu num estudo, publicado na revista científica The Lancelet, o caso de um paciente, de 33 anos, que desenvolveu acrocianose, que consiste numa coloração azulada (ou arroxeada, no caso da cianose), que se verifica nas extremidades. O homem fica com uma poça de sangue venoso depositada nas pernas quando está de pé, observaram os médicos.

Quando está deitado ou sentado o problema não se verifica mas, um minuto logo após se levantar, as pernas ficam avermelhadas e, 10 minutos depois, adotam coloração azulada e com as veias marcadas. O paciente relata também formigueiros e sensação de peso nas pernas.

A acrocianose começou a demonstrar-se no paciente durante a pandemia. Após infeção por Covid-19, o doente foi diagnosticado com síndrome de taquicardia ortostática postural, uma condição que causa um aumento anormal da frequência cardíaca ao se levantar. Esta doença poderá ajudar a explicar os sintomas que se continuaram a verificar.

O investigador quer que o caso sirva de alerta a outros médicos, que ainda não têm todas as explicações para os sintomas dos pacientes após a Covid-19, e a ligação entre esta doença e a acrocianose.






Fonte: executivedigest.sapo.pt                       Link: https://executivedigest.sapo.pt/noticias/pernas-azuis-o-mais-recente-sintoma-da-covid-longa/
 
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1029 em: 20/09/2023, 15:00 »
 
Portugal está com uma média diária de 10 mortes por Covid-19 e até 300 novos casos

Por Executive Digest com Lusa   13:34, 20 Set 2023



Portugal está com uma média diária de dez óbitos por Covid-19 e entre 200 a 300 novos casos, números que representam “uma grande subestimação”, porque a maioria dos infetados já não reporta a situação, segundo o epidemiologista Carmo Gomes.

A poucos dias do arranque da campanha de vacinação sazonal de vacinação contra a covid-19 e a gripe (29 de setembro), Manuel Carmo Gomes analisou a situação epidemiológica em Portugal do coronavírus SARS-CoV-2, que causa a covid-19.

“Durante o verão o número de notificações de casos positivos de covid-19 manteve-se bastante estável entre os 200 e os 300 novos casos por dia. São os casos que temos conhecimento e representam uma grande subestimação relativamente à realidade porque a maior parte das pessoas agora faz um autoteste e não reporta”, disse à agência Lusa o professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

Segundo o epidemiologista, os casos notificados derivam das pessoas que são internadas e fazem o teste à covid-19 que dá positivo ou de pessoas que estão mais preocupadas com o seu estado de saúde e vão aos cuidados de saúde primários e fazem o teste.

Analisando a circulação do vírus no verão, Manuel Carmo Gomes, membro da Comissão Técnica de Vacinação contra a Covid-19, disse que em junho e julho registou-se um número mínimo de casos diários, abaixo dos 180, tendo subido em agosto, chegando a atingir 600 a 650 casos por dia.

“Não há uma explicação segura acerca das razões pelas quais subiram. Provavelmente foram os mega acontecimentos que ocorreram em agosto, com grandes aglomerados de pessoas”, mas essa subida parou e, neste momento, “já uma reversão” e “as coisas parecem estar a normalizar”, adiantou.

Manuel Carmo Gomes destacou o facto de o vírus não ter apresentado este verão, e ao longo de 2023, uma sazonalidade muito forte, ao contrário, por exemplo, da gripe. “A covid manteve-se sempre circular com uma atividade bastante notável ao longo de todos os meses do verão e é previsível que agora os casos venham a subir com a entrada do outono, porque evidentemente as pessoas começam a estar mais tempo em recintos fechados não arejados, as escolas e o trabalho recomeçam, etc. Portanto, é de esperar que os casos agora voltem a ter um ressurgimento”.

No que diz respeito às unidades de saúde, o especialista disse que “o verão também foi muito estável”, com aproximadamente cerca de 200 pessoas internadas diariamente a testar positivo para a covid-19, sendo que muitas delas estavam internadas por outras razões de saúde. Destas 200, cerca de 10% estavam em cuidados intensivos, não necessariamente por causa da covid-19.

“Também em agosto, com a subida dos casos, houve uma ligeira subida nos hospitalizados que testaram covid-19”, assinalou.

De acordo com o epidemiologista, os óbitos também estiveram sempre muito estáveis ao longo de todo o verão e variaram entre os três a seis óbitos por dia, tendo-se registado um mínimo em junho (uma média de três óbitos diariamente) e uma subida em agosto associada ao aumento de casos.

“Em finais de agosto, Portugal atingiu os 10 óbitos por dia e é aí que estamos neste momento”, com uma média de 10 mortes por dia.

“Portanto, a covid continuou entre nós, não deu sinal de desaparecer, ao contrário de muitas outras doenças respiratórias (…) e continuou a evoluir sempre no sentido de fugir aos nossos anticorpos”, comentou, adiantando que desde março se tornou dominante a sub-variante XBB do coronavírus que teve “muitas descendentes”, sendo a XBB.1.5 uma das “mais abundantes” e que vai ser utilizada na vacina contra a covid-19.






Fonte: executivedigest.sapo.pt                          Link: https://executivedigest.sapo.pt/noticias/portugal-esta-com-uma-media-diaria-de-10-mortes-por-covid-19-e-ate-300-novos-casos/
 
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« Responder #1030 em: 26/09/2023, 11:01 »
 
Covid-19: tudo o que tem de saber se quer ser vacinado este inverno

MadreMedia
25 set 2023 16:16


Quem é elegível para a vacinação?



A campanha de vacinação contra a covid-19 e a gripe começa esta semana, a 29 de setembro. Quem pode ser vacinado? Onde são administradas as vacinas? É preciso marcar? Um guia para responder a todas as questões.

Vacinação sazonal de reforço contra a covid-19:

   - profissionais e residentes/utentes em estruturas residenciais para pessoas idosas (ERPI), instituições similares, Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) e estabelecimentos prisionais;
   - pessoas com 60 anos ou mais;
   - pessoas entre os 5 e os 59 anos com patologias de risco;
   - grávidas; profissionais dos serviços de saúde (públicos e privados) e de outros serviços prestadores de cuidados de saúde;
   - estudantes em estágio clínico;
   - bombeiros envolvidos no transporte de doentes e prestadores de cuidados a pessoas dependentes.

Patologias de risco consideradas para vacinar os menores de 60 anos:

   - neoplasias malignas ativas;
   - transplantação;
   - infeção por VIH;
   - doenças neurológicas;
   - doenças mentais;
   - doença hepática crónica;
   - diabetes;
   - obesidade;
   - doenças inflamatórias/autoimunes sistémicas crónicas;
   - pessoas sob terapêutica crónica com medicamentos biológicos;
   - doença cardiovascular (insuficiência cardíaca, miocardiopatias, hipertensão pulmonar e doença coronária/enfarte agudo do miocárdio);
   - doenças renal crónica, pulmonar crónica e outras como, por exemplo, a trissomia 21.

Crianças:

    vacinação primária das crianças entre os 6 meses e os 4 anos com patologias de risco, com a vacina Comirnaty 3µg adaptada à época outono-inverno 2023-2024.

Quem não está nestes grupos também pode ser vacinado?


Na norma publicada, a DGS indica que todos aqueles que não sejam elegíveis para reforço sazonal contra a covid-19, ou que não tenham o esquema vacinal recomendado atualizado (esquema vacinal primário ou reforço) devem atualizá-lo na primeira oportunidade de vacinação.
Quando e onde é que as pessoas podem ser vacinadas?

    Quando:
       - a vacinação terá início em 29 de setembro.

    Onde:
       - nas farmácias comunitárias, para as pessoas com 60 ou mais anos;
       - nos estabelecimentos de saúde do Serviço Nacional de Saúde (SNS), para as pessoas com menos de 60 anos e com doenças de risco.

A norma define que as farmácias comunitárias vacinarão as pessoas com 60, ou mais, anos de idade que tenham já levado anteriormente uma vacina de tecnologia mRNA Comirnaty ou Spikevax (comercializada pela Moderna), e não tenham história de reação de hipersensibilidade ou reações adversas graves após vacinação anterior.

    Como é feito o agendamento nas farmácias?

O agendamento da vacinação é feito através do site das Farmácias Portuguesas. Através de um formulário, o utente pode escolher o tipo de vacinação que pretende (covid e/ou gripe), bem como o distrito e o concelho.



Após preencher os campos surgem as farmácias disponíveis para o efeito, bem como os dias e horas disponíveis. Após selecionar a marcação pretendida, o utente terá de preencher os seus dados pessoais para dar seguimento ao processo.



E fica o alerta: há concelhos que ainda não têm esta funcionalidade de marcação da vacina disponível, pelo que esta terá de ser administrada no local mais próximo. Nesta lista pode ver quais as farmácias comunitárias aderentes à Campanha de Vacinação Sazonal do outono-inverno 2023-2024.

Apesar de o sistema de marcação online ser o mais referido, cada utente pode dirigir-se à sua farmácia para fazer diretamente a marcação, desde que esta esteja habilitada a administrar as vacinas, confirmou fonte das Farmácias Portuguesas ao SAPO24. Seja qual for a forma de marcação, o utente receberá um SMS 24 horas antes do dia escolhido para relembrar o horário e a farmácia a que se deve dirigir.

Nos estabelecimentos de saúde do SNS será feita a vacinação das pessoas com menos de 60 anos com patologias de risco, das grávidas e dos profissionais dos serviços de saúde (públicos e privados) e de outros serviços prestadores de cuidados de saúde, estudantes em estágio clínico, bombeiros envolvidos no transporte de doentes, e prestadores de cuidados a pessoas dependentes.  Haverá ainda vacinação nos lares, na rede de cuidados continuados integrados e nas prisões.

A norma da DGS indica ainda que serão os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) a identificar as pessoas a vacinar no SNS e que a vacinação ocorrerá em paralelo, por critério de idade, nas farmácias comunitárias, e, por critério de patologias de risco, nas unidades de saúde do SNS.

E quem não é seguido pelo SNS?


No caso das pessoas com patologias de risco que não sejam seguidas no SNS, a norma indica que os médicos assistentes devem emitir uma declaração médica da elegibilidade para vacinação. Esta declaração é emitida eletronicamente através da Plataforma de Prescrição Eletrónica de Medicamentos, de acordo com um formulário disponibilizado pelos SPMS.

Há vacinas suficientes em Portugal?

Segundo avançado pelo Jornal de Notícias na semana passada, as vacinas que vão chegar às farmácias nos primeiros dias da campanha de vacinação não serão suficientes para dar resposta às reservas já feitas pelos utentes.

Mas o bastonário da Ordem dos Enfermeiros (OF), Hélder Mota Filipe, garantiu o contrário ao SAPO24. "Portugal comprou vacinas suficientes para cobrir todas as necessidades vacinais dos diversos grupos populacionais com indicação para vacinação", disse em resposta enviada por e-mail.

Embora a aquisição de vacinas e a sua distribuição pelas farmácias aderentes seja da responsabilidade do Ministério da Saúde, "através do Serviço de Utilização Comum dos Hospitais (SUCH)", o bastonário da OF assegura que "os farmacêuticos estão preparados para dar resposta ao aumento da cobertura vacinal", disse, acrescentando ser já "prática regular nas farmácias há quase duas décadas".

O bastonário da Ordem dos Farmacêuticos lembra que nos últimos vinte anos, "milhões de cidadãos têm sido vacinados nas farmácias portuguesas para as mais diversas doenças — gripe, hepatites, pneumocócica, meningite, vírus papiloma humano, entre muitas outras".

De recordar também que o Governo autorizou a realização de despesa até 222,32 milhões de euros para aquisição de vacinas contra a covid-19 até 2026, através do procedimento europeu centralizado, segundo anunciado a semana passada.

O que diz a OMS sobre a vacinação?

Segundo a líder técnica da resposta à covid-19, na OMS, Maria Van Kerkhove, "ainda há uma grande brecha na cobertura de reforço", uma vez que "apenas 58% da população mundial tem uma dose de reforço". A percentagem baixa para 30% no Sudeste Asiático e 8% em África.

Maria Van Kerkhove frisou que os idosos "são grupos de idade críticos" que necessitam das doses de reforço para "prevenir a doença grave e a morte", salientando que em vários países da América e da Europa estão a aumentar as hospitalizações e os internamentos em unidades de cuidados intensivos.

"O vírus está a evoluir, a mudar. Continuamos a monitorizar as variantes em circulação", afirmou Maria Van Kerkhove, realçando que a variante EG.5, uma mutação da variante Ómicron do SARS-CoV-2, representa "cerca de 39%" das sequências genéticas feitas globalmente ao coronavírus.

*Com Lusa





Fonte: sapo.24.pt                        Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/covid-19-tudo-o-que-tem-de-saber-se-quer-ser-vacinado-este-inverno
 
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1031 em: 13/10/2023, 13:05 »
 
Mais de 860 mil vacinas Covid-19 e gripe administradas em duas semanas, indica Direção Executiva do SNS

Por Pedro Zagacho Goncalves   12:29, 13 Out 2023



Desde que arrancou a campanha deste ano de vacinação contra a Covid-19 e contra a gripe, a 29 de setembro, já foram administradas 863.029 vacinas, indica o mais recente balanço da Direção Executiva do SNS (DE-SNS), feito esta sexta-feira, relativo às duas primeiras semanas do processo.

De acordo com o organismo, do total de vacinas, 662.735 foram administradas em farmácias comunitárias e 200.294 respeitam a vacinas recebidas pelos utentes nas instituições do SNS.

“Os valores estão a superar as melhores expectativas, sublinhando-se que as várias dimensões deste complexo e inovador processo estão a decorrer com total normalidade”, assinala a Direção-Executiva do SNS, sublinhando que foram ultrapassados “os melhores cenários desenhados pela DGS”.

No fim desta segunda semana, o ritmo de vacinas já era superior a 120 administrações diáias, de vacinas Covid-19 e gripe.

“De referir que no ano de 2022, a campanha de vacinação iniciou-se no principio do mês de setembro, sendo que no final da segunda semana tinham sido administradas 563.214 vacinas (COVID + Gripe), o que significa que assistimos este ano a um aumento superior a 50% no número de vacinas administradas, durante esta fase de implementação do plano”, descreve a DE-SNS.

A nota agradece aos portugueses, pela disponibilidade perante a causa, que explica o sucesso que a iniciativa tem tido, bem como às doze organizações e profissionais de saúde envolvidas, “com realce para a forma como as farmácias comunitárias têm-se constituído como parceiras neste desígnio”.

“A DE-SNS prevê atingirmos um milhão de vacinas administradas (COVID + Gripe) durante este fim-de-semana”, termina o organismo.






Fonte: executivedigest.sapo.pt                         Link: https://executivedigest.sapo.pt/noticias/mais-de-860-mil-vacinas-covid-19-e-gripe-administradas-em-duas-semanas-indica-direcao-executiva-do-sns/?doing_wp_cron=1697196804.1946120262145996093750
 
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1032 em: 17/10/2023, 15:58 »
 
Campanha 2022/2023: vacina contra a Covid-19 e gripe tem efetividade superior a 50% na prevenção de mortes, revela INSA

Por Francisco Laranjeira   13:32, 17 Out 2023



Ausenda Machado anunciou esta terça-feira, durante a 9ª reunião de Vigilância Epidemiológica da gripe em Portugal, da responsabilidade do INSA – Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge -, os dados da efetividade da vacinação da gripe e da Covid-19. De acordo com a especialista, a vacinação contra o SARS-CoV-2 impediu 58,5% de hospitalização e 65% contra óbito entre a população alvo da campanha de vacinação que arrancou em setembro de 2022 e maio de 2023 (com 65 ou mais anos).

O valor, revelou, é mais elevado logo após a tomada da vacina. “Os resultados indicam uma moderada efetividade na prevenção de resultados graves relacionados com a Covid-19, semelhantes aos estudos internacionais, que decaem a partir do terceiro mês após a vacinação”, informou a responsável do departamento de Epidemiologia do INSA.

Já entre as populações de maior risco – com 80 ou mais anos – a efetividade da vacina atingiu valores de 41,3% face à hospitalização e 50,3% em relação a óbitos.

No que diz respeito à gripe, o estudo debruçou-se sobre a população residente com 18 ou mais anos, entre outubro de 2022 e abril de 2023. Foram acompanhados 848 doentes com infeção respiratória aguda, com 218 casos com síndrome gripal em causa e realizados 374 controlos – segundo Ausenda Machado, a vacinação teve uma efetividade de 50,8%, sendo que no vírus mais prevalente A(H3) obteve uma taxa de 46%.

“As estimativas foram mais elevadas do que as observadas em épocas anteriores, devido à circulação predominante de A(H3) e também devido à circulação e vacinação mais precoce do vírus da gripe. Por último, a semelhança entre estirpes vacinais e as circulantes”, reforçou a especialista.

O encontro teve como principal objetivo divulgar a análise dos dados da época de gripe de 2022/2023, bem como fortalecer a comunicação entre todos os interessados nas questões da vigilância epidemiológica da gripe e no Programa Nacional de Vigilância da Gripe (PNVG).

Na reunião serão divulgados os dados clínicos e laboratoriais referentes à época de gripe de 2022/2023, incluindo a informação sobre a deteção do vírus da gripe, SARS-CoV-2 e vírus sincicial respiratório, severidade, efetividade vacinal, bem como a importância da vigilância e caraterização de outros vírus respiratórios, incluindo dados de morbilidade e mortalidade associada à gripe, vacinação antigripal e redes de vigilância.






Fonte: executivedigest.sapo.pt                         Link: https://executivedigest.sapo.pt/noticias/campanha-2022-2023-vacina-contra-a-covid-19-e-gripe-tem-efetividade-superior-a-50-na-prevencao-de-mortes-revela-insa/?doing_wp_cron=1697550923.7603819370269775390625

 
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1033 em: 20/10/2023, 12:48 »
 
Mais de 1,5 milhões de vacinas contra a COVID-19 e a gripe administradas em três semanas

N.N./Lusa
20 out 2023 12:35




Mais de 1,5 milhões de vacinas contra a covid-19 e a gripe foram administradas em três semanas, a maioria em farmácias, indicam números divulgados hoje pela Direção Executiva do SNS, que diz que superarem “as melhores expectativas”.

Os dados indicam que, desde o início da campanha de vacinação, em 29 de setembro, já foram administradas 1.519.204 vacinas contra a covid-19 e a gripe, das quais 1.107.291 em farmácias comunitárias e 411.913 nas instituições do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

“Nesta terceira semana, o ritmo diário tem sido superior a 120 mil administrações diárias (covid + gripe), tendo sido atingido novo recorde diário com 132.273 vacinas administradas no dia 18 de outubro”, realça em comunicado a Direção Executiva do SNS (DE-SNS).

A DE-SNS afirma que “os valores estão a superar as melhores expectativas”, sublinhando que “as várias dimensões deste complexo e inovador processo estão a decorrer com total normalidade”.

Em 2022, a campanha de vacinação iniciou-se no princípio do mês de setembro, sendo que no final da terceira semana tinham sido administradas 984.339 vacinas (covid + gripe), o que significa que se continua “a assistir este ano a um aumento superior a 50% no número de vacinas administradas, durante esta fase de implementação do plano”.

A vacinação contra a gripe, que este ano decorre em simultâneo com a da covid-19, decorre preferencialmente nas farmácias comunitárias para os maiores de 60 anos.

No SNS está a ser feita a vacinação das pessoas com menos de 60 anos com patologias de risco, das grávidas e dos profissionais dos serviços de saúde (públicos e privados) e de outros serviços prestadores de cuidados de saúde, estudantes em estágio clínico, bombeiros envolvidos no transporte de doentes e prestadores de cuidados a pessoas dependentes que serão convocados pelos respetivos centros de saúde onde estão inscritos.

A vacinação também é feita nos lares, na rede de cuidados continuados integrados e nas prisões por profissionais do Serviço Nacional de Saúde.






Fonte: lifestyle.sapo.pt                           Link: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/mais-de-15-milhoes-de-vacinas-contra-a-covid-e-a-gripe-administradas-em-tres-semanas
 

Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1034 em: 18/12/2023, 13:36 »
 
Covid-19: Países da UE destroem 4 mil milhões de euros em vacinas desperdiçadas

Por Pedro Zagacho Goncalves   12:55, 18 Dez 2023



Após final da emergência de saúde global da Covid-19, é tempo de olhar ao que falhou no combate à pandemia e o desperdício de vacinas parece ser ainda um aspeto a necessitar de ajustes. Foram deitadas fora pelo menos 250 milhões de dosas das vacinas contra o coronavírus, num custo estimado para os contribuintes europeus de 4 mil milhões de euros.

Os dados são avançados pelo Politico e revelam que os países da UE descartaram em média 0,7 vacinas por cada membro da sua população.

Desde o final de 2020, que viu as primeiras vacinas contra a Covid-19 serem aprovadas, que os 27 receberam 1,5 mil milhões de doses da inoculação (o que equivale a mais de três para cada pessoa na Europa), mas a realidade é que centenas de milhões de vacinas estão agora em aterros sanitários em todo o continente.

Segundo a análise, a Estónia é o país com mais doses de vacina desperdiçadas por habitante (1,1), seguida pela Alemanha (0,98), Eslovénia (0,64), Países Baixos (0,91), Itália (0,83) e Áustria (0,82). Portugal está do lado dos que menos doses desperdiçara (0,33), apenas acima da Dinamarca (0,31), Bélgica (0,3), Bulgária (0,3) Espanha (0,29) e Irlanda (0,16).

Olhando a números brutos, a história é diferente: Alemanha é campeã de desperdício de vacinas, com mais de 83 milhões de doses deitadas fora. Itália ocupa o segundo lugar com quase 50 milhões de doses d vacina contra a Covid-19 a acabarem no lixo, e os Países Baixos estão no terceiro posto (16,2 milhões de doses).

Neste caso, o nosso país surge a meio da tabela, com um total de 3,5 milhões de doses desperdiçadas. Os territórios com menos doses desperdiçadas foram o Luxemburgo (473.763) Irlanda (850.000), Estónia (1,49 milhões) e Dinamarca (1,8 milhões).

Acresce a realidade que os números estão subestimados, já que não é fácil descobrir quantas vacinas de facto acabaram no lixo, já que vários Governos, como o francês, recusam revelar a escala real de desperdício. Também Letónia, Polónia, República Checa, Hungria e Grécia não forneceram dados sobre as vacinas que não foram administrada a tempo ou inutilizadas.

Os números permitem também fazer uma comparação da proporção de vacinas desperdiçadas, perante o total recebidos por cada país.

Por exemplo, a Lituânia desperdiçou praticamente 50% das doses que recebeu, a Eslováquia 37%, a Roménia 36%, a Alemanha 34%, a Estónia 33% e Itália 31%.

Neste aspeto, Portugal volta a surgir no final da tabela: Foram desperdiçadas menos de 10% das doses de vacina recebidas no nosso País, que só é ultrapasso nesta ‘eficiência’ por Espanha (6% de desperdício) e Irlanda (5%).






Fonte: executivedigest.sapo.pt                        Link: https://executivedigest.sapo.pt/noticias/covid-19-paises-da-ue-destroem-4-mil-milhoes-de-euros-em-vacinas-desperdicadas/?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
 

 



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