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Autor Tópico: Tudo relacionado com o Coronavírus  (Lida 293535 vezes)

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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #945 em: 17/10/2022, 09:50 »
 
Mais de 38 mil reações adversas em 25,6 milhões de vacinas contra a COVID-19 administradas

N.N./Lusa
17 out 2022 07:32



Fonte de imagem: lifestyle.sapo.pt

O Sistema Nacional de Farmacovigilância (SNF) registou um total de 38.800 reações adversas às vacinas contra a covid-19, o que representa 1,5 caso em cada mil inoculações, indicou a Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed).

“Com o decorrer do programa de vacinação, e o estímulo para a notificação de suspeitas reações adversas associadas a vacinas contra a covid-19, este valor tem aumentado. No entanto, ao considerarmos o número de casos de reações adversas face ao número total de vacinas administradas, verifica-se que as reações adversas às vacinas contra a covid-19 são pouco frequentes, com cerca de 1,5 casos por mil vacinas administradas”, refere o relatório do Infarmed sobre a monitorização da segurança das vacinas em Portugal.

Segundo o documento, até 30 de setembro foram administradas cerca de 25,6 milhões de vacinas contra o coronavírus SARS-CoV-2 e registados 38.800 casos de reação adversa (RAM), entre os quais 8.293 considerados graves.

“Dos casos de RAM classificados como graves, cerca de 84% dizem respeito a situações de incapacidade temporária (incluindo o absentismo laboral) e outras consideradas clinicamente significativas pelo notificador, quer seja profissional de saúde ou utente”, indicou o Infarmed.

No que diz respeito ao total de casos graves, 136 (0,4%) foram de morte, que “ocorreram num grupo de indivíduos com uma mediana de idades de 77 anos”, refere o relatório, que ressalva, porém, que estes “acontecimentos não podem ser considerados relacionados com uma vacina contra a covid-19 apenas porque foram notificados de forma espontânea ao Sistema Nacional de Farmacovigilância”.

O Infarmed precisa que a vacinação contra a covid-19 “não reduzirá as mortes provocadas por outras causas, por exemplo, problemas de saúde não relacionados com a administração de uma vacina, pelo que durante as campanhas de vacinação é expectável que as mortes por outras causas continuem a ocorrer, por vezes em estreita associação temporal com a vacinação, e sem que necessariamente haja qualquer relação com a vacinação”.

De acordo com o Infarmed, na faixa etária entre os 5 e 11 anos, os 50 casos notificados como graves referem-se na sua maioria a situações já descritas na informação das vacinas, como febre, vómitos, diarreia, mal-estar e cefaleia, e foram notificadas duas miocardites que evoluíram positivamente para cura.

Já no grupo dos jovens entre os 12 e os 17 anos, a maioria dos 123 casos considerados graves estavam relacionados com síncope ou pré-síncope e reações alérgicas, mas todos tiveram evolução positiva e sem sequelas.

Vinte destes casos foram notificados como miocardite e pericardite, doenças inflamatórias com causa variada, normalmente associadas a infeções virais nestas faixas etárias.

Os dados do Infarmed indicam ainda que o maior número de reações adversas foi registado em pessoas que receberam a vacina Comirnaty (Pfizer), a mais utilizada em Portugal, com 24.674 casos, mas estes dados “não permitem a comparação dos perfis de segurança entre vacinas”, uma vez que foram utilizadas em grupos populacionais distintos de idade, género, perfil de saúde e em períodos e contextos epidemiológicos distintos.

O documento adianta também que existe uma maior preponderância de notificação de RAM por parte do género feminino, o que é a tendência normal de notificação para qualquer outro medicamento, o que pode “dever-se a uma maior atenção das mulheres à sua saúde, bem como ao seu maior interesse por temáticas da área da saúde e bem-estar”.

Entre as reações adversas mais notificadas constam febre, dor de cabeça, dor muscular, fadiga, calafrios, náusea, dor articular, dor generalizada, mal-estar geral, tonturas, aumento do volume dos gânglios linfáticos, vómitos e fraqueza.

“As RAM notificadas com maior frequência enquadram-se no perfil reatogénico comum de qualquer vacina, que inclui, entre outras, reações locais após a injeção ou reações sistémicas como pirexia (febre), cefaleia (dor de cabeça) ou mialgia (dor muscular), tendo sido detetadas ainda na fase de ensaios clínicos e descritas na informação destas vacinas”, indicam ainda o relatório.

O Sistema Nacional de Farmacovigilância, criado em 1992, funciona sob a coordenação do Infarmed e monitoriza a segurança de todos os medicamentos autorizados, incluindo vacinas, através da recolha e avaliação de suspeitas de reações adversas a medicamentos.

De acordo com o Infarmed, que cita a Direção-Geral da Saúde, Portugal contabilizava, até ao final de setembro, mais de 5,5 milhões de casos de infeção por SARS-CoV-2 e 25 mil mortes.







Fonte: lifestyle.sapo.pt                           Link: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/mais-de-38-mil-reacoes-adversas-em-256-milhoes-de-vacinas-contra-a-covid-19-administradas
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #946 em: 17/10/2022, 14:50 »
 
Mais contagiosa e resistente: Nova sub-variante XBB da Covid ganha força em 17 países e já chegou à Europa

Por Pedro Zagacho Gonçalves   em 12:37, 17 Out 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Uma nova sub-variante da Covid-19 está a disseminar-se muito rapidamente em Singapura e, apontam alguns especialistas, já é considerada a forma da doença que é mais eficaz a contornar o sistema imunitário, por não ser impactada por uma série de terapias e tratamentos contra a Covid-19.

Esta sub-variante da Covid-19, conhecida como XBB, será mais contagiosa do que outras variantes e sub-linhagens e já se espalhou por mais de 17 países, incluindo Austrália, Singapura, Japão e Dinamarca. Isto significa que está nova variante da Covid-19 já está presente em solo europeu.

O Ministério da Saúde da Singapura confirmou na semana passada que esta sub-variante foi detetada inicialmente na Índia, em agosto deste ano, tendo o país começado a registar casos no início do mês. Também em Hong Kong, os primeiros casos a sub-variante XBB foram detetados na primeira semana de outubro.

“Será talvez a sub-variante mais evasiva à resposta imunitária e põe problemas às estratégias de prevenção e tratamentos baseados em anticorpos monoclonais”, adianta Amesh Adalja, especialista em Saúde Púbica do Cetro Jonh Hopkins para a Segurança em Saúde, ao Daily Beast. No entanto, parece haver boas notícias para quem tem a vacina, já que parecem continuar a proteger contra formas de doença forte. “Mesmo com variantes resistentes, a proteção das vacinas contra o que mais importa, casos de doença grave, mantém-se intacta”, garante o cientista.

Ainda assim, há quem aponte que a XBB poderá causar uma nova vaga da pandemia. Em Singapura, esta nova sub-variante é apontada como responsável pelo ‘salto’ nos casos que ocorreu em apenas um dia: Se a 10 de outubro eram 4719 casos no país, no dia seguinte passaram para 11732. Na última semana os números baixaram para perto dos nove mil casos por dia, mas ainda assim mantém-se acima do que se registava no início do mês.

A Channel News Asia confirma junto de fontes governamentais que a XBB já é a variante da Covid-19 dominante no país, responsável por 54% dos casos entre 3 e 9 de outubro.
Ong Ye Kung, ministro da Saúde de Singapura, prevê que o pico de número de novos casos será atingido em meados de novembro. “Deverá ser uma vaga pandémica curta, mas de rápido crescimento”, adiantou o responsável, que prece uma média de 15 mil casos por dia em novembro. Na pior das hipóteses, segundo os cálculos de Kung, Singapura poderá ter entre 20 a 25 mil casos da nova variante nos piores dias da nova vaga da pandemia.

Ao mesmo tempo que a XBB ganha mais terreno na Ásia, outra sub-variante semelhante, a BQ1.1, preocupa a comunidade científica por estar a espalhar-se a grande velocidade na Europa e nos EUA.







Fonte: multinews.sapo.pt                          Link: https://multinews.sapo.pt/atualidade/mais-contagiosa-e-resistente-nova-sub-variante-xbb-da-covid-ganha-forca-em-17-paises-e-ja-chegou-a-europa/
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #947 em: 18/10/2022, 19:12 »
 
Covid-19: ‘Netos’ da variante Omicron vão dominar novos casos deste inverno, avisam especialistas

Por Pedro Zagacho Gonçalves em 18:32, 18 Out 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Várias sub-variantes da variante Omicron da Covid-19 deverão dominar o número de novos casos de infeção este inverno, dizem especialistas ingleses citados pelo The Independent.

As novas sub-variantes, referidas pelos cientistas como “netas” da variante Omicron original, sujeita a uma série de mutações, deverão causar um aumento no número de infeções numa eventual nova vaga da pandemia, este inverno, o que deverá levar a sub-variante BA.5, a predominante em Portugal e principal responsável pela última vaga de infeções em território nacional, a deixar de ser a variante dominante.

O facto de algumas destas sub-variantes terem capacidade de resistir a anticorpos ou a tratamentos, também está a preocupar os investigadores. “A principal preocupação é que, apesar de os últimos dados mostrarem que estamos numa situação de estabilização, tememos que irá acontecer uma vaga no outono e inverno, que vai incluir algumas destas novas sub-variantes”, relata Lawrence Young, professor de virologia.

“Enquanto a BA.5 ainda é dominante, temos visto alguns países a registar aumento de casos de outras sub-variantes, numa mistura de descendentes da Omicron. Vemos crescimento da sub-variante BQ.1 na Europa, nos EUA e no Reino Unido”, exemplifica o especialista.

Lawrence Young adianta que o paradigma de uma variante dominante pode mesmo acabar com a proliferação de muitas sub-variantes. “Temos estes ‘netos’ da Omicron e eu acho que o que vai acontecer é que vai deixar de existir uma variante da Covid-19 dominante, como temos visto até agora. Parece que o que teremos é um conjunto derivado de várias sub-variantes da Omicron”, termina o responsável.

Já Azeem Majeed, especialista em saúde pública da Imperial College London, admite que também no Reino Unido têm subido os casos das sub-variantes resistentes BQ.1 e BQ.1.1, mas considera que “ainda é demasiado cedo” para perceber se serão essas a retirar o estatuto de dominante à “altamente contagiosa variante B.A.5”.







Fonte: multinews.sapo.pt                        Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/covid-19-netos-da-variante-omicron-vao-dominar-novos-casos-deste-inverno-avisam-especialistas/
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #948 em: 19/10/2022, 10:52 »
 
Porque é que algumas (muitas) pessoas nunca tiveram Covid-19? A explicação pode mesmo estar num gene

19.10.2022 às 08h00
Sara Rodrigues - Jornalista



DNA-Helix Getty Images

Os que têm uma variante do gene HLA, chamada HLA-DQB1*06, produzem mais anticorpos do que quem não tem

Mas eles são casados, vivem juntos, dormem juntos, como é que ele teve Covid-19 e ela não? O meu filho deu-me imensos abraços e beijinhos, como é que não me passou o vírus? Jantei com um amigo que estava infetado, mas não sabia, estivemos sempre a falar, como é que não fiquei doente?

Muitos já fizeram estas perguntas ou semelhantes, depois de, estando perto, muito perto, de alguém infetado, não terem sido contagiados. A Covid-19 continua, e vai continuar, a ser alvo de investigação científica.

A mais recente diz que o gene HLA, mais concretamente uma variação (alelo é a palavra científica) desse gene, denominada HLA-DQB1*06, pode ser a resposta às perguntas iniciais.

Investigadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, descobriram que, após uma dose de vacina contra a Covid-19, as pessoas portadoras da versão genética HLA-DQB1*06 geraram uma resposta de anticorpos mais alta do que aquelas que não têm essa variante do gene.

Mais, descobriram, também, que os portadores dessa variante (presente em cada duas de cinco pessoas no Reino Unido) são menos propensos a ser infetados com o SARS-CoV-2 depois de vacinados.

O estudo preliminar, publicado na revista Nature, teve como base uma análise inicial de 1 190 pessoas que participaram nos testes clínicos da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a AstraZeneca. Depois disso, analisaram o ADN de 1 677 participantes de um outro estudo em que se avaliava a toma de uma segunda dose de vacina em pessoas que antes receberam os imunizantes da AstraZeneca ou da Pfizer como primeira dose. Também analisaram as amostra de ADN de crianças que participaram em ensaios clínicos da vacina AstraZeneca.

Descobriram, então, que o gene HLA, que ajuda o sistema imunológico a distinguir as proteínas do próprio corpo das proteínas estranhas produzidas por vírus e bactérias, ajudou a gerar mais anticorpos.

“Com este estudo, temos a evidência de que nossa composição genética é uma das razões pelas quais somos diferentes na resposta imunitária após a vacinação contra a Covid-19. Descobrimos que herdar uma variante específica do gene HLA está associado a respostas de anticorpos mais altas, mas isso é apenas o começo da história”, disse Julian Knight, professor de Medicina Genómica em Oxford, e o líder do estudo, ao site desta universidade inglesa.

Depois de analisados os dados, os cientistas observaram que os portadores da variação do gene HLA, designada de HLA-DQB1*06, tiveram uma resposta de anticorpos mais alta do que os restantes, 28 dias após a tomada da vacina. Sendo estes indivíduos, indica o estudo, mais propensos a registar uma maior resposta de anticorpos em todos os momentos após a vacinação. Além disso, quase três meses depois da toma da vacina, os cientistas constataram que também houve uma maior produção de células B de defesa.

“Vimos uma ampla variação na rapidez com que as pessoas testam positivo depois de serem vacinadas. As nossas descobertas sugerem que nosso código genético pode influenciar a probabilidade de isso acontecer ao longo do tempo”, notou Alexander Mentzer, outro dos investigadores, ao mesmo site.

É sabido, através de vários estudos já feitos, que nem todos respondem às vacinas da mesma forma. Algumas pessoas podem desenvolver respostas imunes fortes de maneira rápida, enquanto outras continuam a ser mais suscetíveis a um agente patogénico, mesmo depois de várias vacinas.

Estudos anteriores já tinham verificado que um complexo particular de genes, conhecido como sistema sistema antigénio leucocitário humano (HLA, na sigla inglesa), pode desempenhar um papel importante na resposta eficaz às vacinas. Há variantes do HLA que estão associadas à boa resposta de anticorpos às vacinas contra o tétano, sarampo e hepatite, mas as evidência reais da eficácia no mundo real no que diz respeito a infeções ainda não tinha sido fortemente investigada.

Já em 2021, um grupo de cientistas liderado da universidade de Newcastle, no Reino Unido, identificou um gene HLA que pode estar ligado à proteção contra a Covid-19. Denominado DRB1*04:01, os investigadores revelaram que este estava três vezes mais presente em pessoas assintomáticas, sugerindo que quem tem esta variação do gene (alelo) é menos propenso a quadros mais graves da doença.

Os cientistas esperam que a nova descoberta ajude na investigação de futuras vacinas, para que, não só nos mantenham afastados da doença grave, como, também, nos possam livrar de ter sintomas.







Fonte: visao.sapo.pt                         Link: https://visao.sapo.pt/visaosaude/2022-10-19-porque-e-que-algumas-muitas-pessoas-nunca-tiveram-covid-19-a-explicacao-pode-mesmo-estar-num-gene/
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #949 em: 19/10/2022, 16:45 »
 
Epidemiologista norte-americano faz soar os alarmes: Novas sub-variantes da Covid BQ.1 e BQ.1.1 são “bastante problemáticas”
Por Pedro Zagacho Gonçalves   em 13:06, 19 Out 2022


Abs 2019-nCoV RNA virus - 3d rendered image on black background. Viral Infection concept. MERS-CoV, SARS-CoV, ТОРС, 2019-nCoV, Wuhan Coronavirus. Hologram SEM view.

Com o aproximar do inverno, o surgimento de sub-variantes da Covid-19 está a preocupar as autoridades de saúde e especialistas em todo o mundo. Anthony Fauci, imunologista de topo, ex-epidemiologista chefe dos EUA e conselheiro do presidente Joe Biden para a pandemia da Covid-19, já avisou para um par de sub-variantes da variante Omicron, descritas como “bastante problemáticas”: a BQ.1 e BQ.1.1.

Estas variantes, descendentes da sub-variante BA.5, têm “capacidades e características que lhes permitem evitar algumas intervenções que temos”, explica Fauci à CBS, referindo-se à capacidade verificada que estas sub-linhagens têm de resistir a anticorpos e ‘contornar’ tratamentos.

O aviso surge numa altura em que estas duas sub-variantes já são responsáveis por10% de todos os novos casos de Covid-19 nos EUA, uma semana depois de nem sequer constarem na lista das variantes mais comuns.

“Por muito que nos queiramos sentir bem por os casos estarem mais baixos, bem como as hospitalizações, não queremos declarar vitória prematuramente. E é por isso que temos que manter vigilância a estas variantes emergentes”, considera Anthony Fauci. As duas sub-variantes, que poderão tomar o lugar da BA.5 como variante dominante, estão a ameaçar os esforços de combate à doença mesmo antes do inverno.

A forma rápida como se transmitem, segundo Fauci “ao dobro” da velocidade, também preocupa as autoridades de saúde, nos EUA e em todo o mundo. A Agência de Segurança em Saúde do Reino Unido já reportou, no início do mês, que as sub-variantes BQ.1 e BQ.1.1 têm demonstrado um potencial de crescimento do número de casos de infeção superior ao da BA.5, até então considerada a variante da Covid-19 mais contagiosa.

A sub-variante BQ.1.1 é particularmente eficaz a evitar os anticorpos de proteção, garantidos por vacinação ou por anterior infeção com a doença, recorda Fauci. Um estudo da Universidade de Pequim, na China, mostrou recentemente que a BQ.1.1 era capaz de resistir a anticorpos de uma anterior infeção com a sub-variante BA.5 e de tratamentos de anticorpos, como o Bebtelovimab e Evusheld.

Anthony Fauci recomendou o uso de máscara em zonas de alto-risco ou de grande concentração de população, bem como defendeu a importância do reforço na vacinação: “A boa notícia é que é uma sub-linhagem da BA.5, por isso certamente há proteção cruzada que pode ser reforçada”.






Fonte: multinews.sapo.pt                          Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/epidemiologista-norte-americano-faz-soar-os-alarmes-novas-sub-variantes-da-covid-bq-1-e-bq-1-1-sao-bastante-problematicas/
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #950 em: 19/10/2022, 16:48 »
 
COVID-19: OMS mantém pandemia como emergência de saúde pública internacional

N.N./Lusa
19 out 2022 16:06



EPA/Francisco Seco

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou hoje que decidiu manter a pandemia da COVID-19 como uma emergência de saúde pública internacional, na sequência da recomendação do comité de emergência.

Tedros Adhanom Ghebreyesus “concorda com o parecer emitido pelo comité em relação à pandemia em curso de covid-19 e determina que o evento continua a constituir uma Emergência de Saúde Pública de Preocupação Internacional” (PHEIC, na sigla em inglês), adiantou a organização em comunicado.

A PHEIC é o nível mais alto de alerta e aplica-se a "um evento extraordinário, grave, repentino, incomum ou inesperado”, com implicações para a saúde pública para além da fronteira nacional de um Estado afetado e que pode exigir uma ação internacional imediata.

De acordo com a OMS, os peritos de vários países que aconselham a organização concordaram que a covid-19 se mantém um “evento de saúde pública que continua a afetar negativa e fortemente a saúde da população mundial”.

“Ainda há o risco de novas variantes agravarem o impacto contínuo na saúde, particularmente à medida que o inverno se aproxima no hemisfério norte, e ainda há a necessidade de uma resposta internacional coordenada para enfrentar as desigualdades no acesso a ferramentas que salvam vidas”, adiantou a organização com sede em Genebra.

A OMS salienta que, embora as mortes semanais estejam próximas do valor mais baixo desde que a pandemia começou, esse número “permanece alto em comparação com outros vírus respiratórios”.

Além disso, na sua recomendação, o comité considerou as dúvidas sobre as características genéticas e antigénicas das futuras variantes do SARS-CoV-2, que são agravadas em grande medida pelas “lacunas atuais” na vigilância global, que dificultam a identificação e a avaliação atempada dessas mudanças.

A evolução contínua do vírus que causa a covid-19 pode “representar desafios para as vacinas e terapêuticas atuais”, alerta a OMS, sublinhando que ainda permanecem “iniquidades no acesso” à vacinação e a tratamentos entre países.

“No geral, o comité considerou que a situação permanece dinâmica e requer reavaliações frequentes, e que o término da PHEIC, quando considerado viável, deve ser implementado da forma mais segura possível”, refere o comunicado.

Na sequência da decisão de manter a covid-19 como PHEIC, o diretor-geral da OMS emitiu uma série de recomendações temporárias para os países, entre as quais o reforço da vigilância do SARS-CoV-2, melhorando, quando necessário, capacidade de detetar e avaliar as variantes emergentes e mudanças significativas na epidemiologia da covid-19.

Outras recomendações passam por alcançar as metas nacionais de vacinação, com a proteção integral dos grupos de risco, por manter uma resposta nacional forte à pandemia, com a atualização dos planos de preparação e resposta, e pela adaptação das medidas de proteção individual à mudança do contexto epidemiológico.

O comité de emergência para a covid-19 realizou sua primeira reunião em 22 e 23 de janeiro de 2020 e, dias depois, o diretor-geral da OMS declarou que o surto de SARS-CoV-2 constituía uma emergência de saúde pública internacional.

A este comité, que reúne por convocação do diretor-geral da OMS, cabe recomendar se um surto constitui uma emergência de saúde pública, propondo medidas temporárias para prevenir e reduzir a propagação de uma doença e gerir a resposta global à saúde pública, se assim for necessário.







Fonte: lifestyle.sapo.pt                       Link: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/covid-19-oms-mantem-pandemia-como-emergencia-de-saude-publica-internacional
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #951 em: 20/10/2022, 09:51 »
 
Covid. "Podemos esperar uma pressão muito grande em novembro"

Joana Mourão Carvalho 20/10/2022 08:08


©  Bruno Gonçalves

O surgimento de novas subvariantes da Ómicron ainda é razão para muitas incertezas. Manuel Carmo Gomes diz que é expectável uma nova onda de casos e antevê um eventual regresso das máscaras.

A campanha de vacinação contra a gripe e a covid-19 para o período de outono/inverno, que arrancou no passado mês de setembro, para já apenas prevê a proteção dos grupos vulneráveis (idosos, adultos com doenças graves, profissionais de saúde e utentes de lares e unidades de cuidados continuados) deixando de fora a restante população. Mas a multiplicação de novas subvariantes da Ómicron podem levar as autoridades de saúde a repensar a estratégia para enfrentar os meses que aí vêm.

Manuel Carmo Gomes, membro da Comissão Técnica de Vacinação, o órgão com funções consultivas junto da Direção-Geral da Saúde (DGS), reconhece o cenário de incerteza, salientando que são necessários mais dados sobre a evolução do vírus.

“Não sabemos se o quadro clínico destas subvariantes é significativamente diferente dos quadros clínicos que já conhecíamos. Ou seja, não sabemos se as pessoas quando são infetadas têm maior risco de desenvolver doença grave, nem sabemos se essas subvariantes continuam a ter mais impacto apenas nos mais idosos e vulneráveis do que nos mais novos que não têm outras patologias”, explica ao i.

Por esta razão, “gostaríamos de ter mais evidências de que o reforço vacinal acrescenta proteção contra a doença grave”, acrescenta, apesar de não excluir a possibilidade de alargar esta campanha de vacinação à população que neste momento não é elegível.

Para uma decisão nesse sentido pesam dois fatores. “Por um lado, para recomendar o reforço vacinal para qualquer grupo de idade, nomeadamente para os mais jovens, é necessário termos o mínimo de evidência que vai ser benéfico receber a vacina em termos de proteção ou diminuição do risco de ter formas graves da doença”, refere o perito da DGS.

A justificação parte do facto de as autoridades de saúde terem estabelecido como objetivo principal “proteger as pessoas de formas graves da doença” causada pelo vírus SARS-CoV-2. “O objetivo não é interromper a circulação do vírus, porque isso afigura-se extremamente difícil”, reforça Carmo Gomes.

“Por outro lado, estão neste momento a emergir em todo o mundo uma série de subvariantes da Ómicron num cenário que nunca foi visto antes”, aponta. De acordo com o epidemiologista, nos últimos meses esta variante diversificou-se imenso geneticamente e tem aquilo a que os biólogos chamam uma “evolução convergente”.

Por outras palavras, esclarece, isto significa que “já não temos uma situação em que há apenas uma variante que surge num determinado local e começa a crescer e que depois vem cá ter mais tarde ou mais cedo”. Neste momento, “temos várias subvariantes da Ómicron, algumas delas a crescer rapidamente em diferentes geografias”.

O professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa também não tem dúvidas de que há um risco de haver uma nova vaga de casos em Portugal, se estas novas subvariantes se confirmarem mais transmissíveis e uma vez que, por cá, já há duas que preocupam mais as autoridades de saúde: “Uma é a BQ.1.1 que está com uma taxa de crescimento muito rápida, e a outra é BF.7”, indica, acrescentando que estas subvariantes que mais tarde ou mais cedo vão substituir a BA.5 “evoluíram no sentido de fugir às nossas proteções e anticorpos”.

Assim, “é expectável que haja uma onda de subida de casos em Portugal no evoluir de outubro para novembro e em particular ao longo de todo o mês de novembro”. Além de já haver uma indicação de que a circulação do vírus em Portugal aumentou, a vinda das temperaturas frias e a preferência por espaços fechados, quando já praticamente ninguém usa máscara, são os ingredientes perfeitos para uma alteração significativa da situação epidemiológica no país. E este é um cenário que já se começa a verificar lá fora.

“O número de infeções nas últimas semanas subiu imenso em praticamente toda a Europa, nomeadamente na Alemanha, Áustria, Itália, Bélgica e no Reino Unido, onde se está a ver um impacto hospitalar maior”, assinala Carmo Gomes, detalhando que, em Portugal, os hospitais ainda estão “relativamente estáveis”, mas já se nota um “sinal de subida” nos internamentos há pelo menos uma semana, em especial na região de Lisboa e Vale do Tejo.

“Estivemos abaixo das 400 camas em enfermaria ocupadas e agora já vamos nas 430. E nos cuidados intensivos ainda foi pior, estávamos com cerca de 20, já ultrapassamos as 30. Isto no decorrer de aproximadamente 15 dias”, adianta.

Nos cuidados intensivos, o limiar definido como crítico está estabelecido nas 255 camas ocupadas. Há precisamente um ano havia cerca de 30 mil casos ativos de infeção por covid-19 em Portugal. Contavam-se 286 pessoas hospitalizadas, das quais 58 em unidades de cuidados intensivos. Nessa altura, o número de novas infeções oscilava entre os 600 e os mil casos por dia.

Quanto a um eventual retrocesso no aligeiramento das restrições, caso a situação se agrave, Carmo Gomes diz que neste momento nem a população nem os decisores políticos estão para aí inclinados. “Mas há uma coisa que se chama a força da realidade: quando avançarmos ao longo de novembro, receio que tenhamos que ponderar seriamente voltar atrás no aligeiramento de restrições e se realmente se confirmar uma subida das hospitalizações, aí começa-se a criar uma recetividade muito maior para recuar em algumas das medidas”, salienta, admitindo como possibilidade a reintrodução da obrigatoriedade das máscaras em certos espaços, como nos transportes públicos, e ainda o isolamento obrigatório dos infetados.

“Claro que o recuo nestas medidas, tomadas em função de decisões sobre saúde pública, também depende muito da recetividade da população. Por exemplo, se as televisões se começarem a encher de urgências hospitalares à pinha com as ambulâncias a fazer fila é claro que se cria um ambiente muito mais propício e justificado para recuar nas medidas”, insiste.

Para já, afasta esse cenário de caos que marcou os primeiros meses da pandemia, contudo, avisa que se vai assistir a uma “pressão muito grande a partir de novembro quer nos cuidados de saúde primários quer nas urgências hospitalares”.

“Estando nós há dois anos sem ter contacto com o vírus da gripe, tendo agora abdicado das máscaras, não há razão nenhuma para não acreditar que vamos ter uma forte onda de gripe combinada com uma onda de covid-19 originada por estas novas subvariantes”, justifica.

O i questionou o Ministério da Saúde sobre a existência de algum plano – à semelhança do que foi anunciado no Reino Unido –, tendo em vista aliviar a pressão nas unidades hospitalares, dado os alertas da DGS sobre as dificuldades que poderão vir a surgir neste período de outono/inverno devido à falta de recursos humanos no Serviço Nacional de Saúde, mas não obteve resposta até ao fecho desta edição.

Na quarta-feira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) também decidiu manter a pandemia da covid-19 como uma emergência de saúde pública internacional.






Fonte: ionline.sapo.pt                          Link: https://ionline.sapo.pt/artigo/783597/covid-podemos-esperar-uma-pressao-muito-grande-em-novembro?seccao=Portugal_i
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #952 em: 20/10/2022, 19:15 »
 
Sem testagem sistemática é “muito mais difícil” monitorizar

MadreMedia / Lusa
20 out 2022 15:40



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

Investigadores alertaram hoje que os dados atuais da incidência da covid-19 “são muito pouco fiáveis” e que a redução da testagem torna “muito mais difícil” monitorizar as infeções, que só são conhecidas quando necessitam de acompanhamento médico.

“Não fazendo uma testagem sistemática é muito mais difícil acompanhar de forma realista o que se passa em termos de contágios”, disse à agência Lusa o investigador Miguel Castanho, do Instituto de Medicina Molecular (iMM) da Universidade de Lisboa.

Segundo disse, com a redução dos testes, “só se toma conhecimento das infeções que correspondam a casos de doença que justificaram a procura de assistência médica”, o que faz com que deixe de ser uma amostra representativa das infeções no país e passe a “ser algo muito específico de um subgrupo de infetados”.

“A monitorização que tinha vindo a ser seguida até aqui deixa de ser comparável com a que podemos fazer agora”, afirmou.

No final de setembro, o Governo decidiu não renovar a situação de alerta, tendo cessado a vigência de diversas leis, decretos-leis e resoluções aprovadas no âmbito da pandemia, alterações que, segundo a Direção-Geral da Saúde e o Instituto Ricardo Jorge, vão “influenciar a vigilância de base populacional e consequente interpretação dos indicadores” da covid-19.

Na prática, além de o isolamento ter deixado de ser obrigatório, os testes à covid-19 deixaram de ser prescritos através do SNS24 e passaram a ser comparticipados mediante prescrição médica, à semelhança de outras análises e meios complementares de diagnóstico.

Agora os testes à covid-19 só são comparticipados a 100% quando prescritos por uma unidade do Serviço Nacional de Saúde.

De acordo com os últimos dados divulgados na sexta-feira, verificou-se uma nova redução do número de testes efetuados nas últimas semanas, que passaram de 88.527 para 72.133, “devido à alteração legislativa” efetuada.

Segundo Miguel Castanho, a redução da testagem, apesar de não comprometer a monitorização da evolução do coronavírus SARS-CoV-2, faz com que fique “dificultada” porque o número de amostras é mais reduzido.

“A deteção de novas variantes tende a ser mais tardia, falando de forma probabilística”, adiantou o investigador, para quem deveria “ter sido mantido o mesmo sistema de monitorização” para se poder “ter a capacidade de analisar toda a evolução da pandemia, desde o início até à certeza do seu final”.

Para o professor da Faculdade de Medicina de Lisboa, neste início do outono/inverno, período mais favorável às infeções respiratórias, foi criada uma “descontinuidade que não facilita a análise da evolução da pandemia”.

Perante isso, Miguel Castanho considerou importante reforçar a mensagem de que devem ser mantidas atitudes individuais para evitar contágios, como o isolamento em caso de doença, uso de máscara em locais fechados com muita gente e o arejamento de espaços interiores.

“Independentemente das regras, o bom senso deve falar mais alto”, alertou o especialista.

Já para Henrique Oliveira, matemático do Instituto Superior Técnico e um dos responsáveis pelo Indicador de Avaliação da Pandemia (IAP), elaborado em conjunto com a Ordem dos Médicos, os dados atuais da incidência da covid-19 “são muito pouco fiáveis”.

Isto porque “a covid-19 saiu do radar e apenas quando é grave é que se regista. A única forma fiável é seguir a mortalidade por covid”, salientou o especialista em sistemas dinâmicos do Técnico.

Os internamentos e a mortalidade por covid-19 mantêm-se estáveis em Portugal, indicou o relatório sobre a pandemia divulgado na sexta-feira, mas que admite ser necessário mais tempo para avaliar a transmissão do vírus, devido às recentes alterações nas regras da testagem.

O relatório adiantou que o número de novas infeções por 100 mil habitantes, acumulado a sete dias, foi de 66 casos a nível nacional e o índice de transmissibilidade (Rt) do SARS-CoV-2 estava nos 0,65 a nível nacional, tendo baixado significativamente em todas as regiões de Portugal continental.

“No entanto, estas variações podem não indicar um decréscimo do número de casos, dada a alteração legislativa que implicou uma redução da testagem. Será necessário um período de tempo mais longo para avaliar a evolução do Rt”, reconheceram a DGS e o INSA.







Fonte: 24.sapo.pt                          Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/sem-testagem-sistematica-e-muito-mais-dificil-monitorizar
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #953 em: 21/10/2022, 10:05 »
 
Pfizer tenciona quadruplicar preço da vacina Covid nos EUA

Joana Morais Fonseca
9:53



Fonte de imagem: eco.sapo.pt

A farmacêutica norte-americana Pfizer tenciona quadruplicar o preço da sua vacina contra a Covid-19 para cerca de 110 a 130 dólares por dose nos Estados Unidos.

A farmacêutica Pfizer tenciona quadruplicar o preço da sua vacina contra a Covid-19 para cerca de 110 a 130 dólares por dose (entre 112,50 euros a 133 euros à taxa de câmbio atual), após o atual programa de compras do Governo norte-americano expirar, revelou a presidente executiva da Pfizer.

A administração norte-americana paga atualmente cerca de 30 dólares por dose de vacina contra a Covid (cerca de 30,70 euros) ao consórcio BioNTech/Pfizer, de acordo com a Reuters. Contudo, se atualmente a vacina é disponibilizada gratuitamente a todos os cidadãos norte-americanos, em 2023 é expectável que a vacina seja apenas gratuita para as pessoas que têm seguro de saúde privado ou seguro pago pelo Governo norte-americano.

“Estamos confiantes de que o preço da vacina Covid-19 nos EUA reflete sua relação custo-benefício geral e que o preço não será uma barreira para o acesso dos pacientes”, afirmou a presidente executiva da Pfizer, Angela Lukin.

Segundo a Reuters, este aumento de preço já era expectável na sequência da fraca procura de vacinas contra a Covid-19, nomeadamente no que toca às doses de reforço dirigidas à variante Ómicron, dado que as farmacêuticas querem atingir os seus objetivos de receitas para 2023 e para os anos seguintes.

Nas primeiras semanas em que começaram a ser administradas as vacinas contra esta variante, foram vacinadas cerca de 14,8 milhões de pessoas nos Estados Unidos, valor que compara com os mais de 22 milhões de norte-americanos vacinados nas primeiras seis semanas de reforço vacinal em 2021, isto apesar de apenas os mais idosos e pessoas que sofrem de imunossupressão serem considerados elegíveis naquele período.






Fonte: eco.sapo.pt                           Link: https://eco.sapo.pt/2022/10/21/pfizer-tenciona-quadruplicar-preco-da-vacina-covid-nos-eua/
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #954 em: 25/10/2022, 22:38 »
 
Deputados com covid-19 vão poder votar por via remota

Lusa
20:51



Fonte de imagem: eco.sapo.pt

A conferência de líderes decidiu “que os deputados únicos podem intervir e votar por via remota e os restantes deputados podem votar por via remota” se tiverem Covid-19.

Os deputados únicos com covid-19 vão poder intervir e votar no debate orçamental por via remota e os restantes parlamentares poderão também exercer o direito de voto dessa forma, decidiu esta terça-feira a conferência de líderes.

A informação foi transmitida no final desta reunião pela deputada socialista Palmira Maciel, depois de a questão ter sido colocada à conferência de líderes pelo Livre, uma vez que o deputado único Rui Tavares está de baixa com covid-19 e encontra-se impedido de participar na discussão e votação na generalidade do Orçamento do Estado para 2023, quarta e quinta-feira. “Ficou combinado que os deputados únicos podem intervir e votar por via remota e os restantes deputados podem votar por via remota”, disse Palmira Maciel, que hoje transmitiu aos jornalistas as conclusões da conferência de líderes.

Na última reunião deste órgão, em 12 de outubro, tinha sido decidido terminar o regime excecional – que vigorara durante a pandemia – e que permitia aos deputados em isolamento profilático participar nas sessões plenárias e nas reuniões das Comissões, através de videoconferência, uma vez que o isolamento profilático deixou de ser obrigatório desde 1 de outubro de 2022.

Em declarações aos jornalistas no parlamento, Isabel Mendes Lopes, dirigente do Livre e candidata ‘número dois’ nas legislativas ao círculo de Lisboa, adiantou que Rui Tavares está com “sintomas bastante fortes” e só regressará ao parlamento fisicamente quando tiver alta.

“Acatamos e respeitamos as decisões médicas e as decisões da conferência de líderes, mas esta questão suscita-nos um facto: os deputados únicos não podem adoecer. Vamos ter um deputado que está doente, que está de baixa e mesmo assim participará no debate do OE e isto leva-nos – e vamos levar isto às próximas conferências de líderes – a questionar as regras de substituição dos deputados únicos”, salientou a dirigente.

Isabel Mendes Lopes salientou que “o que acontece na verdade é que se um deputado único do partido adoecer, se não puder ser substituído, esse partido deixa de estar representado na AR e o voto de tantas pessoas deixa de estar representado, e isso não pode ser”.







Fonte: eco.sapo.pt                      Link: https://eco.sapo.pt/2022/10/25/deputados-com-covid-19-vao-poder-votar-por-via-remota/
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #955 em: 26/10/2022, 09:59 »
 
A idade avançada é o principal fator de mortalidade por Covid-19

MadreMedia / Lusa
26 out 2022 06:14



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

A idade é o principal fator de risco de mortalidade com covid-19, segundo um estudo conduzido em Espanha em que se analisaram dados de mais de 1.200 doentes com uma média de idades de 65 anos.

O estudo foi realizado com uma amostra de 1.246 pacientes e está publicado no Open Respiratory Archives, a revista científica da Sociedade Espanhola de Pneumologia e Cirurgia Torácica (SEPAR).

A pneumologista Irene Nieto, membro da SEPAR e primeira autora do estudo, explicou que o objetivo do estudo foi identificar os fatores que podem prever pacientes com risco mais elevado de morrer por covid.

Segundo Nieto, o nível de risco dos doentes com covid-19, que se pode manifestar em formas leves, moderadas ou severas, é essencial para encaminhar os doentes para o recurso de cuidados mais apropriado em função da sua evolução e gravidade, tais como unidades de cuidados respiratórios intermédios

Depois de recolher todos os dados médicos dos pacientes e de os analisar, descobriram que 168 pacientes, 13% do total da amostra, morreram durante a admissão hospitalar e que a maioria destas mortes foram de adultos mais velhos.

O estudo conclui que a idade mais avançada é o principal fator de mortalidade em doentes infetados por covid, embora o impacto dos reagentes (proteínas que aumentam ou diminuem durante a fase aguda da infeção) e o tipo de células do sangue sejam também fatores relevantes

Nieto salientou que “estas descobertas podem ser muito úteis para supervisionar pacientes com covid-19 na prática clínica e atribuí-los aos cuidados mais apropriados”.

Os autores destacam no estudo que “modelos de aprendizagem automática de última geração podem proporcionar novos conhecimentos clínicos, uma vez que são capazes de detetar interações de ordem mais elevada entre as variáveis, nunca antes vistas”.







Fonte: 24.sapo.pt                           Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/a-idade-avancada-e-o-principal-fator-de-mortalidade-por-covid
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #956 em: 27/10/2022, 15:03 »
 
Covid-19: “Pandemia ainda não acabou. Europa vai ser atingida por uma nova vaga em meados de novembro e início de dezembro”, alertam responsáveis
Por Francisco Laranjeira   em 10:50, 27 Out 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

A Agência Europeia de Medicamentos alertou que a pandemia da Covid-19 ainda não terminou e que a Europa vai ser “atingida, nas próximas semanas, por uma nova vaga”, mais concretamente “em meados de novembro a início de dezembro”. Marco Cavaleri, chefe da estratégia de vacinas da EMA, informou ainda que a mutação do vírus é mais rápida do que a atualização das vacinas.

A variante da Ómicron BQ1 foi identificada em pelo menos cinco países europeus na semana passada, REVEKOU Cavaleri, acrescentando que o Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC) prevê que a variante BQ1 e a BQ1.1 vão tornar-se dominantes. “Ainda não se sabe se será mais transmissível ou causará doença mais grave do que as variantes BA.4 e BA.5, mas o que se sabe é que tem maior capacidade de escapar da imunidade conferida pela vacinação”, reforçou.

A EMA recordou ainda que, neste outono e inverno, o SARS-CoV-2 e o vírus da gripe circulam em simultâneo, e recomendou aos cidadãos que sejam inoculados com as duas vacinas, especialmente se pertenceram aos grupos de risco. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a Europa registou um 1,4 milhões de infeções e 3.250 mortes, pela Covid-19, na última semana, recomendando, por isso, a continuação dos programas de vacinação.

A OMS mostrou-se “preocupada com um possível aumento dos números da Covid-19”. “Encorajamos os países a prepararem-se para possíveis novos aumentos de casos e internamentos”, frisou Richard Pebody, chefe da Equipa de Alta Ameaça Patogénica da OMS/Europa.






Fonte: multinews.sapo.pt                           Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/covid-19-pandemia-ainda-nao-acabou-europa-vai-ser-atingida-por-uma-nova-vaga-em-meados-de-novembro-e-inicio-de-dezembro-alertam-responsaveis/

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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #957 em: 27/10/2022, 15:05 »
 
Uma, todas ou nenhuma: Estudo revela que sintomas da Covid-19 variam conforme o tipo de vacinação

Por Pedro Zagacho Gonçalves   em 14:27, 27 Out 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Uma infeção por Covid-19 pode manifestar-se com dezenas de sintomas diferentes, dos mais comuns, como a fadiga, dores de cabeça e garganta ou tosse, até aos mais raros e estranhos como a “língua Covid” (inchaço e descoloração da língua e problemas na boca). Agora, um novo estudo da ZOE Health Study, sugere que os sintomas que os doentes com Covid-19 sofrem podem variar conforme o tipo de vacinação que fizeram.

O projeto, que inclui a empresa de ciências da saúde ZOE e investigadores da Universidade de King’s College de Londres, do Hospital Geral de Massachussetts e das Universidades de Harvard e Stanford, analisou dados sobre os sintomas que afetaram mais de quatro milhões de pessoas, que usaram a aplicação ZOE Covid Study. Esta ‘app’ tem registado os sintomas da infeção pelo coronavírus, através de dados inseridos pelos utilizadores desde 2020.

Agora, o ZOE Health Study atualizou a lista de sintomas mais comuns da Covid-19 e verificou que variam em três grupos de vacinação: os doentes que completaram o esquema vacinal primário, os que só receberam uma dose da vacina e os não-vacinados.

Doentes que completaram esquema primário:

1 – Dores de garganta

2 – Corrimento nasal

3 – Nariz entupido

4 – Tosse persistente

5 – Dores de Cabeça

 

Doentes só com uma dose da vacina:

1 – Dores de cabeça

2 – Corrimento nasal

3 – Dores de garganta

4 – Espirros

5 – Tosse persistente

 

Doentes não vacinados:

1 – Dores de cabeça

2 – Dores de garganta

3 – Corrimento nasal

4 – Febre

5 – Tosse persistente

Quatro dos cinco sintomas mais comuns incluem a dor de garganta, corrimento nasal, tosse e dores de cabeça, que foram reportados como comuns entre os três grupos, mas a sua prevalência variou. As pessoas não-vacinadas contra a Covid-19 reportaram com maior frequência sentir febre, algo que não aconteceu nos outros dois grupos analisados.

O estado vacinal também está relacionado com a quantidade dos sintomas experienciados em simultâneo pelos doentes, estabelece o estudo. Quem recebeu a totalidade das vacinas ou apenas uma dose reportou menos sintomas, que perduraram “um período de tempo mais curto”.

Um estudo da 2021 dos Centros de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC), apurou que participantes com uma ou duas doses da vacina Covid-19 tinham 60% menos risco de desenvolver sintomas como febre, quando comparado com não-vacinados. Os doentes vacinados passaram, em média, menos dois a seis dias doentes, comparado com quem não foi inoculado.

O novo estudo da ZOE aponta também um dado curioso: uma redução nos sintomas “tradicionais” da variante inicial da Covid-19: como falta de ar, dificuldades respiratórias e perda do olfato e ou paladar. Em causa estará, adianta a investigação, a prevalência de subvariantes da Omicron, que causam estes sintomas com menor frequência.







Fonte: multinews.sapo.pt                          Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/uma-todas-ou-nenhuma-estudo-revela-que-sintomas-da-covid-19-variam-conforme-o-tipo-de-vacinacao/
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #958 em: 29/10/2022, 11:59 »
 
COVID-19. Nova sublinhagem da Ómicron deve passar a ser a dominante em Portugal

N.N./Lusa
29 out 2022 09:23



Fonte de imagem: lifestyle.sapo.pt

A frequência da sublinhagem BQ.1 da variante Ómicron do vírus que causa a covid-19 está a aumentar desde o início do mês e deverá passar a ser a dominante em Portugal, estimou esta sexta-feira o Instituto Nacional de Saúde.

“Estima-se que a frequência do grupo de sublinhagens que constituem a BQ.1 seja cerca de 20%, embora uma das principais sublinhagens (BQ.1.1), que apresenta uma mutação associada à fuga ao sistema imunitário, apresente uma frequência de cerca de 6%”, adiantou o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) à agência Lusa.

Em 21 de outubro, o Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC) alertou para a possibilidade de a BQ.1 e a sua sublinhagem BQ.1.1 se tornarem dominantes na UE/EEE (União Europeia e Espaço Económico Europeu) entre meados de novembro e o início de dezembro de 2022.

Caso se confirme essa previsão, poderá verificar-se na Europa um aumento do número de casos de covid-19 nas próximas semanas, de acordo com a atualização epidemiológica divulgada pelo centro europeu.

Os primeiros casos da BQ.1 foram detetados no início deste mês em Portugal e, nas últimas semanas, a sublinhagem tem registado uma tendência crescente, avançou o INSA, ao adiantar que “tudo indica que poderá tornar-se dominante” no país.

“No entanto, dado envolver várias sublinhagens ainda em processo de classificação e cuja transmissibilidade e associação à fuga ao sistema imunitário estão ainda em avaliação, é difícil antever quando alguma possa tornar-se dominante”, salientou.

De acordo com o INSA, nesta fase, apenas se pode “especular que um potencial aumento nas hospitalizações se deva a um incremento no número de infeções, dada a maior transmissibilidade da BQ.1”, uma vez que se desconhece se está mais associada a doença grave do que outras linhagens da variante Ómicron.

Segundo o ECDC, estudos laboratoriais preliminares na Ásia indicam que a BQ.1 tem a capacidade de escapar à resposta do sistema imunológico, mas, de acordo com os dados disponíveis, “não há evidência de que possa estar associada ao aumento da gravidade da infeção em comparação com as variantes BA.4 e BA.5 da Ómicron”.

Segundo avançou esta sexta-feira a Organização Mundial da Saúde (OMS), a BQ.1 já foi detetada em 65 países e está a demonstrar uma vantagem significativa de crescimento sobre outras sublinhagens da variante Ómicron nos Estados Unidos e na Europa.

“Neste momento, não existem dados epidemiológicos que sugiram um aumento da gravidade da doença”, sublinhou a OMS.

Desde abril de 2020 o INSA tem estudado a diversidade genética do SARS-CoV-2, com o objetivo de determinar os perfis de mutação do vírus para identificar e monitorizar as cadeias de transmissão.

Já foram analisadas mais de 43 mil sequências do genoma do coronavírus, obtidas de amostras colhidas em mais de 100 laboratórios, hospitais e instituições, representando 307 concelhos de Portugal.







Fonte: lifestyle.sapo.pt                       Link: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/nova-sublinhagem-da-omicron-deve-passar-a-ser-a-dominante-em-portugal
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #959 em: 31/10/2022, 09:28 »
 
COVID-19: Trabalhadores escapam de bloqueio em fábrica na China que monta iPhones

N.N./Lusa
31 out 2022 09:18



EPA/ALEX PLAVEVSKI

Trabalhadores de uma das maiores fábricas na China da Foxconn, empresa que monta o iPhone da Apple, abandonaram hoje as instalações para escapar a um bloqueio, depois de colegas de trabalho terem testado positivo para a covid-19.

Vídeos difundidos nas redes sociais chinesas mostram centenas de funcionários da Foxconn a saltar vedações e a caminhar ao longo da berma de uma estrada, carregados com malas e outros pertences.

As imagens ilustram o crescente descontentamento popular com a estratégia de ‘zero casos’ de covid-19 da China. A altamente contagiosa variante Ómicron do novo coronavírus obrigou as autoridades chinesas à imposição de medidas de confinamento cada vez mais extremas e frequentes, para salvaguardar a estratégia de ‘zero casos’, assumida como um triunfo político pelo secretário-geral do Partido Comunista Chinês, Xi Jinping.

Também o Parque Disneyland em Xangai disse hoje que vai fechar temporariamente, por período indefinido, “para cumprir com as medidas de prevenção e controlo da pandemia”.

A fábrica da Foxconn em Zhengzhou, província de Henan, pode acomodar até 350.000 trabalhadores e é uma das maiores fábricas na China que monta produtos para a norte-americana Apple Inc., incluindo os mais recentes dispositivos iPhone 14.

Não é claro se os trabalhadores que deixaram a instalação escaparam ou foram autorizados a sair.

A imprensa chinesa informou esta semana que a fábrica implementou um sistema de “circuito fechado”, que proíbe os funcionários de abandonarem as instalações da fábrica.

Trabalhadores da Foxconn citados pela imprensa reclamaram da má qualidade dos alimentos e da falta de assistência médica para quem testou positivo. A empresa negou rumores de que 20.000 pessoas na fábrica tenham sido infetadas pela covid-19.

Cidades próximas a Zhengzhou instaram os trabalhadores da Foxconn a informar as autoridades locais se retornarem às suas cidades natais, para permitir a preparação de medidas de isolamento apropriadas.

O governo de Zhengzhou disse que a Foxconn prometeu no domingo garantir a segurança, os direitos legítimos e o rendimento daqueles que ficaram.






Fonte: lifestyle.sapo.pt                          Link: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/covid-19-trabalhadores-escapam-de-bloqueio-em-fabrica-na-china-que-monta-iphones
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