Lino Maia admite mais cortes salariais nas Instituições de Solidariedade
Na Santa Casa da Misericórdia de Ribeira de Pena, 128 trabalhadores terão um corte de 10%
Não é desejável que as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) avancem para cortes salariais. Porém, tendo em conta o agravamento da situação financeira das instituições, casos como o da Santa Casa da Misericórdia de Ribeira de Pena, no distrito de Vila Real, são "compreensíveis", desde que feitas "em diálogo e em acordo" com os trabalhadores. É esta a opinião de Lino Maia, presidente da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade Social (CNIS).
Salientando que não tem conhecimento de outros casos, o responsável admite que possam surgir situações idênticas. "Admito que possam surgir. Não há qualquer orientação da CNIS nesse sentido, mas se houver dificuldades e acordo com os trabalhadores, é compreensível", afirma.
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