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Autor Tópico: Varíola dos macacos em Portugal  (Lida 1273 vezes)

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Online Nandito

Re: Varíola dos macacos em Portugal
« Responder #30 em: 08/09/2022, 16:18 »
 
Monkeypox: EUA confiantes de que surto está em declínio mas ainda não há fim à vista


Por Filipe Pimentel Rações   em 13:05, 8 Set 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt    

O governo norte-americano considera que o surto de varíola dos macacos, ou monkeypox, está em trajetória decrescente e que as campanhas e vacinação estão a surtir um efeito positivos. Contudo, ainda não é possível vislumbrar um fim para a onda de contágios.

Demetre Daskalakis, coordenador-adjunto do programa de resposta à monkeypox da Casa Branca, afirmou que já foram administradas mais de 460 mil doses de vacina contra o vírus e garantiu que haverá um reforço da vacinação nas próximas semanas em festivais LGBT.

“O nosso objetivo é controlar este surto nos EUA”, afirmou, adiantando que “podemos ver fortes progressos” nos esforços de vacinação. “Agora que o fornecimento já não é um problema, precisamos de garantir que nos focamos em manter a procura”.

De salientar que os EUA são o país com o maior número de casos confirmados de infeção por monkeypox a nível mundial, com mais de 21 mil casos, sendo que 98% são homens.

Relata a ‘AP News’ que o número de infeções tem vindo a diminuir, depois de ter atingido um pico a 22 de agosto, com 870 casos identificados num só dia.

Contudo, o governo norte-americano alerta para disparidades raciais no que toca ao impacto do contágio, sendo que, apesar de o número de casos ter vindo a diminuir entre homens caucasianos, entre a população afroamericana tem vindo a subir. Dados oficiais apontam que na última semana foi registado um aumento de cerca de 38% do número de infeções entre homens negros.

Também os latinos são uma das fatias sociais mais afetadas, representando perto de um terço do total de casos confirmados.

Amesh Adalja, especialista do Centro John Hopkins para a Segurança Sanitária, afirma que “isso mostra-nos que precisamos de fazer uma grade recalibração das intervenções”.

Ainda assim, a Casa Branca acredita que a estratégia de vacinação e informação tem funcionado.

Esta quarta-feira, Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), afirmou que “continuamos a ver uma tendência de diminuição na Europa”, mas que apesar da queda relatada na semana passada no continente americano, “é difícil extrair conclusões firmes sobre a epidemia nessa região”.

“Alguns países nas Américas continuam a reportar números crescentes de casos de monkeypox”, apontou o responsável, adiantando que em alguns territórios dessa região os números podem ser ainda maiores, “devido ao estigma e à discriminação”.

Tedros avisa que “a tendência de diminuição pode ser o tempo mais perigoso, se abrir a porta à complacência”.







Fonte: multinews.sapo.pt                        Link: https://multinews.sapo.pt/atualidade/monkeypox-eua-confiantes-de-que-surto-esta-em-declinio-mas-ainda-nao-ha-fim-a-vista/
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Online Nandito

Re: Varíola dos macacos em Portugal
« Responder #31 em: 09/09/2022, 09:31 »
 
Número de casos de Monkeypox confirmados em Portugal sobe para 898

N.N./Lusa
9 set 2022 08:27



Fonte de imagem: lifestyle.sapo.pt

O número de casos confirmados de infeção pelo vírus Monkeypox em Portugal subiu para 898, mais 27 do que o total registado na última semana, anunciou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS).

“Todas as regiões de Portugal continental e a Região Autónoma da Madeira reportaram casos, dos quais 641 (77%) na região de saúde de Lisboa e Vale do Tejo”, adiantou a DGS na atualização semanal sobre a evolução da doença no país.

De acordo com a autoridade de saúde, até quarta-feira, foram reportados 831 casos no SINAVEmed (Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica), a maior parte dos quais pertence ao grupo etário entre os 30 e 39 anos (44%).

Segundo os dados da DGS, 99% das infeções foram registadas em homens (823), tendo sido notificados oito casos em mulheres.

A DGS avançou ainda que a recente média de novos casos confirmados de infeção pelo vírus Monkeypox “corrobora a desaceleração observada na notificação e, por aproximação, da transmissão da infeção”.

Em 16 de julho foi iniciada a vacinação dos primeiros contactos próximos e, até ao último domingo, tinham sido vacinadas 400 pessoas, adiantou ainda o departamento liderado por Graça Freitas, ao referir que continuam a ser identificados e orientados para esse processo os contactos elegíveis nas diferentes regiões do país.

De 01 de janeiro a 07 de setembro, foram reportados à Organização Mundial da Saúde 54.707 casos confirmados e 397 casos prováveis de infeção humana pelo vírus VMPX em 102 países, tendo sido registadas 18 mortes.

De acordo com os dados disponibilizados pela DGS, o número de novos casos reportados no mundo diminuiu 25,5% na semana de 29 de agosto a 04 de setembro, comparativamente com os sete dias anteriores.

Os 10 países com maior número de casos são os Estados Unidos da América (19.833), a Espanha (6.749), o Brasil (5.525), a França (3.646), a Alemanha (3.505), o Reino Unido (3.484), o Peru (1.724), o Canadá (1.289), a Holanda (1.172) e a Colômbia (938), que, no seu conjunto, representam 87,5% das infeções notificadas a nível global.

Os sintomas mais comuns da infeção por Monkeypox são febre, dor de cabeça intensa, dores musculares, dor nas costas, cansaço, aumento dos gânglios linfáticos com o aparecimento progressivo de erupções que atingem a pele e as mucosas.

Uma pessoa que esteja doente deixa de estar infecciosa apenas após a cura completa e a queda de crostas das lesões dermatológicas, período que poderá, eventualmente, ultrapassar quatro semanas.

O vírus Monkeypox transmite-se por contacto físico próximo, nomeadamente com as lesões ou fluidos corporais, ou por contacto com material contaminado, como lençóis, atoalhados ou utensílios pessoais.






Fonte: lifestyle.sapo.pt                       Link: https://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/numero-de-casos-de-monkeypox-confirmados-em-portugal-sobe-para-898-dgs
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Online Nandito

Re: Varíola dos macacos em Portugal
« Responder #32 em: 16/09/2022, 09:04 »
 
Monkeypox: OMS reporta menos casos mas pede aos países para não baixarem a guarda

Por MultiNews com Lusa   em 19:03, 14 Set 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O diretor geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus, destacou esta quarta-feira que o número de novos casos de monkeypox continua a baixar a nível global, advertindo que não é o momento para “relaxar ou baixar a guarda”.

“Países e comunidades afetados devem continuar a trabalhar e os profissionais de saúde continuam a precisar de apoio para diagnosticar e tratar novos casos, assim como para evitar infeções”, sublinhou Tedros Ghebreyesus.

Na última semana, confirmaram-se 3.400 novos casos, dos mais de 58.000 diagnosticados desde o início do surto, face ao qual a OMS declarou uma emergência internacional em julho.

Os Estados Unidos reportaram 1.600 destes novos casos semanais, seguidos do Brasil (500), do México (280) e do Peru (210), enquanto na Europa, onde se registaram as primeiras infeções em abril, Espanha foi o país com mais casos diagnosticados (quase 200), de acordo com os dados atualizados pela OMS.

Durante o surto, confirmaram-se 22 mortes, das quais 14 em África, continente onde a doença é endémica há décadas nas regiões central e ocidental.

Os países com mais casos acumulados desde o início do surto sãos os Estados Unidos (mais de 21.000), Espanha (6.900) e Brasil (6.000). Portugal registou pelo menos 898 casos.

Tedros Ghebreyesus pediu hoje esforços especiais para a sequenciação em laboratório de genomas do vírus que causa a doença, para se “entender melhor como está a evoluir”.





Fonte: multinews.sapo.pt                     Link: https://multinews.sapo.pt/atualidade/monkeypox-oms-reporta-menos-casos-mas-pede-aos-paises-para-nao-baixarem-a-guarda/
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Online Nandito

Re: Varíola dos macacos em Portugal
« Responder #33 em: 16/09/2022, 10:11 »
 
Monkeypox: vacinação preventiva e de pós-contacto vai avançar em Portugal, indica DGS

Por Revista de Imprensa   em 09:31, 16 Set 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Portugal vai avançar com a vacinação mista da varíola dos macacos (monkeypox) – tanto de forma preventiva como de pós-contacto com um caso suspeito ou confirmado -, indicou esta sexta-feira o jornal ‘Público’, segundo confirmação da Direção-Geral da Saúde (DGS). Não está claro quem será elegível para a vacinação mas a DGS garantiu que vai publicar brevemente a norma que delimita quem pode ser vacinado proventivamente e como será administrada a vacinação intradérmica, o que vai permitir um aumento em até cinco vezes das doses disponíveis.

“Para além disso estão a ser atualizadas as condições de operacionalização/disponibilização e equidade na gestão da reserva limitada de vacinas para a abordagem da vacinação preventiva e respetiva definição dos critérios de elegibilidade, adicionalmente à vacinação pós-exposição”, indicou a DGS no site oficial.

Portugal recebeu 2.700 doses da primeira ação de compra conjunta de vacinas pela Comissão Europeia e, no início deste mês, foi oficializado mais um contrato para a compra de 170 mil doses de vacinas, embora ainda não tenha sido descortinada a distribuição da mesma pelos Estados-membros.

Com quase 60 mil casos confirmados em todo o mundo, a maioria em países onde o vírus não está habitualmente presente, a tendência mantém-se decrescente na Europa – apesar das preocupações com o continente americano. Portugal mantém a tendência de queda que evidencia desde meados de agosto, com mais 10 casos confirmados ao longo da última semana (908 no total, desde o início do surto).






Fonte: multinews.sapo.pt                      Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/monkeypox-vacinacao-preventiva-e-de-pos-contacto-vai-avancar-em-portugal-indica-dgs/
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Online Nandito

Re: Varíola dos macacos em Portugal
« Responder #34 em: 17/09/2022, 10:38 »
 
DGS vai avançar com a vacinação preventiva contra a Monkeypox

16.09.2022 às 11h36


Fonte de imagem: Lusa

Mais de 400 pessoas foram vacinadas contra a Monkeypox nos últimos dois meses em Portugal, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS), que vai avançar com a administração de doses reduzidas para abranger mais pessoas.

A vacinação pós-exposição iniciou-se em 16 de julho em Portugal, com um total de 437 vacinados até 12 de setembro de 2022, estando a DGS a discutir e a rever a norma “Abordagem de casos de infeção humana por vírus Monkeypox”, para enquadramento da administração de doses reduzidas, de acordo com novas orientações da Agência Europeia do Medicamento (EMA, sigla em inglês).

Na norma atualizada na quinta-feira à noite, a DGS refere que estão também a ser atualizadas “as condições de operacionalização/disponibilização e equidade na gestão da reserva limitada de vacinas para a abordagem da vacinação preventiva e respetiva definição dos critérios de elegibilidade, adicionalmente à vacinação pós-exposição”.

A EMA considera que a vacina autorizada na União Europeia contra a Monkeypox pode ser administrada também como injeção intradérmica numa dose mais baixa, permitindo multiplicar por cinco vezes as doses existentes.

Até agora, a vacina tem sido apenas administrada a pessoas que tiveram contactos de risco e o objetivo é vacinar preventivamente outros grupos que irão ser definidos pela DGS e que poderão abranger os profissionais do sexo, as pessoas que fazem PREP – Profilaxia Pré-Exposição ao VIH e profissionais de saúde.

No que diz respeito à abordagem clínica de grávidas confirmadas com infeção por Monkeypox, a DGS refere que têm de ser seguidas em consulta de alto risco de obstetrícia em hospital de apoio perinatal diferenciado, que implica procedimentos específicos de vigilância da gravidez e monitorização fetal.

“Pode justificar seguimento em ambulatório se a situação clínica for estável” e no caso de haver agravamento de sintomas a grávida deve ser internada.

A autoridade de saúde refere que é considerado contacto próximo, a pessoa que refere ter sido exposta diretamente a lesões cutâneas, mucosas ou a fluidos corporais (sangue, urina, fezes, vómito, expetoração, entre outros) ou ainda a materiais, utensílios ou objetos contaminados, assim como partilha do mesmo espaço físico que não garanta afastamento físico superior a um metro de distância com caso suspeito, provável ou confirmado, sem proteção adequada.

Nos profissionais de saúde considera-se contacto próximo quando este ocorre sem a utilização de equipamento de proteção individual indicado ao tipo de exposição de acordo com as medidas de prevenção e controlo de infeção.

“São considerados contactos não próximos (de baixo risco), por exemplo, indivíduos que tiveram encontros sociais com um caso, que participaram num mesmo evento social ou outro, trabalharam na mesma empresa ou compartilharam o mesmo transporte num contexto de proximidade sem qualquer contacto físico”, refere a DGS.

Os casos suspeitos, prováveis e confirmados não devem doar sangue, células, tecidos, órgãos, leite materno, sémen ou outras substâncias de origem humana até nova indicação das autoridades nacionais e europeias sobre o período de tempo em que se aplicam estas recomendações, salienta.

Os últimos dados da DGS, divulgados a 08 de setembro, contabilizam 898 casos confirmados em Portugal, dos quais oito em mulheres.

HN // ZO






Fonte: visao.sapo.pt                     Link: https://visao.sapo.pt/visaosaude/2022-09-16-dgs-vai-avancar-com-a-vacinacao-preventiva-contra-a-monkeypox/

« Última modificação: 17/09/2022, 10:47 por Nandito »
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Online Nandito

Re: Varíola dos macacos em Portugal
« Responder #35 em: 20/09/2022, 15:08 »
 
Monkeypox: DGS define grupos prioritários para vacinação preventiva

MadreMedia / Lusa
20 set 2022 15:02



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

Homens que têm sexo com homens, mulheres e pessoas trans, em profilaxia pré-exposição para o VIH e profissionais de saúde com elevado risco de exposição ao vírus Monkeyox são alguns dos grupos abrangidos para a vacinação preventiva.

Os grupos elegíveis para a vacinação preventiva foram definidos pela Direção-geral da Saúde na norma relativa à vacinação humana por vírus Monkeypox, hoje atualizada e divulgada, e envolvem “pessoas com risco acrescido” de contrair a infeção.

Passam a ser elegíveis para vacinação homens que têm sexo com homens (HSH), mulheres e pessoas trans, em tratamento preventivo contra o vírus da imunodeficiência humana (PrEP para VIH) e diagnóstico de, pelo menos, uma infeção sexualmente transmissível (IST) nos últimos 12 meses, refere a DGS.

Fazem também parte destes grupos HSH que vivam com VIH e diagnóstico de pelo menos uma infeção sexualmente transmissível (IST) nos últimos 12 meses, HSH e pessoas trans envolvidas em sexo comercial, homens que fazem sexo com homens com imunossupressão grave.

Os profissionais de saúde, com elevado risco de exposição, envolvidos na colheita e processamento de produtos biológicos de casos de infeção, também fazem parte da estratégia de vacinação preventiva, segundo a norma da DGS.

De acordo com a autoridade de saúde, “a estratégia logística de vacinação preventiva será gerida ao nível de cada região de saúde, após identificação dos cidadãos elegíveis em consulta de especialidade”.






Fonte: 24.sapo.pt                           Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/monkeypox-dgs-define-grupos-prioritarios-para-vacinacao-preventiva
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Online Nandito

Re: Varíola dos macacos em Portugal
« Responder #36 em: 21/09/2022, 16:00 »
 
Monkeypox: DGS define grupos prioritários para vacinação preventiva

Por MultiNews com Lusa   em 14:53, 20 Set 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Homens que têm sexo com homens, mulheres e pessoas trans, em profilaxia pré-exposição para o VIH e profissionais de saúde com elevado risco de exposição ao vírus Monkeyox são alguns dos grupos abrangidos para a vacinação preventiva.

Os grupos elegíveis para a vacinação preventiva foram definidos pela Direção-geral da Saúde na norma relativa à vacinação humana por vírus Monkeypox, hoje atualizada e divulgada, e envolvem “pessoas com risco acrescido” de contrair a infeção.

Passam a ser elegíveis para vacinação homens que têm sexo com homens (HSH), mulheres e pessoas trans, em tratamento preventivo contra o vírus da imunodeficiência humana (PrEP para VIH) e diagnóstico de, pelo menos, uma infeção sexualmente transmissível (IST) nos últimos 12 meses, refere a DGS.

Fazem também parte destes grupos HSH que vivam com VIH e diagnóstico de pelo menos uma infeção sexualmente transmissível (IST) nos últimos 12 meses, HSH e pessoas trans envolvidas em sexo comercial, homens que fazem sexo com homens com imunossupressão grave.

Os profissionais de saúde, com elevado risco de exposição, envolvidos na colheita e processamento de produtos biológicos de casos de infeção, também fazem parte da estratégia de vacinação preventiva, segundo a norma da DGS.

De acordo com a autoridade de saúde, “a estratégia logística de vacinação preventiva será gerida ao nível de cada região de saúde, após identificação dos cidadãos elegíveis em consulta de especialidade”.






Fonte: multinews.sapo.pt                    Link: https://multinews.sapo.pt/atualidade/monkeypox-dgs-define-grupos-prioritarios-para-vacinacao-preventiva/

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Online Nandito

Re: Varíola dos macacos em Portugal
« Responder #37 em: 21/09/2022, 16:02 »
 
Monkeypox: Doença pode causar problemas neurológicos como inflamação cerebral e distúrbios de humor, alertam investigadores

Por Francisco Laranjeira   em 07:30, 21 Set 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O surto global da varíola dos macacos (ou monkeypox) e a campanha de vacinação em curso podem levar a uma série de problemas neurológicos, como dores nos nervos, convulsões, inflamação cerebral e distúrbios de humor, como ansiedade e depressão, alertou um grupo de cientistas numa revisão de pesquisa publicada esta terça-feira no ‘JAMA Neurology’, no qual foram pedidas mais pesquisas sobre uma doença mal compreendida.

Segundo os especialistas, num artigo revisto por pares, problemas como dores nos nervos, convulsões, encefalite – inflamação cerebral – e distúrbios do humor, incluindo ansiedade e depressão, são complicações bem documentadas de infeções por vírus como a varíola, que estão intimamente relacionados com a monkeypox.

Embora tenham sido relatados poucos problemas neurológicos importantes durante o surto global de varíola dos macacos, os pesquisadores alertaram que “são esperadas complicações semelhantes” em pacientes com monleypox e pediram vigilância apertada aos médicos. As pessoas com um sistema imunológico comprometido estão particularmente em risco pois o vírus do monkeypox pode persistir no corpo por mais tempo e invadir o sistema nervoso, apontaram os cientistas.

Dado o grande número de pessoas que agora recebem vacinas contra a varíola dos macacos para conter o surto, os médicos também devem estar atentos a complicações neurológicas das injeções, acrescentaram os investigadores.

As vacinas mais antigas usadas contra a varíola, que também podem ser usadas contra a varíola dos macacos, utilizam outro vírus relacionado, vaccinia, para provocar imunidade e estão associadas a um conjunto de efeitos colaterais potencialmente graves e bem documentados.

Embora mais novas e mais seguras do que as vacinas anteriores – além de usar um vírus inativado em vez de vivo –, os investigadores sublinharam que os médicos devem estar atentos a quaisquer reações adversas à vacina Jynneos que está a ser usada em campanhas de vacinação atuais.

Até 14 de setembro tinham sido detetados 62.406 casos positivos de monkeypox em todo o mundo em 2022 – um terço, quase 24 mil, foram registados nos Estados Unidos. O número de casos positivos tem, contudo, diminuído nas últimas semanas, embora não seja ainda claro se a queda se deva à vacinação ou à mudança de comportamento em resposta ao surto.






Fonte: multinews.sapo.pt                         Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/monkeypox-doenca-pode-causar-problemas-neurologicos-como-inflamacao-cerebral-e-disturbios-de-humor-alertam-investigadores/
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Online Nandito

Re: Varíola dos macacos em Portugal
« Responder #38 em: 22/09/2022, 21:06 »
 
Número de casos de Monkeypox confirmados em Portugal sobe para os 917

MadreMedia / Lusa
22 set 2022 20:03



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

O número de casos confirmados de infeção pelo vírus Monkeypox em Portugal subiu para 917, mais nove do que o total registado na última semana, anunciou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS).

“Todas as regiões de Portugal continental e a Região Autónoma da Madeira reportaram casos, dos quais 654 (77,5%) na região de saúde de Lisboa e Vale do Tejo”, adiantou a DGS na atualização semanal sobre a evolução da doença no país.

De acordo com a autoridade de saúde, até quarta-feira, foram reportados 845 casos no SINAVEmed (Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica), a maior parte dos quais pertence ao grupo etário entre os 30 e 39 anos (44%).

Segundo os dados da DGS, 99% das infeções foram registadas em homens (837), tendo sido notificados oito casos em mulheres.

A DGS avançou ainda que a recente média de novos casos confirmados de infeção pelo vírus Monkeypox “corrobora a desaceleração observada na notificação e, por aproximação, da transmissão da infeção”.

Quanto à vacinação pós-exposição, a autoridade de saúde adiantou que, desde de 16 de julho, 479 pessoas já foram vacinadas, continuando a ser identificados e orientados para vacinação os elegíveis nas diferentes regiões.

Na terça-feira, a DGS atualizou a norma, passando a prever também a vacinação preventiva para grupos com risco acrescido para a infeção pelo vírus VMPX.

“A vacinação preventiva será operacionalizada nas diferentes regiões do país de acordo com os aspetos técnicos e organizacionais implementados, visando a gestão adequada da disponibilidade, local de administração e utilização das vacinas”, adiantou hoje a DGS.

Segundo a DGS, a estratégia de vacinação contra a Monkeypox pretende reduzir a disseminação e gravidade da infeção com o número de vacinas disponível, que é atualmente muito limitado.

Os sintomas mais comuns da infeção por Monkeypox são febre, dor de cabeça intensa, dores musculares, dor nas costas, cansaço, aumento dos gânglios linfáticos com o aparecimento progressivo de erupções que atingem a pele e as mucosas.

Uma pessoa que esteja doente deixa de estar infecciosa apenas após a cura completa e a queda de crostas das lesões dermatológicas, período que poderá, eventualmente, ultrapassar quatro semanas.

O vírus Monkeypox transmite-se por contacto físico próximo, nomeadamente com as lesões ou fluidos corporais, ou por contacto com material contaminado, como lençóis, atoalhados ou utensílios pessoais.






Fonte: 24.sapo.pt                    Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/numero-de-casos-de-monkeypox-confirmados-em-portugal-sobe-para-os-917
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