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Autor Tópico: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia  (Lida 78725 vezes)

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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #60 em: 27/08/2022, 09:42 »
 
Kiev reivindica morte de 200 paraquedistas russos em ataque a base

MadreMedia / Lusa
26 ago 2022 19:27



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

Cerca de 200 paraquedistas russos morreram num ataque de tropas ucranianas a uma base militar russa na cidade de Kadiivka, reivindicou hoje o chefe da administração militar de Lugansk, Serhiy Haidai.

Numa mensagem na rede social Telegram, citada pela agência Ukrinform, Haidai explicou que as forças armadas ucranianas fizeram “explodir” o hotel Donbass, em Kadiivka, onde os russos têm uma base desde 2014.

O Estado-Maior Geral das Forças Armadas da Ucrânia avalia as baixas entre as tropas russas, desde o início da invasão russa da Ucrânia, em cerca de 46.250, referindo 400 nas últimas 24 horas.

De acordo com a lista divulgada pelas autoridades ucranianas na rede social Facebook, entre 24 de fevereiro e 26 de agosto as forças ucranianas também destruíram 1.936 tanques, 4.251 veículos blindados de combate, 1.040 sistemas de artilharia, 272 sistemas de foguetes de lançamento múltiplo (MLRS) e 148 sistemas de defesa antiaérea.

As tropas russas também terão perdido 234 aeronaves, 202 helicópteros, 834 veículos aéreos não tripulados táticos operacionais, 196 mísseis de cruzeiro, 15 navios, 3.162 veículos-tanque e camiões e 99 equipamentos especiais.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de quase 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e quase sete milhões para os países vizinhos -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções em todos os setores, da banca à energia e ao desporto.

Na guerra, a ONU apresentou como confirmados 5.587 civis mortos e 7.890 feridos, sublinhando que os números reais são muito superiores e só serão conhecidos no final do conflito.






Fonte: 24.sapo.pt                    Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/kiev-reivindica-morte-de-200-paraquedistas-russos-em-ataque-a-base
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #61 em: 28/08/2022, 14:52 »
 
Ucrânia: Alemanha suspeita que russos espiam soldados ucranianos em formação

Por MultiNews Com Lusa em 13:46, 26 Ago 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Agências russas alegadamente espiaram o treino de soldados ucranianos no uso de novas armas em bases militares, incluindo uma norte-americana, localizada na Alemanha, noticiou hoje o jornal alemão Der Spiegel.

De acordo com este jornal, o serviço de contra-informações militar alemão MAD teve “pistas” sobre essas operações de espionagem, indicando dois locais que, em particular, teriam sido objeto de vigilância: a base de Idar-Oberstein (Renânia-Palatinado) e a de Grafenwöhr (Baviera), administrada pelo exército norte-americano.

Em Idar-Oberstein, o exército alemão treinou soldados ucranianos no uso do obus “Panzerhaubitze 2000”, enquanto em Grafenwöhr, as forças armadas norte-americanas treinaram ucranianos em sistemas de artilharia ocidentais.

De acordo com o MAD, os campos de treino também foram sobrevoados várias vezes por aviões não tripulados (‘drones’) e os serviços alemães suspeitam que a Rússia também tenha tentado escutar telemóveis de ucranianos em treino na Alemanha.

O MAD também teme que os serviços russos estejam a tentar eliminar opositores que fugiram da Rússia para se refugiar na Alemanha, ou possíveis desertores das forças de segurança.

A Alemanha tem sido palco de vários casos de espionagem nos últimos anos, atribuídos aos serviços de informações russos.

Na quinta-feira, o chanceler alemão, Olaf Scholz, visitou uma base militar na Alemanha onde soldados ucranianos estão a receber formação, aproveitando para referir a importância deste género de ações no apoio à resistência de Kiev perante a invasão russa.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de quase 13 milhões de pessoas – mais de seis milhões de deslocados internos e quase sete milhões para os países vizinhos -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções em todos os setores, da banca à energia e ao desporto.






Fonte: multinews.sapo.pt                     Link: https://multinews.sapo.pt/atualidade/ucrania-alemanha-suspeita-que-russos-espiam-soldados-ucranianos-em-formacao/
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #62 em: 28/08/2022, 14:55 »
 
Ucrânia: Acossada no início da guerra, Kiev exibe agora troféus e dilemas

Por MultiNews Com Lusa em 15:54, 26 Ago 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Ameaçada pela proximidade das forças russas e castigada pelos bombardeamentos aéreos, no início da invasão da Ucrânia, Kiev é, seis meses depois, uma cidade descomprimida que já se permite a exibição de troféus de guerra, mas também dos seus dilemas.

Quando as forças russas começaram a abandonar, no final de março, as posições que mantinham às portas da capital ucraniana, para se concentrarem na frente do Donbass (no leste do país), a cidade recomeçou a sua vida, mas não totalmente onde a tinha deixado, adaptando-se à sua nova normalidade.

Se há seis meses, cerca de metade da população, estimada em 3,5 milhões antes da invasão russa iniciada em 24 de fevereiro, se colocou em fuga, deixando para trás uma “cidade fantasma”, hoje o cenário é radicalmente diferente.

A maioria dos controlos militares foi removida, os transportes públicos voltaram a circular, o comércio reabriu, os trabalhadores regressaram às empresas, os espetáculos de ópera e de ballet estão de novo nos palcos, os restaurantes, bares e cafés enchem-se de clientes, entre manifestações patrióticas na forma de bandeiras nacionais e insultos ao Presidente russo, Vladimir Putin, e as discotecas vibram de música, mas só até às 23:00, hora de recolher obrigatório.

Além das limitações de movimentos, entre o trauma dos primeiros dias de guerra e os receios de que ela volte a Kiev, o toque frequente das sirenes de alarme aéreo acaba por ser o sinal mais evidente para os seus habitantes de que esta continua a ser a capital de um país em guerra.

Há poucos dias, Valentina Kurdyukova assistia a um espetáculo de uma banda filarmónica no Teatro da Ópera, quando este foi interrompido pelo alarme. “Mas os músicos continuaram a tocar nos abrigos canções patrióticas, tentando animar as pessoas. Este era o concerto em que queria estar, não queria outro, e vai ficar na minha memória como o concerto de uma vida”.

Para a empresária de 34 anos, esta é também a “atmosfera espritual” que deseja absorver nestes tempos, entre “uma guerra terrível e cruel” e “também paradoxalmente bonita pela forma como une os ucranianos, levando-os a acreditar em si próprios, na Ucrânia e no Exército”.

Para Valentyna, o regresso às rotinas, às salas de espetáculos, restaurantes e cafés é também uma forma de resistência. “Temos de viver com isto e não ceder. É isso que os russos querem: acabar com a nossa cultura, com a nossa língua, com a nossa nação. Então, tenho de assumir a minha responsabilidade e continuar a frequentar estes lugares, ser corajosa e prosseguir a minha vida”.

Numa entrevista recente, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse que entende o desejo dos habitantes de Kiev de descomprimir após todo o sofrimento dos últimos meses. “Eles estão vivos, querem ter a sensação de que a vida continua e não se pode ficar deprimido a toda a hora. E é ótimo para a economia”.

Ao mesmo tempo, entende a incredulidade de habitantes de outras regiões do país, onde a guerra continua a ser travada com intensidade: “Eles olham para Kiev e dizem: ‘Como é que se pode ficar sentado nos cafés quando as pessoas estão a morrer aqui?’ Eles também estão certos”, prosseguiu Zelensky, acrescentando: “As atitudes são diferentes, e ambas estão corretas de certa forma”.

Para Valentyna, esse é um sentimento de culpa que não deseja assumir, porque sair de casa e praticar os seus ‘hobbies’ é algo que a faz sentir “viva e saudável” face ao abalo psicológico que carrega desde 24 de fevereiro e nada lhe garante que os russos tenham desistido da capital ucraniana.

“Não é preciso que seja em Kiev para sentir os acontecimentos da guerra como se tivessem ocorrido aqui”, comenta, dando o exemplo do bombardeamento, na quarta-feira, da estação ferroviária de Dnipropetrovsk, que provocou pelo menos 25 mortos, entre os quais dois menores. “Sofremos por cada canto deste país, porque estamos unidos e conhecemos gente em toda a parte”.

Como forma de combater a fadiga de guerra e elevar a motivação da população Kiev, as autoridades locais colocaram na rua Khreshchatyk, uma das principais da cidade, dezenas de blindados e viaturas militares russas destruídos pelo Exército ucraniano, numa parada militar alternativa visando o dia da independência nacional, assinalado na mesma quarta-feira em que Dnipropetrovsk foi atacada.

Esta rua, que atravessa a praça que testemunhou a Revolução Laranja, em 2003 e 2004, e os protestos do Euromaidan, dez anos mais tarde, era um deserto quase completo após a invasão russa, com todo o comércio encerrado, e os únicos vestígios de vida apenas podiam ser encontrados num controlo militar, entretanto removido, e num pequeno grupo de voluntários a encher sacos de areia, quando Kiev era uma “cidade fortaleza”.

Bohran, um produtor de cinema de 19 anos, era um dos voluntários e, quando questionado pela Lusa, nos primeiros dias de março, se algum dia os russos ultrapassariam aqueles sacos de areia, pediu tempo para pensar e apenas respondeu: “Vamos dar o nosso melhor”.

“Olhem para eles agora”, afirma em desafio, seis meses depois, no mesmo local, outro Bohran, contemplando a exibição de carros russos destruídos. “Isto significa que a Rússia não conseguiu fazer nada, mesmo sendo o segundo exército do mundo, mais os seus tanques. Agora estão vazios, morreram todos, e pelo menos estes já não podem fazer nada”, prossegue o estudante de 20 anos, proveniente de Kharkiv, uma das cidades mais fustigadas pela guerra na Ucrânia, falando junto de um jardim que assinala com pequenas bandeiras nacionais os nomes dos “ucranianos e estrangeiros mortos por Putin” nesta “estúpida guerra”.

Ao longo da extensa e monumental rua Khreshchatyk, estão exibidos grandes blindados, como o MSTA-C ou Akacia, T-72 e T-90, ‘Grads’ (lança-‘rockets’, carros de assalto, viaturas de comunicações, de transporte, destruídos em várias regiões do país, e quase todos carbonizados, pairando um cheiro persistente de ferro queimado.

O estado de algumas destas viaturas denuncia o que lhes aconteceu. A torre de um blindado foi arrancada por um tiro de artilharia, que se encontra exposta ao lado da carcaça do que restou do veículo, outro ficou com a dianteira desfeita, outros ainda, poucos, estão quase intactos. Mas todos foram agora tomados pelos ucranianos, que deixam pintadas inscrições nos veículos destruídos com os nomes das cidades atingidas pela guerra.

“Diziam que iam tomar Kiev em três dias e seriam recebidos com flores. Afinal, chegaram ao centro de Kiev, mas com nuances”, ironiza Oksana Joahannessen, uma fotógrafa de 38 anos, que não tem dúvidas sobre o efeito positivo desta exposição: “Isto faz-nos acreditar ainda mais no exército ucraniano e aliviar um pouco do ‘stress’ do dia-a-dia e do sobressalto das sirenes de alarme aéreo”.

No que era uma rua de ausentes, as viaturas russas chamam agora milhares de ucranianos, alguns deles envoltos em bandeiras nacionais, levando crianças pela mão, antes do regresso às aulas, previsto para 01 de setembro.

“É uma grande exposição e um bom exemplo da coragem da Ucrânia e dos seus soldados e as pessoas estão a gostar. Elas vivem as suas vidas normais e pacíficas, mas também precisam ver que isto não acabou e é preciso força”, comenta Aliakessandri Apeikin, 35 anos, um bielorrusso que se apresenta, ao contrário do Presidente do seu país, Aleksandr Lukashenko, aliado de Moscovo, “um amigo da Ucrânia”, onde é voluntário na recolha de donativos para o Exército.

E é nele sobretudo que pensa Sasha, 21 anos: “Temos um inimigo poderoso e as pessoas estão unidas, cansadas mas os nossos soldados estarão muito mais do que nós e agora podemos ver os resultados”. O estudante de engenharia até se esforça por manifestar pesar pelos russos que morreram naqueles carros de combate, mas este sentimento equilibra-se logo a seguir.

“Nós não pedimos esta guerra. Eles também atacaram as nossas cidades e matam ucranianos, incluindo mulheres e crianças”, afirma, à sombra da sede do município de Kiev, de arquitetura estalinista, onde um cartaz enorme exige, em inglês, “Libertem os defensores de Mariupol”, numa alusão aos militares ucranianos detidos pelos russos ao fim de vários meses de resistência do complexo siderúrgico de Azovstal.

“Continuamos a acreditar que vamos ganhar, mas vai demorar mais tempo do que pensávamos”, afirma ainda o estudante. “O próximo inverno vai ser duro. Venha o que vier, estamos prontos”.






Fonte: multinews.sapo.pt                 Link: https://multinews.sapo.pt/atualidade/ucrania-acossada-no-inicio-da-guerra-kiev-exibe-agora-trofeus-e-dilemas/
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #63 em: 28/08/2022, 14:57 »
 
Guerra. Ministra alemã assegura mais ajuda militar à Ucrânia

JORNAL I
28/08/2022 11:20



Fonte de imagem: © AFP


"Para mim está claro que a Ucrânia defende a nossa liberdade e a nossa ordem pacífica, pelo que continuaremos o apoio financeiro e militar pelo tempo que for necessário", disse Annalena Baerbock, ministra dos Negócios Estrangeiros da Alemanha.

Annalena Baerbock, ministra dos Negócios Estrangeiros da Alemanha, afirmou este domingo que o país irá continuar a oferecer ajudar mílitar à Ucrãnia, na sequência da invasão russa, que "durará anos".

"Para mim está claro que a Ucrânia defende a nossa liberdade e a nossa ordem pacífica, pelo que continuaremos o apoio financeiro e militar pelo tempo que for necessário", reiterou a responsável, em declarações ao jornal Bild, acrescentando que o mundo deve assumir "que esta guerra se prolongará por anos", uma vez que, "infelizmente, o Governo russo tem a ideia fixa de quebrar a Ucrânia e o seu povo", acrescentou. "Faremos o que for preciso para que esse objetivo não se concretize", prometeu a ainda a ministra.

Tanto Annaela Baerbock como o ministro da economia, Robert Habeck, já exigiram o fim da dependência energética da Rússia, uma posição já tomada antes do início da guerra, manifestando-se assim contra a construção do segundo gasoduto de Nord-Stream.

Assim sendo, Baerbock rejeita as propostas dos seus parceiros liberais para reativar Nord Stream 2, como forma de fazer frente à emergência de escassez de gás.






Fonte: ionline.sapo.pt                  Link: https://ionline.sapo.pt/artigo/779673/guerra-ministra-alema-assegura-mais-ajuda-militar-a-ucr-nia-?seccao=Mundo_i
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #64 em: 28/08/2022, 15:03 »
 
Ucrânia: Putin quer reforçar Forças Armadas com mais 137 mil soldados

Por Filipe Pimentel Rações em 16:44, 25 Ago 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O Presidente russo, Vladimir Putin, assinou um decreto (em russo) que visa aumentar em 10% o número de efetivos nas Forças Armadas da Rússia, com um acréscimo de mais 137 mil militares.

Atualmente, o país conta com pouco mais de um milhão de soldados e cerca de 900 mil civis ao serviço das suas Forças Armadas. A medida é aprovada numa altura em que Moscovo está a procurar reforçar o seu poder militar, presumivelmente para compensar as perdas sofridas nos teatros de guerra na Ucrânia.

O decreto presidencial de Putin, que deverá entrar em vigor no dia 1 de janeiro de 2023, indica que “o tamanho numérico das Forças Armadas da Federação Russa deverá ser estabelecidos nos 2.039.758”, dos quais 1.150.628 deverão ser militares. Anteriormente, o número de pessoal militar era de 1.013.628.

Várias notícias têm revelado que o governo russo tem procurado recrutar combatentes nas prisões e empresas públicas na Rússia, com recurso a ofertas de amnistia e de salários acima da média nacional.

Estimativas de fontes ocidentais apontam que a Rússia terá perdido já entre 70 mil e 80 mil soldados, por ferimento ou morte, desde que arrancou a guerra com a Ucrânia no dia 24 de fevereiro passado, relata a ‘BBC’.

O ministério da Defesa do Reino Unido já tinha informado que, apesar de o Kremlin estar a formar batalhões de voluntários, “níveis muito limitados de entusiasmo popular pelo voluntarismo para combater na Ucrânia” faria com que a Rússia tivesse dificuldade em suprir as perdas sofridas nos seis meses de guerra.

Contudo, os números de perdas de militares russos não são consensuais. Estimativas oficiais das Forças Armadas da Ucrânia indicam que a Rússia terá perdido 45.850 militares desde o início da guerra.


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt





Fonte: multinews.sapo.pt                   Link: https://multinews.sapo.pt/atualidade/ucrania-putin-quer-reforcar-forcas-armadas-com-mais-137-mil-soldados/
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #65 em: 29/08/2022, 17:41 »
 
Ucrânia: equipa da AIEA já está a caminho de Zaporijia, “na sua missão mais difícil da história”

Por Francisco Laranjeira em 10:42, 29 Ago 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Uma equipa da AIEA (Agência Internacional de Energia Atómica) já está a caminho de Zaporijia, segundo alertou o responsável do órgão de vigilância nuclear das Nações Unidas, Rafael Grossi, que garantiu a missão deve chegar ainda esta semana à maior central nuclear da Europa, ocupada pelas forças russas desde fevereiro.


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Dmytro Kouleba, frisou já que a missão seria “a mais difícil da história da AIEA”. A Ucrânia tem acusado a Rússia de manter a central nuclear como refém, utilizando como depósito de armas e palco de ataques. Já Moscovo acusa Kiev de disparar imprudentemente contra a instalação. Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, alertou que a Europa estava “a um passo” de um desastre de radiação.

A AIEA garantiu que a sua missão vai avaliar os danos físicos à instalação e “determinar a funcionalidade dos sistemas de segurança e proteção”

Segundo a Energoatom, agência nuclear da Ucrânia, acusou que nas últimas 24 horas as tropas russas atacaram a cidade vizinha de Enerhodar e a central nuclear, ferindo 10 pessoas, quatro das quais trabalhavam em Zaporijia.

A AIEA informou no último domingo que os níveis de radiação estavam normais, que dois dos seis reatores da central estavam operacionais e que, embora nenhuma avaliação completa tenha sido feita, os recentes combates danificaram uma tubulação de água, que já foi reparada.






Fonte: multinews.sapo.pt                    Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-equipa-da-aiea-ja-esta-a-caminho-de-zaporijia-na-sua-missao-mais-dificil-da-historia/
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #66 em: 29/08/2022, 17:43 »
 
Ucrânia: “Estamos no início de um crise muito mais funda, que está a dividir o mundo”, alerta Durão Barroso

Por Francisco Laranjeira em 14:09, 29 Ago 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

A guerra na Ucrânia é, para Durão Barroso, apenas o início da uma crise muito funda. “Estou muitíssimo preocupado com a situação na Ucrânia. Acho que o mundo não é o mesmo depois de 24 de fevereiro, acho que só estamos no início de uma crise muito mais funda, que está a dividir o mundo. E temos de estar preparados para o longo prazo”, avisou esta segunda-feira, durante a partipação no Summer CEmp, organizado pela representação da Comissão Europeia em Portugal, que este ano decorre, na Ribeira Grande, nos Açores.

O antigo presidente da Comissão Europeia admitiu mesmo que não vê uma solução para o conflito no médio e longo prazo. “O mais grave é que aqueles que têm alguma responsabilidade e que estão em posições de decisão também não estão a ver (o desfecho). (…) Temos uma situação de grande incerteza que é muito séria do ponto de vista militar, humanitário e ecónomico e acho que na Europa temos de estar preparados para isso”, sublinhou, realçando a resposta dos Estados-membros da UE. “Reagiu com coragem, com força e determinação, mais talvez que aquela que Putin esperava.”

“A Europa está a tornar-se mais madura, mais adulta do ponto de vista geopolítica. A Europa, durante muitos anos, viveu na ilusão que as questões do mercado resolviam tudo. Ora é muito importante termos um mercado comum, temos um mercado interno, mas a Europa tem de se dotar de uma política externa e de defesa mais consequentes e consistentes”, frisou, elogiando a aplicação das sanções contra Moscovo. “Seria uma tragédia para a Europa, não perdíamos o respeito por nós próprios, perdíamos na batalha dos princípios e valores, mas era o encorajamento que maiores e mais graves ameaças fossem feitas” a outros países da NATO ou da UE.






Fonte: multinews.sapo.pt                      Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-estamos-no-inicio-de-um-crise-muito-mais-funda-que-esta-a-dividir-o-mundo-alerta-durao-barroso/
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #67 em: 29/08/2022, 18:36 »
 
Suécia anuncia ajuda militar e económica no valor de 94 milhões de euros

Agência Lusa 29 ago 2022   11:42


Fonte de imagem: dnoticias.pt

O Governo da Suécia anunciou hoje um novo pacote de auxílio à Ucrânia, no valor de 94 milhões de euros, que será dividido em partes iguais entre ajuda económica e militar.

O anúncio foi conhecido durante a visita do ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Dmytro Kuleba, a Estocolmo, onde agradeceu o apoio fornecido pela Suécia e voltou a sublinhar as deficiências da artilharia ucraniana na defesa contra a nova invasão da Rússia, que teve início em fevereiro passado.

"A Suécia vai continuar a ser um amigo e um aliado muito próximo e vai apoiar a Ucrânia", disse a primeira-ministra sueca, Magdalena Andersson, acrescentando que o apoio militar encontra-se em "consonância com as necessidades ucranianas".

A ministra dos Negócios Estrangeiros da Suécia, Ann Linde, assinalou, por sua vez, que Estocolmo vai especificar "em breve" o tipo de armamento que vai ser enviado para a Ucrânia.

"Enquanto a guerra prosseguir vamos continuar a pedir armas", afirmou Kuleba que pediu "à Europa para se manter unida" contra a Rússia.

O Governo sueco realizou, até ao momento, três envios de armamento para a Ucrânia que incluíram sistemas de mísseis, lança-foguetes, espingardas e munições, além de mantimentos.

Com o fornecimento de armas à Ucrânia, a Suécia rompeu a tradição de não enviar material militar para países em conflito, interrompida desde a invasão soviética da Finlândia em 1939.

A intervenção militar russa no território ucraniano também levou a que tanto a Finlândia como a Suécia pusessem termo ao seu estatuto de não-alinhamento e se candidatassem à adesão à NATO, processo que foi aprovado na última cimeira da Aliança Atlântica que decorreu em Madrid, Espanha, em junho passado.






Fonte: dnoticias.pt                       Link: https://www.dnoticias.pt/2022/8/29/325837-suecia-anuncia-ajuda-militar-e-economica-no-valor-de-94-milhoes-de-euros/
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #68 em: 30/08/2022, 17:13 »
 
Alemanha e França opõem-se à proibição de turistas russos visitarem a UE

Por Francisco Laranjeira em 09:43, 30 Ago 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

A União Europeia não deve impedir que os turistas russos visitem o bloco, segundo defendem Alemanha e França, revelou esta terça-feira a agência Reuters, antes da reunião de ministros dos Negócios Estrangeiros em Praga que visa discutir a exigência dos países bálticos e outros Estados-membros para a proibição de vistos.

“Enquanto entendemos as preocupações de alguns Estados-membros neste contexto, não devemos subestimar o poder transformador de experimentar a vida em sistemas democráticos em primeira mão, especialmente para as gerações futuras”, pôde ler-se no documento franco-alemão.

“As nossas políticas de vistos devem refletir isso e continuar a permitir contatos pessoais na UE com cidadãos russos não vinculados ao governo russo”, sublinhou.

Até ao momento, a Comissão Europeia lembrou que cabe a cada país decidir se emite vistos a turistas russos, e vários países, especialmente os vizinhos da Rússia, têm anunciado uma diminuição ou mesmo suspensão da atribuição de vistos turísticos para cidadãos russos.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, já pediu à União Europeia que desse o passo de suspender os vistos, tendo reforçado o pedido durante uma visita, na semana passada, do ministro português dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho, a Kiev.





Fonte: multinews.sapo.pt                    Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/alemanha-e-franca-opoem-se-a-proibicao-de-turistas-russos-visitarem-a-ue/
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #69 em: 30/08/2022, 17:16 »
 
Ucrânia: Rússia alerta que mísseis ucranianos fizeram “duas brechas” em armazém de combustível na central nuclear de Zaporíjia

Por Filipe Pimentel Rações em 12:11, 30 Ago 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

As autoridades militares instaladas pela Rússia em Zaporíjia relatam que foram identificadas “duas brechas” num edifício que armazena combustível para o reator da maior central nuclear da Europa.

As informações são avanaçadas pelo jornal ‘ABC’, depois de os militares russos terem apontado que um ataque de mísseis alegadamente realizado pela Ucrânia danificou severamente o teto desse armazém.

Na rede social Telegram, Vladimir Rogov, responsável pela administração russa da região de Zaporíjia, publicou esta terça-feira imagens de satélite que alegadamente mostram as brechas feitas pelos mísseis ucranianos, afirmando que, após o ataque, deflagraram fogos nas áreas florestais que circundam a central nuclear.


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Moscovo e Kiev têm trocado acusações sobre ataques a Zaporíjia, transferindo entre si a responsabilidade de colocar em risco a segurança dos reatores e de aumentar o perigo de fugas de radiação.

De recordar que esta segunda-feira a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) confirmou que estava a caminho da central, a fim de investigar os danos sofridos no contexto dos combates que têm decorrido entre as forças russas e ucranianas.

O regime de Vladimir Putin tem sido frequentemente acusado de estar a bloquear a visita dos especialistas da AIEA, mas hoje o Kremlin assegurou que espera que a missão decorra normalmente e que é algo do interesse da Rússia.

Citado pela ‘Reuters’, o porta-voz do governo russo, Dmitry Peskov, saliento que “temos interesse nesta missão, e há muito tempo que esperamos por ela”.






Fonte: multinews.sapo.pt                      Link: https://multinews.sapo.pt/atualidade/ucrania-russia-alerta-que-misseis-ucranianos-fizeram-duas-brechas-em-armazem-de-combustivel-na-central-nuclear-de-zaporijia/
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #70 em: 30/08/2022, 17:18 »
 
Ucrânia: UE doa cinco milhões de comprimidos para proteger ucranianos de radiação

Por MultiNews Com Lusa em 12:15, 30 Ago 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

A União Europeia (UE) vai doar cinco milhões de comprimidos de iodeto de potássio para proteger os ucranianos da potencial exposição à radiação, numa altura em que a central nuclear ucraniana de Zaporijia está ocupada por forças russas.

Em comunicado hoje divulgado, a Comissão Europeia aponta que, na passada sexta-feira, “a UE recebeu do governo da Ucrânia uma solicitação [para envio] de comprimidos de iodeto de potássio como medida preventiva de segurança para aumentar o nível de proteção em torno da central nuclear de Zaporijia”.

Respondendo a tal solicitação, “o Centro Europeu de Coordenação de Resposta mobilizou rapidamente 5,5 milhões de medicamentos de iodeto de potássio através do Mecanismo de Proteção Civil da UE para a Ucrânia, incluindo cinco milhões das reservas de emergência e 500.000 da Áustria”, precisa o executivo comunitário.

O apoio tem um valor financeiro de mais de 500 mil euros e será entregue à Ucrânia a partir das instalações logísticas instaladas na Alemanha.

A ideia é que comprimidos de iodeto de potássio sejam “utilizados em cenários limitados para evitar que o iodo radioativo inalado ou engolido fosse absorvido pela tiroide”, adianta a Comissão Europeia.

Citado pela nota, o comissário europeu da Gestão de Crises, Janez Lenarčič, vinca que “nenhuma central nuclear deverá alguma vez ser utilizada como teatro de guerra”.

“É inaceitável que vidas civis sejam postas em perigo. Toda a ação militar em torno da central nuclear de Zaporijia deve cessar imediatamente”, apela o responsável.

Na segunda-feira, a Ucrânia e a Rússia voltaram a acusar-se mutuamente de ataques contra Zaporijia, no dia da partida de uma missão de peritos internacionais para a central nuclear ucraniana ocupada por forças russas.

As forças russas assumiram o controlo da central nuclear de Zaporijia, no sudeste da Ucrânia, cerca de duas semanas depois de terem invadido o país vizinho, em 24 de fevereiro.

Uma série de ataques nas últimas semanas, denunciados pelas duas partes como sendo da responsabilidade da outra, levaram ao receio de um acidente nuclear grave na central.

A Ucrânia tem quatro centrais nucleares em funcionamento, com um total de 15 reatores, seis dos quais na de Zaporijia.

O acidente nuclear mais grave de sempre ocorreu em solo ucraniano, em 1986, na central de Chernobyl, quando a Ucrânia fazia parte da antiga União Soviética.






Fonte: multinews.sapo.pt                    Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-ue-doa-cinco-milhoes-de-comprimidos-para-proteger-ucranianos-de-radiacao/
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Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #71 em: 30/08/2022, 17:19 »
 
Ucrânia: “Se querem sobreviver, é hora de os militares russos fugirem”, avisa Zelensky

Por Francisco Laranjeira em 14:50, 30 Ago 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky recomendou às forças russas que fugissem quando começa a tomar forma a contra-ofensiva da Ucrânia, inclusive na região sul de Kherson, a primeira grande cidade capturada pela Rússia na sua invasão da Ucrânia. O líder da Ucrânia já prometeu, em diversas ocasiões, que a Ucrânia iria recuperar a sua cidade.

“Se eles querem sobreviver, é hora de os militares russos fugirem. Vão para casa”, avisou Zelensky, no seu discurso ao país, embora sem mencionar explicitamente a nova estratégia da contra-ofensiva. No entanto, reafirmou o compromisso de recuperar toda a Ucrânia, incluindo a Crimeia, que a Rússia anexou em 2014.

“A Ucrânia está a devolver-se a si mesmo. E vai devolver a região de Kharkiv, região de Luhansk, região de Donetsk, região de Zaporizhzhia, região de Kherson, Crimeia, definitivamente toda a nossa área de água do Mar Negro e do Mar de Azov”, prometeu. “Isso vai acontecer. Isso é nosso. E assim como a nossa sociedade entende, quero que os ocupantes também entendam. Não haverá lugar para eles em terras ucranianas.”

A Rússia, no entanto, já anunciou planos de realizar um referendo em Kherson sobre a adesão à Rússia, o que autoridades ucranianas dizem ser uma farsa projetada para ajudar a Rússia a tomar a cidade à força. O que motivou maior urgência e esforços da Ucrânia para reconquistar a região antes que esta seja anexada.






Fonte: multinews.sapo.pt                  Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-se-querem-sobreviver-e-hora-de-os-militares-russos-fugirem-avisa-zelensky/
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Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #72 em: 30/08/2022, 17:22 »
 
Espanha anuncia envio de munições de longo alcance e material de inverno para a Ucrânia

MadreMedia / Lusa
30 ago 2022 15:32



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

Espanha vai enviar para a Ucrânia esta semana munições de longo alcance e material de inverno destinado às forças militares, disse hoje a ministra espanhola da Defesa, Margarita Robles.

“Esta semana, quatro aviões de um país aliado vão levar para a Ucrânia munições de longo alcance e amanhã [quarta-feira] sairá uma caravana importante com material de inverno. São as duas prioridades que nos pediu o Governo ucraniano”, disse Margarita Robles, em Praga, onde decorre uma reunião informal de ministros da Defesa da União Europeia.

Sem dar mais detalhes do material militar que Espanha vai enviar para a Ucrânia, que enfrenta um ataque da Rússia desde 24 de fevereiro, a ministra espanhola agradeceu “aos países aliados” que estão a ajudar o Governo de Espanha a entregar este material a Kiev.

Na reunião de Praga, os ministros da Defesa europeus discutem hoje a proposta de criação de uma missão de treino de alto nível da União Europeia para o exército ucraniano.

A ideia de lançar uma missão de treino da UE para as forças ucranianas foi revelada na semana passada pelo Alto Representante para a Política Externa e de Segurança, Josep Borrell.

À chegada à reunião de hoje, à qual preside, Borrell assumiu como prioridade do encontro a discussão sobre “a ideia de uma missão de treino de alto nível para o exército ucraniano”, e disse esperar que seja alcançada já em Praga a “luz verde política” a esta iniciativa.

“Hoje é uma reunião informal e, por isso, não pode ser tomada nenhuma decisão, mas creio que podemos alcançar hoje um acordo político geral. Mais tarde serão definidos os detalhes. Nós temos um procedimento complexo para identificar objetivos, dimensão, recursos… Mas hoje espero que tenhamos uma luz verde política para esta missão”, declarou o Alto Representante.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de quase 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e quase sete milhões para os países vizinhos -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções.

A ONU apresentou como confirmados 5.663 civis mortos e 8.055 feridos na guerra, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.






Fonte: 24.sapo.pt                   Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/espanha-anuncia-envio-de-municoes-de-longo-alcance-e-material-de-inverno-para-a-ucrania
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Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #73 em: 30/08/2022, 17:32 »
 
Rússia avisa que vai retaliar se UE suspender vistos para cidadãos russos

MadreMedia / Lusa
30 ago 2022 14:55



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

A Rússia vai retaliar se a União Europeia (UE) decidir suspender os vistos para cidadãos russos em resposta à ofensiva militar de Moscovo na Ucrânia, alertou hoje o Kremlin, que acusa os europeus de irracionalidade "próxima da loucura".

O aviso de Moscovo surge porque alguns países querem proibir a entrada de turistas russos na Europa, enquanto outros preferem uma medida mais simbólica, como a suspensão de um acordo que prevê algumas facilidades na concessão de vistos para certas categorias de cidadãos russos.

“Sabemos que há diferentes pontos de vista entre os europeus, vamos acompanhar isso de perto. É uma decisão muito séria que pode ser tomada contra os nossos cidadãos e tal decisão não pode ficar sem resposta”, avisou o porta-voz do Kremlin (Presidência russa), Dmitri Peskov, na sua conferência de imprensa diária.

“Para responder, temos de garantir que servimos os nossos melhores interesses e protegemos os interesses dos nossos cidadãos. Ainda não sabemos quais as medidas que os europeus vão tomar”, acrescentou.

Uma eventual suspensão do acordo de facilitação de vistos a turistas russos estará no centro das discussões dos ministros dos Negócios Estrangeiros dos 27 da UE, reunidos hoje e quarta-feira, num formato informal, em Praga.

“Pouco a pouco, Bruxelas e as capitais europeias mostram uma total falta de julgamento (…). Esta irracionalidade, que faz fronteira com a loucura, permite que tais medidas (sobre vistos) sejam debatidas”, declarou o porta-voz do Kremlin.

Os países europeus já impuseram várias sanções económicas à Rússia, para punir Moscovo pela sua ofensiva militar contra a Ucrânia, iniciada em 24 de fevereiro.

No que diz respeito aos vistos, parece improvável uma proibição total, na ausência de consenso em torno desta medida reclamada pelo Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

Esta proibição de vistos emitidos a turistas russos para o espaço Schengen (espaço europeu de livre circulação), que seria uma medida sem precedentes, é particularmente exigida pelos Estados bálticos, mas a Alemanha opõe-se a isso, e a Comissão Europeia também não é a favor.

Os 26 países do espaço Schengen (22 Estados da UE, mais a Noruega, Islândia, Suíça e Liechtenstein) receberam em 2021 três milhões de pedidos de vistos de curta duração de todas as categorias (turismo, estudos, viagens de negócios), com os cidadãos russos a liderarem, com 536.000 pedidos.






Fonte: 24.sapo.pt                   Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/russia-avisa-que-vai-retaliar-se-ue-suspender-vistos-para-cidadaos-russos
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Online Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #74 em: 30/08/2022, 17:35 »
 
Rússia. Ministro da defesa "afastado" por liderança "ineficaz"

HUGO GEADA
30/08/2022 09:03



Fonte de imagem: © AFP

O estilo de liderança de Sergei Shoigu está a ser responsabilizado pelo “estagnar” da invasão russa na Ucrânia.

O ministro da defesa da Rússia, Sergei Shoigu, foi colocado “de parte” pelo Presidente Vladimir Putin, enquanto serviços de inteligência britânicos afirmam que o ministro está a ser “ridicularizado” pelo líder russo e os seus soldados pela sua liderança “ineficiente”.

Estas atualizações dos serviços de inteligência chegam numa altura em que a invasão russa na Ucrânia está “estagnada”.

“Notícias recentes de meios de comunicação independentes russos afirmam que, devido aos problemas que a Rússia está a enfrentar na guerra contra a Ucrânia, o ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, está a ser marginalizado dentro da liderança russa, com comandantes operacionais a informarem diretamente o Presidente Putin sobre o curso da guerra”, escreveu o Ministério da defesa britânico no Twitter, citado pelo Guardian.

“Oficiais e soldados russos com experiência em primeira mão da guerra, provavelmente, ridicularizam Shoigu diariamente pela sua liderança ineficaz e fora de contato, desde que o progresso da invasão russa estagnou”, escreve o ministério inglês, acrescentando ainda que “Shoigu lutou muito tempo para superar sua reputação de falta de experiência militar substantiva, uma vez que passou a maior parte da sua carreira no setor de construção e no Ministério de Situações de Emergência”.

Shoigu, da remota região russa de Tuva, é o mais antigo ministro do governo russo. Tornou-se ministro de situações de emergência do Kremlin após o colapso da União Soviética, e foi escolhido pelo Presidente Putin para ocupar a pasta da Defesa em 2012, tendo sido um dos responsáveis por controlar a anexação da Crimeia em 2014.

Numa altura em que a invasão russa na Ucrânia atinge a marca dos seis meses, que coincidiu com o dia de Independência da Ucrânia, Shoigu afirmou que a campanha militar da Rússia na Ucrânia diminuiu deliberadamente de intensidade para reduzir as baixas civis.

“Tudo está a ser feito para evitar baixas. Claro que isso diminui o ritmo dos ataques. Mas estamos a fazer isso deliberadamente”, disse o ministro da Defesa numa reunião de ministros da Defesa da Organização de Cooperação de Xangai (SCO) no Uzbequistão.

Estas notícias coincidem com uma visita de uma equipa de vigilância nuclear das Nações Unidas, que chegaram esta na segunda-feira à central nuclear de Zaporizhzhia, na Ucrânia, disse o chefe da agência, enquanto a Rússia e Ucrânia trocam acusações em relação a bombardeamentos que tem acontecido nas suas proximidades, alimentando receios de um desastre nuclear.

O porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, tenente-general Igor Konashenkov, disse que as forças russas abateram um ‘drone’ ucraniano sobre a central nuclear de Zaporizhzhia, no domingo.

O aparelho não tripulado “atingido pelo fogo militar russo aterrou no telhado da Unidade Especial 1 [da central] sem causar danos e ferimentos graves”, disse o porta-voz militar, citado pela agência espanhola EFE.

Do outro lado, a empresa estatal ucraniana de energia atómica Energoatom acusou o exército russo de ter efetuado ataques contra a cidade de Enorgodar, onde se situa a central, e contra a própria instalação nuclear no domingo.

Os ataques provocaram 10 feridos, incluindo quatro funcionários da central nuclear, segundo a mesma fonte.






Fonte: ionline.sapo.pt                      Link: https://ionline.sapo.pt/artigo/779792/r-ssia-ministro-da-defesa-afastado-por-lideranca-ineficaz?seccao=Mundo_i
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