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Autor Tópico: Tudo relacionado com o Coronavírus  (Lida 294256 vezes)

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Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #345 em: 04/02/2021, 14:38 »
 
OMS confirma descida de novos casos pela terceira semana consecutiva
Por Simone Silva   09:41, 4 Fev 2021



Os casos globais de Covid-19 estão a diminuir há já três semanas consecutivas, mas a distribuição desigual de vacinas pode atrasar a recuperação económica mundial e deixar os países em desenvolvimento ainda mais para trás, alertou a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Registaram-se 3,7 milhões de novos casos de coronavírus a nível global durante a semana que terminou a 31 de janeiro, uma redução de 13% em comparação com a semana anterior, de acordo com o último relatório de situação da OMS. As mortes por Covid-19, por sua vez, registaram uma quebra de 1% ao longo da semana.

São boas notícias, considerando que se esperava que os casos globais ultrapassassem os 5,5 milhões por semana, ainda assim, mais de três milhões de novas infeções «é uma quantidade terrível», disse Mike Ryan, diretor executivo do programa de emergências de saúde da OMS.

«A chuva diminuiu, mas o sol ainda não apareceu», disse Ryan durante uma sessão de perguntas e respostas ao vivo na sede da agência em Genebra. Também Maria Van Kerkhove, especialista em doenças infecciosas da OMS alertou: «A transmissão baixou em muitos países, mas não nos podemos esquecer de como chegámos a isto, o preço que pagámos».

Apesar deste cenário mais otimista, os especialistas do organismo internacional alertaram que novas variantes altamente infeciosas do vírus, identificadas pela primeira vez no Reino Unido, África do Sul e Brasil, podem contribuir para alimentar surtos já violentos em países ao redor do mundo.

Um vírus de transmissão mais rápida poderia levar a mais infeções, acabaria por causar mais hospitalizações e mortes, espalhando-se sem controlo. Mas mesmo em áreas onde as variantes surgiram, os casos estão em declínio, disse Van Kerkhove.

No Reino Unido, que identificou a variante B.1.1.7 em dezembro, os casos caíram 31% em comparação com a semana anterior, de acordo com o relatório da OMS. Da mesma forma, na África do Sul, que também descobriu uma variante semelhante chamada B.1.351 no ano passado, os casos diminuíram 44%, disse o relatório.

“Isso é importante porque as pessoas ficam com medo quando ouvem mutações, mutantes e variantes”, disse Kerkhove. “Não podemos baixar a guarda. Não podemos desistir. ”

O surgimento de novas variantes do coronavírus não foi uma surpresa para os cientistas, que consideram normal que os vírus sofram mutações à medida que se espalham. Contudo, os especialistas estão preocupados que algumas das estirpes, especificamente a variante B.1.351 encontrada na África do Sul, possa representar um risco para a eficácia das vacinas e tratamentos atualmente disponíveis.

As farmacêuticas afirmam que as suas vacinas ainda devem funcionar contra as novas variantes, mas especialistas em saúde sublinham que é importante conter a disseminação do vírus para evitar mais mutações enquanto os países distribuem o fornecimento inicial de vacinas Covid-19.

No entanto, nem todos os países têm acesso igual aos medicamentos que salvam vidas, o que pode contribuir para atrasar a recuperação mundial. Dos países que começaram a distribuir doses à sua população, a maioria deles são países de altos rendimentos, alertou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.



Fonte: Expresso
 
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #346 em: 04/02/2021, 14:56 »
 
Liga Portuguesa contra o Cancro está “desesperada" com impacto da pandemia nos doentes

03 fev, 2021 - 19:24 • Henrique Cunha
O presidente do Núcleo Regional do Norte da Liga Portuguesa contra o Cancro diz à Renascença que “a incidência do cancro é cada vez maior” e, no último ano, perderam-se “os ganhos substanciais que tinham sido conquistados ao longo dos anos”.

Foto: Ken Treloar/Unsplash

O presidente do Núcleo Regional do Norte da Liga Portuguesa contra o Cancro, Vítor Veloso, mostra-se “desesperado com a pandemia e com o problema dos doentes oncológicos”.

Na véspera do Dia Mundial do Cancro, que se assinala quinta-feira, Vítor Veloso diz à Renascença que “a incidência do cancro é cada vez maior” e, no último ano, perderam-se “os ganhos substanciais que tinham sido conquistados ao longo dos anos”.

O dirigente da Liga Portuguesa contra o Cancro afirma que “os doentes oncológicos são parentes pobres, cada vez com mais dificuldade de acesso”.

“Dificuldades de acesso ao médico de famílias, na medida em que lhes estão a dar tarefas que dizem unicamente respeito à pandemia e, portanto, a acessibilidade de um doente para fazer um diagnóstico ou fazer as suas queixas é muito difícil e são exíguos os meios para pedidos de diagnóstico”, sublinha Vitor Veloso.

O responsável dá o exemplo do rastreio do cancro da mama, em que terão ficado cerca de 600 casos por identificar ao longo do último ano, só na região Norte.

Vitor Veloso garante que “o rastreio do cancro da mama que estava a cargo da Liga Portuguesa contra o Cancro no Norte do país não funcionou praticamente durante um ano”.

Nas contas do presidente do Núcleo Regional do Norte, “há 600 cancros iniciais que não foram detetados e que eram, potencialmente, curáveis”. Isto significa que “esses cancros, neste momento, provavelmente, já não podem ser classificados de cancros precoces, e portanto, o tratamento será muito mais agressivo e será também um tratamento que não vai ter o êxito que poderia ter se fosse atacado precocemente”, lamenta.

Vitor Veloso garante que “vamos ter uma mortalidade muito maior e vamos ter sobrevidas com menos qualidade de vida”.

O responsável não tem dúvidas de que “existe uma taxa de mortalidade muito grande que não está relacionada com a Covid, mas sim com muitas das outras doenças crónicas, como o cancro”, que vai “ter repercussão nos próximos anos” e é imperioso que “a culpa destas mortes não morra solteira como tem acontecido habitualmente”.

Para Vitor Veloso, “houve má preparação da pandemia e, sobretudo, não foram acauteladas as doenças crónicas, nomeadamente o cancro”.

Nestas declarações à Renascença, o presidente do Núcleo do Norte da Liga Portuguesa Contra o Cancro volta a insistir num pedido de esclarecimento pelo facto dos doentes oncológicos não terem sido considerados prioritários no processo de vacinação.

Mais de um milhão de euros de apoios desde o início da pandemia

No início da pandemia, o Núcleo Regional do Norte da Liga Contra o Cancro criou uma linha de apoio ao doente oncológico.

A “LADO” foi constituída a 23 de março de 2020 e dispõe de apoio social e económico, entrega e recolha de bens alimentares, oferta de cabaz alimentar, consulta de psico-oncologia, compra e entrega de medicamentos hospitalares e farmácia, apoio emocional, requisição de ajudas técnicas, visita de proximidade, Informação sobre os direitos dos doentes e relacionados com o Covid-19 e apoio jurídico.

Desde finais de março do ano passado, a “LADO” já entregou em casa dos doentes mais de 5.500 refeições, assim como realizou quase 3.500 entregas de medicamentos.

No âmbito do projeto foram também realizadas quase 4.800 consultas de psico-oncologia a doentes e familiares, através de telefone ou videochamada.

No total, o Núcleo Regional do Norte da Liga Portuguesa contra o Cancro “disponibilizou ao longo do último ano de 2020 um milhão de euros nesses apoios”.

Vitor Veloso adianta que, além da distribuição de refeições e da entrega de medicamentos, o Núcleo apoiou o “pagamento de rendas, de luz, de água, e também em transportes” e até “no apoio dos agregados familiares em que a única pessoa que trabalhava era precisamente o doente oncológico”.





Fonte: RR
 
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #347 em: 04/02/2021, 15:43 »
 
 
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #348 em: 05/02/2021, 11:57 »
 
Costa apela à produção de vacinas: "Só retomaremos a normalidade quando 70% estiverem vacinados"

Primeiro ministro avisa que "é imprescindível" que as vacinas sejam para cidadãos prioritários e anunciou mais 6.100 doses para os privados
2021-02-05 10:42 Rafaela Laja

O primeiro-ministro apelou esta sexta-feira à indústria farmacêutica para que aumente a produção de vacinas contra a covid-19, frisando que este "é fundamental para o regresso à normalidade".

Durante uma visita ao hospital CUF Tejo, António Costa assumiu que "estamos todos dependentes da produção por parte da indústria farmacêutica", destacando que este é um setor que bateu recordes.

    Só retomaremos normalidade quando 70% de nós estiverem vacinados", reiterou o primeiro-ministro.

Para este efeito, o primeiro-ministro assegurou que "o Governo e a União Europeia estão a lutar pela produção de vacinas".

Houve ainda um pedido à população: que cada um "aguarde" a sua vez para vacinação com "serenidade".

    Não têm de telefonar ou correr para o seu centro de saúde. Aguardem que sejam chamados de acordo com a sua vez. Mantenhamo-nos serenos a nossa vez de vacinação vai chegar. Este plano está desenhado para atingirmos os 70% de vacinação no final do verão. Estamos perto das 100 mil pessoas que já tiveram as duas doses da vacina", disse.


https://tvi24.iol.pt/politica/antonio-costa/costa-apela-a-producao-de-vacinas-so-retomaremos-normalidade-quando-70-estiverem-vacinados?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=ed-tvi&fbclid=IwAR3IvIFsDLT1rJugarejRWmQM2DVvt5Lzp7O9JS75vB4RD1b4nNCxChKfBs&jwsource=cl



Fonte: TVI
 
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #349 em: 06/02/2021, 11:42 »
 
Centros de retaguarda lutam contra vírus e "desculpas esfarrapadas" de famílias

MadreMedia / Lusa
6 fev 2021 09:59
Atualidade

Covid-19: Pandemia ocupa 91% da capacidade dos hospitais da região Centro

Doentes encaminhados pelos hospitais ou lares e casos sociais são os "residentes" do Centro de Retaguarda covid-19 positivo instalado no Seminário do Bom Pastor, Valongo, onde as equipas já tiveram de retardar altas pelas "desculpas esfarrapadas" das famílias.



“Já recebemos dois sem-abrigo e já notamos casos em que a família tem relutância em vir buscar [o familiar], mas acreditamos que o corte já existia para trás. A pandemia vem salientar um problema que já existe na sociedade há bastante tempo, que é o abandono ou desleixo com os idosos”, descreve à agência Lusa Ariana Ribeiro, diretora técnica do centro que abriu na freguesia de Ermesinde a 26 de outubro.

Com instalações cedidas pela Diocese do Porto e logística assegurada pelas câmaras de Valongo e de Gondomar para apoio na limpeza e refeições, o Centro de Retaguarda Distrital já recebeu 154 doentes. Atualmente acolhe 23 e o máximo que teve em simultâneo foi 34, em dezembro.

A montagem do centro ocorreu “num ápice”, quando Portugal caminhava para o pico da segunda vaga em 2020, a pedido da Administração Regional de Saúde do Norte (ARS-N), descreveu à Lusa o presidente da Comissão Distrital de Proteção Civil do Porto, Marco Martins, que lamenta os casos em que a estadia “acaba por ser prolongada mais do que o necessário por dificuldade de retorno ao local de origem”.

“Há casos pontuais de familiares que invocam motivos que são desculpas esfarrapadas”, conta responsável.

Marco Martins não esconde outras dificuldades, como a fixação das equipas, lembrando casos de funcionários que abandonaram o trabalho ao fim de um ou dois dias ou mesmo a meio do turno.

“Ainda é muito difícil manter uma equipa forte e coesa, porque nem toda a gente tem capacidade e experiência para a área da geriatria, disponibilidade para trabalhar por turnos [de oito horas] e existe o medo generalizado da covid-19, o que não ajuda”, descreve Ariana Ribeiro.


A responsável conta com 14 auxiliares de ação direta e quatro auxiliares de ação geral. Faltam-lhe atualmente duas pessoas na equipa que é assegurada pela Segurança Social.

Já à ARS-N cabe afetar a estes centros — existentes em todos os distritos do país — os recursos clínicos. Em Ermesinde trabalham oito enfermeiros, dois em cada turno, uma médica e uma diretora clínica.

As refeições — pequeno-almoço, almoço, lanche, jantar e ceia — são asseguradas pela Gondomar Social, uma instituição particular de solidariedade social.

Centros de Retaguarda como o do Seminário do Bom Pastor destinam-se a doentes sem retaguarda familiar ou condições nas casas ou instituições onde habitam.

Ou seja, estão em condições de ter alta hospitalar, mas necessitam de cumprir isolamento.

De acordo com informação da tutela com data de 01 de fevereiro, a Rede Nacional de Estruturas de Apoio de Retaguarda (EAR), criada no âmbito da pandemia de covid-19, inclui 28 estruturas operacionais instaladas nos 18 distritos do país.

No Porto, a Comissão Distrital de Proteção Civil, ARS-N, câmaras e Segurança Social criaram quatro espaços.

O Bom Pastor e o antigo hospital da Misericórdia de Paços de Ferreira, na região do Tâmega e Sousa, ambos “covid-19 positivo”, para pessoas infetadas com o novo coronavírus.

Somam-se a Pousada da Juventude do Porto e um espaço no Mosteiro de Santa Escolástica, em Santo Tirso, que, preparado desde novembro não chegou a abrir, ambos “covid-19 negativo”.

“Não abriu por falta de recursos humanos, mas entretanto, neste momento, já não se justifica. Se necessário está preparado”, garante Marco Martins.



continue a lêr: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/centros-de-retaguarda-lutam-contra-virus-e-desculpas-esfarrapadas-de-familias
 
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #350 em: 06/02/2021, 12:04 »
 
 
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #351 em: 06/02/2021, 15:30 »
 
Associação de deficientes de Trás-os-Montes revoltada por falta de vacinas
por RTP
   
Ainda não receberam qualquer dose da vacina os utentes e funcionários da associação sócio-cultural dos deficientes de Trás-os-Montes. A instituição manifesta revolta, porque tinha sido considerada prioritária.

https://www.rtp.pt/noticias/pais/associacao-de-deficientes-de-tras-os-montes-revoltada-por-falta-de-vacinas_v1295293

 
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #352 em: 07/02/2021, 14:32 »
 
Covid-19: Portugal com mais 204 óbitos e ultrapassa as 14 mil mortes. Há ainda registo de mais 3.508 novos casos
MadreMedia
7 fev 2021 14:06


Atualidade · 1 fev 2021 14:32

Portugal registou hoje 204 mortes relacionadas com a covid-19 e 3.508 casos de infeção com o novo coronavirus, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).
Covid-19: Portugal com mais 204 óbitos e ultrapassa as 14 mil mortes. Há ainda registo de mais 3.508 novos casos
O boletim da DGS volta a revelar uma diminuição no número de doentes em cuidados intensivos.

Estão internadas em Portugal 6.248 pessoas com a doença, mais 90 do que este sábado, das quais 865 em unidades de cuidados intensivos, menos 26.

Os dados de hoje revelam ainda que 6.573 pessoas foram dadas como recuperadas, fazendo subir para 606.166 o número de recuperados desde o início da pandemia em Portugal, em março de 2020.

Portugal já registou 14.158 mortes associadas à covid-19 e 765.414 casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2, estando hoje ativos 145.090 casos, menos 3.269 do que no sábado.


Fonte: Sapo24
 

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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #353 em: 08/02/2021, 10:58 »
 
COVID-19: DGS só recomenda uso da vacina da AstraZeneca em pessoas com menos de 65 anos

N.N./Lusa
8 fev 2021 08:55
Atualidade

Vacina Vacinação Pandemia DGS Coronavírus COVID-19 AstraZeneca
COVID-19. Perda de doses deve evitar-se mas vacinação deve respeitar prioridades, recomenda DGS

A Direção-Geral da Saúde (DGS) considera que, até novos dados estarem disponíveis, a vacina contra da COVID-19 da Universidade de Oxford/AstraZeneca deve ser preferencialmente utilizada para pessoas
EPA/JOE GIDDENS

Numa norma divulgada no seu ‘site’, a DGS acrescenta, no entanto, que "em nenhuma situação deve a vacinação de uma pessoa com 65 ou mais anos de idade ser atrasada" se só estiver disponível esta vacina.

A DGS recorda que a vacina da AstraZeneca está aprovada para prevenção da COVID-19, causada pelo vírus SARS-CoV-2, em pessoas com idade igual ou superior a 18 anos e diz também que "em nenhuma situação deve a vacinação de uma pessoa com 65 ou menos anos de idade ser atrasada se só estiver disponível uma vacina de mRNA".



Esquema vacinal recomendado
Na norma hoje divulgada, a DGS informa que o esquema vacinal recomendado para esta vacina da Astrazeneca é de duas doses com intervalo de 12 semanas e lembra que, se após a 1.ª dose for confirmada infeção por SARS-CoV-2, "não deve ser administrada a 2.ª dose".

Se foi administrada a 1.ª dose a uma pessoa que tenha estado infetada por SARS-CoV2, não deve ser administrada a 2.ª dose, diz ainda a DGS, que recomenda que, se houver atraso em relação à data marcada para a 2.ª dose, ou, por qualquer motivo, não puder ser administrada a 2.ª dose, "a mesma será administrada logo que possível". "O esquema vacinal deve ser completado com uma dose de vacina da mesma marca", acrescenta.


Sobre a gravidez e amamentação, a DGS considera que "não existem dados sobre a administração desta vacina durante a gravidez" e que estudos feitos em animais "não indicaram efeitos negativos no feto ou na grávida".

"Se os benefícios esperados ultrapassarem os potenciais riscos para a mulher, a vacina poderá ser considerada, por prescrição do médico assistente. Não é necessário evitar a gravidez após a vacinação", considera.

A DGS lembra ainda que se desconhece-se se a vacina é excretada no leite humano, no entanto, "por ser uma vacina de um vetor viral geneticamente modificado sem capacidade replicativa, não é expectável a existência de efeitos adversos na criança amamentada, à semelhança das vacinas inativadas" e sublinha que as mulheres que estejam a amamentar e sejam pertencentes a grupos de risco "podem ser vacinadas" e que "não se recomenda parar a amamentação após a vacinação".

Na norma, a autoridade nacional de saúde recorda que "as pessoas com sintomas sugestivos de COVID-19 não devem dirigir-se à vacinação sem que seja excluída a infeção por SARS CoV-2" e que as que estiverem em isolamento profilático "devem adiar a vacinação para quando este terminar".

"Se, entretanto, desenvolverem sintomas e for confirmada a infeção por SARS CoV-2, não serão priorizadas para a 1.ª dose da vacina e não será administrada a 2.ª dose se já tiverem recebido a 1.ª dose", esclarece.

A DGS refere que não está estudada a interação da vacina da AstraZeneca com outras, mas, uma vez que se trata de uma nova vacina e "para permitir a valorização de eventuais efeitos adversos, a administração desta vacina deve, sempre que possível, respeitar um intervalo de duas semanas em relação à administração de outras vacinas". Contudo, "se tal implicar um risco de não vacinação, a mesma não deve ser adiada", recomenda.


Fonte: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/covid-19-vacina-da-astrazeneca-deve-ser-dada-a-pessoas-ate-aos-65-anos
 
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #354 em: 08/02/2021, 15:13 »
 
Mais 196 mortes e 2.505 infetados. É o número mais baixo de novos casos desde o início do ano
Daniela Costa

Maria Lima dos Santos

Nuno de Noronha

N.N.
8 fev 2021 14:20

Boletim epidemiológico COVID-19 Coronavírus Direção-Geral da Saúde Cuidados intensivos DGS Pandemia UCI


Desde março morreram 14.354 pessoas com COVID-19 em Portugal. Os números foram divulgados esta segunda-feira no boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS).
COVID-19: Mais 196 mortes e 2.505 infetados. É o número mais baixo de novos casos desde o início do ano
JOSÉ COELHO/LUSA
Desde o início da pandemia, Portugal registou 14.354 mortes associadas à COVID-19 e 767.919 casos de infeção. Em relação a domingo, contabilizam-se mais 196 óbitos e 2.505 infetados. A última vez que houve menos novos casos foi em 28 de dezembro com 2.093 novos infetados.

Hoje registaram-se também mais 6.755 doentes recuperados. Ao todo há já 612.921 casos de recuperação relacionados com a doença em território nacional.



A região de Lisboa e Vale do Tejo, com 1.760 novos infetados, é a área do país com mais novas notificações, com 70,3% do total de diagnósticos nas últimas 24 horas.

O relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24h00 de ontem, indica que a região de Lisboa e Vale do Tejo Norte é a que regista o maior número de mortes acumuladas relacionadas com o vírus SARS-CoV-2 com 5.790 (+100 do que ontem), seguida do Norte com 4.849 óbitos (+32), Centro (2.559 +38) e Alentejo (813 +19). Pelo menos 264 (+4) mortos foram registadas no Algarve. Há 26 (=) mortes contabilizadas nos Açores. Na Madeira registam-se 53 óbitos (+3) associados à doença.

Em todo o território nacional, há 6.344 doentes internados, mais 96 que ontem, e 877 em unidades de cuidados intensivos (UCI), mais 12 do que no domingo.

De acordo com o boletim da DGS sobre a situação epidemiológica, existem 140.644 casos ativos da infeção em Portugal – menos 4.446 que ontem - e 180.905 pessoas em vigilância pelas autoridades – menos 6.535.

Segundo o documento, os concelhos com maior incidência cumulativa a 14 dias por 100 mil habitantes em território nacional são Castelo de Vide (6680), Penedono (5789) e Aguiar da Beira (4751).



Fonte: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/covid-19-em-portugal-mais-196-mortes-e-2-505-novos-casos
 
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #355 em: 09/02/2021, 13:09 »
 
Covid-19: Pico de infeções foi registado a 29 de janeiro e vacinação pode salvar 3500 vidas. Acompanhe aqui a reunião no Infarmed
MadreMedia

9 fev 2021 10:07
Atualidade

Saúde Infarmed Covid-19
Covid-19: Marcelo, Ferro, Costa e partidos reúnem-se com peritos por videoconferência

O pico de infeções foi registado a 29 de janeiro, estima-se que em duas semanas o número diário de casos baixe para cerca de três mil e que até setembro esteja 70% da população vacinada, salvando 3500 vidas. As conclusões dos epidemiologistas sobre a evolução da pandemia em Portugal, num momento em que o país se encontra em confinamento geral por causa da covid-19.




Portugal vive uma “trajetória descendente da epidemia”, tendo o pico de infeções sido registado a 29 de janeiro, com 1.669 casos por 100 mil habitantes, diz André Peralta Santos, da Direção-Geral da Saúde (DGS). Em causa estão os números relativos à incidência das infeções pelo vírus responsável pela covid-19 a 14 dias por cada cem mil habitantes.

Assim, nos últimos dias "tivemos uma consolidação desta tendência decrescente", contrastando com o cenário na última reunião do Infarmed, a 9 de janeiro, quando a curva da incidência estava a subir.

Já o pico da mortalidade terá sido atingido na primeira semana de fevereiro, depois de ter chegado, em janeiro, a um aumento de "quase três vezes em relação ao pico de dezembro", refere ainda o especialista.

No caso das hospitalizações totais, surge a "indicação de um pico", o que não acontece no caso das unidades de cuidados intensivos (UCI), onde o pico ainda se está a formar "sem tendência definida".

Todavia, o especialista da DGS alerta que o país continua com um número de casos "extremamente elevado". Apesar disso, o confinamento agora em vigor pode ser suficiente  para travar a propagação da doença.

Apoiado por um mapa, sobre a variante britânica, André Peralta Santos mostra que “há um maior foco na área de Lisboa e Vale do Tejo, com um foco no Alentejo litoral, na região de Coimbra e a Norte menos prevalente”.

Mais  dois meses de confinamento é essencial para aliviar os cuidados intensivos

Na apresentação realizada na reunião do Infarmed (Lisboa) entre especialistas e políticos, o responsável pela Unidade de Investigação Epidemiológica do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge, Baltazar Nunes, enfatizou a importância das medidas de restrição aplicadas em meados de janeiro, que se traduziram numa “redução muito mais acentuada da transmissibilidade” do vírus SARS-CoV-2.


“Estávamos com um Rt máximo de 1,24 no dia 04 de janeiro e foi possível trazer o Rt para baixo de 1, estimado para 0,78 para o último dia de análise, no dia 03 de fevereiro”, declarou Baltazar Nunes.

Perante estes dados, o investigador do INSA sublinhou que um prolongamento destas medidas por mais dois meses será essencial para aliviar o nível de ocupação nas unidades de cuidados intensivos dos hospitais e também diminuir o nível de incidência acumulada a 14 dias, que segundo Baltazar Nunes, “ainda se encontra a níveis considerados extremamente elevados”.

“Precisamos de manter estas medidas de confinamento por um período de dois meses para trazer o número de camas ocupadas em cuidados intensivos abaixo das 200 e a incidência acumuladas a 14 dias abaixo dos 60 casos por 100 mil habitantes”, explicou.

Baltazar Nunes, que falava sobre a evolução da incidência e transmissibilidade da covid-19, revelou que "o R se encontra abaixo de 1 em todas as regiões do continente e nos Açores, estando apenas na Madeira com um valor de 1,13, que indica uma fase de crescimento. Podemos ainda verificar que a redução é clara".

Em janeiro, a incidência do vírus foi mais forte nos jovens adultos, entre os 25 e os 30 anos, e nos mais velhos, com 80 anos ou mais.

Portugal é, na União Europeia, o país que mais reduziu a mobilidade. "No dia 1 de janeiro, Portugal estava entre os países com maior mobilidade. A 15 de janeiro reduz um bocado, mas ainda está nos países com maior mobilidade", descreve Baltazar Nunes.


"Neste momento os países com mobilidade mais reduzida são Áustria, Reino Unido, Holanda e Irlanda. Mais recentemente, a partir de 19 de janeiro — quando as medidas são introduzidas — começámos a ver que Portugal passa para os países com redução de mobilidade e, atualmente, Portugal é o país com uma redução de mobilidade mais acentuada na União Europeia, com uma diminuição na ordem dos 66%", disse.

120 mil casos da variante britânica — mas abaixo da curva projetada

João Paulo Gomes, investigador do Instituto Nacional de Saúde Pública Dr. Ricardo Jorge, explicou as variantes do vírus responsável pela covid-19 e descreve que Portugal tem sido "assolado" pela britânica.

Entre dezembro e fevereiro, circularam em Portugal 120 mil casos desta variante do Reino Unido. Ainda assim, o pior cenário não se deverá concretizar: para a próxima semana estava projetado que 65% dos casos seriam causados por esta variante. Todavia, "desviámo-nos completamente da curva projetada na altura”, explica João Paulo Gomes. “São ótimas notícias”

3 mil casos diários de infeção dentro de duas semanas

Manuel Carmo Gomes estimou na reunião do Infarmed esta manhã que dentro de 14 dias veremos "uma redução para metade do número de casos", para cerca de 3 mil casos por dia.

Antes, o epidemiologista referiu que em janeiro — "um mês que foi muito mau em termos de saúde pública" em que "andámos atrás da epidemia" — os grupos com maior risco de infeção foi o de 18-24, seguido do grupo +80 anos.

Manuel do Carmo referiu que assistimos a um "estacionamento da velocidade de contágio" entre 15 e 22 de janeiro, tendo assistido depois a uma suave descida. A grande desaceleração da velocidade de contágio dá-se de forma mais visível a 28-29 de janeiro, fruto das medidas mais restritivas de confinamento adotadas a 21 de janeiro.


Caso estas medidas não tivessem sido adotadas, teríamos um pico de infeções mais tardio e mais alto, referiu.

Para o especialista "a resposta gradual [à pandemia] é insuficiente" e urgiu a medidas mais agressivas de combate ao vírus.

Salientando a importância da testagem para garantir que um eventual desconfinamento não leva ao descontrolo da pandemia no país, Manuel do Carmo coloca algumas linhas vermelhas a partir das quais se devem tomar medidas mais fortes: "Não ter um R que não ultrapasse 1,1 durante demasiados dias; uma percentagem de testes positivos que não permita à positividade chegar aos 10%, mas andar nos 5%; e uma incidência que não ultrapasse aquilo que as autoridades de saúde considerem ser a capacidade do Sistema Nacional de Saúde dar resposta a doentes covid e doentes não covid".

Na sua estimativa, em termos práticos, estamos a falar de um cenário que ultrapasse os 2000 novos casos por dia, cerca de 1500 hospitalizações, dos quais 200 pessoas em Unidades de Cuidados Intensivos.

É preferível ter duas semanas de confinamento mais restritivo do que seis ou sete semanas, defendeu.

70% da população vacinada até ao final de setembro; 3500 vidas salvas

O especialista Henrique de Barros adiantou que neste momento se está a trabalhar com uma estimativa que prevê que 70% da população esteja vacinada até ao final de setembro, o que significava ter dois milhões de pessoas vacinadas até ao final de abril e cerca de 5 milhões de pessoas até entre maio e setembro.

Neste cenário — e com 90% de eficácia da vacinação — poderão salvar-se 3500 vidas até ao final do verão.


Segundo o epidemologista, no dia em que se iniciou a vacinação cerca de 1 milhão de portugueses já tinham sido infetados e estavam imunes, mas esta é uma "perspectiva conservadora", disse, adiantando que o valor mais real será na ordem de um milhão e meio.

Salientando que um reforço da capacidade de vacinação teria um papel fulcral na gestão dos recursos de saúde, o especialista adiantou que uma aceleração neste processo pode significar que "podemos imaginar-nos a sair da situação atual no final de verão".

"Estamos no momento de estrangulamento de disponibilidade de vacinas"

"Estamos no momento de estrangulamento de disponibilidade de vacinas. A cadeia logística começa com a disponibilidade de vacinas, depois elas são distribuídas e depois são administradas. O problema que Portugal enfrenta neste momento é uma dificuldade de disponibilidade de vacinas ou aquisição de vacinas. Não é o problema nem da distribuição, nem da sua administração que não tem sido perturbada, mas sim a disponibilidade que tem de vacinas", começou por dizer o vice-almirante Henrique Gouveia Melo, coordenador da taks force que coordena o plano de vacinação contra a covid-19.

Reunião em formato misto

No Infarmed, em Lisboa, desde as 10:00, estão presentes a maioria dos epidemiologistas e a ministra da Saúde, Marta Temido. Os restantes participantes, Marcelo Rebelo de Sousa, António Costa e Ferro Rodrigues, os membros do Conselho de Estado e parceiros sociais, vão acompanhar a reunião por videoconferência.

Pela Direção Geral da Saúde, André Peralta Santos abre a reunião com uma intervenção sobre a situação epidemiológica do país, seguindo-se uma comunicação de Baltazar Nunes, do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge, sobre a evolução da incidência e transmissibilidade da covid-19.


Depois, também pelo Instituto Nacional de Saúde Ricardo, Jorge João Paulo Gomes fala sobre as variantes genéticas do novo coronavírus em Portugal, e Manuel Carmo Gomes, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, sobre a evolução epidemiológica e critérios de atuação.

Antes do debate, com início previsto para as 12:00, Henrique de Barros (Universidade do Porto) fará uma comunicação em matéria de vacinação e seus efeitos nos internamentos e na mortalidade, Carla Nunes (Universidade Nova de Lisboa) abordará a questão das "perceções sociais" sobre a covid-19 e, finalmente, o novo coordenador da `task force´ para o plano de vacinação em Portugal, Henrique Gouveia e Melo, fará um ponto de situação sobre a forma como está a evoluir este processo no país.

A reunião, a 15.ª, será parcialmente transmitida nas redes sociais do Governo.

Durante a tarde iniciam-se, também por videoconferência, as audiências do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, aos partidos com assento parlamentar, um passo que tem antecedido a renovação do estado de emergência. Hoje serão ouvidos os representantes da Iniciativa Liberal, do Chega, do PEV, do PAN e do CDS-PP.


Portugal continental entrou num novo confinamento geral no dia 15 de janeiro, com os portugueses sujeitos ao dever de recolhimento domiciliário, em que apenas se prevê deslocações autorizadas num quadro muito limitado, para comprar bens e serviços essenciais ou desempenho de atividades profissionais.

Inicialmente, o Governo manteve as escolas com o ensino presencial, mas corrigiu essa decisão na semana seguinte e suspendeu as aulas de todos os graus de ensino face ao continuado agravamento da situação epidemiológica do país.


O Governo determinou a obrigatoriedade do teletrabalho, sempre que as funções em causa o permitam, sem necessidade de acordo das partes, prevendo que o seu incumprimento seja considerado uma contraordenação muito grave.

Ao fim de três semanas de vigência de normas apertadas de confinamento, o país tem registado nos últimos dias sucessivas reduções do número de infetados com o novo coronavírus, embora os hospitais permaneçam sob grande pressão e continuem a aumentar ligeiramente o número de internamentos e de doentes em cuidados intensivos.

No Governo, é praticamente certo que nenhuma medida de alívio das restrições à atividade será levantada a curto prazo. Entre os epidemiologistas, prevalece a tese de que o país não poderá começar a desconfinar enquanto não baixar de forma sustentada para os dois mil casos novos de infeção por dia.

Portugal registou 196 mortes relacionadas com a covid-19 e 2.505 casos de infeção com o novo coronavírus, segundo o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde (DGS), divulgado na segunda-feira.

O boletim da DGS revelou também que estão internadas 6.344 pessoas, mais 96 do que no domingo, das quais 877 em unidades de cuidados intensivos, ou seja, mais 12.




Fonte: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/covid-19-autoridades-de-saude-atualizam-os-dados-da-pandemia-no-infarmed-acompanhe-aqui
 
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Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #356 em: 09/02/2021, 16:05 »
 
Queda acentuada de casos ativos num dia com 203 mortes e 2583 infeções


Foto: BERTRAND GUAY / AFP

Hoje às 14:23

Coronavírus


Portugal reportou, esta terça-feira, 203 mortes associadas à covid-19, num dia com mais 2583 casos identificados da doença, números similares aos de segunda-feira.

O boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS) reporta, esta terça-feira, mais 203 mortes associadas à covid-19 e um acréscimo de 2583 infeções causadas pelo vírus da SARS-CoV-2 nas últimas 24 horas, números similares aos de segunda-feira, quando foram reportados 196 óbitos e 2505 casos. O total de vítimas subiu para 14557, enquanto o acumulado de casos desde 2 de março ascende, agora, a 770502.

O número de pessoas internadas diminuiu em 274, a maior descida entre os hospitalizados desde o início da pandemia, com o total a cair para 6070. Os pacientes em cuidados intensivos são agora menos 15, para um total de 862 hospitalizados em estado considerado grave, menos três que os registados no início do mês.

Num dia com 15157 recuperados, 628078 no total, Portugal registou uma descida acentuada dos casos ativos da doença, menos 12777 do que no domingo, para um total de 127867. Ficam sob vigilância das autoridades de saúde um total de 171554 portugueses - menos 9351 do que ontem.

Duas mortes entre os "trintões"

Dos 203 óbitos reportados esta terça-feira, uma subida de sete relativamente aos 196 anotados na segunda-feira, registam-se dois entre pessoas com menos de 40 anos, um homem e uma mulher, numa faixa etária que perdeu 36 vidas desde o início da pandemia.

O escalão etário seguinte, dos 40-49 anos, reportou três óbitos, dois homens e uma mulher, para um acumulado que vai nos 130, enquanto a faixa dos cinquentões registou seis falecimentos, quatro homens e duas mulheres (373 desde o início da pandemia).

A idade está comprovada como fator de agravamento da letalidade da doença, verificada dia após dia pelos dados da DGS, com mais 17 óbitos (dez homens e sete mulheres) e 43 entre os septuagenários (29 masculinos e 14 femininos), numa faixa etária que passou os 300 óbitos desde o início da pandemia.

Entre os mais velhos, perderam-se 132 vidas nas últimas 24 horas, 55 homens e 77 mulheres. Com 9754 óbitos desde o início da pandemia, a faixa etária acima dos 80 anos representa 67% do total nacional das 14557 mortes associadas à covid-19.



Fonte: JN
 
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Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #357 em: 10/02/2021, 14:11 »
 
Covid-19: Portugal com mais 161 mortes e 4.387 novos casos de infeção

Portugal totaliza agora 14.718 mortes associadas à Covid-19 e 774.889 casos de contágio confirmados por teste, indica o boletim epidemiológico divulgado pela DGS.
Covid-19: Portugal com mais 161 mortes e 4.387 novos casos de infeção


© PATRICIA DE MELO MOREIRA/AFP via Getty Images


AGORA MESMO POR ANABELA SOUSA DANTAS

Orelatório da situação epidemiológica divulgado esta quarta-feira pela Direção-geral de Saúde (DGS) indica que Portugal notificou nas últimas 24 horas mais 4.387 diagnósticos positivos do novo coronavírus (o que representa um aumento de 0,57% em relação ao total acumulado do dia anterior), elevando o número total para 774.889.


No mesmo período, foram registadas mais 161 mortes associadas à Covid-19, sendo a variação de 1.11%. Morreram, desde o início da pandemia em Portugal, 14.718 pessoas por causa do vírus SARS-CoV-2
.


Fonte: Notícias ao Minuto
 
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Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #358 em: 10/02/2021, 14:44 »
 
GRÁFICO DE NOVOS CASOS A NÍVEL MUNDIAL


As boas notícias acerca da pandemia tornam-se cada vez mais consistentes. Sabemos que não adianta cada parte do mundo estar numa boa situação pandémica, se a globalidade mostrar um agravamento, isso só indicia que o nosso mal vem a caminho.
Ao fim de quase um ano num constante agravamento da situação, o mundo vê a luz ao fim do túnel, e a queda de novos casos Covid-19 é evidente e regista um ritmo acelerado.
Naturalmente, pede-se um último esforço a todos para que os dias difíceis comecem a ficar para trás



Fonte: facebook
 
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #359 em: 11/02/2021, 10:08 »
 
Mulher recupera de covid-19 a dois dias de fazer 117 anos


Lucile Randon após recuperar da covid-19   -   Direitos de autor  NICOLAS TUCAT/AFP or licensors

Lucile Randon tem muito para contar, mas recentemente viu mais um capítulo ser acrescentado à longa história de vida. A freira francesa é considerada a mulher mais velha da Europa. A dois dias de completar 117 anos, recuperou da coivd-19.

Quando lhe perguntam como passou os dias com a doença tantas vezes fatal, a irmã responde com as dúvidas que os poucos ou inexistentes sintomas lhe deixaram.

"Não estou certa de que a tive, não sei. Disseram-me que sim, estava muito cansada, é verdade, mas não me apercebi disso, de facto não dei conta", afirma.

Lucile nasceu no sul de França a 11 de fevereiro de 1904.

Este ano, a 16 de janeiro, um teste ao coronavírus deu positivo, obrigando-a a respeitar uma rigorosa quarentena no quarto da residência onde vive.

Diz quem cuida da freira que, apesar de não se sentir doente, esteve sempre preocupada com a possibilidade de contagiar os demais residentes. Fora isso, garante a própria Lucile, nem sequer teve medo do vírus.

Fonte: pt.euronews.com  Link: https://pt.euronews.com/2021/02/10/mulher-recupera-de-covid-19-a-dois-dias-de-fazer-117-anos
"A justiça é o freio da humanidade."
 
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