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Autor Tópico: Morreu presidente da Associação dos Deficientes das Forças Armadas  (Lida 447 vezes)

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Online Nandito

Comendador José Arruda, que tinha sido operado sexta-feira, presidiu segunda-feira às cerimónias do 45º aniversário da associação que fundou em 1974.


José Arruda (à direita) com o ministro da Defesa, João Gomes Cravinho, no dia 21 de janeiro de 2019© TIAGO PETINGA/LUSA

José Arruda, o histórico dirigente da Associação dos Deficientes das Forças Armadas (ADFA), morreu este sábado, soube o DN.

O comendador tinha sido operado sexta-feira no Hospital da Cruz Vermelha, desconhecendo as fontes ouvidas pelo DN quais as causas da sua morte.

Fundador da ADFA, José Arruda recebeu segunda-feira às cerimónias do 45º aniversário da associação e que foram presididas pelo ministro da Defesa.


DEFESA
Viúvas dos deficientes militares "não podem ser esquecidas", diz Eanes

João Rebelo (CDS), um dos deputados da Comissão de Defesa que mais tempo trabalhou com José Arruda, disse ao DN que a sua morte "completamente inesperada" representa "uma perda muito grande", porque ele "dedicava-se a 100%" à causa das vítimas da guerra colonial e "independentemente dos partidos ou da cor do governo".

Essa sua "forma empenhada e independente foi vital para que muitas suas suas batalhas fossem vencidas", enfatizou João Rebelo, que falou pela última vez com José Arruda na quinta-feira sobre a legislação que mais o preocupava nos últimos meses: as viúvas dos deficientes militares poderem receber as suas pensões sem cortes e que está em discussão no Parlamento.


DEFESA
Proteger pensões das viúvas dos deficientes militares
Em comunicado, a ADFA elogiou o " lutador intrépido na defesa intransigente do direito à reabilitação e reintegração de todas as pessoas portadoras de deficiência".

"Nesta hora difícil para todos os deficientes militares, a ADFA salienta e recorda o comendador José Arruda, que se entregou abnegadamente à causa da dignidade dos deficientes das Forças Armadas e dos deficientes portugueses em geral, servindo a República com a elevação e a responsabilidade de um cidadão íntegro, dedicado e exemplar", enfatizou a associação.

Notícia atualizada às 21:15, com o comunicado da ADFA

Fonte: dn.pt Link: https://www.dn.pt/poder/interior/morreu-presidente-da-associacao-dos-deficientes-das-forcas-armadas-10493617.html
 
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As minhas condolências para toda a família
 
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Online migel

Marcelo e Ferro Rodrigues lamentam morte de José Arruda

27.01.2019 às 8h56

   
D.R

O chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa e o presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, já lamentaram publicamente a morte do presidente da Associação de Deficientes das Forças Armadas (ADFA), José Arruda, de 69 anos, elogiando-o pela sua dedicação "altruísta e meritória" a esta causa.
Lusa

O presidente da ADFA, José Arruda, morreu ontem no Hospital da Cruz Vermelha, em Lisboa, anunciou a estrutura associativa que em comunicado, expressou "enorme mágoa e profunda consternação" pelo seu "falecimento inesperado".
"Sublinhamos e homenageamos o homem de Abril, que viveu na plenitude os valores da democracia, em liberdade e solidariedade", lê-se no comunicado.
José Arruda nasceu em Moçambique em 10 de março de 1949, e desenvolveu uma carreira de atleta até integrar o serviço militar obrigatório. Foi ferido, em 1971, durante a guerra colonial, "acidente do qual resultou a cegueira e a amputação do membro superior esquerdo".
Em 1973, durante a permanência no Hospital Militar Principal, participou no movimento de apoio à criação do estatuto do deficiente das Forças Armadas, tendo posteriormente, em 1974, participado na primeira assembleia geral da recém-criada ADFA, após o 25 de Abril.

Numa nota publicada no portal da Presidência da República na Internet, Marcelo Rebelo de Sousa, que é Comandante Supremo das Forças Armadas, lembra que José Arruda "foi condecorado pelo Estado português com a Ordem do Mérito, grau de comendador, e com o grau de grande-oficial da Ordem do Infante D. Henrique" - respetivamente, em 2004 e 2016, pelos seus antecessores Jorge Sampaio e Cavaco Silva.
"O comendador José Eduardo Gaspar Arruda assegurou de uma forma extremamente dedicada, altruísta e meritória a reafirmação dos direitos à recuperação moral e material dos deficientes das Forças Armadas, numa permanente defesa dos valores da civilização, em prol da dignificação do ser humano, da justiça social e promoção da liberdade", escreve o Presidente da República.
Marcelo Rebelo de Sousa "lamenta a sua morte e envia as mais sentidas condolências à família, aos amigos, à ADFA e às Forças Armadas".

Na mensagem de pesar, enviada à Lusa, Eduardo Ferro Rodrigues, presidente da Assembleia da República endereça "um abraço fraterno e solidário a todos os familiares, amigos e camaradas" de José Arruda, que faleceu com 69 anos.



Fonte: Expresso
 
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"Defesa perdeu um homem de causas" com a morte de José Arruda

Ministro da Defesa publicou mensagem de pesar pela morte do presidente da Associação dos Deficientes das Forças Armadas.


O ministro João Gomes Cravinho presidiu segunda-feira às cerimónias do 45º aniversário da ADFA, presidida por José Arruda (à direita)

© Tiago Petinga/Lusa
Manuel Carlos Freire
26 Janeiro 2019 — 23:05


O ministro José Gomes Cravinho disse este sábado que, com a morte de José Arruda, "a Defesa Nacional perdeu hoje um homem de causas, combativo, um líder com um grande sentido de dever, de lealdade e de camaradagem, um exemplo inspirador de cidadania".

"O comendador José Arruda era uma referência incontornável para a Defesa Nacional e para a sociedade portuguesa. A sua liderança da Associação de Deficientes das Forças Armadas merece o reconhecimento e a admiração de todo o País, e perdurará na memória de todos", indicou João Gomes Cravinho.


"Com o desaparecimento do comendador Arruda a Defesa Nacional e toda a sociedade portuguesa ficaram mais pobres", concluiu o ministro da Defesa.

João Gomes Cravinho presidiu na última segunda-feira às cerimónias do 45º aniversário da ADFA, de que José Arruda foi fundador e a que presidiu durante muitos anos.



Fonte: DN
 
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O primeiro-ministro, António Costa, lamentou hoje a morte de José Arruda e lembrou a "extraordinária energia" com se dedicou à causa dos deficientes militares.


© Lusa

Numa mensagem hoje divulgada na rede social Twitter, o primeiro-ministro lamenta a morte do presidente da Associação dos Deficientes das Forças Armadas e envia condolências à família, amigos e à Associação a que José Arruda presidia.

António Costa primeiro-ministro salienta que José Arruda "foi durante décadas o rosto e a voz dos deficientes militares", tendo "mobilizado apoios para uma causa a que se dedicou com extraordinária energia e sem desfalecimentos de vontade até ao último dia da sua vida".

Também o presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, o presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, e o Ministério da Defesa lamentaram a morte de José Arruda e lembraram a sua dedicação e o seu serviço a Portugal.

O presidente da Associação dos Deficientes das Forças Armadas morreu no sábado no Hospital da Cruz Vermelha, em Lisboa.

José Arruda nasceu em Moçambique em 10 de março de 1949, desenvolveu uma carreira de atleta até integrar o serviço militar obrigatório e foi ferido, em 1971, durante a guerra colonial, "acidente do qual resultou a cegueira e a amputação o membro superior esquerdo".

Fonte: noticiasaominuto.com Link: https://www.noticiasaominuto.com/pais/1187260/arruda-dedicou-se-aos-deficientes-militares-com-extraordinaria-energia
 

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Marcelo lamenta morte José Arruda

O chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, lamentou hoje a morte do presidente da direção nacional da Associação dos Deficientes das Forças Armadas (ADFA), José Arruda, elogiando-o pela sua dedicação "altruísta e meritória" a esta causa.
Marcelo lamenta morte José Arruda


© Global Imagens

23:14 - 26/01/19 por Lusa

País Forças Armadas

Numa nota publicada no portal da Presidência da República na Internet, Marcelo Rebelo de Sousa, que é Comandante Supremo das Forças Armadas, lembra que José Arruda "foi condecorado pelo Estado português com a Ordem do Mérito, grau de comendador, e com o grau de grande-oficial da Ordem do Infante D. Henrique" - respetivamente, em 2004 e 2016, pelos seus antecessores Jorge Sampaio e Cavaco Silva.

"O comendador José Eduardo Gaspar Arruda assegurou de uma forma extremamente dedicada, altruísta e meritória a reafirmação dos direitos à recuperação moral e material dos deficientes das Forças Armadas, numa permanente defesa dos valores da civilização, em prol da dignificação do ser humano, da justiça social e promoção da liberdade", escreve o Presidente da República.

Marcelo Rebelo de Sousa "lamenta a sua morte e envia as mais sentidas condolências à família, aos amigos, à ADFA e às Forças Armadas".

O presidente da ADFA, José Arruda, morreu hoje no Hospital da Cruz Vermelha, em Lisboa, anunciou esta estrutura associativa.

Em comunicado, a associação expressou "enorme mágoa e profunda consternação" pelo seu "falecimento inesperado".

"Sublinhamos e homenageamos o homem de Abril, que viveu na plenitude os valores da democracia, em liberdade e solidariedade", lê-se no comunicado.

José Arruda nasceu em Moçambique em 10 de março de 1949, e desenvolveu uma carreira de atleta até integrar o serviço militar obrigatório. Foi ferido, em 1971, durante a guerra colonial, "acidente do qual resultou a cegueira e a amputação do membro superior esquerdo".

Em 1973, durante a permanência no Hospital Militar Principal, participou no movimento de apoio à criação do estatuto do deficiente das Forças Armadas, tendo posteriormente, em 1974, participado na primeira assembleia geral da recém-criada ADFA, após o 25 de Abril.



Notícias ao Minuto
 
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Comunicado da Associação dos Deficientes das Forças Armadas



Honras Fúnebres ao Comendador José Eduardo Gaspar Arruda

30 Janeiro 2019

A Associação dos Deficientes das Forças Armadas – ADFA cumpre o doloroso dever de informar sobre as Cerimónias Protocolares e Honras Fúnebres que serão prestadas ao Senhor Comendador José Eduardo Gaspar Arruda, Presidente da Direção Nacional da Associação dos Deficientes das Forças Armadas, no Auditório Jorge Maurício, na Sede Nacional da ADFA, em Lisboa.

O Comendador José Arruda estará em câmara ardente, com Guarda de Honra Militar, e será velado a partir das 16h00, até às 23h30, do dia 31 de janeiro, quinta-feira.Na sexta-feira, dia 1 de fevereiro, o Velório prosseguirá a partir das 10h00 até às 14h00, hora a que terá lugar a Cerimónia Fúnebre.

Nesta última homenagem intervirão o Presidente da Mesa da Assembleia-Geral Nacional da ADFA, Joaquim Mano Póvoas, e o associado António Calvinho. A Cerimónia Religiosa de Encomendação será presidida pelo Capelão-Chefe e Bispo das Forças Armadas, Dom Rui Valério. Seguidamente, a Família – filhos José Paulo e Bóris – deixará o seu testemunho e homenagem. Tem lugar depois um pequeno momento musical.

O Cortejo Fúnebre segue, pelas 16h00, até ao Crematório do Cemitério dos Olivais, para a prestação de Honras Militares.
O cerimonial de exéquias e honras militares foi definido de acordo com a vontade expressa da Família do Senhor Comendador José Arruda.
A ADFA reitera, neste último adeus ao seu Presidente, o profundo reconhecimento pela sua dádiva a Portugal e aos cidadãos portadores de deficiência, especialmente aos deficientes militares.

“Eu não canto o épico da guerra!
Não, Não canto!
Eu canto a agressão que fui e suportei!”
Capitão António Calvinho, “Trinta Facadas de Raiva”

A Direção Nacional da ADFA


Fonte: Acapo
 
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"Vamos cumprir as causas de José Arruda" Consternação, pesar, incredulidade.

Foi assim que foi recebida a notícia do falecimento de José Arruda.

Por João Gomes Cravinho

Consternação, pesar, incredulidade. Foi assim que foi recebida, em toda a esfera da Defesa Nacional, a notícia do falecimento de José Arruda. Que falta que ele nos vai fazer. Foi no passado dia 21, no 45º aniversário da Associação dos Deficientes das Forças Armadas (ADFA), que estivemos juntos pela última vez, como terá acontecido com centenas de outras pessoas. A casa estava cheia, com cada cadeira ocupada e dezenas de pessoas acumuladas à porta e nos corredores por já não haver espaço na sala principal. Entidades oficiais, civis e militares, colegas e camaradas: todos mereceram referência pessoal e emocionada no seu discurso, todos se sentiram contagiados pela justiça da luta que ele protagonizava. Não era o facto de ser invisual que o ia deter de convocar individualmente cada um dos presentes, recorrendo à sua memória para fazer referência a todos os que lhe tinham manifestado a sua presença. Outros poderiam sentir-se extenuados, depois de um discurso vibrante e certeiro, e de celebrações justas pelo notável percurso da ADFA. Mas o Comendador Arruda era diferente. Ganhava energia redobrada com cada conquista nova, cada momento de aplauso impelia-o a dedicar-se com renovada garra e convicção às causas antigas e aos novos objetivos. A generosa luta do Comendador Arruda pelo bem-estar dos seus camaradas era também uma luta de Abril. Para ele, o 25 de Abril marcava o fim da injustiça colonial, mas enquanto não fossem devidamente honrados e tratados os Deficientes das Forças Armadas, o regime democrático era culpado de justiça incompleta. Ele tinha razão. Saibamos honrar-lhe a memória, cumprindo as suas causas.


Fonte: CM
 
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Óbito/José Arruda: AR homenageia ex-presidente da associação de Deficientes das Forças Armadas

Fonte: facebook: Associação Deficientes Forças Armadas

O parlamento aprovou hoje, por unanimidade, um voto de pesar pela morte do presidente da Associação dos Deficientes das Forças Armadas (ADFA), José Arruda, lembrando-o como "uma referência incontornável" na Defesa Nacional.

O voto de pesar foi apresentado pelo PS, PSD, BE e PCP, aprovado por unanimidade, tendo sido cumprido um minuto de silêncio em memória do ex-militar.

"Era uma referência incontornável para o universo da Defesa Nacional, mas também para a sociedade portuguesa, que muito lhe deve pelo trabalho incansável de combate ativo e sempre determinado, pelos direitos das pessoas com deficiência, em especial nas Forças Armadas", lê-se no texto.

José Arruda morreu em 26 de janeiro, no Hospital da Cruz Vermelha, em Lisboa, aos 69 anos. Nascido em Moçambique, em 10 de março de 1949, desenvolveu uma carreira de atleta até integrar o serviço militar obrigatório e foi ferido, em 1971, durante a guerra colonial, acidente do qual resultou a cegueira e a amputação o membro superior esquerdo.

Em 1973, durante a permanência no Hospital Militar Principal, participou no movimento de apoio à criação do estatuto do deficiente das Forças Armadas, tendo posteriormente, em 1974, participado na primeira assembleia-geral da recém-criada Associação dos Deficientes das Forças Armadas, que surgiu na sequência da Revolução do 25 de Abril.

Fonte: dn.pt Link: https://www.dn.pt/lusa/interior/obitojose-arruda-ar-homenageia-ex-presidente-da-associacao-de-deficientes-das-forcas-armadas-10554782.html
 

 



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