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Autor Tópico: Portugueses fiéis aos seus animais de estimação apesar da crise  (Lida 826 vezes)

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Portugueses fiéis aos seus animais de estimação apesar da crise

LISBOA – A GfK analisou o comportamento dos portugueses face aos seus animais de estimação, num momento de crise, e os resultados são animadores. Face ao ano transacto verifica-se um aumento de dois por cento do número de lares com cães, com especial incidência nos mais numerosos. São ainda evidentes outras alterações, como as raças, o tipo de alimentação que é dada aos animais e o seu local de compra, revela estudo regular GfKTrack2Pets.

Actualmente metade dos lares portugueses possui, pelo menos, um animal de estimação. Os lares mais numerosos mantêm-se como os que tendem a ter mais animais de estimação (mais de 50 por cento dos lares com 4 ou mais indivíduos possuem pelo menos um animal de estimação).

Os cães continuam a ser o animal de estimação mais predominante, estando presentes em 34 por cento dos lares portugueses (o que corresponde a 68 por cento dos lares com animais de estimação). Gatos e pássaros estão presentes em 17 e 8 por centos dos lares, respectivamente. Em 17 por cento dos lares convivem em simultâneo cães e gatos, sendo este valor equivalente ao registado em 2011.

Em termos do “bilhete de identidade” dos animais de estimação observam-se algumas diferenças entre os cães e gatos. Ao nível de raças, no caso dos gatos a predominância é rafeiros (80 por cento) e no caso dos cães há uma distribuição equitativa: 50 por cento são cães de raça – um indicador que aumentou ligeiramente face a 2011. Ao nível da idade, a idade média dos cães como animal de estimação ronda os 5 anos, enquanto os gatos têm uma média de idade de 3,5 anos.

Também ao nível dos cuidados de saúde com os animais observam-se comportamentos distintos: 79 por cento dos donos de cães costumam levá-los ao veterinário (sendo que destes 89 por cento vão pelo menos uma vez por ano). Este comportamento é distinto para os gatos já que apenas 51 por cento dos donos de gatos costumam levá-los ao veterinário (sendo que destes 70 por cento vão pelo menos uma vez por ano).

Esta diferença de cuidados com a saúde dos cães e gatos é também visível ao nível dos gastos financeiros: no caso dos cães este tipo de cuidados consome uma fatia de 30 por cento do total dos gastos com os mesmos (vs. 24% em 2011), nos gatos, os cuidados de saúde representam apenas 22 por cento do total dos gastos.

Relativamente à alimentação, os padrões de comportamento já tendem a ser mais semelhantes. Observa-se um aumento ligeiro da compra de comida manufacturada, sendo este aumento mais relevante na alimentação seca, que é adquirida por 85 por cento dos donos de cães e 81 por cento dos donos de gatos. Contudo, é de realçar que a compra de comida manufacturada tende a ser, cada vez mais, realizada nas grandes superfícies (hipers e supermercados) em detrimento das lojas da especialidade.

Em sentido contrário, os “restos de comida” apresentam uma redução face a 2011, sendo utilizados por 44 por cento dos lares que possuem cães (vs. 50% em 2011) e 31 por cento dos lares que possuem gatos (vs. 37% em 2011).

Assim, e contrariamente a muitas notícias sobre abandono de animais, o GfKTrack2Pets demonstra que, mesmo em tempos de crise, os Portugueses continuam a manter uma estreita ligação e cuidado com os seus animais de estimação.

Fonte: PT
 

 



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