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Autor Tópico: Para a ONU, fim da epidemia mundial de HIV/aids está próximo  (Lida 406 vezes)

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Offline kiko

 
O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/aids (Unaids) anunciou, nesta segunda-feira, que o fim da epidemia mundial da doença está cada vez mais próximo. "Encontramo-nos na antessala de um importante marco na resposta à aids", afirmou o diretor executivo do órgão, Michel Sidibe.

Ainda segundo Sidibe: "Há apenas alguns anos, parecia impossível falar sobre o fim da epidemia a curto prazo. No entanto, a ciência, o apoio político e as respostas comunitárias estão começando a dar frutos claros e tangíveis".

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/aids (Unaids) anunciou, nesta segunda-feira, que o fim da epidemia mundial da doença está cada vez mais próximo. "Encontramo-nos na antessala de um importante marco na resposta à aids", afirmou o diretor executivo do órgão, Michel Sidibe.

Ainda segundo Sidibe: "Há apenas alguns anos, parecia impossível falar sobre o fim da epidemia a curto prazo. No entanto, a ciência, o apoio político e as respostas comunitárias estão começando a dar frutos claros e tangíveis".
O órgão das Nações Unidas responsável por analisar o impacto da doença no mundo divulgou ainda um relatório em que destaca que 34 milhões de pessoas eram portadoras do vírus HIV no ano passado – um número recorde. Os dados refletem o aumento no acesso a medicamentos que prolongam a vida dos soropositivos.

Segundo o documento, hoje em dia a metade dos portadores do vírus recebe algum tipo de tratamento contra a doença. Por isso, em 2010 foram evitadas 700.000 mortes resultantes da aids. "Atualmente mais pessoas que nunca têm acesso ao tratamento", destaca o relatório.

"A epidemia de aids ainda não terminou, mas o fim pode estar próximo se os países investirem de maneira inteligente", afirma o relatório da Unaids. O órgão propõe, ainda, um objetivo ambicioso: "Nos próximos cinco anos, os investimentos inteligentes podem impulsionar a resposta à aids até a visão de zero novas infecções por HIV, zero discriminação e zero mortes relacionadas à aids".

A região mais afetada pelo HIV/aids continua sendo a África subsaariana (5% de prevalência entre a população adulta), seguida pelo Caribe (0,9%) e Rússia (0,9%). Na América Latina a evolução permanece estável desde o início dos anos 2000 (0,4% de prevalência).

O órgão das Nações Unidas responsável por analisar o impacto da doença no mundo divulgou ainda um relatório em que destaca que 34 milhões de pessoas eram portadoras do vírus HIV no ano passado – um número recorde. Os dados refletem o aumento no acesso a medicamentos que prolongam a vida dos soropositivos.

Segundo o documento, hoje em dia a metade dos portadores do vírus recebe algum tipo de tratamento contra a doença. Por isso, em 2010 foram evitadas 700.000 mortes resultantes da aids. "Atualmente mais pessoas que nunca têm acesso ao tratamento", destaca o relatório.

"A epidemia de aids ainda não terminou, mas o fim pode estar próximo se os países investirem de maneira inteligente", afirma o relatório da Unaids. O órgão propõe, ainda, um objetivo ambicioso: "Nos próximos cinco anos, os investimentos inteligentes podem impulsionar a resposta à aids até a visão de zero novas infecções por HIV, zero discriminação e zero mortes relacionadas à aids".

A região mais afetada pelo HIV/aids continua sendo a África subsaariana (5% de prevalência entre a população adulta), seguida pelo Caribe (0,9%) e Rússia (0,9%). Na América Latina a evolução permanece estável desde o início dos anos 2000 (0,4% de prevalência).

O homem que se livrou do HIV

No fim do ano de 2010, o mundo conheceu a história do americano Timothy Ray Brown, até então infectado pelo vírus HIV e que, depois de se submeter a um transplate de medula, deixou de apresentar o vírus no sangue. A notícia chamou a atenção de todos, mas logo ficou claro que se tratava de um caso extremamente particular e, infelizmente, ainda não acessível para todos.

Além de aids, Brown tinha leucemia, e foi por causa desta doença que o transplante foi realizado. O médico Gero Huetter selecionou um doador que, além de compatível com Brown, apresentava uma mutação do CCR5, que é a proteína que permite a entrada HIV nas células de defesa do nosso organismo. Sem ela, não há como o vírus infectar uma pessoa.

Três anos após o procedimento, Brown deixou de apresentar o vírus no sangue, sem mesmo utilizar o coquetel antirretroviral. Porém, os médicos ainda não consideram transplante de medula em pacientes soropositivos uma vez que vez que se trata de um procedimento muito arriscado.
 

 



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