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Autor Tópico: Tudo relacionado com o Coronavírus  (Lida 293652 vezes)

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Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #840 em: 01/03/2022, 15:00 »
 
Resumo do boletim epidemiológico (últimas 24 horas):
Novos casos:+ 11.006
Óbitos: + 23
Recuperados: + 1.752
Internados: 1.358 (-120)
Internados em UCI: 96 (-6)
Casos ativos: 465.412 (+ 9.231
 
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Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #841 em: 02/03/2022, 17:09 »
 
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #842 em: 03/03/2022, 14:37 »
 
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #843 em: 04/03/2022, 16:19 »
 
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #844 em: 05/03/2022, 14:58 »
 
Resumo do boletim epidemiológico (últimas 24 horas):
Novos casos: + 13 696
Óbitos: + 20
Recuperados: +15 695
Internados: 1 189 (- 78)
Internados em UCI: 85 (+1)
Casos ativos: 479 302 (- 2 019)
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #845 em: 06/03/2022, 15:11 »
 
+ 10 066   Novos casos
+ 17  Óbitos
+11 203  Recuperados
- 19  Internamentos
-3  Cuidados intensivos
0,78/0,76  R(t) Nacional/Continente
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #846 em: 06/03/2022, 15:12 »
 
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #847 em: 07/03/2022, 15:00 »
 
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #848 em: 08/03/2022, 14:36 »
 
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #849 em: 09/03/2022, 14:52 »
 
 

Online migel

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #850 em: 10/03/2022, 15:17 »
 
 

Online Sininho

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #851 em: 23/03/2022, 10:50 »
 
AS DESIGUALDADES PROVOCADAS PELA PANDEMIA NA EDUCAÇÃO: UM PROBLEMA DE AGORA?

As desigualdades resultantes da estruturação do sistema educativo remontam a tempos muito anteriores a março de 2020. Os efeitos que destas surgem estendem-se à escala global, não excluindo Portugal desta realidade.

O sociólogo Anthony Giddens refere que as instituições educativas promovem uma “reprodução cultural”, já que, “conjuntamente com outras instituições sociais, contribuem para perpetuar as desigualdades económicas e sociais ao longo das gerações”.

O ambiente familiar em que a criança se insere e com o qual convive numa base diária sedimenta determinadas formas de refletir e padrões de pensamento, muitas vezes refletores da realidade socioeconómica e cultural em que o agregado familiar vive. Os valores que abrangem e delineiam esta realidade ser-lhe-ão incutidos, por vezes de forma não premeditada, uma vez que se encontram intrinsecamente ligados à mesma.

Assim sendo, constata-se que os conhecimentos ensinados na escola, de cariz mais teórico, acabam por ir de encontro às estruturas e ideias tradicionalmente propugnadas pelo que são as famílias com melhores condições financeiras, muito vincadas naqueles que seriam os ramos no mercado de trabalho tomados como mais prestigiados, médico e advogado como clássicos exemplos. Tal acaba por descurar o conhecimento prático, sendo este subvalorizado e associado a profissões rotuladas como menos apetecíveis e afetas às camadas mais pobres.

Esta distinção entre o que é ou não valorizado, o que é ou não útil e o que é ou não digno, por exemplo, acabam, muitas vezes, por acentuar as desigualdades no acesso ao ensino e no percurso após entrada.

Estas desigualdades são claras desde muito cedo, começando pela possibilidade ou não de a criança frequentar a creche e o ensino pré-escolar. Constata-se que estes têm um importante papel no desenvolvimento da criança nos seus primeiros anos de vida, não só permitindo o desenvolvimento das capacidades e relações sociais, como também sendo estimuladas a linguagem e oralidade, bases para uma futura boa aprendizagem.

Numa perspetiva mais alargada e tendo por base o relatório “Portugal, Balanço Social” de 2020 e 2021, elaborados pela NOVA School of Business and Economics em colaboração com o BPI e a Fundação “La Caixa”, é de conhecimento que estas disparidades se sentem ao ponto de se refletirem nos níveis de insucesso escolar, nos números de acesso ao ensino superior, e ainda no que concerne as taxas de abandono escolar.

Não obstante, não se poderá descurar os impactos resultantes de múltiplos confinamentos, incerteza e medo marcantes da pandemia. Este agravamento estende-se, de facto a uma escala europeia e mesmo global, segundo o estudo realizado pela Human Rights Watch (HRW), organização não-governamental que defende e realiza pesquisas sobre os direitos humanos. As estimativas apontam que 90% das crianças e jovens em idade escolar no mundo tiveram a sua educação prejudicada pela pandemia.

A transição integral para um ensino em regime online foi algo para o qual o país não estava preparado e muito menos as crianças e as famílias. Rui Gomes, doutorado em Ciências da Educação e professor catedrático da Universidade de Coimbra, constata que “A desigualdade de acesso à sociedade digital tornou-se notória com o recuo dos alunos para o espaço doméstico (…)”.

O acesso ao computador e à internet tornaram-se essenciais para o ensino à distância. Ainda que, ao longo dos últimos anos, e segundo os dados disponibilizados pelo Sistema de Informação do Ministério da Educação (MISI), se tenha registado um aumento da percentagem de alunos que têm estes meios disponíveis para uso, este acesso continua a ser muito desigual. Os beneficiários dos Serviços de Ação Social Escolar são os mais limitados ao usufruto de computadores e internet.

Numa perspetiva multidimensional, a necessidade de refeições servidas pelas escolas, por impossibilidade das famílias de as poder providenciar, bem como o acolhimento de alunos em situação de risco, nomeadamente vítimas de agressões e violência dos mais diversos tipos no contexto doméstico, concretizam igualmente implicações não só ao nível da saúde e bem-estar básicos como num plano secundário no aproveitamento da criança.
Desigualdades no Ensino Universitário

Ao nível do ensino universitário, ainda que mais seletivo, por razões exatamente motivadas pela desigualdade de classes, também se verificaram complicações. A limitação ou mesmo impossibilidade de acesso aos recursos outrora disponíveis aos estudantes, como bibliotecas e espaços de estudo até aos problemas referentes ao acesso a computadores e internet, transversais a todos os graus de ensino, são alguns exemplos de desigualdades que afetam os estudantes neste nível de ensino.

Os estudantes internacionais, que se encontram noutro país a frequentar o programa Erasmus, também são dos mais afetados por esta ameaça à saúde pública. Muitos estudantes não têm qualquer sistema de apoio no país em que estudam e encontram-se sem possibilidade de regressar ao seu país natal, estando assim sozinhos e sem qualquer tipo de suporte.

Confrontados com estas realidades, o estado e, no caso universitário, as próprias universidades, não se acanharam com implementação de medidas para nivelação dos seus estudantes e a tentativa de esbater estas desigualdades. Segundo o relatório já mencionado “Portugal, Balanço Social” de 2020 e 2021, constata-se que ainda assim estas ficaram muito aquém das necessidades.

Olhando de perto para o exemplo da telescola, o programa “Estudo em Casa” foi posto no ar no canal RTP Memória e surgiu como forma de colmatar estas dificuldades de acesso ao mundo digital. Nem esta terá chegado a todos os estudantes da mesma forma. “O aumento [de 60%] de espetadores não é homogéneo entre classes sociais, sendo mais expressivo entre os mais ricos (classes A e B)”, lê-se no documento.

Afirma Elin Martinez, investigadora sénior da HRW para a área da educação declara que “A educação das crianças foi confiscada num esforço para proteger a vida de todos do (novo) coronavírus. Para compensar o sacrifício das crianças, os governos devem finalmente estar à altura do desafio e tornar urgentemente a educação gratuita e disponível para todas as crianças em todo o mundo”.

Perante o estado da arte e com gradual abrandamento das regras, é prioritária e fulcral o investimento no ensino e na educação. Nas palavras de Josep Borrell “A UE reafirma a importância primordial de uma educação de qualidade para o desenvolvimento pessoal, social e profissional das crianças e jovens, dentro e fora da UE, para construir um futuro melhor e mais equitativo, reduzir as desigualdades socioeconómicas e de género e promover a paz e democracia”.

Beatriz Areal dos Santos

Fonte: JUP online por indicação de Livresco
Queira o bem, plante o bem e o resto vem...
 

Offline hugo rocha

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #852 em: 30/03/2022, 12:47 »
 
Mais de 11 mil casos e 22 mortos. DGS volta a divulgar dados diários

Graça Freitas, diretora-geral da Saúde

Foto: TIAGO PETINGA/LUSA/Arquivo


Mais de 11 mil casos e 22 mortos. DGS volta a divulgar dados diários


A Direção-Geral da Saúde voltou a divulgar informação diária sobre os novos casos e óbitos por covid-19 em Portugal.

Esta terça-feira, a Direção-Geral da Saúde (DGS) publicou no seu site os dados diários de novos casos e mortes por covid-19. Assim, ficou a saber-se que, na segunda-feira, houve 22 mortos e 11.732 casos positivos confirmados. No dia anterior, domingo, tinham sido 17 mortos e 3.860 novas infeções.


JN
 

Offline hugo rocha

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #853 em: 02/05/2022, 15:02 »
 
COVID-19: Pessoas com mais de 80 anos recebem quarta dose da vacina a partir do final de agosto
N.N./Lusa
2 mai 2022 13:34

Vacina Idosos Vacinação Pandemia Coronavírus COVID-19

COVID-19: Atraso de 15 dias na meta de 70% de vacinação é "marginal", diz Marta Temido
As pessoas com mais de 80 anos vão receber a dose de reforço da vacina contra a covid-19 a partir do final de agosto ou início de setembro, anunciou hoje a ministra da Saúde, Marta Temido.
COVID-19: Pessoas com mais de 80 anos recebem quarta dose da vacina a partir do final de agosto



“O que se coloca neste momento é saber qual o melhor momento para avançarmos com a quarta dose ou dose de reforço. Face às características deste vírus, e estando a situação epidemiológica relativamente controlada, o que parece fazer mais sentido é que esse momento aconteça apenas antes do início do outono/inverno. Portanto, em final de agosto/início de setembro”, disse a ministra da Saúde, no Porto.

Marta Temido adiantou ainda que a administração da dose de reforço às pessoas com mais de 80 anos está “em linha com a posição da Agência Europeia do Medicamento”.

“Há evidência, que não é totalmente clara, [a administração do reforço] para a faixa etária entre os 60 e os 80 anos e parece haver alguma clareza de que abaixo dos 60 anos não se justificará”, descreveu.

Marta Temido salvaguardou que “para grupos em função da sua situação de imunocomprometimento ou fragilidade imunitária”, a quarta dose “já está a ser passada com prescrição médica” e garantiu que Portugal está preparado para continuar o processo.



Fonte_ https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/covid-19-pessoas-com-mais-de-80-anos-recebem-quarta-dose-da-vacina-a-partir-do-final-de-agosto
 
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #854 em: 23/05/2022, 10:09 »
 
Uma, duas, três vezes…afinal, quantas vezes podemos ficar infectados com Covid-19?


Por Francisco Laranjeira   em 07:00, 23 Mai 2022



Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Já foram confirmados, a nível mundial, mais de 404 milhões de casos positivos com o vírus respiratório agudo grave do coronavírus (SARS-CoV-2), com 5,8 milhões de mortes confirmadas até fevereiro de 2022. Diversos países já experimentaram diversas ondas de transmissão, tanto pelas variantes Beta, Delta e Ómicron, respetivamente e a questão chave com o possível aparecimento de novas variantes é saber até que ponto podem reinfetar aqueles que tiveram uma infeção natural anterior.

O problema central é que o coronavírus tornou-se mais apto a reinfetar as pessoas: os infetados com a primeira variante da Ómicron já estão a relatar segundas infeções com as versões mais recentes da variante: BA.2, BA.4 ou BA.5, entre outros. Essas pessoas podem ter uma terceira ou quarta infeção, ainda neste ano. E uma pequena fração pode apresentar sintomas que persistem por meses ou anos, uma condição conhecida como o ‘Covid longo’.

“Parece-me provável que este seja o padrão de longo prazo”, apontou Juliet Pulliam, da Universidade de Stellenbosch (África do Sul), num artigo publicado na revista ‘Science’. Os investigadores desenvolveram duas abordagens para monitorizar os dados de vigilância epidemiológica para determiar se o risco de reinfeção pelo SARS-CoV-2 mudou ao longo do tempo na África do Sul no contexto da Beta (B.1.351), Delta (B.1.617.2 ) e Ómicron (B.1.1.529).

“Consideramos que as pessoas que tiveram testes sequenciais positivos com pelo menos 90 dias de intervalo tinham suspeitas de reinfeção”, frisou. Ao todo, identificaram um total de 105.323 suspeitas de reinfeções entre quase três milhões de pessoas com SARS-CoV-2 confirmado.

Assim, as evidências a nível populacional sugerem que a variante Ómicron está associada a uma capacidade marcante de escapar da imunidade de uma infeção anterior. No entanto, esse evidência epidemiológica não está associada às variantes Beta ou Delta. “Esta descoberta tem implicações importantes para o planeamento da saúde pública, particularmente em países como a África do Sul, com altas taxas de imunidade a infeções anteriores.”

Se a reinfeção for a norma, os especialistas preveem que o coronavírus não será apenas uma vez por ano durante o inverno. O estudo descreveu que o número de reinfeções com variantes anteriores, incluindo a Delta, foi relativamente raro. Mas em setembro, pareceu acelerar e foi notavelmente alto em novembro, quando a variante Ómicron foi identificada.

Assim, segundo o estudo, uma infeção pela Ómicron produz uma resposta imune mais fraca, que parece diminuir rapidamente, em comparação com infeções com variantes anteriores. Embora as versões mais recentes da variante estejam intimamente relacionadas, variam o suficiente de uma perspetiva imunológica para que a infeção por uma não deixe muita proteção contra as outras, e certamente não depois de três ou quatro meses.

Ainda assim, a boa notícia é que a maioria das pessoas que são reinfetadas com novas versões da Ómicron não ficarão gravemente doentes. Pelo menos por enquanto, o vírus não encontrou uma maneira de contornar completamente o sistema imunológico. “O vírus vai continuar a evoluir. E provavelmente haverá muitas pessoas que terão muitas, muitas reinfeções ao longo de suas vidas”, finalizou Pulliam.



Fonte: multinews.sapo.pt                Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/uma-duas-tres-vezes-afinal-quantas-vezes-podemos-ficar-infectados-com-covid-19/
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