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Autor Tópico: Intoxicação alimentar já matou cinco cavalos numa coudelaria de Redondo  (Lida 629 vezes)

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Offline kiko

 
Cinco cavalos de uma coudelaria de Redondo, em Évora, morreram nos últimos dias devido a uma intoxicação alimentar que a proprietária, a cavaleira tauromáquica Joana Andrade, suspeita ter origem numa ração consumida pelos animais.

Joana Andrade adianta que o problema começou no passado domingo, tendo já morrido cinco cavalos, “os cinco melhores” e que outros nove “estão afectados”, apresentando “problemas de saúde” pelo mesmo motivo.

Pelas autópsias, diz, “está confirmado” que a morte dos animais resultou de uma “intoxicação alimentar”. A cavaleira, que diz ter a próxima temporada tauromáquica “comprometida”, adianta que as análises feitas aos seus cavalos nos últimos dias apresentaram “níveis de sangue alterados”, aguardando, agora, as “análises à ração para comprovar” que foi pelo consumo deste produto que os cavalos morreram. “Os animais não comeram mais nada no domingo, dia em que tudo começou”, salienta.

As contas aos prejuízos ainda não estão feitas, mas a cavaleira admite que serão elevados, tanto em termos materiais como para a coudelaria.

O que se está a passar na sua quadra de cavalos, sedeada em Redondo, não é um caso isolado no seio dos produtores desta raça, diz. Na segunda-feira, morreu em Almeirim, Santarém, um outro cavalo, pertencente ao colega de profissão Jorge de Almeida, com “os mesmos sintomas”.

De acordo com a cavaleira, uma outra montada, pertencente a um cavaleiro que pratica a modalidade de Equitação do Trabalho e Dressage, residente na Golegã, também morreu, apresentando os mesmos sintomas.

“A ração que todos estes cavalos afectados comeram é do mesmo tipo, da mesma fábrica e do mesmo lote”, acrescenta.

Joana Andrade adianta que a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) já esteve em sua casa e na de Jorge de Almeida a “recolher análises”, tendo esta entidade ficado na posse das restantes sacas de ração que a cavaleira guardava através da “execução de uma providência cautelar”.
 

 



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