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Em cadeiras de rodas manifestantes pedem mais acessibilidade e centros de reabilitação


   Por mais acessibilidade e centros de reabilitação, cadeirantes caminham pelas ruas de Campo Grande na 2ª Cadeirata
Foto: Deurico/Capital News 


             
          Para a servidora pública Lanier Débora, de 36 anos, o laboratório em que trabalha garante que ela execute sua profissão sem nenhum obstáculo, mas o caminho do trabalho até sua casa é mais difícil. Graziane Farias de Rezende, de 32 anos, esperou um ano para encontrar uma vaga em centros de reabilitação para seu filho Leonardo, que tem paralisia cerebral. Lanier e Graziane participam da 2ª Cadeirata na manhã deste sábado (5) para chamar atenção sobre acessibilidade e ampliação de centros de reabilitação.
Segundo a organizadora da cadeirata, Graziane Farias, o objetivo desta segunda edição é chamar a atenção da sociedade para levantar recursos para aumentar o número de centros de reabilitação, para que a fila de espera por uma vaga diminua. Mãe de Leonardo, de sete anos, ela sentiu na pele a dificuldade de encontrar uma vaga que surgiu após um ano de espera. “São poucos os centros de reabilitação e demanda é grande. Queremos chamar a atenção para levantar recursos para criação de novos centros e ampliação dos já existentes”, afirmou Graziane.
 
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 [size=-2]Graziane Farias, organizadora do movimento, esperou um ano por uma vaga em centro de reabilitação para o filho, que tem paralisia cerebral
 Foto: Deurico/Capital News[/size]

Para o engenheiro Jary de Carvalho e Castro, presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso do Sul (CREA/MS), o Brasil precisa melhorar a acessibilidade. “Essa é uma questão que precisa de estudo, planejamento, da presença de um engenheiro”, afirmou Jary. “A acessibilidade precisa ser para todos, para o cadeirante, para o deficiente visual, com problemas de surdez, com piso táteis onde houver necessidade, com balcão na altura adequada”, destacou o presidente do CREA.
 
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 [size=-2]Jary Carvalho, presidente do CREA, acredita que uma das soluções seja a criação de coordenadorias especiais de acessibilidade
 

Foto: Deurico/Capital News[/size]
Jary chama a atenção para o fato de que em Campo Grande são 25% de deficientes, o que representa ¼ da população. “A acessibilidade não contempla apenas aos deficientes, mas também aos familiares”, observou o presidente do CREA que acredita que deveria existir coordenadorias públicas de Acessibilidade.
O movimentou contou com a presença dos vereadores Eduardo Romero (PT do B) e de Mario Cesar (PMDB), presidente da Câmara Municipal. “Essa é uma questão que já discutimos na legislatura anterior. Visitamos o município de São José do Rio Preto (SP), referência sobre acessibilidade, para conhecer projetos e políticas públicas sobre a questão”, afirmou o parlamentar.
 
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 [size=-2]O vererador Mario Cesar destaca que a acessibilidade é para todos
 Foto: Deurico/Capital News[/size]
A cadeirata saiu em frente à Praça do Rádio Clube por volta das 9h15, e em meia quadra encontraram o primeiro exemplo de desrespeito aos direitos dos deficientes. Em frente a rede de fast food, Bob’s, na avenida Afonso Pena, uma caçamba da rede estava estacionada na vaga exclusiva para cadeirante.
Alguns dos cadeirantes e familiares retiraram a caçamba e colocaram no meio da pista, pararam em frente ao estabelecimento, fizeram um apitaço, mas ninguém da rede de fast food atendeu a solicitação dos manifestantes. Um funcionário da loja informou que o gerente estava na unidade, em reunião.
Uma agente da Agência Municipal de Trânsito (Agetran) deu uma advertência ao funcionário de que da próxima vez o estabelecimento seria multado, e pediu para que retirassem a caçamba da vaga reservada.
Ao chegar ao cruzamento da avenida Afonso Pena com a rua Ruy Barbosa, mais um flagrante da dificuldade de quem precisa de acesso. Um dos cadeirantes precisou de ajuda para descer a rampa de acesso à via por causa de uma pequena elevação no asfalto, que sobrou do projeto de recapeamento da avenida. A rampa existe, mas quem é cadeirante, precisa que alguém erga a cadeira de rodas para atravessar a pista.
 
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 [size=-2]Lanier Débora, servidora pública, e Elizeu Neves convivem com as dificuldades de acesso todos os dias
 Foto: Deurico/Capital News[/size]
 
 
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 [size=-2]No meio do caminho uma caçamba estacionada na vaga para deficiente
 Foto: Deurico/Capital News[/size]
 
 
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 [size=-2]Para descer a rampa de acesso, o cadeirante precisou da ajuda de três pessoas, por causa de uma elevação no asfalto
 Foto: Deurico/Capital News[/size]
 
 
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 Fotos: Deurico/Capital News[/size]
   
 Fonte: Samira Ayub - Capital News (www.capitalnews.com.br)
« Última modificação: 06/10/2013, 10:43 por migel »
 

 



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