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Autor Tópico: JSD atenta à deficiência  (Lida 441 vezes)

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JSD atenta à deficiência
« em: 10/08/2011, 19:24 »
 
JSD atenta à deficiência


A JSD vai apresentar uma proposta na Assembleia Legislativa da Madeira para a implementação regional do sistema de alerta para surdos.
 
 
A JSD/Madeira foi ontem recebida pela directora regional de Educação Especial e Reabilitação. Os jovens social-democratas solicitaram o encontro com Maria José Camacho no sentido de conhecerem em pormenor quais as políticas do Governo Regional para a população portadora de deficiência.
De acordo com o vice-presidente da JSD, a reunião foi também uma forma de assinalar a Semana da Juventude, em que a organização política de juventude dedicou o dia de ontem à inclusão social. Assim, na parte da manhã ouviu os esclarecimentos da directora regional de Educação Especial e Reabilitação sobre as políticas activas para a população em causa. No ponto de vista de Edgar Garrido, a juventude está ada vez mais consciente sobre os problemas sentidos pela população portadora de deficiência. «Para além de uma juventude partidária, a JSD é uma escola de formação política e de cidadania e cabe-nos a nós também estarmos atentos a estas situações e orientar os jovens».
De salientar que, ao fim da tarde, a JSD promoveu a conferência “Inclusão Social”, cujo programa incluía a presença do presidente da delegação madeirense da Associação Portuguesa de Deficientes, Filipe Rebelo, e da vice-presidente para a Juventude da Associação de Surdos da Madeira, Alexandra Reis.
De acordo com Edgar Garrido, o debate visava sensibilizar os jovens e os militantes sobre a problemática em questão. «Aproveitamos ainda para lançar o sistema de alerta para surdos», que ainda não existe na Madeira, e que a JSD vai propor «a seu tempo» na Assembleia Legislativa da Madeira. O sistema «faz uso das novas tecnologias para a defesa dos direitos dos cidadãos com necessidades especiais, permitindo à comunidade surda aceder a uma linha de emergência via telemóvel. Todas as pessoas com problemas ao nível da comunicação poderão transmitir um pedido de auxílio através de uma mensagem escrita, à qual identifica a respectiva situação de emergência e permite ao operador do serviço reencaminhar os pedidos para a entidade competente de forma a que sejam accionados os devidos meios de socorro».
Foi ainda apresentado um vídeo de sensibilização sobre o dia-a-dia dos deficientes motores, realizado por alunos da Escola da Apel.

Paula Abreu 
 
Fonte: http://www.jornaldamadeira.pt

 
 
 
 
 

 



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