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Autor Tópico: Tudo relacionado com o Coronavírus  (Lida 130790 vezes)

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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #720 em: 11/11/2021, 11:08 »
 
Covid-19: Discriminações raciais e de género no acesso global à vacina? Ativistas pedem à ONU que investigue

11.11.2021 às 09h30
Mariana Almeida Nogueira


Fonte imagem: SIA KAMBOU/AFP via Getty Images

Um grupo de associações e especialistas em Saúde Pública acusa certos países ricos de violar a Lei internacional dos Direitos Humanos e a Convenção Internacional para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial e exige que as patentes sobre tratamentos, testes e vacinas contra a Covid-19 sejam levantadas

ma coligação internacional, composta por associações defensoras dos direitos humanos, especialistas em saúde pública e organizações da sociedade civil, decidiu tomar medidas legais contra os EUA, Reino Unido, Alemanha, Noruega e Suíça.

A Aliança Africana, o Centro para os Direitos Económicos e Sociais, o Centro de Estudos Legais e Sociais da Argentina, o Grupo dos Direitos das Minorias, a Oxfam International e a Treatment Action Campaign acusam tais países de violar a lei internacional dos Direitos Humanos ao não intervir no que tem sido aquilo que definem como “uma aplicação injusta e racialmente discriminatória da vacina contra a Covid-19 e de outras tecnologias de saúde usadas para tratar a doença”.

As nações em questão, por se recusarem a levantar as patentes em todas as tecnologias médicas relacionadas com a Covid-19, são acusadas de violar a Convenção Internacional para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial.

Esta convenção, ratificada por quase todos os países do mundo, exige que os países tomem medidas eficazes “para rever as políticas governamentais, nacionais e locais e para alterar, rescindir ou anular quaisquer leis ou regulamentos que tenham o efeito de criar ou perpetuar a discriminação racial onde quer que ela exista.”

Os mais afetados pela dificuldade em aceder a certas tecnologias e tratamentos mais caros são, já se sabe, os países em vias de desenvolvimento, sobretudo no Hemisfério Sul.

Taxas de mortalidade elevadas, percentagens irrisórias de população vacinada e uma grande dificuldade em rastrear a progressão da pandemia, por falta de acesso a testes e reagentes necessários à realização dos mesmos, são algumas das consequências apontadas no documento.

“Quando dizemos, por exemplo, que em África não há casos, porque a população é jovem e vive muito afastada, devíamos refletir sobre os casos que começaram a aparecer na África do Sul a partir do momento em que há dinheiro para testar”, comenta o especialista em Saúde Pública da Universidade Católica de Lisboa Henrique Lopes.

Num apelo dirigido ao Comité da Organização das Nações Unidas para a Eliminação da Discriminação Racial (CERD), a coligação sublinha ainda que, mesmo perante as assimetrias existentes, EUA, Reino Unido, Alemanha, Noruega e Suíça recusaram o pedido da Índia e da África do Sul, feito em outubro de 2020 e renovado em maio de 2021, à Organização Mundial do Comércio, para o levantamento temporário das patentes das tecnologias de saúde relacionadas com a prevenção, gestão e tratamento da Covid-19.

Números que fazem pensar

Quase dois anos após o início da pandemia, enquanto a maioria dos países do Hemisfério Norte começa, literalmente, a respirar melhor, a Sul do Equador o cenário é diferente. Basta olhar os números para sentir a necessidade de parar e pensar sobre o que se está a passar.

Tal como o Secretário Geral das Nações Unidas sublinhou em setembro, 73% das doses existentes de vacinas contra a Covid-19 foram administradas apenas em 10 países. Os países ricos administraram 61 vezes mais doses per capita do que os países mais pobres e entregaram apenas 14% das 1.8 mil milhões de doses prometidas aos países pobres.

Neste momento, apenas 5,8% dos africanos foram vacinados. E, enquanto os 10 países mais ricos do mundo acumularão 870 milhões de doses excedentes de vacinas até o final de 2021, os países do Hemisfério Sul deverão perder 2.3 biliões de dólares até 2025, caso não consigam vacinar 60% de população até meados de 2022.

“As assimetrias são absurdas. Onde há pessoas não há vacinas e onde há vacinas não há pessoas”, afirma Henrique Lopes, sublinhando que os países que estiveram dispostos a pagar acima do preço de mercado tiveram imediatamente acesso à vacinação. “Ao ponto de Israel ter deitado fora um milhão de vacinas”.

Henrique Lopes revela ainda que da primeira produção de 25 milhões de vacinas, só 29 foram destinadas aos países pobres. “Teria sido menos ostensivo dizer que não havia vacinas”.

    "Da primeira produção de 25 milhões de vacinas, só 29 foram destinadas aos países pobres. Teria sido menos ostensivo dizer que não havia vacinas"
    henrique lopes – especialista em saúde pública

O mercado rege-se por leis ferozes e o alargamento da vacinação, nos países ricos, a mais faixas etárias, bem como a necessidade de uma terceira dose para os mais idosos, “veio colocar pressão nos processos de compra”, segundo o especialista.

Veja o mapa/grafico no link oficial da notica

Máquinas de produzir variantes

Além de exigir uma renúncia temporária às patentes sobre vacinas, testes e tratamentos para a Covid, o apelo dirigido ao Comité da ONU para a Eliminação da Discriminação Racial pede que seja transferida tecnologia e conhecimento das farmacêuticas relevantes para os muitos fabricantes em todo o mundo que estão à disposição para aumentar a produção dessas tecnologias médicas.

Mas o problema é mais profundo, como aponta Henrique Lopes. Não basta produzir mais, a distribuição tem de ser justa e, até agora, andou longe disso. “Quando a Índia estava em pleno caos de mortalidade, apesar de ser dos maiores produtores de vacinas do mundo, continuava a exportá-las para a Europa. Isto é pérfido”.

    "Quando a Índia estava em pleno caos de mortalidade, apesar de ser dos maiores produtores de vacinas do mundo, continuava a exportá-las para a Europa. Isto é pérfido"
    henrique lopes – especialista em saúde pública

Há ainda um longo caminho a percorrer até podermos considerar que a pandemia está a ser combatida por igual. África tem sido, nas palavras de Henrique Lopes, “o depositário da nossa falta de vergonha”. Não só a falta de testes e vacinas, mas também os maus acessos a hospitais e postos médicos ou a falta de profissionais de saúde fazem do continente uma autêntica “fábrica de variantes”.

Para Tian Johnson, fundador da Aliança Africana e membro da People’s Vaccine Alliance, “ África ficará conhecida como o continente da Covid, não por causa da hesitação vacinal, mas por causa da desigualdade, ganância e inação das empresas farmacêuticas e líderes políticos do Norte”.

Henrique Lopes reforça que é precisamente do interesse mais básico dos países do Norte “que estas pessoas se vacinem, nem que seja numa perspetiva egoísta, mas para isso seria preciso resolver problemas tão a montante como a falta de cadeias de frio estáveis para transportar e armazenar as vacinas sem que elas se estraguem, por exemplo”.

Mas África não está sozinha. O Brasil, certas regiões do México, Índia, Bangladesh e todos os países ricos onde proliferam os movimentos negacionistas e a hesitação vacinal contribuem para um futuro incerto no desenrolar da pandemia.



Fonte: visao.sapo.pt           Link: https://visao.sapo.pt/atualidade/sociedade/2021-11-11-covid-19-discriminacoes-raciais-e-de-genero-no-acesso-global-a-vacina-ativistas-pedem-a-onu-que-investigue/
"O Senhor detesta o caminho dos ímpios, mas ama quem busca a justiça"  Provérbios 15:9"
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #721 em: 16/11/2021, 16:03 »
 


 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #722 em: 17/11/2021, 16:14 »
 




 

Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #723 em: 18/11/2021, 10:00 »
 
Covid-19: Testes rápidos de antigénio voltam a ser gratuitos a partir de sexta-feira

MadreMedia / Lusa
18 nov 2021 07:06


Os testes rápidos de antigénio efetuados nas farmácias e laboratórios aderentes ao regime excecional de comparticipação vão voltar a ser gratuitos a partir de sexta-feira, anunciou hoje o Ministério da Saúde.


Fonte imagem: 24.sapo.pt

A portaria que prorroga o regime aprovado em junho é publicada hoje em Diário da República, adianta o ministério numa nota enviada à agência Lusa.

A comparticipação continua a ser limitada ao máximo de quatro testes por mês e por utente.

O Ministério da Saúde justifica esta renovação do regime tendo em conta a atual situação epidemiológica e a importância de voltar a intensificar a realização de testes para deteção do SARS-CoV-2 de forma progressiva e proporcionada ao risco, que contribuam para o reforço do controlo da pandemia.

Segundo os últimos dados divulgados pela Task Force para a promoção do Plano de Operacionalização da Estratégia de Testagem para SARS-CoV-2, já foram feitos em Portugal mais de 20 milhões de testes de diagnóstico à covid-19 desde o início da pandemia em março de 2020.

Este ano foram efetuados cerca de 48 mil testes por dia, em média, mais de 70% do total de testes de diagnóstico realizados desde o início da pandemia, adiantam os dados divulgados a 06 de novembro.



Fonte: 24.sapo.pt          Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/governo-volta-a-comparticipar-testes-rapidos-de-antigenio
"O Senhor detesta o caminho dos ímpios, mas ama quem busca a justiça"  Provérbios 15:9"
 
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Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #724 em: 18/11/2021, 15:08 »
 
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #725 em: 20/11/2021, 15:23 »
 
Resumo do boletim epidemiológico (últimas 24 horas):
Novos casos: + 2333
Óbitos: 10.
As dez mortes registaram-se no Norte (duas), no Centro (duas), em Lisboa e Vale do Tejo (quatro), no Algarve (uma) e na Madeira (uma).. Os óbitos ocorreram nas faixas etárias entre os 60 e 69 anos (uma), entre os 70 e 79 anos (três) e entre os idosos com mais de 80 anos (seis), indica a DGS.
Recuperados: 1581
Internados: 544 (+16)
Internados em UCI: 88 (+9)
Casos ativos: +742
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #726 em: 21/11/2021, 17:45 »
 
Resumo do boletim epidemiológico (últimas 24 horas):
Novos casos: +2 499
Óbitos: +11
As 11 mortes registaram-se no Centro (três), em Lisboa e Vale do Tejo (quatro), no Alentejo (duas), na Madeira (uma) e nos Açores (uma). Os óbitos ocorreram nas faixas etárias entre os 50 e os 69 anos (uma), os 60 e 69 anos (duas), entre os 70 e 79 anos (uma) e entre os idosos com mais de 80 anos (sete), indica a DGS.
Recuperados: +541
Internados: 597 (+53)
Internados em UCI: 89 (+1)
Casos ativos:+1.947
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #727 em: 22/11/2021, 16:18 »
 


 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #728 em: 23/11/2021, 15:20 »
 
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #729 em: 24/11/2021, 15:15 »
 
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #730 em: 25/11/2021, 16:58 »
 
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #731 em: 26/11/2021, 16:39 »
 




 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #732 em: 27/11/2021, 17:59 »
 
Resumo do boletim epidemiológico (últimas 24 horas):
Novos casos: +3 364
Óbitos: + 12
Recuperados: +2 543
Internados: 708 (+3)
Internados em UCI: 104 (+4)
Casos ativos: 51.689 (+809)
 

Online Sininho

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #733 em: 29/11/2021, 12:50 »
 
Medidas no âmbito da pandemia da doença COVID-19
O Decreto-Lei n.º 104/2021   https://files.dre.pt/1s/2021/11/23100/0000300004.pdf   , de 27 de novembro, altera as medidas no âmbito da pandemia da doença COVID-19.

O decreto-lei procede:

    À prorrogação da vigência do Decreto-Lei n.º 10-B/2021  https://dre.pt/dre/detalhe/decreto-lei/10-b-2021-156546167   , de 4 de fevereiro, na sua redação atual, que estabelece medidas excecionais e temporárias na área da educação, no âmbito da pandemia da doença COVID-19, para 2021;
    À suspensão das atividades letivas, não letivas e formativas em regime presencial;
    À possibilidade de reforço das equipas de vacinação contra a doença COVID-19.

1 - Entre 2 e 9 de janeiro de 2022 ficam suspensas em regime presencial:
a) As atividades educativas e letivas dos estabelecimentos de ensino públicos, particulares e cooperativos e do setor e solidário, de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário;
b) As atividades de apoio à primeira infância de creches, creche familiar e amas, as atividades de apoio social desenvolvidas em centro de atividades e capacitação para a inclusão, e centro de atividades de tempos livres;
c) As atividades letivas e não letivas presenciais das instituições de ensino superior, sem prejuízo das épocas de avaliação em curso.

Excetuam-se da suspensão, sempre que necessário, os apoios terapêuticos prestados nos estabelecimentos de educação especial, nas escolas e pelos Centros de Recursos para a Inclusão, bem como o acolhimento nas unidades integradas nos Centros de Apoio à Aprendizagem, para os alunos para quem foram mobilizadas medidas adicionais, sendo assegurados, salvaguardando-se as orientações das autoridades de saúde, assim como a realização de provas ou exames de curricula internacionais.

Os agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas da rede pública de ensino e os estabelecimentos particulares, cooperativos e do setor social e solidário com financiamento público adotam as medidas necessárias para a prestação de apoios alimentares a alunos beneficiários da ação social escolar e aos alunos que, não sendo beneficiários dos apoios alimentares no âmbito da ação social escolar, necessitem desse apoio.

Os centros de atividades e capacitação para a inclusão, não obstante encerrarem, devem assegurar apoio alimentar aos seus utentes em situação de carência económica, e, sempre que as instituições reúnam condições logísticas e de recursos humanos, devem prestar acompanhamento ocupacional aos utentes que tenham de permanecer na sua habitação.

As Equipas Locais de Intervenção Precoce devem manter-se a funcionar presencialmente, salvaguardadas todas as medidas de higiene e segurança recomendadas pela Direção-Geral da Saúde, e, excecionalmente, e apenas em casos em que comprovadamente não se comprometa a qualidade e eficácia pedagógica do apoio, poderão prestar apoio com recurso a meios telemáticos.


Publicada por João Adelino Santos
Queira o bem, plante o bem e o resto vem...
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #734 em: 29/11/2021, 16:12 »
 



 

 



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