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Autor Tópico: Tudo relacionado com o Coronavírus  (Lida 61025 vezes)

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Offline Claram

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #150 em: 07/05/2020, 11:12 »
Devemos tomar suplementos de vitamina D para combater o novo coronavírus?

A vitamina D é um dos nutrientes mais cruciais para a saúde humana, em geral.

© iStock

07/05/20 09:06 ‧ HÁ 2 HORAS POR NOTÍCIAS AO MINUTO


Um estudo preliminar, citado pela Medical News Today, especula que a falta de vitamina D pode estar relacionada com os maus resultados da Covid-19.


E quais são as causas da deficiência de vitamina D?

O corpo humano sintetiza naturalmente essa vitamina através da exposição adequada à luz solar. Níveis inadequados de vitamina D podem causar problemas nos ossos, além de complicações como a queda de cabelo e dor nas articulações.

Apenas alguns alimentos podem ser uma fonte de vitamina D, o que significa que as pessoas que têm pouco acesso à luz solar podem sofrer de insuficiência. Para prevenir ou tratar o problema, é possível tomar suplementos, sempre sob a orientação de um profissional de saúde.


Três investigadores do Reino Unido procuram agora um vinculo entre a vitamina D insuficiente e a gravidade da Covid-19. Petre Cristian Ilie, da Fundação Queen Elizabeth Hospital Trust em King's Lynn, Simina Ștefănescu, da Universidade de East Anglia em Norwich, e Lee Smith, da Universidade Anglia Ruskin em East Anglia apresentam as conclusões online em modelo de pré-publicação.

No estudo, começaram por verificar os níveis médios de vitamina D em habitantes de 20 países europeus. A equipa relata que "o nível médio de vitamina D em cada país está fortemente associado", tanto a um maior número de casos de Covid-19 quanto a uma maior mortalidade devido à doença.

Como justificação, os investigadores afirmam que os habitantes de países como Espanha e Itália, que apresentam grandes números de casos de Covid-19, têm baixos níveis médios de vitamina D no sangue. No artigo online, dizem ter encontrado "relações significativas entre os níveis de vitamina D e o número de casos Covid-19 e, especialmente, a mortalidade causada por essa infeção. O grupo de população mais vulnerável também é o que tem maior défice de vitamina D”.

Além disso, afirmam que “a vitamina D já demonstrou proteger contra infeções respiratórias agudas Acreditamos que podemos aconselhar a suplementação de vitamina D para proteger contra a infeção por Covid-19”.



Notícias ao Minuto
Fonte:
 

Offline Claram

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #151 em: 07/05/2020, 11:15 »
Pulmões artificiais já salvaram quatro doentes com Covid-19 no São João
Roberto Roncon, coordenador do programa ECMO do Centro Hospitalar e Universitário de São João, é o entrevistado de hoje do 'Vozes ao Minuto'.

© Bruno Graça/CHUSJ

07/05/20 09:10 ‧ HÁ 2 HORAS POR FILIPA MATIAS PEREIRA

PAÍS COVID-19

 

Nos corredores do Hospital de São João, no Porto, num cenário de pandemia, há receio de um vírus desconhecido, há cansaço plasmado no rosto dos profissionais de saúde, mas há também esperança. E é precisamente a esperança que predomina no Centro de Referência de ECMO (Oxigenação por Membrana Extracorporal) – CRe-ECMO - do Centro Hospitalar Universitário de São João.

Quando os doentes hipercríticos internados em unidades de cuidados intensivos não respondem à ventilação mecânica invasiva, é avaliada a possibilidade de serem encaminhados para o ECMO, o 'fim da linha' na prestação dos cuidados de saúde.

Estes doentes, em falência cardíaca ou pulmonar potencialmente reversível, são ligados a um equipamento que faz a oxigenação do sangue, substituindo, assim, as funções desempenhadas pelo coração e pelos pulmões. Num surto de Covid-19, este programa assume especial relevância, já que pode ser a ponte para a recuperação. E há boas notícias: quatro pacientes infetados com Covid-19 recuperaram depois de terem passado semanas internados no CRe-ECMO do São João.

Mas, à semelhança de outros serviços hospitalares, este Centro de Referência não é imune à falta de recursos humanos e materiais. Foi então que o grupo anglo-português Chameleon Collective decidiu fazer a diferença.

O formação de Jonathan Miller, Jed Allen e Maria Leon tinha tudo preparado para lançar, em abril, o álbum 'The LA Sound is Back - 1979'. Porém, devido ao novo coronavírus, os músicos viram-se obrigados a adiar a edição em CD e Vinil para o último trimestre de 2020. Impotentes perante uma pandemia sem precedentes, os Chameleon Collective optaram por antecipar um dos temas do disco, 'The Ghost of Zeca Afonso' e fazer dele, de certa forma, um hino à solidariedade.

A banda anglo-portuguesa decidiu que os lucros obtidos com as visualizações do videoclipe no YouTube [que pode ver abaixo] seriam doados ao Centro de Referência de ECMO do Centro Hospitalar Universitário de São João.

O Notícias ao Minuto testemunhou, em entrevista a Roberto Roncon, coordenador do programa ECMO do São João, a realidade deste que é um dos três centros de referência do país (para além do Santa Maria e do S. José, em Lisboa).


Continue a lêr:  https://www.noticiasaominuto.com/pais/1470573/pulmoes-artificiais-ja-salvaram-quatro-doentes-com-covid-19-no-sao-joao
 

Offline Claram

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #152 em: 07/05/2020, 11:18 »
Lavar a roupa em tempos de pandemia. DGS deixa recomendações

Sabia que o vírus não sobrevive a partir dos 60º?

© iStock

Notícias ao Minuto
06/05/20 21:06 ‧ HÁ 14 HORAS POR NOTÍCIAS AO MINUTO

Apesar de ainda não haver consenso científico sobre quanto tempo é que o vírus da Covid-19 sobrevive em tecidos, a Direção-Geral de Saúde (DGS) recordou, esta quarta-feira, várias recomendações sobre como deve lavar a roupa neste período pandémico, sobretudo se está infetado, é cuidador, profissional de saúde ou se esteve em "contacto com pessoas ou superfícies infetadas".


Antes de mais, de acordo com estudos realizados sobre a matéria, foi comprovado que o coronavírus não sobrevive a "temperaturas superiores a 60º". Por isso, quando lavar a roupa deverá escolher sempre uma temperatura acima dos 60º.

Caso não seja possível, a autoridade sugere que utilize, por exemplo, lixívia própria para tecido.

Depois, para desinfetar a roupa, a DGS recomenda ainda que sejam aplicados "produtos desimfetantes próprios para roupa de cor".

Por fim, a DGS aconselha que lave também as "roupas de cama" e "toalhas" na máquina de lavar a roupa acima dos 60º graus, utilizando o detergente que costuma usar.

Lembre-se: "Mais vale prevenir do que remediar"


Continue  a lêr: https://www.noticiasaominuto.com/pais/1473201/lavar-a-roupa-em-tempos-de-pandemia-dgs-deixa-recomendacoes
 

Offline Fisgas

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #153 em: 11/05/2020, 19:21 »
Portadores de necessidades especiais têm mais chances de contrair Covid-19

8 DE MAIO DE 2020 | SEM COMENTÁRIOS | #VI NO INSTA!, SAÚDE E BEM ESTAR

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Pessoas com deficiência tem 3 vezes mais riscos de ser alvo do vírus
Em abril, o Conselho Nacional de Saúde divulgou medidas de recomendação órgãos federais, na garantia de proteção e direitos à portadores de necessidades especiais.



É muito importante destacar que pessoas que são desse grupo, como deficientes físicos, auditivos, visuais e portadores de deficiências intelectuais como Síndrome de Down têm mais chances de contrair o vírus da Covid-19.


Portadores de necessidades especiais e seus acompanhantes devem ter cuidado redobrado. (Foto: Reprodução/Acvida)


Risco para os portadores de deficiência visual
A médica e fisiatra Regina Fornari Chueiri diz que a chance de contágio é maior porque “A pessoa com deficiência visual acaba apalpando a parede, a mesa e outros locais para se locomover”

Ademais, é importante destacar que se eles não estiverem higienizados, o risco de pegar o vírus é maior.

Segundo o IBGE, no Brasil, existem mais de 12,7 milhões de portadores de necessidades especiais, o que corresponde à 6,7% da população. Além disso, uma parte desse grupo também está no grupo de risco da Covid-19”.

Riscos para os portadores de deficiência física e pessoas com Síndrome de Down
Nesse grupo, os deficientes físicos que utilizam cadeira de rodas  passam por dificuldades para se proteger, como a médica acrescenta: “ O cadeirante, muitas vezes, precisa da ajuda de um cuidador“.

Ademais, destaca ainda que as pessoas tetraplégicas não conseguem lavar as mãos sozinhas. Nesses casos, manter a distância de 1,5 metro é impraticável.

Por fim, também há riscos para as crianças com Síndrome de Down, que são mais vulneráveis ao vírus, como a médica explica: “Geralmente, elas têm cardiopatia congênita, o que deixa o diafragma mais mole e gera dificuldade para respirar, deficiência do sistema imunológico e macroglossia (crescimento anormal da língua). Então, ficam muito tempo com a língua exposta, o que causa ressecamento, e essa secura propicia a contaminação por vírus e bactérias”.

Por: Thuane Dantas

Imagem destaque: Representação simbólica dos Portadores de Necessidades Especiais. (Foto:Reprodução/Jornal O Victoriano)


Fonte: https://lorenabueri.r7.com/portadores-de-necessidades-especiais-tem-mais-chances-de-contrair-covid-19/
 

Offline pantanal

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #154 em: 17/05/2020, 19:17 »
Restaurantes, praias, creches? Estas são as regras a partir de amanhã

O Governo aprovou na sexta-feira o calendário da segunda fase de levantamento das medidas de confinamento, no âmbito da pandemia de covid-19, prorrogando também até 31 de maio a declaração de situação de calamidade.
Restaurantes, praias, creches? Estas são as regras a partir de amanhã


© GlobalImagens/Leonardo Negrão

Notícias ao Minuto
17/05/20 18:35 ‧ HÁ 27 MINS POR LUSA


"Nesta fase, o Governo opta por um elenco menos intenso de restrições, suspensões e encerramentos do que aquele que se encontrava vigente, sem prejuízo da gradualidade do levantamento das restrições e da necessidade de se manter o escrupuloso cumprimento, pela população portuguesa, das medidas de distanciamento físico indispensáveis à contenção da infeção", é referido no comunicado do Conselho de Ministros.

Este é o calendário da segunda fase de levantamento das medidas de confinamento:

A partir de 18 de maio

Comércio:

Abertura de lojas (estabelecimentos de comércio a retalho e de prestação de serviços) com porta aberta para a rua até 400 m2 ou partes de lojas até 400 m2 (ou maiores por decisão da autarquia).

Restauração:

Abertura de restaurantes, cafés e pastelarias, com lotação a 50%.

Os estabelecimentos ficam dispensados de licença para efeitos de confeção de comida destinada a consumo fora do estabelecimento ou entrega ao domicílio.

Abertura de esplanadas.

Feiras e mercados:

Podem reabrir, mas tem de existir um plano de contingência.

Parques de campismo e caravanismo e áreas de serviço de autocaravanas:

Podem reabrir com uma lotação máxima de dois terços da capacidade.

O selo 'Clean & Safe' abrange também estes espaços, atribuído pelo Turismo de Portugal.

Escolas:

Regresso às escolas dos alunos dos 11.º e 12.º anos ou 2.º e 3.º anos de outras ofertas formativas, com aulas entre as 10:00 e as 17:00.

Os alunos com idade igual ou superior a 10 anos são obrigados a usar máscara.

Creches:

Abertura das creches com opção de manter o apoio à família caso os pais decidam continuar em casa.

Cultura:

Abertura de museus, monumentos e palácios, de acordo com as normas e instruções definidas pela Direção-Geral da Saúde (DGS), nomeadamente o uso obrigatório de máscara, distância mínima de dois metros, higienização das mãos e dos espaços.

Lares:

Autorizadas visitas de uma pessoa por utente, uma vez por semana (máximo de 90 minutos) com marcação prévia.

Durante as visitas deve ser mantido o distanciamento físico, utilização de máscara e observadas as regras de higienização.

Estão também autorizadas as visitas em unidades de cuidados continuados integrados na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados e outras respostas dedicadas a pessoas idosas, bem como a crianças, jovens e pessoas com deficiência, desde que sejam observadas as regras definidas pela DGS.

Trabalho:

Adoção de escalas de rotatividade de trabalhadores, diárias ou semanais, e com horários diferenciados de entrada e saída, nos casos em que não seja possível o teletrabalho.

Transportes públicos:

Mantêm-se as regras já definidas de autocarros com cabine para o condutor e dispensadores de gel desinfetante, lotação máxima de 2/3 e uso obrigatório de máscara. Serão aplicadas coimas por falta de uso de máscaras.

A utilização de máscara por menores nos transportes públicos só se aplica a crianças com idade igual ou superior a 10 anos.

Serviços públicos:

Lojas do Cidadão permanecem encerradas, mas podem aceitar marcações para atendimento presencial a realizar após 01 de junho.

Náutica de Recreio:

Retoma do ensino da náutica de recreio e da realização de vistorias e certificação de navios e embarcações.

Escolas de condução e centros de inspeção:

Centros de inspeção podem reabrir.

Escolas de condução e os centros de formação licenciados pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes podem reabrir, mas terão de cumprir as regras sanitárias definidas em articulação com a DGS, incluindo o uso obrigatório de máscara, as regras de distanciamento e de higienização.

A partir de 25 de maio podem voltar a realizar-se exames práticos da condução e certificação de profissionais, mas será obrigatória, entre outras regras, a utilização de máscara por todos os ocupantes do veículo (o candidato a condutor, o examinador e o instrutor na retaguarda) e a higienização do habitáculo e de todos os comandos do veículo antes e após cada sessão ou prova de exame.

A partir de 30 de maio

Celebrações religiosas

Autorizadas celebrações comunitárias de acordo com regras definidas entre a DGS e as confissões religiosas.

A partir de 1 de junho

Serviços públicos:

Abertura das Lojas de Cidadão.

Comércio:

Abertura de lojas com área superior a 400 m2 e/ou inseridas em centros comerciais.

Escolas:

Abertura de creches (depois de período iniciado em 18 de maio, em que existia a opção de manter o apoio à família caso os pais decidissem continuar em casa).

Abertura do ensino pré-escolar.

Abertura das Atividades de Tempos Livres (ATL).

Cultura:

Abertura de cinemas, teatros, salas de espetáculos e auditórios.

Abertura da época balnear a partir de 6 de junho

Utilização do areal:

Distanciamento físico de 1,5 metros entre banhistas (que não façam parte do mesmo grupo).

Afastamento de três metros entre chapéus de sol.

Interditas atividades desportivas com duas ou mais pessoas (exceto atividades náuticas, aulas de surf e desportos similares).

Toldos, colmos e barracas:

Em regra, cada pessoa ou grupo só pode alugar de manhã (até às 13:00) ou de tarde (a partir das 14:00).

Máximo de cinco pessoas por toldo, colmo ou barraca.

Afastamento de três metros entre toldos e colmos.

Afastamento de 1,5 metros entre os limites das barracas.

Possível alargamento excecional da área concessionada.

Estado de ocupação:

Anunciado através de sinalética tipo semáforo - verde (ocupação baixa, de 1/3); amarelo (ocupação elevada, de 2/3); vermelho (ocupação plena, de 3/3).

Informação sobre ocupação das praias atualizada de forma contínua, em tempo real, designadamente na aplicação 'Info praia' e no 'site' da Agência Portuguesa do Ambiente.

Interdito o estacionamento fora dos parques e zonas de estacionamento ordenado.

Regras de circulação:

Sentido único de circulação, com distanciamento físico de 1,5 metros.

Podem ser definidos corredores de circulação, paralelos ou perpendiculares à linha de costa.

Bares, restaurantes e esplanadas:

Terão de ser feitas, no mínimo, quatro limpezas diárias.

Limitação da capacidade a 50% de ocupação.

Possível reorganização das esplanadas para assegurar distanciamento de segurança.

Venda ambulante:

Uso obrigatório de máscara e viseira pelo vendedor no contacto com os banhistas.

A circulação de vendedores ambulantes deve fazer-se com distanciamento físico e, preferencialmente, pelos corredores de circulação.

Equipamentos:

Interdito o uso de gaivotas, escorregas ou chuveiros interiores.

Chuveiros exteriores, espreguiçadeiras, colchões ou cinzeiros de praia devem ser higienizados diariamente ou sempre que ocorra a mudança de utente.

Deveres gerais dos banhistas:

Evitar o acesso a zonas com ocupação elevada ou plena.

Proceder à desinfeção regular das mãos e obrigatoriamente na chegada à praia.

Assegurar o distanciamento físico de segurança na utilização da praia e no banho.

Ao juízo das autoridades locais:

Possibilidade de interdição da praia, por motivo de proteção da saúde pública, em caso de incumprimento grave das regras pelas concessionárias ou pelos banhistas.

Postos de primeiros socorros das praias devem ter termómetros, equipamentos de proteção individual e uma área para isolamento de casos suspeitos de covid-19.


Noticias ao minuto
 

Offline Pantufas

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #155 em: 20/05/2020, 18:57 »
COVID-19: Número de baixas por doença em abril é o mais alto desde pelo menos 2001

O número de beneficiários do subsídio por doença atingiu 200.750 em abril, o número mais alto desde pelo menos janeiro de 2001, devido à pandemia causada pela COVID-19, segundo estatísticas da Segurança Social divulgadas hoje.
COVID-19: Número de baixas por doença em abril é o mais alto desde pelo menos 2001
“Os efeitos da pandemia provocada pela doença COVID-19 estarão refletidos nos significativos aumentos de subsídios por doença processados em abril de 2020, um total de 200.750 subsídios, que corresponde a um acréscimo mensal de 26% (mais 41.398 pessoas)”, indica a síntese estatística elaborada pelo Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP) do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

Já a série longa publicada no site da Segurança Social, iniciada em janeiro de 2001, mostra que o número de beneficiários das baixas por doença em abril é o mais alto em todo o registo.

“Estes totais englobam, além das baixas por contágio pelo vírus, o subsídio por isolamento profilático por COVID, que foi agrupado com o subsídio por tuberculose, por partilharem condições de atribuição idênticas”, explica o GEP.

Sapo
 

Online Raposa

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #156 em: 21/05/2020, 11:07 »
Covid-19: Idanha-a-Nova alarga o apoio alimentar a mais famílias

Num período particularmente difícil para as famílias, a Câmara Municipal de Idanha-a-Nova alargou em mais de 100% o número beneficiários de apoio alimentar do seu Banco Social.

Economia Publicado: 2020-05-20 Autor: Diário Digital Castelo Branco

Segundo a informação enviada ao Diário Digital, neste momento são beneficiários do apoio alimentar 291 munícipes, que recebem mensalmente um cabaz de alimentos equilibrado, concebido para garantir a quantidade, diversidade e qualidade adequadas às necessidades dos agregados familiares.

A ação movimenta atualmente mais de três toneladas de alimentos. Tem como fontes o Banco Alimentar Contra a Fome, reforçado pela autarquia para criação de um Cabaz Padrão, e o programa de apoio alimentar do Instituto da Segurança Social (POAPMC), que também tem vindo a alargar o número de beneficiários.

Face à pandemia de Covid-19, a distribuição dos cabazes alimentares está a ser feita ao domicílio. O objetivo é evitar circulação de pessoas e, sobretudo, investir num serviço de proximidade, personalizado e humanizado, para melhor acompanhamento e perceção de necessidades.

Vivemos tempos de incerteza, por isso, é ainda de destacar o Cabaz SOS. Esta medida permite a qualquer cidadão residente no concelho de Idanha-a-Nova, singular ou com família, em situação de emergência, após avaliação do seu caso, beneficiar de apoio alimentar e social imediato, enquanto o processo burocrático segue o percurso habitual.

Com o reforço dos apoios sociais às famílias, a Câmara de Idanha-a-Nova pretende ir ao encontro daqueles que se encontram em situação de maior vulnerabilidade socioeconómica, em particular devido à perda de rendimentos causada pela pandemia.

Por outro lado, os produtos são adquiridos no comércio local, de forma a dinamizar o tecido produtivo e empresarial do concelho e a apoiar o investimento e criação de postos de trabalho.

Além de assegurar a entrega de alimentos, o Banco Social de Idanha-a-Nova dispõe ainda de banco de roupas e de ajudas técnicas, realizando o acompanhamento dos beneficiários.


Fonte: https://www.diariodigitalcastelobranco.pt/noticia/53220/covid-19-idanha-a-nova-alarga-o-apoio-alimentar-a-mais-familias
 

Offline rodrigosapo

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #157 em: 23/05/2020, 16:01 »
Covid-19: Assistidos 200 deficientes no município de Benguela

Benguela- Duzentos cidadãos portadores de deficiências foram assistidos nos últimos três dias, no município de Benguela, no âmbito da prevenção e combate à covid-19.

A acção, segundo pela administradora municipal de Benguela, Adelta Matias, que falava no encontro do Grupo Técnico da Comissão Provincial de Saúde Pública de Combate ao novo Coronavírus, visa minimizar as necessidades básicas das populações, no âmbito do Estado de Emergência.

Adelta Matias referiu que os assistidos com idade entre os 15 aos 70 anos de idade receberam cestas básicas compostas de produtos alimentares (arroz, fuba, feijão, açúcar, óleo, peixe).

Durante a reunião presidida pela vice-governadora para o Sector Político, Social e Económico e Coordenadora Adjunta da Comissão, Deolinda Tchocondoca Valiangula, foi ainda aflorada a situação epidemiológica.

O trabalho das forças de defesa, segurança e ordem interna, assim como o movimento rodoviário e aeroportuário também foram abordados no certame.


Fonte: ANGOP
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #158 em: 25/05/2020, 13:00 »
COVID-19: OMS considera cada vez mais improvável segunda grande vaga

N.N./Lusa
25 mai 2020 12:06

A diretora do departamento de Saúde Pública da Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou hoje que é “cada vez mais” improvável uma segunda grande vaga do novo coronavírus, mas aconselhou muita prudência.


COVID-19: OMS considera cada vez mais improvável segunda grande vaga

Em entrevista à rádio catalã RAC-1, Maria Neira indicou que os modelos de previsão com que a OMS trabalha “avançam muitas possibilidades, desde novos surtos pontuais a uma nova vaga importante, mas esta última possibilidade é cada vez mais de descartar”.

“Estamos muito mais bem preparados em todos os sentidos”, afirmou a médica espanhola, que recomendou “muita prudência e bom senso” numa fase “muito crítica” da pandemia da COVID-19 e pediu que a população não “entre em paranoia nem se relaxe demasiado” e que “aprenda a conviver com doenças infecciosas”.


Maria Neira considerou que se “baixou tanto a taxa de transmissão que o vírus terá dificuldade em sobreviver”.

“Devemos ter muita prudência em afirmar se este é o fim da vaga, mas, pelo menos, os dados mostram que se evitou a transmissão e explosão das primeiras semanas”, declarou.

No entanto, destacou que “vale a pena não fazer muitas previsões porque as próximas semanas serão uma fase muito crítica”.

“Com a abertura [do confinamento das populações] é preciso ver como se comporta o vírus, mas será uma batalha diária. Dentro de duas ou três semanas veremos o que aconteceu e se é preciso fazer alguma correção cirúrgica”, referiu sobre a abertura registada em Espanha.

Maria Neira reconheceu que a OMS ainda tem “algumas dúvidas sobre a relação do vírus com o clima”, mas que regista que este está a “fazer o percurso geográfico que se espera de um vírus que quer sobreviver”.

Fonte: Sapo
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #159 em: 25/05/2020, 13:02 »
Santuário de Fátima vai retomar celebrações com presença de peregrinos
MadreMedia / Lusa
25 mai 2020 11:13

Santuário de Fátima Covid-19

O Santuário de Fátima vai retomar as celebrações com a presença de peregrinos a partir de sábado, garantindo as condições de segurança para o maior número de pessoas.
Santuário de Fátima vai retomar celebrações com presença de peregrinos


PAULO NOVAIS/LUSA © 2020 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
O Santuário de Fátima, no concelho de Ourém, distrito de Santarém, anunciou hoje que “para garantir a participação do maior número de pessoas em segurança, no estrito cumprimento das regras definidas pelas autoridades de saúde”, irá concentrar na Basílica da Santíssima Trindade a maioria das missas.

Neste local, será realizado o programa oficial, de segunda a domingo, à exceção da missa das 11:00 que, ao fim de semana, até 26 de outubro, será sempre celebrada no Recinto de Oração, informa ainda o Santuário.

Também ao domingo, a missa das 15:00 passará a ser celebrada no Recinto de Oração.

Segundo o Santuário, a transferência das principais celebrações do programa oficial para a Basílica da Santíssima Trindade (de segunda a sexta) e para o Recinto de Oração “obedeceu a um critério de responsabilidade, que o Santuário tem vindo a adotar neste contexto de pandemia”.

O Santuário recorda que, antes de serem suspensas as celebrações comunitárias com a presença de peregrinos, no dia 14 de março, foi adotado um conjunto de medidas preventivas para evitar o contágio pela covid-19.


Fonte: Sapo
 

Offline rodrigosapo

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #160 em: 26/05/2020, 17:22 »
Novos casos na região de Lisboa decorrem de surtos localizados

A diretora-geral da Saúde afirmou hoje que os 209 novos casos registados na região de Lisboa e Vale do Tejo decorrem de diferentes focos "mais ou menos localizados", incluindo na Azambuja, Almada e Seixal.


© Lusa

Notícias ao Minuto
26/05/20 14:44 ‧ HÁ 2 HORAS POR LUSA
 

Durante a conferência de imprensa de acompanhamento da pandemia em Portugal, Graça Freitas adiantou que na área abrangida pelo Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Almada-Seixal foram identificados três focos comunitários, com um total de 32 pessoas infetadas, 16 dos quais no Bairro da Jamaica.

"Obviamente que as autoridades de saúde deste ACES, a Câmara Municipal do Seixal e outros intervenientes têm atenuado diretamente nos bairros onde se estão a passar estes fenómenos e têm atuado diretamente nos aglomerados familiares destas pessoas para tentar encontrar casos secundários e quebrar cadeias de transmissão", afirmou a diretora-geral.

Na Azambuja estão, atualmente, confirmadas 125 pessoas infetadas pelo novo coronavírus, tendo sido registados dois novos casos em duas empresas, precisou Graça Freitas, adiantando que um destes decorreu de um contacto domiciliário e não em contexto laboral.

Questionada sobre a eventual necessidade de encerrar algumas destas empresas, Graça Freitas afirmou apenas que, "apesar de ser um polo industrial muito importante, a situação está sob observação e tende para o controlo".

"A política de testes está a ser feita de acordo com a estratificação do risco, obedece a um determinado plano e têm-se encontrado muitos poucos casos positivos nos últimos dias", acrescentou.

Na região de Lisboa e Vale do Tejo estão, no total, 11.359 pessoas sob vigilância das autoridades de saúde, incluindo os contactos próximos das pessoas que se encontram nos focos de contágio, de forma a acompanhar e quebrar a cadeia de transmissão.

"A situação em Lisboa é complexa e está sob observação, mas também está sob medidas de controlo muito apertadas", sublinhou Graça Freitas, elogiando o trabalho das autoridades de saúde locais.

Portugal contabiliza 1.342 mortos associados à covid-19 em 31.007 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a pandemia divulgado hoje.

Relativamente ao dia anterior, há mais 12 mortos (+0,9%) e mais 229 casos de infeção (+0,7%).

O número de pessoas hospitalizadas baixou de 531 para 513, das quais 71 se encontram em unidades de cuidados intensivos (menos uma).

O número de doentes recuperados é de 18.096.

Portugal entrou no dia 03 de maio em situação de calamidade devido à pandemia, depois de três períodos consecutivos em estado de emergência desde 19 de março.

Esta nova fase de combate à covid-19 prevê o confinamento obrigatório para pessoas doentes e em vigilância ativa, o dever geral de recolhimento domiciliário e o uso obrigatório de máscaras ou viseiras em transportes públicos, serviços de atendimento ao público, escolas e estabelecimentos comerciais.

O Governo aprovou novas medidas que entraram em vigor na segunda-feira, entre as quais a retoma das visitas aos utentes dos lares de idosos, a reabertura das creches, aulas presenciais para os 11.º e 12.º anos e a reabertura de algumas lojas de rua, cafés, restaurantes, museus, monumentos e palácios.


Noticias ao minuto
 

Offline rui sopas

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #161 em: 27/05/2020, 10:39 »
Estirpes fortes de canábis podem prevenir Covid-19 até 80%

Cientistas da Universidade de Lethbridge, no Canadá, dizem ter descoberto estirpes fortes de canábis que podem ajudar na prevenção da Covid-19 e no tratamento da doença.

© Shutterstock

27/05/20 09:37 ‧ HÁ 58 MINS POR LILIANA LOPES MONTEIRO 

Os investigadores canadianos acreditam que a descoberta se trata de um grande avanço na busca de um tratamento para a Covid-19 - que surge nada mais nada menos na forma de canábis.

A droga, segundo os cientistas, parece afetar as vias de ACE2 que o novo coronavírus usa para entrar e invadir o corpo humano.

Numa entrevista concedida ao canal de televisão CTV News, Olga Kovalchuk, uma das investigadoras envolvidas na pesquisa, disse: "inicialmente ficámos totalmente surpreendidos, e depois ficámos muito felizes".

Leia Também: Coronavírus. Risco de contágio é 19 vezes superior em espaços fechados

A marijuana terá o poder de conseguir reduzir as vias de entrada do vírus no organismo até 80%, de acordo com os académicos.

O investigador Igor Kovalchuk afirmou ao jornal Calgary Herald: "como tal, temos uma hipótese bastante elevada de conseguirmos combater o vírus".

"O nosso trabalho pode ter uma grande influência - já que não existem muitas drogas com o potencial de reduzirem a infeção até 70 a 80%".

Os investigadores salientam no entanto que serão necessárias mais pesquisas que possam confirmar e validar os dados por eles apurados, mas afirmam que a canábis pode ser usada de forma segura e eficaz em tratamentos preventivos.


Notícias ao Minuto
 

Online SLB2010

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #162 em: 30/05/2020, 13:13 »
Covid-19: Mais 13 mortos e 257 infetados em Portugal
MadreMedia / Lusa
30 mai 2020 13:00

Ginásios, restauração e teletrabalho. Junho começa com menos restrições, mas com regras específicas para Lisboa
Atualidade · 29 mai 2020 18:09

Portugal regista hoje 1.396 mortes relacionadas com a covid-19, mais 13 do que na sexta-feira, e 32.203 infetados, mais 257, segundo o boletim epidemiológico divulgado pela Direção-Geral da Saúde.

Segundo o boletim epidemiológico deste sábado, Portugal regista agora 1.396 mortes por causa da covid-19, num total de 32.203 casos confirmados de infeção pelo novo coronavírus.

O número de recuperados subiu também, para os 19.186.

Sapo
 

Offline rodrigosapo

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #163 em: 31/05/2020, 15:28 »
Covid-19: O que se sabe (e não se sabe) sobre a pandemia

A doença respiratória covid-19, causada por um novo coronavírus, detetado em dezembro na China, disseminou-se pelo mundo, tornando-se numa pandemia, e foi diagnosticada em Portugal em 02 de março.

© Getty Images

31/05/20 10:58 ‧ HÁ 4 HORAS POR LUSA

PAÍS PANDEMIA

Eis o que se sabe (e não se sabe) sobre a covid-19, com base em informação divulgada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças, Direção-Geral da Saúde (DGS), especialistas e estudos científicos:

 O que é a Covid-19?

É a doença respiratória provocada pelo SARS-CoV-2, um coronavírus que nunca tinha sido identificado em humanos.

Covid-19 significa doença causada por um coronavírus descoberto em 2019, o coronavírus-2 da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS-CoV-2).

A nova doença infecciosa apresenta sintomas semelhantes à gripe sazonal e a duas outras doenças respiratórias provocadas por coronavírus: a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS-CoV), que apareceu pela primeira vez na China em 2002, e a Síndrome Respiratória do Médio Oriente (MERS-CoV), detetada em 2012 na Arábia Saudita.

 O que é um coronavírus?

É uma família de vírus (com a forma de uma coroa) que circulam entre os animais, como morcegos, camelos e aves, sendo que alguns infetam pessoas.

Até à data, segundo a DGS, são conhecidos oito coronavírus que infetam e podem provocar doença nos humanos.

Normalmente, estes vírus afetam o sistema respiratório, podendo a infeção ser semelhante a uma constipação ou evoluir para uma doença grave como a pneumonia.

Os morcegos são considerados os reservatórios naturais destes vírus, transmitidos habitualmente aos humanos através de outro animal.

O coronavírus que causou a MERS foi transmitido por camelos às pessoas, enquanto o coronavírus que provocou a SARS passou de gatos-de-algália (civetas) para os humanos.

No caso do coronavírus da covid-19, não é claro ainda qual o animal que serviu de hospedeiro ao vírus e o transmitiu às pessoas.

Vírus muito semelhantes foram identificados em morcegos e pangolins, mas não é seguro, ainda, qual o envolvimento destes animais no aparecimento do SARS-CoV-2 nos humanos.

Quando é que foi detetado o novo coronavírus?

Em dezembro de 2019, na cidade chinesa de Wuhan, tendo-se espalhado rapidamente ao resto do mundo.

Os primeiros casos de covid-19 foram associados a um mercado de venda de animais vivos, que foi encerrado em 01 de janeiro de 2020.

Em 11 de janeiro, cientistas chineses divulgaram a sequenciação genética do SARS-CoV-2, uma informação importante para o avanço do estudo do novo coronavírus e da nova doença infecciosa.

O que é uma pandemia?

É uma doença infecciosa que se propagou pelo mundo. A OMS declarou a covid-19 uma pandemia em 11 de março de 2020.

Além de ser uma pandemia, a covid-19 é, desde 30 de janeiro, uma emergência de saúde pública internacional.

Como se transmite a infeção?

Transmite-se entre pessoas, possivelmente através de gotículas que são expelidas do nariz ou da boca quando uma pessoa infetada tosse, espirra ou fala.

As gotículas podem ser inaladas, mas também cair em superfícies, como mesas, maçanetas de portas e corrimões.

As pessoas podem ficar infetadas ao tocarem com as mãos nestas superfícies e depois no nariz, na boca ou nos olhos.

O SARS-CoV-2 pode sobreviver em diferentes materiais algumas horas, como cobre e cartão, ou poucos dias, como plástico e aço inoxidável. Contudo, a quantidade de vírus viável para causar infeção vai diminuindo com o passar do tempo.

A transmissão do vírus pode ocorrer cerca de dois dias antes de uma pessoa infetada manifestar sintomas.

Contudo, a pessoa é mais infecciosa no período em que apresenta sintomas, mesmo que ligeiros.

Qual o período de incubação do coronavírus?

Estima-se que o período de incubação, entre a exposição ao vírus e o aparecimento de sintomas, ronde 1 a 14 dias.

Qual o período de infeção?

Estima-se que dure, em média, entre 7 e 12 dias em casos moderados e até duas semanas nos casos graves.

Como se manifesta a Covid-19?

Na maioria dos casos, a infeção apresenta sintomas ligeiros a moderados ou é assintomática (sem sintomas).

Os sintomas mais comuns são tosse, febre e dificuldade em respirar.

Menos frequentes são a fadiga, dores musculares, de cabeça e garganta, congestão nasal, conjuntivite, diarreia, perda de olfato e paladar e irritação cutânea.

A covid-19 pode surgir como uma simples constipação ou evoluir, de forma mais grave, para uma pneumonia com insuficiência respiratória aguda, falência dos rins ou de outros órgãos e levar à morte.

O agravamento da situação clínica pode acontecer rapidamente, em regra durante a segunda semana da doença.

Grande parte das pessoas recupera, no entanto, sem necessitar de cuidados hospitalares e, aparentemente, sem ficar com sequelas.

Sendo uma infeção assintomática, isto é, uma pessoa pode infetar-se e infetar outras pessoas sem o saber, o controlo da propagação da covid-19 é mais difícil quando comparado com as infeções respiratórias semelhantes MERS (2012 e 2015) e SARS (2002 e 2003).

Como se diagnostica a Covid-19?

Através de uma análise às secreções do nariz e da garganta que confirmará ou não a presença de material genético do vírus.

Quem fica infetado?

O vírus infeta desde crianças a idosos, mas não de igual modo.

Nas crianças, a covid-19 é, em geral, menos severa. Os especialistas admitem como possíveis explicações o facto de terem uma imunidade inata mais forte e menos recetores para o vírus entrar nas células do sistema respiratório.

Em contrapartida, as pessoas com mais de 70 anos e ou com doenças crónicas, como doenças cardiovasculares, renais, respiratórias, diabetes e cancro, apresentam maior risco de desenvolver manifestações mais graves da doença, que podem conduzir à morte, por terem as defesas do organismo mais debilitadas.

Não há evidência de que as mães transmitam o novo coronavírus aos filhos na gravidez, no parto ou na amamentação.

Quem foi infetado fica protegido contra uma nova infeção?

À partida uma pessoa que é infetada por um vírus e recupera fica imune a uma nova infeção causada por esse mesmo vírus, uma vez que ganhou anticorpos contra o vírus.

Sendo a infeção provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2 recente, não se sabe ainda quais os níveis de anticorpos adquiridos e se são efetivamente protetores, se neutralizam o vírus.

Além disso, uma vez adquirida essa imunidade, não se sabe se é duradoura ou não.

A imunidade a outros coronavírus não é duradoura, ronda entre ano e meio e três anos, de acordo com virologistas.

Os testes serológicos, que na prática consistem na recolha de uma amostra de sangue, são importantes para aferir o grau de imunidade a uma doença, ao permitirem detetar, no soro sanguíneo, os níveis de anticorpos específicos para um vírus como o SARS-CoV-2.

Existe tratamento para a Covid-19?

Não existe tratamento, apenas medicação dirigida para sintomas, sinais e infeções secundárias desencadeadas pela própria doença.

Equipas de cientistas e laboratórios farmacêuticos estão a testar vários medicamentos para a covid-19.

Enquanto não surge um fármaco direcionado para a doença, usam-se experimentalmente medicamentos que foram concebidos para combater outras patologias.

O uso hospitalar de medicamentos para a malária, provocada por um parasita, e para a doença do vírus Ébola foi autorizado para tratar os doentes com covid-19 mais graves, mas a sua eficácia e segurança têm sido questionadas em diversos estudos.

Recentemente, a revista médica britânica The Lancet divulgou um estudo que concluiu que os antimaláricos cloroquina e hidroxicloroquina, que se revelaram promissores para o novo coronavírus em testes laboratoriais, podem aumentar o risco de morte de doentes com covid-19.

Na sequência do estudo, França, Itália e Bélgica interromperam o uso de hidroxicloroquina em doentes com covid-19 por razões de segurança.

Portugal aconselhou a suspensão do tratamento de doentes com covid-19 com este medicamento, que está aprovado também para doenças autoimunes, como a artrite reumatoide.

Por sua vez, a OMS suspendeu os ensaios clínicos em curso até nova avaliação em junho.

Estudos contraditórios referem, por um lado, que o antiviral Remdesivir, desenvolvido originalmente para combater infeções causadas pelo vírus Ébola e pelo coronavírus da MERS, tem ajudado na recuperação de alguns doentes com covid-19 hospitalizados e, por outro, que a sua eficácia não está suficientemente comprovada.

O tratamento, igualmente experimental, com soro sanguíneo de doentes recuperados tem sido aplicado a outros pacientes, em situações muito específicas e graves, e não é isento de riscos, como a intolerância.

Antibióticos são administrados para combater infeções oportunistas causadas por bactérias.

E vacina, há?

Não existe vacina para a covid-19, nem para outras doenças humanas provocadas por coronavírus.

Das 125 vacinas candidatas para a covid-19, à data de 27 de maio, 10 estavam a ser testadas em pessoas, ainda em fases iniciais, segundo a OMS.

Não se sabe, por isso, quão seguras e eficazes são para prevenir a doença e qual o grau de proteção que conferem, se duradouro ou não.

A primeira vacina candidata começou a ser testada em humanos, com uma rapidez considerada sem precedentes, em 16 de março, nos Estados Unidos.

Outras se seguiram, e com a promessa de estarem prontas em prazos cada vez mais curtos: ano e meio, início do próximo ano e segundo semestre deste ano.

O desenvolvimento de uma vacina - que induz a produção de anticorpos específicos contra um agente infeccioso, neste caso o SARS-CoV-2 - demora tempo porque tem de passar por sucessivos testes de segurança e eficácia.

Depois de descoberta, uma vacina terá ainda de ser produzida, distribuída e administrada em larga escala, como é o caso para a covid-19, o que dilata mais os prazos.

Em média, uma vacina demora 10 anos a ser produzida.

Na pior das hipóteses, pode-se não conseguir uma vacina segura e eficaz para a covid-19.

Ou então, a conseguir-se, poderá não ser dada a toda a gente, priorizando-se as pessoas em maior risco.

Não havendo vacina, como se evita a infeção?

A melhor forma de uma pessoa evitar ser infetada ou infetar outras pessoas é manter a distância física, entre um e dois metros, lavar frequentemente as mãos com água e sabão ou solução alcoolizada, desinfetar objetos e superfícies, tossir e espirrar para o antebraço ou um lenço descartável e usar máscara em espaços públicos fechados, embora a sua utilização, de forma generalizada, não seja consensual.

Vai haver segunda vaga pandémica de Covid-19?

É uma incógnita, apesar de a Organização Mundial da Saúde considerar cada vez mais improvável essa possibilidade a partir dos modelos de previsão com que trabalha.


Notícias ao Minuto
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #164 em: 03/06/2020, 15:20 »
Excluídos do regime de teletrabalho, diabéticos pedem ao governo que reavalie decisão

Foto: Getty Images

A diabetes é uma doença crónica, com grande risco de mortalidade no caso de infeção por Covid-19 - mas nem por isso estes doentes foram incluídos no grupo de risco que pode continuar a trabalhar em casa

Adiabetes é uma doença crónica, a mais comum no mundo ocidental. Quando não tratada, pode levar a várias complicações agudas, conduzindo inclusive à morte. A longo prazo, é fator de risco para desenvolver doenças cardiovasculares, acidentes vasculares cerebrais e problemas renais. É também uma doença mais ou menos silenciosa porque os seus sintomas passam, muitas vezes despercebidos. 

Mas, e os números são da Associação Protetora de Diabéticos de Portugal, mata em média 12 pessoas por dia. Além disso, é uma doença que não para de crescer. Diariamente, são diagnosticados cerca de 200 novos casos. Contas feitas, estima-se que afete 13 por cento da população, qualquer coisa como um milhão de portugueses. 

Daí que, num cenário de pandemia, em que há cuidados definidos para os grupos de risco no regresso ao trabalho, se esperasse que os diabéticos fossem incluídos no grupo de portugueses que podem prosseguir em teletrabalho por serem doentes crónicos. Só que não aconteceu.  Confuso? A Associação de Diabéticos de Portugal considera o mesmo. Daí estar a apelar ao governo para rever a situação. 

Risco três vezes superior 
A confusão instalou-se com a retificação do decreto-lei que estabelecia os moldes em que pode prosseguir o teletrabalho. Só que essa adenda, publicada esta terça-feira, dia 2, tinha como fim excluir tanto hipertensos como diabéticos desse grupo, estabelecendo que as empresas deixavam de estar obrigadas a mantê-los em teletrabalho.

Mas para a Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP) é uma decisão que não se entende – sublinhando que as pessoas com diabetes têm um risco de morte por Covid-19 três vezes superior ao da população em geral e por isso deviam ser protegidas do risco de infeção. 

“Só pode ser pelo facto de abranger muitas pessoas”, aponta Rui Oliveira, enfermeiro especialista em saúde comunitária da mesma APDP. “É que apesar de se saber do risco destas pessoas, são doenças relativamente desvalorizadas”. 

Em contexto de pandemia, é preciso dizer que não é por serem diabéticos que têm mais risco de contrair Covid-19. Porém, se ficarem infetados têm uma maior probabilidade de ter sintomas graves e mesmo de morrer 

“Segundo os últimos estudos, feitos tanto na China, como em Inglaterra ou nos Estados Unidos, o risco é 3 vezes maior do que no resto da população”, assinala ainda aquele enfermeiro. “É efetivamente uma população de risco”, remata, aludindo ao artigo acabado de publicar no The New England Journal of Medicine.   

Descompensar para ter direito a atestado?
  Há ainda a acrescentar o fator medo. “Claro que há alguma iliteracia, mas temos pessoas com tanto medo de ser infetados que vão às consultas presenciais e fazem quilómetros a pé por receio de andar em transportes públicos. Atendi mesmo doentes até com problemas no pé – muito comum nos diabéticos – que o fizeram”, assegura. Agora, insiste, “arriscamos até que descompensem a doença de propósito para terem direito ao atestado.”

Isto porque sabem que as faltas serão sempre justificadas se houver descompensação. “Mas isto não tem nada a ver com a Covid-19. É claro que se alguém estiver doente consegue justificar a falta.”

Será esta adenda que exclui os diabéticos resultado de um erro técnico? “Não, não será certamente essa a questão. A retificação veio eliminar algo feito quatro dias antes. Mas como há algumas decisões tomadas por causa do impacto que têm na população, ainda temos esperança que o governo volte atrás nesta matéria.”


Fonte: Visão
 

 



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