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Autor Tópico: Residência é prioridade para os doentes de Machado-Joseph  (Lida 1418 vezes)

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Offline Aislin

 
Residência é prioridade para os doentes de Machado-Joseph
 
 
Há doentes de Machado-Joseph, em situação de dependência total, que não têm quem cuide deles, estando por isso a ser desenvolvido um projecto de criação de uma residência

A Associação Atlântica de Apoio ao Doente de Machado-Joseph (AAADMJ) deverá apresentar, no próximo semestre, junto da Direcção Regional da Solidariedade e Segurança Social, o projecto de uma residência para acolhimento temporário ou definitivo de portadores da doença de Machado-Joseph. Segundo Tânia Fonseca, coordenadora técnica da associação, a principal dificuldade com que se deparam os portadores da doença Machado-Joseph, em situação de dependência total e sem qualquer possibilidade de cuidados por parte da família, tem a ver com a falta de respostas a nível social para estes casos. “Neste momento, a maior dificuldade destes doentes prende-se com a falta de respostas na fase em que atingem a dependência total e não há um agregado familiar ou um membro da família que possa garantir prestação de cuidados mínimos”, disse. Assim, a associação tem como próximo grande projecto a criação de uma residência para o acolhimento destes doentes de Machado-Joseph, estando o mesmo de momento em fase de preparação. “Estamos a fazer um levantamento das reais necessidades: número de possíveis utentes, recursos materiais e humanos, bem como valores aproximados deste investimento. No próximo semestre, deveremos apresentar este projecto junto da Direcção Regional da Solidariedade e Segurança Social”, revelou Tânia Fonseca. A coordenadora técnica explicou que as necessidades dos doentes de Machado-Joseph podem ser divididas em diferentes áreas. “A nível psicossocial, podemos dizer que estas necessidades foram bastante minoradas com a intervenção da AAADMJ, uma vez que o isolamento a que estes doentes estavam sujeitos foi quebrado através da abertura do centro de convívio. Ao nível do acompanhamento médico da doença, também há muita facilidade no acesso a consultas quer para diagnóstico, quer para seguimento”, frisou Tânia Fonseca. De acordo com a técnica, haverá no arquipélago cerca de 80 portadores da doença de Machado-Joseph, sendo estes “indivíduos sintomáticos porque em risco, portadores ou em risco de serem portadores, podemos falar de centenas”, acrescentou. A coordenadora técnica lamenta o facto de que as pessoas afectadas por esta doença só possam contar com um apoio permanente e efectivo somente em São Miguel. Nas outras ilhas, os doentes de Machado-Joseph encontram-se bastante “desprotegidos”, pelo que a AAADMJ tenta também dar apoio aos mesmos “através da prestação, pelos nossos técnicos, de informação junto dos doentes e/ou entidades oficiais por forma a desbloquear situações que muitas vezes são criadas, sobretudo, pela falta de informação relativa aos direitos dos doentes”, sublinhou Tânia Fonseca, acrescentando que também é frequente a recepção e atendimento de doentes que se deslocam de outras ilhas a São Miguel. Centro de Actividades Os portadores da doença de Machado-Joseph dispõem de um centro de actividades desde o ano 2000. Em Abril de 2009, a AAADMJ iniciou o funcionamento deste centro na sua nova sede (Rua Prof. Machado Macedo, nº29/31, Ponta Delgada), cujas obras ficaram finalizadas em Fevereiro deste ano. 0 objectivo era criar um núcleo de convívio que permitisse acabar com o isolamento social a que estes doentes estavam, na sua maioria, sujeitos, melhorando assim a sua qualidade de vida. As actividades desenvolvidas são variadas. Deste modo, o Centro de Actividades de Apoio ao Doente de Machado-Joseph (CAADMJ) possui um centro de convívio; actividades lúdico recreativas; classes de ginástica; apoio psicossocial; sistema de apoio ao domicílio; plano de melhoria e adaptação das condições habitacionais e, por último, linha telefónica de apoio. No âmbito do CAADMJ, realizam-se ainda várias actividades lúdicas, como passeios e sessões de convívio, que contam com a participação não só dos utentes, mas também dos seus familiares e associados. • Nova legislação assegura acesso a material clínico, ajudas técnicas e medicação A Assembleia da República revogou, em Agosto do ano passado, o Decreto Legislativo Regional nº 21/92/A, que aprova as medidas de apoio aos portadores da doença Machado-Joseph, e o Decreto Regulamentar Regional n.º 9/93/A, que regula a protecção especial prevista para estes doentes. Contudo, o PS- Açores apresentou um projecto que foi aprovado (Decreto Legislativo Regional nº 20/2009/A) e assegurou a continuidade da quase totalidade dos apoios previstos para estes doentes. “A haver algum reflexo da nova legislação, este será ao nível das reformas e pensões por invalidez, o que será dramático, pois a maior parte das famílias afectadas já se deparam com severas dificuldades financeiras”, sublinhou a coordenadora.

Fonte:Açoriano Oriental
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Notícias » Actualidade
12 / 03 / 2010  -  09 : 02


 

Offline Aislin

Re:Residência é prioridade para os doentes de Machado-Joseph
« Responder #1 em: 12/03/2010, 20:11 »
 
Causa Específica da Doença Machado-Joseph 
 
A Doença do Tropeção
Por Manuel Luciano da Silva, Médico
 

Houve, durante muito anos,  em certas localidades das ilhas dos Açores, uma enfermidade denominada  pelo vulgo:  Doença do Tropeção. O povo e até os médicos consideravam  que esta doença  devia ser devido  à bebedeira ou então causada por doenças venéreas trazidas pelos  tripulantes de New Bedford, Massachusetts,   que andavam à  caça da baleia   no Atlântico Norte  e deixavam  a  marca do seu  mal nos Açores... As vítimas desta doença foram, durante muitos anos, ridicularizadas injustamente!

Em 1972 foram diagnosticados na área de Fall River  os dois primeiros casos da  Doença do Tropeção ou da Doença de Machado-Joseph.

O primeiro caso  a ser descoberto foi o de William Machado, descendente de uma família da Bretanha na Ilha de São  Miguel. O segundo foi  de uma família chamada Thomas e logo a seguir  apareceu outro caso  no norte da Califórnia numa família chamada Joseph e daí o nome de Doença Machado-Joseph.

Em medicina há uma regra para se designar o nome da  doença que se  acabe de descobrir.  Ou se usa o nome do médico que a descreveu há muitos anos, como por exemplo Doença de Parkinson (nome do primeiro médico inglês  que descreveu esta doença), ou então usa-se o nome do primeiro doente no qual foi detectada  a nova enfermidade.  Neste caso  a ciência médica adoptou  prestar  homenagem aos  últimos nomes dos dois doentes:  Machado e Joseph

 
 

 

O defeito eléctrico dos doentes com Machado-Joseph está  na zona da Ponte

 

CAUSA DA DOENÇA 

Os doentes que sofrem desta doença  Machado-Joseph  têm um defeito na instalação eléctrica do seu   sistema nervoso. Vamos saber  em que parte  e porquê. 
Para compreendermos melhor o que é que se passa na Doença Machado-Joseph, devemos analisar primeiro a composição dos nossos nervos. Os nossos nervos são  nossos  fios eléctrico.

Todos nós sabemos que um fio eléctrico é composto por duas partes: por dentro contém um fio de cobre através do qual corre a corrente eléctrica e por fora consiste de um invólucro de borracha ou plástico, que serve para isolar o fio eléctrico, evitando curto-circuito ao longo do fio.

 

 

Célula nervosa mostrando os "fios" dentro do nervo e camada isoladora  externa

Uma fibra nervosa tem exactamente a mesma composição de um fio eléctrico: por dentro o fio nervoso é composto por neurofibrilhas (fios fininhos) que conduzem a electricidade humana e por fora têm  um invólucro isolador que é a chamada membrana Schwann (nome do cientista que a descreveu primeiro) que serve para evitar o curto-circuito ao longo do nervo.

Se a membrana  de Schwann é danificada, por exemplo por um vírus -- (como pode acontecer à borracha do fio eléctrico estalar ou queimar-se) -- a electricidade humana PERDE-SE  ao longo dos tecidos e a pessoa fica parcial ou totalmente paralisada.

As pessoas que sofrem, por exemplo de esclerose múltipla têm lesões na membrana de Schwann ou na "borracha do nervo",  de tal modo que a descarga eléctrica que saiu  do cérebro, com a finalidade da pessoa caminhar ou fechar a mão, não chega aos respectivos músculos, por causa do CURTO-CIRCUITO  QUE SE DÁ AO LONGO DA FIBRA NERVOSA  e daí  a paralisia parcial ou total.


 

Cabo eléctrico mostrando os vários fios semelhante ao que passa dentro do "cabo" do nervo

 

INSTALAÇÃO ELÉCTRICA 

Antes  de analisarmos os sintomas da Doença Machado Joseph devemos rever um conceito fundamental: sem electricidade humana o nosso corpo não funciona. Fica parcialmente paralisado ou morre.

Por isso devemos, ainda que duma forma  esquemática, saber  que a instalação eléctrica do nosso corpo  é composta  por três partes: 

(1)     cérebro  e cerebelo,  ou sistema nervoso central que  compõem o nosso maravilhoso computador  central.

(2)    medula ou cordão espinal  (um cabo grosso) que está dentro da coluna vertebral.

(3)    os nervos periféricos que ligam a medula ou cordão espinal a todas as partes do nosso corpo.

A ligar estas três partes do sistema nervoso existem milhões de fusíveis ou sinopses  para evitar que a instalação eléctrica  do nosso corpo se queime ou se estrague!

Quando falha a electricidade em nossas casas imediatamente procuramos saber onde é a avaria: no fusível da entrada na nossa casa, no cabo  eléctrico  grosso  na rua ou na central eléctrica?

Do mesmo modo devemos perguntar: onde é que está o defeito na instalação eléctrica nos doentes com Machado-Joseph?   O defeito eléctrico destes doentes está localizado na zona do sistema nervoso chamada: PONTE-OLIVO-CEREBELAR.
Onde fica isso?  Na parte que liga a  base do cerebelo à parte superior da medula espinal. 

Vamos fazer outra comparação.

(1)    Suponhamos que queremos ouvir rádio. O rádio neste caso é o nosso cérebro que seleciona as várias estações.  (2) o rádio tem uma extensão eléctrica para  a ligarmos  à ficha da electricidade que está embutida na parece.


 

 

O mal da Doença Machado-Joseph está localizada na deficiência  eléctrica entre a medula espinhal e o cérebro ou "rádio"

Mas depois de acendermos o rádio ele não toca!  Porquê? Pode não haver corrente eléctrica, nesse caso acendemos uma lâmpada para fazermos o teste. Mas a lâmpada acende. O defeito tem que  ser então  no fio da extensão que liga ao rádio. Temos que verificar que o fio não está partido ou que não tem defeito nenhum na borracha isoladora.

Se a extensão que está à mostra não tem defeito nenhum só nos resta o bocadito de fio que já está dentro do corpo do rádio.  Pois é aqui mesmo que vamos encontrar o defeito,  o malzinho,  para explicar porque é que o rádio não funciona bem. Este pedacito de  fio eléctrico tem a  BORRACHA QUEIMADA,  não permitindo a corrente normal da electricidade chegar ao rádio propriamente dito!   Esta PONTE  eléctrica  no rádio é semelhante à ponte eléctrica nos enfermos que têm a doença Machado-Joseph.  Chama-se PONTE OLIVO-CEREBERAL onde  está o mal da doença que causa a enfermidade  Machado-Joseph.   Notar que é CEREBELAR  de cerebelo, não do cérebro.  Explicaremos mais adiante  a importância da diferença.

No início da identificação da Doença de Machado-Joseph   os neurologistas de ambos os lados do Atlântico  observaram que esta doença não era devido nem  ao alcoolismo,  nem às  doenças venéreas.  Por isso começaram a pensar que   se devia tratar duma doença hereditária que afectava   especialmente o sistema nervoso.
Com este pensamento iniciou-se uma corrida em muitos laboratórios de genética em todo o mundo  para se descobrir em que cromossoma  é que poderia estar o defeito para  explicar a causa directa da Doença Machado-Joseph.
CROMOSSOMAS E GENES 

Há dez  anos, os cientistas do Departamento de Farmacologia da Faculdade de Medicina  da Universidade de Kyoto, no Japão, anunciaram para o mundo que tinham descoberto  um gene defeituoso no cromossoma número 14 que era responsável pela Doença Machado-Joseph.

O que é  um cromossoma?  É uma unidade genética que contêm  a planta ou  o plano arquitectónico para o desenvolvimento das  características  típicas de cada  ser vivo.   
O nosso corpo humano possui um total de uma centena de triliões de células. Cada uma das nossas células tem 46 cromossomas, com excepção das células genitais -- esperma e óvulo (ôvo) --  que têm 23 cromossomas cada. Quando se dá  a fecundação acerta-se outra vez o total de 46 cromossomas.

Para compreendermos melhor o que são cromossomas e genes vamos fazer  outra  comparação  à minha maneira.

Suponhamos que temos um pinheiro pequeno azulado  do tipo  de "blue-spruce".

Este pinheiro  tem 46 ramos que são equivalentes aos cromossomas. Mas cada ramo do pinheiro  tem cerca de duas mil folhas ou agulhas. Portanto se contarmos as folhas ou agulhas todas, contidas nos 46 ramos do pinheiro, que consideramos  equivalentes aos  cromossomas, obtemos um total de  CEM MIL folhas ou agulhas que são  também  equivalentes ao número total  de genes nos 46 cromossomas!

Se os cientistas japoneses descobriram que o defeito da Doença Machado-Joseph está NUM gene (ou folha ou agulha)  do cromossoma número 14, isto quer dizer que agora a ciência médica tem  que aprender  a manejar este GENE ESPECIFICO  entre os  DOIS MIL E TAL GENES   que existem no ramo ou cromossoma 14! 
Os neurologistas já chegaram à conclusão de  que a Doença Machado-Joseph é hereditária DOMINANTE. Isto quer dizer que um indivíduo que sofra desta doença transmite-a a 50% dos seus filhos.  Mas com a descoberta do gene que está estragado, com exame pré-natal será possível contornar o gene no feto  tornando-o saudável e evitar a propagação da doença na linha descendente.

 
 

Clique na foto para a ver em tamanho maior.

 

Os doentes com Machado-Joseph  não tem defeito nenhum no cérebro nem no cerebelo.  Os sintomas que apresentam  são  devidos às faltas de ligações eléctricas entre a medula espinhal e o cerebelo.

 

 

SINTOMAS DA DOENÇA  Agora que já compreendemos o mecanismo do defeito eléctrico e aonde  ele está no sistema nervoso,  vamos analisar os sintomas da Doença Machado-Joseph.

ATAXIA. O primeiro sintoma da doença é ataxia.  Ataxia é uma palavra grega que quer dizer "falta de ordem",  ou falha de coordenação muscular, ou melhor dizendo ALTERAÇÃO da  electricidade! 

Todos nós sabemos que dentro do nosso crânio temos o cérebro e o cerebelo. O cérebro,  cerca de dois terço na parte da frente,  é responsável pelo  PENSAR  e ANALISAR. O cerebelo, na parte posterior e inferior,  é responsável por EQUILIBRAR  e COORDENAR  os nossos movimentos. 

Portanto os comandos  da coordenação do nosso equilíbrio são da responsabilidade do CEREBELO.  Se o defeito está na ponte que liga o cerebelo ao cabo da medula espinal  a electricidade não é transmitida normalmente nos doentes com Machado-Joseph. 

Com esta destrinça compreendemos porque é que os doentes com a Machado-Joseph apresentam  os movimentos desequilibrados, desordenados e  caminham como se estivessem bêbados, tropeçam,  porque a electricidade que chega aos  seus músculos responsáveis  pela deambulação, têm  uma intensidade  diminuída, tal  qual como por vezes acontece nas nossas casas quando a luz começa a pestanejar,  aos tremeliques...

Mas na Doença Machado-Joseph o cérebro está intacto e por isso estes doentes mantém as suas  faculdades mentais normais.  As funções urinárias e fecais também estão intactas. Se houver algum percalço é porque a pessoa não pode chegar a tempo à retrete devido aos músculos das pernas não funcionarem normalmente e portanto não caminhavam normalmente. 

Os outros sintomas que vão aparecendo gradualmente têm todos explicação na diminuição do impulso normal eléctrico  quer originado no cérebro ou no cerebelo. 

Daí aparecem sintomas como diminuição  dos músculos voluntários, mas também nos músculos dos olhos, da fala, (disartria),   da deglutição,  os músculos em geral ficam fracos, (atrofia) e a pouco e pouco os doentes têm que usar cadeira de rodas.
Os sintomas da doença podem começar desde os vinte anos até aos cinquenta.  A  pessoa começa a caminhar como se estivesse bêbada. Depois apresenta movimentos e  gestos bruscos, não só nas pernas mas também nos braços e nas mãos. Tem tremores nas mãos.  Não se segura bem em pé. Estes doentes têm também dificuldade na visão. Não vêem bem para os lados.

A Doença de Machado-Joseph pode muito facilmente ser confundida com a Esclerose Múltipla.  Mas é fácil fazermos o diagnóstico diferencial. As pessoas com a Doença de Machado-Joseph não têm incontinência ou incapacidade  urinária ou fecal.
A longevidade média da pessoa que contrai a Doença de Machado-Joseph é de 15 anos e meio. Portanto quanto mais tarde a doença  aparecer melhor.

É importante fazer-se o diagnóstico certo da Doença de Machado-Joseph. Não se deve confundir esta doença com a Doença Parkinsonismo. Também  devemos fazer o diagnóstico diferencial  da Esclerose Múltipla ou da Coreia de Huntington, porque apesar de tudo a Doença de Machado-Joseph é melhor do que as outras doenças,  quer dizer, tem melhor prognóstico, as pessoas vivem mais anos.
O Professor Francis Rogers, que foi professor de Português na Universidade de Harvard,   quis meter o nariz onde não era chamado e chegou a propor, quando era vivo,  para a doença se chamar Doença dos Açorianos. Eu protestei,  escrevi várias cartas para vários lados porque já sabia da literatura  médica mundial que a Doença Machado-Joseph existe em todas as raças: na Europa, na América, na China, no Japão, etc.  Não devemos de maneira nenhuma chamar a esta doença Doença Açoriana,  até porque os primeiros casos foram  do Continente para os Açores na altura do povoamento do Arquipélago!...

A explicação que se dá é que a doença apareceu pela primeira vez em determinado pontos do globo porque houve uma mutação ou mudança no gene do cromossoma 14,  isto é,  a  folha ou agulhinha do ramo 14 do "blue spruce"-- por razões que se desconhecem --  secou ou começou a ficar defeituosa  e depois esse defeito foi captado pelas  sementes das  pinhas do "blue spruce" e daí transmitido  às outra gerações de pinheiros...

Quem quiser saber mais informação actualizada  sobre o número de pessoas que existem no Continente e nos Açores  com  a Doença Machado-Joseph pode escrever à  Professora-Doutora  Paula Coutinho, Departamento de Neurologia, Hospital de Santo António, Porto, Portugal. Nos Açores podem contactar a Professora-Doutora Maria Manuela Lima, Departamento de Antropologia, Universidade dos Açores,  Ponta Delgada, São Miguel, Açores.
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