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..:: Deficiente-Forum - Temas da Actualidade ::.. Responsável: Nandito => Bem - Estar, Saude e Qualidade de Vida => Notícias de saúde => Tópico iniciado por: AREZ II (IRMÃO) em 23/05/2022, 21:13

Título: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: AREZ II (IRMÃO) em 23/05/2022, 21:13
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Já foram confirmados 37 casos de infeção pelo vírus monkeypox, responsável pela doença conhecida por varíola dos macacos. Autoridades de saúde europeias pedem controlo e isolamento dos casos.

Em atualização

Já foram confirmados 37 casos de infeção pelo vírus monkeypox, responsável pela doença conhecida por varíola dos macacos, em Portugal. O número foi avançado ao Observador por Margarida Tavares, diretora do programa de saúde prioritário para a área das infeções sexualmente transmissíveis e infeção pelo vírus da imunodeficiência humana. Há mais casos suspeitos a aguardar resultados.

Trinta e cinco destes casos foram detetados na região de Lisboa e Vale do Tejo. Há um caso positivo na região Norte e outro no Algarve. Segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS), que entretanto confirmou os dados em comunicado, todas as amostras pertencem ao subgrupo menos agressivo do vírus monkeypox — o que circula na África Ocidental.

São mais 14 casos confirmados ao longo do fim de semana, por testes realizados no Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA). O último balanço das autoridades de saúde, oficialmente publicados na sexta-feira, apontavam para um total de 23 casos de infeção pelo vírus monkeypox desde que um surto de varíola dos macacos foi detetado em Portugal.

Os dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) até às 13h de 21 de maio davam conta de quase cem casos identificados em 12 países onde a doença não é endémica: Austrália, Bélgica, Canadá, França, Alemanha, Itália, Países Baixos, Portugal, Espanha, Suécia, Reino Unido e Estados Unidos. Os países que mais casos comunicaram às autoridades de saúde internacionais são Portugal, Espanha e Reino Unido.

Entretanto, esta segunda-feira, o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC) confirmou que há 85 casos confirmados na União Europeia e recomendeu aos países que atualizem os meios de rastreio e diagnóstico.

Num relatório de avaliação de riscos citado pela Lusa, o ECDC pede aos países que se “concentrem na rápida identificação, gestão, localização de contactos e notificação de novos casos de Monkeypox”. E já veio avisar que os países devem identificar e isolar os casos confirmados de infeção.

Já a Organização Mundial de Saúde relativizou a situação, garantindo que, fora de países em que a situação é endémica, é possível travar a transmissão: “Pode ser contida”.

Em Portugal, a DGS avisou que quem apresentar úlceras, erupções cutâneas e gânglios palpáveis, eventualmente acompanhados de febre, arrepios, dores de cabeça, dores musculares e cansaço, deve procurar ajuda médica. As pessoas com sintomas condizentes com a varíola dos macacos abster-se de contacto físico direto com outras pessoas e de partilhar vestuário, toalhas, lençóis e objetos pessoais enquanto tiverem sintomas.
Bélgica impõe quarentena

As recomendações ou até obrigatoriedade de isolamento já estão a ser aplicadas noutros países. No Reino Unido, as autoridades de saúde recomendaram o isolamento de contactos de alto risco — quem esteve em contacto direto ou reside com um caso confirmado de Monkeypox — por 21 dias.

No caso da Bélgica, o país, que tinha esta segunda-feira quatro casos confirmados, torna-se mesmo o primeiro a introduzir uma quarentena obrigatória, também de três semanas, para casos confirmados de infeção.
Reino Unido reporta mais 36 casos

O Reino Unido registou, nas últimas horas, mais 36 casos de varíola dos macacos, contabilizando-se 56 desde o início do surto. A Escócia reportou a sua primeira infeção, enquanto os restantes contágios foram contabilizados em Inglaterra. De acordo com a Sky News, as autoridades de saúde britânicas, este surto é “significativo e preocupante”, embora o risco para a população seja baixo.


(https://i.postimg.cc/KjSw92Kn/2595581-1505826481251.png)
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 31/05/2022, 16:07
Saiba como proteger-se do vírus Monkeypox: as recomendações da DGS

Nuno de Noronha
30 mai 2022 07:58


Se contactou com um caso provável ou confirmado, siga as recomendações da Direção-Geral da Saúde (DGS).

(https://thumbs.web.sapo.io/?W=775&H=0&delay_optim=1&webp=1&epic=YTVijk14P8sP5NCnPIDGbPTqLzXYLxV2eVt6ISki1Kong0K1YmEQKCEbAE2tOkP+mIb2rF+VaZYWt/D2FNXWBSgdFHGSAWbcwPsOBRnD2j3jrvk=)
Brian W.J. Mahy / Centers for Disease Control and Prevention / AFP

O vírus Monkeypox é do género Ortopoxvírus e a doença é transmissível através de contacto com animais ou ainda contacto próximo com pessoas infetadas ou com materiais contaminados.

A doença é rara e, habitualmente, não se dissemina facilmente entre os seres humanos.

Os indivíduos que apresentem lesões ulcerativas, erupção cutânea, gânglios palpáveis, eventualmente acompanhados de febre, arrepios, dores de cabeça, dores musculares e cansaço, devem procurar aconselhamento clínico. Perante sintomas suspeitos, o indivíduo deverá abster-se de contactos físicos diretos.

A abordagem clínica não requer tratamento específico, sendo a doença habitualmente autolimitada em semanas.

Em baixo, a Direção-Geral da Saúde (DGS) responde a três dúvidas comuns:

Como saber se sou um caso provável?

    Erupção cutânea no corpo e/ou lesões nas mucosas
    Febre superior a 38º C, dores de cabeça, dores musculares, cansaço, gânglios linfáticos aumentados
    Principalmente se, nos 21 dias anteriores ao início dos sinais/sintomas, se verificar:
    Contacto com um caso confirmado ou provável de infeção humana por vírus Monkeypox;
    Viagem para países da África Ocidental ou Central;
    Relações sexuais com múltiplos (as) parceiros(as);

Se sou um caso provável, o que fazer?

    Procure prontamente avaliação médica
    Evite contacto próximo com outras pessoas enquanto tiver lesões
    Alerta as pessoas com quem teve contacto próximo após o início dos sintomas
    Não partilhe objetos de uso pessoal como vestuário, toalhas e roupa de cama
    Lave roupa e têxteis na máquina de lavar a mais de 60º C
    Limpe superfícies com detergentes com lixívia/cloro e deixe secar ao ar

Contactei com um amigo e estou assintomático. O que fazer?

    Mantenha a vigilância de sinais e sintomas
    Avalie a temperatura corporal duas vezes por dia, durante 21 dias após o último contacto
    Higienize frequentemente as mãos
    Evite contacto físico próximo com outras pessoas durante 21 dias





Fonte: lifestyle.sapo.pt                 Link: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/saiba-como-proteger-se-do-virus-monkeypox-as-recomendacoes-da-dgs
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 31/05/2022, 16:08
Já são 100 os doentes com vírus Monkeypox em Portugal

Nuno de Noronha
31 mai 2022 12:11


A Direção-Geral da Saúde confirmou mais quatro casos de infeção com o vírus Monkeypox nas últimas 24 horas, aumentando para 100 o número de episódios de doença detetados desde o início do surto em Portugal.

(https://thumbs.web.sapo.io/?W=775&H=0&delay_optim=1&webp=1&epic=Zjg2vA/9FqSUC9VcOo+DOb1LFkD3dcbQ8rH6A1htrELEiEvrob8t+Haz5R9ZcIZuZ7Ok+C/Uo5bGVg7i4X+MpJuy96GOTTj0BqyXE0M3kvYHwmc=)
Fonte de imagem: lifestyle.sapo.pt

"A maioria das infeções foram notificadas, até à data, em Lisboa e Vale do Tejo, mas também há registo de casos nas regiões Norte e Algarve. Todos as infeções confirmadas são em homens entre os 20 e os 61 anos, tendo a maioria menos de 40 anos", lê-se no website da Direção-Geral da Saúde (DGS).

"Os novos casos foram confirmados pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA)", acrescenta.

"Os casos identificados mantêm-se em acompanhamento clínico, encontrando-se estáveis. A informação recolhida através dos inquéritos epidemiológicos está a ser analisada para contribuir para a avaliação do surto a nível nacional e internacional", refere.

A DGS continua a acompanhar a situação a nível nacional em articulação com as instituições europeias, conclui.

Sinais de alerta

Segundo a DGS, os indivíduos que apresentem erupção cutânea, lesões ulcerativas, gânglios palpáveis, eventualmente acompanhados de febre, arrepios, dores de cabeça, dores musculares e cansaço, devem procurar aconselhamento clínico. Ao dirigirem-se a uma unidade de saúde, deverão cobrir as lesões cutâneas.

"Reforçam-se as medidas a implementar perante sintomas suspeitos, devendo os doentes abster-se de contacto físico direto com outras pessoas e de partilhar vestuário, toalhas, lençóis e objetos pessoais enquanto estiverem presentes as lesões cutâneas, em qualquer estadio, ou outros sintomas", explica a DGS que continua a acompanhar a situação a nível nacional em articulação com as instituições europeias.

Como se deteta?


Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença deve ser detetada com um teste PCR porque os testes antigénicos não são capazes de determinar se é o vírus da varíola símia ou outros vírus da mesma família. As melhores amostras para diagnóstico são provenientes de lesões, exsudatos (líquido produzido pela ferida) ou crostas de lesões.

A doença é - segundo a OMS - uma zoonose viral rara (vírus transmitido aos humanos por animais), cujos sintomas são menos graves do que os observados no passado em indivíduos com varíola.

Com a erradicação da varíola em 1980 e a posterior descontinuação da vacinação, este ortopoxvírus emergiu como o vírus mais importante do género.

A doença foi detetada pela primeira vez em humanos em 1970 na República Democrática do Congo. Em 2003, casos foram confirmados nos Estados Unidos, marcando o primeiro aparecimento desta doença fora de África. A maioria esteve em contato com cães domésticos, infetados por roedores africanos importados.




Fonte: lifestyle.sapo.pt                  Link: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/ja-sao-100-os-doentes-com-virus-monkeypox-em-portugal
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 01/06/2022, 09:10
Monkeypox: Onde é que o vírus já chegou?

Nuno de Noronha
1 jun 2022 07:14


Mais de 20 países onde a varíola não é endémicas relataram surtos da doença viral, com mais de 300 infeções confirmadas ou suspeitas principalmente na Europa.

(https://thumbs.web.sapo.io/?W=775&H=0&delay_optim=1&webp=1&epic=ODVlmHP8CZBxJokz/i75lNkTV1VpozeqhNA6r7cID0r3719lefauTuX9lTXxhA7UUXlfHUryRmuGOykHwMmAQew8eD2CFK4htAe4bamJfvgVOpc=)
Fonte: lifestyle.sapo.pt

Os surtos estão a despertar alarme social porque o vírus Monekypox, que se espalha através do contacto próximo e que foi encontrado pela primeira vez em macacos, ocorre principalmente na África Ocidental e Central, e apenas muito ocasionalmente noutros lugares.

Em baixo, encontra uma lista de países que já relataram casos suspeitos ou confirmados, por ordem alfabética:

ÁSIA-PACÍFICO


A Austrália relatou o seu primeiro caso e um outro suspeito eam 20 de maio.

EUROPA

A Áustria confirmou o seu primeiro caso em 22 de maio.

A Bélgica detetou dois casos em 20 de maio.

A República Checa deu conta do seu primeiro caso em 24 de maio.

A Dinamarca contabilizou um segundo caso em 24 de maio, um dia após o primeiro.

A Finlândia confirmou o seu primeiro caso em 27 de maio.

França confirmou cinco casos até 25 de maio.

A Alemanha contabiliza três casos, tendo sido o primeiro registado a 20 de maio.

A Irlanda confirmou o seu primeiro caso em 28 de maio e suspeita de um segundo.

Itália registou 12 casos até 27 de maio e suspeita de mais um. O país detetou o seu primeiro caso a 19 de maio.

Os Países Baixos relataram o primeiro caso a 20 de maio. Entretanto, o país já confirmou "vários" casos, sem informar o número exato.

Portugal confirmou quatro novos casos em 31 de maio, aumentando para 100 o total de diagnósticos.

A Eslovénia confirmou o seu primeiro caso em 24 de maio.

A Espanha confirmou 12 novos casos em 31 de maio, elevando o total para 132.

A Suécia confirmou o seu primeiro caso em 19 de maio.

A Suíça relatou o seu primeiro caso confirmado em 21 de maio.

O Reino Unido detetou 71 novos casos em Inglaterra a 30 de maio, levando o número total de casos confirmados do Reino Unido desde 7 de maio para
179.

A Hungria confirmou no dia 31 de maio o primeiro caso.

A Noruega confirmou no mesmo dia o seu primeiro doente com vírus Monkeypox.

MÉDIO ORIENTE

Israel confirmou o seu primeiro caso a 21 de maio.

Os Emirados Árabes Unidos relataram três novos casos a 30 de maio, elevando o total para quatro. O primeiro caso foi detetado a 24 de maio.

AMÉRICA

A Argentina confirmou o seu primeiro caso a 27 de maio.

O Canadá relatou 10 novas infeções em 27 de maio, aumentando para 25 o total de casos no país.

O México confirmou o seu primeiro caso a 28 de maio.

Os Estados Unidos confirmaram nove casos adicionais em sete estados a 26 de maio, elevando o total para 11 desde a primeira infeção descoberta a 18 de maio.




Fonte: lifestyle.sapo.pt                     Link: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/monkeypox-onde-e-que-o-virus-ja-chegou
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: migel em 03/06/2022, 15:13
Confirmados mais 5 casos de varíola dos macacos em Portugal: infetado mais novo tem 19 anos
Por Francisco Laranjeira em 12:18, 3 Jun 2022

(https://multinews.sapo.pt/wp-content/uploads/2022/05/Var%C3%ADola-dos-macacos-2.jpg)
Doctor in rubber gloves applying cream to red rash of child closeup. Treating insect bites in children concept

A Direção Geral da Saúde (DGS) acaba de confirmar um total de 143 casos de varíola dos macacos em Portugal, depois de terem sido notificadas mais 5 infeções.

Em comunicado, o organismo “confirma mais 5 casos de infeção humana por vírus Monkeypox em Portugal, havendo, até ao momento, um total de 143 casos”.

No comunicado da autoridade de saúde, foi registado um caso num indíviduo de 19 anos, a idade mais baixa confirmada em Portugal até ao momento.

“A maioria das infeções foram notificadas, até à data, em Lisboa e Vale do Tejo, mas também há registo de casos nas regiões Norte e Algarve. Todos as infeções confirmadas são em homens entre os 19 e os 61 anos, tendo a maioria menos de 40 anos”, adianta a DGS.

Segundo a mesma nota, “os novos casos foram confirmados pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA)”.

“Os casos identificados mantêm-se em acompanhamento clínico, encontrando-se estáveis. A informação recolhida através dos inquéritos epidemiológicos está a ser analisada para contribuir para a avaliação do surto a nível nacional e internacional”, sublinha.

Recomenda-se que “os indivíduos que apresentem erupção cutânea, lesões ulcerativas, gânglios palpáveis, eventualmente acompanhados de febre, arrepios, dores de cabeça, dores musculares e cansaço, procurem aconselhamento clínico. Ao dirigirem-se a uma unidade de saúde, deverão cobrir as lesões cutâneas”.

A DGS refere ainda que “continua a acompanhar a situação a nível nacional em articulação com as instituições europeias”.



Fonte: https://multinews.sapo.pt/noticias/
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 09/06/2022, 10:57
DGS admite vacina contra a varíola-dos-macacos para conter cadeias de transmissão

MadreMedia / Lusa
8 jun 2022 21:43


(https://thumbs.web.sapo.io/?W=775&H=0&delay_optim=1&webp=1&epic=NTZiP+driByxTlCjrT9jtWc/J5dEgcAhtVUWa7HUXUJnMucyLZIz2XqFzGM5qPwpum0uOCS2gwWAdbyIxM9B8y2eL4TrsGDwTWS3C9yycgERNaQ=)
Fonte de imagem: 24.sapo.pt

A Direção-Geral da Saúde (DGS) admite que venha a ser administrada uma vacina contra a varíola humana para “conter cadeias de transmissão” do vírus Monkeypox, mas “sempre medido o risco e o benefício” de usar as vacinas.


“Vamos acompanhando a situação, vamos vendo a gravidade dos casos e vamos sempre medindo o risco e o benefício de utilizar estas vacinas, sempre com abertura suficiente. Se for necessário usaremos esta estratégia para tentar conter cadeias de transmissão”, disse hoje a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, em conferência de imprensa em Lisboa sobre a campanha de vacinação de outono-inverno contra a covid-19 e a gripe.

Questionada sobre o surto de Monkeypox em Portugal, Graça Freitas disse que a DGS tem estado “a trabalhar de muito perto com o Infarmed e com a comissão técnica de vacinação”.

“Existe licenciada uma vacina atenuada contra a varíola humana que nos EUA está autorizada para ser usada em determinadas circunstâncias em relação à infeção humana pelo vírus Monkeypox e nós estamos a equacionar a utilização dessa vacina em Portugal sempre de acordo de acordo com o principio de ver o risco e o beneficio”, disse.

A diretora-geral da Saúde disse ainda que os casos de infeção registados em Portugal “não têm apresentado gravidade”, daí que o país não tenha adotado “uma estratégia agressiva de vacinação”.

O número de casos de infeção humana por vírus Monkeypox subiu para 191 em Portugal, revelou a DGS, que indica que a maioria dos casos foi notificada em Lisboa e Vale do Tejo.

O diretor geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou hoje que já se confirmaram mais de mil casos de Monkeypox, em 29 países, não endémicos, e avisou que em algumas zonas já há transmissão comunitária.





Fonte: 24.sapo.pt                Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/dgs-admite-vacina-contra-a-variola-dos-macacos-para-conter-cadeias-de-transmissao
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 09/06/2022, 11:55
Monkeypox. Sobem para 209 os casos confirmados de infeção em Portugal

09/06/22 10:51 ‧ Há 51 mins por Notícias ao Minuto com Lusa
País Monkeypox


(https://media-manager.noticiasaominuto.com/1920/naom_6285f3dbdcfe1.jpg)
© Jepayona Delita/Future Publishing via Getty Images

Confirmam-se mais 18 pacientes nas últimas 24 horas. Dados revelados pela DGS.

S
ão já 209 os casos confirmados de infeção humana por vírus Monkeypox em Portugal, avançou, esta quinta-feira, a Direção-Geral da Saúde (DGS). A autoridade para a Saúde confirma, assim, mais 18 pacientes nas últimas 24 horas.

"A maioria das infeções foram notificadas, até à data, em Lisboa e Vale do Tejo, mas também há registo de casos nas regiões Norte e Algarve", pode ainda ler-se no documento.

Todos as infeções confirmadas são em homens "entre os 19 e os 61 anos, tendo a maioria menos de 40 anos", sendo que os "novos casos foram confirmados pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA)".

Os casos "mantêm-se em acompanhamento clínico, encontrando-se estáveis", com a DGS a garantir que "a informação recolhida através dos inquéritos epidemiológicos está a ser analisada para contribuir para a avaliação do surto a nível nacional e internacional".

Recorde-se que o diretor geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) disse, na quarta-feira, que já foram confirmados mais mil casos de Monkeypox em 29 países não endémicos, e avisou que em algumas zonas já há transmissão comunitária.

Num documento publicado no site sobre a doença, a DGS aconselha a quem tiver sintomas e sinais compatíveis com esta, e, sobretudo, se tiver tido contacto próximo com alguém que possa eventualmente estar infetado, para entrar em contacto com centros de rastreio de infeções sexualmente transmissíveis, recorrer a serviços de urgência para aconselhamento e avaliação ou ligar para a Linha SNS 24 (808 24 24 24).

Como se transmite e que sintomas?

A DGS explica que a infeção pode ser transmitida de uma pessoa para outra através de contacto físico próximo, incluindo contacto sexual. "Atualmente não se sabe se o vírus Monkeypox pode ser transmitido através de sémen ou fluidos vaginais, mas o contacto direto, pele com pele, com lesões em práticas sexuais pode transmiti-lo", sublinha no documento.

O contacto com vestuário pessoal, roupas de cama, atoalhados, objetos como talheres, pratos ou outros utensílios de uso pessoal contaminados também podem transmitir a infeção.

Os sintomas mais comuns são febre, dor de cabeça intensa, dores musculares, dor nas costas, cansaço, aumento dos gânglios linfáticos com o aparecimento progressivo de erupções que atingem a pele e as mucosas.

As lesões cutâneas geralmente começam entre um a três dias após o início da febre e podem ser planas ou ligeiramente elevadas, com líquido claro ou amarelado, e acabam por ulcerar e formar crostas que mais tarde secam e caem, refere a DGS.

[Notícia atualizada às 11h00]




Fonte: www.noticiasaominuto.com                     Link: https://www.noticiasaominuto.com/pais/2013522/monkeypox-sobem-para-209-os-casos-confirmados-de-infecao-em-portugal
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 10/06/2022, 11:49
O que se sabe sobre as infeções pelo vírus Monkeypox?

10/06/22 09:04 ‧ Há 2 Horas por Lusa


(https://media-manager.noticiasaominuto.com/1920/naom_62976b806918f.jpg)
Fonte de imagem: © CDC/Handout via REUTERS


Mais de 700 casos de infeção pelo vírus Monkeypox já foram confirmados na Europa, um surto detetado no início de maio e que já é o de maior dimensão em países não endémicos para esta doença.

O facto de terem sido identificados casos em vários países em simultâneo já levou as autoridades a admitirem que o vírus estivesse a circular há algum tempo antes de ser detetado, o que está a dificultar a caracterização do percurso epidemiológico do surto.

Quantos casos já foram confirmados na Europa?

De acordo com os dados atualizados pelo Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC), desde 07 de maio, quando o Reino Unido reportou o primeiro caso, já foram confirmados 704 casos em 18 países europeus, mas sem registo de qualquer morte, e 1.176 em todo o mundo.

Quantos casos já foram confirmados em Portugal?


Segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS), foram confirmados em Portugal 209 casos de infeção pelo Monkeypox, 18 das quais nas últimas 24 horas, todos em homens entre os 19 e os 61 anos, com a maioria a ter menos de 40 anos, que estão em acompanhamento clínico e estáveis.

A maioria das infeções foi reportada em Lisboa e Vale do Tejo, mas há também registos de casos nas regiões Norte e Algarve.

Qual a avaliação de risco da doença Monkeypox?

A manifestação clínica da Monkeypox é geralmente ligeira, com a maioria das pessoas infetadas a recuperar em poucas semanas.

O ECDC considera que, embora a maioria dos casos tenha mostrado sintomas leves da doença, o vírus MPXV pode causar doença grave em certos grupos populacionais, como crianças jovens, mulheres grávidas e pessoas imunodeprimidas.

No entanto, a probabilidade de casos com morbilidade grave ainda não pode ser estimada com precisão, admite o centro europeu, que avalia a doença como de risco moderado para pessoas com múltiplos parceiros sexuais e baixo para a população em geral.

Quais são os sintomas da infeção?

Os sintomas incluem febre, dor de cabeça, dores musculares e nas costas, nódulos linfáticos inchados, calafrios, exaustão, evoluindo para uma erupção cutânea.

O período de incubação é tipicamente de seis a 16 dias, mas pode chegar aos 21 e, quando a crosta cai, uma pessoa deixa de ser infeciosa.

Quem corre o risco de ser infetado pelo Monkeypox?

Qualquer pessoa que tenha um contacto físico próximo com alguém infetado com o Monkeypox está em maior risco de infeção.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as pessoas que foram vacinadas contra a varíola são suscetíveis de ter alguma proteção contra a doença.

Os recém-nascidos, crianças e pessoas com deficiências imunitárias podem estar em risco de apresentarem sintomas mais graves, assim como os profissionais de saúde devido à sua exposição mais prolongada ao vírus.

Onde existe a doença?

Desde 1970, foram registados casos humanos de Monkeypox em 11 países africanos - Benim, Camarões, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, Gabão, Costa do Marfim, Libéria, Nigéria, República do Congo, Serra Leoa e Sudão do Sul.

Ocasionalmente, têm ocorrido casos em países não endémicos da doença, a maioria dos quais em pessoas que viajaram para países africanos onde a Monkeypox está ativa.

Em maio foi detetado o atual surto em vários países, com um padrão que a OMS reconhece não ser típico desta da doença, o que indicia que o vírus estaria a circular muito antes de ser detetado pelas autoridades de saúde.

Existe o risco de o surto aumentar?


A Monkeypox não é considerada muito contagiosa porque requer um contacto físico próximo com alguém que é infeccioso. Perante isso, a OMS considera que o risco para a população em geral é baixo.

No entanto, a organização está a responder ao surto com "alta prioridade", no sentido de identificar a forma como o vírus se está a espalhar, no sentido de evitar a propagação de cadeias de transmissão.

A Monkeypox é uma infeção sexualmente transmissível?


Este vírus pode transmitir-se de uma pessoa para outra através de um contacto físico próximo, incluindo contacto sexual.

Atualmente os especialistas ainda não determinaram se o vírus pode ser transmitido através de sémen ou fluidos vaginais, mas o contacto direto com lesões durante o ato sexual pode ser um meio de transmissão.

De acordo com a OMS, o risco de infeção não se limita, assim, a pessoas sexualmente ativas ou homens que fazem sexo com homens, uma vez que qualquer pessoa que tenha contacto físico próximo com alguém infecioso pode estar em risco.

Porque é que esta doença é popularmente conhecida como 'varíola dos macacos'?

A doença foi identificada pela primeira vez em colónias de macacos mantidos em cativeiro para pesquisas científicas em 1958.

Só mais tarde foi detetada em humanos, em 1970, na República Democrática do Congo, numa criança de nove meses numa região onde a varíola tinha sido eliminada em 1968.

Existem vacinas contra a Monkeypox?

As vacinas utilizadas para a erradicação da varíola também proporcionam proteção contra a Monkeypox, mas já foi desenvolvida uma vacinas mais recente e específica para este vírus.

Vários estudos indicam que as vacinas contra a varíola são cerca de 85% eficazes na prevenção da Monkeypox.

Em 2019, foi aprovada uma nova vacina de duas doses, mas que, segundo a OMS, permanece com uma disponibilidade limitada.

Está prevista vacinação em Portugal?

A DGS admite que venha a ser administrada uma vacina contra a varíola humana para conter cadeias de transmissão do vírus, mas "sempre medido o risco e o benefício" desta imunização.

Segundo a diretora-geral, Graça Freitas, está a ser equacionada a utilização em Portugal da vacina autorizada nos Estados Unidos para ser usada em determinadas circunstâncias em relação à infeção humana pelo vírus Monkeypox.

De acordo com autoridade de saúde, o facto de os casos de infeção registados em Portugal não terem apresentado gravidade fez com que o país não tenha adotado uma estratégia agressiva de vacinação.





Fonte: noticiasaominuto.com                       Link: https://www.noticiasaominuto.com/mundo/2013764/o-que-se-sabe-sobre-as-infecoes-pelo-virus-monkeypox
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 14/06/2022, 16:03
Mais 22 diagnósticos confirmados de infeção humana por vírus Monkeypox em Portugal. São já 231 casos

Nuno de Noronha
14 jun 2022 11:36


(https://thumbs.web.sapo.io/?W=775&H=0&delay_optim=1&webp=1&epic=ZDIzhUTL5z6ik15EjKOjhvZuvhk4eQa02EnVxcAacSvUFQpodZDqfY5REk1Jm2/nIJVKuntCGqGkz+Mgmw4rz2s06Trl2E+gwHozSd527pOPRwQ=)
Fonte de imagem: lifestyle.sapo.pt

A Direção-Geral da Saúde (DGS) confirma mais 22 casos de infeção humana por vírus Monkeypox em Portugal, havendo, até ao momento, um total de 231 casos.

"A maioria das infeções foram notificadas, até à data, em Lisboa e Vale do Tejo, mas também há registo de casos nas regiões Norte e Algarve. Todos as infeções confirmadas são em homens entre os 19 e os 61 anos, tendo a maioria menos de 40 anos. Os novos casos foram confirmados pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA)", informa a DGS no seu website.

"Os casos identificados mantêm-se em acompanhamento clínico, encontrando-se estáveis. A informação recolhida através dos inquéritos epidemiológicos está a ser analisada para contribuir para a avaliação do surto a nível nacional e internacional", acrescenta.

"A DGS continua a acompanhar a situação a nível nacional em articulação com as instituições europeias", refere.

Um trabalho da DGS publicado há duas semanas descreve pela primeira vez a timeline do surto e a sua descrição epidemiológica, bem como um relato das medidas que foram tomadas. A maioria dos casos (14 de 27) diagnosticados num hiato de tempo em maio tinham VIH e residiam na grande Lisboa.

Como se transmite?


O Monkeypox, da família do vírus que causa a varíola, é transmitido de pessoa para pessoa por contacto próximo com lesões, fluidos corporais, gotículas respiratórias e materiais contaminados.

Recentemente, a DGS publicou uma orientação que define a abordagem clínica e epidemiológica dos casos de infeção humana por vírus Monkeypox, prevendo que as situações suspeitas sejam referenciadas rapidamente para observação médica e que os contactos assintomáticos podem continuar a manter as suas rotinas diárias, não necessitando de isolamento.

O período de incubação varia entre cinco e os 21 dias, sendo em média de seis a 16 dias, e os sintomas iniciam-se com febre, cefaleia, astenia, mialgia ou adenomegalias, aos quais se segue o aparecimento do exantema (erupção cutânea).

Recomendações da DGS

Num documento publicado no 'site' sobre a doença, a DGS aconselha a quem tiver sintomas e sinais compatíveis com a doença, e sobretudo se tiver tido contacto próximo com alguém que possa eventualmente estar infetado, para entrar em contacto com centros de rastreio de infeções sexualmente transmissíveis, recorrer a serviços de urgência para aconselhamento e avaliação ou ligar para a Linha SNS 24 (808 24 24 24).

A DGS explica que a infeção pode ser transmitida de uma pessoa para outra através de contacto físico próximo, incluindo contacto sexual. "Atualmente não se sabe se o vírus Monkeypox pode ser transmitido através de sémen ou fluidos vaginais, mas o contacto direto, pele com pele, com lesões em práticas sexuais pode transmiti-lo", sublinha no documento.

O contacto com vestuário pessoal, roupas de cama, atoalhados, objetos como talheres, pratos ou outros utensílios de uso pessoal contaminados também podem transmitir a infeção.

“As pessoas que interagem de forma próxima com alguém que está infetado, incluindo os profissionais da saúde, os coabitantes e os parceiros sexuais são, por conseguinte, pessoas com maior risco de lhes ser transmitida a doença”, lê-se no documento, acrescentando que “não está ainda suficientemente esclarecido se alguém infetado pelo vírus, mas que ainda não desenvolveu quaisquer sinais ou sintoma da infeção (portanto durante o período de incubação), pode transmitir o vírus”.

Os sintomas mais comuns são febre, dor de cabeça intensa, dores musculares, dor nas costas, cansaço, aumento dos gânglios linfáticos com o aparecimento progressivo de erupções que atingem a pele e as mucosas.

As lesões cutâneas geralmente começam entre um a três dias após o início da febre e podem ser planas ou ligeiramente elevadas, com líquido claro ou amarelado, e acabam por ulcerar e formar crostas que mais tarde secam e caem, refere a DGS.





Fonte: lifestyle.sapo.pt                   Link: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/231-casos-confirmados-de-infecao-humana-por-virus-monkeypox-em-portugal
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 17/06/2022, 23:32
Varíola-dos-macacos: DGS divulga cuidados a ter em eventos antes e após contactos sexuais

MadreMedia / Lusa
17 jun 2022 23:19


(https://thumbs.web.sapo.io/?W=775&H=0&delay_optim=1&webp=1&epic=Mzc2RTrv7i1a/pz3R0m/WPKiEddcltn7QjTjsQR8PptMdHTeW6GFfM7+egaz4tkQlp7eG/s/CnyWD7FFUhgmxZvHjtAJwYIcE+OUv4cmE5bRpSs=)
Fonte de imagem: 24.sapo.pt   

A Direção-Geral da Saúde (DGS) quer que empresas, organizações de eventos ou grupos informais sensibilizem os participantes sobre a infeção pelo vírus 'Monkeypox', recomendando cuidados específicos a ter, inclusive durante e após contactos sexuais.

A forma de apresentação e disseminação da infeção sugere que a transmissão esteja a acontecer por contacto próximo, incluindo relações sexuais, refere a DGS, adiantando que os casos notificados no atual surto foram na sua maioria detetados em homens que têm sexo com homens, embora a transmissão também tenha sido documentada noutras pessoas.

Portugal registou mais 35 casos de infeção pelo vírus 'Monkeypox', elevando para 276 o total de pessoas infetadas, todos homens que se encontram clinicamente estáveis, referiu hoje a DGS.

Segundo a informação divulgada pela autoridade de saúde, eventos públicos, privados e viagens, facilitaram a transmissão de infeções, mas estes eventos “poderão ser oportunidades para sensibilizar os participantes e transmitir informação, ao mesmo tempo que se podem desenvolver medidas de prevenção e higienização para reduzir riscos nesses contextos”.

Para a DGS, “os parceiros comunitários são essenciais para garantir uma comunicação eficaz e atempada, adequada ao público a envolver, identificar as principais mensagens de prevenção e promoção da saúde e o alinhamento entre todos os envolvidos, para identificar rumores/desinformação e ajudar a melhorar o conhecimento sobre a infeção, e para facilitar a adesão às medidas de proteção”.

Entre o conteúdo das ‘mensagens chave’ a transmitir, a DGS refere que a infeção por Monkeypox caracteriza-se pelo aparecimento de lesões na pele ou mucosas, que podem ser localizadas numa determinada região do corpo ou generalizadas, atingindo habitualmente a face e boca, membros superiores e inferiores ou região ano-genital.

O surgimento de sintomas deve motivar a procura de aconselhamento e avaliação médica e deve evitar-se o contacto físico próximo, incluindo relações sexuais.

“O contacto físico próximo é a principal forma de transmissão. Uma relação sexual pode envolver risco. Relações sexuais com múltiplos parceiros/as aumentam o risco”, destaca a DGS.

A utilização do preservativo é importante para prevenir a transmissão do VIH e outras infeções sexualmente transmissíveis (IST), mas não oferece proteção eficaz para o vírus Monkeypox, alerta ainda na informação.

Entre as medidas a adotar “antes, durante e após” os eventos, a DGS recomenda que seja desincentivada a participação em caso da existência de sintomas e que os organizadores considerem o envio de informação prévia aos participantes, através das redes sociais ou no momento da inscrição.

A DGS aconselha também formar os trabalhadores e funcionários sobre os sinais e sintomas mais comuns de infeção e sobre o aconselhamento a dar a casos suspeitos, bem como dispensar os funcionários/voluntários que apresentem sintomas.

Entre as sugestões, a autoridade de saúde quer que os organizadores incentivem os participantes a "guardar os contactos das pessoas com quem mantiverem contacto físico próximo, incluindo relações sexuais, caso seja necessário identificá-los posteriormente”.

Entre as recomendações de higiene, a DGS aconselha que “se existir roupa de cama, deve ser mudada após utilização por um novo participante/cliente”.

“Essa roupa deve ser manipulada por funcionários de limpeza que utilizem luvas e máscaras e lavada a mais de 60 graus centígrados. Após manipulação da roupa, deve retirar-se as luvas e lavar/higienizar as mãos”, pode ler-se.

A informação da autoridade de saúde adverte também contra a estigmatização da doença, tendo em conta que “a maioria dos casos até agora foram reportados em homens que têm sexo com homens”.

“O estigma e o medo podem dificultar as respostas em matéria de saúde pública, pois podem fazer com que as pessoas escondam a sua doença e são barreiras de acesso aos cuidados de saúde”, alerta a DGS.

Entre os conselhos para mitigar a estigmatização, a autoridade de saúde pede que se utilize “uma linguagem respeitosa e inclusiva” e que se transmitam “os factos de forma clara e acessível”.

De acordo com as autoridades de saúde, a manifestação clínica da 'Monkeypox' é geralmente ligeira, com a maioria das pessoas infetadas a recuperar da doença em poucas semanas.

Os sintomas incluem febre, dor de cabeça, dores musculares e nas costas, nódulos linfáticos inchados, calafrios, exaustão, evoluindo para erupção cutânea.

O período de incubação é tipicamente de seis a 16 dias, mas pode chegar aos 21 e, quando a crosta das erupções cutâneas cai, a pessoa infetada deixa de ser infecciosa.

Portugal vai receber 2.700 doses das vacinas contra o vírus 'Monkeypox' adquiridas pela Comissão Europeia, confirmou recentemente a DGS, que está a elaborar uma norma técnica que definirá a forma como serão utilizadas.






Fonte: 24.sapo.pt                     Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/variola-dos-macacos-dgs-divulga-cuidados-a-ter-em-eventos-antes-e-apos-contactos-sexuais
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 20/06/2022, 13:54
Há mais 21 casos de Monkeypox em Portugal que sobem para 297

Mónica Silvares
12:30


(https://eco.imgix.net/uploads/2020/08/cropped-doc-20200828-29470100-tp__4145.jpg?w=359.094&q=60&auto=compress,format)
Fonte de imagem: eco.sapo.pt


Todas as infeções confirmadas são em homens entre os 19 e os 61 anos, tendo a maioria menos de 40 anos. Os casos identificados se mantêm "em acompanhamento clínico" e que estão "estáveis".


Direção-Geral da Saúde (DGS) confirmou esta sexta-feira mais 21 casos de infeção humana por vírus Monkeypox em Portugal. Isto significa que já existem no país 297 casos confirmados.

“A maioria das infeções foram notificadas, até à data, em Lisboa e Vale do Tejo, mas também há registo de casos nas regiões Norte e Algarve“, acrescenta a entidade liderada por Graças Freitas em nota publicada no site.

Todas as infeções confirmadas são em homens entre os 19 e os 61 anos, tendo a maioria menos de 40 anos, precisa a DGS, acrescentando que os casos identificados se mantêm “em acompanhamento clínico” e que estão “estáveis”.

O vírus Monkeypox é uma doença geralmente transmitida pelo toque ou mordida de animais selvagens infetados na África Ocidental e Central, podendo também transmitir-se através do contacto com uma pessoa infetada ou materiais contaminados. Os sintomas incluem “lesões ulcerativas, erupção cutânea, gânglios palpáveis, eventualmente acompanhados de febre, arrepios, dores de cabeça, dores musculares e cansaço”.

A informação recolhida através dos inquéritos epidemiológicos está “a ser analisada para contribuir para a avaliação do surto a nível nacional e internacional”, explica a DGS na mesma nota que publicou no site, acrescentando que “continua a acompanhar a situação a nível nacional em articulação com as instituições europeias”.

A DGS tem pedido que indivíduos que apresentem erupção cutânea, lesões ulcerativas, gânglios palpáveis, eventualmente acompanhados de febre, arrepios, dores de cabeça, dores musculares e cansaço, devem procurar aconselhamento clínico. Mas, “ao dirigirem-se a uma unidade de saúde, deverão cobrir as lesões cutâneas”, alerta a DGS.






Fonte: eco.sapo.pt                      Link: https://eco.sapo.pt/2022/06/20/ha-mais-21-casos-de-monkeypox-em-portugal-que-sobem-para-297/
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 21/06/2022, 10:21
Monkeypox: Vírus ganha força em cinco capitais europeias. Lisboa é uma delas

Por Simone Silva   em 09:37, 21 Jun 2022

(https://multinews.sapo.pt/wp-content/uploads/2022/05/Var%C3%ADola-dos-macacos.jpg)
Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O vírus Monkeypox (varíola dos macacos) mantém a sua tendência de aumento em quase toda a Europa cinco semanas após o alerta internacional, que revelou o maior surto desta doença registado fora das áreas endémicas da África.

Com mais de dois mil casos confirmados em 28 países do continente, as cadeias de contágio continuam descontroladas nas três capitais que foram atingidas pela primeira vez pelo vírus – Londres, Madrid e Lisboa – escreve hoje o ‘El País’.

Para além destas, adianta o jornal espanhol, a circulação do vírus está a acelerar em outras duas grandes cidades, Berlim e Paris , e também em países densamente povoados como Bélgica, Países Baixos e Itália.

Espanha (688 casos notificados) e Reino Unido (574) são os países com mais diagnósticos. Portugal soma 297 infeções e a Alemanha tem sido o país onde mais casos cresceram nos últimos dias e já ultrapassam os 400.

Em França, os casos passaram de 91 para 183 numa semana, na Holanda de 60 para 95, na Bélgica de 24 para 62, em Itália de 31 para 71 e na Suíça de 14 a 40, segundo o ‘El País.

O vírus avança nas grandes capitais europeias, com Madrid (510 casos), Londres (459), Berlim (250), Lisboa (235) e Paris (129) como as cidades mais afetadas. Fora da Europa, o Canadá é o país com mais casos desde o início do surto (168). Nos Estados Unidos, o número de diagnósticos ultrapassou os 100.

Trata-se de uma doença zoonótica cujo reservatório está em ratos da África central e ocidental. A partir destes, através de fluidos, o vírus passa esporadicamente para o ser humano e inicia cadeias de transmissão que até então eram limitadas.

A principal novidade do surto atual é a transmissão sustentada do vírus entre homens que fazem sexo com outros homens, grupo que responde por mais de 98% dos casos confirmados.

A doença não é considerada sexualmente transmissível, embora existam várias linhas de pesquisa que começam a apontar para essa possibilidade. Um estudo realizado em Itália encontrou o vírus no sémen dos quatro primeiros casos diagnosticados no país.

Carlos Maluquer de Motes, professor de virologia molecular da Universidade de Surrey (Reino Unido) e especialista em poxvírus, refere, em declarações ao jornal espanhol, que “será complexo erradicar este surto”.

“O vírus atingiu muitos países, a circulação continua a crescer e os sistemas de deteção e rastreamento são limitados. Os casos confirmados são de pessoas que vão aos centros de saúde porque detetaram lesões, mas nem todos o fazem pelo estigma social que existe”, acrescenta.

Estudos e comunicações recentes feitos no Reino Unido, Portugal e França alertaram que muitos dos casos confirmados não conseguem identificar os seus contactos de risco porque tiveram relações com pessoas desconhecidas ou recusaram-se a fornecer dados sobre elas.

“Pelo menos há algo positivo no que sabemos até agora. Existem muito poucos contágios fora das práticas de risco e isso significa que o vírus não se adaptou a outras formas de transmissão. Isso explica porque o aumento de casos é sustentado, mas não exponencial”, afirma Maluquer, citado pelo ‘El País.





Fonte: multinews.sapo.pt                      Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/monkeypox-virus-ganha-forca-em-cinco-capitais-europeias-lisboa-e-uma-delas/

 
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 22/06/2022, 10:55
Portugal faz diferente do Reino Unido: 2.700 vacinas para a monkeypox vão ser oferecidas “independentemente da orientação sexual, como é óbvio”

Daniela Costa Teixeira
Ontem às 20:20


(https://www.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/62a1c2e90cf2ea4f0a4efed4/1024.jpg)

“Não é segredo para ninguém que as pessoas que têm sido mais afetadas são homens com sexo com outros homens e homens com múltiplos parceiros, isto é claro e óbvio, mas não podemos estigmatizar: sabemos que a transmissão não é sexual, apenas pode ter entrado nesse grupo de pessoas”

Portugal vai receber 2.700 vacinas para a monkeypox que vão ser administradas “independentemente da orientação sexual, como é óbvio”. Estão destinadas aos contactos próximos de pessoas infetadas, “sejam contactos profissionais, pessoais ou sexuais, desde que cumpram o critério de contacto de proximidade”, garante à CNN Portugal Margarida Tavares, porta-voz da Direção-Geral da Saúde para este surto.

Ao contrário do que o Reino Unido e a Alemanha vão fazer, Portugal não terá a orientação sexual como base para a vacinação, até porque, frisa a médica, os “critérios da DGS nunca assentaram” nas opções sexuais. “Sempre tivemos esse cuidado em não estigmatizar, fomos sempre muito cuidadosos na nossa comunicação. Nunca ninguém me ouviu falar em orientação sexual, nem à Direção-Geral da Saúde, nem ao Ministério da Saúde. No máximo, o que temos falado são de práticas associadas a um aumento do risco. Não é por receio de falar - é porque essa é a forma correta de se falar. O que temos de falar são de práticas e atitudes que possam aumentar o risco. Não é segredo para ninguém que as pessoas que têm sido mais afetadas são homens que tiveram sexo com outros homens e homens com múltiplos parceiros, isto é claro e óbvio, mas não podemos estigmatizar: sabemos que a transmissão não é sexual, apenas pode ter entrado nesse grupo de pessoas”, afirma a médica.

Vacinas podem chegar ainda este mês


Para já, Portugal “adquiriu 2.700 vacinas” - das 109.090 adquiridas pela Comissão Europeia - e está “a contar com elas até ao final do mês - foi a estimativa que foi dada”, embora Margarida Tavares não consiga dar uma data concreta para quando a vacinação será iniciada, até porque, diz, “ainda há características que desconhecemos . em termos de armazenamento, quanto tempo a vacina está disponível a vários tipos de temperatura, para sabermos a cadeia de frio”.

Ao “contrário do Reino Unido, que já tinha uma reserva” e que, por isso, irá ter um plano de vacinação mais abrangente e a acontecer de imediato, em Portugal, e “para este pequeno número de vacinas, a nossa prioridade vai ser vacinar os contactos dos casos” e, mais uma vez, frisa, "independentemente da orientação sexual em causa". A vacinação dos contactos de maior proximidade é conhecida como vacinação em anel e é aquela que possibilita a quebra da cadeia de contágios.

Margarida Tavares diz que a norma da DGS sobre a vacinação para a monkeypox "está a ser preparada". "Fizemos um parecer sobre a forma como era suposto usar as vacinas em Portugal, a quem será destinada” e “estamos agora a conversar com os vários parceiros no sentido de preparar um circuito e tudo o que implica implementar a vacinação, isto é, implica identificar os contactos, onde vamos ter essas vacinas, entre outros aspetos”, diz.

“Para podermos disponibilizar este número relativamente pequeno de vacinas, temos de ter algo capaz em termos logísticos. Uma coisa é ter imensas vacinas, outra é ter um número tão pequeno de vacinas, mas foi aquele que nos foi destinado pela Europa nesta primeira fase. Temos de ser muito parcimoniosos como vamos dar e identificar as pessoas”, explica a médica.

Esta terça-feira, a Agência de Segurança de Saúde do Reino Unido (UKHSA, na sigla original) anunciou que vai oferecer vacinas a homens homossexuais e bissexuais que possam estar em maior risco de contrair Monkeypox. Segundo aquela autoridade, que emitiu a decisão em comunicado, o alargamento da vacinação vai abranger os homens “em maior risco de exposição” à doença. Também a Alemanha anunciou no início do mês que todos os maiores de 18 anos expostos à Monkeypox ou com risco aumentado de infeção serão vacinados com Imvanex, da Bavarian Nordic, e aqui incluem-se, disse a Reuters, “homens que fazem sexo com vários parceiros do sexo masculino e trabalhadores de laboratório de doenças infecciosas”.

Portugal ultrapassou esta terça-feira os 300 casos de Monkeypox.





Fonte: cnnportugal.pt                  Link: https://cnnportugal.iol.pt/monkeypox/vacinacao/portugal-faz-diferente-do-reino-unido-2-700-vacinas-para-a-monkeypox-vao-ser-oferecidas-independentemente-da-orientacao-sexual-como-e-obvio/20220621/62b2183b0cf2ea367d4250a7
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 27/06/2022, 09:26
OMS não vai aumentar nível de alerta de Monkeypox

27 de junho 2022 às 08:27

(https://cdn1.newsplex.pt/fotos/2022/6/27/825970.jpg?type=Artigo)
Fonte de imagem: AFP

Depois de uma reunião da organização, foi revelado que já foram reportados pelo menos 3.040 casos de Monkeypox em 47 países.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou que o presente surto do vírus ‘monkeypox’ não representa uma urgência de saúde pública de dimensão internacional, o seu nível mais alto de alerta, anunciou este sábado a organização.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, “concorda com o parecer dos especialistas” do Comité de Emergência Internacional que não determina que o evento seja tratado como “uma Emergência de Saúde Pública de Interesse Internacional”, ou seja que se eleve o nível de alerta, lê-se numa mensagem no Twitter pessoal do diretor-geral.

Contudo, a organização fez questão de reforçar que a convocação dos membros e conselheiros do Comité de Emergência só por si “assinala uma escalada do alerta” e representa “um apelo a uma intensificação das ações de saúde pública em resposta a este acontecimento”.

Segundo a OMS, desde o início de maio de 2022, já foram reportados à organização pelo menos 3.040 casos em 47 países, segundo os dados mais recentes apresentados nesta reunião.

Maior número de casos na Europa Representantes de Portugal, com um total de 348 casos até sexta-feira, a maioria notificadas em Lisboa e Vale do Tejo, além de Espanha, Reino Unido, Canadá, República Democrática do Congo e Nigéria, atualizaram o comité de emergência da OMS sobre a situação epidemiológica nos seus países e sobre os atuais esforços de resposta.

A transmissão de ‘monkeypox’, também designada por varíola dos macacos, ocorre em muitos países que não reportaram situações endémicas do vírus, e o maior número de casos verifica-se atualmente na Europa.

A maioria dos casos confirmados é de contactos sexuais entre homens e ocorre em áreas urbanas, ainda que, em princípio, não se trate de uma doença sexualmente transmissível, mas sim transmitida por contacto físico próximo.

A situação clínica é muitas vezes atípica, com poucas lesões localizadas e que não se espalham. Até à data houve poucos internamentos e uma morte, de um indivíduo com problemas de imunidade reportada.





Fonte: sol.sapo.pt                   Link: https://sol.sapo.pt/artigo/774633/oms-nao-vai-aumentar-nivel-de-alerta-de-monkeypox#
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 30/06/2022, 13:28
Varíola-dos-macacos: Portugal ultrapassara os 400 casos

MadreMedia / Lusa
30 jun 2022 13:12


(https://thumbs.web.sapo.io/?W=775&H=0&delay_optim=1&webp=1&epic=ODlk2zlCxxUhKUph3YhGO8MnB6UatVPTmdpqeO8R7uok9V37ACusQ91lXUBt3T504nCTa01B1g3Kh1lMPvAry4unNiBAVimzMM92iRW795g1QyE=)


Os casos de Monkeypox em Portugal ultrapassaram os 400, com a confirmação de mais 11 infeções nas últimas 24 horas, anunciou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS), adiantando que já foram notificados casos na Madeira.

Até ao momento, há um total de 402 casos infeção humana por vírus Monkeypox, em Portugal, confirmados pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), refere a DGS num balanço divulgado no ‘site’.

Segundo a DGS, todas as infeções confirmadas são em homens entre os 19 e os 61 anos, tendo a maioria menos de 40 anos, que se mantêm em acompanhamento clínico, encontrando-se estáveis.

“A maioria das infeções foram notificadas, até à data, em Lisboa e Vale do Tejo, mas já existem casos nas restantes regiões do continente (Norte, Centro, Alentejo e Algarve) e na Região Autónoma da Madeira”, refere a autoridade de saúde.

A Direção-Geral da Saúde recorda que uma pessoa que esteja doente deixa de estar infecciosa apenas após a cura completa e a queda de crostas das lesões dermatológicas, período que poderá, eventualmente, ultrapassar quatro semanas.

Os sintomas mais comuns da doença são febre, dor de cabeça intensa, dores musculares, dor nas costas, cansaço, aumento dos gânglios linfáticos com o aparecimento progressivo de erupções que atingem a pele e as mucosas.

As lesões cutâneas geralmente começam entre um a três dias após o início da febre e podem ser planas ou ligeiramente elevadas, com líquido claro ou amarelado, e acabam por ulcerar e formar crostas que mais tarde secam e caem.

O número de lesões numa pessoa pode variar, tendem a aparecer na cara, mas podem alastrar-se para o resto do corpo e mesmo atingir as palmas das mãos e plantas dos pés. Também podem ser encontradas na boca, órgãos genitais e olhos.

Estes sinais e sintomas geralmente duram entre duas a quatro semanas e desaparecem por si só, sem tratamento.

A DGS aconselha à pessoa que tenha sintomas que possam ser causados por vírus Monkeypox para procurar os cuidados de saúde. “Além disso, caso tenha tido contacto próximo com alguém com a infeção ou suspeita de infeção, informe os profissionais de saúde”, refere num documento sobre a doença publicado no ‘site’.

A informação recolhida através dos inquéritos epidemiológicos está a ser analisada para contribuir para a avaliação do surto a nível nacional e internacional, refere a autoridade de saúde, acrescentando que continua a acompanhar a situação a nível nacional em articulação com as instituições europeias.





Fonte: 24.sapo.pt                       Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/variola-dos-macacos-portugal-ultrapassara-os-400-casos
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 23/07/2022, 19:39
Portugal já implementou as medidas fundamentais para responder à varíola-dos-macacos, assegura DGS

MadreMedia / Lusa
23 jul 2022 19:04


(https://thumbs.web.sapo.io/?W=775&H=0&delay_optim=1&webp=1&epic=NTI0b9w0eXnolD7fbUvdD/y6rDWP5rX1SF//uHsvP3fU1IBkHX1/1DxnQSW0SUEcPzJ6HdqqS0TG4XLCREGgKoiZBvC5xLHJaRvn56m8T9palws=)
Fonte de imagem: ANTÓNIO COTRIM/LUSA

A Direção-Geral da Saúde (DGS) afirmou que Portugal já adotou as medidas fundamentais para responder à Monkeypox, um surto que levou hoje a Organização Mundial da Saúde a decretar a emergência de saúde pública internacional.

“Não implica muito mais do que aquilo que está a ser feito. Todas as medidas têm sido tomadas, mesmo sem essa declaração” de emergência de saúde pública de preocupação internacional decidida hoje pela Organização Mundial da Saúde (OMS), disse à Lusa a porta-voz da DGS para o surto em Portugal.

Segundo Margarida Tavares, a nível nacional, “já estão implementadas as medidas fundamentais” para responder ao surto que surgiu em 03 de maio, com a confirmação laboratorial dos primeiros cinco casos, e que, desde então, já resultou em 588 pessoas infetadas.

Apesar de Portugal ser um dos países do mundo mais afetados pela Monkeypox, em termos do número de casos diagnosticados, “não se pode dizer que estamos num crescimento exponencial nem nada que se pareça”, adiantou a médica.

“O que temos assistido é um número constante semanal e até com uma tendência ligeiramente decrescente”, destacou Margarida Tavares, que é também a diretora do Programa Nacional para as Infeções Sexualmente Transmissíveis e Infeção por VIH da DGS.

Apesar desta evolução “não sossegar” a autoridade de saúde, permite dizer que Portugal não está numa “situação de enorme alarme”, afirmou Margarida Tavares, ao salientar que a DGS tem estado empenhada, desde o início, em envolver as populações mais afetadas em todos os níveis de decisão, através da articulação com os líderes e as organizações comunitárias.

A OMS declarou hoje o surto de Monkeypox como uma emergência de saúde pública de preocupação internacional, o nível mais alto de alerta, quando estão notificados mais de 16 mil casos em 75 países.

“Temos um surto que se está a espalhar rapidamente à volta do mundo, do qual sabemos muito pouco e que cumpre os critérios dos regulamentos internacionais de saúde”, adiantou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em conferência de imprensa, após a reunião do Comité de Emergência que avaliou a evolução da doença no mundo.

Para Margarida Tavares, esta declaração assume importância por permitir reforçar a investigação e o investimento por parte dos países em meios de prevenção e tratamento da Monkeypox, caso de vacinas e antivíricos, com vista à sua disponibilização à escala global.

“Este nível de alerta a que o mundo está agora obrigado - porque cria alguns direitos, mas também obrigações de alguns países - pode aumentar a pressão para que haja mais produção de vacinas e de antivíricos e para uma maior disponibilização” destes produtos, explicou a perita da DGS.

Segundo disse, a decisão do diretor-geral da organização mundial permite ainda uma “atenção maior e uma coordenação da OMS mais assertiva” entre os vários países para que haja uma resposta transfronteiriça à Monkeypox, tendo em conta que um evento sanitário desta natureza pode ter implicações na atividade económica, na mobilidade e no tráfego entre países.

O Comité de Emergência para a Monkeypox, que se reuniu na quinta-feira pela segunda vez para avaliar da evolução do surto, não chegou a um consenso, mas a avaliação da OMS é de que o risco é moderado a nível global, exceto na Europa, onde é considerado como elevado.

O diretor-geral explicou que a sua decisão de declarar a emergência de saúde pública de preocupação internacional baseou-se nas informações que mostram que o vírus se espalhou rapidamente a nível global, mesmo em países sem registo prévio de infeções, assim como nas “muitas incógnitas” face aos dados ainda insuficientes sobre a Monkeypox.






Fonte: 24.sapo.pt                  Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/portugal-ja-implementou-as-medidas-fundamentais-para-responder-a-monkeypox
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 23/07/2022, 19:44
Varíola-dos-macacos: a cronologia de uma doença com mais de 50 anos

MadreMedia / AFP
23 jul 2022 19:34


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AFP PHOTO / Cynthia S. Goldsmith, Russell Regnery / Centers for Disease Control and Prevention

Foi detetada pela primeira vez em 1970 é agora uma doença viral em expansão, levando a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar o surto atual como uma emergência de saúde pública de preocupação internacional. Esta é a cronologia de uma doença com origem animal, considerada de pouca gravidade e cujo vírus é semelhante ao da varíola.

A OMS declarou hoje o surto de Monkeypox como uma emergência de saúde pública de preocupação internacional, o nível mais alto de alerta, quando estão notificados mais de 16 mil casos em 75 países.

“Temos um surto que se está a espalhar rapidamente à volta do mundo, do qual sabemos muito pouco e que cumpre os critérios dos regulamentos internacionais de saúde”, adiantou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em conferência de imprensa, após a reunião do Comité de Emergência que avaliou a evolução da doença no mundo.

Na sequência desta declaração, a Direção-Geral da Saúde (DGS) afirmou que Portugal já adotou as medidas fundamentais para responder à Monkeypox, um surto que levou hoje a Organização Mundial da Saúde a decretar a emergência de saúde pública internacional.

“Não implica muito mais do que aquilo que está a ser feito. Todas as medidas têm sido tomadas, mesmo sem essa declaração” de emergência de saúde pública de preocupação internacional decidida hoje pela Organização Mundial da Saúde (OMS), disse à Lusa a porta-voz da DGS para o surto em Portugal.

Segundo Margarida Tavares, a nível nacional, “já estão implementadas as medidas fundamentais” para responder ao surto que surgiu em 03 de maio, com a confirmação laboratorial dos primeiros cinco casos, e que, desde então, já resultou em 588 pessoas infetadas.

Segundo a DGS, uma pessoa que esteja doente deixa de estar infecciosa apenas após a cura completa e a queda de crostas das lesões dermatológicas, período que poderá, eventualmente, ultrapassar quatro semanas.

Os sintomas mais comuns da doença são febre, dor de cabeça intensa, dores musculares, dor nas costas, cansaço, aumento dos gânglios linfáticos com o aparecimento progressivo de erupções que atingem a pele e as mucosas.

As datas fundamentais

1970: primeiro caso detectado

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a varíola-dos-macacos foi detectada pela primeira vez em seres humanos no ano de 1970, na República Democrática do Congo (RDC, na época Zaire), num menino de nove anos.

Desde então, foram registrados casos humanos de varíola-dos-macacos em zonas rurais ou em florestas de 11 países de África: Benin, Camarões, Costa do Marfim, Gabão, Libéria, Nigéria, República Centro-Africana, Congo, RDC, Serra Leoa e Sudão do Sul.

2003: primeiro surto fora da África

O primeiro surto fora do continente africano foi nos Estados Unidos, em junho de 2003.

As autoridades sanitárias dos Centros de Deteção e Controlo de Doenças (CDC) reportaram 87 casos, dos quais 20 foram analisados e confirmados, mas nenhuma morte.

A doença propagou-se no país depois da contaminação de cães-da-pradaria e roedores importados de Gana.

2017: epidemia na Nigéria

A partir de 2017, a Nigéria passa por "uma grande epidemia", ultrapassando 500 casos suspeitos, mais de 200 confirmados e uma taxa de letalidade próxima de 3%, segundo a OMS.

Em setembro de 2018 são notificados casos esporádicos de turistas vindos da Nigéria em Israel. Em dezembro de 2019 e maio de 2021 e 2022 também houve casos no Reino Unido.

Já em Singapura, um caso é confirmado em maio de 2019 e nos Estados Unidos dois casos, um em julho e outro em novembro de 2021.

Maio de 2022: eclosão de casos fora de África

A partir de maio de 2022, apareceram casos em países onde a doença não era endémica até então. No Reino Unido, uma série de contágios foram detectados no início do mês.No dia 20 de maio, o país conta com 20 pacientes.

A doença afeta também a Alemanha, Bélgica, Espanha, França, Itália, Portugal e Suécia.

A OMS regista, então, 80 casos confirmados no mundo, incluindo contágios nos Estados Unidos, Canadá e Austrália.

Final de maio: vacinação dos casos de contato

Os Estados Unidos anunciam, no dia 23 de maio, a vacinação dos casos de contato com vacinas contra a varíola, igualmente eficazes contra a varíola-dos-macacos.

Já no dia 26, a União Europeia (UE) anuncia a preparação para compra conjunta de vacinas e tratamentos contra a doença, enquanto França realiza as primeiras vacinações de casos no dia 27.

Início de junho: mais de 1.000 casos

O presidente da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, anuncia a 8 de junho "mais de 1.000 casos confirmados" em 29 países em que a doença não era endémica até aquele momento.

No dia 25, Tedros Ghebreyesus considera o surto como uma ameaça muito preocupante para a saúde, mas ainda não a nível de "emergência sanitária mundial".

Final de junho: vacinação preventiva

Com cerca de 800 casos, no dia 21 de junho, o Reino Unido pede a vacinação preventiva dos homens "de risco", em particular homossexuais com múltiplos parceiros.

No dia 8 de julho, França também propõe a vacinação preventiva.

Meados de julho: mais de 14.500 casos em 70 países

No dia 19 de julho, o CDC informa mais de 14.500 casos confirmados em aproximadamente 60 países nos quais a doença era, até então, desconhecida.

Os países europeus, Estados Unidos e Canadá concentraram a maioria dos casos.

23 de julho de 2022: OMS declara varíola-dos-macacos emergência de saúde global

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou este sábado o surto da varíola-dos-macacos uma emergência de saúde pública global. Este é o nível mais alto de alerta da OMS.


O Comité de Emergência para a Monkeypox, que se reuniu na quinta-feira pela segunda vez para avaliar da evolução do surto, não chegou a um consenso, mas a avaliação da OMS é de que o risco é moderado a nível global, exceto na Europa, onde é considerado como elevado.

O diretor-geral  da OMS explicou que a sua decisão de declarar a emergência de saúde pública de preocupação internacional baseou-se nas informações que mostram que o vírus se espalhou rapidamente a nível global, mesmo em países sem registo prévio de infeções, assim como nas “muitas incógnitas” face aos dados ainda insuficientes sobre a Monkeypox.

“Sei que este não foi um processo fácil ou simples e que existem pontos de vista divergentes entre os membros”, referiu Tedros Adhanom Ghebreyesus, ao recordar que, atualmente, o surto concentra-se sobretudo em “homens que fazem sexo com homens, especialmente aqueles com múltiplos parceiros sexuais”.

Isso significa que se trata de um surto que “pode ser travado com as estratégias certas nos grupos certo”, salientou o responsável da OMS, alertando que o “estigma e discriminação podem ser tão perigosos como qualquer vírus”.





Fonte: 24.sapo.pt                Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/variola-dos-macacos-a-cronologia-de-uma-doenca-com-mais-de-50-anos
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 29/07/2022, 10:12
Portugal com 633 casos confirmados de infeção pelo vírus Monkeypox

Agência Lusa 29 jul 2022 09:02

(https://static-storage.dnoticias.pt/www-assets.dnoticias.pt/images/configuration/OR/shutterstock_2159354781_C55z3RB.jpg)
Foto Shutterstock

Portugal totaliza 633 casos confirmados de infeção pelo vírus Monkeypox, 45 na última semana, segundo dados da Direção-Geral da Saúde (DGS), que indica que 82,6% dos casos foram reportados na região de saúde de Lisboa e Vale do Tejo.

De acordo com o relatório semanal da DGS, todas as regiões de Portugal continental e a Madeira reportaram casos de infeção humana pelo vírus VMPX, o Norte é a segunda região do país com mais casos reportados de Monkeypox (66), seguindo-se o Centro (11), o Alentejo e Algarve (sete) e a Madeira (três), refere a informação semanal da autoridade de Saúde.

A presença do vírus Monkeypox (VMPX) foi detetada em Portugal em 03 de maio, com a confirmação laboratorial de cinco casos de infeção, e, desde então e até à última quarta-feira, foram identificados 633 casos.

Segundo a DGS, do universo de casos reportados no Sistema de Vigilância Epidemiológica, a maior parte pertence ao grupo etário entre os 30 e 39 anos e a grande maioria das infeções (99,6%) são homens, havendo dois casos (0,4%) do sexo feminino.

Em 16 de julho, foi iniciada a vacinação dos primeiros três contactos próximos de casos e, desde então, continuam a ser identificados e orientados para vacinação os contactos elegíveis nas diferentes regiões do país, informou ainda a DGS.

Até 27 de julho, foram vacinadas no país 59 pessoas, contactos próximos de casos.

De 01 de janeiro a 22 de julho, foram reportados à Organização Mundial da Saúde (OMS) 16.016 casos confirmados e 73 casos prováveis de infeção humana por vírus Monkeypox, em 75 países.

A nível global, os 10 países mais afetados são: Espanha (3.125), Estados Unidos da América (2.316), Alemanha (2.268), Reino Unido (2.137), França (1.453), Países Baixos (712), Canadá (615), Brasil (592), Portugal (588) e Itália (374).

O número de óbitos não aumentou, mantendo-se as cinco mortes da OMS África.

Segundo a DGS, os sintomas mais comuns da doença são febre, dor de cabeça intensa, dores musculares, dor nas costas, cansaço, aumento dos gânglios linfáticos com o aparecimento progressivo de erupções que atingem a pele e as mucosas.

Uma pessoa que esteja doente deixa de estar infecciosa apenas após a cura completa e a queda de crostas das lesões dermatológicas, período que poderá, eventualmente, ultrapassar quatro semanas, segundo a DGS.





Fonte: dnoticias.pt                   Link: https://www.dnoticias.pt/2022/7/29/321906-portugal-com-633-casos-confirmados-de-infecao-pelo-virus-monkeypox/
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 04/08/2022, 22:22
Portugal com 710 casos confirmados de Monkeypox, mais 77 numa semana

Por MultiNews em 21:37, 4 Ago 2022

(https://multinews.sapo.pt/wp-content/uploads/2022/06/824616.jpg)
Fonte de imagem: multinews.sapo.pt


Portugal totaliza 710 casos confirmados de infeção pelo vírus Monkeypox, 77 na última semana, segundo dados da Direção-Geral da Saúde (DGS), que indica que 82,5% dos casos foram reportados na região de saúde de Lisboa e Vale do Tejo.

De acordo com o relatório semanal da DGS, todas as regiões de Portugal Continental e Madeira reportaram casos de infeção humana pelo vírus VMPX, o Norte é a segunda região do país com mais casos reportados de Monkeypox (75), seguindo-se o Centro (14), o Alentejo (7) o Algarve (6) e a Madeira (3), refere a informação semanal da autoridade de Saúde.

A presença do vírus Monkeypox (VMPX) foi detetada em Portugal a 3 de maio, com a confirmação laboratorial de cinco casos de infeção, e, desde então e até à última quarta-feira, foram identificados 710 casos.

Segundo a DGS, do universo de casos reportados no Sistema de Vigilância Epidemiológica, a maior parte pertence ao grupo etário entre os 30 e 39 anos e a grande maioria das infeções (99,6%) são homens, havendo quatro casos (0,6%) do sexo feminino.

A 16 de julho, foi iniciada a vacinação dos primeiros três contactos próximos de casos e, desde então, continuam a ser identificados e orientados para vacinação os contactos elegíveis nas diferentes regiões do país, informou ainda a DGS.

Até 01 de agosto, foram vacinadas no país 73 pessoas, contactos próximos de casos.

De 1 de janeiro a 1 de agosto, foram reportados à Organização Mundial da Saúde (OMS) 23.357 casos confirmados e 112 casos prováveis de infeção humana por vírus Monkeypox, em 83 países.

A nível global, os 10 países mais afetados são: Espanha (3.125), Estados Unidos da América (5.175), Espanha (4.298), Alemanha (2.677), Reino Unido (2.546), França (1.955), Brasil (1.369), Países Baixos (879), Canadá (803), Portugal (633) e Itália (479).

O número de óbitos aumentou de cinco para oito, todas fora de África.





Fonte: multinews.sapo.pt                   Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/portugal-com-710-casos-confirmados-de-monkeypox-mais-77-numa-semana/
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 07/08/2022, 11:23
Varíola-dos-macacos: turista nacional foi primeiro caso detetado nos Açores e viajou para o Porto antes do fim do isolamento

MadreMedia / Lusa
7 ago 2022 08:20


(https://thumbs.web.sapo.io/?W=775&H=0&delay_optim=1&webp=1&epic=MTg2mx2ejzEGYxqdoVrveHNy65qbix24sTNUHO/BnBHCY20NuUYi7J1joaj4BZn2w/9CsGi5rWyssmOmw/ZrXkT3Y1DWllAV6pkjg5kACpRTaXQ=)
Fonte de imagem: 24.sapo.pt

Um turista nacional de 42 anos foi confirmado como o primeiro caso positivo de infeção pelo vírus Monkeypox nos Açores, divulgou hoje a Autoridade Regional de Saúde.

Em comunicado, a Autoridade Regional de Saúde refere que “o caso foi detetado no concelho de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, tendo a delegação de saúde local, de imediato, tomado todos os procedimentos indicados neste âmbito”.

O homem afirmou ter mantido “contactos em Ponta Delgada, com familiares e com o companheiro, residente em São Miguel (testado nas últimas horas, com resultado negativo)”, tendo em ambos os casos a delegação de saúde de Ponta Delgada “determinado isolamento domiciliário e distanciamento físico com outras pessoas, até à resolução de todas as lesões”.

“O homem que testou positivo foi notificado do resultado na noite de sexta-feira, mas informou ter já viajado, também sexta-feira, de Ponta Delgada para o Porto, de onde em breve pensa regressar a Paris, cidade onde reside oficialmente e trabalha”, refere a Autoridade Regional de Saúde, acrescentando que o homem estava em São Miguel desde 26 de julho.

A Autoridade Regional de Saúde notificou as autoridades nacionais sobre o caso, para que estas o possam seguir no norte do país.

O número de casos confirmados em Portugal de infeção pelo vírus Monkeypox subiu para 710, dos quais 77 identificados na última semana, informou a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Todas as regiões de Portugal continental e a Região Autónoma da Madeira reportaram casos de infeção humana por vírus Monkeypox, dos quais 509 (82,5%) na região de saúde de Lisboa e Vale do Tejo.

Segundo a DGS, do universo de casos reportados no Sistema de Vigilância Epidemiológica a maior parte pertence ao grupo etário entre os 30 e 39 anos e são do sexo masculino, havendo agora quatro casos do sexo feminino, mais dois do que há uma semana.

A presença do vírus Monkeypox em Portugal foi detetada pela primeira vez há três meses, em 03 de maio, recorda a DGS no relatório semanal com dados recolhidos até 03 de agosto.

Portugal continuava em 02 de agosto, de acordo com os dados da OMS, no grupo dos 10 países mais afetados a nível global: Estados Unidos da América (5.175), Espanha (4.298), Alemanha (2.677), Reino Unido (2.546), França (1.955), Brasil (1.369), Países Baixos (879), Canadá (803), Portugal (633) e Itália (479).






Fonte: 24.sapo.pt                    Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/variola-dos-macacos-turista-nacional-foi-primeiro-caso-detetado-nos-acores-e-viajou-para-o-porto-antes-do-fim-do-isolamento
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 09/08/2022, 21:34
Portugal apoia estratégia global contra a varíola dos macacos

2022-08-09 às 16h50

(https://www.portugal.gov.pt/upload/imagens/i056629.jpg)
Ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Elvira Fortunato, recebeu a Embaixadora dos Estados Unidos da América, Randi Charno Levine, Lisboa, 9 agosto 2022


A Ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Elvira Fortunato, recebeu a Embaixadora dos Estados Unidos da América, Randi Charno Levine, em Lisboa, durante um encontro que contribuiu para estreitar a relação bilateral entre Portugal e os Estados Unidos da América nos domínios da cooperação científica, tecnológica e académica.

A Ministra expressou o apoio do Governo português à política definida pela Organização Mundial de Saúde de considerar a varíola dos macacos (monkeypox) uma emergência de saúde pública de preocupação internacional, o que torna premente o acesso aberto a toda a comunidade científica da investigação mais recente neste domínio.

Durante o encontro foram abordadas as parcerias em vigor com as instituições de Ensino Superior dos EUA (MIT-Portugal, UT Austin-Portugal e CMU-Portugal), que promovem a internacionalização das instituições científicas e de ensino superior portuguesas através de projetos inovadores e da mobilidade de recursos humanos altamente qualificados, desencadeando novas redes de conhecimento temáticas.

Atualmente, ambos os países desenvolvem múltiplas iniciativas no âmbito da cooperação nas áreas da ciência, tecnologia e ensino superior:

- Feira Internacional – NAFSA -, o maior encontro mundial de responsáveis pela internacionalização das Instituições de Ensino Superior e de Investigação, através da Comissão Fulbright, da Agência Erasmus+ e da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD);

- Programa goPORTUGAL - Global Science and Technology Partnership Portugal –  o qual compreende vários programas de internacionalização que promovem a mobilidade de estudantes, professores, investigadores e pessoal não docente;
 
- Study and Research in Portugal, a plataforma de valorização e internacionalização do ensino superior, ciência e tecnologia portugueses;

- Programa Fulbright de intercâmbio educacional e científico, cuja edição de 2022 atribuiu 67 bolsas, a 46 portugueses e a 21 americanos, entre investigadores, docentes e estudantes, que no próximo ano letivo começarão a desenvolver o seu trabalho e investigação em instituições nacionais e norte-americanas.
A relação bilateral entre o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e a Embaixada dos Estados Unidos da América em Lisboa tem permitido aprofundar a cooperação na área da Inteligência Artificial e a cooperação triangular com África.





Fonte: portugal.gov.pt                    Link: https://www.portugal.gov.pt/pt/gc23/comunicacao/noticia?i=portugal-apoia-estrategia-global-contra-a-variola-dos-macacos
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 12/08/2022, 17:25
Varíola dos macacos: Europa regista 17.897 casos e Portugal é o sexto país com maior incidência

15:03 11 Agosto, 2022 | POSTAL


(https://postal.pt/wp-content/uploads/2022/08/vari%CC%81ola-dos-macacos-4-850x567.webp)
Fonte de imagem: postal.pt   

Espanha, Alemanha e Reino Unido são os países com mais casos registados

Um total de 17.897 casos de varíola dos macacos foram já registados na Europa, com Portugal a ser o sexto país com maior incidência, num total de 710 pessoas infetadas, anunciaram esta quinta-feira autoridades de saúde europeias.

Os dados constam do boletim conjunto divulgado pelo Centro Europeu para Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC) e pela delegação regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a Europa, revelando que, até dia 9 de agosto, foram identificados 17.897 casos de varíola do macaco em 41 países e áreas de toda a região europeia.

Por país europeu, Portugal é o sexto com maior número de casos (710), apenas ultrapassado por Espanha (5.162), Alemanha (2.982), Reino Unido (2.973), França (2.423) e Holanda (959), de acordo com os números hoje publicados.

Ainda ao nível europeu, as autoridades de saúde de 35 países comunicaram 17.509 casos ao ECDC e à delegação regional da OMS, sendo que, destes, 17.402 foram confirmados em laboratório.

Maioria dos casos reportados na Europa estão na faixa etária dos 31 e 40 anos

Depois de o primeiro sintoma ter sido reportado, ao nível europeu, a 3 de abril, o ECDC e a OMS para a Europa explicam que, de momento, a maioria das pessoas infetadas está na faixa etária dos 31 e 40 anos (40%) e é do sexo masculino (99%), tendo principalmente sintomas como erupção cutânea, febre, fadiga, dores musculares, arrepios ou dores de cabeça.

Do total, houve já 455 casos de pessoas hospitalizadas, dos quais 163 necessitaram de cuidados clínicos, como internamento em unidades de cuidados intensivos.

O ECDC e a OMS para a Europa adiantam que, até agora, 48 casos de varíola dos macacos foram reportados como sendo trabalhadores da saúde, mas sem ter sido atribuída qualquer exposição profissional.

Houve ainda duas mortes de pessoas infetadas na Europa.

Portugal com 710 casos registados

Em Portugal, de acordo com os dados mais recentes divulgados pela Direção-Geral da Saúde (DGS), na passada quinta-feira, o número de casos confirmados de varíola dos macacos subiu para 710, dos quais 77 identificados na última semana. Segundo a DGS, do universo de casos reportados no Sistema de Vigilância Epidemiológica a maior parte pertence ao grupo etário entre os 30 e 39 anos e são do sexo masculino, havendo agora quatro casos do sexo feminino.

A presença da varíola dos macacos em Portugal foi detetada pela primeira vez há três meses, a 3 de maio. A 16 de julho foi iniciada a vacinação dos primeiros contactos próximos de casos e até agora foram vacinadas 73 pessoas, dos 104 contactos considerados elegíveis (70,2%).

Os sintomas mais comuns da doença são febre, dor de cabeça intensa, dores musculares, dor nas costas, cansaço, aumento dos gânglios linfáticos com o aparecimento progressivo de erupções que atingem a pele e as mucosas.

Uma pessoa que esteja doente deixa de estar infecciosa apenas após a cura completa e a queda de crostas das lesões dermatológicas, período que poderá, eventualmente, ultrapassar quatro semanas.

(https://images.impresa.pt/sicnot/2022-07-29-Variola-dos-Macacos.jpg-a066e865/original)
Fonte de imagem: postal.pt   




Fonte: postal.pt                 Link: https://postal.pt/saude/variola-dos-macacos-europa-regista-17-897-casos-e-portugal-e-o-sexto-pais-com-maior-incidencia/
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 17/08/2022, 22:49
Casos de varíola dos macacos aumentaram 20% na última semana

Lusa SIC Notícias
19:05


(https://images.impresa.pt/sicnot/2022-07-27-variola-macacos-f1ade5ea/original/mw-1440)
Fonte de imagem: DAVID TALUKDAR

Doença fez 12 mortes em todo o mundo.

O número de contágios pelo vírus Monkeypox em todo o mundo aumentou 20% na última semana, em que foram contabilizados 7.500 novos casos, anunciou esta quarta-feira a Organização Mundial de Saúde (OMS).

De acordo com o balanço feito hoje pela OMS em conferência de imprensa, o total de contágios desde o início do surto ultrapassa os 35 mil e a doença provocou 12 mortes.

Com casos registados em 92 países, o vírus circula quase exclusivamente na Europa e na América e quase todos os contágios são identificados em homens que praticam sexo com outros homens, mas a OMS sublinhou a importância de se protegerem do vírus todos aqueles que vivam com pessoas infetadas.

OMS não descarta infeção de humano para cão em França

A propósito de uma notícia divulgada na terça-feira que dá conta de um possível primeiro caso de transmissão da infeção de um humano para um cão, em Paris, França, a OMS disse que foi informada do caso, apontando que não se trata de uma situação inesperada, uma vez que os animais domésticos vivem habitualmente num ambiente fechado e em proximidade com a pessoa infetada, à semelhança de restantes membros da família.

O responsável de Emergências Sanitárias da OMS considerou que o risco nessa situação está sobretudo relacionado com a possibilidade de o vírus se instalar numa nova espécie e evoluir, o que pode alterar a forma como o vírus funciona ou a resposta imunitária que provoca.

"Não devemos permitir que o vírus se estabeleça noutra população animal, há que tomar todas as precauções", sublinhou Mike Ryan.

Na mesma conferência de imprensa, a especialista em varíola da OMS, Rosamund Lewis, explicou que há várias formas de as pessoas se protegerem em contexto familiar, designadamente isolando o doente, mantendo uma boa higiene e manuseando os resíduos com cuidado.

A vacina é outra opção, mas atualmente a procura supera a oferta.

Relativamente à vacina, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, admitiu preocupação com o potencial risco de uma nova situação de acesso desigual, em prejuízo dos países mais pobres, como aconteceu durante a pandemia de covid-19.

A OMS está atualmente em contacto com a farmacêutica dinamarquesa Bavarian Nordic, que produz a vacina usada para prevenir a varíola, para discutir opções como a transferência de tecnologia ou a autorização para que outros laboratórios também possam produzir a vacina.

Ainda assim, Rosamund Lewis sublinhou que a vacina "não é uma bala mágica" para o surto, porque ainda não há dados conclusivos sobre a sua eficácia, sabendo-se que não é total e se aproxima dos 85%.

Segundo a responsável, isso explica que se tenham identificado casos de reinfeção entre pessoas já vacinadas e, por isso, Rosamund Lewis insistiu que a prevenção passa também pela redução do número de parceiros sexuais.






Fonte: sicnoticias.pt                    Link: https://sicnoticias.pt/variola-dos-macacos/2022-08-17-Casos-de-variola-dos-macacos-aumentaram-20-na-ultima-semana-23af9a09
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 18/08/2022, 09:57
Estudos estão em curso sobre mutações genéticas no vírus Monkeypox

Agência Lusa 18 ago 2022 08:47

(https://static-storage.dnoticias.pt/www-assets.dnoticias.pt/images/configuration/OR/44462237_39169075.jpg)
Foto EPA/CRISTOBAL HERRERA-ULASHKEVICH

A Organização Mundial da Saúde (OMS) indicou que estudos decorrem para determinar se mutações genéticas no vírus Monkeypox estão na origem da propagação rápida da infeção, considerada desde 23 de julho uma emergência de saúde pública internacional.

A OMS justificou à agência noticiosa AFP, na quarta-feira, que "há algumas diferenças genéticas entre os vírus da epidemia atual e os vírus mais antigos" de uma sublinhagem da África Ocidental (IIb).

Os vírus Monkeypox desta sublinhagem foram identificados como estando na origem da epidemia mundial atual.

"Estudos estão em curso para estabelecer os efeitos (se houver) das mutações sobre a transmissão e a gravidade da doença", referiu a OMS à AFP.

Segundo a OMS, "ainda é cedo para dizer se o aumento das infeções é devido a alterações genéticas observadas no vírus ou a fatores relacionados com o hospedeiro", no caso os humanos.

A agência da ONU avançou na quarta-feira que o número de contágios pelo vírus Monkeypox em todo o mundo aumentou 20% na última semana, em que foram contabilizados 7.500 novos casos.

De acordo com o balanço feito pela OMS, em conferência de imprensa, o total de contágios desde o início do surto (em maio) ultrapassa os 35 mil e a doença provocou 12 mortes.

Com casos registados em 92 países, o vírus circula quase exclusivamente na Europa e na América e quase todos os contágios são identificados em homens que praticam sexo com outros homens.

Segundo as estatísticas mais recentes, Portugal é o sexto país da Europa com mais casos, 770. Os primeiros cinco foram confirmados em 03 de maio e a vacinação dos primeiros contactos próximos de infetados foi iniciada em 16 de julho.

De acordo com a Direção-Geral da Saúde, os sintomas mais comuns da infeção são febre, dor de cabeça intensa, dores musculares, dor nas costas, cansaço, aumento dos gânglios linfáticos com o aparecimento progressivo de erupções que atingem a pele e as mucosas.

Uma pessoa que esteja doente deixa de estar infecciosa apenas após a cura completa e a queda de crostas das lesões dermatológicas, período que poderá, eventualmente, ultrapassar quatro semanas.

O vírus pode ser transmitido através de contacto físico próximo, nomeadamente com as lesões ou fluidos corporais, ou por contacto com roupa de cama, atoalhados ou utensílios de uso pessoal contaminados.





Fonte: dnoticias.pt                   Link: https://www.dnoticias.pt/2022/8/18/324400-estudos-estao-em-curso-sobre-mutacoes-geneticas-no-virus-monkeypox/
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 19/08/2022, 13:21
Infarmed proíbe a colocação no mercado de "Teste Rápido Monkeypox" do fabricante Pantest

MadreMedia / Lusa
19 ago 2022 12:56


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Fonte de imagem: Lusa

A Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) anunciou hoje que proibiu a colocação no mercado do "Teste Rápido Monkeypox", do fabricante Pantest, por incumprimento das condições requeridas para a sua disponibilização.

Numa circular informativa publicada no ‘site’, o Infarmed refere que, por deliberação datada de 11 de agosto, proibiu a colocação no mercado do dispositivo médico para diagnóstico ‘in vitro’ “Teste rápido Monkeypox Ag Pantest (Referência MKP(AG))”, ao abrigo da Diretiva 98/79/CE.

“A decisão resulta da verificação do incumprimento das condições requeridas para a disponibilização e entrada em serviço, após 26 de maio de 2022, de dispositivos avaliados ao abrigo da Diretiva 98/79/CE”, refere o documento.

A autoridade nacional do medicamento esclarece que apenas os dispositivos legalmente colocados no mercado nos termos da Diretiva 98/79/CE antes de 26 de maio de 2022 e os dispositivos colocados no mercado a partir dessa data, ao abrigo de um certificado, podem continuar a ser disponibilizados, isto é, podem usufruir do período transitório nos termos legalmente previstos.

Também podem ser colocados no mercado “os dispositivos cujo procedimento de avaliação da conformidade nos termos da Diretiva 98/79/CE não exija a intervenção de um organismo notificado, para os quais tenha sido elaborada uma declaração de conformidade antes de 26 de maio de 2022 nos termos da referida diretiva, e para os quais o procedimento de avaliação da conformidade nos termos do referido regulamento exija a intervenção de um organismo notificado”, sublinha.

Segundo o Infarmed, a data limite prevista para esta colocação ou entrada em serviço é variável consoante a nova classe de risco do dispositivo, ao abrigo do Regulamento (UE) 2017/746.

O Regulamento (UE) 2017/746 substituiu a Diretiva 98/79/CE relativa aos dispositivos médicos de diagnóstico ‘in vitro’ no passado dia 26 de maio, introduzindo alterações no setor que visam assegurar o bom funcionamento do mercado interno e um elevado nível de proteção da saúde pública, dos doentes e dos utilizadores, tendo em conta o elevado número de pequenas e médias empresas (PME) ativas neste setor, refere a Comissão Europeia.

Portugal regista 810 casos confirmados de Monkeypox, segundo dados da Direção-Geral da Saúde divulgados na quinta-feira.

A 16 de julho foi iniciada a vacinação dos primeiros contactos próximos de infetados, sendo que até 13 de agosto foram vacinados 215 contactos.

A DGS refere que continuam a ser identificados e orientados para vacinação os contactos elegíveis nas diferentes regiões.

De acordo com a DGS, Portugal continua na lista dos 10 países com mais infeções, sendo o sexto país europeu com maior incidência.






Fonte: 24.sapo.pt                     Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/infarmed-proibe-a-colocacao-no-mercado-de-teste-rapido-monkeypox-do-fabricante-pantest
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 23/08/2022, 16:09
Varíola-dos-macacos: Espanha adota vacinação que permite quintuplicar doses

MadreMedia / Lusa
22 ago 2022 18:59


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Fonte de imagem: 24.sapo.pt

Espanha vai administrar a vacina da Monkeypox usando a técnica que permite multiplicar por cinco vezes as doses atuais, anunciaram hoje as autoridades de saúde pública espanholas.

A Comissão de Saúde Pública de Espanha, o país europeu com mais casos de Monkeypox e o segundo do mundo com mais registos, depois dos Estados Unidos, reuniu-se hoje para deliberar sobre esta matéria e decidiu seguir a autorização dada pela Agência Europeia do medicamento (EMA, na sigla em inglês), anunciada na sexta-feira.

A EMA considerou que a vacina autorizada na União Europeia contra a Monkeypox pode ser administrada também como injeção intradérmica numa dose mais baixa, permitindo assim proteger mais pessoas.

O parecer da EMA surgiu depois de a ‘task force’ de emergência da agência ter analisado dados sobre aquela vacina e concluído que a mesma, atualmente só autorizada para injeções subcutâneas (sob a pele), também poder ser utilizada por via intradérmica (injeção logo abaixo da camada superior da pele), desde que numa dose menor, apontando que, desta forma, e face ao “fornecimento atualmente limitado da vacina”, mais pessoas podem ser vacinadas.

A ‘task force’ analisou dados de um ensaio clínico envolvendo cerca de 500 adultos, que comparou a vacina em função da administração por via intradérmica ou por via subcutânea — duas doses, com um intervalo de quatro semanas entre cada dose –, apontando que as pessoas vacinadas por via intradérmica receberam um quinto (0,1 ml) da dose subcutânea (0,5 ml), “mas produziram níveis de anticorpos semelhantes aos que receberam a dose subcutânea mais elevada”.

A vacina Imvanex foi autorizada pela primeira vez em circunstâncias excecionais em 2013 para a proteção contra a varíola e, na sequência de um pedido para alargar a sua utilização, foi autorizada para proteção contra a doença Monkeypox, ou varíola dos macacos, em 22 de julho passado.

As autoridades espanholas decidiram hoje que poderão receber esta vacina, por injeção intradérmica (0,1 ml em duas vezes separadas por 28 dias), os maiores de 18 anos, com exceção de grávidas e pessoas imunodeprimidas, a quem continuarão a ser administrados 0,5 ml por via subcutânea.

Apesar de as autoridades espanholas de saúde pública só terem tomado hoje esta decisão, os serviços de saúde da região de Madrid estavam já a usar a administração intradérmica desde sexta-feira, logo após a autorização dada pela EMA.

A Comunidade de Madrid é a região autónoma espanhola com mais casos confirmados de Monkeypox e as poucas vacinas disponíveis estavam a impedir a resposta às reais necessidades de controlo da doença e a administração das duas doses que a marca definiu para a vacinação completa.

Espanha recebeu até agora 12.240 doses da vacina e prevê que cheguem mais 5.000 ao país até ao final do ano, segundo o Ministério da Saúde.

Já foram registados 6.119 casos de Monkeypox em Espanha, o número mais alto da Europa, que levaram, à hospitalização de 178 pessoas e provocaram a morte de dois homens.






Fonte: 24.sapo.pt                   Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/variola-dos-macacos-espanha-adota-vacinacao-que-permite-quintuplicar-doses
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 25/08/2022, 13:50
Monkeypox: Número de novos casos cai 21% em todo o mundo na última semana, revela OMS

Por Filipe Pimentel Rações em 12:19, 25 Ago 2022

(https://multinews.sapo.pt/wp-content/uploads/2022/05/Var%C3%ADola-dos-macacos-2-1.jpg)
Doctor in rubber gloves applying cream to red rash of child closeup. Treating insect bites in children concept


A Organização Mundial de Saúde (OMS) aponta esta quinta-feira que na semana passada foi registada uma queda de 21% do número de novos casos de infeção por monkeypox em todo o mundo, face à semana anterior.

Citada pela ‘AP News’, a OMS sugere que os números apontam para um possível declínio do surto na Europa.

Na semana passada, foram identificados 5.907 novos casos em todo o mundo, com o Irão e a Indonésia a registarem os seus primeiros casos. Até à data de hoje, há mais de 45 mil confirmações de infeção por monkeypox em 98 países.

Em julho, 60% de todos os casos estavam concentrados na região das Américas, sendo que a Europa representava 38% do total mundial.

A OMS e agências de saúde nacionais indicam que a infeção é transmitida quase exclusivamente entre homens que têm relações sexuais com outros homens, sendo que esta manhã, através do Twitter, a organização internacional escreveu que esse grupo é de “alto risco” e para o qual recomenda a vacinação.

Contudo, a OMS salienta que “a vacinação massiva para a monkeypox ainda não é, de momento, recomendada” e esclarece que o “máximo de imunidade é atingido geralmente duas semanas após a completa série de vacinação”.






Fonte: multinews.sapo.pt                      Link: https://multinews.sapo.pt/atualidade/monkeypox-numero-de-novos-casos-cai-21-a-nivel-global-na-ultima-semana-revela-oms/
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 02/09/2022, 14:46
Varíola-dos-macacos: Medicamento deverá estar disponível brevemente em maiores quantidades

MadreMedia / Lusa
2 set 2022 14:11


(https://thumbs.web.sapo.io/?W=775&H=0&delay_optim=1&webp=1&epic=NTdi1lF66wlsryiDEoGZXlYPMzrczeiDsm7gUAPaMiQs750TS/b4VS0P0PimI2n+3miqJQAJZrzJUxqU43rpN0yR0ohMo5FUglD4a7orn7RlcuM=)
Fonte de imagem: 24.sapo.pt

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla inglesa) anunciou hoje que um medicamento antivírico contra a varíola dos macacos (Monkeypox) deverá estar brevemente disponível em maiores quantidades na União Europeia (UE).

“O antivírico Tecovirimat deverá estar disponível em breve na UE em maiores quantidades após um procedimento de aquisição conjunta”, disse, em conferência de imprensa, a diretora executiva da EMA, Emer Cooke.

A responsável apelou ainda aos laboratórios farmacêuticos para que contactem a EMA para debater os apoios disponíveis ao desenvolvimento de vacinas e tratamentos para a Monkeypox.

O número de casos confirmados de infeção pelo vírus Monkeypox em Portugal subiu para 871, mais 25 do que o total registado na última semana, anunciou na quinta-feira a Direção-Geral da Saúde (DGS).

“Todas as regiões de Portugal continental e a Região Autónoma da Madeira reportaram casos, dos quais 625 (78,5%) na região de saúde de Lisboa e Vale do Tejo”, adiantou a DGS na atualização semanal sobre a evolução da doença no país.

De acordo com a autoridade de saúde, até quarta-feira, foram reportados 796 casos no SINAVEmed (Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica), a maior parte dos quais pertence ao grupo etário entre os 30 e 39 anos (44%).

Segundo os dados da DGS, 99% das infeções foram registadas em homens (788), tendo sido notificados oito casos em mulheres.

O vírus Monkeypox transmite-se por contacto físico próximo, nomeadamente com as lesões ou fluidos corporais, ou por contacto com material contaminado, como lençóis, atoalhados ou utensílios pessoais.






Fonte: 24.sapo.pt                     Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/variola-dos-macacos-medicamento-devera-estar-disponivel-brevemente-em-maiores-quantidades
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 05/09/2022, 10:04
Agência Europeia de Medicamentos anuncia medicamento antivírico contra a varíola dos macacos

Por MultiNews com Lusa   em 14:31, 2 Set 2022

(https://multinews.sapo.pt/wp-content/uploads/2022/09/pd58batch1-23212-chim.jpg)
Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla inglesa) anunciou esta sexta-feira que um medicamento antivírico contra a varíola dos macacos (Monkeypox) deverá estar brevemente disponível em maiores quantidades na União Europeia (UE).

“O antivírico Tecovirimat deverá estar disponível em breve na UE em maiores quantidades após um procedimento de aquisição conjunta”, disse, em conferência de imprensa, a diretora executiva da EMA, Emer Cooke.

A responsável apelou ainda aos laboratórios farmacêuticos para que contactem a EMA para debater os apoios disponíveis ao desenvolvimento de vacinas e tratamentos para a Monkeypox.

O número de casos confirmados de infeção pelo vírus Monkeypox em Portugal subiu para 871, mais 25 do que o total registado na última semana, anunciou na quinta-feira a Direção-Geral da Saúde (DGS).

“Todas as regiões de Portugal continental e a Região Autónoma da Madeira reportaram casos, dos quais 625 (78,5%) na região de saúde de Lisboa e Vale do Tejo”, adiantou a DGS na atualização semanal sobre a evolução da doença no país.

De acordo com a autoridade de saúde, até quarta-feira, foram reportados 796 casos no SINAVEmed (Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica), a maior parte dos quais pertence ao grupo etário entre os 30 e 39 anos (44%).

Segundo os dados da DGS, 99% das infeções foram registadas em homens (788), tendo sido notificados oito casos em mulheres.

O vírus Monkeypox transmite-se por contacto físico próximo, nomeadamente com as lesões ou fluidos corporais, ou por contacto com material contaminado, como lençóis, atoalhados ou utensílios pessoais.






Fonte: multinews.sapo.pt                     Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/agencia-europeia-de-medicamentos-anuncia-medicamento-antivirico-contra-a-variola-dos-macacos/
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 06/09/2022, 14:59
Monkeypox: Superfícies contaminadas são a principal via de transmissão para as crianças, alerta estudo

Por Filipe Pimentel Rações  em 12:18, 6 Set 2022

(https://multinews.sapo.pt/wp-content/uploads/2022/06/824616.jpg)
Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O vírus da varíola dos macacos, ou monkeypox, tem sido enquadrado amplamente, nos países onde não é endémico, como uma infeção que se dissemina nas comunidades de homens que têm relações sexuais com outros homens e com idade compreendidas entre os 20 e os 40 anos.

No entanto, e tal como a própria Organização Mundial de Saúde (OMS) já havia alertado, o vírus não se limita a esses grupos sociais, sendo que também já infetou crianças e jovens até aos 18 anos. Os dados indicam que, até 22 de agosto, havia registo de 140 menores infetados por monkeypox.

Apesar de as principais vias de transmissão serem o contacto próximo com uma pessoa infetada, designadamente através do contacto pele com pele, um novo estudo indica que as superfícies contaminadas são o maior meio de infeção para as crianças e jovens.

Publicado na revista científica ‘Lancet’, e centrado na realidade de Espanha, o artigo mostra que de um universo de 16 crianças infetadas com monkeypox, nove contraíram o vírus através de superfícies ou objetos contaminados.

Os especialistas apontam que essas nove crianças terão sido infetadas devido a um pequeno surto detetado numa loja de tatuagens e piercings, “provavelmente através de material contaminado”.

O contacto em contexto familiar é a via mais comum para a infeção de pessoas com menos de 18 anos, explicam, indicando que “a transmissão em crianças pequenas em contextos que não sejam a casa é incomum”.

No entanto, adiantam que as escolas e jardins de infância podem representam novos contextos de infeção pediátrica, pelo que as autoridades de saúde devem estar atentas. “O diagnóstico de casos pediátricos evidencia o risco de uma transmissão mais ampla, afetando a comunidade como um todo”, avisam os especialistas.

Mário André Macedo, enfermeiro do Hospital Fernando Fonseca e perito em saúde infantil, salienta que “este estudo mostra muita transmissão por contacto com superfícies contaminadas”, cita hoje o ‘Público’. E indica que “numa creche, o que não falta é contacto com superfícies contaminadas”.

Para o especialista português, “apesar de em Portugal e Espanha a curva epidémica estar na fase descendente (principalmente em Portugal), isto traz novas preocupações, porque há sempre o risco de o vírus conseguir atingir uma idade pediátrica”.

Atualmente, Portugal regista 871 casos confirmados de infeção por monkeypox, sendo que três dizem respeito a crianças entre os 10 e aos 17 anos, sem qualquer registo de hospitalizações.






Fonte: multinews.sapo.pt                     Link: https://multinews.sapo.pt/atualidade/monkeypox-superficies-contaminadas-sao-a-principal-via-de-transmissao-para-as-criancas-alerta-estudo/
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 08/09/2022, 16:18
Monkeypox: EUA confiantes de que surto está em declínio mas ainda não há fim à vista


Por Filipe Pimentel Rações   em 13:05, 8 Set 2022

(https://multinews.sapo.pt/wp-content/uploads/2022/06/824616.jpg)
Fonte de imagem: multinews.sapo.pt    

O governo norte-americano considera que o surto de varíola dos macacos, ou monkeypox, está em trajetória decrescente e que as campanhas e vacinação estão a surtir um efeito positivos. Contudo, ainda não é possível vislumbrar um fim para a onda de contágios.

Demetre Daskalakis, coordenador-adjunto do programa de resposta à monkeypox da Casa Branca, afirmou que já foram administradas mais de 460 mil doses de vacina contra o vírus e garantiu que haverá um reforço da vacinação nas próximas semanas em festivais LGBT.

“O nosso objetivo é controlar este surto nos EUA”, afirmou, adiantando que “podemos ver fortes progressos” nos esforços de vacinação. “Agora que o fornecimento já não é um problema, precisamos de garantir que nos focamos em manter a procura”.

De salientar que os EUA são o país com o maior número de casos confirmados de infeção por monkeypox a nível mundial, com mais de 21 mil casos, sendo que 98% são homens.

Relata a ‘AP News’ que o número de infeções tem vindo a diminuir, depois de ter atingido um pico a 22 de agosto, com 870 casos identificados num só dia.

Contudo, o governo norte-americano alerta para disparidades raciais no que toca ao impacto do contágio, sendo que, apesar de o número de casos ter vindo a diminuir entre homens caucasianos, entre a população afroamericana tem vindo a subir. Dados oficiais apontam que na última semana foi registado um aumento de cerca de 38% do número de infeções entre homens negros.

Também os latinos são uma das fatias sociais mais afetadas, representando perto de um terço do total de casos confirmados.

Amesh Adalja, especialista do Centro John Hopkins para a Segurança Sanitária, afirma que “isso mostra-nos que precisamos de fazer uma grade recalibração das intervenções”.

Ainda assim, a Casa Branca acredita que a estratégia de vacinação e informação tem funcionado.

Esta quarta-feira, Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), afirmou que “continuamos a ver uma tendência de diminuição na Europa”, mas que apesar da queda relatada na semana passada no continente americano, “é difícil extrair conclusões firmes sobre a epidemia nessa região”.

“Alguns países nas Américas continuam a reportar números crescentes de casos de monkeypox”, apontou o responsável, adiantando que em alguns territórios dessa região os números podem ser ainda maiores, “devido ao estigma e à discriminação”.

Tedros avisa que “a tendência de diminuição pode ser o tempo mais perigoso, se abrir a porta à complacência”.







Fonte: multinews.sapo.pt                        Link: https://multinews.sapo.pt/atualidade/monkeypox-eua-confiantes-de-que-surto-esta-em-declinio-mas-ainda-nao-ha-fim-a-vista/
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 09/09/2022, 09:31
Número de casos de Monkeypox confirmados em Portugal sobe para 898

N.N./Lusa
9 set 2022 08:27


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Fonte de imagem: lifestyle.sapo.pt

O número de casos confirmados de infeção pelo vírus Monkeypox em Portugal subiu para 898, mais 27 do que o total registado na última semana, anunciou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS).

“Todas as regiões de Portugal continental e a Região Autónoma da Madeira reportaram casos, dos quais 641 (77%) na região de saúde de Lisboa e Vale do Tejo”, adiantou a DGS na atualização semanal sobre a evolução da doença no país.

De acordo com a autoridade de saúde, até quarta-feira, foram reportados 831 casos no SINAVEmed (Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica), a maior parte dos quais pertence ao grupo etário entre os 30 e 39 anos (44%).

Segundo os dados da DGS, 99% das infeções foram registadas em homens (823), tendo sido notificados oito casos em mulheres.

A DGS avançou ainda que a recente média de novos casos confirmados de infeção pelo vírus Monkeypox “corrobora a desaceleração observada na notificação e, por aproximação, da transmissão da infeção”.

Em 16 de julho foi iniciada a vacinação dos primeiros contactos próximos e, até ao último domingo, tinham sido vacinadas 400 pessoas, adiantou ainda o departamento liderado por Graça Freitas, ao referir que continuam a ser identificados e orientados para esse processo os contactos elegíveis nas diferentes regiões do país.

De 01 de janeiro a 07 de setembro, foram reportados à Organização Mundial da Saúde 54.707 casos confirmados e 397 casos prováveis de infeção humana pelo vírus VMPX em 102 países, tendo sido registadas 18 mortes.

De acordo com os dados disponibilizados pela DGS, o número de novos casos reportados no mundo diminuiu 25,5% na semana de 29 de agosto a 04 de setembro, comparativamente com os sete dias anteriores.

Os 10 países com maior número de casos são os Estados Unidos da América (19.833), a Espanha (6.749), o Brasil (5.525), a França (3.646), a Alemanha (3.505), o Reino Unido (3.484), o Peru (1.724), o Canadá (1.289), a Holanda (1.172) e a Colômbia (938), que, no seu conjunto, representam 87,5% das infeções notificadas a nível global.

Os sintomas mais comuns da infeção por Monkeypox são febre, dor de cabeça intensa, dores musculares, dor nas costas, cansaço, aumento dos gânglios linfáticos com o aparecimento progressivo de erupções que atingem a pele e as mucosas.

Uma pessoa que esteja doente deixa de estar infecciosa apenas após a cura completa e a queda de crostas das lesões dermatológicas, período que poderá, eventualmente, ultrapassar quatro semanas.

O vírus Monkeypox transmite-se por contacto físico próximo, nomeadamente com as lesões ou fluidos corporais, ou por contacto com material contaminado, como lençóis, atoalhados ou utensílios pessoais.






Fonte: lifestyle.sapo.pt                       Link: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/numero-de-casos-de-monkeypox-confirmados-em-portugal-sobe-para-898-dgs
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 16/09/2022, 09:04
Monkeypox: OMS reporta menos casos mas pede aos países para não baixarem a guarda

Por MultiNews com Lusa   em 19:03, 14 Set 2022

(https://multinews.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/10/87691266_A-TV-grab-taken-from-the-World-Health-Organization-website-shows-WHO-Chief-Tedros-Adhanom-G.jpg)
Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O diretor geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus, destacou esta quarta-feira que o número de novos casos de monkeypox continua a baixar a nível global, advertindo que não é o momento para “relaxar ou baixar a guarda”.

“Países e comunidades afetados devem continuar a trabalhar e os profissionais de saúde continuam a precisar de apoio para diagnosticar e tratar novos casos, assim como para evitar infeções”, sublinhou Tedros Ghebreyesus.

Na última semana, confirmaram-se 3.400 novos casos, dos mais de 58.000 diagnosticados desde o início do surto, face ao qual a OMS declarou uma emergência internacional em julho.

Os Estados Unidos reportaram 1.600 destes novos casos semanais, seguidos do Brasil (500), do México (280) e do Peru (210), enquanto na Europa, onde se registaram as primeiras infeções em abril, Espanha foi o país com mais casos diagnosticados (quase 200), de acordo com os dados atualizados pela OMS.

Durante o surto, confirmaram-se 22 mortes, das quais 14 em África, continente onde a doença é endémica há décadas nas regiões central e ocidental.

Os países com mais casos acumulados desde o início do surto sãos os Estados Unidos (mais de 21.000), Espanha (6.900) e Brasil (6.000). Portugal registou pelo menos 898 casos.

Tedros Ghebreyesus pediu hoje esforços especiais para a sequenciação em laboratório de genomas do vírus que causa a doença, para se “entender melhor como está a evoluir”.





Fonte: multinews.sapo.pt                     Link: https://multinews.sapo.pt/atualidade/monkeypox-oms-reporta-menos-casos-mas-pede-aos-paises-para-nao-baixarem-a-guarda/
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 16/09/2022, 10:11
Monkeypox: vacinação preventiva e de pós-contacto vai avançar em Portugal, indica DGS

Por Revista de Imprensa   em 09:31, 16 Set 2022

(https://multinews.sapo.pt/wp-content/uploads/2022/05/23480649.jpg)
Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Portugal vai avançar com a vacinação mista da varíola dos macacos (monkeypox) – tanto de forma preventiva como de pós-contacto com um caso suspeito ou confirmado -, indicou esta sexta-feira o jornal ‘Público’, segundo confirmação da Direção-Geral da Saúde (DGS). Não está claro quem será elegível para a vacinação mas a DGS garantiu que vai publicar brevemente a norma que delimita quem pode ser vacinado proventivamente e como será administrada a vacinação intradérmica, o que vai permitir um aumento em até cinco vezes das doses disponíveis.

“Para além disso estão a ser atualizadas as condições de operacionalização/disponibilização e equidade na gestão da reserva limitada de vacinas para a abordagem da vacinação preventiva e respetiva definição dos critérios de elegibilidade, adicionalmente à vacinação pós-exposição”, indicou a DGS no site oficial.

Portugal recebeu 2.700 doses da primeira ação de compra conjunta de vacinas pela Comissão Europeia e, no início deste mês, foi oficializado mais um contrato para a compra de 170 mil doses de vacinas, embora ainda não tenha sido descortinada a distribuição da mesma pelos Estados-membros.

Com quase 60 mil casos confirmados em todo o mundo, a maioria em países onde o vírus não está habitualmente presente, a tendência mantém-se decrescente na Europa – apesar das preocupações com o continente americano. Portugal mantém a tendência de queda que evidencia desde meados de agosto, com mais 10 casos confirmados ao longo da última semana (908 no total, desde o início do surto).






Fonte: multinews.sapo.pt                      Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/monkeypox-vacinacao-preventiva-e-de-pos-contacto-vai-avancar-em-portugal-indica-dgs/
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 17/09/2022, 10:38
DGS vai avançar com a vacinação preventiva contra a Monkeypox

16.09.2022 às 11h36

(https://images.trustinnews.pt/uploads/sites/5/2022/09/39169085-1600x1060.jpg)
Fonte de imagem: Lusa

Mais de 400 pessoas foram vacinadas contra a Monkeypox nos últimos dois meses em Portugal, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS), que vai avançar com a administração de doses reduzidas para abranger mais pessoas.

A vacinação pós-exposição iniciou-se em 16 de julho em Portugal, com um total de 437 vacinados até 12 de setembro de 2022, estando a DGS a discutir e a rever a norma “Abordagem de casos de infeção humana por vírus Monkeypox”, para enquadramento da administração de doses reduzidas, de acordo com novas orientações da Agência Europeia do Medicamento (EMA, sigla em inglês).

Na norma atualizada na quinta-feira à noite, a DGS refere que estão também a ser atualizadas “as condições de operacionalização/disponibilização e equidade na gestão da reserva limitada de vacinas para a abordagem da vacinação preventiva e respetiva definição dos critérios de elegibilidade, adicionalmente à vacinação pós-exposição”.

A EMA considera que a vacina autorizada na União Europeia contra a Monkeypox pode ser administrada também como injeção intradérmica numa dose mais baixa, permitindo multiplicar por cinco vezes as doses existentes.

Até agora, a vacina tem sido apenas administrada a pessoas que tiveram contactos de risco e o objetivo é vacinar preventivamente outros grupos que irão ser definidos pela DGS e que poderão abranger os profissionais do sexo, as pessoas que fazem PREP – Profilaxia Pré-Exposição ao VIH e profissionais de saúde.

No que diz respeito à abordagem clínica de grávidas confirmadas com infeção por Monkeypox, a DGS refere que têm de ser seguidas em consulta de alto risco de obstetrícia em hospital de apoio perinatal diferenciado, que implica procedimentos específicos de vigilância da gravidez e monitorização fetal.

“Pode justificar seguimento em ambulatório se a situação clínica for estável” e no caso de haver agravamento de sintomas a grávida deve ser internada.

A autoridade de saúde refere que é considerado contacto próximo, a pessoa que refere ter sido exposta diretamente a lesões cutâneas, mucosas ou a fluidos corporais (sangue, urina, fezes, vómito, expetoração, entre outros) ou ainda a materiais, utensílios ou objetos contaminados, assim como partilha do mesmo espaço físico que não garanta afastamento físico superior a um metro de distância com caso suspeito, provável ou confirmado, sem proteção adequada.

Nos profissionais de saúde considera-se contacto próximo quando este ocorre sem a utilização de equipamento de proteção individual indicado ao tipo de exposição de acordo com as medidas de prevenção e controlo de infeção.

“São considerados contactos não próximos (de baixo risco), por exemplo, indivíduos que tiveram encontros sociais com um caso, que participaram num mesmo evento social ou outro, trabalharam na mesma empresa ou compartilharam o mesmo transporte num contexto de proximidade sem qualquer contacto físico”, refere a DGS.

Os casos suspeitos, prováveis e confirmados não devem doar sangue, células, tecidos, órgãos, leite materno, sémen ou outras substâncias de origem humana até nova indicação das autoridades nacionais e europeias sobre o período de tempo em que se aplicam estas recomendações, salienta.

Os últimos dados da DGS, divulgados a 08 de setembro, contabilizam 898 casos confirmados em Portugal, dos quais oito em mulheres.

HN // ZO






Fonte: visao.sapo.pt                     Link: https://visao.sapo.pt/visaosaude/2022-09-16-dgs-vai-avancar-com-a-vacinacao-preventiva-contra-a-monkeypox/

Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 20/09/2022, 15:08
Monkeypox: DGS define grupos prioritários para vacinação preventiva

MadreMedia / Lusa
20 set 2022 15:02


(https://thumbs.web.sapo.io/?W=775&H=0&delay_optim=1&webp=1&epic=YzQ3Qs5FxMbu0ni/vDwwuwcJ2kgWc24AZn/zA0E6Q4VVA/whOf5A1EAt35BXAxxuIfg26WL/e0Pwe5N8BsazuIai89NfyR2KcuAc4ufIsrMgUxU=)
Fonte de imagem: 24.sapo.pt

Homens que têm sexo com homens, mulheres e pessoas trans, em profilaxia pré-exposição para o VIH e profissionais de saúde com elevado risco de exposição ao vírus Monkeyox são alguns dos grupos abrangidos para a vacinação preventiva.

Os grupos elegíveis para a vacinação preventiva foram definidos pela Direção-geral da Saúde na norma relativa à vacinação humana por vírus Monkeypox, hoje atualizada e divulgada, e envolvem “pessoas com risco acrescido” de contrair a infeção.

Passam a ser elegíveis para vacinação homens que têm sexo com homens (HSH), mulheres e pessoas trans, em tratamento preventivo contra o vírus da imunodeficiência humana (PrEP para VIH) e diagnóstico de, pelo menos, uma infeção sexualmente transmissível (IST) nos últimos 12 meses, refere a DGS.

Fazem também parte destes grupos HSH que vivam com VIH e diagnóstico de pelo menos uma infeção sexualmente transmissível (IST) nos últimos 12 meses, HSH e pessoas trans envolvidas em sexo comercial, homens que fazem sexo com homens com imunossupressão grave.

Os profissionais de saúde, com elevado risco de exposição, envolvidos na colheita e processamento de produtos biológicos de casos de infeção, também fazem parte da estratégia de vacinação preventiva, segundo a norma da DGS.

De acordo com a autoridade de saúde, “a estratégia logística de vacinação preventiva será gerida ao nível de cada região de saúde, após identificação dos cidadãos elegíveis em consulta de especialidade”.






Fonte: 24.sapo.pt                           Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/monkeypox-dgs-define-grupos-prioritarios-para-vacinacao-preventiva
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 21/09/2022, 16:00
Monkeypox: DGS define grupos prioritários para vacinação preventiva

Por MultiNews com Lusa   em 14:53, 20 Set 2022

(https://multinews.sapo.pt/wp-content/uploads/2022/06/824616.jpg)
Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Homens que têm sexo com homens, mulheres e pessoas trans, em profilaxia pré-exposição para o VIH e profissionais de saúde com elevado risco de exposição ao vírus Monkeyox são alguns dos grupos abrangidos para a vacinação preventiva.

Os grupos elegíveis para a vacinação preventiva foram definidos pela Direção-geral da Saúde na norma relativa à vacinação humana por vírus Monkeypox, hoje atualizada e divulgada, e envolvem “pessoas com risco acrescido” de contrair a infeção.

Passam a ser elegíveis para vacinação homens que têm sexo com homens (HSH), mulheres e pessoas trans, em tratamento preventivo contra o vírus da imunodeficiência humana (PrEP para VIH) e diagnóstico de, pelo menos, uma infeção sexualmente transmissível (IST) nos últimos 12 meses, refere a DGS.

Fazem também parte destes grupos HSH que vivam com VIH e diagnóstico de pelo menos uma infeção sexualmente transmissível (IST) nos últimos 12 meses, HSH e pessoas trans envolvidas em sexo comercial, homens que fazem sexo com homens com imunossupressão grave.

Os profissionais de saúde, com elevado risco de exposição, envolvidos na colheita e processamento de produtos biológicos de casos de infeção, também fazem parte da estratégia de vacinação preventiva, segundo a norma da DGS.

De acordo com a autoridade de saúde, “a estratégia logística de vacinação preventiva será gerida ao nível de cada região de saúde, após identificação dos cidadãos elegíveis em consulta de especialidade”.






Fonte: multinews.sapo.pt                    Link: https://multinews.sapo.pt/atualidade/monkeypox-dgs-define-grupos-prioritarios-para-vacinacao-preventiva/

Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 21/09/2022, 16:02
Monkeypox: Doença pode causar problemas neurológicos como inflamação cerebral e distúrbios de humor, alertam investigadores

Por Francisco Laranjeira   em 07:30, 21 Set 2022

(https://multinews.sapo.pt/wp-content/uploads/2022/06/824616.jpg)
Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O surto global da varíola dos macacos (ou monkeypox) e a campanha de vacinação em curso podem levar a uma série de problemas neurológicos, como dores nos nervos, convulsões, inflamação cerebral e distúrbios de humor, como ansiedade e depressão, alertou um grupo de cientistas numa revisão de pesquisa publicada esta terça-feira no ‘JAMA Neurology’, no qual foram pedidas mais pesquisas sobre uma doença mal compreendida.

Segundo os especialistas, num artigo revisto por pares, problemas como dores nos nervos, convulsões, encefalite – inflamação cerebral – e distúrbios do humor, incluindo ansiedade e depressão, são complicações bem documentadas de infeções por vírus como a varíola, que estão intimamente relacionados com a monkeypox.

Embora tenham sido relatados poucos problemas neurológicos importantes durante o surto global de varíola dos macacos, os pesquisadores alertaram que “são esperadas complicações semelhantes” em pacientes com monleypox e pediram vigilância apertada aos médicos. As pessoas com um sistema imunológico comprometido estão particularmente em risco pois o vírus do monkeypox pode persistir no corpo por mais tempo e invadir o sistema nervoso, apontaram os cientistas.

Dado o grande número de pessoas que agora recebem vacinas contra a varíola dos macacos para conter o surto, os médicos também devem estar atentos a complicações neurológicas das injeções, acrescentaram os investigadores.

As vacinas mais antigas usadas contra a varíola, que também podem ser usadas contra a varíola dos macacos, utilizam outro vírus relacionado, vaccinia, para provocar imunidade e estão associadas a um conjunto de efeitos colaterais potencialmente graves e bem documentados.

Embora mais novas e mais seguras do que as vacinas anteriores – além de usar um vírus inativado em vez de vivo –, os investigadores sublinharam que os médicos devem estar atentos a quaisquer reações adversas à vacina Jynneos que está a ser usada em campanhas de vacinação atuais.

Até 14 de setembro tinham sido detetados 62.406 casos positivos de monkeypox em todo o mundo em 2022 – um terço, quase 24 mil, foram registados nos Estados Unidos. O número de casos positivos tem, contudo, diminuído nas últimas semanas, embora não seja ainda claro se a queda se deva à vacinação ou à mudança de comportamento em resposta ao surto.






Fonte: multinews.sapo.pt                         Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/monkeypox-doenca-pode-causar-problemas-neurologicos-como-inflamacao-cerebral-e-disturbios-de-humor-alertam-investigadores/
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 22/09/2022, 21:06
Número de casos de Monkeypox confirmados em Portugal sobe para os 917

MadreMedia / Lusa
22 set 2022 20:03


(https://thumbs.web.sapo.io/?W=775&H=0&delay_optim=1&webp=1&epic=ZjY4398RXF5yISGm/fedygx5CEejFGBXLFlm8uEzDW9mjwPd0lPx1UBJ737dPuIH031xt9Hu4iBTVxnSV6AW1c7TYkECT7xFQhs9mbX9Bb/Lljs=)
Fonte de imagem: 24.sapo.pt

O número de casos confirmados de infeção pelo vírus Monkeypox em Portugal subiu para 917, mais nove do que o total registado na última semana, anunciou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS).

“Todas as regiões de Portugal continental e a Região Autónoma da Madeira reportaram casos, dos quais 654 (77,5%) na região de saúde de Lisboa e Vale do Tejo”, adiantou a DGS na atualização semanal sobre a evolução da doença no país.

De acordo com a autoridade de saúde, até quarta-feira, foram reportados 845 casos no SINAVEmed (Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica), a maior parte dos quais pertence ao grupo etário entre os 30 e 39 anos (44%).

Segundo os dados da DGS, 99% das infeções foram registadas em homens (837), tendo sido notificados oito casos em mulheres.

A DGS avançou ainda que a recente média de novos casos confirmados de infeção pelo vírus Monkeypox “corrobora a desaceleração observada na notificação e, por aproximação, da transmissão da infeção”.

Quanto à vacinação pós-exposição, a autoridade de saúde adiantou que, desde de 16 de julho, 479 pessoas já foram vacinadas, continuando a ser identificados e orientados para vacinação os elegíveis nas diferentes regiões.

Na terça-feira, a DGS atualizou a norma, passando a prever também a vacinação preventiva para grupos com risco acrescido para a infeção pelo vírus VMPX.

“A vacinação preventiva será operacionalizada nas diferentes regiões do país de acordo com os aspetos técnicos e organizacionais implementados, visando a gestão adequada da disponibilidade, local de administração e utilização das vacinas”, adiantou hoje a DGS.

Segundo a DGS, a estratégia de vacinação contra a Monkeypox pretende reduzir a disseminação e gravidade da infeção com o número de vacinas disponível, que é atualmente muito limitado.

Os sintomas mais comuns da infeção por Monkeypox são febre, dor de cabeça intensa, dores musculares, dor nas costas, cansaço, aumento dos gânglios linfáticos com o aparecimento progressivo de erupções que atingem a pele e as mucosas.

Uma pessoa que esteja doente deixa de estar infecciosa apenas após a cura completa e a queda de crostas das lesões dermatológicas, período que poderá, eventualmente, ultrapassar quatro semanas.

O vírus Monkeypox transmite-se por contacto físico próximo, nomeadamente com as lesões ou fluidos corporais, ou por contacto com material contaminado, como lençóis, atoalhados ou utensílios pessoais.






Fonte: 24.sapo.pt                    Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/numero-de-casos-de-monkeypox-confirmados-em-portugal-sobe-para-os-917
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 07/10/2022, 10:09
Número de casos de varíola dos macacos em Portugal volta a aumentar

N.N.
7 out 2022 09:35


(https://thumbs.web.sapo.io/?W=775&H=0&delay_optim=1&webp=1&epic=M2NjFGLDuPoOQLJtox7ymZxk7FarNVSresDj7mJs+Dphhrg9e+E4t28HYMLykEAYjdEXRV9v+4S3PEKOcM5vn7gSgRBnJSbg+z1FzSGRa52+0y8=)
Fonte de imagem: AFP


Desde então até 5 de outubro de 2022, foram identificados 930 casos confirmados laboratorialmente, somente mais 3 em relação à semana anterior.

"A 3 de maio foi detetada a presença do vírus Monkeypox (VMPX) em Portugal, com a confirmação laboratorial de cinco casos de infeção humana por VMPX. Desde então até 5 de outubro de 2022, foram identificados 930 casos confirmados laboratorialmente, somente mais 3 em relação à semana anterior", informa a Direção Geral da Saúde.

"Até 5 de outubro de 2022, foram reportados 855 casos no SINAVEmed, a maior parte pertencente ao grupo etário entre os 30 e 39 anos (375; 44%).  A maioria dos casos são do sexo masculino (847; 99,1%), havendo 8 casos (0,9%) reportados no sexo feminino", acrescenta.

"De 16 de julho a 2 de outubro, foram vacinados no contexto de vacinação pós-exposição, 522 contactos", lê-se ainda.

"Em complemento à vacinação pós-exposição, a vacinação preventiva para grupos com risco acrescido de infeção humana por VMPX, iniciou-se a 26 de setembro, com base na Norma 006/2022 atualizada a 20 de setembro. Até 2 de outubro, foram vacinadas 88 pessoas neste contexto. As Regiões de Lisboa e Vale do Tejo, Centro, Norte e Algarve estão a vacinar em locais identificados por cada ARS e as restante regiões estão a organizar a administração de vacinas no contexto preventivo", refere a nota.

"A DGS mantém o acompanhamento da situação epidemiológica, quer a nível nacional quer internacional, partilhando, analisando e adaptando as evidências científicas e as boas práticas na implementação de medidas de saúde pública visando a redução das cadeias de transmissão e o controlo do surto", conclui.

Número de casos a nível internacional

De 1 de janeiro a 4 de outubro de 2022, foram reportados à Organização Mundial da SAúde (OMS) 68.998 casos confirmados e 3.203 casos prováveis de infeção humana por VMPX, em 107 países, incluindo 26 óbitos.

O número de novos casos reportados semanalmente no mundo diminuiu 16,8% na semana 39 (26 de setembro a 2 de outubro) comparativamente com a anterior.

A maioria dos casos notificados nas últimas 4 semanas foram notificados na Região das Américas (85,2%) e na Região Europeia (13,1%).

Os 10 países com maior número de casos são, por ordem decrescente são: Estados Unidos da América (25.672), Brasil (7.869), Espanha (7.209), França (3.999), Reino Unido (3.654), Alemanha (3.631), Peru (2.587), Colômbia (2.042), México (1.627) e Canadá (1.400). Juntos, esses países representam 86,5% dos casos notificados globalmente.

A OMS continua a considerar que o risco global é moderado, sendo alto na Região Europeia.







Fonte: lifestyle.sapo.pt                       Link: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/numero-de-casos-de-variola-dos-macacos-em-portugal-volta-a-aumentar
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 12/10/2022, 16:42
“Monkeypox e Covid-19 continuam a ser emergências de saúde pública de interesse internacional”, alerta responsável da OMS

Por Francisco Laranjeira   em 16:24, 12 Out 2022

(https://multinews.sapo.pt/wp-content/uploads/2021/12/image1170x530cropped-4.jpg)
Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

A Organização Mundial da Saúde indicou, esta quarta-feira, que a pandemia “está numa situação muito diferente agora do que estávavamos quando o Comité de Emergência da Covid-19 recomendou que se declarasse uma emergência de saúde pública de interesse internacional há mais de 33 meses”, apontou Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS.

“Temos todas as ferramentas necessárias para acabar com a emergência em todos os países. Mas a pandemia não acabou e há muito mais trabalho a ser feito”, precisou, alertando para os “riscos contínuos para a população mundial, com grandes lacunas de vacinação, vigilância reduzida, baixas taxas de testes e sequenciamento e incertezas sobre o impacto potencial das variantes atuais e futuras”.

O surto de monkeypox está, para o responsável, foram relatados mais de 70 mil casos à OMS; com 26 mortes. “Globalmente, os casos continuam a diminuir, mas 21 países na última semana relataram um aumento nos casos, principalmente nas Américas, que representaram quase 90% de todos os casos relatados nos últimos sete dias. Mais uma vez, alertamos que um surto em declínio pode ser o surto mais perigoso, porque pode-nos tentar a pensar que a crise acabou e baixar a guarda”, garantiu.

“Como a Covid-19, a varíola dos macacos continua a ser uma emergência de saúde pública de interesse internacional e a OMS continuará a tratá-la como tal”, finalizou.






Fonte:                       Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/monkeypox-e-covid-19-continuam-a-ser-emergencias-de-saude-publica-de-interesse-internacional-alerta-responsavel-da-oms/
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 08/11/2022, 09:30
DGS alarga grupos com risco acrescido abrangidos pela vacinação preventiva contra a Monkeypox

N.N./Lusa
8 nov 2022 08:17


(https://thumbs.web.sapo.io/?W=775&H=0&delay_optim=1&webp=1&epic=ODBi1rHeVgl7+mS/k0jrM61wzRMb21hrKMPHHRgMkJmgupsWQTKKfEYmJS4mlgv92QXJqQ/NYbGmH67ABQjiQ2bxkk/+DutHFwSJghEThPr63Ao=)
Fonte de imagem: lifestyle.sapo.pt

A revisão dos critérios de elegibilidade para a vacinação pré-exposição ao vírus (preventiva) de pessoas com 18 ou mais anos e que nunca tenham sido diagnosticadas com esta infeção consta de uma atualização da norma da DGS hoje publicada.

De acordo com estes novos critérios, podem receber a vacina preventiva contra o vírus VMPX os “homens que têm sexo com homens (HSH), mulheres e pessoas trans, em profilaxia pré-exposição para o vírus da imunodeficiência humana com história de múltiplos parceiros sexuais nos últimos seis meses”.

São também elegíveis para essa vacinação os HSH e pessoas trans que vivam com VIH e tenham múltiplos parceiros sexuais nos últimos seis meses, assim como os HSH e pessoas trans envolvidas em sexo comercial e os HSH com imunossupressão grave.

A norma mantém a elegibilidade dos profissionais de saúde com elevado risco de exposição, envolvidos na colheita e processamento de produtos biológicos de casos de infeção.

“A gestão da estratégia logística de vacinação pré-exposição mantém-se ao nível de cada região de saúde, após identificação dos cidadãos elegíveis, preferencialmente, em consulta de especialidade”, refere o documento da DGS.

A única vacina disponível no mercado internacional para a Monkeypox é de terceira geração contra a varíola, produzida pela empresa Bavarian Nordic, e que é comercializada com a designação de Jynneos nos Estados Unidos e de Imvanex na Europa.

Além da imunização preventiva, a vacinação em Portugal abrange a pós-exposição a contactos com pessoas infetadas, que “é prioritária e não deve ser adiada”, refere ainda a norma da autoridade de saúde.

De acordo com os últimos dados disponibilizados pela DGS, desde 3 de maio e até 26 de outubro, foram identificados 944 casos confirmados de Monkeypox em Portugal, mas registando uma tendência decrescente do número de novas infeções.

Segundo a DGS, os sintomas mais comuns da doença são febre, dor de cabeça intensa, dores musculares, dor nas costas, cansaço, aumento dos gânglios linfáticos com o aparecimento progressivo de erupções que atingem a pele e as mucosas.

Uma pessoa que esteja doente deixa de estar infecciosa apenas após a cura completa e a queda de crostas das lesões dermatológicas, período que poderá, eventualmente, ultrapassar quatro semanas.







Fonte: lifestyle.sapo.pt                       Link: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/dgs-alarga-grupos-com-risco-acrescido-abrangidos-pela-vacinacao-preventiva-contra-a-monkeypox

Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 13/11/2022, 11:33
Monkeypox: Em Portugal, já foram vacinadas mais de mil pessoas e confirmados 948 casos

MadreMedia / Lusa
12 nov 2022 19:32


(https://thumbs.web.sapo.io/?W=775&H=0&delay_optim=1&webp=1&epic=MjhiIBSC6FYLH/55+ILM08VrFO09NqZHtCcKLxhz6bqBarUI5QLurLUFXaVA1eHASXt0jCJjIKt2Yu84uVIPtgmt3qPkr1qA4nss4fZXs9gSn2w=)
Fonte de imagem: 24.sapo.pt

Um total de 1.190 pessoas já foram vacinadas contra o vírus Monkeypox em Portugal continental, anunciou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS), ao avançar que foram confirmados 948 casos de infeção desde maio.

“Desde o início da disponibilidade de vacinas (a 16 de julho) e até 09 de novembro, dados reportados pelas regiões de Portugal continental indicam que foram vacinadas um total de 1.190 pessoas, das quais 614 pessoas em contexto de vacinação preventiva”, refere o relatório da DGS sobre a doença.

De acordo com a autoridade de saúde, a imunização contra o vírus VMPX visa a “redução das cadeias de transmissão e o controlo do surto, com enfoque na vacinação preventiva nos grupos com risco a crescido de infeção”.

No início da semana, a DGS alargou os grupos de pessoas de risco acrescido elegíveis para a vacinação preventiva contra a Monkeypox, incluindo como critério a “história de múltiplos parceiros sexuais nos últimos seis meses”.

A revisão dos critérios de elegibilidade para a vacinação pré-exposição ao vírus (preventiva) de pessoas com 18 ou mais anos e que nunca tenham sido diagnosticadas com esta infeção constou de uma atualização da norma da DGS publicada na segunda-feira.

A única vacina disponível no mercado internacional para a Monkeypox é de terceira geração contra a varíola, produzida pela empresa Bavarian Nordic, e que é comercializada com a designação de Jynneos nos Estados Unidos e de Imvanex na Europa.

O relatório hoje divulgado indica que já foram confirmados laboratorialmente 948 casos de infeção em Portugal, quatro dos quais no período entre 27 de outubro e 11 de novembro, todos em homens.

A presença do vírus VMPX em Portugal foi detetada em 03 de maio, quando foram confirmados os primeiros cinco casos de contágio.

A DGS refere ainda que já foram reportadas 885 infeções no Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SINAVEmed), “mantendo-se o perfil da maioria dos casos”, ou seja, 44% do grupo etário entre os 30 e 39 anos e 99% do sexo masculino, tendo sido registados ainda nove casos em mulheres.

O documento salienta que a “tendência decrescente do número de novos casos” reflete uma desaceleração da transmissão do VMPX, mas alerta que os contágios registados nas últimas duas semanas ainda “confirmam a circulação do vírus entre a população de maior risco”.

“Este padrão também é observado nos restantes países a nível global, em que continuam a ser identificados novos casos entre a população mais afetada. Embora tenha havido uma redução progressiva de casos reportados desde julho de 2022, não se encontra ainda controlado o surto”, avança a DGS.







Fonte: 24.sapo.pt                         Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/monkeypox-em-portugal-ja-foram-vacinadas-mais-de-mil-pessoas-e-confirmados-948-casos
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 28/11/2022, 15:03
Monkeypox vai chamar-se mpox: OMS muda nome da doença e elimina a ‘varíola dos macacos’

Por Francisco Laranjeira   em 12:47, 28 Nov 2022

(https://multinews.sapo.pt/wp-content/uploads/2022/11/8bGKsyDS.jpg)
Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

A Organização Mundial da Saúde anunciou esta segunda-feira, em comunicado, que passará a tratar a monkeypox como ‘mpox’ para a doença da varíola dos macacos – ambos os nomes vão ser usados em simultâneo por um ano, enquanto a expressão ‘varíola dos macacos’ vai ser eliminada.

A mudança do nome decorre após várias consultas com especialistas globais, revelou a OMS – quando a ‘varíola dos macacos’ começou a espalhar-se em todo o mundo no início de 2022, o órgão de saúde da ONU recebeu alertas sobre a linguagem racista e estigmatizante online.

Os especialistas alertaram anteriormente que a ‘varíola dos macacos’ poderia ser estigmatizante para os primatas – mas que desempenham pouco papel na sua disseminação – e para o continente africano ao qual os animais são frequentemente associados. Por exemplo, houve vários relatos de pessoas a atacar macacos devido ao receio da doença no Brasil no início deste ano.

A mudança de nome ocorre após uma série de consultas com especialistas globais, disse a OMS. Em várias reuniões, “vários indivíduos e países levantaram preocupações e pediram à OMS que propusesse um novo novo”, friou a agência. De acordo com a Classificação Internacional de Doenças (CID), a OMS é responsável por nomear novas doenças e, em casos excecionais, renomear doenças existentes.

“A OMS adotará o termo mpox nas suas comunicações e encoraja outros a seguirem essas recomendações, para minimizar qualquer impacto negativo contínuo do nome atual e da adoção do novo nome”, pediu a OMS.








Fonte: multinews.sapo.pt                           Link: https://multinews.sapo.pt/atualidade/monkeypox-vai-chamar-se-mpox-oms-muda-nome-da-doenca-e-elimina-a-variola-dos-macacos/
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 27/12/2022, 20:32
DGS alarga critérios para vacinção preventiva contra o Mpox

Lusa
27 dez 2022 20:18


(https://thumbs.web.sapo.io/?W=775&H=0&delay_optim=1&webp=1&epic=NmQ1GlugktYPUJoy/+9/8RGsdEMDyRpZ5EoSgW/3MruZsxsG0P3oqb6IkFb5AEKKWCY0GspGQoJdyPX49/nZppq4ZcZZhf1BCBx2u/SSLESJL1A=)
Fonte de imagem: sapo.pt

A Direção-Geral da Saúde (DGS) alargou hoje os critérios para a vacinação preventiva contra o vírus mpox, anteriormente designado 'monkeypox', atualizando a norma sobre a vacinação de julho deste ano.

Segundo norma atualizada, hoje publicada na página oficial da DGS, são alterados os critérios de elegibilidade para vacinação pré-exposição e a identificação de elegíveis.

Até agora, homens que têm sexo com homens, mulheres e pessoas trans, em profilaxia pré-exposição para o VIH e profissionais de saúde com elevado risco de exposição ao vírus mpox eram alguns dos grupos abrangidos para a vacinação preventiva.

Agora, segundo a nova versão da norma da DGS, consideram-se de risco acrescido, além dos referidos profissionais de saúde, homens que têm sexo com outros homens "com potencial exposição continuada ou intermitente a casos de infeção humana por mpox".

Deixa assim de fazer parte do critério estar "em profilaxia pré-exposição para o VIH".

A redação da norma indica que os critérios de elegibilidade para vacinação pré-exposição abrangem "profissionais de saúde com contacto direto e continuado com pessoas com infeção humana por VMPX (vírus mpox) ou profissionais envolvidos na colheita e processamento de produtos biológicos de casos de infeção humana por VMPX".

E acrescenta a nova redação da norma: "consideram-se com risco acrescido, as pessoas que apresentem, pelo menos, um dos seguintes critérios: Homens que têm sexo com homens (HSH) com potencial exposição continuada ou intermitente a casos de infeção humana por VMPX", e outras pessoas consideradas com maior risco de infeção pelo médico.

A DGS explica que a "exposição continuada ou intermitente" se refere a pessoas que mantêm práticas sexuais com múltiplos parceiros (as).

Em setembro a norma já tinha sido atualizada. Na altura a secretária de Estado da Promoção da Saúde, Margarida Tavares, explicou que a vacinação preventiva arrancava com a publicação da norma, mas ressalvou que o processo exige uma logística, nomeadamente ao nível da prescrição da vacina.

E disse que a atualização de então implicava "duas grandes alterações": alargar a vacinação pós-exposição para a vacinação preventiva e a alteração da via de administração da vacina e a dose administrada, tendo em conta o aumento da procura desta vacina globalmente.

FP (HN) // JMR

Lusa/fim






Fonte: sapo.pt                          Link: https://www.sapo.pt/noticias/atualidade/dgs-alarga-criterios-para-vacincao-preventiva_63ab53cb41219376dd6efbbc
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 14/12/2023, 10:49
Japão confirma primeira morte de pessoa infetada com mpox

N.N./Lusa
14 dez 2023 09:45


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O Japão confirmou hoje a primeira morte por mpox (varíola dos macacos), mais de um ano depois de ter sido detetado o primeiro caso de infeção no país.

O Ministério da Saúde japonês informou que o paciente tinha 30 anos, era imunodeprimido e residia na Prefeitura de Saitama, território localizado entre 20 e 30 quilómetros a norte de Tóquio.

O país da região Ásia-Pacífico confirmou em 03 de julho de 2022 a primeira infeção por mpox — doença também conhecida como varíola dos macacos — e contabilizou 227 casos até 03 de dezembro, detalhou o Governo japonês.

A doença, relatada pela primeira vez em humanos em 1970 na República Democrática do Congo, é caracterizada por erupções cutâneas que podem ser acompanhadas por surtos de febre, dor de garganta ou dor nos gânglios linfáticos.

A Organização Mundial da Saúde declarou em maio de 2023 o fim da emergência internacional associada ao surto de mpox, após o registo de cerca 87 mil infeções em 111 países, com 140 mortes.





Fonte: lifestyle.sapo.pt                        Link: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/japao-confirma-primeira-morte-de-pessoa-infetada-com-mpox?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 12/07/2024, 00:01
Nova estirpe mais mortal da "varíola dos macacos" deixa OMS preocupada

SIC Notícias
Lusa
11 jul 2024 20:39


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A Organização Mundial de Saúde, que designa esta doença como Mpox, revela que só no último mês recebeu relatos de casos em 26 países.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou, esta quinta-feira, para a ameaça que a varíola dos macacos representa para a saúde mundial, devido ao surto epidémico de uma nova estirpe do vírus, mais mortal, na República Democrática do Congo (RDCongo).

A OMS, que designa aquela doença como Mpox, afirmou ter recebido relatos de casos em 26 países durante o último mês.

A Mpox "continua a ser uma ameaça para a saúde mundial", declarou o diretor da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, numa conferência de imprensa.

(https://i.ibb.co/vcND48v/Captura-de-ecr-2024-07-11-235648.jpg)
Fonte de imagem: sapo.pt

A África do Sul registou recentemente 20 casos, incluindo três mortes, "os primeiros casos no país desde 2022".

Nenhum dos doentes tinha viajado para o estrangeiro, "o que sugere que os casos confirmados representam uma pequena percentagem do total de casos e que a transmissão comunitária está em curso", sublinhou.

A situação na RDCongo, onde uma nova estirpe do vírus se tem vindo a propagar desde setembro, é particularmente alarmante.

Esta epidemia "não dá sinais de abrandamento", acrescentou Tedros, enquanto Rosamund Lewis, especialista da OMS em "varíola dos macacos", sublinhou que a organização está "muito preocupada" após terem sido notificados 11 mil casos, incluindo 445 mortes, sendo as crianças as mais afetadas.

"Existe o risco de o vírus atravessar as fronteiras e continuar a circular, porque as fronteiras são muito porosas com os países vizinhos", afirmou Lewis.

A Mpox foi descoberta pela primeira vez em seres humanos em 1970, na atual RDCongo, com a propagação do subtipo Clade 1, que desde então tem estado confinado principalmente a países da África Ocidental e Central, sendo os doentes geralmente alvo de contágio por animais infetados, por exemplo, ao comerem carne de animais selvagens.

Mas em maio de 2022, surgiram infeções pelo vírus Mpox em todo o mundo, afetando principalmente homens homossexuais e bissexuais. O subtipo responsável era o Clade II.

Desde setembro último, uma nova estirpe do Clade, ainda mais mortal, tem vindo a propagar-se na RDCongo, sendo também transmitida através do contacto sexual entre homossexuais, tendo a epidemia começado entre as pessoas que se prostituem.

Os testes revelaram que se tratava de uma nova variante, resultado de uma mutação, da Clade I, denominada Clade Ib.

"A nova estirpe é transmitida (...) até agora exclusivamente de pessoa para pessoa", afirmou Rosamund Lewis.

A epidemia mundial de "varíola dos macacos", há dois anos, levou a OMS a declarar uma emergência de saúde pública de âmbito internacional em julho de 2022.

A OMS terminou este estado de alerta, o mais elevado da organização, em maio de 2023, mas continua a recomendar vigilância.

A varíola dos macacos "não vai desaparecer (...) vivemos num mundo interligado e a propagação deste vírus pode continuar", alertou Maria Van Kerkhove, diretora de preparação para epidemias da OMS.





Fonte: sapo.pt                    Link: https://www.sapo.pt/noticias/atualidade/nova-estirpe-mais-mortal-da-variola-dos_669035dc01f0b94631d8df06
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 16/08/2024, 11:15
Mpox: Paquistão anuncia primeiro caso

Por Executive Digest com Lusa 09:15, 16 Ago 2024

(https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2022/11/8bGKsyDS.jpg)

O Paquistão anunciou hoje o primeiro caso de mpox no seu território, dois dias depois de a Organização Mundial de Saúde ter ativado o mais alto nível de alerta de saúde internacional face ao ressurgimento de casos em África.

“O primeiro caso de mpox foi confirmado no Paquistão”, anunciou o porta-voz do Ministério da Saúde, em comunicado, acrescentando que a pessoa infectada veio de um país do Golfo.

Na quinta-feira, depois de ter sido registado na Suécia o primeiro caso de uma variante mais contagiosa e perigosa da doença, a Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou para a possibilidade de serem detetados na Europa outros casos importados de mpox, anteriormente conhecida como varíola dos macacos.

Esta variante já provocou pelo menos 548 mortos desde o início do ano na República Democrática do Congo (RDC), o país mais atingido, e a OMS considera “provável que outros casos importados sejam registados na região europeia durante os próximos dias e semanas”, declarou a secção europeia da organização em comunicado.

Um total de 38.465 casos de mpox foram registados em 16 países africanos desde janeiro de 2022, com 1.456 mortes, incluindo um aumento de 160% no número de casos em 2024, em comparação com o ano anterior, de acordo com dados publicados na semana passada pela agência de saúde da União Africana, Africa CDC.

Na quinta-feira, a Agência Sueca de Saúde Pública anunciou que uma pessoa que vivia na região de Estocolmo tinha sido diagnosticada como portadora do subtipo mais contagioso e perigoso do vírus mpox, um caso inédito fora de África.

“A pessoa afetada foi infetada durante uma estadia numa região de África onde existe uma grande epidemia de mpox subtipo clade 1”, explicou Olivia Wigzell, chefe interina da agência sueca, durante uma conferência de imprensa.

Num comunicado de imprensa, a agência sueca disse que o facto de “uma pessoa estar a ser tratada para a varíola no país não implica qualquer risco para o resto da população”, e o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC) considera que atualmente este risco é muito baixo.

A agência disse à AFP, por mensagem, que o caso na Suécia se tratava da variante mpox do subtipo clade 1b, que tem vindo a reemergir na RDC desde setembro de 2023 e onde todas as províncias são agora afetadas pela epidemia.

Para a OMS, “é imperativo” não estigmatizar os viajantes ou os países/regiões: “Só trabalhando em conjunto, partilhando dados e tomando as medidas de saúde pública necessárias é que podemos controlar a propagação deste vírus”, considerando crucial evitar restrições às viagens e o encerramento de fronteiras.

De acordo com uma declaração emitida pelo Departamento de Saúde dos EUA na quarta-feira, “a vacinação será uma parte essencial da resposta a esta epidemia”, e para apoiar este esforço, “os Estados Unidos estão a doar 50.000 doses da vacina Jynneos, aprovada pela Food and Drug Administration (FDA), à RDC”.

A empresa farmacêutica dinamarquesa Bavarian Nordic, cujas ações subiram na bolsa na quinta-feira, disse estar pronta para produzir até 10 milhões de doses de vacina até 2025.

A atual epidemia, que teve origem na RDC, tem características específicas, a começar por um vírus mais contagioso e perigoso. É causada pelo clade 1 e por uma variante ainda mais perigosa, o clade 1b, com uma taxa de mortalidade estimada em 3,6% e que provoca erupções cutâneas em todo o corpo, ao passo que as estirpes anteriores se caracterizavam por erupções e lesões localizadas na boca, na face ou nos órgãos genitais.






Fonte: executivedigest.sapo.pt                      Link: https://executivedigest.sapo.pt/noticias/mpox-paquistao-anuncia-primeiro-caso/?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 16/08/2024, 22:57
UE analisa segunda-feira novas medidas para emergência de Mpox

Lusa
19:08


(https://media-manager.noticiasaominuto.com/960/42903842.jpg)
Fonte de imagem: © Lusa

O Comité de Segurança da Saúde da UE, composto por especialistas da Comissão e dos Estados-membros, convocou uma reunião técnica, porque é "muito provável" que haja mais casos importados de mpox.

A União Europeia (UE) vai analisar na próxima segunda-feira novas medidas para responder à emergência de saúde pública internacional declarada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) devido ao atual surto de mpox na República Democrática do Congo. O Comité de Segurança da Saúde da UE, composto por especialistas da Comissão Europeia e dos Estados-membros, convocou uma reunião técnica, confirmou a comissária europeia da Saúde, Stella Kyriakides, citada pela agência noticiosa Efe.

Este comité coordena a resposta rápida da UE às ameaças sanitárias transfronteiriças graves, coordena o intercâmbio de informações sobre medidas específicas tomadas por cada país e, juntamente com a Comissão Europeia, define as ações a tomar em termos de preparação, planeamento, comunicação de riscos e respostas.

O Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC) anunciou esta sexta, numa avaliação de risco atualizada, que é “muito provável” que haja mais casos importados de mpox (a doença anteriormente conhecida como ‘varíola dos macacos’), mas descartou que possa haver um contágio contínuo se forem tomadas as medidas adequadas rapidamente. O ECDC apelou para vigilância eficaz, testes laboratoriais, investigação epidemiológica e capacidade de rastreio de contactos, iniciativas semelhantes às preconizadas pela OMS.

Os especialistas admitem que a nova variante mpox se pode propagar facilmente através do contacto próximo entre dois indivíduos, sem que seja necessário contacto sexual, e é considerada mais perigosa do que a variante de 2022, que na altura deu origem a outro alerta semelhante, levantado em maio passado, depois de a sua propagação ter sido contida.

Em Portugal, a Direção-Geral da Saúde (DGS) esclareceu hoje que nenhum dos casos de mpox reportados em Portugal é da variante mais perigosa da doença (clade I), que apareceu na quinta-feira passada pela primeira vez na Suécia. Em resposta à agência Lusa, a DGS referiu que “todos os casos reportados em Portugal são da clade I IIb do vírus monkeypox, não tendo sido identificado nenhum caso pela clade I”.

Na quinta-feira, depois de a Suécia ter registado o primeiro caso de uma variante mais contagiosa e perigosa da doença, a Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou para a possibilidade de serem detetados na Europa outros casos importados de mpox. A OMS declarou na quarta-feira o surto de mpox em África como emergência global de saúde, com casos confirmados entre crianças e adultos de mais de uma dezena de países e uma nova variante em circulação.






Fonte: eco.sapo.pt                     Link: https://eco.sapo.pt/2024/08/16/ue-analisa-segunda-feira-novas-medidas-para-emergencia-de-mpox/?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 16/08/2024, 23:04
Laboratório dinamarquês de vacina contra Mpox pede autorização para uso em adolescentes

MadreMedia / AFP
16 ago 2024 13:11


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O laboratório farmacêutico dinamarquês Bavarian Nordic, fabricante de uma vacina contra a Mpox, anunciou nesta sexta-feira que solicitou à Agência Europeia de Medicamentos a ampliação do uso a adolescentes de 12 a 17 anos.

"Os resultados intermediários do estudo clínico mostram a não inferioridade das respostas imunológicas da vacina contra o vírus Mpox e a varíola em adolescentes e um perfil de inocuidade semelhante ao dos adultos", afirmou o laboratório em comunicado.

Nos Estados Unidos, na epidemia de Mpox em 2022, a 'Food and Drug Administration' (FDA) concedeu autorização de uso urgente da vacina em adolescentes.

Atualmente, o surto da doença na África é provocado particularmente por uma nova variante, clade 1, mais contagiosa e perigosa que as anteriores.

A epidemia circula em parte através das relações sexuais, mas o vírus também é transmitido por contacto direto, o que representa um risco para as crianças, que são mais afetadas pela doença.

A Bavarian Nordic anunciou na quinta-feira que está disposta a produzir até 10 milhões de doses de vacinas até 2025.

O laboratório tem atualmente quase 500 doses em stoque.

Um caso desta variante mais grave foi detetado na quinta-feira na Suécia, o primeiro fora do continente africano.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que outros casos importados de Mpox poderão ser detetados em breve na Europa.





Fonte: 24.sapo.pt                   Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/laboratorio-dinamarques-de-vacina-contra-mpox-pede-autorizacao-para-uso-em-adolescentes?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 17/08/2024, 12:38
Assintomáticos podem transmitir 'Mpox' e vacinas são eficazes na mitigação

Lusa
17 ago 2024 08:24


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A investigadora Ana Abecasis afirma que a mais recente variante da Mpox pode ser assintomática, mas a possibilidade de transmissão ainda não está bem compreendida, e que a vacinação é a forma mais eficaz de combate.

"É possível a existência de casos assintomáticos -- que nesta patologia penso que são menores -, mas a possibilidade de transmissão a partir de assintomáticos é que ainda não está bem compreendida", explica à Lusa a professora assistente do Instituto de Higiene e Medicina Tropical (IHMT) da Universidade Nova de Lisboa.

O mais recente surto de Mpox, anteriormente chamada de 'varíola dos macacos', é causado pelo 'clade I', da África Central, que é diferente do que causou o surto em 2022, com vários casos na Europa, o 'clade II', da África Oriental, indica.

"Estes 'clades' têm características diferentes em termos de sintomatologias", diz.

"O 'clade II' causava erupções cutâneas menos frequentes e mais localizadas, enquanto o 'clade I' tem erupções mais dispersas em todo o corpo, o que faz com que tenha uma sintomatologia mais severa. No entanto, sintomas como a febre, as cefaleias e as linfadenopatias [condição em que os nódulos linfáticos ficam com tamanho, consistência ou número anormais] são comuns em ambos", declara.

Aparentemente, a mais recente estirpe é mais violenta, apesar de a investigadora ter frisado que ainda não encontrou "informação clara relativa à taxa de mortalidade".

"O que está descrito é que esta estirpe tem taxas de mortalidade mais elevadas, sendo que a informação que eu encontrei é que esta tem uma percentagem de 1 a 10%, enquanto o 'clade II' tinha de 2 a 6%, mas isto também depende das áreas afetadas", salienta.

Ana Abecasis explica que a taxa de mortalidade entre as estirpes não deve ser diretamente comparada, pois o surto de 2022 teve casos na Europa, que tem uma maior capacidade de resposta, e o surto atual está a afetar principalmente África, onde há falta de infraestruturas e de profissionais de saúde.

O 'clade I' transmite-se mais frequentemente de humano para humano, o que facilita a sua propagação, sendo que, quinta-feira, na Suécia, foi anunciado o primeiro caso na Europa, por isso "há uma necessidade de prevenção elevada", sublinha.

Especificamente sobre África, "a melhor resposta (...) para colmatar este surto é através da prevenção porque, em termos de capacidade de resposta de recursos humanos em saúde para tratamentos, sabemos que temos recursos limitados nestes contextos e acaba ser mais difícil de atuar", lamenta.

Por isso, priorizar a vacinação "será a melhor estratégia para tentar dar a volta a esta falta de recursos humanos", aconselha.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) tem uma série de recomendações, que vão desde o diagnóstico precoce, o isolamento dos casos, a notificação de parceiros, a identificação dos contactos e a vacinação, mas o número de vacinas disponíveis é ainda baixo, diz.

Neste momento, há a questão da produção de vacinas, da distribuição e a priorização de pessoas de alto risco para começarem a ser vacinadas, mas o contexto local pode complicar essa ação.

No entanto, Aliança de Vacinas GAVI, cujo presidente é Durão Barroso, antigo primeiro-ministro português, tem um plano de resposta com uma verba financeira destinada a este tipo de emergências, de 500 milhões de dólares (cerca de 455 milhões de euros) e anunciou na sexta-feira a criação de uma reserva global de vacinas contra a Mpox.

"Neste caso, vamos ter que garantir que estas vacinas são distribuídas de uma forma coordenada e que as entidades a nível local conseguem ir controlando os casos que surgem e identificar contactos, de forma a impedir que a epidemia alastre rapidamente", afirma a investigadora.

A professora considera crucial que sejam definidos grupos de alto risco.

"Eu ainda não vi nada em que se definam os grupos de alto risco neste caso. Sabemos que há muitas infeções em crianças, que há transmissão vertical e, neste caso, a taxa de mortalidade é maior", frisa.

Desde o surto anterior, em 2022, tem havido uma resposta de investigação e preparação para a varíola, indica.

Relativamente a Portugal, "tem de haver uma sensibilização, por parte dos profissionais de saúde, para a sintomatologia desta doença, ou o espetro dos sintomas, na ótica da possível existência de casos importados, para que possamos atuar de imediato para os isolar", diz.

"Também não sei o que está previsto em termos de controlo das entradas de pessoas oriundas destas regiões mais afetadas, mas é importante fazer alguma vigilância, o que seria uma estratégia eficaz", aconselha.

Todavia, frisou que tem de existir uma gestão dos recursos e perceber-se até que ponto se pode fazer uma testagem massiva nas fronteiras.

Em Portugal já existem cerca de 17.000 pessoas vacinadas, que eram do quadro de alto risco do surto de 2022, especifica.

A investigadora salienta ainda que, na sua opinião, "todas as vacinas disponíveis devem ser canalizadas para os países que estão a enfrentar surtos neste momento, mas a dada altura pode fazer sentido vacinar também a população portuguesa e aí também tem de haver uma definição de estratégia de vacinação que identifique os grupos prioritários, nomeadamente os profissionais de saúde, que têm maior probabilidade de contacto com doentes", conclui.

 

NYC (PFT) // JMC

Lusa/Fim




Fonte: sapo.pt                     Link: https://www.sapo.pt/noticias/atualidade/assintomaticos-podem-transmitir-mpox-e_66c05188b0834842405dd8f6
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 09/09/2024, 15:41
Mpox: Portugal identificou três surtos desde 2022 com 1.206 casos confirmados

Por Executive Digest com Lusa 15:18, 9 Set 2024

(https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2024/08/mpox.jpg)

Portugal identificou três surtos de mpox desde 2022, o último ativo desde 01 de junho, com nove casos confirmados até 31 de agosto de 2024, revelam dados da Direção-Geral da Saúde (DGS).

No primeiro surto, que ocorreu entre 03 de maio de 2022 e 27 de março de 2023, foram confirmados 956 casos, incluindo dois óbitos em doentes imunocomprometidos, e no segundo, que decorreu entre 01 de junho de 2023 e 31 de março de 2024, foram notificados 241 casos.

No total, foram notificado 1.206 casos no Sistema de Informação Nacional de Vigilância Epidemiológica (SINAVE)

Relativamente ao terceiro surto, a DGS refere que a idade dos nove casos notificados varia entre os 26 e os 50 anos, sendo a mediana 39 anos.

Dos casos confirmados com informação disponível, seis foram notificados na região Norte, um em Lisboa e Vale do Tejo e um no Algarve.

Segundo a autoridade de saúde, oito dos casos são homens que tiveram sexo com homens, dois estavam vacinados e três são pessoas que vivem com VIH.

“Considerando os 21 dias anteriores ao início dos sintomas, um (12%) caso refere frequência de saunas, 3 (38%) tiveram contactos sexuais com múltiplos parceiros e um (12%) participou em atividades de sexo em grupo e/ou anónimo; um (12%) caso refere viagem ao estrangeiro”, refere a DGS numa informação publicada no seu ‘site’.

A Direção-Geral da Saúde sublinha que, até a data, não foram identificados casos causados pela nova estirpe clade I ou subclade Ib, que foi detetada na República Democrática do Congo em setembro de 2023 e depois notificada em vários países vizinhos e na Suécia.

Desde o início da disponibilidade de vacinas, em 16 de junho de 2022, até ao passado dia 03 de setembro, foram vacinadas 9.943 pessoas em Portugal. Das 17.460 inoculações, 16.143 (92,5%) ocorreram em contexto de pré-exposição.

Portugal foi o segundo país a reportar casos de um surto que veio a ser mundial e que motivou, pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a declaração de Emergência de Saúde Pública de Âmbito Internacional (PHEIC, sigla em inglês) entre 23 de julho de 2022 e 11 de maio de 2023.

A 14 de agosto de 2024, o surto de mpox na República Democrática do Congo, com número crescente de casos e óbitos e o surgimento da nova ‘subclade’ (Ib) e a sua rápida disseminação na RDC e em países vizinhos, motivou nova declaração de PHEIC pela OMS, para garantir uma resposta internacional coordenada na redução das cadeiras de transmissão e enfoque na vacinação.

No âmbito da atual declaração da OMS de PHEIC, a DGS alerta para a importância da deteção precoce de casos, do diagnóstico laboratorial, inquérito epidemiológico, gestão de caso, rastreio de contactos, vacinação e articulação com parceiros da sociedade civil e internacionais, visando a redução de cadeias de transmissão e promovendo as formas mais expeditas de prevenção e controlo da infeção.

A nova variante pode ser facilmente transmitida por contacto próximo entre dois indivíduos, sem necessidade de contacto sexual, e é considerada mais perigosa do que a variante de 2022.

O mpox transmite-se sobretudo pelo contacto próximo com pessoas infetadas, incluindo por via sexual.

Ao contrário de surtos anteriores, em que as lesões eram visíveis sobretudo no peito, mãos e pés, a nova estirpe causa sintomas moderados e lesões nos genitais, tornando-o mais difícil de identificar, o que significa que as pessoas podem infetar terceiros sem saber que estão infetadas.







Fonte: executivedigest.sapo.pt                      Link: https://executivedigest.sapo.pt/noticias/mpox-portugal-identificou-tres-surtos-desde-2022-com-1-206-casos-confirmados/?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 13/09/2024, 15:22
Mpox: OMS concede primeira autorização para utilização de uma vacina em adultos

Jornal Económico com Lusa
13 Setembro 2024, 13h19


(https://jornaleconomico.sapo.pt/wp-content/themes/yootheme/cache/e6/Tedros-e-Mike-Ryan-OMs-e684a9c6.webp)

A pré-qualificação da vacina pela Bavarian Nordic A/S – uma empresa dinamarquesa de biotecnologia dedicada ao desenvolvimento, fabricação e comercialização de vacinas – significa que doadores como a GAVI (The Vaccine Aliance) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) podem comprá-la. Mas os fornecimentos são limitados porque só existe um único fabricante.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou, esta sexta-feira, que concedeu a primeira autorização para utilização de uma vacina contra a mpox em adultos, considerando-a um “passo importante” na luta contra a doença em África e noutras regiões.

A pré-qualificação da vacina pela Bavarian Nordic A/S – uma empresa dinamarquesa de biotecnologia dedicada ao desenvolvimento, fabricação e comercialização de vacinas – significa que doadores como a GAVI (The Vaccine Aliance) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) podem comprá-la. Mas os fornecimentos são limitados porque só existe um único fabricante.

“Esta primeira pré-qualificação de uma vacina contra a monkeypox [mpox] é um passo importante na nossa luta contra a doença, tanto no contexto dos atuais surtos em África, como no futuro”, afirmou o diretor-geral da OMS, o etíope Tedros Adhanom Ghebreyesus.

O diretor da agência de saúde das Nações Unidas apelou a um aumento “urgente” da aquisição, das doações e da distribuição da vacina para que esta chegue onde é mais necessária, juntamente com outras medidas de resposta.

De acordo com a autorização da OMS, a vacina pode ser administrada a pessoas com idade igual ou superior a 18 anos num regime de duas doses. A aprovação diz que, embora a vacina não esteja atualmente licenciada para menores de 18 anos, pode ser usada em bebés, crianças e adolescentes “em contextos de surto em que os benefícios da vacinação superam os riscos potenciais”.

As autoridades do Centro Africano de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC Africa) disseram no mês passado que cerca de 70% dos casos na República Democrática do Congo (RDCongo) – o país mais atingido pela varíola – são em crianças com menos de 15 anos, que também foram responsáveis por 85% das mortes.

Na quinta-feira, o CDC Africa afirmou que 107 novas mortes e 3.160 novos casos tinham sido registados na semana passada, apenas uma semana depois de, em conjunto com a OMS, a agência de saúde pública da União Africana (UA) ter lançado um plano de resposta continental.

O CDC Africa declarou a mpox uma “emergência de saúde pública continental” em 13 de agosto último e, um dia depois, a OMS emitiu um alerta de saúde internacional para a doença.

África registou 26.543 casos de mpox (5.731 confirmados) e 724 mortes pela doença, antes conhecida como varíola do macaco, desde o início do ano, informou ainda o CDC Africa esta quinta-feira.

De acordo com os números partilhados pelo diretor-geral da agência, Jean Kaseya, as mortes e infeções notificadas desde janeiro representam 43% e 56%, respetivamente, das registadas no total desde janeiro de 2022 até ao presente.

O alarme da OMS está relacionado com a rápida propagação e a elevada mortalidade em África da nova variante (subtipo clado 1b), cujo primeiro caso foi identificado fora do continente, na Suécia, numa pessoa que tinha viajado para uma zona de África onde o vírus circula intensamente.

Esta variante é diferente da clado 2, responsável por um surto violento em África em 2022, bem como por centenas de casos na Europa, América do Norte e países de outras regiões do globo, e já levou à declaração de uma emergência sanitária internacional entre 2022 e 2023.

O mpbox pertence à mesma família de vírus que a varíola, mas provoca sintomas mais ligeiros como febre, arrepios e dores no corpo. As pessoas com casos mais graves podem desenvolver lesões no rosto, nas mãos, no peito e nos órgãos genitais.







Fonte: jornaleconomico.sapo.pt                       Link: https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/mpox-oms-concede-primeira-autorizacao-para-utilizacao-de-uma-vacina-em-adultos/?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 25/10/2024, 12:19
Nova variante da Mpox transmitida principalmente entre humanos

Lusa
25 out 2024 09:29


(https://thumbs.web.sapo.io/?W=775&H=0&delay_optim=1&webp=1&epic=MzM0Ro4y4u6LebXWUe5T58cBtGIyxXKMlzvCmXxj/pcZ8kT8kC7yPLIrZdAu1Rf5WRmGV/TFWSvUUOKWsb/+MSGkz2GKmq8uHRtByt83x//N7Js=)

A nova variante do monkeypox (mpox) é transmitida principalmente entre humanos, enquanto a versão mais antiga é transmitida sobretudo por animais, concluiu um estudo que analisou diferentes casos em África da epidemia.

O estudo publicado quinta-feira na revista Cell dá conta que a doença segue padrões diferentes.

Várias epidemias de mpox, também conhecida como "varíola do macaco", estão atualmente disseminadas na República Democrática do Congo e, em menor escala, nos países vizinhos.

São alimentadas por duas versões diferentes do vírus: o clado 1, que circula há décadas, e o clado 1b, uma nova variante.

Esta última foi identificada num doente na Alemanha, um dos poucos casos em que a variante foi identificada fora de África.

Uma epidemia mundial de mpox, doença que provoca múltiplas lesões cutâneas, está disseminada desde 2022, mas tem agora uma versão diferente do vírus, conhecida como clado 2.

A situação, que levou a Organização Mundial de Saúde (OMS) a declarar o mpox uma emergência mundial, tem levado os investigadores a examinar as caraterísticas específicas das diferentes variantes, em termos de perigosidade, contágio e modos de transmissão, o foco do estudo agora divulgado.

Sabe-se que historicamente a varíola se transmite por contacto com animais, nomeadamente através do consumo de carne contaminada.

As epidemias recentes parecem estar também ligadas à transmissão entre seres humanos, nomeadamente através de relações sexuais.

O estudo, baseado na análise genética de vírus retirados de várias centenas de doentes, conclui que estão em causa as duas lógicas.

A maioria dos casos ligados à versão 1a parece ser o resultado da contaminação por vários animais, enquanto a variante 1b apresenta muito mais frequentemente uma mutação típica da sua adaptação ao homem, o que sugere que a sua transmissão se faz principalmente entre seres humanos.


AYR // RBF

Lusa/Fim.





Fonte: sapo.pt                         Link: https://www.sapo.pt/noticias/atualidade/nova-variante-da-mpox-transmitida_671b5869e98eb0660468315e
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 22/11/2024, 09:21
Mpox: OMS decide hoje se continua a ser uma crise de saúde global

Por Francisco Laranjeira 07:30, 22 Nov 2024

(https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2024/08/mpox.jpg)

A Organização Mundial da Saúde vai reunir, esta sexta-feira, o seu Comité de Emergência para determinar se a mpox vai continuar a ser uma crise de saúde global.

Em agosto, a doença, que continua a espalhar-se em África, foi classificada pelo órgão de saúde da ONU como uma emergência de saúde pública de interesse internacional, o que representa a forma mais alta de alerta. Isso ocorreu após a disseminação de uma nova variante do vírus, chamada Clade Ib, em partes do continente.

Houve 46.794 casos confirmados e suspeitos em diversos países da África desde o início do ano até 3 de novembro último, incluindo 1.081 mortes, disse a OMS em relatório emitido, sendo que o país mais afetado é a República Democrática do Congo, seguido por Burundi e Uganda – em 2024, foram notificados casos de mpox em pelo menos 80 países, incluindo 19 nações africanas.

A mpox pode espalhar-se por contato próximo. Geralmente leve, é fatal em casos raros. É uma doença infecciosa que pode provocar uma erupção cutânea dolorosa, gânglios linfáticos inchados, febre, dores de cabeça, dores musculares, dores nas costas e falta de energia.

As doses iniciais da vacina foram alocadas este mês para os nove países africanos mais atingidos.

Esta quinta-feira, a OMS aprovou a inclusão da LC16m8 contra a mpox à lista de vacinas de uso emergencial. Este é o segundo imunizante aprovado pela entidade para controlo e prevenção da doença. Nas redes sociais, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, destacou que a vacina LC16m8 é a primeira aprovada para uso em crianças com menos de um ano que vivem em localidades onde se registam mais surtos de mpox. “Este é um passo vital para proteger populações vulneráveis, principalmente crianças, à medida em que a mpox continua a espalhar”-se, escreveu.


(https://i.ibb.co/h8S3TGW/Captura-de-ecr-2024-11-22-091916.png)
Fonte de imagem: executivedigest.sapo.pt

Segundo Tedros, ao longo dos últimos dois meses, metade dos casos suspeitos contabilizados na República Democrática do Congo foram identificados entre menores de 12 anos. “O número total de casos suspeitos ultrapassou 40 mil este ano, com 1,2 mil mortes reportadas.”





Fonte: executivedigest.sapo.pt                     Link: https://executivedigest.sapo.pt/noticias/mpox-oms-decide-hoje-se-continua-a-ser-uma-crise-de-saude-global/?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 07/01/2025, 09:41
Mpox: detetado primeiro caso da nova variante em França

SIC Notícias
7 jan 2025 07:53

(https://thumbs.web.sapo.io/?W=775&H=0&delay_optim=1&webp=1&epic=Mjc5uIDlHlN//0sk3jTgT1zXx8OeUVrSQQ9zDaZDRSFeWbWHLFKx0V6h3NP9G+nHj9+KGfqB/0hKU9WmAzwnOqUIDwSHnEZGILpxUeIugeRyHK0A43V2CiAdOun6qWFyErlw7X7B1OvHoBlfx9BqD2l0Cpjl/KetpWHmAHQaUpnUz40=)


Na Europa, esta nova variante, de nome 1b, já foi identificada também na Suécia, Alemanha, Reino Unido e Bélgica. A diferença para a variante anterior é que esta é transmitida principalmente entre seres humanos.

França registou o primeiro caso da nova variante de mpox. Trata-se de uma mulher que esteve em contacto com duas pessoas que estiveram na África Central, região onde circulam várias variantes deste vírus.

O caso foi registado na região noroeste da Bretanha, num hospital em Rennes, e as autoridades de saúde estão agora a tentar localizar todos os potenciais contactos.

“As medidas de controlo recomendadas foram postas em prática”, informou o Ministério da Saúde francês.

1b: que variante é esta?

Na Europa, esta nova variante, de nome 1b, já foi identificada também na Suécia, Alemanha, Reino Unido e Bélgica. A diferença para a variante anterior é que esta é transmitida principalmente entre seres humanos.

Sabe-se que historicamente a mpox se transmite por contacto com animais, nomeadamente através do consumo de carne contaminada, mas os surtos recentes parecem estar também ligados à transmissão entre seres humanos, nomeadamente através de relações sexuais.

Ainda assim, o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças afirma que o risco de infeção para a população em França e na Europa é considerado baixo.

O que é o mpox?

O mpox - também conhecido como “varíola dos macacos” - é um vírus que provoca lesões cutâneas, febre alta e dores musculares.

Identificado pela primeira vez na República Democrática do Congo em 1970, esteve durante muito tempo confinado a cerca de 10 países africanos. No entanto, em 2022 começou a espalhar-se pelo resto do mundo, incluindo em países desenvolvidos onde nunca tinha circulado antes.






Fonte: sapo.pt                     Link: https://www.sapo.pt/noticias/atualidade/mpox-detetado-primeiro-caso-da-nova-variante-_677cde3444de4b34df32a555
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 09/01/2025, 10:14
Mpox. China confirma primeiros casos de nova variante

Jornal i
09/01/2025
09:42


(https://i.ibb.co/3cyWqdM/Captura-de-ecr-2025-01-09-101211.png[img])[/img]
Fonte de imagem: ionline.sapo.pt

Segundo o o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) do país, o caso remonta a um cidadão estrangeiro com historial de viagens e residência na República Democrática do Congo.

A China confirmou, esta quinta-feira, o primeiro caso da nova variante clade Ib do mpox. 

Segundo o o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) do país, o caso remonta a um cidadão estrangeiro com historial de viagens e residência na República Democrática do Congo.

Neste sentido, várias cidades, como Pequim e Tianjin, bem como as províncias de Guangdong (sudeste) e Zhejiang (leste) ativaram um mecanismo conjunto de prevenção e controlo para o rastreio epidemiológico, tendo, assim, encontrado outros quatro casos em pessoas infetadas, após contacto próximo com o estrangeiro.

“Apresentam sintomas como erupções cutâneas e herpes zoster, que são relativamente ligeiros. As pessoas infetadas estão a receber tratamento médico e a ser observadas. A epidemia está a ser eficazmente controlada”, declarou o centro, num comunicado.






Fonte: ionline.sapo.pt                     Link: https://ionline.sapo.pt/2025/01/09/mpox-china-confirma-primeiros-casos-de-nova-variante/?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 27/02/2025, 15:06
OMS mantém nível mais alto de alerta para a mpox

Lusa
27 fev 2025 14:48


(https://thumbs.web.sapo.io/?W=1550&H=0&delay_optim=1&webp=1&epic=ZmNj0TmgXcLKAWOgyI8B74GmG4kfO09YNfZeOUw8amk3hUo/7i24xI2E4TNo1L4jdX7rwMguIRaKupZugBrsv+cA/KazTWmn/sOtrLYgYo7zU1I=)

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou hoje que mantém o nível de alerta mais alto para a mpox, tendo em conta o aumento contínuo do número de casos de infeção e a sua dispersão geográfica.

A decisão de manter a mpox como uma emergência de saúde pública internacional foi tomada pelo diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, que aceitou as recomendações dos peritos que integram o Comité de Emergência, que se reuniram na terça-feira para avaliar a evolução da doença.

Em comunicado, a OMS adiantou que os especialistas aconselharam o diretor-geral a manter este nível de alerta "com base no aumento contínuo de números [de casos] e na dispersão geográfica, na violência no leste da República Democrática do Congo --- que dificulta a resposta --- bem como na falta de financiamento para implementar o plano de resposta".

Devido ao aumento de infeções pelo vírus mpox na República Democrática do Congo e à sua propagação aos países vizinhos, a OMS determinou em agosto de 2024 que a doença cumpria os critérios para ser declarada como uma emergência de saúde pública internacional.

Este nível de alerta está previsto no Regulamento Sanitário Internacional de 2005, que constitui um acordo jurídico vinculativo e que envolve 196 países, incluindo todos os Estados-membros da OMS.

Uma emergência de saúde pública de internacional, que foi também aplicada para a covid-19, é declarada perante um evento extraordinário que constitui um risco para a saúde pública de outros países, através da propagação de uma doença que requer uma resposta internacional coordenada.

Nos últimos 12 meses - até 16 de fevereiro - 22 países de África reportaram 21.067 casos confirmados, incluindo 74 mortes, como a República Democrática do Congo, o Burundi e o Uganda a apresentarem o maior número de infeções.

Em Portugal, de acordo com os últimos dados da Direção-Geral da Saúde de dezembro de 2024, foram confirmados um total de 1.210 casos desde maio de 2022, dividido por três surtos, e duas mortes.

O mpox transmite-se sobretudo pelo contacto próximo com pessoas infetadas, incluindo por via sexual.

PC // ZO

Lusa/Fim






Fonte: sapo.pt                       Link: https://www.sapo.pt/noticias/atualidade/oms-mantem-nivel-mais-alto-de-alerta-para-a_67c07ce8b126427469a999aa
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 08/05/2025, 14:46
Mpox: Portugal é o sexto na Europa com mais casos entre 2022-2025

Por Executive Digest com Lusa 12:53, 8 Mai 2025

(https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2024/08/mpox-900x450.jpg)

Portugal é o sexto país europeu com maior número de casos de mpox no período 2022-2025, indica o último boletim sobre a doença divulgado na página do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC).

O relatório conjunto do ECDC e da delegação regional para a Europa da Organização Mundial da Saúde (OMS), com data de quarta-feira, refere que Portugal registou 1.221 casos da anteriormente denominada varíola dos macacos no referido período, atrás da Espanha (8.632), França (4.430), Alemanha (4.236), Reino Unido (4.215) e Países Baixos (1.464).

Com mais de mil casos encontra-se ainda a Itália (1.148), num grupo que inclui os 27 Estados membros da União Europeia e os restantes três países que integram o Espaço Económico Europeu (EEE), Islândia, Liechtenstein e Noruega.

Nos últimos três meses foram notificados 713 casos de mpox em 24 países e regiões e nas últimas quatro semanas foram identificados 289 casos da doença infecciosa em 18 países e regiões.

Naqueles períodos, Portugal registou 11 e sete casos, respetivamente, enquanto a Alemanha identificou 146 e 77, a Espanha 151 e 47, a França 47 e 25 e a Itália 61 e 25.

De acordo com dados da Direção-Geral da Saúde de dezembro do ano passado, registaram-se em Portugal três surtos da doença e duas mortes desde maio de 2022.

O relatório europeu indica ainda que, desde 07 de março de 2022 até 14 de abril de 2025, foram identificados um total de 29.607 casos de mpox em 47 países e regiões da Região Europeia da OMS e “foram comunicados ao ECDC e à delegação europeia da OMS, através do Sistema Europeu de Vigilância (TESSy), dados de 29.455 casos em 43 países e regiões”, 0,65% dos quais eram “casos prováveis”.

A maioria dos casos era do sexo masculino (98%) e a faixa etária mais afetada foi a de 31 a 40 anos (40%).






Fonte: executivedigest.sapo.pt                      Link: https://executivedigest.sapo.pt/noticias/mpox-portugal-e-o-sexto-na-europa-com-mais-casos-entre-2022-2025/?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 09/06/2025, 21:37
OMS mantém estado de alerta em relação à Mpox e pede "apoio internacional contínuo"

Diário de Notícias da Madeira
Agência Lusa
9 jun 2025 20:15


(https://thumbs.web.sapo.io/?W=775&H=0&delay_optim=1&webp=1&epic=NmE2TCf9TXPZUP9P0Cm4s+oct3P2B56XHMN0VMjTdw+hQ4KOD3R5/yvVa5zact79CXOZIb8X2B+ZIqiwpOKBwdVhWJSfjYugDdHUMPwyeMQ1BXDS7tvzTEH3+NsizXfDg0/BAihFAmxtfp37VOMNnOAZ8+tL3JnHM86JRalj8CytfDKrefMonKYDhtSp3UbrY2h8oSygXSvLK5+zORo+DRovuw==)
Foto Shutterstock

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou hoje que irá manter o estado de alerta em relação à epidemia de mpox, que está a afetar principalmente África, e pediu "apoio internacional contínuo".

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse que a epidemia de mpox "continua a incluir-se nos critérios de uma emergência de saúde pública de interesse internacional" (USPPI), de acordo com um comunicado à imprensa.

Até ao ano passado, o USPPI era o nível de alerta mais alto para uma epidemia, de acordo com o Regulamento Sanitário Internacional (RSI), uma estrutura juridicamente vinculativa para os seus 196 Estados membros (os 194 Estados-membros da OMS, Liechtenstein e a Santa Sé), mas as emendas adotadas em junho de 2024 pelos países da Organização Mundial da Saúde introduziram um nível mais alto de alerta: o de "emergência devido a uma pandemia".

A decisão de manter o alerta face ao ressurgir do mpox foi tomada após a quarta reunião do Comité de Emergência do RSI, no passado dia 05.

Este comité, embora "reconhecendo o progresso feito na capacidade de resposta de alguns países", informou ao diretor-geral da OMS que a epidemia continuava a constituir uma USPPI, devido ao aumento contínuo do número de casos, inclusive recentemente na África Ocidental, e "à provável continuação da sua transmissão não detetada em alguns países além do continente africano", explica a organização internacional.

"As dificuldades operacionais persistentes" na resposta à epidemia, "incluindo vigilância e triagem, bem como a falta de financiamento, dificultam a priorização das intervenções e exigem apoio internacional contínuo", acrescenta a OMS.

O chefe da OMS declarou o USPPI a 14 de agosto de 2024 numa resposta à rápida disseminação da doença, da família da varíola, na África e, em particular, na República Democrática do Congo (RDCongo).

A OMS tomou a mesma decisão em julho de 2022, quando uma epidemia de mpox se espalhou pelo mundo, suspendendo-a em maio de 2023.

"Desde o início de 2024, mais de 37.000 casos confirmados de mpox foram relatados à OMS por 25 países, incluindo 125 mortes", disse o chefe da OMS ao comité de emergência na sexta-feira.

Só a RDCongo é responsável por 60% dos casos confirmados e 40% das mortes, seguida pelo Uganda, Burundi e Serra Leoa, que tem registado um aumento no número de casos desde o início do ano. Além dos casos confirmados, a República Democrática do Congo continua a ter entre 2.000 e 3.000 casos suspeitos por semana.

Desde a reunião anterior do comité, em fevereiro, outros sete países relataram surtos pela primeira vez: Albânia, Etiópia, Malaui, Macedónia do Norte, Sudão do Sul, Tanzânia e Togo, observou Tedros.

"Precisamos de vacinação estratégica e direcionada. E precisamos que todos os parceiros e doadores apoiem o plano estratégico global de preparação e resposta ao mpox, fornecendo os 147 milhões de dólares necessários", pediu o líder da OMS.

A epidemia de mpox causada por um vírus da mesma família da varíola, manifesta-se principalmente com febre alta e pelo aparecimento de lesões na pele conhecidas como vesículas.

Identificada pela primeira vez na República Democrática do Congo, em 1970 (então Zaire), a doença ficou por muito tempo confinada a cerca de dez países africanos.

O vírus, endémico há muito tempo na África Central, cruzou fronteiras em maio de 2022, quando o clado 2 se espalhou pelo mundo.







Fonte: sapo.pt                      Link: https://www.sapo.pt/noticias/atualidade/oms-mantem-estado-de-alerta-em-relacao-a-mpox_6847336caf5da86c4c9ec13f
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 14/07/2025, 10:26
Sobe para cinco o número de casos de Mpox do actual surto em Moçambique

Diário de Notícias da Madeira
Agência Lusa
14 jul 2025 00:04


(https://thumbs.web.sapo.io/?W=1550&H=0&delay_optim=1&webp=1&epic=N2VkWVhyzDpG8zscy0/YyaC1aTYEYAyIEchaigo0T4CzdRGzEzclwz+4uyen9wgLv7mAagcvNzot6jkX3QOQYdbbNod6a2wnf2i1qulOM6b2u+tB5TR+NbKonC6TyGCD2GA4gLfYusR8NghLyMFJBcin0g==)

O número de casos de mpox em Moçambique subiu para cinco, no actual surto que afeta vários países africanos, detetados na província do Niassa, norte do país, avançou hoje a Governadora da província.

O número de casos de mpox em Moçambique subiu para cinco, no actual surto que afeta vários países africanos, detetados na província do Niassa, norte do país, avançou hoje a Governadora da província.

"Nós já temos aqui cinco casos, estávamos em três, mas está a subir e ainda há muita gente a ser testada com suspeitas de que tenha essa doença (...) Temos que ter cuidado com esta doença porque é facilmente transmissível", disse a governadora da província de Niassa, Elina Massengele, em declarações aos jornalistas, à margem de um comício durante uma visita que efetua ao distrito de Sanga.

Os primeiros três casos de mpox foram confirmados pelas autoridades da saúde em 11 de julho, que adiantaram, na altura, que os pacientes estavam estáveis e em isolamento.

"Os pacientes encontram-se clinicamente estáveis e estão em isolamento domiciliar, sob monitoria das autoridades sanitárias", referiu o Ministério da Saúde.

Os três primeiros casos foram detetados no distrito de Lago, que faz fronteira com a Tanzânia, junto ao lago Niassa, identificados como suspeitos no dia 08 de julho de 2025, nos postos administrativos de Metangula e Cobue, e dois dias depois foram confirmados pelo laboratório de Saúde Pública para mpox.

Fonte do Ministério da Saúde confirmou à Lusa que se tratam dos primeiros três casos de mpox em Moçambique do atual surto que afeta vários países da região africana, recordando que, de 01 de janeiro a 08 de julho de 2025, foram notificados 77.458 casos da doença em 22 países, resultando em 501 óbitos.

Em resposta aos casos detetados no Niassa, conforme a Lusa noticiou em 11 de julho, o Ministério da Saúde, através da Direção Nacional de Saúde Pública e do Instituto Nacional de Saúde, "mobilizou uma equipa técnica para apoiar a província e o distrito afetado", a qual vai monitorizar o tratamento dos doentes, bem como "identificar e colocar em quarentena os contactos próximos" e "reforçar a vigilância epidemiológica e promover a divulgação de mensagens de prevenção junto da população".

Os primeiros casos no surto anterior de mpox em Moçambique foram registados pela primeira vez em 2022, em Maputo.

Na região da África austral, que inclui Moçambique, já foram reportados anteriormente casos na República Democrática do Congo, Angola, Maláui, África do Sul, Tanzânia e Zâmbia.

A mpox é uma doença viral zoonótica, identificada pela primeira vez em 1970, na República Democrática do Congo.

A Organização Mundial da Saúde declarou em agosto de 2024, pela segunda vez, a mpox como uma Emergência de Saúde Pública de Interesse Internacional, em virtude do aumento do número de casos, óbitos e expansão geográfica, recorda o Ministério da Saúde moçambicano.







Fonte: sapo.pt                         Link: https://www.sapo.pt/noticias/atualidade/sobe-para-cinco-o-numero-de-casos-de-mpox-do-_68743c40fb76ae5835d61b0b
Título: Re: Varíola dos macacos em Portugal
Enviado por: Nandito em 05/09/2025, 21:17
OMS anuncia que mpox deixou de ser uma emergência de saúde pública

Por Executive Digest com Lusa 17:05, 5 Set 2025

(https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2024/08/mpox-900x450.jpg)

A mpox, causada por um vírus da mesma família da varíola, já não é uma emergência internacional de saúde pública, anunciou hoje o responsável da Organização Mundial da Saúde (OMS), citando o declínio no número de mortes e casos.

“Há mais de um ano, declarei a disseminação da mpox em África como uma emergência de saúde pública de interesse internacional, com base no parecer de um comité de emergência”, mas na quinta-feira o comité decidiu que já não era assim e “aceitei esse parecer”, disse Tedros Adhanom Ghebreyesus numa conferência de imprensa.

“Esta decisão baseia-se no declínio sustentado do número de casos e de mortes na República Democrática do Congo (RDCongo) e em outros países afetados, incluindo o Burundi, a Serra Leoa e o Uganda”, disse.


O diretor-geral da OMS explicou que os especialistas compreendem agora também melhor as vias de transmissão e os fatores de risco. Além disso, “a maioria dos países afetados desenvolveu uma capacidade de resposta sustentável”, observou.

Mas alertou que o levantamento do alerta “não significa que a ameaça tenha terminado”, nem que a resposta da OMS cessará.

A mpox manifesta-se principalmente com febre alta e o aparecimento de lesões cutâneas, denominadas vesículas.

Identificada pela primeira vez na RDCongo em 1970, a doença esteve durante muito tempo confinada a cerca de dez países africanos.

Tem dois subtipos, o clado 1 e o clado 2. O vírus, há muito endémico na África Central, ultrapassou fronteiras em maio de 2022, quando o clado 2 se espalhou pelo mundo, afetando sobretudo homens que têm sexo com homens.





Fonte: executivedigest.sapo.pt                    Link: https://executivedigest.sapo.pt/noticias/oms-anuncia-que-mpox-deixou-de-ser-uma-emergencia-de-saude-publica/?utm_source=SAPO_HP&utm_medium=web&utm_campaign=destaques#goog_rewarded