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..:: Deficiente-Forum - Temas da Actualidade ::.. Responsável: Nandito => Noticias => Tópico iniciado por: Claram em 12/05/2011, 20:50

Título: Ministra quer estudar impacto dos acidentes no SNS
Enviado por: Claram em 12/05/2011, 20:50
Ministra quer estudar impacto dos acidentes no SNS
Ana Jorge está particularmente interessada em analisar as sequelas e incapacidades resultantes de acidentes de viação

 
(http://www.tvi24.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13381665/202)


PSP do Porto nas ruas para sensibilizar condutoresA ministra da Saúde, Ana Jorge, disse, esta quarta-feira, que seria «muito interessante» e «importante» fazer um estudo sobre o impacto da sinistralidade rodoviária no Serviço Nacional de Saúde (SNS), principalmente ao nível das sequelas e incapacidades resultantes de acidentes de viação.

Em declarações aos jornalistas, no final da apresentação da campanha Década de Ação pela Segurança no Trânsito, que decorreu hoje, em Lisboa, Ana Jorge admitiu não haver nenhum estudo sobre o impacto no Serviço Nacional de Saúde dos acidentes rodoviários e suas consequências, mas defendeu que seria «importante» fazê-lo.

«Penso que era algo muito interessante e importante fazer, que é estudar as sequelas graves e menos graves de tudo aquilo que são necessidades de ajudas técnicas e da incapacidade das pessoas por acidentes de viação, muitos deles evitáveis, e que poderia ser muito melhor para a qualidade de vida das pessoas e da sociedade», apontou a ministra da Saúde.

A propósito da campanha e do papel das unidades de saúde, Ana Jorge lembrou que já «desde há alguns anos» as maternidades têm a preocupação de fazer aconselhamento, em relação ao bebé, sobre o transporte e as regras de segurança. Sobre essa questão, a ministra revelou uma situação que testemunhou de uma criança com cerca de três ou quatro anos à janela de um carro, «pendurada no vidro de trás, aberto» e que «não ia nem com cinto nem cadeira».

«Fiquei impressionada porque de facto é importante não só as campanhas, mas é preciso que todos os cidadãos percebam que isto é um problema da sua responsabilidade naquilo que cada um de nós tem de defender, a sua saúde», apontou, acrescentando: «Isto é um problema de cidadania, de respeito e nós temos de fazer muito nesse sentido».

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