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Autor Tópico: Tudo em relação ao cuidador informal  (Lida 764 vezes)

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Offline AREZ

Cuidar de familiares a tempo inteiro
« Responder #15 em: 04/02/2019, 21:09 »
https://www.rtp.pt/noticias/pais/em-portugal-existam-200-mil-pessoas-a-cuidar-de-familiares-a-tempo-inteiro_v1126962?fbclid=IwAR2mNkDolRorb_iFMQM7znzqLaEFAoh2HlWOatBBCZPM7uvMFviPZQTuomU

Cerca de 200 mil pessoas em Portugal, a maioria mulheres, cuidam a tempo inteiro de familiares dependentes. Um trabalho sem descanso realizado muitas vezes na sombra e sem nenhum reconhecimento do Estado.

Por isso todos reclamam o estatuto do cuidador informal que via ser debatido este mês no Parlamento.


**Direitos reservados RTP
03 Fev, 2019, 21:12 / atualizado em 03 Fev, 2019, 21:12



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Online Nandito

PSD lembra apoio aos deficientes e respectivas famílias
« Responder #16 em: 05/02/2019, 18:44 »
PSD lembra apoio aos deficientes e respectivas famílias
Grupo Parlamentar visitou o CAO Camacha
Orlando Drumond / 05 Fev 2019 / 18:19 H.


O Grupo Parlamentar do PSD Madeira visitou esta tarde o Centro de Actividades Ocupacionais na Camacha, oportunidade para Rubina Leal lembrar que “o PSD criou, aprovou e fez aprovar na Assembleia Legislativa um programa denominado ‘Apoiar Mais’” cujo objectivo é precisamente “apoiar em produtos todas as pessoas que têm algum grau de deficiência”, ou seja, ajudar estas famílias com apoio gratuito.
“Acesso gratuito a produtos e serviços nas mais diversas áreas”, nomeadamente na Saúde, na Formação e na Educação, salientou.
Porque os Centros de Actividades Ocupacionais são frequentados por “mais de 400 utentes, incluindo aqueles que estão também em situação de internamento”, Rubina Leal vincou a importância destes apoios. Sobretudo para estas pessoas que já têm “um grande peso pelo facto de serem deficientes” e que por isso mesmo “acarreta despesas acrescidas, custos acrescidos”, que em muitos casos atinge “famílias em dificuldade”, apontou.
Conscientes das dificuldades destas famílias, os social-democratas madeirenses exultaram a medida da sua autoria.

Fonte: dnoticias.pt Link: https://www.dnoticias.pt/madeira/psd-lembra-apoio-aos-deficientes-e-respectivas-familias-XH4328033
 

Online migel

Estatuto do Cuidador Informal tem de ser nos próximos meses, diz Presidente da República

21:24 por Lusa 0
O Governo aprovou recentemente a proposta de Lei de Bases da Saúde mas sem reconhecer o estatuto do cuidador informal, algo que segundo a ministra da Saúde não era necessário estar contemplado na proposta.


O Presidente da República considerou esta terça-feira fundamental que seja aprovado o estatuto do cuidador informal ainda na presente legislatura, nos próximos meses, e garantiu que irá fazer "muita pressão" nesse sentido.

Marcelo Rebelo de Sousa recebeu esta terça no Palácio de Belém a Associação Nacional dos Cuidadores Informais, a quem disse que "é fundamental que não se deixe para depois das eleições uma votação favorável à ideia do estatuto do cuidador informal".

A reunião, na qual participaram vários cuidadores informais e a eurodeputada Marisa Matias, uma ativista na questão, foi vedada à imprensa mas a Presidência tornou pública a intervenção de Marcelo Rebelo de Sousa.

A defesa da criação de um estatuto tem sido feita em várias ocasiões por Marcelo Rebelo de Sousa, que esta terça-feira voltou a dizer que, chamando-se estatuto ou outro nome, "a realidade está aí e não pode passar para a próxima legislatura", até porque mesmo num cenário idêntico ao atual no parlamento começa-se um novo percurso de debate.

Por esse motivo, frisou o Presidente, tem de haver uma decisão sobre um diploma, que ainda que não seja o perfeito tem que ser prioritário e que essa decisão deve ser nos próximos três meses.

Marcelo Rebelo de Sousa prometeu que nos contactos informais com os partidos políticos vai "fazer muita pressão", sendo que é preciso continuar essa pressão porque a comunicação social vai distrair-se com outras matérias nos próximos meses.

Prometendo que vai agora colocar, quando falar com a imprensa, a questão dos cuidadores "a propósito e a despropósito", Marcelo frisou: "Sinto que é nos próximos dois meses e meio, três meses, que isto se faz. E tem de se fazer".

Sofia Figueiredo, presidente da Associação, disse aos jornalistas no final da reunião que é preciso "continuar a luta" para que o estatuto seja aprovado até ao verão e que "há 800 mil pessoas em Portugal à espera".

Marisa Matias disse também no final que há agora condições para que se chegue a um compromisso e falou igualmente das 800 mil pessoas "a quem são negados direitos todos os dias".

Sofia Figueiredo disse que o diploma terá de conter questões como a capacitação, o descanso do cuidador e os apoios sociais, porque há pessoas a passar fome, acrescentando que o Governo já não pode ignorar a matéria.

Vera, uma mulher que esteve esta terça-feira em Belém e que é cuidadora do filho, de cinco anos, falou precisamente da fome e da falta de dinheiro para comprar medicamentos para o filho.

"Com uma criança que não pode ficar sozinha, que não come sozinha, tem sido muito complicado", e sobretudo, disse, com a incompreensão da Segurança Social, onde até já a mandaram "para a cochinchina".



Fonte: https://www.sabado.pt/portugal/detalhe/estatuto-do-cuidador-informal-tem-de-ser-nos-proximos-meses-diz-presidente-da-republica?fbclid=IwAR1g4780-ClbwZFhamY_yDcGYjuJ0IkHttFJHc8ch5Jji6oV_pgIzn0lTqI
 
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Offline AREZ

Esperemos bem que sim...Aguardemos com expectativa.
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Governo vai aprovar medidas de apoio aos cuidadores informais
« Responder #19 em: 06/02/2019, 15:45 »
Governo vai aprovar medidas de apoio aos cuidadores informais

06 fev, 2019 - 15:28 • Agência Lusa

Primeiro-ministro diz que pretende "reforçar a proteção social e a prevenir situações de risco de pobreza e de exclusão social".


Foto: António Cotrim/Lusa

O primeiro-ministro anunciou esta quarta-feira que o Governo vai aprovar amanhã, em Conselho de Ministros, medidas para apoiar os cuidadores informais e as pessoas cuidadas, visando prevenir situações de risco de pobreza e de exclusão social.

António Costa anunciou esta medida na abertura do debate quinzenal, na Assembleia da República, que tem como tema as políticas sociais, num discurso que dedicou sobretudo às questões da área da saúde.

Perante os deputados, o primeiro-ministro anunciou que Governo aprovará na quinta-feira, em Conselho de Ministros, a proposta de lei que estabelece medidas de apoio aos cuidadores informais e às pessoas cuidadas, "de forma a reforçar a sua proteção social e a prevenir situações de risco de pobreza e de exclusão social".


De acordo com o primeiro-ministro, o seu Governo já lançou "duas verdadeiras reformas estruturais do Serviço Nacional de Saúde (SNS para melhorar a sua eficiência e aumentar a acessibilidade e a diversificação dos cuidados de saúde.

"Em outubro de 2018 criámos uma nova resposta do SNS, a Hospitalização Domiciliária, que permite aos utentes serem cuidados no seu domicílio e evitar o internamento hospitalar e que até 30 de junho será uma resposta presente em 25 hospitais. Esta nova resposta favorece uma maior humanização dos cuidados e estimula a participação ativa das famílias e dos cuidadores", sustentou.

Além deste programa, o líder do executivo falou também na "experiência piloto com as primeiras consultas de saúde oral nos cuidados primários".

"Pretende-se que, até ao final do primeiro semestre deste ano, pelo menos três em cada dez municípios tenham no mínimo um consultório de medicina dentária em centros de saúde, que até final do ano esse número passe para seis em cada dez concelhos e que, no próximo ano, já todos os municípios estejam cobertos por esta nova resposta", acrescentou.


Fonte: RR
 

Online migel

BE quer quatro folgas por mês e 11 dias de férias para quem apoia dependentes em casa

Bloco de Esquerda propõe que tempo dedicado a cuidados informais seja contabilizado para efeitos de reforma e que o actual complemento de dependência aumente 146,45 euros.
Alexandra Campos
10 de Março de 2018, 7:35



José Soeiro Manuel Roberto

O Bloco de Esquerda (BE) quer que os cuidadores informais passem a ter direito a quatro dias de descanso por mês e a 11 dias consecutivos de férias e que sejam reconhecidos e integrados na rede nacional de cuidados continuados integrados. Para que as pessoas que cuidam de dependentes possam usufruir destas folgas, as equipas de apoio domiciliário desta rede deverão ir a casa assegurar as tarefas desempenhadas pelo cuidador. Ou então, as pessoas cuidadas terão acesso a uma estadia de curta duração em unidades de internamento da rede.

Num projecto de lei em que cria o estatuto do cuidador informal e reforça as medidas de apoio aos dependentes, o BE, que nos últimos meses promoveu audições e debates em diferentes pontos do país, sob o lema "Cuidar de quem cuida: os direitos dos cuidadores em Portugal", defende também a contabilização deste trabalho não remunerado para efeito de pensões de velhice.

As pessoas que asseguram estas tarefas sem pagamento são “a coluna vertebral dos cuidados continuados”, face à “escassez” de cuidados formais e às "poucas respostas de apoio” que existem em Portugal, argumenta o BE no projecto que vai ser debatido no Parlamento na sexta-feira, dia 16.
Mais apoio financeiro

Os cuidadores informais, justifica, têm “maior risco de pobreza, abandono de emprego, isolamento, ruptura de relações e da vida social, depressões, exaustão, stress”.

Se a proposta for aprovada, os cuidadores informais passarão ainda a ter direito a 30 faltas ao trabalho por ano (desde que justificadas) para assistência aos dependentes, além de redução do tempo de trabalho e a possibilidade de optar por part-time, o que implica alterar o Código de Trabalho.


Além do reconhecimento destes direitos, o Bloco propõe um reforço de várias prestações sociais que já existem, acrescentando um suplemento ao complemento por dependência para as pessoas com dependência total e grave que não estejam institucionalizadas. O que corresponderá a uma majoração de 80%, mais 146,65 euros por mês a somar aos actuais 186,31 euros.

Define igualmente um novo valor para o subsídio por assistência de terceira pessoa para os pais que cuidam dos filhos com doenças ou deficiências graves em casa, que equivalerá à retribuição mensal já prevista na lei para as famílias de acolhimento de crianças e jovens com deficiência (e que actualmente ascende a 357,79 euros).
Trabalho deve contar para a pensão

José Soeiro lembra, a propósito, que o Estado paga mais de mil euros por mês às instituições de solidariedade social que acolhem crianças nesta situações e subsidia com 374 euros a mensalidade dos idosos institucionalizados em lares. "Há aqui uma grande desigualdade. No caso de serem as famílias a assegurar esses cuidados, não só não têm direito a qualquer retribuição como não têm direito a férias", enfatiza.

Quanto ao montante da pensão por invalidez ou velhice dos cuidadores informais, esse será calculado, se a proposta for aprovada, com um acréscimo à taxa global de formação e que será de 1,1% por cada ano, caso estejam em causa cuidados permanentes, 0,55%, se estas tarefas forem desempenhadas a tempo parcial e ainda 0,33%, se os cuidados foram “ocasionais”.

São “mecanismos de compensação” para os cuidadores que tendem a ser “duplamente penalizados”: são obrigados muitas vezes a deixar de trabalhar, e, além de perderem o salário, o  tempo que passam a cuidar não é contabilizado para efeitos de reforma, explica.

A fórmula encontrada é semelhante à que existe para as chamadas profissões de desgaste rápido, acrescenta. São propostas "razoáveis", defende o deputado, que sublinha que o partido está aberto a "melhorias".

Além de alterações ao Código de Trabalho, o projecto de lei implicaria ainda mudar a legislação que criou a rede nacional de cuidados continuados integrados e diversos diplomas que definiram várias prestações sociais.
Sobrecarga dos cuidadores é equivalente ao desgaste dos médicos e enfermeiros

Na proposta do BE é considerado cuidador informal aquele que cuida de outra pessoa, "numa situação de doença crónica e/ou deficiência, parcial ou total, de forma transitória ou definitiva, ou noutra condição de fragilidade e necessidade de cuidado", realizando-se este trabalho fora do âmbito profissional ou formal. A dependência poderá ser classificada como ligeira, moderada, grave ou total.
E quem recebe cuidados?

A atribuição do estatuto será da competência, segundo a proposta do BE, dos serviços da Segurança Social, das instituições por esta reconhecidas para o efeito, das equipas de saúde familiar e das de cuidados continuados integrados.
Ler mais

    Cuidadores vão ser ensinados a tratar dos idosos em casa

Os cuidadores informais, para serem reconhecidos como tal, só podem prestar cuidados não profissionais a indivíduos que estejam referenciados pela Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados, pela Rede de Cuidados Paliativas, ou que sejam beneficiários do complemento por dependência ou da prestação social para a inclusão. Poderão ser considerados outros casos reconhecidos pelos serviços competentes, prevê ainda a proposta.

O indivíduo cuidado deverá ter uma palavra a dizer, se tiver condições para isso. O requerimento do estatuto do cuidador deve integrar “a expressão da vontade da pessoa cuidada”. E o reconhecimento do estatuto deve ser renovado anualmente, terminando quando cessarem as necessidades de cuidados.
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Online migel

CDS propõe que cuidadores informais recebam metade do que seria pago a IPSS
Antena 1
13 Fev, 2019, 10:39 / atualizado em 13 Fev, 2019, 10:45 | Política

Reuters

O CDS prepara-se para apresentar uma proposta ao Parlamento para que os cuidadores informais recebam metade do que seria pago a uma instituição.
Felipe Anacoreta Correia explica a importância que se deve dar aos familiares em todo o processo na criação do estatuto do cuidador informal.

O projeto de lei centrista propõe igualmente que estas medidas sejam introduzidas "de forma gradual", através de um projeto-piloto, da responsabilidade do Governo.


Fonte e video aqui:  https://www.rtp.pt/noticias/politica/cds-propoe-que-cuidadores-informais-recebam-metade-do-que-seria-pago-a-ipss_a1128920/?utm_source=rtpnoticias&utm_medium=notificacao&utm_campaign=desktop
« Última modificação: 13/02/2019, 11:00 por migel »
 

Online maxenzo2

Pois claro estão mais dispostos a pagar menos a um familiar de um deficiente que a uma IPSS. As IPSS na minha opinião são um esquema para sacar dinheiro e enriquecer os que estão como chefias mais nada, pouco ou nada ajudam alguém.
« Última modificação: 14/02/2019, 08:08 por maxenzo2 »
 
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Offline salgado18

Governo apresenta proposta de lei para cuidador informal
« Responder #23 em: 17/02/2019, 19:59 »
Governo apresenta proposta de lei para cuidador informal
15 fev 2019 17:57
MadreMedia / Lusa


O Governo apresentou hoje uma proposta de lei com medidas de apoio ao cuidador informal, que irá funcionar através de projetos-piloto em todo o pais, a serem avaliados ao fim de um ano.
Governo apresenta proposta de lei para cuidador informal

As medidas de apoio foram hoje apresentadas, em conferência de imprensa, no Ministério do Trabalho e Segurança Social, e serão posteriormente debatidas na Assembleia da República, com os projetos sobre a mesma matéria do Bloco de Esquerda e do CDS/PP.

Em declarações aos jornalistas, o ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva, defendeu que “aprovar agora o estatuto [do cuidador] seria como começar pelo teto” e explicou que a opção do Governo em apresentar uma proposta de lei, que foi hoje mesmo apresentada na Assembleia da República, tem a ver com o facto de ser um desafio muito grande para os sistemas públicos.

As medidas de apoio hoje apresentadas, e que “têm vindo a ser trabalhadas há largos meses”, trazem a definição do que é um cuidador informal, que pode ser principal ou não principal, e de quem é a pessoa cuidada, sendo que o reconhecimento do cuidador informal é feito através de requerimento junto dos centros distritais de segurança social.

O descanso do cuidador é uma das principais questões, estando pensado que 5% das camas de internamento nas unidades de longa duração e manutenção da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) sejam destinadas a esta medida.

A ministra da Saúde lembrou que atualmente já é possível internamentos da pessoa cuidada até 90 dias na RNCCI por dificuldade de apoio familiar ou por necessidade de descanso do principal cuidador e que o objetivo, com a medida do Governo, é que este apoio seja, não só, mais amplamente conhecido, mas também mais utilizado.

Marta Temido defendeu que, dessa forma, serão criados “períodos de descanso do cuidador que irão certamente contribuir para melhorar os cuidados prestados e o equilíbrio sócioemocional” dessas pessoas.

A ministra da Saúde salientou que esta reserva de camas não deixa de fora outras alternativas “menos institucionalizantes” para estudar nas experiências que vão ser desenvolvidas.

Adiantou também que está previsto um profissional de saúde como contacto de referência, bem como aconselhamento, acompanhamento e capacitação para o desenvolvimento de competências em cuidados a prestar à pessoa cuidada.

Nas medidas de apoio ao cuidador, está também prevista a criação de um subsídio de apoio, a atribuir mediante condição de recurso, sendo que este “subsídio só será realidade como tal aquando da generalização da lei” e se a proposta de lei do Governo for aprovada, no início de 2020.

“O que existirá são subsídios de ação social em função das situações dos agregados familiares que formos encontrando nos projetos piloto. Isso dar-nos-á uma preciosa ajuda para virmos a determinar qual será o valor da prestação social associada”, explicou Vieira da Silva.

O ministro não quis revelar qual o orçamento estimado para a implementação destas medidas, mas garantiu que tanto pelo Ministério da Saúde, como do Ministério do Trabalho há verba necessária para assegurar as medidas.

A secretária de Estado da Segurança Social, Cláudia Joaquim, acrescentou que, além do subsídio de apoio ao cuidador, há mais duas medidas prevista, sendo uma promoção de medidas de integração no mercado de trabalho e outra de acesso ao regime de seguro social voluntário com uma taxa contributiva especifica de 21,4%.

Vieira da Silva referiu que é difícil saber, para já, quantas pessoas poderão ser abrangidas por estas medidas, mas adiantou que existem entre 230 mil a 240 mil pessoas cuidadas em situação de dependência.


O ministro disse também que a expectativa é que os projetos-piloto abranjam cerca de 15% do território nacional, sendo que a seleção será feita posteriormente em conjunto com as autarquias que possam estar interessadas em implementar estas medidas.

A secretária de Estado da Saúde, Raquel Duarte, mencionou que haverá também uma aposta nos cuidados ao domicílio, sublinhando que terá de ser feito um trabalho com autarquias e setor social para colmatar a falta de equipas.

Se a proposta de lei do Governo for aprovada tal qual está, os projetos piloto têm a duração de um ano, findo o qual será feita uma avaliação para, posteriormente, as medidas de apoio serem generalizadas a todo o país.

Fonte: JN
« Última modificação: 17/02/2019, 20:03 por salgado18 »
 

 



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