Criança portuguesa com paralisia cerebral junta-se ao estudo da Universidade de Duke e utiliza células estaminais Uma criança portuguesa acaba de integrar o estudo do Duke University Children´s Hospital, da Carolina do Norte, EUA, que desde 2005 tem vindo a utilizar células estaminais do sangue do cordão umbilical para terapia de lesões cerebrais em crianças.
Mafalda Macedo, com seis anos de idade, junta-se a outras cinco crianças cujo sangue do cordão umbilical foi criopreservado na Crioestaminal e que também fazem parte deste estudo com infusão de células autólogas, ou seja, da própria.
Durante a sua gestação, Mafalda sofreu um acidente vascular cerebral e até cerca dos quatro meses de idade mostrava alguns sinais muito ténues desta lesão: a mão direita, por exemplo, mantinha se quase sempre fechada. No entanto, o seu desenvolvimento cognitivo era normal, pelo que, apenas aos 18 meses foi feita uma ressonância magnética que permitiu diagnosticar o problema da Mafalda: displasia cortical frontal esquerda.
Mafalda foi aceite num estudo dirigido pela investigadora Joanne Kurtzberg da prestigiada Duke Univerisity, uma oncologista pediatra, pioneira dos transplantes com sangue do cordão umbilical, actualmente interessada em estudar o potencial do sangue do cordão umbilical em perturbações neurológicas.
Os pais da Mafalda, Sofia e Jorge Morais de Macedo ficaram a conhecer este estudo graças ao programa “Falar Global” da SIC Notícias, transmitido em Janeiro de 2011, em que a Crioestaminal foi convidada a comentar o caso de outra criança, Inês Godinho, protagonista do blogue
http://voandocontraovento.blogspot.com/, que havia já participado neste ensaio.
Informações adicionais: Raquel da Cruz Leal
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