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Autor Tópico: Tudo relacionado com o Coronavírus  (Lida 293563 vezes)

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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #915 em: 20/09/2022, 19:33 »
 
Preocupada com hesitação com as vacinas, EMA aponta Portugal como exemplo

MadreMedia / Lusa
20 set 2022 17:29



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

A Agência Europeia do Medicamento (EMA, na sigla inglesa) manifestou-se hoje "muito preocupada" com a elevada taxa de hesitação no reforço da vacina da covid-19 e deu o arranque da campanha em Portugal como bom exemplo.

“Temos visto sondagens, nomeadamente nos Países Baixos e Hungria, que apontam para um elevado grau de hesitação entre a população em relação ao reforço [da vacina da covid-19], o que é muito preocupante”, disse, em conferência de imprensa o responsável da agência Steffen Thirstrup.

Destacando que as vacinas estão já a chegar aos Estados-membros, Thirstrup deu como exemplo Portugal que “começou a campanha de vacinação junto da população mais idosa há umas semanas, no início de setembro”.

“Sabemos que todos os Estados-membros — posso falar pela Dinamarca, o meu país — começaram a lançar esta vacina esta semana, mais uma vez junto da população mais vulnerável e idosa”, acrescentou.

Portugal recebeu na segunda-feira mais de meio milhão de doses da nova vacina da Pfizer desenvolvida para combater especificamente as linhagens BA.4 e BA.5 da variante Ómicron, responsáveis pela quase totalidade das infeções registadas no país.

Fonte da Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) adiantou à agência Lusa que, até ao final do mês, está prevista a chegada a Portugal de cerca de um milhão das mais recentes vacinas aprovadas na União Europeia e que receberam “luz verde” do regulador europeu (EMA).

A campanha para administração da quarta dose da vacina contra o vírus SARS-CoV-2, que causa a covid-19, arrancou em Portugal para os maiores de 80 anos e maiores de 12 com imunossupressão.






Fonte: 24.sapo.pt                     Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/preocupada-com-hesitacao-com-as-vacinas-ema-aponta-portugal-como-exemplo
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #916 em: 21/09/2022, 17:39 »
 
Cerca de 250 mil pessoas vacinadas contra COVID-19 e gripe em duas semanas

N.N./Lusa
21 set 2022 14:47



EPA/CHRISTOPHE ARCHAMBAULT / POOL MAXPPP OUT

Cerca de 250 mil pessoas vacinaram-se contra a gripe e a covid-19 desde o início de setembro, revelou hoje o ministro da Saúde, Manuel Pizarro, apelando à população para que adira à vacinação.

“Estamos dentro daquilo que era a nossa expectativa nesta fase. O processo tem vindo a alargar-se de semana para semana”, revelou hoje o ministro Manuel Pizarro, explicando que aderiram, até ao momento, “às duas vacinas cerca de 250 mil pessoas”.

Há duas semanas, a 07 de setembro, arrancou uma nova campanha de vacinação com vacinas de 2.ª geração adaptadas à variante Ómicron da covid-19 e que pretende imunizar até dezembro cerca de três milhões de pessoas.

O processo começou pelos maiores de 80 anos com comorbilidades e decorre novamente de forma escalonada, por faixas etárias, avançando à medida que se esgotem os agendamentos na faixa etária mais elevada.

São elegíveis para serem vacinadas as pessoas com 60 ou mais anos de idade, os residentes e profissionais dos lares de idosos e da rede nacional de cuidados continuados, as pessoas a partir dos 12 anos com doenças de risco, as grávidas com 18 ou mais anos e doenças definidas pela Direção-Geral da Saúde (DGS) e os profissionais de saúde e outros prestadores de cuidados.

“As pessoas estão menos alerta para estas infeções, mas é mesmo antes de vir o inverno que nos devemos prevenir”, alertou o governante em declarações aos jornalistas no final de uma reunião com o responsável do Núcleo Coordenador de Apoio ao Ministério da Saúde (NCAMS), Carlos Penha Gonçalves, na qual participou também a secretária de estado da Promoção da Saúde, Margarida Tavares, e a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas.

Manuel Pizarro garantiu que não há falta de stock: “Temos vacinas para todos os doentes que estão agendados nas próximas semanas, mas ainda estamos a receber vacinas”.

Foram encomendadas cerca de 2,1 milhões de vacinas para a gripe e mais de três milhões para a covid-19: “Não estamos preocupados com a falta de vacinas”, garantiu.

Questionado sobre a recomendação da DGS do regresso ao uso de máscara em ambientes fechados, nomeadamente nos transportes públicos e farmácias, o ministro disse que neste momento o foco é a vacinação.

“Lá chegaremos ao tempo de tomar outras medidas”, afirmou, voltando a sublinhar que “o mais importante agora é fazer um apelo para que as pessoas, quando forem chamadas, adiram à vacinação”.

Também questionado sobre o relatório realizado pela comissão que analisou a situação das maternidades e serviços de ginecologia e obstetrícia, Manuel Pizarro disse que ainda não teve acesso ao documento.

“O que nós temos de avaliar é o relatório cuja versão final ainda nem sequer nos foi entregue. Não me posso pronunciar com base em notícias de jornais”, afirmou o ministro, acrescentando que teve apenas na terça-feira “uma primeira reunião” com o coordenador da comissão, Diogo Ayres Campos.

No relatório, a equipa defende a concentração de serviços e o fecho de algumas unidades. Questionado sobre estas propostas, o ministro defendeu que essa matéria será tratada pela direção executiva do SNS, a quem cabem as "questões de natureza operacional e técnica".

Sublinhando que este novo modelo "não desresponsabiliza o Governo em nada", Manuel Pizarro disse que espera divulgar ainda esta semana o nome do CEO do SNS.






Fonte: lifestyle.sapo.pt                       Link: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/cerca-de-250-mil-pessoas-vacinadas-contra-covid-19-e-gripe-em-duas-semanas
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #917 em: 21/09/2022, 19:55 »
 
Covid-19. Índice de transmissibilidade volta a ultrapassar o limiar de 1

JORNAL I
21/09/2022 18:41



© Patrícia de Melo Moreia/AFP

Também o número médio de novos casos aumentou

De acordo com o relatório semanal do Instituto Ricardo Jorge (INSA), o indíce de transmissibilidade (Rt) do vírus SARS-CoV-2 ultrapassou esta semana o limiar de 1 em Portugal, estando nos 1,03. Já a média de infeções subiu para os 2.642 casos diários.

Se, por um lado, o Rt passou dos 0,98 para os 1,03, o número médio de casos diários a cinco dias passou dos 2.468 para os 2.642 a nível nacional (2.477 no continente). Apesar da subida, continua a tratar-se de um dos valores mais baixos de contágios registado ao long deste ano, sendo que, em janeiro, chegaram a ser reportados 49.795 casos na média a cinco dias.

O Centro é a única região em que o Rt está abaixo de 1 (sendo de 0,98) e Norte apresenta um Rt de 1,03, Lisboa e Vale do Tejo de 1,03, o Alentejo de 1,04, o Algarve de 1,07, os Açores de 1,18 e a Madeira de 1,33.

Recorde-se que na passada quinta-feira, a Direção-geral da Saúde (DGS) atualizou a orientação relativa às medidas de saúde públicas, recomendando o uso de máscaras no interior de farmácias, nos transportes públicos e nos aeroportos, terminais marítimos e redes de metro e de comboio, tendo em conta a "atual situação epidemiológica e a melhor evidência científica".

Contudo, a recomendação surgiu três semanas depois de o Governo ter decretado o fim da obrigatoriedade do uso de máscara nos transportes públicos de passageiros, em táxis e TVDE e aviões.






Fonte: ionline.sapo.pt                       Link: https://ionline.sapo.pt/artigo/781498/covid-19-indice-de-transmissibilidade-volta-a-ultrapassar-o-limiar-de-1?seccao=Portugal_i
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #918 em: 22/09/2022, 14:57 »
 
Covid-19: Apenas 8% da população elegível foi vacinada com a 4ª dose. “É preciso prevenir agora, em dezembro será muito tarde”, alerta responsável
Por Revista de Imprensa   em 10:37, 22 Set 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Apenas 8% da população elegível – cidadãos com 60 ou mais anos, pessoas com outras patologias, independentemente da idade, e profissionais de risco – foi vacinada com a quarta dose de reforço contra a Covid-19, alertou esta quinta-feira o ‘Diário de Notícias’: “Os picos vão aparecer e é preciso prevenir agora, em dezembro será muito tarde”, frisou o coordenador do Núcleo de Apoio ao Ministério da Saúde.

O coronel Penha Gonçalves sustentou que, apesar da “baixa adesão”, a campanha “está a ganhar a velocidade de cruzeiro que se pretende”. “Esta fase está a seguir um padrão idêntico ao do ano passado. Na semana de arranque houve pouca vacinação, mas depois o processo começou a acelerar”, avançou. “Pretendemos oferecer a todas as pessoas acima dos 60 anos e às que integram os grupos de risco a oportunidade de serem vacinadas contra a covid antes do Natal, o que perfaz um grupo de três milhões”, explicou o responsável.

“Foi feito um grande esforço para se começar mais cedo a proteção da população, e já com as vacinas adaptadas às novas variantes, porque temos a noção de que em Portugal há sempre um pico ligeiro em novembro, antes de chegarmos ao Natal, e depois outro mais forte em janeiro e fevereiro. E é agora que temos de ganhar proteção para esse horizonte temporal. Por isso, é muito importante que as pessoas percebam que este é o momento de se vacinarem – e não de adiarem este processo”, revelou.

“O nosso objetivo é conseguir vacinar cerca de 30 mil pessoas por dia e isso já começou a acontecer esta semana”, frisou, lembrando que “o vírus da Covid-19, e o da gripe também, continuam a circular na comunidade, não se foram embora. E a melhor maneira para se conviver com eles e tentar-se ter uma vida o mais normal possível é aderir à vacinação. Esta é a grande arma de proteção que continuamos a ter”.

“É provável que os picos de infeções voltem a acontecer e a grande vantagem da vacinação é não termos problemas tão graves como teríamos se não estivéssemos vacinados. É preciso que as pessoas não o esqueçam. Uma pessoa vacinada não tem sintomas graves, não vai ao hospital e não morre. É disto que a vacina nos protege”, finalizou.






Fonte: multinews.sapo.pt                     Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/covid-19-apenas-8-da-populacao-elegivel-foi-vacinada-com-a-4a-dose-e-preciso-prevenir-agora-em-dezembro-sera-muito-tarde-alerta-responsavel/
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #919 em: 26/09/2022, 10:31 »
 
Covid-19: “Há comportamentos que temos de manter, como uso de máscara e os espaços fechados arejados”, alerta especialista
Por Revista de Imprensa   em 09:23, 26 Set 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O foco da população, este outono/inverno, deve estar na “vacinação de reforço”, nos “comportamentos individuais” e na adequação da ventilação dos espaços, isto se pretender “chegar a uma fase de normalização e convívio com a Covid-19”, apontou, ao ‘Diário de Notícias’, a pneumologista Raquel Duarte, que liderou as equipas que realizaram propostas de desconfinamento ao Governo nos últimos dois anos – destas três áreas vai depender a forma como decorre o próximo outono/inverno que também “vai ter Covid-19, gripe e outras infeções respiratórias, porque os vírus não desaparecem, internamentos hospitalares e mortalidade”, frisou.

A 30 de setembro termina o estado de alerta do país em relação à Covid-19 e há dúvidas que será prolongado – será discutido na próxima reunião de Conselho de Ministros. Mas, neste momento, “ninguém pensa nas medidas de travão extremas que foram usadas no passado, mas há coisas que têm de ficar e que não podemos esquecer, como o uso de máscara e os espaços fechados arejados”. Por exemplo, “se tivermos sintomas ou se estivemos em contacto com um doente, temos de nos abster de fazer socialização. Não devemos ir para os locais de trabalho ou outros sem máscara”, recomendou a especialista.

Em relação aos últimos dois anos, há duas lições a retirar para 2022: “A primeira é o evidente benefício da vacinação, que nos consegue proteger das formas graves da doença e reduzir a mortalidade. E a segunda é o comportamento cívico, as tais medidas não farmacológicas que foram eficazes na mitigação da transmissão do vírus”, frisou, reconhecendo no entanto “alguma apreensão” devido à baixa adesão registada na população mais idosa para o reforço sazonal da vacina. “Temos de continuar a ter a perceção do risco. Isto é que não podemos perder, quer do risco individual, em termos do contexto em que está cada pessoa e no sentido de nos protegermos, como em relação à perceção do risco para protegermos os outros.”

Além do uso de máscara em espaços fechados, a pneumologista garantiu que a ventilação adequada tem de ser tida em conta na forma como podemos mitigar a doença. “É preciso começar a assegurar que os espaços interiores são seguros do ponto de vista da qualidade do ar, o que passa pela ventilação adequada, para mitigar o risco da Covid-19 neste outono-inverno”.

Segundo o último boletim da DGS sobre a avaliação epidemiológica da Covid-19, entre 13 a 19 de setembro já se registou um ligeiro aumento de infeções, mais 2.049 do que na semana anterior, perfazendo um total de 18.315, embora se tenha registado o mesmo número de mortes, 37. Em relação aos internamentos, o boletim revela que, naquele período, estavam internadas menos 24 pessoas.







Fonte: multinews.sapo.pt                         Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/covid-19-ha-comportamentos-que-temos-de-manter-como-uso-de-mascara-e-os-espacos-fechados-arejados-alerta-especialista/

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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #920 em: 26/09/2022, 10:44 »
 
COVID-19: Pandemia não é apenas um problema de saúde, mas um "problema social"

N.N./Lusa
26 set 2022 10:34



ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

A pandemia de COVID-19 “não é apenas um problema de saúde”, mas também “um problema social” que agrava outros problemas, como a pobreza, o desemprego, as desigualdades entre mulheres e homens e entre ricos e pobres, segundo os trabalhadores cristãos.

“As disparidades têm aumentado”, concluíram representantes de oito países europeus que, nos últimos dias, se reuniram em Alfragide (Amadora), no seminário "Repercussões da Pandemia do Coronavírus no Emprego e nos Assuntos Sociais – Lições aprendidas/medidas para a reconstrução”, organizado pelo Movimento Europeu dos Trabalhadores Cristãos (METC), que integra a Liga Operária Católica (LOC/MTCP).

Para os participantes no encontro, “os governos têm prestado apoio financeiro a empresas e trabalhadores, no entanto, em muitos lugares este apoio não foi suficientemente direcionado”, o que “aumenta as diferenças sociais”.

“Durante a pandemia, o trabalho com recurso a plataformas ou o teletrabalho aumentou significativamente. Contudo, os países não têm ainda o quadro legal para assegurar os direitos destes trabalhadores nestas formas de trabalho. Continua em aberto a questão de como o trabalho com plataformas pode ser utilizado em benefício dos trabalhadores”, alertam os trabalhadores cristãos no comunicado de conclusões do seminário, hoje enviado à agência Lusa.

Durante os trabalhos, foi também deixado um alerta para o facto de “os grupos já de si vulneráveis” terem sido “particularmente afetados pela pandemia”, nomeadamente “pessoas pobres, migrantes, ciganos, pessoas com deficiência, jovens”.

Os trabalhadores cristãos encontram, no entanto, alguns aspetos positivos resultantes da pandemia, como “a vontade de agir solidariamente”.

“Durante a pandemia, as empresas da economia social fizeram um uso particular dos seus pontos fortes. Ao colocarem a solidariedade no centro, mostraram-se particularmente resilientes. A economia social está ativa em todos os setores: São empresas locais que reduzem as desigualdades e contribuem para o emprego sustentável”, acrescentam.

A defesa de “um futuro do trabalho no qual sejam melhoradas significativamente as condições de trabalho”, o reconhecimento de que “todo o ser humano é capaz de fazer algo de valor social” e de que “os mais debilitados e mais vulneráveis devem ser o foco da ação social de forma especial”, foi também expressa no encontro.

“Defendemos a solidariedade. Para todo o ser humano, independentemente da sociedade em que vive. Defendemos a necessidade de lhe ser assegurado que ninguém seja deixado de fora da solidariedade do Estado Providência. E vemos a necessidade de reforçar ainda mais as formas de solidariedade nas iniciativas de economia social”, acrescenta o comunicado do METC.






Fonte: lifestyle.sapo.pt                        Link: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/covid-19-pandemia-nao-e-apenas-um-problema-de-saude-mas-um-problema-social
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #921 em: 28/09/2022, 09:59 »
 
Khosta-2: Coronavírus descoberto na Rússia pode infetar humanos e é resistente às vacinas, alertam cientistas

Por Francisco Laranjeira   em 07:00, 27 Set 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Cientistas americanos lançaram o alerta para o vírus Khosta-2, descoberto em morcegos russos e com características semelhantes ao SARS-CoV-2 que pode infetar humanos e evitar a proteção imunológica atual das vacinas. “Existe a possibilidade de o vírus se recombinar com um segundo vírus, como o SARS-CoV-2, para se tornar uma variante com risco de vida”, apontaram.

Num artigo publicado esta quinta-feira na revista científica ‘PLoS Pathogens, os investigadores da Washington State University, nos Estados Unidos, indicaram que o vírus pertence a uma subcategoria do coronavírus conhecido como sarbecovírus. Foi identificado, no final de 2020, em morcegos russos por uma equipa de cientistas, que nomeou Khosta-1 e Khosta-2 – na altura, enquanto o Khosta-1 não representava uma grande ameaça para os humanos, já o Khosta-2 mostrou algumas características preocupantes.

Michael Letko, principal autor do estudo, indicou que, uma vez analisado em profundidade, descobriram que tinha capacidade de infetar as células humanas mas também que era resistente a anticorpos monoclonais das pessoas vacinadas contra a Covid-19. A descoberto destacou a necessidade de desenvolver vacinas universais contra os sarbecovírus em geral, e não apenas contas as variantes conhecidas do SARS-CoV-2 para proteger a população contra futuras pandemias, apontaram os cientistas.

Embora centenas de sarbecovírus tenham sido descobertos nos últimos anos, principalmente em morcegos na Ásia, a maioria é incapaz de infetar células humanas. “Esta descoberta muda um pouco a nossa compreensão desses vírus, de onde eles vêm e quais são as regiões preocupantes”, referiu Letko. “A nossa pesquisa demonstrou ainda que os sarbecovírus que circulam na vida selvagem fora da Ásia também representam uma ameaça à saúde global e às campanhas de vacinação contra a Covid-19.”

Felizmente, Letko apontou que o novo vírus não possui alguns dos genes que se acredita estarem envolvidos na patogénese em humanos. No entanto, o caso muda de figura se se recombinar com um segundo vírus, como o SARS-CoV-2, para se poder tornar uma variante de preocupação. Kho






Fonte: multinews.sapo.pt                          Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/khosta-2-coronavirus-descoberto-na-russia-pode-infetar-humanos-e-e-resistente-as-vacinas-alertam-cientistas/

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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #922 em: 28/09/2022, 10:12 »
 
Covid-19: Como a pandemia pode ter afetado a perceção do tempo (e o risco de distúrbios mentais que isso representa

28.09.2022 às 08h00


Fonte de imagem: visao.sapo.pt

De acordo com um estudo norte-americano, este fenómeno é mais evidente em pessoas que passaram, no passado, por momentos traumáticos. As redes sociais também intensificaram estas sensações, descrevem os investigadores

A pandemia de Covid-19 parece uma realidade cada vez mais distante, mas ninguém se esquece dos primeiros dias de quarentena, todos iguais para a maioria das pessoas e em que algumas perderam a noção do tempo. Aconteceu-lhe isso? De acordo com um estudo recente, publicado na revista científica Psychological Trauma: Theory, Research, Practice, and Policy, a maior parte dos norte-americanos passou por essa experiência, que pode acontecer com regularidade em tempos traumáticos, segundo os especialistas.

A equipa de investigadores da Universidade da Califórnia em Irvine, Califórnia, nos EUA, analisou questionários relativos à saúde mental de mais de 5600 adultos norte-americanos realizados em março e abril e setembro e outubro de 2020, com os participantes a relatarem as suas experiências com o coronavírus e a falarem sobre situações stressantes passadas, com e sem relação com a Covid-19.

Relativamente à sua perceção do tempo durante os primeiros tempos de quarentena, 65% dos participantes relatou ter sentido distorções na perceção do tempo, mesmo seis meses após o início da pandemia, mas os investigadores notaram que houve mais mulheres do que homens a descreverem esse tipo de sensações.

Já mais de metade dos voluntários referiu ter sentido que o tempo estava a acelerar ou a abrandar e 46% referiu não ter a certeza de que horas ou dia eram. Também 35% dos voluntários mencionou ter sentido problemas de memória de curto prazo.

A equipa deu conta de que estas experiências foram mais evidentes em pessoas que passaram, anteriormente, por momentos traumáticos na vida e que as redes sociais também intensificaram estas sensações.

Apesar de ser um estudo pequeno e que necessita de mais investigação, a equipa acredita que as perdas de noção do tempo durante os tempos de pandemia, que descreveu como um “um trauma coletivo prolongado e sem precedentes”, podem ajudar a identificar problemas de saúde mental, como ansiedade e depressão – os investigadores perceberam que as pessoas que experienciaram esses momentos têm maior risco de sofrerem distúrbios mentais e que, tendo isso em mente, chegar a um tratamento adequado pode tornar-se um processo mais fácil.

“Existem terapias relativamente novas que podem ser usadas para ajudar as pessoas a recuperar a noção do tempo de forma mais equilibrada”, garante E. Alison Holman, professora de enfermagem na Universidade da Califórnia e uma das autoras do estudo, em comunicado, acrescentando que é necessário saber quem precisa de receber esse tipo de tratamento porque, caso contrário, não existe forma de fornecer essa ajuda.

Vários estudos têm demonstrado como a saúde mental foi afetada em todo o mundo devido à Covid-19, refletindo o aumento dos índices de medo, ansiedade e depressão nas suas populações. Uma investigação realizada pela Faculdade de Psicologia da Universidade de Buenos Aires, na Argentina, concluiu que o confinamento afetou a saúde mental de 80,3% dos argentinos.

Na Alemanha, um estudo do início de 2021 conduzido pela Universidade de Saarland indicou que a satisfação com a vida do dia-a-dia diminuiu significativamente depois do início da pandemia de Covid-19. Os investigadores analisaram as consequências psicológicas e sociais de 2020 em 1500 homens e mulheres e perceberam que as preocupações, o stress e o estado depressivo dessas pessoas tinha aumentado consideravelmente.

Também na Bélgica uma investigação publicada em janeiro de 2021 pelo Gabinete Federal de Planeamento, um organismo governamental belga, com base num inquérito de dezembro de 2020, concluiu que no pico da segunda vaga e com novas medidas de confinamento em vigor, a saúde mental dos belgas estava a deteriorar-se.

Em Portugal, dados do Serviço Nacional de Saúde indicavam que, na população em geral, observaram-se “valores elevados no desenvolvimento de problemas ao nível da saúde mental” provocados pela Covid-19, com 33.7% a passarem por sofrimento psicológico e 26.4% em depressão moderada a grave.






Fonte: visao.sapo.pt                     Link: https://visao.sapo.pt/visaosaude/2022-09-28-covid-19-como-a-pandemia-pode-ter-afetado-a-percecao-do-tempo-e-o-risco-de-disturbios-mentais-que-isso-representa/
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #923 em: 29/09/2022, 09:57 »
 
Índice de transmissão do vírus da COVID-19 volta a subir em Portugal

N.N./Lusa
29 set 2022 08:37



Fonte de imagem: lifestyle.sapo.pt

O índice de transmissibilidade (Rt) do coronavírus SARS-CoV-2 voltou a subir em Portugal para os 1,06 e todas as regiões estão com este indicador acima do limiar de 1, indicou hoje o Instituto Ricardo Jorge (INSA).

Segundo o relatório semanal do INSA sobre a evolução da covid-19, o Rt – que estima o número de casos secundários de infeção resultantes de cada pessoa portadora do vírus — aumentou ligeiramente de 1,02 para 1,06 a nível nacional.

De acordo com o documento, as sete regiões do país estão agora com um Rt superior a 1, sendo mais elevado na Madeira (1,40), seguindo-se os Açores (1,31), o Algarve (1,11), Lisboa e Vale do Tejo (1,08), o Norte (1,06), o Alentejo (1,04) e o Centro (1,01).

O Alentejo foi a única região que manteve o valor do Rt em relação à semana anterior, tendo as restantes seis regiões registado um aumento do valor médio deste indicador.

O INSA refere ainda que o número médio de casos diários a cinco dias também sofreu um aumento, passando dos 2.642 para os 2.952 a nível nacional, sendo ligeiramente mais baixo no continente (2.784).

Apesar desse aumento, a média de novos contágios diários continua a ser uma das mais baixas registadas ao longo deste ano.

A mais elevada ocorreu no final de janeiro, altura em que chegaram a ser notificados 49.795 casos na média a cinco dias.

“No comparativo europeu, Portugal apresenta a taxa de notificação acumulada de 14 dias entre 240 a 479.9 casos por 100.000 habitantes e um Rt superior a 1, ou seja, uma taxa de notificação elevada e com tendência crescente”, adianta o instituto.

O INSA estima que, desde 02 de março de 2020, quando foram notificados os primeiros casos, até 23 de setembro, Portugal tenha registado um total de 5.483.226 infeções pelo vírus que provoca a covid-19.






Fonte: lifestyle.sapo.pt                       Link: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/indice-de-transmissao-do-virus-da-covid-19-volta-a-subir-em-portugal
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #924 em: 29/09/2022, 10:16 »
 
Já vou levar a vacina atualizada contra a Ómicron? E em que aspeto é diferente das anteriores?

29.09.2022 às 08h16 Mariana Almeida Nogueira
Jornalista



Fonte de imagem: Lusa

Há novas vacinas contra a Covid-19, atualizadas para a variante Ómicron. Dois especialistas explicam em que diferem das anteriores e quem tem direito a ser vacinado com as mesmas

A campanha de vacinação sazonal já arrancou e, este ano, além da vacina da gripe, conta com as chamadas vacinas bivalentes contra a Covid-19. As novas vacinas combinam dois elementos: “um idêntico ao da vacina original, baseado na sequência do vírus original, e outro que já foi desenhado com base na variante Ómicron”, explica o investigador principal do Instituto de Medicina Molecular (IMM), Miguel Prudêncio.

O especialista indica que, como a vacina bivalente já tem elementos contra a variante Ómicron, leva à produção de anticorpos neutralizantes, “que reconhecem e neutralizam mais eficazmente a Ómicron do que os anticorpos que eram gerados pela vacina inicial”.

As novas vacinas, tal como as antigas, protegem contra a infeção durante cerca de três a quatro meses. “Depois, começam a decair muito, mas é algo igual em todas elas, ainda que se pense que as novas protejam um pouco melhor contra a infeção em relação às antigas”, explica Manuel Carmo Gomes, epidemiologista da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Mas salvaguarda que não existem ainda dados suficientes para medir esta suspeita com valores exatos.

Quanto à proteção contra doença grave, Miguel Prudêncio afirma que não se sabe ainda “qual o incremento que esta vacina pode trazer, porque a proteção contra doença grave já é muito elevada na vacina original”.

Neste momento, existem já três grupos de pessoas elegíveis para a vacinação sazonal, que arrancou este mês. Porém, nem todos têm direito às vacinas bivalente. Eis os três grupos e as vacinas que os esperam

Quem nunca foi vacinado

Estas pessoas são as crianças que só agora atingiram os cinco anos de idade e que, por isso, não eram elegíveis e passaram a ser, ou pessoas que, por qualquer outra razão, não quiseram ou não puderam ser vacinadas e agora querem.

A estes cidadãos destina-se ainda a versão original da vacina, que prevê um esquema vacinal de duas doses.

Quem ainda não fez o reforço vacinal (terceira dose)

São todos os cidadãos maiores de 18 anos que, apesar de serem elegíveis para o reforço vacinal, ainda não o tenham feito. Estes cidadãos podem já esperar ser vacinados com a versão atualizada da vacina.

Quem é elegível para a vacinação sazonal

Neste grupo incluem-se as pessoas com 60 ou mais anos, que já fizeram o esquema vacinal original e uma dose de reforço, os doentes com qualquer outra idade que tenham comorbilidades, os prestadores dos cuidados de saúde e os funcionários de unidades de cuidados continuados.

Também estas pessoas poderão contar ser vacinadas com a versão atualizada da vacina contra a Covid-19.

A grande ênfase é ainda em proteger contra doença grave e não há, por enquanto, evidência de que as este tipo de proteção, em pessoas com menos de 60 anos, seja muito aumentada com as novas vacinas. “Enquanto essa evidência não surgir, penso que não se vai recomendar para pessoas mais jovens. O que não quer dizer que não venha a ser recomendada mais tarde”, afirma Manuel Carmo Gomes.






Fonte: visao.sapo.pt                       Link: https://visao.sapo.pt/visaosaude/2022-09-29-ja-vou-levar-a-vacina-atualizada-contra-a-omicron-e-em-que-aspeto-e-diferente-das-anteriores/
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #925 em: 30/09/2022, 22:35 »
 
Covid-19: Governo decide não renovar situação de alerta

MadreMedia
29 set 2022 13:58



TIAGO PETINGA/LUSA

O Governo decidiu hoje não renovar a situação de alerta em Portugal Continental devido à pandemia de covid-19.

Na reunião de conselho de ministros foi também decidido terminar a vigência de diversas leis, decretos-leis e resoluções aprovadas no âmbito do combate à covid-19.

“A situação de pandemia permite-nos tomar com toda a segurança a decisão de não renovar a situação de alerta no território continental”, disse o ministro da Saúde, na conferência de imprensa após o conselho de ministros.

Manuel Pizarro justificou a decisão com “o elevado nível de vacinação da população portuguesa, da proteção conferida pela vacina, da menor agressividade das estirpes do (coronavírus) SARS-CoV-2 que estão neste momento em circulação, incidência da doença e sobretudo o impacto na saúde das pessoas e no funcionamento do sistema de saúde”, que se tem “mantido estável e controlado”.

O ministro sublinhou que “a reversão da situação de alerta não significa porém que a pandemia de covid-19 está ultrapassada”.

“Temos que continuar a vigiar a evolução da doença e conferir prioridade à vacinação, em especial das pessoas que estão em maior risco”, afirmou.

Segundo o governante, no âmbito do programa de vacinação que está em curso contra a covid-19 e gripe foram vacinadas mais de 450 mil pessoas desde o inicio de setembro até hoje.

Num contexto de regresso progressivo à normalidade, o ministro apelou para que se mantenham os cuidados de higiene respiratória e que as pessoas infetadas com covid-19 ou em contacto com um doente devem usar máscara e manter distanciamento, além de continuar a ser obrigatório o uso de máscaras nos hospitais e lares de idosos.

“Já não há uma boa justificação para o estado de alerta, as medidas que hoje mantemos são medidas no quadro de funcionamento normal do sistema de saúde e de saúde pública, de vigilância e monitorização de casos”, disse.

O ministro salientou ainda que o Governo vai continuar a vigiar a situação da pandemia e, caso a situação se agrava, “pode tomar medidas mais intensas”.

A situação de alerta, nível mais baixo de resposta a situações de catástrofes da Lei de Bases da Proteção Civil, estava em vigor ininterruptamente desde fevereiro, depois de Portugal ter passado, desde março de 2020, por situações de calamidade, catástrofe e estado de emergência.

A situação de alerta devido à covid-19 foi decretada pela primeira vez a 13 de março de 2020.

O Instituto Ricardo Jorge estima que, desde 02 de março de 2020, quando foram notificados os primeiros casos, até 23 de setembro, Portugal tenha registado um total de 5.483.226 infeções pelo vírus que provoca a covid-19.

[Notícia atualizada às 15h23]







Fonte: 24.sapo.pt                      Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/covid-19-governo-decide-nao-renovar-situacao-de-alerta
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #926 em: 30/09/2022, 22:39 »
 
Em atualização Covid-19: Isolamento de infetados deixa de ser obrigatório

MadreMedia
30 set 2022 21:10



TIAGO PETINGA/LUSA

Medida cai com a decisão do Governo em não prorrogar a situação de alerta no território continental. Saiba o que muda a partir de amanhã.

A decisão do Governo em não prorrogar a situação de alerta no no território continental, bem como a cessação de vigência de diversos decretos-leis e resoluções aprovados no âmbito da pandemia, deixa cair, entre outras medidas, aquela que se tornou mais representativa dos dois anos de combate intenso à covid-19, o isolamento. A partir do primeiro dia de outubro, a quarentena de uma pessoa infetada deixa de ser obrigatória.

Num comunicado enviado às redações, o Ministério da Saúde detalha, em algumas perguntas, o que muda com o fim da situação de alerta:

Quando acaba o estado de alerta?

23h59 de 30 de setembro

O que muda?

- Isolamento deixa de ser obrigatório;
- Cessa o mecanismo de atribuição de incapacidade temporária para o trabalho por Covid-19 e o subsídio associado, que deixarão de ter um regime especial, passando a beneficiar
  do regime das outras situações de doença;
- Testes à covid-19 deixam de ser prescritos via SNS24. Passam a ser comparticipados mediante prescrição médica, à semelhança de outras análises e meios complementares de diagnóstico (MCDT), sendo o teste à Covid-19 comparticipado a 100% quando prescrito numa unidade de saúde do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Exemplo:

O cidadão inicia sintomas respiratórios. Como em qualquer doença respiratória, deve reforçar cuidados de higiene (lavagem frequente de mãos, tossir para o braço) e procurar diminuir o risco de contágio de terceiros, em particular dos mais vulneráveis (recomenda-se uso de máscara);
Para ausência ao trabalho/ escola, aplicam-se os mesmos mecanismos das demais doenças;
Em caso de agravamento ou persistência de sintomas, deve procurar aconselhamento médico, sendo a porta de entrada no SNS o Centro de Saúde/ Unidade de Saúde Familiar ou SNS24. Em caso de emergência, contactar o 112.

O que se mantém?

Continua a ser obrigatório o uso de máscara nos estabelecimentos e serviços de saúde e nas Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas (ERPI).

Recomendações:

População vulnerável

De acordo com as recomendações da Direção-Geral de Saúde (DGS), unidades de saúde e ERPI devem promover medidas de controlo de infeção.
Deve manter-se a higienização frequente das mãos, etiqueta respiratória e distanciamento adequado quando sintomáticos.

Comunidade escolar

De acordo com as recomendações da DGS, os estabelecimentos escolares devem promover a lavagem frequente das mãos e ventilação adequada dos espaços.

Grandes concentrações

De acordo com as recomendações da DGS, durante o período de outono/inverno, deve promover-se a ventilação e/ou o uso de máscara em locais de grande concentração de pessoas onde não seja possível o distanciamento, em particular aos mais vulneráveis.






Fonte: 24.sapo.pt                         Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/covid-19-isolamento-de-infetados-deixa-de-ser-obrigatorio
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #927 em: 30/09/2022, 22:44 »
 
Dados de doentes portugueses que tiveram reações adversas à vacina contra a covid-19 divulgados publicamente nos EUA

MadreMedia
30 set 2022 10:17



© Agência Lusa / Tiago Petinga

De acordo com o Jornal de Notícias, dados clínicos de milhares de doentes, incluindo portugueses, com reações adversas à vacina foram divulgados publicamente pelo regulador de saúde norte-americano. A Agência Europeia do Medicamento está a investigar uma possível violação da proteção de dados.

São dados clínicos de milhares de doentes de todo o mundo, incluindo cidadãos portugueses, que podem "identificar indiretamente" os pacientes, admite a Agência Europeia do Medicamento (EMA) e o Infarmed. Os dados estavam expostos numa base de dados do regulador de saúde norte-americano.

O ficheiro com cerca de 17 terabytes, contém informações de doentes que tiveram reações adversas à vacina contra a covid-19. De acordo com o Jornal de Notícias, a informação foi descarregada no sistema de farmacovigilância de vacinas americano (VAERS, na sigla em inglês), tornando-se disponível nos sites do regulador do medicamento norte-americano (FDA) e do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC).

A informação que ficou publicamente disponível não indica o nome dos pacientes, mas expõe outros dados como "a idade, género, peso, altura e o registo clínico dos doentes", entre outros. Informação que não pode ser divulgada de acordo com a legislação europeia de proteção de dados.

A EMA confirmou ao JN a exposição dos dados clínicos nos EUA e que tinha sido alertada pela "agência do medicamento da Noruega, que estranhou dados tão detalhados de reações adversas" de cidadãos noruegueses e "informou as várias agências europeias, incluindo o Infarmed", em Portugal. A EMA disse ainda que está "em contacto com a FDA para tentar resolver o problema", adianta o mesmo jornal.






Fonte: 24.sapo.pt                       Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/dados-de-doentes-portugueses-que-tiveram-reacoes-adversas-a-vacina-contra-a-covid-19-divulgados-publicamente-nos-eua
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #928 em: 30/09/2022, 22:47 »
 
Portugal com 19.703 casos e 41 mortes entre 20 e 26 de setembro. "Tendência crescente", diz a DGS

Lusa
30 set 2022 19:10



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

Portugal registou, entre 20 e 26 de setembro, 19.703 infeções pelo coronavírus SARS-CoV-2, 41 mortes associadas à covid-19 e uma nova redução dos internamentos, indicou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo o boletim epidemiológico semanal da DGS, em relação à semana anterior, registaram-se mais 1.493 casos de infeção, verificando-se ainda mais quatro mortes na comparação entre os dois períodos.

Quanto à ocupação hospitalar em Portugal continental por covid-19, a DGS passou a divulgar às sextas-feiras os dados dos internamentos referentes à segunda-feira anterior à publicação do relatório.

Com base nesse critério, o boletim indica que, na última segunda-feira, estavam internadas 404 pessoas, menos 18 do que no mesmo dia da semana anterior, com 26 doentes em unidades de cuidados intensivos, menos um.

"O número de novos casos de infeção por SARS-CoV-2 / COVID-19, por 100 000 habitantes, acumulado nos últimos 7 dias, foi de 191 casos, com tendência crescente a nível nacional. O R(t) apresentou um valor superior a 1 a nível nacional e em todas as regiões, o que indica uma tendência crescente de novos casos", lê-se no relatório.







Fonte: 24.sapo.pt                       Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/portugal-com-19-703-casos-e-41-mortes-entre-20-e-26-de-setembro-tendencia-crescente-diz-a-dgs
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #929 em: 04/10/2022, 14:57 »
 
DGS prevê subida de casos de Covid-19 no inverno, mas com “baixo impacto” no SNS

ECO
12:15



Fonte de imagem: eco.sapo.pt

Apesar de prever um maior número de contágios com SARS-CoV-2 no inverno, Graça Freitas considera que a população "está pronta" para medidas como o fim do isolamento obrigatório de casos positivos.


A diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, admitiu esta terça-feira que se prevê que o número de casos de Covid-19 aumente no inverno, ainda que com um “baixo impacto” no Serviço Nacional de Saúde, noticia a TSF (acesso livre). Porém, ressalva que “se houver algum sinal de alerta” a DGS está disponível “para rever a estratégia em curso”.

Segundo Graça Freitas, a vacinação contra o coronavírus “tem permitido controlar a doença para níveis aceitáveis”, pelo que é possível confiar na “capacidade das pessoas de gerir a sua situação clínica e a sua vida social” depois de o Governo ter decretado o fim da obrigatoriedade de isolamento para casos positivos. “A sociedade está pronta para este tipo de medidas”, defende.

Lembrando que a população tem “uma obrigação social de proteger os mais vulneráveis e os outros” em relação às doenças que se transmitem, a responsável da DGS aponta que, “de acordo com a sua condição de doença, as pessoas devem decidir elas próprias se ficam mais isoladas”. Caso contrário, aconselha a que limitem o contacto com pessoas mais vulneráveis e recorram ao uso de máscara e a medidas de etiqueta respiratória.






Fonte: eco.sapo.pt                      Link: https://eco.sapo.pt/2022/10/04/dgs-preve-subida-de-casos-de-covid-19-no-inverno-mas-com-baixo-impacto-no-sns/
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