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Autor Tópico: 21 de Setembro: um dia para não esquecer Alzheimer!  (Lida 486 vezes)

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21 de Setembro: um dia para não esquecer Alzheimer!



Todos os anos, a 21 de Setembro, ouvimos falar de Alzheimer com mais intensidade dado ser o dia internacional dedicado a este terrível problema. Como doença associada ao envelhecimento, a Alzheimer afecta um número cada vez maior de pessoas por todo o mundo uma vez que a esperança média de vida tem vindo aumentar. Convém lembrar que se trata, na sua grande maioria ( 90% dos casos), de uma doença que surge de forma esporádica, isto é, sem uma componente genética definida.
Em Portugal, a doença de Alzheimer afecta mais de 70 000 pessoas mas atinge muitos milhões por todo o mundo. Dados epidemiológicos apontam para quatro casos em cem indivíduos com mais de 65 anos. Este número sobe para uns assustadores 47 por centena de pessoas com mais de 85!

Trata-se, pois, de uma questão grave que, infelizmente, bate à porta de muitos de nós. É uma doença terrível, caracterizada principalmente por dificuldades de memória e problemas cognitivos que vão muito para além dos normais esquecimentos do dia-a-dia que todos experimentamos. O vulgar “onde deixei as chaves?” não é motivo para alarme.

Alzheimer e Parkinson



Não devemos confundir Alzheimer com Parkinson, outra doença neurodegenerativaassustadora mas com características muito diferentes. Nesta, as principais manifestações são motoras, como tremor em repouso, rigidez muscular e dificuldade em iniciar movimentos.

A doença de Alzheimer tem este nome por ter sido descrita pelo médico Alemão, Alois Alzheimer em 1906. Depois da sua descrição, o nosso conhecimento evoluiu tremendamente mas ainda não nos permitiu curar a doença. Infelizmente temos até muito poucas “armas” para a cruzada contra esta patologia e precisamos ainda de muita investigação nesta área.

Sabemos que as características principais da enfermidade incluem a morte de neurónios de zonas específicas do cérebro e a acumulação de proteínas em aglomerados conhecidos como placas amilóide e tranças neurofibrilhares. Mas não sabemos ao certo o que mata os neurónios nem o que causa exactamente a acumulação deste “lixo” proteico…

Para além disso, temos ainda grandes dificuldades em diagnosticar a doença em fases pré-simptomáticas o que complica qualquer tipo de estratégia terapêutica neuroprotectora.

A não esquecer!

A boa notícia é que a comunidade científica internacional está dedicada e empenhada em vencer a doença de Alzheimer. Como investigador nesta área, acredito que vamos chegar lá. Só não sabemos é quando…

Entretanto, é importante ir falando sobre este problema. Alzheimer pode-nos fazer esquecer como indivíduos mas como sociedade não nos podemos esquecer dela!

Fonte: CiênciaHoje



"As maiores coisas do mundo e as mais belas não podem ser vistas e nem sequer tocadas. Devem ser sentidas com o coração."

(Helen Keller)
 

 



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