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Estes Bulldogs Franceses nasceram com um problema na boca. Foram resgatados por um miúdo igual
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Tópico: Estes Bulldogs Franceses nasceram com um problema na boca. Foram resgatados por um miúdo igual (Lida 244 vezes)
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Nandito
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Estes Bulldogs Franceses nasceram com um problema na boca. Foram resgatados por um miúdo igual
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em:
23/06/2025, 19:31 »
Estes Bulldogs Franceses nasceram com um problema na boca. Foram resgatados por um miúdo igual
23/06/2025 às 13:31
texto - Mariana Melo
Vão ficar bem
Os patudos têm má formações no palato, que poderia comprometer a sua capacidade de sobreviver.
O
nascimento de Violet e Dash, dois cachorrinhos da raça Bulldog Francês, alarmou os veterinários que auxiliaram o parto, quando se deram conta de que os patudos tinham um problema que comprometeria a sua capacidade de comer, e consequentemente de sobreviver.
A sua salvadora não podia deixar os patudos sozinhos — afinal, ela própria tem um filho com a mesma condição.
Kelly
Sayer
é técnica de veterinária desde os 17 anos, utilizando as suas capacidades para ajudar os animais que precisam dentro e fora da clínica. A norte americana tinha por hábito ser FAT (Família de Acolhimento Temporário), mas desistiu da atividade temporariamente, quando Landon, o seu segundo filho, nasceu com uma fenda palatina — uma má formação que causa uma abertura no céu da boca, impedindo a separação adequada entre as cavidades oral e nasal.
Quando Landon fez quatro anos, Kelly decidiu retomar os deveres de FAT, com o objetivo de ajudar os animais, e de “ter coisas entusiasmantes a acontecer em casa”, conta ao The
Dodo
. A assistente de veterinária optou por dedicar-se a uma causa em particular: animais com fendas palatinas.
A presença dos cães fez com que o filho mostrasse o seu lado mais gentil, atraindo os patudos de uma forma natural. “Adoro ajudá-los. É muito bom vê-los felizes e eventualmente a arranjarem casas”, afirma Landon. A chegada de Violet e Dash seguiu a mesma tendência, com a criação de um laço genuíno.
Os bebés nasceram na clínica onde Kelly trabalha, através de uma cesariana, e as suas condições foram óbvias assim que chegaram. Violet tem uma fenda palatina parcial e um lábio leporino (que designa a abertura no lábio superior), e Dash tem uma fenda completa. Estas características significariam que os cachorros não conseguiriam alimentar-se, precisando de ajuda para sobreviver.
A tutora temporária levou os patudos para casa, mantendo-os numa incubadora durante as primeiras semanas, ciente da possibilidade de que os patudos não sobrevivessem.
“Eles eram muito pequenos. Do tamanho de um rato. Senti-me muito nervosa. Pensei “ok, aqui vamos nós. Se tudo correr bem, vão ambos conseguir””
, afirma Kelly.
As primeiras semanas foram particularmente intensas. Os patudos precisavam de comer de duas em duas horas, e a tutora certificou-se ainda de que mamavam em chuchas e mamilos de borracha, para estimular os músculos do maxilar. Felizmente, Dash e Violet cresceram fortes, e com três semanas puderam finalmente sair da incubadora. A patuda ficou maior mais rápido, vencendo o irmão, que se manteve “mais pequenos e mais reservado”, mas saudável, ainda assim.
A técnica avançou existir um problema cada vez mais flagrante de Bulldogs
Franceses
com problemas de saúde, em nome de tentar conseguir cores e características raras. “Mudámos tanto a raça ao longo dos anos e fizemos com que eles não conseguissem respirar. Têm problemas de coluna, e vários problemas que fazem com que isto seja ético. Enquanto sociedade, temos de olhar bem para o que estamos a fazer”, avançou.
Os patudos estão agora com três meses, e continuam a crescer e a tornar-se mais fortes e independentes. Assim que estejam prontos, seguirão para adoções definitivas.
Carregue no link em baixo para ver na galeria e para conhecer Dash e Violet.
Fonte de imagem: pit.nit.pt
Fonte: pit.nit.pt Link:
https://pit.nit.pt/animais/estes-bulldogs-franceses-nasceram-com-um-problema-na-boca-foram-resgatados-por-um-miudo-igual
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