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Autor Tópico: Doentes de esclerose múltipla à espera de tratamento  (Lida 726 vezes)

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Offline Sininho

 

Há seis anos que os doentes de esclerose múltipla esperam do Governo o protocolo que permita usar um dos três equipamentos, em Portugal, eficaz em problemas neurológicos. Esta demora é difícil de perceber já que o Ministério da Saúde comparticipou tal máquina.

"Andago" é o nome do aparelho colocado há mais de meia década na unidade de fisioterapia da Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM), destinado a melhorar a condição física dos pacientes com esta doença degenerativa, que afecta entre cinco a 10 mil portugueses.

Apesar de ter sido comparticipado pelo Estado e ser um dos três únicos equipamentos existentes a nível nacional, o Ministério da Saúde continua por convencionar com aquela entidade a forma como os doentes possam aceder ao tratamento. Não por falta de insistência dos responsáveis da SPEM, que conta com 2500 sócios portadores de esclerose múltipla (EM) e familiares.

A denúncia partiu, ontem, quyinta-feira, da directora da SPEM, Manuela Neves, segundo a qual os doentes são encaminhados pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS) para clínicas de fisioterapia convencionadas, onde não obtêm os mesmos benefícios proporcionados pelo "Andago".

"Não conseguimos perceber por que razão os pacientes não usufruem desta máquina, que até doentes de AVC (acidente vascular cerebral) consegue ajudar. Se alguém quiser usá-la, tem de pagar a título particular", explicou, ao JN, após a aterragem, na pista militar de Figo Maduro, em Lisboa, da equipa "Fly for MS" (voar pela esclerose múltipla), que percorreu 28 países, não só sensibilizando as autoridades oficiais, como angariando fundos pela EM.

Por melhorar a mobilidade, o "Andago" é importante perante a significativa demora com que a esclerose múltipla é identificada - já numa fase em que a doença degenerativa colhe a força dos membros superiores e inferiores.

"Pode surgir dos 20 aos 30 anos. A falta de visão ou o cansaço são confundíveis com outras patologias. E sendo jovens e tendo poucos descontos, as pensões são muito baixas e ficam dependentes da família. Já para não referir a falta de apoio destes doentes no Interior", disse Manuela Neves.

in JN online
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