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Estudos genéticos revelam que cães já existiam cinco mil anos antes do que se pensava
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Tópico: Estudos genéticos revelam que cães já existiam cinco mil anos antes do que se pensava (Lida 406 vezes)
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Nandito
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Estudos genéticos revelam que cães já existiam cinco mil anos antes do que se pensava
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em:
30/03/2026, 15:28 »
Estudos genéticos revelam que cães já existiam cinco mil anos antes do que se pensava
Green Savers
30 Março 2026 15:02
Estudos genéticos revelam que cães já existiam cinco mil anos antes do que se pensava
Através de análises de ADN antigo, uma equipa de dezenas de investigadores de vários países determinou que os cães estavam já amplamente difundidos na região há 14.300 mil anos, numa altura em que os humanos era ainda caçadores-recoletores e a agricultura não tinha ainda aparecido.
Ossos fossilizados desenterrados em sítios arqueológicos na Europa e na Turquia revelam as evidências genéticas mais antigas encontradas até ao momento da existência de cães (Canis familiaris).
Através de análises de ADN antigo, uma equipa de dezenas de investigadores de vários países determinou que os cães estavam já amplamente difundidos na região há 14.300 mil anos, numa altura em que os humanos era ainda caçadores-recoletores e a agricultura não tinha ainda aparecido. Além disso, sugerem que há pelo menos 16 mil anos que os lobos (Canis lupus) e os cães são dois animais geneticamente distintos.
A descoberta, publicada na revista
‘Nature’
, antecipa em cerca de cinco mil anos o surgimento dos cães, uma vez que, até agora, se pensava que “o melhor amigo do Homem” teria surgido como espécie independentemente do seu antepassado, o lobo, algures há 11 mil anos, no final da última era glacial.
Créditos:
Reconstrução artística de uma comunidade humana de há 15.800 anos no que é hoje a Turquia, com base em vestígios arqueológicos. Crédito: Kathryn Killackey.
Saber quando os cães divergiram dos lobos para se tornarem uma espécie de direito próprio é uma batalha há muito travada pelos cientistas, especialmente porque é difícil distinguir, com uma certeza cientificamente aceitável, ossos de cães dos de lobos nas primeiras fases de domesticação. Quando, no início de uma das relações mais determinantes da história da nossa espécie, os lobos mais dóceis começaram a integrar-se nos espaços humanos, os seus esqueletos eram praticamente indistinguíveis dos lobos “mais selvagens”, e as diferenças nos comportamentos não deixam sinais nos ossos que os arqueólogos possam medir.
“Esta descoberta não só fez recuar em cinco mil anos a evidência direta mais antiga da existência de cães, como também nos mostrou que os cães e os lobos eram claramente distintos, tanto biologicamente como na forma como os humanos interagiam com eles, há pelo menos 16 mil anos”, explica Lachie Scarsbrook, coautor do estudo.
“Isso sugere que a domesticação do cão terá provavelmente acontecido algures durante a última Idade do Gelo, mais de 10 mil anos antes do aparecimento de quaisquer outros plantas ou animais domésticos, o que realmente confirma o seu título como ‘o melhor amigo do Homem’”, acrescenta.
Estes primeiros cães teriam sido geneticamente muito semelhantes uns aos outros e fariam parte de uma população que se expandiu na Europa e na Turquia entre 18.500 e 14 mil anos atrás, à boleia das comunidades humanas das quais faziam parte.
Através de comparações com o ADN de cães modernos, os investigadores descobriram que esses canídeos eram mais próximos dos antepassados de raças atuais da Europa e do Médio Oriente, como os boxers e salukis, do que de raças do Ártico, como os huskies siberianos.
“Ao comparáramos o ADN desses cães antigos com outras populações antigas e modernas, ficámos surpreendidos ao perceber quão próximos os primeiros cães eram uns dos outros, apesar de viverem a mais de 4.000 quilómetros de distância”, salienta Greger Larson, coautor.
A equipa considera que o aparecimento dos primeiros cães foi algo como uma revolução nas sociedades humanas primevas, o que, dizem os investigadores, é sugerido pela disseminação dos canídeos, cujos ossos fossilizados foram encontrados em locais associados a grupos humanos genética e culturalmente distintos. Isso sugere que os cães eram trocados entre comunidades humanas nómadas à medida que elas se deslocavam pela Europa.
Em dois locais na Turquia, os ossos foram encontrados em poços funerários, o que sugere que os cães foram intencionalmente enterrados e alguns foram mesmo enterrados ao lado de humanos. “Isso destaca uma relação próxima e especial entre as pessoas e os cães” logo desde o início do surgimento desses não-humanos, refere Louise Martin, que também assina o artigo.
Não se sabe ainda ao certo o papel que esses primeiros cães teriam nas comunidades humanas, mas os investigadores acreditam que teriam representado uma combinação de cães de caça, de companhia e de guarda.
Fonte: sapo.pt Link:
https://sapo.pt/artigo/estudos-geneticos-revelam-que-caes-ja-existiam-cinco-mil-anos-antes-do-que-se-pensava-69ca82c237985312300c186c
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