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Autor Tópico: Tudo relacionado com o Coronavírus  (Lida 293512 vezes)

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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #990 em: 01/12/2022, 23:00 »
 
China rumo a acabar com a "tolerância zero" à covid-19

1 de dezembro 2022 às 16:59


Fonte de imagem: AFP

Sun Chunlan, a “dama de ferro” de Pequim, anunciou que o combate à covid-19 “enfrenta uma nova fase”. Megacidades aliviaram as restrições.

Diversas cidades chinesas já começaram a aliviar as restrições apesar do elevado número de novos casos de covid-19. E tudo indica que a estratégia para combate à pandemia na China vai ser alterada. “Com a diminuição da patogenicidade da variante Omicron, aumento da taxa de vacinação e a acumulação de experiência de controlo de surtos, a contenção da pandemia da China enfrenta uma nova fase e missão”, explicou a vice-primeira-ministra chinesa, Sun Chunlan, após uma reunião com peritos de saúde pública. Talvez tenham sido estes que fizeram o regime mudar de ideias. Ou então foi a desobediência civil maciça que abala a China desde a semana passada.

Não é de estranhar que Sun - a única mulher com assento no Politburo, sendo alcunhada de “dama de ferro” - tenha sido o rosto da cedência de Pequim. Não só a vice-primeira-ministra fora escolhida como responsável pelo combate à covid-19, como está prestes a reformar-se, aos 72 anos, podendo absorver os impactos políticos. Mas todos sabem que Chunlan nunca teria podido aplicar confinamentos draconianos sem que isso fosse decidido pelo líder máximo, Xi Jinping.

O Presidente chinês, que inicialmente fora criticado por ignorar a pandemia quando esta alastrava em Wuhan, depois apostara em políticas duras contra o vírus. No último congresso do Partido Comunista da China, Xi até escolheu para seu número dois Li Qiang, de 63 anos, antigo chefe do partido em Xangai, que dirigiu um dos mais brutais confinamentos do planeta.

Quase todos os observadores viam Li como um ativo tóxico, dada a impopularidade das medidas. Mas a sua promoção mostrou que Xi não o via desse modo, mas sim como um fiel tenente, que cumprira o que lhe ordenara por mais elevado que fosse o custo. Talvez seja por isso que, após um incêndio em Ürümqi fazer dez vítimas, havendo acusações de que as vítimas não conseguiram fugir devido às medidas de confinamento, os protestos começaram por alastrar a Xangai.

Se a causa do descontentamento fora o impacto das restrições na vida dos chineses, muito rapidamente ficou claro que a raiva era dirigida a Xi, até com apelos sem precedentes ao seu derrube. Enquanto a polícia reprimia os protestos, começando a identificar e perseguir os envolvidos, as autoridades locais cediam.

Após desapertarem-se as restrições em Cantão e Chongqing, na quarta-feira, no dia seguinte dirigentes de Pequim anunciaram que os moradores sem necessidade de sair de casa, como idosos ou pessoas em teletrabalho, ficarão isentos das sucessivas rondas de testagem em massa. Isto apesar de a capital ter registado mais de cinco mil casos no dia anterior. Já em Xangai foi levantado o confinamento de diversos distritos.

Apesar das medidas contra a pandemia estarem a tornar-se intoleráveis para cada vez mais chineses, o país não está numa situação ideal para reabrir e lidar com uma esperada onda de casos. A taxa de vacinação é alta, batendo nos 90%, mas baixa para os 69% entre os chineses com mais de 60 anos. Além disso, as vacinas chinesas têm uma eficácia menor face às novas variantes, dado recorrerem sobretudo à inoculação do patogénico inativado, sendo que as farmacêuticas ocidentais optaram produzir vacinas de mRNA.







Fonte: sol.sapo.pt                             Link: https://sol.sapo.pt/artigo/786898/china-rumo-a-acabar-com-a-toler-ncia-zero-a-covid-19
"A justiça é o freio da humanidade."
 

Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #991 em: 02/12/2022, 15:17 »
 
Vírus que causa a Covid-19 pode permanecer em certos alimentos “durante vários dias”

Por Beatriz Maio em 12:55, 2 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O coronavírus pode permanecer em alguns produtos alimentares durante vários dias, incluindo fruta e bebidas engarrafadas que compramos em supermercados e ingerimos sem cozinhar ou lavar.

Esta conclusão surgiu após testes realizados pela Agência de Normas Alimentares (FSA) do Reino Unido [Food Standards Agency] onde a maioria dos alimentos testados continha o vírus da Covid-19. Embora a transmissão seja possível por esta via, os peritos revelaram que os níveis de contágio são mais fortes durante as primeiras 24 horas, decrescendo nos dias seguintes até que desaparece.

Em alimentos como pimentos, crosta de pão, presunto e queijo, o vírus foi detetado “durante vários dias sob algumas condições”, já em croissants e chocolate permanece apenas “algumas horas”.

Os alimentos e embalagens utilizados foram “artificialmente inoculados com SRA-CoV-2 e, portanto, não são um reflexo dos níveis de contaminação encontrados nestes alimentos a retalho”, explicaram os autores do estudo ao esclarecer que “níveis mais baixos de contaminação exigirão menos tempo para diminuir para níveis indetetáveis”, informa a Sky News.

Os resultados do estudo “reforçam a necessidade de seguir rigorosamente as orientações sobre a manutenção de medidas de higiene adequadas e a exposição de alimentos não embalados”, alertam os investigadores acrescentando que os consumidores “permanecem com um risco muito baixo” de contágio proveniente dos alimentos.

Os cientistas tentaram simular a quantidade que alguém infetado poderia deixar caso espirrasse ou tossisse perto de produtos como frutas e vegetais bem como garrafas de bebidas, caixas e latas. Apesar de não haver necessidade de precauções adicionais, os peritos recordam a importância de se lavar corretamente as mãos e os alimentos antes de os preparar ou comer.

“No início da pandemia pouco se sabia sobre como o vírus sobrevivia em diferentes superfícies ou embalagens”, recorda o responsável do risco microbiológico da FSA, Anthony Wilson ao salientar que, por isso, a avaliação era feita tendo em conta o “pior cenário”, relata a BBC.

Nas suas palavras, esta investigação “dá uma visão adicional da estabilidade do vírus nas superfícies de diversos alimentos e confirma que as hipóteses, colocadas inicialmente foram adequadas, porque a probabilidade de se ficar infetado desta forma é muito baixa”.

De recordar que, desde o dia 7 de setembro, decorre a campanha de reforço sazonal em vários centros de vacinação do país até dezembro, tendo como prioridade proteger as pessoas mais vulneráveis, prevenindo a doença grave, a hospitalização e a morte.







Fonte: multinews.sapo.pt                             Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/virus-que-causa-a-covid-19-pode-permanecer-em-certos-alimentos-durante-varios-dias/
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #992 em: 02/12/2022, 15:21 »
 
Açores com 63 novos casos de covid-19 na última semana

Lusa
2 dez 2022 15:04



Fonte de imagem: sapo.pt

De acordo com o boletim epidemiológico semanal, divulgado no portal do Governo açoriano, há 11 doentes com covid-19 hospitalizados, mas apenas quatro foram internados devido à infeção por SARS-CoV-2.

Dos quatro doentes internados devido à covid-19, dois encontra-se no Hospital do Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, um no Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira e outro no Hospital da Horta, na ilha do Faial.

Dos sete doentes que foram internados por outros motivos, mas testaram positivo à covid-19, cinco estão no Hospital de Ponta Delgada e dois na Terceira.

Quanto aos novos casos identificados, 46 foram diagnosticados na ilha de São Miguel, oito no Faial, sete na Terceira, um em Santa Maria e outro no Pico.

No arquipélago, desde o início da pandemia, foram administradas 584.717 doses de vacinas contra a covid-19, estando 92,7% da população (219.069 pessoas) com a vacinação completa e 55,4% com a vacinação de reforço (130.895 pessoas).

Desde o início da pandemia, em março de 2020, foram confirmados na região 121.635 casos de infeção por SARS-CoV-2, 120 óbitos por covid-19 e 121.087 recuperações.

APE // VAM

Lusa/fim






Fonte: sapo.pt                           Link: https://www.sapo.pt/noticias/atualidade/acores-com-63-novos-casos-de-covid-19-na_638a15764dc61f4344e9d6a5
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #993 em: 03/12/2022, 18:34 »
 
Está com Covid-19? Saiba o que fazer de acordo com as novas regras

03.12.2022 às 14h02 SARA RODRIGUES
JORNALISTA



Getty Images

Quais são as últimas recomendações da Direção-Geral da Saúde e qual o tempo de contágio

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https://visao.sapo.pt/visaosaude/2022-12-03-esta-com-covid-19-saiba-o-que-fazer-de-acordo-com-as-novas-regras/

Terminada a obrigatoriedade de isolamento, lembre-se que o tempo da política não é tempo da Ciência e que não há evidência científica de que toda a gente deixe de contagiar os outros antes do 10.º dia da infeção. “É um facto que 25% das pessoas, ao oitavo dia, ainda continua a contagiar”, diz Amy Barczak, especialista do Massachusetts General Hospital de Boston, citada pela revista Nature.

Há muitas variáveis em jogo para se saber se uma pessoa ainda está ou não em estado infeccioso e a Organização Mundial de Saúde continua a recomendar os 10 dias de isolamento. Portanto, se tem Covid-19 e não passaram pelo menos 10 dias após o início dos sintomas, jogue pelo seguro e pense duas vezes antes de visitar, por exemplo, a avozinha diabética. Mesmo que em Portugal já não seja obrigatório ficar isolado. E saiba o que fazer de acordo com a Direção-geral da saúde:

Se sair à rua

► Mantenha um distanciamento mínimo de 1,5 metros das outras pessoas e use máscara cirúrgica (ou respirador FFP1, caso não seja possível manter o distanciamento recomendado)

► Evite locais com grandes aglomerados de pessoas, como os transportes públicos, qualquer local fechado ou mal ventilado

► Sempre que possível, principalmente nos primeiros cinco dias de sintomas, e com o acordo da entidade patronal, recomenda-se a adoção do regime de teletrabalho

► Se tiver sintomas que o impeçam de ir trabalhar, ou se for cuidador de doentes com imunossupressão, deve contactar o médico para ter baixa

► Se realizar atividade física, faça-o ao ar livre ou em locais onde não entre em contacto próximo com outras pessoas

Dentro de casa

► Mantenha a distância das pessoas que vivem consigo

► Use máscara cirúrgica nas áreas partilhadas

► Abra as janelas e deixe-as abertas pelo menos durante 10 minutos, depois de ter saído da divisão

► Limpe as superfícies em que toca com frequência, bem como equipamentos partilhados

► Informe qualquer pessoa que precise de vir a sua casa de que está infetado

Quando ficar em casa e quando voltar à escola?

Para a maioria das crianças e dos jovens, as infeções agudas das vias respiratórias não são graves

► Se tiverem sintomas ligeiros, como o nariz a pingar, dores de garganta ou tosse ligeira, as crianças e os jovens podem continuar a frequentar o estabelecimento de ensino

► Se estiverem doentes e com febre, devem ficar em casa e evitar o contacto com os outros. Podem regressar à escola quando tiverem alta médica ou deixarem de ter febre

► As crianças e os jovens devem ser ensinados a cobrir a boca e o nariz com um lenço de papel, ao tossirem e/ou ao espirrarem. Os lenços de papel devem ser descartados e as mãos devem ser lavadas com água e sabão, ou desinfetadas com solução antissética

► Os que vivem com uma pessoa que tenha testado positivo à Covid-19 podem continuar a frequentar a escola ou creche, como é habitual, com as medidas básicas de higiene

► Recorra ao pediatra ou ao médico de família, caso necessite de uma justificação para o seu filho faltar às aulas








Fonte: visao.sapo.pt                           Link: https://visao.sapo.pt/visaosaude/2022-12-03-esta-com-covid-19-saiba-o-que-fazer-de-acordo-com-as-novas-regras/
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #994 em: 04/12/2022, 16:24 »
 
China com duas novas mortes oficiais devido à covid-19, algumas cidades diminuem restrições

MadreMedia / Lusa
4 dez 2022 10:30



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

A China anunciou hoje duas mortes adicionais causadas pela covid-19, enquanto algumas cidades agem com cautela para aliviar as restrições de combate ao SARS-CoV-2, após o aumento das manifestações contra as medidas governamentais relacionadas com o novo coronavírus.

A Comissão Nacional de Saúde chinesa disse que as mortes ocorreram nas províncias de Shandong e Sichuan. Nenhuma informação foi fornecida sobre a idade das vítimas ou se estavam totalmente vacinadas.

Hoje, a China anunciou mais 35.775 casos nas últimas 24 horas, 31.607 dos quais assintomáticos, elevando o total para 336.165, com 5.235 mortes.

A China, onde o vírus foi detetado pela primeira vez no final de 2019 na cidade central de Wuhan, é o último grande país a tentar interromper completamente a transmissão por meio de quarentenas, confinamentos e testes em massa.

Analistas consideram que as preocupações com as taxas de vacinação figuram com destaque na determinação do Partido Comunista de manter a sua estratégia de linha dura.

Nove em cada 10 chineses foram vacinados, entretanto, apenas 66% das pessoas com mais de 80 anos receberam uma dose da vacina e 40% receberam a dose de reforço nesta faixa etária, de acordo com a Comissão.

O organismo disse que 86% das pessoas com mais de 60 anos estão vacinadas.

Dados esses números e o facto de que relativamente poucos chineses desenvolveram anticorpos ao serem expostos ao vírus, teme-se que milhões possam morrer se as restrições forem totalmente suspensas.

No entanto, as manifestações em massa parecem ter levado as autoridades a suspender algumas das restrições mais duras, mesmo quando dizem que a estratégia “zero-covid” — que visa isolar todas as pessoas infetadas — ainda esteja em vigor.

As manifestações, as maiores e mais difundidas em décadas, começaram em 25 de novembro, depois que um incêndio num prédio de apartamentos na cidade de Urumqi, no noroeste do país, matou pelo menos 10 pessoas.

Isso desencadeou perguntas na internet sobre se os bombeiros ou as vítimas que tentavam escapar foram bloqueados por portas trancadas ou outros controlos antivírus. As autoridades negaram isso, mas as mortes tornaram-se um foco de frustração pública.

O país viu vários dias de protestos em cidades como Xangai e Pequim, com manifestantes a exigir uma flexibilização das restrições para o combate da covid-19. Alguns exigiram que o Presidente chinês, Xi Jinping, renunciasse, numa demonstração extraordinária de dissidência pública numa sociedade sobre a qual o Partido Comunista exerce controlo quase total.

Pequim e algumas outras cidades chinesas anunciaram que os passageiros podem embarcar em autocarros e metros sem um teste de vírus pela primeira vez em meses. Esta exigência gerou reclamações de alguns residentes de Pequim de que, embora a cidade tenha fechado muitas estações de teste, a maioria dos locais públicos ainda exige testes de covid-19.

Embora muitos tenham questionado a precisão dos números chineses, estes permanecem relativamente baixos em comparação com os Estados Unidos e outras nações que agora estão a relaxar os controlos e a tentar conviver com o vírus que matou pelo menos 6,6 milhões de pessoas em todo o mundo e infetou quase 650 milhões.

A China ainda impõe quarentena obrigatória para os viajantes que chegam, mesmo que os seus números de infeção sejam baixos em comparação com sua população de 1,4 mil milhões.







Fonte: 24.sapo.pt                           Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/china-com-duas-novas-mortes-oficiais-devido-a-covid-19-algumas-cidades-diminuem-restricoes
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #995 em: 04/12/2022, 16:26 »
 
Covid-19: França não descarta regresso da máscara e apela à vacinação

MadreMedia / Lusa
4 dez 2022 16:07



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

O ministro francês da Saúde, François Braun, garantiu hoje não descartar o regresso da obrigatoriedade do uso de máscara, face ao aumento do número de infetados por covid-19, e apelou à vacinação.

“Se as infeções continuarem a aumentar, a minha mão não vai tremer se for necessário decretar a obrigatoriedade da máscara”, afirmou, em entrevista ao canal de televisão BFM.

Contudo, Braun notou que a decisão do executivo vai depender da evolução da situação, numa altura em que França também se depara com um aumento de casos de gripe e bronquiolite.

François Braun ressalvou não ser favorável às restrições, mostrando-se confiante quanto ao facto de os franceses adotarem, voluntariamente, medidas de prevenção.

“Lanço um apelo solene à vacinação”, acrescentou.

Segundo os últimos dados, reportados a sábado, França registou 52.908 novos casos, um aumento semanal de quase 10%.







Fonte: 24.sapo.pt                          Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/covid-19-franca-nao-descarta-regresso-da-mascara-e-apela-a-vacinacao
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #996 em: 06/12/2022, 10:09 »
 
China deixa cair testes Covid obrigatórios em supermercados e escritórios

Mariana Espírito Santo
9:44



Fonte de imagem: eco.sapo.pt

A China está a avançar com um relaxamento gradual das restrições da Covid-19 após protestos em várias cidades. Testes deixam de ser obrigatórios para parques e aeroportos.

Depois de assistir a raros protestos contra as apertadas medidas de restrição da pandemia, a China continua a dar passos no alívio de algumas restrições. Na mais recente flexibilização de medidas, deixaram de ser obrigatórios testes negativos para entrar em parques, supermercados, escritórios e aeroportos.

Apesar de já não ser necessário teste para entrar no aeroporto, não há indicação de mudanças nas regras que exigem que os passageiros apresentem testes negativos antes do embarque.

Este alívio de medidas é mais uma etapa de flexibilização em todo o país, sendo que poderão surgir novas medidas a nível nacional já esta quarta-feira, segundo indicam fontes à agência de notícias Reuters.

A onda de relaxamento de restrições surge após uma série de protestos no mês passado, que marcou a maior demonstração de descontentamento público na China continental desde que o presidente Xi Jinping assumiu o poder em 2012.







Fonte: eco.sapo.pt                             Link: https://eco.sapo.pt/2022/12/06/china-deixa-cair-testes-covid-obrigatorios-em-supermercados-e-escritorios/
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #997 em: 09/12/2022, 22:13 »
 
Açores com 44 novos casos de covid-19 na última semana

MadreMedia / Lusa
9 dez 2022 17:15



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

Os Açores registaram, na última semana, 44 novos casos de covid-19 e 75 recuperações, tendo atualmente 82 casos ativos, menos 31 do que na semana anterior, informou hoje a Autoridade Regional de Saúde.

De acordo com o boletim epidemiológico semanal, divulgado no portal do Governo açoriano, há sete doentes com covid-19 hospitalizados, mas apenas dois foram internados devido à infeção por SARS-CoV-2, estando no Hospital do Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel.

Há ainda cinco doentes que foram internados por outros motivos, mas testaram positivo à covid-19, também no hospital de Ponta Delgada.

Quanto aos novos casos identificados, 30 foram diagnosticados na ilha de São Miguel, nove na Terceira, três no Faial, um nas Flores e outro em Santa Maria.

No arquipélago, desde o início da pandemia, foram administradas 586.400 doses de vacinas contra a covid-19, estando 92,7% da população (219.119 pessoas) com a vacinação completa e 55,4% com a vacinação de reforço (131.007 pessoas).

Desde o início da pandemia, em março de 2020, foram confirmados na região 121.679 casos de infeção por SARS-CoV-2, 120 óbitos por covid-19 e 121.162 recuperações.







Fonte: 24.sapo.pt                          Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/acores-com-44-novos-casos-de-covid-19-na-ultima-semana
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #998 em: 13/12/2022, 10:48 »
 
COVID-19: Coordenador-geral da Misericórdia de Leiria absolvido no processo das vacinas

N.N./Lusa
13 dez 2022 09:29



Fonte de imagem: lifestyle.sapo.pt

O Tribunal de Leiria absolveu o coordenador-geral da Misericórdia de Leiria do crime de falsas declarações, por não se provar que indicou indevidamente o nome de familiares do provedor para a vacinação contra a covid-19.

A juíza do tribunal singular de Leiria considerou que não se provou que tenha sido o arguido Diogo Batalha a chamar a mulher, o filho e o enteado do provedor da Santa Casa da Misericórdia de Leiria para serem vacinados contra a covid-19, apesar de não serem elegíveis à data para a imunização, lê-se na sentença proferida na quarta-feira, a que a agência Lusa teve acesso.

Na fundamentação da decisão da matéria de facto, lê-se que a mulher do provedor, Leonor Poço, testemunhou ao tribunal ter recebido uma chamada da Santa Casa da Misericórdia de Leiria, “de uma voz feminina”.

“O Tribunal fundou a sua convicção na análise crítica do conjunto da prova produzida e examinada em audiência (…) mormente, da análise da prova documental junta aos autos, conjugada com a apreciação crítica das declarações prestadas pela arguida e pelas testemunhas ouvidas em audiência”, referiu a juíza na sentença.

Para a magistrada, não ficou provado que “o arguido tenha querido agradar ao dirigente máximo da sua entidade patronal, o provedor Carlos Poço, sabedor da importância que este dava à vacinação”.

“Não conseguimos concluir, para além da dúvida razoável, que o domínio do facto quanto à decisão tomada de que as doses sobrantes do frasco de vacinação em causa seriam concretamente destinadas à vacinação dos familiares do senhor provedor”, refere-se na sentença, que também salienta que numa “dúvida razoável” “faz-se operar o princípio ‘in dubio pro reo’, dando como não provados os respetivos factos”.

Por outro lado, escreveu a juíza, “se a intenção do arguido fosse a alegada na acusação (agradar ao senhor provedor da instituição de que era trabalhador/”administrador”), de acordo com as regras de experiência comum, até seria normal que fosse ele próprio a alertar o senhor provedor ou a família do mesmo para tanto, o que não ocorreu (tendo sido uma voz feminina quem o fez)”.

Acresce referir que “outros trabalhadores da mesma instituição tiveram intervenção nos factos”.

Diogo Batalha foi acusado pelo Ministério Público do Departamento de Investigação e Ação Penal Regional de Coimbra da prática de um crime de falsas declarações, em novembro de 2021.

De acordo com a acusação, o arguido - que foi indicado com a função de administrador hospitalar, mas que esclareceu ser coordenador-geral, - “prestou informação falsa à equipa de enfermagem, ao afirmar que havia funcionários daquela Instituição Particular de Solidariedade Social para vacinação não incluídos na listagem inicial”, no dia 19 de janeiro de 2021.

Para o MP, “esta conduta levou a que fosse aberto um frasco suplementar e inoculadas pessoas não prioritárias e sem qualquer critério de elegibilidade para a fase de vacinação em curso”.

Durante o julgamento, foi provado que não foi aberto um frasco adicional. "A certa altura do ato vacinal, a equipa de vacinação confrontou-se com a circunstância de ter de vacinar uma médica por indicação da delegada de saúde e coordenadora da vacinação e de haver ainda um funcionário da ERPI por vacinar, equacionando não abrir o último frasco", evitando o "desperdício das quatro restantes doses".

O arguido garantiu que encontraria as pessoas que faltavam. Uma delas foi o próprio, que a enfermeira admitiu que não a chocou porque era funcionário e Diogo Batalha pediu a uma funcionária para "arranjar" outras três.







Fonte: lifestyle.sapo.pt                             Link: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/covid-19-coordenador-geral-da-misericordia-de-leiria-absolvido-no-processo-das-vacinas
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #999 em: 13/12/2022, 11:01 »
 
Covid-19: Pequim expande clínicas para tratar pacientes face a aumento de casos

Por MultiNews com Lusa   em 09:46, 13 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

A China continua a preparar-se para uma ‘avalanche’ de casos de Covid-19, que ainda não se reflete nas estatísticas oficiais, através do alargamento dos espaços nos centros de saúde, para tratar doentes com febre, e do armazenamento de medicamentos.

Os quase 350 centros comunitários de serviços de saúde de Pequim criaram já áreas para tratar pacientes com febre, numa altura em que a “explosão de casos está a pressionar muito os serviços médicos”, de acordo com as autoridades locais. A China pôs, na semana passada, fim a quase três anos da política de ‘zero casos’ de covid-19.

“O rápido desenvolvimento da epidemia está a exercer grande pressão sobre os serviços médicos”, reconheceu o vice-diretor da Comissão Municipal de Saúde de Pequim, Li Ang, citado pela imprensa local.

Li exortou os moradores da capital a irem aos centros apenas se não melhorarem após receberem tratamento em casa.

O funcionário observou que as chamadas de emergência aumentaram, nos últimos dias, e atingiram o pico em 09 de dezembro, quando foram atendidas 31 mil ligações, seis vezes mais do que o normal.

Para lidar com o crescente número de pacientes, Li disse que a capital vai alargar o número de clínicas de febre, de 94 para 303, e expandir a equipa de coordenação para chamadas de emergência.

Os residentes continuam a comprar testes de antígeno e medicamentos para se tratarem em casa, levando as autoridades a pedir ao público que compre “somente quando necessário”, visando evitar o açambarcamento.

Nos últimos dias, muitas cidades fecharam várias cabinas para a realização de testes PCR e reduziram a frequência com que testam a população.

A imprensa oficial começou também a minimizar o risco da variante Ómicron através de artigos e entrevistas com especialistas, numa súbita mudança de narrativa que acompanha o relaxamento de algumas das medidas mais rígidas da política de ‘zero casos’ de covid-19, que vigorou no país ao longo de quase três anos.

As autoridades afirmaram que estão reunidas as “condições” para que o país “ajuste” as suas medidas nesta “nova situação”, em que o vírus causa menos mortes, e anunciaram um plano para acelerar a vacinação entre os idosos, um dos grupos mais vulneráveis, mas ao mesmo tempo mais relutante em ser inoculado.

O país aboliu, na semana passada, testes em massa, quarentena em instalações designadas, para casos positivos e contactos diretos, e a utilização de aplicações de rastreamento de contactos.

Isto ocorreu depois de protestos em várias cidades da China contra a estratégia de ‘zero casos’ de covid-19. Alguns dos manifestantes proclamaram palavras de ordem contra o líder chinês, Xi Jinping, e o Partido Comunista, algo inédito no país em várias décadas.

Embora tenha sido recebido com alívio, o fim da estratégia ‘zero covid’ suscita também preocupações.

Com 1.400 milhões de habitantes, a China é o país mais populoso do mundo. A estratégia de ‘zero casos’ significa que a esmagadora maioria da população chinesa carece de imunidade natural. Pequim recusou também importar vacinas de RNA mensageiro, consideradas mais eficazes do que as inoculações desenvolvidas pelas farmacêuticas locais Sinopharm e Sinovac.

A remoção das restrições poderá desencadear uma ‘onda’ de casos sem paralelo este inverno, sobrecarregando rapidamente o sistema de saúde do país, de acordo com as projeções elaboradas pela consultora Wigram Capital Advisors, que forneceu modelos de projeção a vários governos da região, durante a pandemia.

Um milhão de chineses poderá morrer com covid-19 durante os próximos meses de inverno, de acordo com a mesma projeção.





 

Fonte: multinews.sapo.pt                           Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/covid-19-pequim-expande-clinicas-para-tratar-pacientes-face-a-aumento-de-casos/
"A justiça é o freio da humanidade."
 

Online Nandito

Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1000 em: 13/12/2022, 11:03 »
 
Covid-19. DGS dificultou investigação do MP nos casos de fraudes nas vacinas: apenas um condenado em 242 inquéritos abertos

Por Revista de Imprensa   em 09:41, 13 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

A Direção-Geral da Saúde (DGS) dificultou as investigações do Ministério Público nos casos de suspeitas de vacinação contra a Covid-19 fraudulenta – as autoridades de saúde socorreram-se várias vezes do sigilo médico para recusarem fornecer dados essenciais para a investigação. Houve mesmo magistrados que chegaram a recorrer a tribunais superiores para forçar a DGS a entregar as informações, o que naturalmente representou diversos atrasos nos inquéritos.

Os 242 inquéritos abertos para apurar a responsabilidade criminal dos suspeitos de fraude na vacinação, que depois foram reduzidos a 216, resultaram até hoje numa única condenação e em dois julgamentos ainda à espera de desfecho. A esmagadora maioria das investigações, 160, acabaram arquivadas

Segundo revelou esta terça-feira o jornal ‘Público’, houve situações caricatas, com as autoridades de saúde a fornecerem ficheiros com a identificação das pessoas vacinadas em cada instituição com um password de acesso que caducava pouco tempo depois. Segundo um investigador, houve um clima de encobrimento entre vários responsáveis de saúde inquiridos sobre os casos em questão.

O Ministério Público foi obrigado a recorrer a um tribunal superior para a DGS entregar dados sobre uma enfermeira do Centro de Saúde de Benavente vacinada e que terá mandado vacinar antecipadamente o marido, no início de 2021 – em causa estão suspeitas de abuso de poder e peculato. Graça Freitas, diretora-geral da Saúde, alegou que a informação colocava em risco a confidencialidade dos dados pessoais dos suspeitos, perante os insistentes pedidos dos investigadores. Foi necessário o Tribunal da Relação de Évora obrigar a DGS a entregar os dados. “Entendemos como absolutamente evidente que apenas o esclarecimento das circunstâncias em que estes cidadãos foram vacinados poderá permitir o início da investigação dos aludidos crimes, não se vislumbrando como, sem tais informações”, seria possível averiguar os factos, escreveram os desembargadores que ordenaram a quebra do sigilo profissional.~

A DGS negou ter inviabilizado o fornecimento de dados para a descoberta da verdade, embora tenha admitido que, “numa primeira instância, e em resposta a um pedido da Polícia Judiciária”, tenha invocado que “o diretor-geral da Saúde está sujeito ao dever de sigilo profissional… sendo que tal sigilo só pode ser afastado por despacho fundamentado do juiz competente, não sendo tal competência delegável”.







Fonte: multinews.sapo.pt                           Link: https://multinews.sapo.pt/uncategorized/covid-19-dgs-dificultou-investigacao-do-mp-nos-casos-de-fraudes-nas-vacinas-apenas-um-condenado-em-242-inqueritos-abertos/
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1001 em: 13/12/2022, 11:06 »
 
Covid-19: Portugal vai destruir 3,4 milhões de vacinas fora do prazo até ao final do ano

Por Francisco Laranjeira   em 08:48, 13 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Até ao final do ano vão ser destruídas cerca de 3,4 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 por terem passado o prazo de validade, segundo revelou o coronel Carlos Penha Gonçalves, do Núcleo de Apoio ao Ministério da Saúde.

Segundo o responsável, em declarações à RTP, está em causa “a decisão estratégica de manter sempre uma reserva de vacinas para garantir que em qualquer evolução nós possamos ter vacinas para dar às pessoas”. Recorde-se que o prazo de validade das vacinas em questão são de entre 6 e 9 meses.

Portugal tem “provavelmente a melhor adesão a doses de reforço da Europa”, sendo que foi necessário “garantir que o número de doses e o número de reforços que fossem planeados, nós teríamos vacinas para dar a todas as pessoas”, explicou.

Ao todo, foram administradas 26,5 milhões de doses das 38,5 milhões compradas pelo país. Segundo a DGS, já foram vacinados mais de 2,4 milhões de utentes contra a Covid-19 e mais de 2,1 milhões contra a gripe, em Portugal continental, dos quais mais de 1,6 milhões receberam as duas vacinas em simultâneo entre o dia 7 de setembro e 30 de novembro, no âmbito da campanha de vacinação outono/inverno.







Fonte: multinews.sapo.pt                            Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/covid-19-portugal-vai-destruir-34-milhoes-de-vacinas-fora-do-prazo-ate-ao-final-do-ano/
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1002 em: 14/12/2022, 10:05 »
 
China deixa de publicar dados sobre casos assintomáticos de covid-19

MadreMedia / Lusa
14 dez 2022 09:38



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

A Comissão de Saúde da China informou hoje que vai deixar de publicar dados sobre casos assintomáticos de covid-19, face à redução acentuada da frequência de testes PCR, que deixaram de ser obrigatórios.

A agência governamental disse que parou de publicar o número diário de casos em que nenhum sintoma é detetado por ser “impossível compreender com precisão o número real de pessoas infetadas assintomáticas”, geralmente a grande maioria dos casos, de acordo com um comunicado.

Os únicos números relatados são casos diagnosticados em instalações de teste públicas.

Isto representa um desafio para a China, à medida que põe fim a quase três anos da estratégia ‘zero covid’. Como os testes de PCR em massa não são mais obrigatórios e os pacientes com sintomas leves podem recuperar em casa, em vez de serem isolados em instalações designadas, tornou-se mais difícil avaliar o número real de casos.

As ruas de Pequim permanecem silenciosas, com filas a formarem-se junto a clínicas de febre – cujo número aumentou de 94 para 303 – e às farmácias, onde clientes tentam obter antipiréticos ou anti-inflamatórios.

Apesar dos esforços para aumentar a vacinação entre os idosos, dois centros montados em Pequim para administrar vacinas permaneciam vazios na terça-feira.

Na clínica de febre do Hospital da Amizade China–Japão, em Pequim, uma dúzia de pessoas aguardava pelos resultados dos testes de ácido nucleico. Enfermeiras com equipamento de proteção química atendiam os pacientes um a um.

Alguns quilómetros a sul, no Hospital Chaoyang, cerca de uma dúzia de pessoas esperava em fila junto a tendas azuis, apesar dos ventos fortes e temperaturas abaixo de zero.

Do outro lado da rua, na Farmácia Gaoji Baikang, cerca de uma dúzia de pessoas esperava em fila para comprar remédios para a tosse e ervas utilizadas na medicina tradicional chinesa. Uma placa pedia aos clientes que evitassem o pânico e o açambarcamento. “Estamos a fazer tudo o possível para manter o fornecimento de medicamentos e atender às necessidades”, acrescentava o aviso.

Um dos clientes comprou dois pacotes de Lianhua Qingwen, um medicamento chinês, indicando que cada pessoa estava impedida de comprar mais do que aquela quantidade.

As chamadas para as linhas diretas de saúde aumentaram seis vezes, de acordo com a imprensa estatal.

Sem contar os casos assintomáticos, a China registou apenas 2.249 infeções “confirmadas”, nas últimas 24 horas, elevando o total de casos no país para 369.918. O país registou 5.235 mortes pela doença, desde o início da pandemia, de acordo com dados oficiais.

Os números fornecidos pelo governo da China não são verificados de forma independente.

Apesar do relaxamento das restrições, os restaurantes permanecem quase todos fechados ou vazios na capital chinesa. Muitas empresas estão a ter dificuldades em encontrar funcionários suficientes que não estejam doentes. Sanlitun, um dos distritos comerciais mais populares de Pequim, estava hoje deserto.

Os hospitais também estão a ter dificuldades em manter o pessoal, enquanto os pacotes de entregas se acumulam nos pontos de distribuição, devido à escassez de funcionários.

Algumas universidades chinesas anunciaram que vão permitir que os alunos terminem o semestre em casa, na esperança de reduzir o potencial de um surto maior do novo coronavírus, durante o Ano Novo Lunar, que se celebra no final de janeiro.

A China também parou de rastrear algumas viagens, reduzindo a probabilidade de as pessoas serem forçadas a cumprir quarentena por terem estado em zonas de médio e alto risco.

Apesar disso, as fronteiras do país permanecem praticamente fechadas e não há informações sobre quando as restrições vão ser relaxadas para viajantes que chegam do exterior.

O Governo chinês anunciou, na semana passada, o fim de várias das medidas mais restritivas de prevenção contra a covid-19, incluindo a realização de testes em massa, quarentena em instalações designadas, para casos positivos e contactos diretos, e a utilização de aplicações de rastreamento de contactos.

Isto ocorreu depois de protestos em várias cidades da China contra a estratégia de ‘zero covid’. Alguns manifestantes proclamaram palavras de ordem contra o líder chinês, Xi Jinping, e o Partido Comunista, algo inédito no país em várias décadas.

Embora tenha sido recebido com alívio, o fim da estratégia ‘zero covid’ suscita também preocupações.

Com 1.400 milhões de habitantes, a China é o país mais populoso do mundo. A estratégia de ‘zero casos’ significa que a esmagadora maioria da população chinesa carece de imunidade natural. Pequim recusou também importar vacinas de RNA mensageiro, consideradas mais eficazes do que as inoculações desenvolvidas pelas farmacêuticas locais Sinopharm e Sinovac.

A remoção das restrições poderá desencadear uma ‘onda’ de casos sem paralelo este inverno, sobrecarregando rapidamente o sistema de saúde do país, de acordo com as projeções elaboradas pela consultora Wigram Capital Advisors, que forneceu modelos de projeção a vários governos da região, durante a pandemia.

Um milhão de chineses poderá morrer com covid-19 durante os próximos meses de inverno, de acordo com a mesma projeção.







Fonte: 24.sapo.pt                             Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/china-deixa-de-publicar-dados-sobre-casos-assintomaticos-de-covid-19
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1003 em: 15/12/2022, 15:38 »
 
OMS: Covid-19 causou mais de 14 milhões de mortes diretas ou indiretas em todo o mundo (e 20 mil em Portugal)

Por Francisco Laranjeira   em 08:53, 15 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Segundo a Organização Mundial da Saúde, houve cerca de 14,83 milhões de mortes relacionadas com a Covid-19 em 2020 e 2021, um número três vezes superior às estimativas oficiais (cerca de 5,4 milhões) – em Portugal terá havido mais 20 mil mortes nesse período, segundo um estudo apresentado na revista científica ‘Nature’.

O levantamento incluiu todas as mortes colaterais da crise sanitária, incluindo aquelas que ocorreram, por exemplo, pela interrupção dos serviços médicos por conta da superlotação provocada pelos casos da Covid-19. Os investigadores, liderados por William Msemburi, avaliaram as “mortes em excesso” comparando com os dados de óbitos nos anos anteriores. Os resultados indicam que a Covid-19 pode ter sido responsável pela morte de entre 13,3 milhões a 16,6 milhões de pessoas em todo o mundo, sendo que 14,83 milhões o número mais consensual. Em particular, os dados apontam que a mortalidade em excesso em 2020 foi de cerca de 4,4 milhões de pessoas e de 10,4 milhões em 2021.

A sobremortalidade é a diferença entre o número total de mortes estimadas para um local e um período e o número de mortes que seriam esperadas na ausência de uma crise, neste caso a pandemia da Covid-19.

Mas a OMS mantém o otimismo de que 2023 vá marcar o fim da emergência de saúde global devido à pandemia da Covid-19, garantiu o diretor-geral, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em conferência de imprensa, que frisou que no próximo ano a Covid-19 “não será mais uma pandemia”.

“Há um ano, a variante Ómicron matava 50 mil pessoas por semana, enquanto na semana passada foram menos de 10 mil. O número ainda é excessivo mas marca uma boa trajetória”, destacou o responsável, sublinhando que o “vírus está aqui para ficar”, embora agora haja as ferramentas e os códigos de conduta para lidar com isso. “O coronavírus não vai desaparecer, vai continuar e os países terão de aprender a lidar com ele com outros problemas respiratórios, como a gripe”, frisou.

Os critérios para decidir se a pandemia de Covid-19 vai deixar de ser uma emergência internacional serão analisados ​​em janeiro, na próxima reunião do comité de especialistas que se encontra trimestralmente desde 2020 para analisar a evolução da crise sanitária.







Fonte: multinews.sapo.pt                              Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/oms-covid-19-causou-mais-de-14-milhoes-de-mortes-diretas-ou-indiretas-em-todo-o-mundo-e-20-mil-em-portugal/
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Re: Tudo relacionado com o Coronavírus
« Responder #1004 em: 15/12/2022, 15:45 »
 
Covid-19. Índice de transmissibilidade aumenta

Jornal i 15/12/2022 15:21


© Mafalda Gomes

Foi registada na semana passada uma média de 484 casos diários de infeção

O índice de transmissão (Rt) do novo coronavírus, que provoca a covid-19, subiu esta semana dos 0,88 para os 0,89 a níver nacional, estando a média de casos diários de infeção nos 484.

A informação foi esta quinta-feira avançada através do relatório semanal do Instituto Nacional Dr. Ricardo Jorge (INSA), que explicita que o Rt, que estima o número de casos secundários provocados por cada pessoa portadora do vírus, está atualmente nos 0,89 mas que pode variar entre os 0,88 e os 0,91, com uma confiança de 95%. 

Os Açores são a única região do país que tem um Rt superior ao limiar de 1,00 - com 1,36 -, indicam os dados do INSA, relativos ao período entre os dias 5 e 9 de dezembro. 

Já a região do Norte regista um Rt de 0,89, o Centro de 0,97, Lisboa e Vale do Tejo de 0,86, o Alentejo de 0,94 e a Madeira de 0,91. 

Em comparação com o resto da Europa, Portugal apresenta a taxa de notificação acumulada de 14 dias entre 60 a 119,9 casos por 100.000 habitantes e um Rt inferior a 1, ou seja, "taxa de notificação reduzida e com tendência decrescente", refere o INSA, realçando que o país é o único que "se encontra nesta situação".

Desde 2 de março de 2020, quando foram notificados os primeiros casos de covid-19 em Portugal, até 9 de dezembro,  país registou um total de 5.551.739 infeções por coronavírus. 

Recorde-se, contudo, que, uma vez que o estado de alerta terminou no dia 1 de outubro e se deu uma alteração na testagem, o INSA registou uma descida acentuada tanto na incidência como no Rt, que podem não corresponder a decréscimos reais. 







Fonte: ionline.sapo.pt                            Link: https://ionline.sapo.pt/artigo/787892/covid-19-indice-de-transmissibilidade-aumenta-?seccao=Portugal_i
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