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Autor Tópico: Veja as histórias de amor de quem adotou cães e gatos idosos ou deficientes  (Lida 984 vezes)

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Offline Oribii

 
Veja as histórias de amor de quem adotou cães e gatos idosos ou deficientes
Giovanny Gerolla

O amor não diminui com o tempo, nem porque uma patinha ou os olhos não funcionam bem. Adotar um cão ou um gato deficiente ou idoso é, muitas vezes, um desafio. Mas essa viagem de descobertas, carinhos e resiliência compensa. Veja como você pode melhor adaptar sua casa para seu novo amigo especial Daniel de Souza Neri/ Arte UOL
Fred apanhou muito e foi atingido na medula. Por isso, precisa de uma cadeirinha de rodas para passear na rua e usa fraldas. Mas é um cão feliz e traz bastante alegria a sua família. "Além da rotina normal e dos custos de um pet saudável, temos que comprar fraldas e tratar infecções urinárias, que ele tem de vez em quando. Gastamos, em média, R$ 300 por mês, incluindo uma ração de boa qualidade", conta Giuliana Stefanini, dona do cãozinho e gerente da Luiz Proteção Animal. Ela revela, porém, que não precisou de mudar a própria rotina, nem na ordem das coisas em casa, porque o Fred fica sozinho, corre e brinca bem.

Arquivo Pessoal/ Montagem UOL

Fred estava magro e maltratado ao ser resgatado. Hoje, ele é um cão ativo e feliz
Tina


A securitária Regiane Maria Rosa conta que quando Tina chegou em sua casa, a decoração e as posições dos móveis se mantiveram, porque a família já tinha tido um cão – que não era deficiente - e o espaço livre já estava pronto. Aos três meses de vida, Tina foi atropelada e perdeu a perna esquerda dianteira. "Ela passou três anos num abrigo e nós a encontramos numa feira de adoção. Ninguém a queria, porque além de ser amputada, ela é pretinha", conta a dona, apaixonada pela vira-lata.


Tina foi atropelada e perdeu uma das patas, mas faz tudo o que faria com as quatro

Tina levou duas semanas para se adaptar ao novo lar. "O fato de ser amputada não altera sua qualidade de vida. Ela desce e sobe escada, corre e brinca. Pula, fica em pé e dá a pata (se desequilibrando um pouco), mas faz tudo que um cão com as quatro patinhas faria", conta Regiane. Além de alegrar a todos, Tina não traz à família nenhum custo extra, além dos gastos básicos com alimentação, veterinário e vacinas.
Porém, os cuidados com o bicho deficiente mudam de acordo com a gravidade da deficiência, segundo a psicóloga e adestradora Naila Fukimoto, da  Cão Cidadão, empresa especializada em adestramento e consultas comportamentais: "É diferente de ter um pet totalmente saudável, mas a vantagem é que cães e gatos se adaptam a tudo. E são rápidos, vivem como se a deficiência não existisse. Até a gente esquece".


fonte:http://mulher.uol.com.br/casa-e-decoracao/noticias/redacao/2015/12/11/veja-as-historias-de-amor-de-quem-adotou-caes-e-gatos-idosos-e-deficientes.htm
 

 



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