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Autor Tópico: Tudo relacionado com o Coronavírus  (Lida 294327 vezes)

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Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #270 em: 05/01/2021, 17:02 »
 
Já foram vacinadas 32 mil pessoas em Portugal, mas Graça Freitas deixa aviso: "Vacinar não significa abandonar critérios de proteção"
MadreMedia
5 jan 2021 15:08

INSA 'persegue' variante do SARS-CoV-2 em Portugal

Madeira inicia vacinação em cinco profissionais da linha da frente em simultâneo
Graça Freitas anunciou hoje na conferência de imprensa semanal de ponto da situação quanto à pandemia da covid-19 em Portugal que já foram vacinadas 32 mil pessoas no país. No entanto, a diretora-geral da saúde alertou que tal não significa que se deva baixar a guarda, até porque nem todas as pessoas "vão ficar imunizadas" porque a vacina não é 100% eficaz e ainda não há imunidade de grupo.

Fazendo um ponto de situação quanto à epidemia em Portugal, Graça Freitas apontou para uma “tendência aparente” para o aumento do número de casos de contágio pelo novo coronavírus, que estão a ocupar entre 70% e 90% da capacidade de internamentos hospitalares. A responsável registou que há “uma tendência aparente para que os números [de casos de contágios] vão aumentar”, assinalando que as últimas duas semanas, atípicas por terem tido menos dias úteis, provocam variações, sendo que mais de 170 mil pessoas se encontram em isolamento profilático ou por doença. A Diretora-Geral da Saúde indicou também que a atual incidência a nível nacional é de 502 casos por 100 mil habitantes no país, sendo "agora mais homogénea entre concelhos e regiões". A região onde é mais elevada é no Alentejo, que conta com 666 por cada 100 mil habitantes
Graça Freitas indicou também haver de momento 417 surtos ativos, dividindo-se entre 55 na região Norte, 25 na região Centro, 284 em Lisboa e Vale do Tejo, 29 no Alentejo e 24 no Algarve. A grande maioria dos surtos, indicou, estão "identificados em estruturas residenciais para idosos" e alguns em "instituições de saúde", havendo "menos em escolas". Felizmente, como é do nosso conhecimento, as escolas têm sido bastante poupadas a surtos", disse.
No que toca ao processo de vacinação, iniciado a 27 de dezembro, já foram usadas 32 mil doses. "Isso não quer dizer que 32 mil pessoas foram corretamente vacinadas, porque cada uma tem de receber a segunda dose", advertiu Graça Freitas. A Diretora-Geral da Saúde alertou que "vacinar não significa abandonar critérios de proteção" e que, "mesmo em relação às pessoas vacinadas, nem todas vão ficar imunizadas" pois não só a vacina "não é 100% eficaz e ainda não temos imunidade de grupo" como ainda necessitam da já mencionada segunda dose.
A Diretora-Geral da Saúde deixou ainda algumas informações quanto ao processo de vacinação iniciado ontem nos lares do país, tendo o critério empregue sido "o dos concelhos com maior incidência, ou seja, maior risco". Ao todo vão ser vacinadas 150 em 11 concelhos na região Norte, cinco na região Centro, um na região de Lisboa e Vale do Tejo e oito na região do Alentejo. Vão ser abrangidas 12 mil pessoas entre residentes e profissionais e o critério reger-se-á pela idade das pessoas assim como se sofrem de patologias.
Questionada quanto a saber se já estamos a atravessar o pico da atual vaga da pandemia, Graça Freitas, disse não saber responder, lembrando que "só sabemos que estivemos num pico quando começamos a descer". "Enquanto não iniciarmos os movimentos de descida, é difícil saber que estivemos num pico", adiantou, ressalvando que "o mais importante é o número de casos que temos semanalmente e com os quais temos de lidar e dar resposta em termos de cuidados”. Já em relação à taxa de mortalidade, Graça Freitas constatou que esta "está elevada", mas afirmou que a mesma "não acompanha em simultâneo as flutuações no número de casos". "Primeiro aumenta o número de casos, depois o de internamentos e isso reflete-se na mortalidade”, explicou.
Quanto ao tema da nova variante de SARS-CoV-2 identificada no Reino Unido e que já foi detetada em Portugal, Graça Freitas disse que a DGS, em conjunto com o Instituto Nacional Ricardo Jorge, está a estudá-la “intensivamente”. Se por um lado já parece ser evidente que esta variante "se transmite mais facilmente”, por outro “não há nenhuma informação de que seja mais grave do que as que já circularam”, assegurou a responsável. No entanto, só pela quantidade de casos que pode provocar, esta estirpe pode "constituir um risco acrescido". "Se há muitos casos, há uma proporção maior que será grave, uma proporção maior que será internada. É sempre uma preocupação uma variante que se transmite mais facilmente", alertou.
No seguimento deste assunto, Graça Freitas foi questionada se a nova variante obrigaria a alterações nas regras sanitárias das escolas. Admitindo que as atuais evidências, ainda que careçam de confirmação, indicam que esta estirpe se "propaga mais facilmente entre os mais jovens que as outras variantes”, a Diretora-Geral da Saúde disse que "pode haver uma estratégia diferente" para as escolas caso se prove isso. "Temos sempre de conjugar as duas coisas, a transmissão, ou seja, mais casos, e a gravidade dos mesmos. Como disse há pouco, não há indícios de que esta variante seja mais agressiva", disse. Para já, porém, a indicação da DGS para as escolas "é que continuem o bom exemplo do primeiro período".
Para responder à questão quanto à funcionária do IPO do Porto que morreu após receber a vacina da covid-19, Graça Freitas disse que esta se encontra "em investigação", sugerindo que “há fenómenos que podem estar temporalmente relacionados, mas não quer dizer que um seja por causa do outro” e dizendo ser necessário “aguardar serenamente” pelos resultados.
Abordando o tema de um possível adiamento para mais de 21 dias entre a toma da primeira e da segunda dose da vacina — algo que já estará a ser avaliado por alguns países — a Diretora-Geral da Saúde admitiu que esse é "um assunto que ainda não está encerrado, está a ser estudado" em três frentes: pela empresa produtora (a Pfizer), pelas agências do medicamento (como a Agência Europeia do Medicamento ou o Infarmed) e pelos especialistas que assessoram à DGS. "É uma questão que está a ser discutida em todo o mundo e só quando houver evidência é que poderemos ponderar alterar de 21 para mais dias", disse.
Já em relação à possibilidade de vir a encomendar doses da vacina da Moderna — em véspera da sua possível aprovação por parte da Agência Europeia do Medicamento — Graça Freitas não levantou o véu. "Vamos por etapas, como foi com a vacina da Pfizer. A primeira é que a Agência Europeia do Medicamento considere que a vacina tem todos os critérios de segurança, eficácia e qualidade para ser integrada no mercado como medicamento que passou os ensaios clínicos. Tudo indica que assim será. Depois, a Comissão Europeia terá umas horas para retificar todo o processo e então será a confirmação das encomendas e notas de encomenda", explicou a Diretora-Geral da Saúde. Estando o processo em curso, disse preferir "deixar passar uns dias para ver como estas etapas decorrem e como estamos de receção das primeiras doses".
Graça Freitas deixou ainda um conselho para as pessoas “que mais circularam nesta altura” do Natal e Ano Novo, reunindo-se com família e/ou amigos, para que “estejam muito atentas ao aparecimento de sinais e de sintomas” e que, se os tiverem, contactem a Saúde 24 e “as pessoas com quem estiveram para dar um alerta”.



Fonte: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/dgs-faz-um-ponto-de-situacao-quanto-a-pandemia-da-covid-19-acompanhe-aqui-em-direto
 
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Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #271 em: 06/01/2021, 10:25 »
 
Autópsia a funcionária do IPO do Porto conclui que morte não se deveu a vacina contra a covid-19
MadreMedia / Lusa
6 jan 2021 00:34




A autópsia feita à funcionária do IPO do Porto que morreu dois dias depois de ter sido vacinada contra a covid-19 concluiu que a causa da morte não se deveu à vacina, esclareceu hoje o Governo.
Autópsia a funcionária do IPO do Porto conclui que morte não se deveu a vacina contra a covid-19
JOSÉ COELHO/LUSA
“Informa-se, sem qualquer referência à causa da morte, que se encontra abrangida pelo segredo de justiça, que os dados preliminares resultantes da autópsia médico-legal hoje [terça-feira] realizada não evidenciam qualquer relação entre a morte e a vacina a que foi sujeita”, refere um comunicado do Ministério da Justiça.

Segundo uma notícia publicada no domingo pelo Jornal de Notícias, uma assistente operacional do IPO (Instituto Português de Oncologia) do Porto, que foi vacinada contra a covid-19 a 30 de dezembro, morreu a 01 de janeiro, de forma súbita.

Fonte: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/autopsia-a-funcionaria-do-ipo-do-porto-conclui-que-morte-nao-se-deveu-a-vacina-contra-a-covid-19



 
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Offline AREZ II (IRMÃO)

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #272 em: 06/01/2021, 12:05 »
 
Claro que não foi  , a elite a trabalhar.

Estranho é que um documento da FDA nos Estados unidos , mostra que pelo menos seis voluntários que tomaram vacina também morreram subitamente 30 dias pós vacinação.
Nunca iriam dizer que era causa da vacina.
Uma vacina criada com apoio do Bill Gates, também matou metade de uma população numa aldeia em África e ninguém dizia ser da vacina.

Vacina contra Polio criada por Bill Gates acabou por gerar um surto maior de Poliomielite no Sudão e agora querem dizer que nada teve a ver, mas relatórios médicos existem.
Já agora, quero ver os políticos todos a tomar a mesma e tentar perceber porque a rainha de Inglaterra não tomou a vacina ainda quando a primeira seria para ela e o príncipe Filipe.
Dá que pensar. Se dá.

E mais, em 2002 já sabiam do coronavirus e tinham vacina patenteada em 2004 e agora nem sabiam que doença era??

Vaccine against severe accute respiratory syndrome causing coronavirus (sars-cov)
Classifications
C12N7/00 Viruses; Bacteriophages; Compositions thereof; Preparation or purification thereof
View 5 more classifications
WO2006024543A1
WIPO (PCT)
 
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Offline Raposa

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #273 em: 06/01/2021, 14:14 »
 
È verdade amigo... há muita coisa escondida  :hum:
 
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Offline Claram

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #274 em: 07/01/2021, 09:51 »
 
Covid-19: Bayer junta-se à Curevac para vacina na última fase de testes

MadreMedia / Lusa
7 jan 2021 08:32

A gigante químico-farmacêutica Bayer anunciou hoje uma parceria com a farmacêutica alemã Curevac para a apoiar no desenvolvimento da sua vacina contra a covid-19, atualmente na última fase de testes clínicos.



CARLOS BARROSO/LUSA 24
As duas empresas "firmam um acordo de colaboração e serviço (...) para apoiar a CureVac em muitas áreas", incluindo a produção e comercialização de uma vacina, facilitando “o fornecimento de várias centenas de milhões de doses ", indica a Bayer, em comunicado, sem especificar as verbas envolvidas.

A CureVac, com sede na cidade alemã de Tuebingen, disse no mês passado que espera ter até final de março os primeiros resultados do estudo clínico de fase 3 da vacina candidata baseada na tecnologia de RNA (ácido ribonucleico) mensageiro, chamada CVnCoV.

O RNA mensageiro, ou mRNA, é a sequência codificada para um antígeno (substância que desencadeia a produção de anticorpos) específico da doença, que leva o corpo a ter uma resposta imune.

A Comissão Europeia já assinou contrato com esta 'start-up' alemã especializada em RNA mensageiro, para a compra de 405 milhões de doses, e o banco estatal alemão KfW adquiriu no ano passado uma participação de 23% na CureVac.

O comunicado da Bayer diz que a companhia “apoiará o desenvolvimento, o fornecimento e as principais operações territoriais'' relativas a esta vacina.

A Bayer apoiará a CureVac com operações nos países da União Europeia e "mercados adicionais selecionados" e tem opções para se tornar "titular da autorização de comercialização" em outros mercados fora da Europa, acrescenta.

Franz-Werner Haas, presidente executivo da CureVac, citado no texto, diz que espera que esta aliança ajude a "tornar a vacina candidata CVnCoV ainda mais disponível para o maior número de pessoas possível".


Em entrevista à AFP em dezembro, Haas explicou que apostava numa vacina contra a Covid-19 mais fácil de armazenar do que as dos seus principais concorrentes, a dupla Pfizer/BioNTech e a empresa Moderna, cujos produtos foram os primeiros a receber autorizações de comercialização.

A vacina candidata da CureVac permanece estável por pelo menos três meses na temperatura de um frigorífico, disse Haas. Na sua atual versão, a vacina da Pfizer/BioNTech deve ser armazenada a -70 graus e a da Moderna a -20 graus.

A vacina da Pfizer/BioNTech também é baseada “na tecnologia de RNA mensageiro” e está autorizada para uso em mais de 45 países, incluindo a Grã-Bretanha, os Estados Unidos e na UE.


Fonte: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/covid-19-bayer-junta-se-a-curevac-para-vacina-na-ultima-fase-de-testes
 
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Offline SLB2010

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #275 em: 08/01/2021, 10:51 »
 
Covid-19: Bruxelas garante mais 300 milhões de doses da vacina Pfizer-BioNTech
MadreMedia / Lusa
8 jan 2021 09:37
Atualidade


Covid-19: Bruxelas garante celeridade na disponibilização da vacina da Moderna
A Comissão Europeia chegou a acordo com a Pfizer e BioNTech para a aquisição de 300 milhões de doses adicionais da sua vacina contra a covid-19, anunciou hoje a presidente do executivo comunitário, Ursula von der Leyen.



Numa conferência de imprensa em Bruxelas, Von der Leyen explicou que a Comissão negociou a extensão do contrato com a Pfizer e BioNTech, à qual já adquirira 300 milhões de doses da vacina, permitindo assim duplicar esse número, e salientou que 75 milhões destas doses adicionais estarão disponíveis “já a partir do segundo trimestre”, sendo as restantes entregues no terceiro e no quarto trimestres.

Com as vacinas da Pfizer e BioNTech já garantidas, associadas às 150 milhões de doses da vacina desenvolvida pela farmacêutica Moderna – a segunda a ser aprovada pela Agência Europeia do Medicamento (EMA) e pela Comissão para utilização na UE -, Bruxelas já garantiu assim “um número de doses que permite vacinar 380 milhões de europeus, mas de 80% da população europeia”, sublinhou Von der Leyen.

“Temos muitos projetos para o ano de 2021, e isso é particularmente verdadeiro para a reconstrução económica. Mas tudo isso pressupõe que vamos conseguir vencer a pandemia. Para tal, devemos vacinar o maior número de europeus e europeias o mais rapidamente possível. E por isso é que estou feliz com este desenvolvimento muito positivo hoje”, afirmou.

Von der Leyen reiterou que “outras vacinas se seguirão nas próximas semanas e meses”.
Na terça-feira, o executivo comunitário autorizou a comercialização da vacina da Moderna para a covid-19 na UE, após o aval do regulador europeu àquele que é o segundo fármaco contra o novo coronavírus permitido no espaço comunitário.

A vacina da Moderna, com uma eficácia comprovada superior a 90%, foi a segunda a ter aval da EMA, após a aprovação, a 21 de dezembro de 2020, do fármaco desenvolvido pelas farmacêuticas Pfizer e BioNTech, que está a ser utilizado no espaço europeu desde 27 de dezembro.

Tal como a vacina da Pfizer e BioNTech, a da Moderna é administrada por duas injeções no braço separadas no tempo, tendo neste caso 28 dias de intervalo.

Segundo o executivo comunitário, a Moderna vai disponibilizar à UE o montante total de 160 milhões de doses da vacina entre o primeiro e o terceiro trimestres de 2021, como anteriormente acordado entre Bruxelas e a farmacêutica.
A Comissão Europeia já tem uma carteira com seis outras potenciais vacinas, que além destas duas incluem as desenvolvidas pela AstraZeneca, Sanofi-GSK, Johnson & Johnson e CureVac.



Sapo 24
 
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Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #276 em: 09/01/2021, 12:08 »
 
9 de Janeiro: Recolher obrigatório às 13:00 em 91% dos concelhos de Portugal continental

MadreMedia / Lusa
9 jan 2021 08:05

Covid-19 Covid-19
Já com o fim de semana em mente, estes são os horários e restrições a ter em conta

Já com o fim de semana em mente, estes são os horários e restrições a ter em conta
Estes são os concelhos que escapam ao recolher obrigatório às 13:00 no próximo fim de semana

Estes são os concelhos que escapam ao recolher obrigatório às 13:00 no próximo fim de semana
O recolher obrigatório a partir das 13:00 aplica-se este fim de semana em 253 concelhos de Portugal continental, o que representa 91% dos municípios deste território, encerrando à mesma hora a generalidade do comércio.
9 de Janeiro: Recolher obrigatório às 13:00 em 91% dos concelhos de Portugal continental



Independentemente do nível de risco de transmissão da covid-19, durante este fim de semana está proibida a circulação entre concelhos em todo o território continental português, medida que entrou em vigor a partir das 23:00 de sexta-feira e se prolonga até às 05:00 de segunda-feira, com um conjunto de exceções de deslocações autorizadas, por motivos de saúde e para ir trabalhar, por exemplo.

No âmbito da prorrogação do estado de emergência até 15 de janeiro, o Governo atualizou a lista dos concelhos de risco e decidiu proceder ao “agravamento das medidas” para este fim de semana, estendendo aos municípios em risco elevado o recolher obrigatório no sábado e domingo, a partir das 13:00 e até às 05:00 do dia seguinte, medida que tem vindo a ser aplicada aos territórios em risco muito elevado e extremo de contágio da covid-19.

Dos 278 municípios do território continental, 253 estão em risco elevado, muito elevado ou extremo, todos com mais de 240 casos da covid-19 por 100 mil habitantes, excluindo assim apenas 25 concelhos do recolher obrigatório às 13:00 durante este fim de semana.

Segundo o decreto do Governo que regulamenta o novo estado de emergência, o recolher obrigatório prevê um conjunto deslocações autorizadas, em que se incluem desempenho de funções profissionais, obtenção de cuidados de saúde, ir a estabelecimentos de venda de produtos alimentares e de higiene, assistência de pessoas vulneráveis, exercício da liberdade de imprensa e passeios pedonais de curta duração.

Quanto ao funcionamento do comércio nos concelhos sujeitos ao recolher obrigatório às 13:00 durante este fim de semana, a generalidade dos estabelecimentos comerciais só podem funcionar entre as 08:00 e as 13:00, destacando-se como exceções as lojas com dimensão igual ou inferior a 200 metros quadrados com porta para a rua, os restaurantes com entrega ao domicílio ou com ‘take-away’ à porta, em que se permite a recolha até às 22:30, e os postos de abastecimento de combustíveis exclusivamente para abastecimento de veículos.


Além do recolher obrigatório às 13:00 durante este fim de semana, os 253 concelhos com maior risco de contágio da covid-19 estão sujeitos ao dever geral de recolhimento domiciliário, que determina que, “aos sábados e domingos, no período compreendido entre as 05:00 e as 13:00, os cidadãos devem abster-se de circular em espaços e vias públicas, bem como em espaços e vias privadas equiparadas a vias públicas, e permanecer no respetivo domicílio, exceto para deslocações autorizadas”.

Segundo a lista de concelhos por nível de risco, que pode ser consultada em www.covid19estamoson.gov.pt, estão identificados 56 municípios em risco extremo (mais de 960 casos por 100 mil habitantes), 132 em risco muito elevado (entre 480 e 960), 65 em risco elevado (entre 240 e 480) e 25 em risco moderado (menos de 240).

Em risco muito elevado de contágio encontram-se 15 dos 18 municípios capitais de distrito no território continental, designadamente Beja, Braga, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro, Leiria, Lisboa, Porto, Santarém, Setúbal, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu.

Dos outros três concelhos que são capitais de distrito, Guarda está em risco extremo, enquanto Aveiro e Portalegre estão em risco elevado.

Na quarta-feira, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, decretou a renovação do estado de emergência por mais oito dias, até 15 de janeiro, para permitir medidas de contenção da covid-19.

O chefe de Estado justificou esta renovação por apenas oito dias referindo que “escassos são ainda os dados que possam ser relacionados com o período decorrido entre 23 e 27 de dezembro, ou seja, o período de alívio de medidas pelo Natal, bem como do período seguinte, de Ano Novo, embora os números mais recentes sejam muito preocupantes, demonstrando a imperiosidade das medidas de emergência”.


No anúncio das medidas do novo estado de emergência, que ocorreu na quinta-feira, o primeiro-ministro, António Costa, disse que, apesar de a situação pandémica não estar ainda totalmente clarificada, os últimos dados indiciam que “há um agravamento”, pelo que é provável que sejam adotadas “medidas mais restritivas a partir da próxima semana”, admitindo o confinamento geral, à semelhança do que aconteceu em março, mas “sem afetar o normal funcionamento das escolas”.

Em Portugal, morreram 7.590 pessoas dos 466.709 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

Risco moderado (medidas de âmbito nacional)
No fim de semana de 9 e 10 de janeiro:
Proibição de circulação entre concelhos
Uso obrigatório de máscara nos locais de trabalho
A possibilidade de realizar medições de temperatura corporal por meios não invasivos no acesso a locais de trabalho, estabelecimentos de ensino, meios de transporte, espaços comerciais, culturais e desportivos.
A possibilidade de exigir testes de diagnóstico para a COVID-19, no acesso a estabelecimentos de saúde, estruturas residenciais, estabelecimentos de ensino, estabelecimentos profissionais na entrada e na saída de território nacional – por via aérea ou marítima – e outros locais, por determinação da DGS.
Concelhos de Risco Moderado

Alcoutim
Aljezur
Almeida
Arronches
Barrancos
Carrazeda de Ansiães
Castanheira de Pêra
Castelo de Vide
Coruche
Ferreira do Alentejo
Freixo de Espada à Cinta
Lagoa
Manteigas
Monchique
Odemira
Pampilhosa da Serra
Proença-a-Nova
Resende
Santiago do Cacém
Sardoal
Sernancelhe
Sines
Torre de Moncorvo
Vila de Rei
Vila do Bispo

Medidas para os concelhos de risco elevado
No fim de semana de 9 e 10 de janeiro:
Proibição de circulação entre concelhos
Proibição de circulação na via pública a partir das 13 horas
Ação de fiscalização do cumprimento do teletrabalho obrigatório;
Uso obrigatório de máscara nos locais de trabalho
Manutenção dos horários dos estabelecimentos (22h00, salvo restaurantes e equipamentos culturais às 22:h30)
Teletrabalho: Desde que as funções em causa o permitam, o trabalhador disponha de condições para as exercer e não estejam em causa serviços essenciais, o teletrabalho é obrigatório.
Para além das medidas acima, devem ainda ser observadas nos Concelhos de Risco Moderado as Medidas de Âmbito Nacional com as devidas adaptações.

Concelhos de Risco Elevado

Abrantes
Alenquer
Aljustrel
Almeirim
Aveiro
Azambuja
Baião
Belmonte
Bombarral
Cadaval
Campo Maior
Cartaxo
Castelo de Paiva
Castro Marim
Castro Verde
Chamusca
Cinfães
Covilhã
Espinho
Figueira da Foz
Golegã
Gouveia
Grândola
Lagos
Loulé
Lourinhã
Lousã
Lousada
Maia
Mesão Frio
Mirandela
Monção
Monforte
Montemor-o-Velho
Moura
Nazaré
Oleiros
Olhão
Paços de Ferreira
Paredes
Paredes de Coura
Penafiel
Penedono
Ponte de Lima
Ponte de Sor
Portalegre
Portimão
Sabrosa
Sabugal
Salvaterra de Magos
São Brás de Alportel
São Pedro do Sul
Seia
Serpa
Silves
Sintra
Vagos
Vale de Cambra
Valença
Valpaços
Vila Nova de Cerveira
Vila Nova de Foz Côa
Vila Velha de Ródão
Vila Viçosa
Vinhais

Medidas para os concelhos de risco muito e extremamente elevado
No fim de semana de 9 e 10 de janeiro:

Proibição de circulação entre concelhos
Proibição de circulação na via pública a partir das 13 horas
Encerramento do comércio aos fins-de-semana a partir das 13h e abertura a partir das 8h, exceto para farmácias, clínicas e consultórios, estabelecimentos de venda de bens alimentares com porta para a rua até 200 m2 e bombas de gasolina. Nos dias de semana, o encerramento deverá ocorrer até às 22h00.
Ao fim de semana, partir das 13h00, os restaurantes só podem funcionar através de entrega ao domicílio, nos restantes dias têm de encerrar até às 22:30, sendo que podem servir à mesma mesa um máximo de 6 pessoas, salvo se do mesmo agregado familiar.
Proibição de circulação na via pública entre as 23h00 e as 05h00 nos dias de semana.
O teletrabalho é obrigatório desde que as funções em causa o permitam, o trabalhador disponha de condições para as exercer e não estejam em causa serviços essenciais. Está em curso uma ação de fiscalização do teletrabalho obrigatório.
Uso obrigatório de máscara nos locais de trabalho.
A possibilidade de realizar medições de temperatura corporal por meios não invasivos no acesso a locais de trabalho, estabelecimentos de ensino, meios de transporte, espaços comerciais, culturais e desportivos.
A possibilidade de exigir testes de diagnóstico para a COVID-19, no acesso a estabelecimentos de saúde, estruturas residenciais, estabelecimentos de ensino, estabelecimentos profissionais na entrada e na saída de território nacional – por via aérea ou marítima – e outros locais, por determinação da DGS.
Dever cívico de recolhimento domiciliário
Eventos e celebrações limitados a 5 pessoas, salvo se do mesmo agregado familiar
Proibição de feiras e mercados de levante, salvo autorização emitida pelo presidente da Câmara Municipal, caso estejam verificadas as condições de segurança e o cumprimento das orientações definidas pela DGS.

Concelhos de risco Muito Elevado

Águeda
Alandroal
Albergaria-a-Velha
Albufeira
Alcanena
Alcobaça
Alfândega da Fé
Alijó
Almada
Almodôvar
Alpiarça
Alter do Chão
Alvaiázere
Alvito
Amadora
Amarante
Amares
Arcos de Valdevez
Arganil
Arouca
Arraiolos
Arruda dos Vinhos
Avis
Barreiro
Batalha
Beja
Benavente
Braga
Bragança
Cabeceiras de Basto
Caldas da Rainha
Caminha
Cantanhede
Carregal do Sal
Cascais
Castelo Branco
Castro Daire
Celorico de Basto
Chaves
Coimbra
Condeixa-a-Nova
Constância
Entroncamento
Estarreja
Estremoz
Évora
Fafe
Faro
Felgueiras
Figueira de Castelo Rodrigo
Fronteira
Fundão
Góis
Gondomar
Guimarães
Ílhavo
Leiria
Lisboa
Loures
Mafra
Marco de Canaveses
Marinha Grande
Marvão
Matosinhos
Mealhada
Melgaço
Mira
Miranda do Corvo
Moita
Mondim de Basto
Montemor-o-Novo
Montijo
Mortágua
Murça
Nelas
Óbidos
Odivelas
Oeiras
Oliveira de Azeméis
Oliveira de Frades
Oliveira do Bairro
Ourém
Ourique
Ovar
Palmela
Pedrógão Grande
Penacova
Penalva do Castelo
Penela
Peniche
Pombal
Porto
Porto de Mós
Redondo
Reguengos de Monsaraz
Ribeira de Pena
Rio Maior
Santa Comba Dão
Santa Maria da Feira
Santa Marta de Penaguião
Santarém
Santo Tirso
São João da Madeira
Sátão
Seixal
Sertã
Sesimbra
Setúbal
Sever do Vouga
Sobral de Monte Agraço
Soure
Sousel
Tarouca
Terras de Bouro
Tomar
Tondela
Torres Vedras
Trofa
Valongo
Viana do Castelo
Vieira do Minho
Vila Flor
Vila Franca de Xira
Vila Nova da Barquinha
Vila Nova de Famalicão
Vila Nova de Gaia
Vila Pouca de Aguiar
Vila Real
Vila Real de Santo António
Viseu
Vizela
Vouzela

Concelhos de risco Extremamente Elevado

Aguiar da Beira
Alcácer do Sal
Alcochete
Anadia
Ansião
Armamar
Barcelos
Borba
Boticas
Celorico da Beira
Crato
Cuba
Elvas
Esposende
Ferreira do Zêzere
Figueiró dos Vinhos
Fornos de Algodres
Gavião
Guarda
Idanha-a-Nova
Lamego
Mação
Macedo de Cavaleiros
Mangualde
Mêda
Mértola
Miranda do Douro
Mogadouro
Moimenta da Beira
Montalegre
Mora
Mourão
Murtosa
Nisa
Oliveira do Hospital
Penamacor
Peso da Régua
Pinhel
Ponte da Barca
Portel
Póvoa de Lanhoso
Póvoa de Varzim
São João da Pesqueira
Tábua
Tabuaço
Tavira
Torres Novas
Trancoso
Vendas Novas
Viana do Alentejo
Vidigueira
Vila do Conde
Vila Nova de Paiva
Vila Nova de Poiares
Vila Verde
Vimioso
Os Açores e a Madeira têm regras específicas, sendo elas:

Madeira

Medidas a aplicar nos próximos dois fins de semana (09 e 10 de janeiro e 16 e 17 de janeiro)

- Proibida a circulação na via pública entre as 18:00 e as 05:00 do dia seguinte.

- Encerramento de todo o comércio, incluindo grandes superfícies e supermercados, às 17:00, com exceção de farmácias, clínicas, consultórios e postos de abastecimento de combustível (apenas para abastecimento de veículos). Os estabelecimentos comerciais podem abrir a partir das 08:00.

- Encerramento de restaurantes, bares e similares às 17:00.

Açores

Medidas em vigor a partir de sexta-feira e até 15 de janeiro apenas na ilha de São Miguel.


- Limitação de ajuntamentos na via pública a mais de quatro pessoas, exceto se pertencerem ao mesmo agregado familiar.

- Encerramento de cafés e restaurantes às 15:00, mantendo a atividade para serviço ao domicílio ou 'take-away'.

- Implementação do ensino à distância para todos os estabelecimentos de ensino e todos os níveis de ensino.

- Proibição de circulação na via pública entre as 23:00 e as 05:00 nos dias de semana e a partir das 15:00 ao fim de semana.


Fonte: Sapo
 
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #277 em: 09/01/2021, 12:37 »
 
Hospitais preparam-se para o pior embate. Janeiro pode chegar aos 7000 doentes com covid-19 internados

Hospital de São João esperava ontem cinco doentes de Loures, já sem capacidade de resposta. Santa Maria abre novas camas. Sem uma travagem rápida de contágios, equipa da FCUL prevê 7200 internamentos por covid-19 no fim de janeiro, mil em UCI, acima da capacidade no SNS.

Mafalda Gomes


Marta F. Reis
marta.reis@newsplex.pt


As campainhas estão todas a tocar e a orientação do Ministério da Saúde esta semana aos hospitais foi para elevarem níveis de contingência, reduzirem tudo o que não seja atividade urgente e articularem a rede para responderem a dias que a ministra da Saúde assimiu no início da semana que serão ‘difíceis’. Nos maiores hospitais do país, deverão manter-se apenas cirurgias oncológicas prioritárias, numa altura em que a pressão se sente com maior intensidade na região de Lisboa e Vale do Tejo e no Alentejo. No Norte, embora também a aumentar o número de infeções, não se está no pico que se viveu em novembro. E são agora os hospitais do Norte a dar a mão em Lisboa, depois de em novembro ter acontecido o movimento inverso, com doentes do Centro Hospitalar Tâmega e Sousa enviados para Sul.

O Hospital de São João preparava-se ontem ao fim do dia para receber os primeiros cinco doentes transferidos do Hospital Beatriz Ângelo, em Loures. «Estamos em nível II do plano de contingência, mas preparados para nos próximos dias elevar para o nível III», disse ao Nascer do SOL Fernando Araújo, presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar de São João. Em Lisboa, o Santa Maria ultimava a abertura de novas camas de enfermaria e cuidados intensivos para doentes cm covid-19, não tendo ainda tido necessidade de transferir doentes.  Mas a afluência às urgências tem estado a aumentar e o nível de doentes internados é idêntico ao de outros anos, numa altura em que os hospitais têm de manter circuitos separados para doentes com suspeita de covid-19 e torna-se mais difícil acomodar o aumento da procura.

 
País confina, mas a pressão será imensa

Até onde irá é agora a grande preocupação. O país deverá entrar em confinamento nos próximos dias - a indicação do primeiro-ministro foi a de que as escolas devem manter-se abertas e, já ontem, o ministro da Economia, Pedro Siza Vieira, anunciou o fecho do comércio não alimentar e da restauração por um ‘período contido’.

Para dia 12, está marcada uma reunião de peritos do Infarmed para «clarificação da situação epidemiológica», sendo esperada a definição de medidas no próprio dia, mas ontem o cenário complicava-se com um novo dia com mais de 10 mil casos, quando o primeiro-ministro deixou a expectativa de que pudesse estar a haver uma correção de dias anteriores.

Com os recordes dos últimos dias, as projeções são muito dinâmicas - e auguram, mesmo com o confinamento, tempos muito difíceis na resposta nos hospitais que só um travão nos contágios poderá tornar comportáveis.

A estimativa do RT da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa já passou de 1,1 para mais de 1,22, ainda com tendência a acelerar, explicou ao Nascer do SOL Carlos Antunes, investigador da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, que faz as projeções epidemiológicas da FCUL que são apresentadas ao Governo pelo epidemiologista Manuel Carmo Gomes. «Estamos a escalar a montanha e não há um pico à vista», explica. Estimavam no início da semana uma duplicação de casos a 13 dias - a previsão também feita pelo Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge - e esta sexta-feira a estimativa estava em dez dias a nível nacional - o que tinha acontecido a 9 de outubro -, 12 dias no Norte; 10 dias no Centro; 10 dias em Lisboa e Vale do Tejo; 9 dias Alentejo e 11 dias no Algarve. Com uma taxa de crescimento médio diário de casos de 7,1%, maior na região de Lisboa e no Alentejo, quando o cálculo no dia anterior era de 5,4%.

Com esta dinâmica, a equipa estima uma duplicação de internamentos em 38 dias e 90 dias no caso de doentes em unidades de cuidados intensivos, com a duplicação de óbitos em 17 dias, quando a média diária nos últimos cinco dias foi de 98,5 mortes associadas à covid-19.

Na próxima semana, o país poderá chegar a uma média de 12 300 a 13 mil contágios por dia, quando esta semana a estimativa da FCUL é que estejam a ocorrer 9 mil infeções diariamente. O número de doentes internados com covid-19 poderá chegar no final da próxima semana aos 3670, 620 em cuidados intensivos, muito próximo da atual capacidade instalada. Neste momento, estão ativadas no SNS mais de 1100 camas de cuidados intensivos, com uma ocupação de 85%, indicou durante a semana ao jornal i o médico José Artur Paiva, presidente do Colégio de Medicina Intensiva da Ordem dos Médicos, isto entre doentes com covid-19 e restantes casos. Doentes com covid-19 nos hospitais são agora de novo mais de 500. O médico admitiu que os próximos meses serão difíceis, provavelmente os mais complicados da pandemia, um «purgatório» antes do alívio esperado com a vacina. Sobre o confinamento e a necessidade de agir rapidamente para travar a transmissão, não havia dúvidas. «Em processos que são tendencialmente exponenciais, como as epidemias, a precocidade é, às vezes, mais importante que a perfeição. Atuar tarde é não ter resultados, habitualmente», alertou.

Carlos Antunes adiantou ao Nascer do SOL que, num cenário em que se mantém a atual dinâmica e não há um resultado rápido na travagem de contágios, no final de janeiro poderá colocar-se a necessidade de ter resposta de internamento para 7200 doentes com covid-19, cerca de mil em cuidados intensivos. Num modelo mais conservador, seriam 4500 doentes em enfermaria, 780 em UCI. Carlos Antunes sublinha que o histórico da pandemia mostra que as medidas tendem a demorar sete dias a ter efeito na desaceleração da epidemia e que o processo é lento. Se tal acontecer já na próxima semana, fruto de algum maior confinamento das pessoas esta semana mesmo antes das novas medidas anunciadas pelo Governo, poderá começar a perceber-se quando poderá ser atingido o pico de casos e consequentemente de internamentos e óbitos, que deverão continuar a aumentar ao longo das próximas semanas. Carlos Antunes alerta no entanto que o processo é lento: na primeira vaga, demorou 30 dias. «Há um efeito de saturação nas medidas».

 

Como chegámos aqui

Maior mobilidade e contactos a partir da segunda quinzena de dezembro e em particular no período das festas, subdiagnóstico -  porque havia menos laboratórios a funcionar em semanas de pontes e feriados e porque as pessoas também não procuraram cuidados.

O último relatório semanal do Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças, divulgado nesta sexta-feira, mostrava a amplitude da quebra: durante as últimas quatro semanas, o número de primeiros testes feitos por 100 mil habitantes no país caiu para quase metade do ritmo de testagem do pico de novembro. E a positividade subiu, tendo sido na última semana, só nos primeiros testes, de 12,5%.

Portugal terminou a última semana com 2373 testes por 100 mil habitanes, quando chegou a fazer mais de 5 mil. «Possivelmente foi isso que explicou a percepção também de um abrandamento da epidemia», diz Filipe Froes, pneumologista e coordenador do gabinete de crise da Ordem dos Médicos, sublinhando a necessidade de permanente monitorização e transmissão do risco à população. «O que é lamentável é que seja ao fim de dez meses de pandemia que estamos a encontrar o número recorde de casos. É paradoxal, porque neste momento sabemos quais são todas as medidas eficazes para travar os contágios. Tivemos dez meses para nos aperfeiçoarmos e não o conseguimos aproveitar».

O tempo frio, no entanto - e janeiro começou da pior maneira -, é a variável que faz da situação que se vive agora no país a tempestade perfeita e inédita na história recente. Na pandemia de gripe A, o primeiro caso de infeção com o H1N1 foi confirmado em Portugal a 4 de maio. No inverno, já os grupos de risco puderam ser vacinados - na covid-19, a campanha está agora no início. «É a primeira vez no nosso tempo que temos uma atividade pandémica no inverno, com frio e chuva e isso agrava a situação», conclui Filipe Froes.


Fonte: SOL
 
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #278 em: 10/01/2021, 14:20 »
 
Governo antecipa confinamento para quinta-feira



Revista de Imprensa JE 10 Janeiro 2021, 09:20
No dia das eleições presidenciais haverá liberdade de circulação para votar, escreve o jornal “Público”.

O Governo vai aprovar e anunciar as novas medidas restritivas na quarta-feira, que deverão ser semelhantes às de março e abril de 2020, mantendo desta vez as escolas abertas. As normas deste confinamento entrarão em vigor logo no dia seguinte à meia noite, avança o jornal “Público”.

Ao que o matutino apurou, há assim uma antecipação de dois dias perante a data que estava prevista para a entrada em vigor do novo estado de emergência devido à urgência de travar a excessiva subida de novos casos diários de Covid-19.

No dia das eleições presidenciais, que se realizam a 24 de janeiro, haverá liberdade de circulação para votar e equipas de recolha de votos irão aos lares para que os idosos que o pedirem possam votar, pode ler-se na edição deste domingo.

“O Conselho de Ministros reunir-se-á imediatamente após a aprovação por parte da Assembleia da República, e comunicaremos e tomaremos as medidas de forma a que se possam aplicar o mais cedo possível“, referiu ontem a ministra de Estado e da Presidência do Conselho de Ministros, Mariana Vieira da Silva.


Fonte: https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/governo-antecipa-confinamento-para-quinta-feira-685854
 
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #279 em: 10/01/2021, 14:22 »
 
Em atualização Internamentos por covid-19 voltam a disparar em Portugal. Hoje há mais 102 mortos e 7.502 casos confirmados

MadreMedia
10 jan 2021 14:07

Covid-19: Portugal com mais 111 mortos e 9.478 casos. Internamentos voltam a aumentar


O número de internados nos hospitais voltou a disparar este domingo: no geral estão 3.770 pessoas e nos cuidados intensivos 558. As autoridades de saúde atualizaram este domingo os dados da covid-19 em Portugal.
Internamentos por covid-19 voltam a disparar em Portugal. Hoje há mais 102 mortos e 7.502 casos confirmados



A já difícil situação nos hospitais portugueses continua a piorar: os internamentos voltaram a disparar, batendo o recorde pelo terceiro dia consecutivo. Nas últimas 24 horas, foram internadas mais 215 pessoas em cuidados gerais e mais 18 nas unidades de cuidados intensivos.

Morreram 102 pessoas e foram confirmados 7.502 novos casos, ligeiramente abaixo do registado nos últimos dias. Porém, importa sublinhar que fora dos dias úteis e nos dias a seguir os números de novos casos são geralmente mais baixos. O decréscimo é atribuído à diminuição do número de testes ou reporte de dados nos fins de semana e feriados.


Assim, no total o país tem hoje 558 pessoas nos cuidados intensivos, 3,770 nas enfermarias gerais, 7.803 mortos e 483.689 casos confirmados de covid-19, desde o início da pandemia, em março de 2020.

Estes dados fazem parte do mais recente boletim epidemiológico, divulgado na tarde deste domingo pela Direção-Geral da Saúde.

A pandemia provocada pelo novo coronavírus já fez pelo menos 1.926.570 mortos em todo o mundo desde que foi notificado o primeiro caso na China, segundo o balanço diário da agência France-Presse.

Mais de 89.557.550 pessoas foram infetadas pelo novo coronavírus em todo o mundo, segundo o balanço, feito às 11:00 TMG (12:00 em Lisboa) de hoje com base em fontes oficiais.

Até hoje, pelo menos 55.288.900 pessoas foram consideradas curadas de covid-19, acrescenta a agência francesa, sublinhando que os números oficiais refletem apenas parte do número real de contaminações no mundo.


Alguns países só testam os casos graves, outros utilizam os testes sobretudo para rastreamento e muitos países pobres dispõem de capacidades limitadas de testagem.


Sapo
 
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #280 em: 11/01/2021, 10:17 »
 
Confinamento. Estabelecimentos que podem fechar e apoios em cima da mesa
Na sexta-feira, o ministro de Estado e da Economia, Siza Vieira, admitiu que as novas restrições para conter a pandemia podem passar pelo encerramento da restauração e do comércio não alimentar.


© Getty Images

Notícias ao Minuto
11/01/21 09:30 ‧ HÁ 43 MINS POR NOTÍCIAS AO MINUTO COM LUSA

OGoverno está a preparar um modelo de confinamento semelhante ao que o país viveu no ano passado, no início da pandemia. A confirmação oficial foi dada esta fim de semana, depois de o Executivo ter ouvido os partidos e os parceiros sociais.


O primeiro-ministro, António Costa, salientou a necessidade de o Governo "procurar o maior consenso possível" para implementar medidas mais restritivas que tem "mesmo de tomar" contra a Covid-19, porque "todos os esforços são poucos".

De acordo com o Público, as medidas serão aprovadas pelo Conselho de Ministros na quarta-feira, de modo a entrarem em vigor na quinta-feira, dia 14 de janeiro.

O que poderá encerrar?

Na sexta-feira, o ministro de Estado e da Economia, Siza Vieira, admitiu que as novas restrições para conter a pandemia podem passar pelo encerramento da restauração e do comércio não alimentar.

Siza Vieira lembrou que nessa altura mantiveram-se em funcionamento a indústria e a construção civil, mas encerraram atividades como "o pequeno comércio não alimentar" e a restauração que funcionava apenas em regime de 'take away' com entrega ao domicílio.

"Esse é o quadro" que está a ser estudado pelo Governo e as medidas vão continuar a ser discutidas nos próximos dias com os especialistas e parceiros sociais, disse o ministro da Economia e Transição Digital. Para terça-feira está agendada uma reunião no Infarmed com os epidemiologistas.

Está também em cima da mesa a hipótese de se manter o ensino presencial, ou seja, as escolas não deverão fechar.

Empresas terão acesso ao lay-off simplificado. Apoios serão reforçados

As empresas que tiverem de encerrar no âmbito das novas restrições poderão aceder ao regime do lay-off simplificado que neste momento permite o salário a 100% pagando o empregador "apenas 19% desse salário" e estando isento da Taxa Socia Única (TSU), disse Siza Vieira.

Por sua vez, o programa Apoiar prevê um apoio a fundo perdido "que agora vai ser majorado", disse o ministro, acrescentando esperar que, para as empresas que já receberam o primeiro pagamento e para as que venham a apresentar candidaturas o valor dos apoios possa ser reforçado.

"Durante a próxima semana aprovaremos e publicaremos a portaria de alteração ao programa Apoiar para contemplar estas alterações", assegurou o ministro da Economia, lembrando que as empresas podem ainda aceder ao apoio à retoma progressiva da atividade.

Siza Vieira acrescentou que o Governo vai "reforçar os apoios a trabalhadores independentes e sócios-gerentes" afetados pelas novas medidas.

Também presente na conferência de imprensa, a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, explicou que, no caso dos "trabalhadores independentes, sócios-gerentes e trabalhadores do serviço doméstico" que fiquem com a atividade suspensa, será retomado o apoio que esteve em vigor em abril ou maio, uma medida excecional que vigorará "apenas enquanto durarem estas medidas mais restritivas".

Por sua vez, a regulamentação do novo apoio extraordinário previsto no Orçamento do Estado que "é transversal a quem perder rendimentos em 2021" estará operacional "no final de janeiro", disse a ministra, lembrando que este apoio é sujeito a condição de recursos.

Fonte: Economia ao minuto
 

Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #281 em: 11/01/2021, 10:46 »
 
Sindicato quer professores no incluídos na primeira fase de vacinação



O Sindicato de todos os Professores (S.T.O.P.) defende a revisão do plano de vacinação, para que inclua toda a comunidade educativa na primeira fase, e pergunta porque não se usaram nas escolas os testes rápidos oferecidos pela Cruz Vermelha Portuguesa.

A Assembleia da República deve aprovar, esta quarta-feira, o segundo confinamento do país, em moldes diferentes do primeiro, entre março e abril, uma vez que as escolas, como é vontade do Governo, devem manter-se abertas.

Face a isto, o Sindicato de Todos os Professores (S.T.O.P.) pergunta por que razão os profissionais da Educação não constam do plano de vacinação. "Somos considerados prioritários para o funcionamento das escolas e da economia mas, paradoxalmente, somos desconsiderados em termos de plano de vacinação", alerta, em comunicado enviado às redações.

"Defendemos a revisão do plano de vacinação, incluindo, com urgência, o direito a toda comunidade escolar ser incluída na primeira fase de vacinação", escreve o STOP. "Caso contrário, para além do desrespeito implícito, poderemos cair no cúmulo em que temos cidadãos vacinados (e bem), em casa em teletrabalho e, por outro lado, Profissionais da Educação (setor particularmente muito envelhecido) na linha da frente, sem vacina", alerta aquele sindicato.

No mesmo documento, o STOP argumenta que "está ainda por esclarecer o facto de não se ter testado a comunidade escolar, gratuitamente, com os testes oferecidos pela Cruz Vermelha" Portuguesa.

Fonte: jn.pt  Link:https://www.jn.pt/nacional/sindicato-quer-professores-no-incluidos-na-primeira-fase-de-vacinacao-13215852.html
"A justiça é o freio da humanidade."
 

Offline Oribii

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #282 em: 12/01/2021, 14:45 »
 
António Costa aponta para confinamento geral com horizonte de um mês


PSD cancela reunião da bancada com Paulo Rangel devido “ao novo confinamento geral”

Costa recebe sexta-feira e sábado partidos. Eventual agravamento das restrições em cima da mesa




O primeiro-ministro e líderes partidários estiveram reunidos com especialistas para avaliar a situação epidemiológica da covid-19 em Portugal, um encontro marcado pela ausência do Presidente da República. As medidas só serão apresentadas amanhã, mas hoje António Costa frisou que há um grande consenso para que as medidas de confinamento geral durem um mês.

O primeiro-ministro afirmou hoje que há um grande consenso para que as medidas de confinamento geral a decretar tenham um horizonte de um mês e que Portugal regista uma dinâmica de "fortíssimo crescimento" de casos de covid-19.

Esta posição foi assumida por António Costa no final de mais uma reunião destinada a analisar a evolução da situação epidemiológica em Portugal, no Infarmed, em Lisboa, na qual o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, participou por videoconferência.

O primeiro-ministro declarou que na reunião com os epidemiologistas permitiu que concluir que "houve um grande consenso" sobre a trajetória de crescimento de novos casos de infeção do novo coronavírus e que "as medidas devem ter um horizonte de um mês".

"Estamos perante uma dinâmica de fortíssimo crescimento de novos casos que é necessário travar", salientou António Costa.


Sobre o ensino, o primeiro-ministro frisou que durante a reunião foi "consensual que não é a escola em si que é foco de infeção", mas sim "um fator de movimentação". Ou seja, "o grande tema de divergência tem a ver com o funcionamento das escolas".

Os principais destaques da Reunião do Infarmed

Balanço epidemiológico

André Peralta Santos, director de serviços de Informação e Análise, foi o primeiro especialista a explicar a situação epidemiológica. "Estamos com uma trajetória crescente, atingindo um máximo histórico da incidência cumulativa", disse.
Analisando a dispersão da incidência no país, o que se observa é "um agravamento generalizado da situação epidemiológica, com áreas com incidência extremamente elevada superior a 960 casos por 100 mil habitantes dispersas um pouco por todo por todo o território, e com grande parte do território com incidências superiores a 480 casos por 100 mil habitantes", frisou.
"A população tradicionalmente ativa dos 20 aos 60 tem incidências normalmente habitualmente superiores à média nacional, principalmente esta faixa etária dos 20 aos 30 e dos 30 aos 40", apontou.

O que se observa "são quase dois grandes grupos: Portugal continental com todas as regiões a subir e com incidências relativamente próximas e as regiões autónomas com uma tendência crescente, mas com incidências bastante inferiores".
Óscar Felgueiras, da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, explicou a evolução do vírus por concelhos na região Norte. A região norte está com um nível de crescimento alto, superior a 30% em grande parte do território; o concelho mais crítico é o de Viana do Castelo;
Duarte Tavares, do Departamento de Saúde Pública da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, fez um ponto de situação desta região e assinalou que o crescimento de casos depois do Natal foi "maior do que o esperado";
"Verifica-se que de novembro para dezembro, e de dezembro para janeiro, temos cada vez mais casos em mais jovens", avançou sem especificar números.
Na chegada ao aeroporto de Lisboa, em média, "diariamente, mais de 100 cidadãos portugueses não trazem o teste feito e recusam fazê-lo".
Fecho das escola teria uma eficácia muito maior na "redução mais rápida e acentuada" do RT (indicador que define o grau de transmissibilidade de infeção), disse Baltazar Nunes, do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge. No entanto, explicou o especialista com base em estudos, é possível manter reduzir este indicador com as escolas abertas, desde que se fechem outros setores de atividade.
Portugal já teve a sua própria variante, avançou João Paulo Gomes, especialista do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge. Variante portuguesa teve como origem "um ou dois voos" provenientes de Milão, em meados de fevereiro do ano passado. Alguns "industriais do Norte infetados terão espalhado uma variante genética, que originou uma disseminação massiva pelo Norte e Centro do país", acrescentou.

No Natal, cerca de "5 mil casos escaparam ao processo normal de testagem". O número foi dado por Manuel do Carmo Gomes, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

Mesmo com o confinamento, Manuel do Carmo Gomes prevê 14 mil casos por dia dentro de duas semanas, salientando que este número "não é aceitável". "Será difícil evitar as 140-150 mortes por dia", disse ainda.
Para passar aos sete mil casos serão necessárias aproximadamente três semanas, assumindo uma descida média semelhante à da primeira vaga, de menos 3,2%.

Relativamente aos internamentos, as projeções apontam para já 700 internados em unidade de cuidados intensivos. “Vamos ultrapassar essa linha”, lamentou.


Vacinação


Portugal deve receber esta semana o primeiro de lote de vacinas da Moderna. Ao todo são 8.400 doses, revelou Francisco Ramos, Coordenador da Task Force para o Plano de Vacinação.
Até ao dia 11 de janeiro, Portugal recebeu mais de 161 mil doses de vacinas da Pfizer.
"O próximo momento decisivo tem a ver com a aprovação da vacina da AstraZeneca, é possível e há indícios de que ainda ocorra em janeiro. Soubemos que a empresa entregou todo o dossier na Agência Europeia do Medicamento (EMA) e isso significa que se esse cenário se confirmar teremos em fevereiro e março mais 1,4 milhões de doses de vacinas para administrar, o que quer dizer que poderemos tornar este processo mais rápido", afirmou Francisco Ramos.
O coordenador revelou ainda que não há notícia de reações adversas à vacinas da Pfizer já administradas em Portugal.
74.099 pessoas foram inoculadas entre 26 de dezembro e 8 de janeiro, destas cerca de 55 mil são profissionais de saúde (9 mil nos centros de saúde públicos, 750 dos hospitais das Forças Armadas e 1.267 de profissionais do INEM) e 7.500 são utentes de lares.
Face ao ritmo de distribuição das vacinas, o especialista diz que "dificilmente conseguiremos ultrapassar a primeira fase da vacinação no primeiro trimestre do ano".


Fonte: Sapo24
« Última modificação: 12/01/2021, 15:31 por Oribii »
 

Offline AREZ II (IRMÃO)

Re: Confinamento Geral 15 de Janeiro 2021 - Anexo decreto-lei
« Responder #283 em: 13/01/2021, 21:18 »
 
O dever de recolher obrigatório, o comércio e a restauração fechados, a possibilidade de fazer pequenos passeios higiénicos ou passear o cão faziam parte do rol de medidas restritivas tomadas em março, quando se tentou, pela primeira vez, travar a pandemia pela via do confinamento.

A maior diferença são as escolas que, ao contrário do sucedido em março e abril de 2020, não fecham portas. “A única e relevante exceção são as escolas”, assumiu o primeiro-ministro, afirmando que em tudo o resto o desenho do atual confinamento, que arranca às 00h00 de 15 de janeiro, será igual ao de março e abril.

A abertura (ou fecho) das escolas era, aliás, uma das maiores dúvidas, já que os especialistas ouvidos pelo Governo, esta terça-feira no Infarmed, não foram unânimes sobre qual o melhor caminho a seguir. Se manter os menores de 12 anos nas escolas parecia óbvio para todos, havia quem preferisse ver os alunos do 3.º ciclo e do secundário remetidos ao ensino à distância. No final, a decisão do governo foi a de manter todas as escolas abertas, como pediam diretores dos estabelecimentos de ensino e associações de pais.


“Se a decisão divide a comunidade científica, não divide a comunidade educativa”, disse Costa, assumindo que todos, mesmo os alunos mais velhos, irão continuar no ensino
presencial.

De resto, António Costa foi claro: “A regra é simples: cada um de nós deve ficar em casa”, acrescentando que “as exceções existem, mas não nos devemos focar nelas”. E para evitar esse foco, anunciou que todas as coimas, incluindo as por falta de uso de máscara na via pública, vão duplicar.

Também para que não restem dúvida, o primeiro-ministro esclareceu que “o teletrabalho passa a ser obrigatório”.

As medidas anunciadas estarão em vigor durante um mês, até 31 de janeiro, data em que termina o Estado de Emergência decretado pelo Presidente da República e aprovado pela Assembleia da República esta quarta-feira de manhã, com os votos favoráveis do PS, do PSD, do CDS, do PAN e da deputada não inscrita Cristina Rodrigues. BE absteve-se, enquanto PCP, PEV, Chega, Iniciativa Liberal e a deputada não inscrita Joacine Katar Moreira votaram contra.[/font][/size]
« Última modificação: 13/01/2021, 21:20 por AREZ II (IRMÃO) »
 
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Offline AREZ II (IRMÃO)

Re: Sentença de morte
« Responder #284 em: 13/01/2021, 21:35 »
 

Isto não se inventa.

Para isso era preciso tê-la....Que grande lata




Partilhado integralmente : ECO e Lusa

Ministra da Saúde manda adiar cirurgias no SNS

“Os estabelecimentos hospitalares do SNS devem proceder ao diferimento de atividade cirúrgica programada de prioridade normal ou prioritária”, lê-se no despacho enviado por Marta Temido aos hospitais. Estas orientações surgem numa altura em que as hospitalizações de doentes com Covid-19 atingem níveis recorde.

A comunicação da ministra responsável pela pasta da Saúde dita ainda que os hospitais devem “promover a alocação de meios humanos para a Medicina Intensiva, de modo a maximizar a capacidade de resposta nesta área (Covid), em conformidade com a suspensão e diferimento de atividade assistencial efetuada”.

No entanto, o Ministério da Saúde esclareceu ainda esta quarta-feira que o despacho enviado aos hospitais não manda suspender as cirurgias urgentes ou muito prioritárias e que não se aplica a hospitais como o Instituto Português de Oncologia.

Numa nota enviada à agência Lusa, o Ministério da Saúde (MS) assegura que “o diferimento de atividade cirúrgica será sempre feito mediante avaliação clínica e garantia de que não ocorre limitação do prognóstico do utente”.

Adianta ainda que a cirurgia oncológica prioritária deve ocorrer até 45 dias após a indicação cirúrgica, sublinhando que o despacho vigora até 31 de janeiro.

Segundo o Ministério, “o despacho não se aplica a hospitais como os IPO que, de acordo com o funcionamento em rede, estão disponíveis para receber os doentes que requeiram cirurgia prioritária durante o período de aplicação do despacho”.

A propósito deste assunto, o líder do PSD, Rui Rio, questionou, através da sua conta no Twitter, “porque razão não estão já mobilizados pelo Governo todos os meios de que Portugal dispõe – incluindo os dos setores privado e social – para ajudarem neste momento dramático”.
« Última modificação: 13/01/2021, 21:38 por AREZ II (IRMÃO) »
 
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