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Autor Tópico: Associação Portuguesa de Leucemias e Linfomas faz 10 anos  (Lida 645 vezes)

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A Associação Portuguesa de Leucemias e Linfomas (APLL) defendeu ontem um "acesso igualitário" às terapêuticas mais avançadas a todos os doentes, em "todos os hospitais, independentemente da gestão ser privada ou não".

A Associação Portuguesa de Leucemias e Linfomas (APLL) defendeu ontem um "acesso igualitário" às terapêuticas mais avançadas a todos os doentes, em "todos os hospitais, independentemente da gestão ser privada ou não".
O apelo da associação surge numa altura em que assinala os 10 anos de existência (27 de Abril) a apoiar doentes com linfoma, leucemia e mieloma múltiplo, que não são das doenças oncológicas mais frequentes mas "quando surgem têm um enorme impacto na vida dos doentes e seus familiares".
Actualmente, o linfoma afecta entre 2.000 a 3.000 portugueses. A leucemia tem números idênticos e no caso do mieloma múltiplo surgem 400 novos casos por ano, o que equivale a 4/5 por 100 mil.
Herlander Marques (hemato-oncologista) e co-fundador da APLL, adiantou à Lusa que tèm sido registados "avanços terapêuticos imoirtantes" e que tem melhorado muito o prognóstico nos últimos anos. "Em Portugal, nós temos conseguido acompanhar esses avanços e fazer tratamentos semelhantes aos que se fazem no resto da Europa e EUA", alertando que, nestas doenças, não se consegue fazer diagnóstico precoce. Uma vez diagnosticada a doença, "interessa que os doentes consigam ultrapassar a fase do tratamento e que o impacto do diagnóstico e do tratamento seja melhor suportado pelo doente e pela respectiva familia".
E nesse sentido a associação tem um papel importante: "Os medicamentos são muito caros e têm elevados níveis de toxicidade que impedem as pessoas de trabalhar e que obrigam algum dos seus familiares a deixar o emprego para lhes dar a assistência necessária". Segundo Herlander Marques, a associação apoia os doentes mais carenciados na compra dos medicamentos de ambulatório. Uma das lutas da associação passa pela "nivelação" no direito às baixas médicas remuneradas por um período superior a três anos, enquanto os doentes estiverem em tratamento. Inicialmente os sintomas podem confundir-se facilmente com outras doenças. Actualmente com mais informação, a maioria dos pacientes chega à Oncologia numa fase mais precoce da doença.


Fonte:Açoriano Oriental
 

 



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