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Autor Tópico: Tutela reafirma necessidade de Hospital Central no Algarve  (Lida 453 vezes)

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Tutela reafirma necessidade de Hospital Central no Algarve


O secretário de Estado Adjunto e da Saúde reafirmou hoje a importância da construção do Hospital Central do Algarve, já que “não há resposta suficiente” do Serviço Nacional de Saúde (SNS) na região.
Não há resposta suficiente do SNS no Algarve”, afirmou hoje Manuel Pizarro numa conferência de imprensa, em Lisboa, justificando assim a diminuição em 8,2 por cento do número de cirurgias realizadas na região entre 2009 e 2010.

De acordo com o relatório do Sistema Informático de Gestão da Lista de Inscritos para Cirurgia (SIGLIC), hoje apresentado, no país o número de cirurgias tem vindo a crescer: em 2006 realizaram-se 345.321 operações, número que subiu para 475.293 em 2009 e para 482.928 em 2010, um aumento de 39,8 por cento em cinco anos.

No entanto, em 2010, foram feitas 16.926 operações no Algarve, menos 8,2 por cento do que no ano anterior.

O secretário de Estado salientou a importância da construção do Hospital Central do Algarve para contrariar estes dados.

A ministra da Saúde, Ana Jorge, disse em dezembro passado esperar ter “luz verde” para a construção do Hospital Central do Algarve no início deste ano, porque representa uma “mais-valia para a saúde” e permitirá conter custos.

As regiões Centro e de Lisboa e Vale do Tejo também registaram uma diminuição no número de cirurgias efetuadas em 2010, de 2,1 e 1,3 por cento, respectivamente.

Nestes casos, Manuel Pizarro acredita que as diminuições se registaram porque os números atuais estão “perto da resposta adequada”.

O relatório do SIGLIC refere também que a atividade cirúrgica em oncologia baixou pela primeira vez em 2010 em relação aos últimos cinco anos. Em 2006 realizaram-se 29.727 cirurgias oncológicas, número que subiu para 40.833 em 2009 e baixou para 39.309 no ano passado.

Os dados indicam que, em 2010, foram operados 25.274 doentes nos hospitais convencionados, contra 13.842 em 2006.

A tutela não tem ainda uma justificação para este decréscimo.

“Também nos interrogamos sobre isso e vamos estudar o assunto. Provavelmente atingimos o ‘plateau’ da lista para operar e nos próximos anos haverá apenas pequenas flutuações”, afirmou Manuel Pizarro.

Diário Digital / Lusa




 

 



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