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Autor Tópico: Distrofia rara inspira adolescente a criar exoesqueleto para pacientes  (Lida 207 vezes)

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Offline casconha

 


Distrofia rara inspira adolescente a criar exoesqueleto para pacientes



Sam criou um exoesqueleto que ajuda pacientes com distrofia rara - Foto: arquivo pessoal
Ainda na primeira infância, Sam foi diagnosticado com Distrofia Facio-escápulo-umeral, uma doença genética rara caracterizada pela perda progressiva do músculo esquelético que geralmente começa na face, ombros e braços.
E foi utilizando todas as dificuldades que passou nos últimos 15 anos, que Sam Ray começou a pesquisar uma forma de ajudar outros pacientes diagnosticados com a mesma doença que ele. E conseguiu!
Quando tinha apenas 11 anos, Sam e um amigo participaram de uma feira de ciências no Arizona, Estados Unidos. Eles construíram um exoesqueleto improvisado de papelão e elásticos para o braço, que ajudava a levantar coisas.
Com a criação, os dois conseguiram o terceiro lugar na feira, mas a ideia foi além.


Ajudando outros pacientes

Sam levou a ideia para a Fundação Make a Wish, pedindo para que o sonho dele fosse realizado.
Os cientistas da fundação conseguiram criar o exoesqueleto em uma impressora 3D e ainda expandiram do braço para o bíceps e antebraço.
“Prendi um motor e elásticos no molde, o que me ajudou a levar a mão ao rosto. Fazer esses experimentos me ensinou muito sobre minha doença e como o futuro das pessoas com deficiências físicas pode ser melhorado com a tecnologia de exoesqueleto, lembra Sam.


Futuro

Sam foi convidado para trabalhar com a Muscular Dystrophy Association (MDA), no Arizona, para desenvolver ainda mais a ideia dele e fornecer o exoesqueleto para todos os pacientes com a distrofia, ou outras doenças limitadoras.
Ele também abriu uma vaquinha para arrecadar fundos para o MDA, na intenção de acelerar o processo de fabricação e ajudar pacientes no diagnóstico.
“O dinheiro financia pesquisas para encontrar curas e enviar crianças como eu para o acampamento de verão do MDA – algo que espero ansiosamente todos os anos. O acampamento tem sido virtual nos últimos dois anos, mas eu realmente espero que possamos voltar no próximo verão”, finaliza.


Fonte:sonoticiaboa

 

 



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