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Autor Tópico: Tudo relacionado com o Coronavírus  (Lida 138642 vezes)

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Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #780 em: 07/01/2022, 17:29 »
 



 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #781 em: 08/01/2022, 15:10 »
 
Resumo do boletim epidemiológico (últimas 24 horas):
Novos casos: + 35.643
Óbitos: + 20
Recuperados: + 31.541
Internados: 1 388 (+35)
Internados em UCI: 153 (-8)
Casos ativos: 258.322 (+4.082)
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #782 em: 09/01/2022, 14:26 »
 
Resumo do boletim epidemiológico (últimas 24 horas):
Novos casos: + 26.419
Óbitos: + 22
Recuperados: + 10.758
Internados: 1 449 (+61)
Internados em UCI: 150 (-3)
Casos ativos: 273.961 (+15.639)
 

Offline Sininho

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #783 em: 10/01/2022, 08:04 »
 
Crianças que contactem com caso positivo na escola não ficam em isolamento

A diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, esclareceu na quarta-feira que crianças que tenham contacto com um caso positivo de covid-19 na escola não ficam em isolamento.

Graça Freitas disse que só são considerados contactos de alto risco as crianças que vivam na mesma casa de alguém com covid-19, pelo que ficam isoladas, já que não têm reforço da vacina, disse em declarações (...).

“Nós, por norma, vamos considerar as crianças apenas contacto de alto risco se forem coabitantes de um doente”, pelo que essa criança fica isolada, porque “é um contacto domiciliário e as crianças não têm reforço”, explicou a diretora-geral da Saúde.

Uma criança com um contacto com um caso positivo na escola não fica em isolamento, disse Graça Freitas à Lusa, acrescentando que o que se pede aos pais é que sejam reduzidos os contactos e convívios e que essas crianças, dependendo da idade, usem máscara.

As crianças que ficam na escola fazem um teste ao terceiro dia, adiantou.

O Presidente da associação nacional de diretores de agrupamentos de escolas públicas espera que as novas regras da DGS cheguem rapidamente às escolas, já que o recomeço das aulas está previsto para dia 10, caso não haja alteração decidida pelo Governo.
(...)

Fonte: RTP
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Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #784 em: 10/01/2022, 15:06 »
 



 

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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #785 em: 11/01/2022, 15:07 »
 
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #786 em: 12/01/2022, 16:00 »
 
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #787 em: 12/01/2022, 16:01 »
 
 
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #788 em: 13/01/2022, 16:38 »
 
 
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #789 em: 16/01/2022, 14:58 »
 
Resumo do boletim epidemiológico (últimas 24 horas):
Novos casos: + 32.271
Óbitos: + 33
Recuperados: + 14.516
Internados: 1.813(+80)
Internados em UCI: 168 (+5)
Casos ativos: 327.355 (+17.722)
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #790 em: 16/01/2022, 14:59 »
 
 

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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #791 em: 17/01/2022, 17:44 »
 
 

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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #792 em: 18/01/2022, 17:16 »
 



 
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Offline Sininho

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #793 em: 19/01/2022, 11:50 »
 
“É importante libertar as crianças” dos medos da covid-19, diz pedopsiquiatra


O pedopsiquiatra Pedro Caldeira da Silva defende ser importante encontrar uma maneira de “libertar as crianças” e deixá-las em “paz na escola” sem os medos associados à pandemia de covid-19.

O director da especialidade de Pedopsiquiatria do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Central (CHULC) disse, em entrevista à agência Lusa, não ter dúvidas de que o ambiente de medo que se vive desencadeou quadros reactivos de ansiedade e depressão.

“Não digo que seja a causa, mas contribui certamente para um aumento dos quadros de perturbações emocionais”, considerou.

Para o chefe de equipa da Unidade da Primeira Infância do Hospital D. Estefânia, é preciso aprender a lidar com esta adversidade. “Não vamos estar à espera de que isto vá desaparecer, que não existe. Vamos ter de lidar com isso e vamos ter de nos adaptar a isto e viver bem e procurar as coisas boas da vida mesmo que a covid ande por aí”, salientou.

Para Pedro Caldeira da Silva, a comunicação social tem “um papel fundamental de encontrar factores de resiliência” e dar uma perspectiva de que a pandemia “não é uma ameaça terrível, que nunca mais acaba e vai estar sempre sobre nós, mas que é um facto da vida” com o qual se tem que lidar como os acidentes de automóvel ou doenças como a gripe, o cancro ou a malária.

Relativamente aos estabelecimentos de ensino, defendeu ser “muito importante encontrar uma maneira de libertar as crianças, deixá-las em paz na escola e não andar com estas coisas dos contágios, estes medos todos”, o que, no seu entender, é “completamente despropositado”.

Por outro lado, as famílias têm de apresentar e filtrar esta realidade, porque, alertou, “quando as coisas se tornam incompreensíveis para os adultos, as crianças depois também têm dificuldade a lidar com isto”.

Aludindo aos efeitos da pandemia, afirmou que os confinamentos obrigaram a algumas adaptações das crianças: “No geral, estamos muito satisfeitos por isto ter ocorrido numa altura em que havia redes sociais, porque se não houvesse podíamos falar em verdadeiro isolamento.”

Segundo o pedopsiquiatra, as crianças entre os três e os seis anos serão as que terão sofrido mais isolamento, porque “já tem apetência e competência para socializar, mas não têm ainda competências para usar as redes sociais”.

Sobre se esta situação pode provocar atrasos no desenvolvimento, desvalorizou: “É um exagero, não só recuperam como o que foi pedido foi que ficassem com os pais”.

“Isso seria partir do princípio de que as famílias são completamente incompetentes e que só a escola é que dá estimulação adequada, que é uma coisa que não acredito mesmo”, comentou.

Contudo, houve muitas crianças que ficaram sujeitas a pouca interacção com os pais, porque estavam “muitas horas presos ao computador, agarrados ao ecrã”. “Os pais estão ali muito próximos, mas muito pouco disponíveis e isto é uma situação paradoxal para as crianças e que pode provocar algum sofrimento (...) mas atrasos no desenvolvimento por causa disso, em crianças com potencial de base normal, custa-me um bocado a acreditar”, explicou.

“Em crianças vulneráveis talvez, agora não sei se mais do que do que se tivessem estado numa escola qualquer”, comentou.

Pedro Caldeira da Silva destacou ainda a “oportunidade única” que os pais tiveram durante o confinamento para “conhecer melhor os filhos”. “Tiveram mais tempo com eles e foi uma oportunidade única de uma geração que depois foi estragada pela telescola e pelo teletrabalho”, disse o pedopsiquiatra, que há 33 anos acompanha crianças e bebés no Hospital D. Estefânia.

Fonte: Público
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Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #794 em: 19/01/2022, 16:12 »
 
 

 



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