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Autor Tópico: Tudo em relação VACINAÇÃO CONTRA A COVID-19: AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NÃO PODEM FICAR ESQUECIDAS  (Lida 2088 vezes)

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COVID-19: ‘Task force’ mantém programa de vacinação com AstraZeneca
N.N./Lusa
6 abr 2021 19:23



Task Force AstraZeneca COVID-19 Coronavírus Pandemia Infarmed Vacina Vice-almirante

COVID-19: Costa admite que “berbicacho” com AstraZeneca pode tornar vacinação mais morosa
 A ‘task force’ que coordena o plano de vacinação contra a covid-19 vai manter a vacina da AstraZeneca no processo até surgir uma posição oficial da Agência Europeia do Medicamento (EMA), da Direção-Geral da Saúde (DGS) e do Infarmed.

COVID-19: ‘Task force’ mantém programa de vacinação com AstraZeneca
Perante as declarações de hoje ao jornal italiano ‘Il Messaggero’ do responsável pela estratégia de vacinação da EMA, Marco Cavaleri, que confirmou “uma ligação” entre a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica anglo-sueca AstraZeneca e a ocorrência de coágulos sanguíneos em pessoas vacinadas, fonte da ‘task force’ disse à Lusa que o plano imediato é aguardar por uma decisão.

“Vamos esperar pela posição oficial da EMA e da DGS. Por agora mantém-se a vacina da AstraZeneca no programa de vacinação”, afirmou a mesma fonte.

A reunião do Comité de Avaliação dos Riscos em Farmacovigilância da EMA, que conta com representantes do Infarmed, começou hoje e deve prolongar-se até sexta-feira. A EMA adiantou também à agência AFP que "ainda não chegou a uma conclusão e a revisão está atualmente em curso".

Entretanto, o primeiro-ministro, António Costa, reiterou também a necessidade de esperar por uma posição oficial da EMA, mas já admitiu que se o regulador europeu confirmar esta situação, então haverá uma “maior morosidade” na aplicação do plano de vacinação contra a covid-19 no espaço comunitário.

“No quadro da União Europeia, consideramos que é fundamental que haja uma posição uniforme relativamente às recomendações e indicações fixadas pela EMA no que respeita a cada uma das vacinas. Se houver um berbicacho, então isso terá inevitáveis consequências no processo de vacinação", disse o primeiro-ministro.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.862.002 mortos no mundo, resultantes de mais de 131,7 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.



Fonte: Sapo24
 
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Associação Sem Limites defende inclusão de pessoas com deficiência nos grupos prioritários de vacinação





A Associação Portuguesa das Pessoas com Necessidades Especiais - Associação Sem Limites, em parceria com a Associação Portuguesa de Deficientes da Madeira, vieram, esta quinta-feira (8 de Abril), a público defender a inclusão das pessoas com necessidades especiais nos grupos prioritários de vacinação contra a covid-19.

O comunicado remetido às redacções chama a atenção para o facto de as pessoas com deficiência serem "vulneráveis, com doenças associadas", e, por conseguinte "correm riscos acrescidos devido à falta de mobilidade e colocação da máscara e utilização de álcool gel".

    "Achamos que deveriam ser incluídos como prioritários para receber a vacina, independentemente da idade e deficiência".

A mesmo nota refere ainda que seria também "uma mais-valia para os técnicos que os apoiam e acompanham", pois teriam "mais segurança na prestação de cuidados e auxilio".

Fonte: dnoticias.pt  Link: https://www.dnoticias.pt/2021/4/8/257037-associacao-sem-limites-defende-inclusao-de-pessoas-com-deficiencia-nos-grupos-prioritarios-de-vacinacao/
"O Senhor detesta o caminho dos ímpios, mas ama quem busca a justiça"  Provérbios 15:9"
 
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SIC: Portugal vai suspender vacinação com AstraZeneca em alguns grupos etários

Por Simone Silva 15:41, 8 Abr 2021

Portugal vai suspender a vacinação contra a Covid-19 da AstraZeneca a alguns grupos etários, avança a ‘SIC Notícias’, adiantando que ainda no decorrer do dia de hoje será anunciada uma decisão oficial por parte das autoridades de saúde portuguesas.

Segundo a estação televisiva, no anúncio que está previsto para esta quinta-feira, serão dados ainda mais detalhes, nomeadamente, que grupos concretos vão deixar de ser vacinados com este fármaco, na sequência dos mais recentes desenvolvimentos, que ligam a vacina a tromboembolismos.

As dúvidas começaram quando o regulador médico da Noruega reportou quatro casos de coagulação, seguindo-se relatórios semelhantes da Dinamarca, Itália e Áustria. No final da semana passada, muitos países estavam a atacar novamente a Agência Europeia de Medicamentos, (EMA), depois de esta ter dito que a vacina da AstraZeneca era segura.

As reações dos países agravaram-se com as declarações de Marco Cavaleri, um responsável da estratégia de vacinação da EMA, que referiu na terça-feira a um jornal italiano que tinham encontrado uma «clara ligação» entre esse tipo de problemas e a vacina da AstraZeneca.

Entretanto ontem o regulador europeu, apesar de admitir existir uma «possível ligação» entre a vacina e os coágulos sanguíneos, voltou a garantir que os benefícios são superiores aos riscos», mas muitos países têm restringido a vacinação com este fármaco apenas a grupos etários mais velhos.

Vários países suspenderam a vacina para faixas etárias mais novas

A Coreia do Sul suspendeu ontem o uso da vacina em pessoas com menos de 60 anos, devido a preocupações relativamente à formação de cóagulos sanguíneos. Jeong Eun-kyeong, diretor da Agência de Controlo e Prevenção de Doenças sul-coreana, afirmou que a decisão, a título preventivo, visa “colocar acima de tudo a segurança das pessoas que recebem as vacinas contra a covid-19”.

O Comité Nacional de Aconselhamento sobre Imunização do Canadá está a recomendar uma pausa na vacinação da AstraZeneca contra a Covid-19 a pessoas com menos de 55 anos. “Embora ainda acreditemos que os benefícios para todas as idades superam os riscos, não me sinto confortável. Quero ver mais dados da Europa para saber exatamente os benefícios desse risco”, afirmou Ross Reimer, coordenador da task force do país.

O Reino Unido anunciou esta decisão na quarta-feira, com o regulador a recomendar que a maioria das pessoas com menos de 30 anos deve receber uma vacina alternativa à da AstraZeneca, «sempre que possível».

A Bélgica anunciou no mesmo dia que vai restringir a vacina da AstraZeneca a pessoas com mais de 55 anos. O Ministério da Saúde disse que a mudança “terá pouco ou nenhum impacto na campanha de vacinação em andamento, já que os idosos estão a ser vacinados”.

Também Itália recomenda o uso da vacina AstraZeneca apenas para pessoas com mais de 60 anos de idade. Para quem já tenha tomado a primeira dose, não haverá alterações.

Espanha também vai administrar a vacina AstraZeneca apenas a pessoas com mais de 60 anos. A ministra da Saúde, Carolina Darias, disse esta quinta-feira que será tomada uma decisão sobre a administração da segunda dose da vacina em pessoas que já receberam a primeira dose. A região autónoma espanhola de Castilla y León decidiu suspender totalmente o uso da vacina.

Estónia, Holanda,  Filipinas e Austrália seguem a mesma linha e recomendaram que a vacina da AstraZeneca fosse utilizada apenas em pessoas até aos 60 anos.

A Alemanha também limitou, no final do mês de março, o uso da injeção a pessoas com mais de 60 anos e grupos de alta prioridade, após relatos de um raro distúrbio no sangue cerebral. A 1 de abril, a comissão de vacinas da Alemanha recomendou que as pessoas com menos de 60 anos que receberam a primeira injeção da vacina da AstraZeneca recebessem um produto diferente para a segunda dose.

A Suécia interrompeu o uso da vacina AstraZeneca também no mês passado, após relatos de coágulos sanguíneos raros, mas graves, entre pessoas vacinadas com a vacina AstraZeneca. Mais tarde o país retomou o seu uso, mas apenas para pessoas com mais de 65 anos.

Líderes portugueses pedem reposta coordenada da UE

Tanto o primeiro-ministro, como o Presidente da República, e até a ministra da saúde, apelaram na quarta-feira à união e «atuação coordenada» dos estados-membros em matéria de vacinas.

António Costa considera que as autoridades nacionais e todos os estados-membros da União Europeia (UE) devem respeitar as decisões da Agência Europeia do Medicamento (EMA) e evitar tomar medidas unilaterais.

Para o governante, é «fundamental que, ao menos na UE, haja uma atuação coordenada» e aguarda que os técnicos tenham uma «posição clara, compreensível e que dê tranquilidade».

Já Marcelo Rebelo de Sousa indica que a polémica da AstraZeneca «é uma situação incómoda para a Europa como um todo» e sublinha que «os estados reagem de forma diferente» perante o surgimento de dúvidas sobre a eficácia das vacinas, o que não devia acontecer.

O facto de «não haver uma posição unida, clara e duradoura em matéria de vacinas», por parte dos estados-membros da UE, «perturba as opiniões públicas», defende.

Também Marta Temido defendeu uma «participação determinada» na construção do projeto da União Europeia da Saúde, alegando a necessidade de uma resposta europeia concertada à pandemia da covid-19. «Se permanecermos unidos, seremos mais fortes na nossa capacidade de resposta» à pandemia, salientou a responsável na quarta-feira.

Segundo a governante, esta necessidade de concertação no combate à covid-19 convoca «uma participação determinada na construção de uma União Europeia da Saúde», projeto que, num primeiro momento, implica a aprovação de um pacote legislativo específico.



SICN
 

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Direção-Geral da Saúde "recomenda administração da vacina da AstraZeneca a pessoas com mais de 60 anos"
8 abr 2021 19:00

Portugal vai suspender a vacinação com AstraZeneca para a faixa etária abaixo dos 60 anos. Decisão leva a que vacinação de professores e auxiliares seja atrasada uma semana. No entanto, o coordenador da task force do plano de vacinação garante que "não vai haver nenhum impacto além disto" e que "as vacinas são suficientes para continuarmos o nosso plano".


MIGUEL A. LOPES/ LUSA

As autoridades de saúde portuguesas recomendaram hoje a administração da vacina da AstraZeneca contra a covid-19 a pessoas acima dos 60 anos de idade, seguindo a decisão de mais de uma dezena de países, que introduziram também restrições etárias.

O anúncio oficial, depois de a SIC Notícias já ter avançado com a informação esta tarde, foi feito por Graça Freitas, diretora-geral da Saúde, numa conferência de imprensa conjunta com o coordenador da ‘task force’ do plano de vacinação, vice-almirante Henrique Gouveia e Melo, e do presidente da Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed), Rui Ivo.

“A Direção-Geral da Saúde recomenda, até estar disponível informação adicional, a administração da vacina da AstraZeneca a pessoas com mais de 60 anos. O plano de vacinação é ajustado para garantir que todas as pessoas são vacinadas com a vacina que protege”, afirmou.

Graça Freitas apelou ainda às pessoas que já receberam a primeira dose da vacina para que se “mantenham tranquilas”, uma vez que as reações adversas que foram notificadas são “extremamente raras”.

“No entanto, nos sete a 14 dias após a administração da vacina, devem estar atentas a sintomas como dores de cabeça persistentes, hematomas, manchas vermelhas na pele e sintomias semelhantes a um a AVC. Nestes casos, devem contactar de imediato o médico”, referiu a responsável da DGS.

Em relação à toma da segunda dose da vacina da AstraZeneca, a diretora-geral considerou que quem já recebeu a primeira toma deve manter-se também “calmo e confiante”.

“Entre a primeira e a segunda dose, decorrem cerca de três meses. Esta vacina tem um intervalo entre doses que é grande. Nestes três meses vamos ter informação adicional, quer da firma produtora, quer da Agência Europeia do Medicamento (EMA), e agiremos em conformidade”, assegurou Graça Freitas.

Dois casos de tromboembolismos registados em Portugal

“Nós fazemos uma boa farmacovigilância destas vacinas. O que não aconteceu em Portugal, pelo menos até à data, foi uma situação fatal relacionada com estes eventos” já reportados, afirmou Graça Freitas.

Segundo o presidente do Infarmed, foram reportadas, até hoje, “apenas duas situações”, uma relacionada com a vacina da AstraZeneca e outro com uma outra vacina, que não especificou.

“Sem entrar em detalhes, posso dizer que estas situações foram pouco diferentes daquelas que estão referenciadas”, disse Rui Ivo.

Graça Freitas adiantou ainda que Portugal tem vacinas suficientes para que seja possível readaptar o plano de vacinação “sem perder a capacidade de vacinar” que está prevista.

Vacinação de professores e auxiliares atrasada uma semana

“Vamos adiar uma semana a vacinação dos docentes e não docentes, que serão vacinados não neste fim de semana, mas no outro, com as vacinas que forem apropriadas, seguindo a recomendação que acabou de ser emitida”, disse o vice-almirante Henrique Gouveia e Melo, acrescentando: "Não vai haver nenhum impacto além disto. As vacinas são suficientes para continuarmos o nosso plano".

O coordenador da ‘task force’ salientou que o impacto da recomendação do uso da vacina em pessoas acima de 60 anos será “pequeno” no contexto do processo em curso no país.

“Temos uma população acima dos 60 anos superior a dois milhões de habitantes, portanto, a vacina da AstraZeneca, sendo útil na vacinação dessa população, o plano não vai sofrer grandes alterações e será útil para conseguir dar proteção a uma população mais idosa. Vai ser usada precisamente para isso”, explicou, sem deixar de manifestar a expectativa de que "no fim de maio a maior parte da população com mais de 60 anos esteja praticamente toda vacinada com a primeira dose".

Presidente do Infarmed nega alterações aos contratos das vacinas

“Em relação aos contratos não há nenhuma alteração. Posso até adiantar que amanhã [sexta-feira] irá haver uma reunião com várias das empresas com que há contratos, entre as quais a AstraZeneca”, revelou Rui Santos Ivo, numa conferência de imprensa realizada na sede da Autoridade Nacional do Medicamento, em Lisboa.

O líder do Infarmed recordou as conclusões da Agência Europeia do Medicamento (EMA) acerca da utilização da vacina da AstraZeneca e a ocorrência de fenómenos trombóticos para enfatizar que “são extremamente raros”.

“Quando dizemos que há uma possível ligação, no fundo, isto tem sobretudo a ver com a monitorização que é feita destes eventos adversos. Estamos a identificá-los porque estamos a utilizar a vacina numa larga escala: há mais de 30 milhões de vacinas administradas. À medida que identificámos um número maior, foi possível fazer uma relação entre a administração da vacina e esses fenómenos. Não podemos excluir essa possibilidade. No entanto, não se identificou ainda nenhum fator específico para esses fenómenos”, observou.

Paralelamente, Rui Santos Ivo lembrou que “os benefícios continuam a superar os riscos” no recurso à vacina da AstraZeneca para o combate à covid-19 e assinalou que a restrição etária hoje recomendada está fundamentada na relação entre os fenómenos trombóticos registados e a idade das pessoas vacinadas.

“À medida que a idade avança, o risco de complicações da covid-19 aumenta e diminui o risco de eventos trombóticos. Acima dos 60 anos não se identificou uma associação entre a utilização da vacina e estes fenómenos trombóticos”, sublinhou.

Portugal junta-se assim à lista de países que estão a aplicar mudanças no plano de administração da vacina contra a doença covid-19 da AstraZeneca à população mais jovem, devido a preocupações relativamente à formação de coágulos sanguíneos.

Antes desta quinta-feira, vários países já tinham decidido traçar limites e não administrar a vacina da AstraZeneca abaixo de certas idades por uma questão de segurança: 30 anos no Reino Unido, 55 anos em França, Bélgica e Canadá, 60 anos na Alemanha, Itália e nos Países Baixos ou 65 anos na Suécia e na Finlândia. Também hoje, a Austrália e Filipinas anunciaram a suspensão da administração da AstraZeneca na população mais jovem.

Na quarta-feira, a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) indicou uma “possível ligação” entre a vacina da farmacêutica AstraZeneca e “casos muito raros” de formação de coágulos sanguíneos, mas insistiu nos benefícios do fármaco face aos riscos de efeitos secundários, dada a gravidade da pandemia.

No mesmo dia, a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que tal ligação é “plausível, mas não confirmada”.

Fonte: https://24.sapo.pt  Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/covid-19-portugal-suspende-administracao-da-vacina-da-astrazeneca-a-populacao-com-menos-de-60-anos

« Última modificação: 08/04/2021, 23:47 por Nandito »
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Olá Paulo, agora até já não vou ser já, foi adiada uma semana por causa da polémica da astrazaneca  :(
 

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Ainda não há datas para as pessoas com dificiência serem vacinadas, certo ? :cump:


Olá Paulo, julgo que é agora na 3ª fase, mas o que está decidido é que só entram os deficientes intelectuais e trissomia21.
Estão a estudar outros casos de deficientes, tipo: deficientes medulares, mas para já que eu saiba ainda n existe nada.

Abraço Paulo  :abraco:
 

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PSD defende vacinação prioritária de adultos com incapacidades cognitivas iguais ou superiores a 60%


“O pior que pode acontecer é não termos a dose de realismo necessária”, diz médico e deputado do PSD

O Grupo Parlamentar do PSD entregou, esta terça-feira, um projeto de resolução em que recomenda ao Governo que adultos com deficit cognitivo, paralisia cerebral, transtornos do espetro do autismo e doenças neuromusculares, com incapacidade igual ou superior a 60%, sejam integradas no grupo prioritário da 2ª fase da vacinação contra a covid-19.

No documento, o PSD refere que “seguindo estritamente o critério da idade e os subcritérios até ao momento definidos pela Direção-Geral de Saúde e a Comissão Técnica de Vacinação contra a covid-19, todas as pessoas com deficiência, independentemente do grau de incapacidade, não institucionalizadas, com idades entre os 18 e os 49 anos, serão vacinadas na última fase”.

Face à distribuição limitada de vacinas, os deputados sociais-democratas concedem, contudo, que seria irrealista recomendar a vacinação de todas as pessoas com deficiência, não institucionalizadas, na fase de vacinação prevista para este mês de abril. “Existe a consciência de que determinadas deficiências não cognitivas, apesar de limitativas da autonomia, não afetam o discernimento, nem a capacidade do cumprimento das medidas de segurança ou a deteção de sintomas, não consistindo, assim, um risco acrescido para a saúde dos doentes e para os seus cuidadores”, refere a proposta.

Na recomendação à tutela, a bancada 'laranja' sublinha que se pretende “limitar o universo a vacinar, neste âmbito, a cerca de 85 mil pessoas, um número que se considera realista para a previsão geral associada à 2ª fase de vacinação e o número de vacinas esperado, e resultante do cruzamento dos seguintes fatores: a heterogeneidade dos tipos e múltiplas formas de deficiência; os diferentes graus de incapacidade comprovada pelo (AMIM) Atestado Médico de Incapacidade Multiuso; o elevado número de pessoas com alguma incapacidade reconhecida pelo INR (Instituto Nacional para a Reabilitação) e aplicação, como subcritério, o grupo das patologias consideradas mais incapacitantes”.

Na proposta assinada por oito deputados, entre os quais o médico Ricardo Baptista Leite, recordam que patologias como a paralisia cerebral ou transtornos do espetro do autismo já foram consideradas prioritárias na primeira fase da vacinação em vários países, como Reino Unido, Holanda ou Espanha.

Fonte: expresso.pt  Link: https://expresso.pt/politica/2021-04-06-PSD-defende-vacinacao-prioritaria-de-adultos-com-incapacidades-cognitivas-iguais-ou-superiores-a-60-ff915321
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Autoridades admitem que segunda dose da AstraZeneca pode ser substituída por outra vacina
MadreMedia / Lusa
12 abr 2021 08:48

Vacina Covid-19
Quase 25 milhões de doses da vacina da AstraZeneca chegaram à UE entre polémicas


A Comissão Técnica de Vacinação contra a Covid-19 da Direcção-Geral da Saúde (DGS) admite que, abaixo dos 60 anos, quem recebeu a primeira dose da vacina AstraZeneca poderá receber a segunda dose de qualquer outra marca, noticia a TSF.

PAULO NOVAIS/LUSA © 2021 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
Citando declarações de um dos membros da comissão técnica, Luís Graça, a rádio TSF explica que esta é uma hipótese que ainda está em estudo e que a DGS ainda aguarda estudos para que seja tomada uma decisão.

“Todas as vacinas usam a mesma proteína, pelo que do ponto de vista da imunologia, à partida, será equivalente a resposta imunitária induzida com uma vacina de uma marca diferente", explica Luís Graça.


Na semana passada, a DGS passou a recomendar que esta vacina fosse administrada apenas a pessoas acima dos 60 anos. Segundo a TSF, cerca de 200 mil portugueses, de várias idades, já foram vacinados com a primeira dose desta vacina.

Segundo explica Luís Graça, uma vez que o intervalo entre as doses da vacina da AstraZeneca é de 12 semanas, as autoridades têm até maio para ver o que se está a passar nos outros países, quais são as alternativas e aguardar por mais dados, sobretudo pelo trabalho que está a ser feito pela Universidade de Oxford para estudar a eficácia da vacina e a segurança de fazer uma segunda dose de marca diferente.


Fonte: Sapo24

 
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Afinal, o que estará a causar coágulos sanguíneos em pessoas vacinadas?


José Carlos Carvalho

Depois da vacina desenvolvida pela Astrazeneca, também a da farmacêutica Johnson & Johnson está a ser investigada para averiguar a sua eventual responsabilidade na formação de coágulos sanguíneos em pessoas inoculadas. Novos estudos dão pistas sobre a reação imunitária que poderá estar a causar este fenómeno raro
Na semana passada, a Agência Europeia do Medicamento (EMA, na sigla inglesa) anunciou que está a avaliar a eventual relação entre a vacina contra o SARS-CoV-2 desenvolvida pela Johnson & Johnson e a formação de coágulos sanguíneos, apesar de esta ainda nem sequer ter começado a ser injetada na Europa.

Agora, foi a vez de os reguladores norte-americanos seguirem o mesmo caminho, optando por suspender a administração da vacina, que já tinha sido aprovada nos Estados Unidos da América (EUA).

Portugal deveria receber mais de 30 mil doses esta semana, mas a Johnson & Johnson decidiu atrasar as entregas no bloco europeu, enquanto decorrem as investigações.

Também a AstraZeneca tem sido alvo de escrutínio devido aos raros casos de coágulos sanguíneos registados em pessoas que tomaram a vacina desta farmacêutica. Neste caso, já existem estudos que podem ajudar a explicar as causas destas reações adversas.

No final da semana passada, foram divulgadas duas investigações, ambas publicadas no The New England Journal of Medicine, de acordo com as quais, em casos muito raros, a vacina da AstraZeneca desencadeia a produção de anticorpos que ativam as plaquetas (células responsáveis pela coagulação do sangue) – e serão esses anticorpos os responsáveis pelos coágulos sanguíneos.

Esta reação imunitária causa a ativação das plaquetas, o que contribui para o estado de trombose, ao mesmo tempo que provoca o consumo das plaquetas, deixando as pessoas mais suscetíveis a hemorragias

LUÍS GRAÇA, INVESTIGADOR DO INSTITUTO DE MEDICINA MOLECULAR
Nesses doentes vacinados, “encontraram-se anticorpos que se ligam a uma proteína das plaquetas, a PF4”, esclarece o investigador do Instituto de Medicina Molecular (iMM), Luís Graça. “Esta reação imunitária causa a ativação das plaquetas, o que contribui para o estado de trombose, ao mesmo tempo que provoca o consumo das plaquetas, deixando as pessoas mais suscetíveis a hemorragias”, explica o docente Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa.

Assim, além das vítimas deste fenómeno raro sofrerem de tromboses, que noutras situações até podem ser causadas pelo aumento das plaquetas, neste caso, as pessoas registam, simultaneamente, uma diminuição das plaquetas, a que se chama de trombocitopenia, que aumenta o risco de hemorragia. 

“A junção destes dois fenómenos pode dar origem à trombose do seio venoso cerebral ou à trombose das veias esplâncnicas”, acrescenta o investigador do iMM Miguel Prudêncio, líder de uma equipa de cientistas que está a desenvolver uma vacina contra a malária.

A trombocitopenia, através de mesmo mecanismo, também se verifica – com grande raridade – em doentes tratados com heparina, um medicamento anticoagulante utilizado em várias patologias.

As primeiras conclusões
O estudo alemão analisou 11 doentes, todos do sexo feminino, com idades entre os 22 e os 49 anos, que tinham sido imunizados com a vacina da AstraZeneca. As mulheres sofreram um ou mais coágulos, seis a 16 dias depois de serem vacinadas. Nove delas foram diagnosticadas com trombose do seio venoso cerebral (um coágulo que bloqueia uma veia do cérebro). Seis das onze doentes morreram. 

Apesar de todas os participantes na investigação serem do sexo feminino, os responsáveis pelo estudo afirmam não ser possível concluir que as mulheres são mais suscetíveis a estas complicações.

Os cientistas acreditam que haverá algum tipo de predisposição para desencadear este tipo de reação imunitária descontrolada mas, até agora, ainda não descobriram uma forma de prever quem terá uma maior probabilidade de produzir estes anticorpos.

Na Alemanha, foram detetados 40 casos destas tromboses em 1,4 milhões de pessoas inoculadas com a vacina da AstraZeneca. Os investigadores acreditam que, se não houvesse nenhum tipo de predisposição, e a vacina fosse a principal responsável por esta reação adversa, haveria muitos mais casos.

A esta condição, associada a coágulos sanguíneos e hemorragias, os cientistas alemães sugerem que se chame de trombocitopenia trombótica imune induzida por vacina.

Também os cinco pacientes analisados por investigadores noruegueses tinham elevados níveis de anticorpos capazes de ativarem as plaquetas. Um deles era do sexo masculino e os restantes do feminino, com idades entre os 32 e os 54 anos. Três não sobreviveram.

Prova de segurança
Luís Graça lembra que esta reação imunitária é apenas uma hipótese da causa das tromboses, uma vez que ainda não existe evidência científica que explique, cabalmente, estes efeitos secundários graves.

“Em janeiro, toda a gente estava muito preocupada com a segurança das vacinas face ao seu rápido desenvolvimento, mas estas interrupções da vacinação são uma demonstração de que mesmo os riscos muito baixos são levados a sério, o que nos deve tranquilizar a todos”, defende o médico.

Luís Graça e Miguel Prudêncio sublinham que estes episódios trombóticos apenas se têm verificado abaixo dos 60 anos, daí muitos países terem optado por limitar a administração da vacina da AstraZeneca a indivíduos acima desta idade, como é o caso de Portugal, mas também da Alemanha, Países Baixos, Filipinas e Espanha.

As ocorrências, sublinhe-se, são extremamente raras. Afinal, nos 34 milhões de pessoas inoculadas com a vacina da AstraZeneca na União Europeia, Reino Unido, Islândia, Noruega e Liechtenstein, registaram-se apenas 222 casos de coágulos sanguíneos associados a um baixo nível de plaquetas, ou seja, a incidência é de 1 em cada 100 mil vacinados. 

A maior parte dos casos aconteceu nos 14 dias seguintes à injeção e envolveu, sobretudo, mulheres com menos de 50 anos.

Estas interrupções da vacinação são uma demonstração de que mesmo os riscos muito baixos são levados a sério, o que nos deve tranquilizar a todos

LUÍS GRAÇA, INVESTIGADOR DO INSTITUTO DE MEDICINA MOLECULAR
No caso da vacina da Johnson & Johnson, a EMA decidiu dar início à investigação depois de se terem registado quatro casos de coágulos sanguíneos, um deles durante ensaios clínicos e os restantes nos EUA. Uma das quatro pessoas morreu.

Nos Estados Unidos, onde já foram administradas quase 7 milhões de vacinas da Johnson & Johnson, ocorreram seis casos de pessoas que desenvolveram complicações associadas a coágulos sanguíneos, cerca de duas semanas após serem imunizadas.

Os seis doentes afetados são do sexo feminino e estão na faixa etária entre os 18 e os 48 anos. Uma mulher morreu e outra está hospitalizada em estado grave.

A ministra da Saúde, Marta Temido, reforçou a confiança nas agências reguladoras, “sejam elas europeias ou outras autoridades, para continuarem a identificar eventuais reações adversas, para explicar com transparência, e para prosseguirmos naquilo que são os nossos planos de vacinação”.

Fonte: visao.sapo.pt  Link: https://visao.sapo.pt/visaosaude/2021-04-14-afinal-o-que-estara-a-causar-coagulos-sanguineos-em-pessoas-vacinadas/
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Risco de formação de coágulos com vacina da Astra é muito semelhante ao das vacinas da Pfizer e Moderna

Joana Morais Fonseca
12:26

Estudo da Universidade de Oxford revela que ainda o risco de ter um coágulo sanguíneo é cerca de 95 vezes superior para pessoas que contraíram a Covid-19 em comparação com a população em geral.


Um estudo realizado por investigadores da Universidade de Oxford revela que os riscos de ocorrência de coágulos sanguíneos raros em pessoas que receberam a vacina da AstraZeneca é muito semelhante aos riscos com a toma da vacina da Pfizer ou da Moderna, segundo a CBS News (acesso livre, conteúdo em inglês).

Segundo esta investigação, o número de pessoas que desenvolveram coágulos sanguíneos após receber as vacinas fabricadas pelas gigantes farmacêuticas norte-americanas é muito semelhante ao número de pessoas que contrariam esta “condição rara” com a toma da vacina da AstraZeneca.

Estas conclusões chegam cerca de uma semana depois de a Agência Europeia do Medicamento (EMA) ter admitido que há uma possível relação entre a formação de coágulos sanguíneos e a administração da vacina da AstraZeneca, sublinhando, no entanto que os casos são muito raros e que “os benefícios continuam a superar os riscos”. Também a vacina da Janssen está a ser investigada devido ao risco de coagulação.

Da dose única aos coágulos, 10 respostas sobre a Janssen


 Ler Mais  https://eco.sapo.pt/2021/04/15/risco-de-formacao-de-coagulos-com-vacina-da-astra-e-muito-semelhante-ao-das-vacinas-da-pfizer-e-moderna/

 
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