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Autor Tópico: Uma mão cheia de direitos  (Lida 335 vezes)

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Offline Raposa

Uma mão cheia de direitos
« em: 16/12/2020, 15:43 »
 
Uma mão cheia de direitos

Parece não haver dúvida da existência de diferentes mecanismos, nomeadamente legislativos, sobre o respeito pelos Direitos Humanos, sejam pessoas com deficiência ou não.


Uma mão cheia de direitos
A Convenção para os Direitos das Pessoas com Deficiência foi assinada pela União Europeia em 2007 e retificada mais tarde em 2010. Nos seus diferentes artigos, é possível constatar que todas as pessoas com deficiência têm o direito de participar da vida civil, política, económica, social e cultural da comunidade como qualquer outra pessoa.

Esta mesma Convenção estipula claramente o que as autoridades públicas e privadas devem fazer para garantir e promover o pleno gozo desses direitos por todas as pessoas com deficiência.

Parece não haver dúvida da existência de diferentes mecanismos, nomeadamente legislativos, sobre o respeito pelos Direitos Humanos, sejam pessoas com deficiência ou não.

No entanto, sabemos que infelizmente continuam a existir inúmeros atropelos, mais ou menos explícitos a estes mesmos direitos, facto que urge mudar.

Por que é que continuam a não ser observados os diferentes princípios orientadores para os Direitos Humanos nas pessoas com Perturbação do Espectro do Autismo (PEA)?

O estigma face à saúde mental, as crenças e os estereótipos relativamente ao autismo, parecem ser determinantes na forma como a Sociedade continua a lidar com as pessoas com esta condição.

E os exemplos que se vão acumulando corroboram a necessidade de se reverter a situação. O direito à dignidade, fundamental para todos nós, continua a ser diariamente posto em causa na vida das pessoas com PEA.

As queixas sistemáticas das crianças, jovens e adultos dos comportamentos por parte dos pares, seja na escola ou no trabalho, mas também por parte dos professores e das chefias, em relação a si, continuam a persistir.

É sabido que as pessoas com esta condição são mais frequentemente vítimas de bullying ao longo da vida. E são muitos os que dizem ficar em casa com o objetivo de se protegerem destes comportamentos.


Continue a lêr: https://lifestyle.sapo.pt/vida-e-carreira/comportamento/artigos/uma-mao-cheia-de-direitos
 
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