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Autor Tópico: Tudo relacionado com o Coronavírus  (Lida 294209 vezes)

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Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #375 em: 24/02/2021, 17:42 »
 
 
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Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #376 em: 26/02/2021, 14:43 »
 
 
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #377 em: 27/02/2021, 20:25 »
 
 
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Offline salgado18

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #378 em: 28/02/2021, 14:15 »
 
Portugal com 41 mortes em dia com 718 novos casos de Covid-19



A Direção-Geral da Saúde partilhou o novo balanço epidemiológico de evolução da Covid-19 em Portugal.

© Jorge Mantilla/NurPhoto via Getty Images

Notícias ao Minuto
28/02/21 14:04 ‧ HÁ 4 MINS POR NOTÍCIAS AO MINUTO

PAÍS COVID-19

Obalanço da Direção-Geral da Saúde (DGS) deste domingo revela que Portugal registou, nas últimas 24 horas, mais 41 mortes por Covid-19. O total acumulado de vítimas mortais é agora de 16.317.


Há ainda a registar mais 718 casos confirmados do SARS-CoV-2, o que eleva o total de infeções, desde o início da pandemia para os 804.562.

Em comparação a ontem, há uma variação de 0,25% no número de vítimas mortais e de 0,09% no número de infetados.



Noticias ao minuto
 
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Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #379 em: 01/03/2021, 16:58 »
 
 
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #380 em: 02/03/2021, 16:27 »
 
 
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #381 em: 03/03/2021, 15:34 »
 
 
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #382 em: 04/03/2021, 19:45 »
 
 
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #383 em: 05/03/2021, 14:37 »
 
COVID-19: Mais 28 óbitos, 949 infetados e 1.606 recuperados em 24 horas. Internamentos em queda
Daniela Costa

5 mar 2021 14:01

Boletim epidemiológico COVID-19 Coronavírus Direção-Geral da Saúde Cuidados intensivos DGS Pandemia UCI
COVID-19: Luís Estanislau foi um dos repatriados, mas voltou para a China. “Se for a Portugal, perco o meu emprego”


Em todo o território nacional, há 1.583 doentes internados, menos 125 que ontem. Os números foram divulgados esta sexta-feira no boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS).
COVID-19: Mais 28 óbitos, 949 infetados e 1.606 recuperados em 24 horas. Internamentos em queda


MIGUEL A. LOPES/LUSA
Desde o início da pandemia, Portugal registou 16.486 mortes associadas à COVID-19 e 808.405 casos de infeção. Em relação a quinta-feira, contabilizam-se mais 28 óbitos e 949 infetados.

Hoje registaram-se também mais 1.606 casos de recuperação. Ao todo há já 728.659 doentes recuperados da doença em território nacional.

COVID-19: Miguel Matos não voltou para a China. “Estive no olho do furacão e vim apanhar o vírus aqui”

O relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24h00 de ontem, indica que a região de Lisboa e Vale do Tejo Norte é a que regista o maior número de mortes acumuladas relacionadas com o vírus SARS-CoV-2 com 6.917 (+17 do que ontem), seguida do Norte com 5.244 óbitos (+5), Centro (2.935 +3) e Alentejo (957 +3).

Pelo menos 344 (=) mortos foram registadas no Algarve. Há 28 (=) mortes contabilizadas nos Açores. Na Madeira registam-se 61 óbitos (=) associados à doença.

Internamentos voltam a baixar
Em todo o território nacional, há 1.583 doentes internados, menos 125 que ontem, e 383 em unidades de cuidados intensivos (UCI), menos 16 do que na quinta-feira.

De acordo com o boletim da DGS sobre a situação epidemiológica, existem 63.260 casos ativos da infeção em Portugal – menos 685 que ontem - e 28.881 pessoas em vigilância pelas autoridades – menos 2.160.

Fonte: Sapo
 
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #384 em: 05/03/2021, 14:38 »
 
 
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Offline 100nick

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #385 em: 05/03/2021, 14:52 »
 
Como se passa a pandemia numa instituição para deficientes



Na Cercipóvoa, instituição sediada na Póvoa de Santa Iria que apoia pessoas com deficiência, a vida continua com mais limitações por causa da pandemia
Ivo, Luís e Camilo nunca mais viram as suas famílias. Sandra deixou de poder ir trabalhar. Emídio ficou na instituição, separado da namorada. A pandemia condicionou-lhes a liberdade e roubou-lhes a autonomia. Todos têm deficiência intelectual e mantê-los há quase um ano fechados numa instituição tem sido de uma violência inexplicável. O MIRANTE esteve na Cercipóvoa, instituição sediada na Póvoa de Santa Iria que apoia pessoas com deficiência, a ver como se passa a pandemia.

Sandra Paulino deixou de poder ir para a farmácia, onde estava integrada e trabalhava há três anos. Foi difícil perceber e aceitar que não podia sair ou abraçar e beijar aqueles de quem gosta.

Na residência autónoma da Cercipóvoa, Ivo, Camilo, Emídio e Luís tentam manter as rotinas de outros tempos. Fazem a cama, tomam banho, põem perfume e vestem a roupa mais arrojada do armário como se fossem passear ou participar numa actividade fora da instituição.

Emídio Materno, 28 anos, não vê a mãe desde Março de 2020, mas é da namorada Mónica - utente que durante a pandemia foi para casa dos seus familiares - de quem diz sentir uma saudade que não cabe no peito.



Fonte: O Mirante
 
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Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #386 em: 06/03/2021, 19:37 »
 
 
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Offline Claram

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #387 em: 06/03/2021, 20:27 »
 
Deficiência intelectual aumenta vulnerabilidade à covid-19

Condição eleva significativamente os riscos de uma pessoa ser infectada pelo Sars-CoV-2 e morrer em decorrência da covid-19, mostra estudo americano. Autores defendem que esses indivíduos façam parte dos grupos prioritários de vacinação

CB
Correio Braziliense
postado em 06/03/2021 06:00
   

 (crédito: David Gannon/AFP - 5/11/20)

Depois da idade avançada, a deficiência intelectual (Leia Para saber mais) é o maior fator de risco de mortalidade em decorrência da covid-19, segundo mostra um estudo americano. No artigo, publicado na última edição da revista especializada New England Journal of Medicine, os investigadores revisaram dados médicos de mais de 120 mil indivíduos com esse tipo de limitação e observaram taxas maiores relacionadas à infecção pelo novo coronavírus e aos desdobramentos da doença, incluindo o óbito. De acordo com os pesquisadores, os resultados sinalizam a necessidade de ampliar os cuidados preventivos voltados a essa parcela da população.


“Investigações anteriores mostram que a expectativa de vida desses pacientes é inferior à da população em geral, mas essa questão ainda não é bem compreendida. Por causa dessas lacunas e do momento tão desafiador em que vivemos, fomos motivados a analisar os efeitos da pandemia nesse grupo”, relatam os autores do artigo.

Para isso, foram analisados dados de 547 instituições coletados entre janeiro de 2019 e novembro de 2020. Ao todo, os cientistas utilizaram registros de 64.858.460 indivíduos, dos quais 128.074 apresentavam alguma deficiência intelectual e 64.730.386 não tinham esse tipo de limitação, formando o grupo de controle.


O estudo mostrou que integrantes do primeiro grupo tinham 2,5 vezes mais risco de serem infectados pelo novo coronavírus, 2,7 vezes mais risco de serem internados no hospital e 5,9 vezes mais risco de morrerem por causa da infecção, considerando a população em geral.

As taxas também foram maiores quando os cientistas compararam os dados com os de pacientes que apresentavam comorbidades diversas. “Os riscos de morrer de covid-19 são maiores para pessoas com deficiência intelectual do que para aquelas com insuficiência cardíaca congestiva, doença renal ou pulmonar, entre outras. Apenas a idade avançada apontou um risco maior de óbito em nossas análises comparativas. Essa é uma percepção profunda que não tínhamos e que é muito importante para a comunidade médica”, enfatiza, em comunicado, Jonathan Gleason, médico e pesquisador da Universidade Thomas Jefferson, nos Estados Unidos.


Mais estudos
Os autores levantaram algumas hipóteses ligadas ao comportamento desses indivíduos com deficiência intelectual na tentativa de explicar as diferenças. Isso porque essa parcela da população costuma ter maior dificuldade para cumprir estratégias que reduzem o risco de infecção, como o uso constante de máscaras e o distanciamento social.

Apesar disso, os especialistas defendem que o tema precisa ser melhor estudado. “Mesmo antes da pandemia, os indivíduos com deficiência intelectual apresentavam um risco maior de sofrer com outros problemas de saúde, mas esse é um tema ainda pouco estudado. Precisamos entender melhor o perfil desse grupo específico”, afirma Gleason.

Segundo a equipe, a criação de um sistema de atendimento médico voltado especialmente para esse grupo é a melhor estratégia para cumprir esse objetivo. “Nosso fracasso em proteger esses pacientes profundamente vulneráveis é de partir o coração. Eu acredito que, se pudermos projetar ferramentas seguras e acessíveis, isso beneficiará a todos nós. Devemos refletir sobre por que falhamos com essa população e como podemos atendê-la melhor durante essa crise de saúde e no futuro”, afirma Wendy Ross, médica e pediatra da universidade americana.

No momento atual, de pandemia, os cientistas defendem que pessoas com deficiência intelectual façam parte do grupo prioritário das campanhas de vacinação. “Eu acredito que esses pacientes e seus cuidadores devem ir para a frente dessa fila, junto com os idosos. O risco alto de óbito que vimos no estudo é um ótimo argumento a ser usado para justificar essa mudança”, afirma Gleason.


Habilidades reduzidas
A deficiência intelectual é definida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a capacidade reduzida de compreender informações novas ou complexas e de aprender e aplicar novas habilidades. Diagnosticada durante a infância, essa limitação ocorre principalmente por problemas genéticos ou desordens ocorridas durante o desenvolvimento embrionário que podem causar danos na estrutura do cérebro. Entre as mais comuns, estão a síndrome de Down (problemas cognitivos e de fala), a síndrome do X frágil (problemas cognitivos) e síndrome de Angelman (problemas cognitivos e alterações na face).

O termo sofreu algumas mudanças de nomenclatura no passado, como oligofrenia, retardo mental, atraso mental e deficiência mental. Especialistas destacam que a deficiência intelectual é diferente da doença mental, já que a primeira se caracteriza pela dificuldade em realizar tarefas por problemas no desenvolvimento cognitivo ocorridos antes dos 18 anos, e a segunda engloba uma série de condições que causam alterações de humor e comportamento.

Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-e-saude/2021/03/4910503-deficiencia-intelectual-aumenta-vulnerabilidade-a-covid-19.html
 
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Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #388 em: 07/03/2021, 19:49 »
 
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #389 em: 08/03/2021, 20:42 »
 
 

 



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