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Autor Tópico: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia  (Lida 78855 vezes)

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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #135 em: 06/09/2022, 21:37 »
 
Cidade da central nuclear de Zaporijia foi hoje bombardeada

MadreMedia / Lusa
6 set 2022 20:41



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

A cidade ucraniana onde se situa a central nuclear de Zaporijia foi hoje bombardeada, horas após a divulgação de um relatório da agência nuclear da ONU pedindo uma "zona de segurança" em torno do local controlado pelos russos.

“Neste momento, há explosões na cidade de Energodar (no sudeste da Ucrânia). As provocações continuam. Há bombardeamentos a ser levados a cabo pelos ocupantes”, indicou na plataforma digital Telegram o presidente da câmara pró-Kiev no exílio, Dmytro Orlov, instando a população da cidade de 50.000 habitantes antes da guerra a “manter-se nos seus abrigos” para se proteger, segundo a agência UNIAN.

Citado pela agência russa TASS, Vladimir Rogov, membro da administração da ocupação pró-russa da região de Zaporijia, rejeitou estas afirmações e afirmou, por sua vez, que se tratara de “um bombardeamento das Forças Armadas ucranianas” que tinha resultado “no segundo corte da eletricidade” no mesmo dia em Energodar.

“É possível que haja mais ataques”, declararam os responsáveis pela ocupação russa do local.

Os bombardeamentos da zona da central de Zaporijia, a maior da Europa, ocorreram algumas horas após a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), que fez uma avaliação do estado das instalações, ter divulgado o seu relatório apelando para a criação de um perímetro de segurança em volta da central, situada perto da linha da frente, para impedir um desastre nuclear, classificando a atual situação como “insustentável”.

Há várias semanas que as instalações da grande central nuclear de Zaporijia e os seus arredores, em Energodar, são bombardeados, rejeitando Kiev e Moscovo a responsabilidade de tais ataques e culpando-se mutuamente da escalada dos combates naquela zona

Especialistas da agência especializada da ONU visitaram na semana passada a central e viram ‘in situ’ sinais de ataques anteriores.

O chefe da administração presidencial ucraniana, Andriï Iermak, afirmou na rede social Twitter que “as provocações russas em Energodar, à volta das instalações da central nuclear, não estão a funcionar”.

“Deve ser dada uma resposta forte a estas manipulações [russas que querem dizer] ‘levantem as sanções — terão gás'”, defendeu.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de sete milhões para os países vizinhos -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra, que entrou hoje no seu 195.º dia, 5.718 civis mortos e 8.199 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.







Fonte: 24.sapo.pt                        Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/cidade-da-central-nuclear-de-zaporijia-foi-hoje-bombardeada
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #136 em: 06/09/2022, 21:41 »
 
EUA recusam classificar Rússia como Estado "patrocinador do terrorismo"

MadreMedia / Lusa
6 set 2022 20:54



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

O governo dos Estados Unidos descartou hoje classificar a Rússia como um país "patrocinador do terrorismo", pela invasão lançada na Ucrânia, defendendo que teria "consequências indesejadas" quer para os ucranianos, quer para o resto do mundo.

“Não é a forma mais eficaz, ou a maneira mais contundente de responsabilizar a Rússia pelas suas ações”, destacou a porta-voz da presidência norte-americana (Casa Branca), Karine Jean-Pierre, em declarações aos jornalistas.

A reação surgiu horas depois do Presidente norte-americano, Joe Biden, ter recusado publicamente acrescentar Moscovo à ‘lista negra’ do Departamento de Estado.

Para Karine Jean-Pierre, considerar a Rússia um “patrocinador do terrorismo” poderia afetar “seriamente” a distribuição de ajuda em território ucraniano, ou o acordo entre Kiev e Moscovo para permitir a exportação de cereais.

Por sua vez, a presidência russa (Kremlin) celebrou através do principal porta-voz, Dimitri Peskov, a cautela por parte da Casa Branca, considerando que o mero debate sobre esta questão já é “monstruoso” por si só.

“É bom que o Presidente [dos Estados Unidos] responda assim”, realçou Peskov em declarações à televisão estatal, citadas pela agência de notícias russa TASS.

Atualmente, o governo dos EUA considera Cuba, Coreia do Norte, Irão e Síria como países que “não cooperam totalmente” com os norte-americanos na luta contra o terrorismo.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de sete milhões para os países vizinhos -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra, que entrou hoje no seu 195.º dia, 5.718 civis mortos e 8.199 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.






Fonte: 24.sapo.pt                      Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/eua-recusam-classificar-russia-como-estado-patrocinador-do-terrorismo
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #137 em: 06/09/2022, 21:43 »
 
EUA anunciam teste com míssil intercontinental e informam Moscovo

MadreMedia / Lusa
6 set 2022 20:53



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

Os Estados Unidos da América (EUA) anunciaram hoje que vão testar na quarta-feira um míssil balístico intercontinental (ICBM), uma revelação pouco habitual e destinada a evitar um agravamento das tensões com a Rússia em pleno conflito na Ucrânia.

“Este teste do míssil Minuteman III não armado terá lugar amanhã [quarta-feira], na manhã de 07 de setembro, a partir da base aérea de Vandenberg, na Califórnia”, indicou o general Pat Ryder, porta-voz do Pentágono (Departamento de Defesa norte-americano), em declarações aos ‘media’.

“Trata-se de um teste de rotina que estava previsto há algum tempo, e que como os anteriores testes vai validar e verificar a eficácia e grau de preparação do sistema”, acrescentou.

“Os Estados Unidos notificaram antecipadamente o Governo russo”, sublinhou o porta-voz.

Os EUA não anunciam habitualmente os seus testes com mísseis ICBM.

O último teste do Minuteman III, um míssil equipado com uma ogiva e que em contexto de guerra pode transportar uma bomba nuclear, foi adiado por duas ocasiões. Seria efetuado com sucesso em 16 de agosto.

O Minuteman III, operacional desde há 50 anos, é o único míssil terra-ar do arsenal nuclear dos Estados Unidos desde 2005.

Foi instalado em silos de lançamento e distribuídos por três bases militares norte-americanas no Wyoming, Dakota do Norte e Montana (norte dos Estados Unidos).

Os mísseis Trident, lançados a partir do mar, são transportados por submarinos norte-americanos, enquanto as bombas nucleares são transportadas por bombardeiros estratégicos.







Fonte: 24.sapo.pt                       Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/eua-anunciam-teste-com-missil-intercontinental-e-informam-moscovo
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #138 em: 06/09/2022, 21:46 »
 
Lituânia acusa Bielorrússia de danificar "repetidamente" vedação na fronteira

MadreMedia / Lusa
6 set 2022 21:04



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

O governo da Lituânia acusou hoje a Bielorrússia de "danificar repetidamente e deliberadamente" a vedação recentemente construída na fronteira entre os dois países, apontando que militares bielorrussos estão a ajudar imigrantes ilegais a chegarem à União Europeia (UE).

O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Lituânia instou o governo de Minsk a tomar o mais rápido possível “todas as medidas necessárias para que estes incidentes não ocorram novamente”.

No comunicado, Vílnius apontou ainda que os soldados bielorrussos contribuíram para danificar a cerca e ajudaram “imigrantes ilegais” a atravessar para a Lituânia.

A fronteira, com quase 680 quilómetros de extensão, faz parte da fronteira externa da UE, onde as tensões aumentaram em 2020 depois de milhares de pessoas tentarem entrar em território comunitário de forma irregular.

Bruxelas acusou o líder bielorrusso Alexander Lukashenko de trazer imigrantes de regiões atingidas pela crise para a fronteira da UE, para pressionar o Ocidente por ter imposto sanções desde o início da guerra na Ucrânia.

Esta situação afetou particularmente a Lituânia, que, após um período sem incidentes, voltou a registar um aumento nas tentativas de cruzar a cerca da fronteira em agosto.

O governo de Vilnius respondeu à crise de 2020 construindo uma proteção de fronteira e uma cerca de quatro metros de altura com uma espiral de arame farpado no topo, concluída em agosto.







Fonte: 24.sapo.pt                    Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/lituania-acusa-bielorrussia-de-danificar-repetidamente-vedacao-na-fronteira
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #139 em: 06/09/2022, 21:48 »
 
Guterres pede compromisso de Moscovo e Kiev para travar ações militares em Zaporijia

MadreMedia / Lusa
6 set 2022 21:34



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu hoje que Rússia e Ucrânia se comprometam em travar atividades militares perto ou a partir da central nuclear de Zaporijia e que garantam um acordo por um perímetro desmilitarizado.

Numa reunião do Conselho de Segurança sobre a situação na central nuclear, convocada pela Rússia, Guterres declarou que o secretariado das Nações Unidas “orgulhosamente apoiou” a “missão crítica” da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) em Zaporijia, mas frisou que continua “seriamente preocupado” com a situação dentro e ao redor daquelas instalações ucranianas, ocupadas pelas tropas russas.

“Qualquer ação que possa colocar em risco a integridade física, a segurança ou a proteção da central nuclear é inaceitável. Todos os esforços para restabelecer a central como infraestrutura puramente civil são vitais”, disse Guterres.

Nesse sentido, o secretário-geral da ONU pediu um compromisso por parte das forças russas, para retirar todo o pessoal e equipamentos militares daquele perímetro, e um compromisso das forças ucranianas, de não entrar naquela área.

Guterres aproveitou para lamentar o facto de que, no mês passado, a 10.ª Conferência de Revisão das Partes do Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares não ter conseguido chegar a um consenso.

“O documento final procurou abordar a questão da segurança das centrais nucleares em zonas de conflito armado, inclusive na Ucrânia. Mas a Conferência não conseguiu chegar a um consenso para aproveitar a oportunidade para fortalecer o Tratado”, disse o ex-primeiro-ministro português.

Horas antes da reunião do Conselho de Segurança, a AIEA divulgou o seu relatório da visita à central de Zaporijia, no qual exigiu o estabelecimento de uma “zona de segurança” em redor daquela central nuclear ucraniana, para que se evite um acidente grave.

Perante as missões diplomáticas presentes no Conselho de Segurança, o diretor-geral da AIEA, Rafael Grossi, apresentou detalhes do relatório e afirmou que “estão a brincar com o fogo”.

Detalhando sete pilares do que considera ser fundamentais para a segurança das instalações, Grossi afirmou que o primeiro – dedicado à integridade física da central – “foi comprometido e continua a ser”.

“Vi isso pessoalmente e é inaceitável. Estão a brincar com o fogo e algo catastrófico pode acontecer. É por isso que pedimos a criação de uma zona de segurança na central de Zaporijia”, declarou, por videoconferência.

O segundo pilar referido por Grossi é que todos os sistemas e equipamentos da central deveriam estar totalmente funcionais e a operar normalmente.

“Mas vimos que estão a operar em circunstancias desafiadoras, com equipamento militar em várias áreas”, observou.

Também o ‘staff’ da central encontra-se a trabalhar em circunstâncias difíceis, com a AEIA a recomendar que os trabalhadores sejam ser autorizados a regressar “à sua rotina normal de responsabilidade e autoridade”, incluindo a receberam suporte familiar.

O quarto pilar referido por Grossi foi a necessidade de uma fonte de energia externa: “é crucial, porque, sem isso, a central pode perder funcionalidades cruciais, incluindo o arrefecimento de reatores. Sem isso, podemos ter um acidente nuclear”, alertou.

Grossi chamou ainda a atenção para a necessidade de cadeias logísticas e de transporte ininterruptas, uma vez que está em causa a maior central nuclear da Europa, que, “neste nível industrial”, requer um constante fluxo de equipamentos, mas que acabou interrompido pela guerra.

Em sexto lugar, o diplomata argentino destacou que os equipamentos de monitorização de radiação da central, fundamentais para se medir os níveis de radiação da mesma, foram afetados pelo conflito.

Por último, o diretor da AEIA alertou que, para um bom funcionamento, a central precisa de linhas de comunicação continuas e fidedignas com o regulador ucraniano e outras organizações. Contudo, “vimos repetidamente que estas linhas foram interrompidas”, disse.

Rafael Grossi, que liderou a visita de inspeção, afirmou que se tratou de “uma missão histórica” e que “permitiu fazer um relatório imparcial e técnico da situação”.

“As missões anteriores foram para apanhar os pedaços, mas esta missão foi para impedir que algo terrível aconteça”, declarou.

Esta é a terceira reunião do Conselho de Segurança sobre a Central de Zaporijia, após as reuniões sobre o assunto nos dias 11 e 23 de agosto, ambas solicitadas pela Rússia.







Fonte: 24.sapo.pt                     Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/guterres-pede-compromisso-de-moscovo-e-kiev-para-travar-acoes-militares-em-zaporijia
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #140 em: 06/09/2022, 22:03 »
 
Zelensky pede a Wall Street que invista na Ucrânia

MadreMedia / AFP
6 set 2022 17:31



Fonte de imagem: Lusa/Arquivo

O presidente da Ucrânia Volodymyr Zelensky falou nesta terça-feira, durante a abertura da Bolsa de Nova York, pedindo que os investidores apostem no seu país enquanto luta para recuperar o território invadido pelas forças russas.

"Estamos a reconstruir a nossa economia, e queremos dar-vos a oportunidade de trabalharem junto connosco", disse Zelensky, que apareceu num vídeo com a frase: "O poder da liberdade" estampada na sua t-shirt.

"A Ucrânia é o caso de uma vitória futura e uma oportunidade para que invistam agora em projetos que gerem (...) centenas de milhares de dólares para compartilharem a vitória connosco", disse o presidente ao anunciar uma campanha de promoção de investimentos chamada, "Vantagem Ucraniana".

Depois da sua intervenção, o sino de abertura da Bolsa de Valores tocou entre aplausos como tem sido habitual em todas as aberturas deste mercado norte-americano.

Segundo a Ucrânia, serão precisos, pelo menos, 750 mil milhões de dólares (757 mil milhões de euros) para reconstruir o país, depois a destruição generalizada causada pelas forças russas, cuja invasão começou em fevereiro de 2022.






Fonte: 24.sapo.pt                       Link: https://24.sapo.pt/economia/artigos/zelensky-pede-a-wall-street-que-invista-na-ucrania
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #141 em: 06/09/2022, 22:18 »
 
A falta de chips pode ser a solução para Putin perder a guerra?

06.09.2022 às 18h00
MANUEL NOBRE MONTEIRO



Cartaz “Stop Putin, Stop guerra”
Getty Images


O défice de chips da Rússia é uma das consequências das sanções do Ocidente, que impedem as forças armadas russas de renovarem os stocks de produtos. O jornal Politico teve acesso a uma lista de componentes eletrónicos que o país está a tentar conseguir

Seis meses após a primeira invasão à Ucrânia, a Rússia está a ser confrontada com um grave défice tecnológico. Após a utilização de armas muito mais do que o previsto, o país liderado por Vladimir Putin está limitado em termos de stock de antigas munições da Era Soviética e a capacidade em adquirir equipamentos eletrónicos que necessita para manter o esforço de guerra está cada vez mais comprometida, devido às sanções impostas pelo Ocidente. Com as importações suspensas, os militares russos estão a recorrer a chips destinados a eletrodomésticos para utilizar em equipamentos militares, como armas e mísseis.

O acesso a chips de alta tecnologia que a Rússia pode – ou não – conseguir ter, pode vir a marcar a evolução (ou o desfecho) da guerra. A Ucrânia está empenhada em garantir que esta aquisição seja fortemente limitada, enviando alertas internacionais aos aliados ocidentais para que o inimigo russo não consiga obter o que necessita da sua “lista de compras”. O primeiro-ministro ucraniano, Denys Shmyhal, sublinhou que a escassez de produtos está a tornar.se um fator decisivo na evolução da guerra. “De acordo com as nossas informações, os russos já gastaram cerca de metade do seu arsenal de armas”, referiu, acrescentando que não têm qualquer possibilidade de restabelecer os stocks.

A “lista de compras” elaborada pelo Kremlin, a que o jornal Politico teve acesso, está dividida em três categorias prioritárias e contém semicondutores, transformadores, conectores, invólucros, transístores, isoladores e outros componentes, produtos que Moscovo costumava encomendar às empresas do Reino Unido, da Holanda, da Alemanha, do Reino Unido, entre outras.

O programa de aquisições militares russo é “extenso, bem financiado, e tem uma enorme base militar e industrial que produz material”, explica James Byrne, diretor do Open-Source Intelligence and Analysis Research Group, do centro de defesa e segurança britânico RUSI, citado pelo jornal Politico. “Mas agora gastaram tanto na Ucrânia, que precisam de um grande volume de novos fornecimentos. E as sanções vão tornar-lhes [a tarefa] mais difícil…Portanto, vão ter de dar prioridade às coisas críticas, e é por isso que estamos a ver estes documentos. É óbvio que pensamos que eles estão a lutar para garantir os abastecimentos”, conclui.

Problemas no bloqueio de exportação

Os países ocidentais fortaleceram as sanções à Rússia, com controlos de venda de chips mais rígidos, com o objetivo de diminuir a capacidade militar russa. No entanto, há quem defenda que este regime de controlo de exportação pode não conseguir impedir as transferências de tecnologia. “Depois de os chips saírem das fábricas, é muito difícil ter a certeza para onde vão parar”, refere Diederik Cops, investigador na organização Flemish Peace Institute, citado pelo Politico. O medo do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, é que a Rússia consiga obter os produtos através de países intermediários, como a China ou o Irão, que compram a tecnologia e depois vendem-na a Moscovo.

“Países como a Coreia do Norte e o Irão acumularam anos de perícia para contornar as sanções. A Rússia preparou-se certamente para lidar com isto nos últimos meses…Os russos podem também contar com a aptidão histórica para criar os tais canais, também foi rotina durante a Guerra Fria. E existem longas fronteiras com os países vizinhos e uma grande rede de países aliados com quem trabalhar”, explica Cops.

Os EUA, a Europa e outros aliados ocidentais criaram regimes de licenciamento para impedir que as empresas exportassem tecnologia militar potencial para clientes que pudessem ser considerados um risco para a sua segurança. Mas é “um enorme desafio monitorizar os canais ilegais de proliferação, e mesmo os canais legais, para ver quem é o utilizador final”, diz ainda o especialista.






Fonte: visao.sapo.pt                      Link: https://visao.sapo.pt/atualidade/mundo/guerra-na-ucrania/2022-09-06-a-falta-de-chips-pode-ser-a-solucao-para-putin-perder-a-guerra/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #142 em: 06/09/2022, 23:02 »
 
Presidente ucraniano diz que coordenou com Truss "aumentar a pressão" sobre a Rússia

6 de setembro 2022 às 22:21


Fonte de imagem: AFP

"O objetivo é acabar com a agressão e levar os perpetradores à justiça", escreveu o líder ucraniano, através do Twitter, acrescentando que foi o "primeiro líder estrangeiro" a falar com Liz Truss após ter sido confirmada como primeira-ministra.

Volodymyr Zelensky, Presidente da Ucrânia, afirmou esta terça-feira ter coordenado com a nova primeira-ministra britânica, Liz Truss, "aumentar a pressão" sobre a Rússia, na sequência da invasão à Ucrânia.

"O objetivo é acabar com a agressão e levar os perpetradores à justiça", escreveu o líder ucraniano, através do Twitter, acrescentando que foi o "primeiro líder estrangeiro" a falar com Liz Truss após ter sido confirmada como primeira-ministra.

Downing Street, em comunicado, afirmou que Truss comunicou a Zelenski que o Reino Unido manterá seu "apoio à liberdade e à democracia" no seu país, que espera visitar brevemente.

A agora líder do governo do Reino Unido, afirmou que a Ucrânia "pode contar com a ajuda de longo prazo do Reino Unido", salientou a mesma fonte. Assim, os dois líderes discutiram "a necessidade de fortalecer a segurança global e as medidas necessárias para cortar os fundos que estão a alimentar a máquina de guerra de Putin", acrescentou uma porta-voz da Truss.

Note-se que a Rússia afirmou não esperar qualquer melhoria diplomática nas relações com o Reino Unido, indicou o porta-voz do Kremlin.

"A julgar pelas declarações de Truss, proferidas quando ainda era ministra dos Negócios Estrangeiros (...), podemos dizer, com grande certeza, que não devemos esperar mudanças para melhor", disse Dmitry Peskov, citado pela agência de notícias oficial russa TASS.






Fonte: sol.sapo.pt                        Link: https://sol.sapo.pt/artigo/780330/presidente-ucraniano-diz-que-coordenou-com-truss-aumentar-a-pressao-sobre-a-r-ssia
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #143 em: 07/09/2022, 10:21 »
 
Putin quer impedir exportação de cereais ucranianos para a Europa

Mariana Espírito Santo
9:02



Fonte de imagem: eco.sapo.pt

Putin vai falar com o Presidente turco para exigir que os cereais ucranianos se dirijam para "os países mais pobres" e não para a Europa.


O Presidente russo quer travar a exportação dos cereais ucranianos para a Europa, reiterando que quer que se dirijam para “os países mais pobres”. Vladimir Putin disse que vai falar com o seu homólogo turco, Recep Tayyip Erdogan, sobre este assunto. Putin sinalizou também que as sanções do Ocidente contra o país eram um perigo para o mundo inteiro, que na sua opinião se está a voltar cada vez mais para a Ásia.

A nova primeira-ministra do Reino Unido, Liz Truss, já conversou com o Presidente ucraniano Volodymyr Zelenskiy para prometer o “apoio total” à Ucrânia. Além disso, também já se alinhou com o Presidente norte-americano, Joe Biden, sendo que ambos prometeram fortalecer o relacionamento perante a agressão de Vladimir Putin.

Os ministros da Energia da União Europeia (UE) deverão reunir-se esta sexta-feira para discutir várias medidas para a crise energética, nomeadamente a fixação de limites aos preços do gás natural que vem da Rússia.






Fonte: eco.sapo.pt                      Link: https://eco.sapo.pt/2022/09/07/putin-quer-impedir-exportacao-de-cereais-ucranianos-para-a-europa/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #144 em: 07/09/2022, 10:24 »
 
Ucrânia: Putin garante que invasão vai fortalecer a Rússia. “Tenho a certeza de que não perdemos nada e não perderemos nada”, frisa


Por Francisco Laranjeira   em 09:43, 7 Set 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O presidente Vladimir Putin garantiu, esta quarta-feira, que a Rússia vai emergir mais forte da sua invasão à Ucrânia ao atacar a “febre das sanções” dos Estados Unidos e da Europa em resposta à guerra.

“Tenho a certeza de que não perdemos nada e não perderemos nada”, referiu Putin no Fórum Económico do Leste, em Vladivistok, depois de ter sido questionado sobre o conflito na Ucrânia pelo moderador do painel após um discurso no qual não mencionou diretamente a guerra uma vez. “A principal coisa que ganharemos é fortalecer a nossa soberania.”

“A epidemia foi substituída por outros desafios, também de caráter global, que ameaçam o mundo inteiro”, sublinhou o líder do Kremlin, em referência ao impacto económico da Covid-19. “Quero dizer a febre das sanções do Ocidente, as suas tentativas agressivas de impor um modelo de comportamento a outros países, privá-los da sua soberania e subordiná-los à sua vontade.”

O líder russo insistiu ainda que era “impossível” isolar a Rússia, acrescentando: “Entendemos os riscos e precisamos mantê-los em foco.”

Putin atacou as sanções internacionais um dia depois de um relatório interno confidencial preparado para o Governo russo mostrou que o país pode enfrentar uma recessão mais longa e profunda à medida que o impacto das sanções dos EUA e da Europa se espalha.






Fonte: multinews.sapo.pt                      Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-putin-garante-que-invasao-vai-fortalecer-a-russia-tenho-a-certeza-de-que-nao-perdemos-nada-e-nao-perderemos-nada-frisa/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #145 em: 07/09/2022, 11:17 »
 
Presidente russo Vladimir Putin avisa que é impossível isolar a Rússia

Agência Lusa 07 set 2022  09:40


Foto EPA/MIKHAIL METZEL/KREMLIN POOL/SPUTNIK

O Presidente russo, Vladimir Putin, declarou hoje que é impossível para os países ocidentais isolarem a Rússia, apesar das sanções contra Moscovo, que representam uma "ameaça para o mundo inteiro".

"Não importa o quanto alguns gostariam de isolar a Rússia, é impossível fazê-lo", disse Putin num fórum económico focado na Ásia, em Vladivostok, cidade no extremo oriente da Rússia.

A pandemia da covid-19 "foi substituída por novos desafios globais, que ameaçam o mundo inteiro. Refiro-me à febre das sanções do ocidente", acrescentou Putin.

O Presidente russo denunciou "a teimosa recusa das elites ocidentais em ver os factos" e "a dominação ardilosa dos Estados Unidos" na implementação de pesadas sanções contra a Rússia, após a invasão russa na Ucrânia em 24 de fevereiro.

"Mudanças irreversíveis ocorreram em todo o sistema de relações internacionais", observou.

Apesar de uma enxurrada de sanções ocidentais, Putin disse que a Rússia "não perdeu nada e não perderá nada". "Há alguma polarização a acontecer, mas penso que só será benéfico", acrescentou.

Diante de muitos líderes económicos e políticos asiáticos, particularmente chineses, Putin também elogiou "o papel crescente" da região Ásia-Pacífico nos assuntos mundiais, em contraste com um ocidente que descreveu como em declínio, prejudicado em particular pela " inflação".

"O papel dos países da região Ásia-Pacífico cresceu significativamente", declarou.

Perante "a agressão tecnológica, financeira e económica do Ocidente", o Presidente russo disse estar satisfeito com o "distanciamento realizado pouco a pouco" da economia russa do dólar, do euro e da libra esterlina, "moedas pouco fiáveis", em favor do yuan chinês.

Na terça-feira, a gigante estatal russa do gás Gazprom, anunciou que a China passaria a pagar os seus contratos em rublos e yuans, no lugar de dólares, um novo sinal de reaproximação entre Moscovo e Pequim em meio a tensões com o Ocidente.

"A maioria absoluta dos Estados da Ásia-Pacífico não aceita a lógica destrutiva das sanções", disse Putin novamente.

"Uma parceria criativa abrirá enormes novas oportunidades para os nossos povos", disse Putin no seu discurso.

Putin e o Presidente chinês, de Xi Jinping, vão reunir-se nos dias 15 e 16 de setembro em Samarcanda, no Uzbequistão, por ocasião de uma cimeira regional, anunciou hoje a diplomacia russa, naquela que viagem ao estrangeiro do chefe de Estado chinês desde o início da pandemia.

"Em menos de 10 dias, uma nova reunião dos nossos líderes (Vladimir Putin e Xi) acontecerá na cimeira da Organização de Cooperação de Xangai (OCX)", anunciou o embaixador russo em Pequim, Andrei Denissov, citado pelas agências de notícias russas Ria Novosti e Tass.






Fonte: dnoticias.pt                         Link: https://www.dnoticias.pt/2022/9/7/326964-presidente-russo-vladimir-putin-avisa-que-e-impossivel-isolar-a-russia/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #146 em: 07/09/2022, 11:40 »
 
Ucrânia: comandantes russos têm enfrentado motins em massa, garantem serviços de inteligência ucranianos

Por Francisco Laranjeira   em 10:30, 7 Set 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Os comandantes russos no sul da Ucrânia têm enfrentado motins em massa depois de diversos regimentos terem-se recusado a lutar devido à falta de abastecimentos básicos e sem salários, revelou esta quarta-feira o tabloide britânico ‘Daily Mail’, que revelou que o 127º regimento russo do 1º corpo do exército terá ignorado as ordens para se juntar à batalha perto da cidade de Kherson, segundo dados dos serviços de inteligência ucranianos.

Os soldados que lideraram o motim terão dito aos superiores que não podiam lutar porque sofriam semanas de escassez de água e rações, tudo isto sem receber os respetivos salários – as agências de inteligência russas GRU e FSB ‘investigaram’ os indivíduos responsáveis ​​por liderar a revolta e terá removido os responsáveis das suas posições, explicaram os militares da Ucrânia.

Os amotinados, os chamados ‘refuseniks’, têm sido enviados para centros de detenção em território ocupado pela Rússia, onde são intimidados a regressar às linhas de frente ou mantidos em condições terríveis e torturados. A segurança de tais campos é garantida por mercenários do Grupo Wagner, também conhecido como o exército privado de Putin.

O 127º regimento é apenas uma das várias unidades russas que optaram por ignorar ordens – dezenas de soldados demitiram-se das suas funções em massa. Outros depuseram as suas armas depois de semanas de batalha, enquanto estavam drasticamente carentes de comida, água e munições, isto quando surgem relatos do sucesso da contraofensiva da Ucrânia na frente sudeste, no qual terão sido recapturadas várias áreas antes ocupadas pelo exército russo.






Fonte: multinews.sapo.pt                       Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-comandantes-russos-tem-enfrentado-motins-em-massa-garantem-servicos-de-inteligencia-ucranianos/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #147 em: 07/09/2022, 11:42 »
 
Garantir fracasso da invasão de Putin à Ucrânia: Truss e Biden já falaram e estabeleceram compromisso

Por Francisco Laranjeira   em 10:45, 7 Set 2022


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O presidente americano, Joe Biden, já conversou com a nova primeira-ministra do Reino Unido, Liz Truss durante a noite de terça-feira e foi acordado o estreitar de relações dos dois países bem como garantir o fracasso do presidente russo, Vladimir Putin, na Ucrânia.

“Os líderes reforçaram o seu compromisso com o fortalecimento da liberdade global, abordando os riscos representados pelas autocracias e garantindo o fracasso de Putin na Ucrânia”, explicou um porta-voz de Downing Street, em declarações à ‘BBC’.

“A primeira-ministra espera trabalhar com o presidente Biden como líderes de democracias livres para enfrentar desafios comuns, particularmente os problemas económicos extremos desencadeados pela guerra de Putin”, disse.

Foi ainda discutido entre os dois líderes “a força duradoura do seu relacionamento especial” e concordaram em construir essa união, inclusive promovendo as suas alianças de defesa através da NATO e da AUKUS (aliança formada pelo Reino Unido, Estados Unidos e Austrália).






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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #148 em: 07/09/2022, 14:17 »
 
Oligarcas russos terão oferecido dinheiro à Ucrânia para evitar sanções ocidentais, garante Governo ucraniano

Por Francisco Laranjeira   em 12:36, 7 Set 2022


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Alguns empresários russos sancionados pelo Ocidente ofereceram à Ucrânia dinheiro para que sejam levantadas as sanções de que são alvo, informou esta quarta-feira o jornal britânico ‘Financial Times’ – segundo a publicação, o bilionário Mikhail Fridman, um dos cofundadores do Alfa-Bank, o maior banco privado da Rússia, tal como diversos outros empresários russos, entraram em contacto com a Ucrânia para fazer a oferta, embora não estando claro quando estas foram feitas.

Muitos oligarcas russos, sancionados pelo Ocidente pela invasão russa da Ucrânia, procuram formas de evitar as sanções que limitam o dinheiro que têm, o que podem gastar e para onde podem ir. Muitos estão sob observação da Rússia e temem represálias caso se manifestem contra a guerra.

Mas, segundo o ‘FT’, a Ucrânia não está aberta às suas propostas. O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky “recusou” a ideia de suspender as sanções contra alguns empresários russos. “A Ucrânia não está a usar sanções como uma ferramenta de chantagem. Isto é uma questão de princípio. O principal objetivo das sanções é parar a guerra e não encontrar condições para um acordo para as levantar”, frisou Rostislav Shurma, vice-chefe do gabinete de Zelensky.

No caso de Fridman, que nasceu na Ucrânia, Zelensky frisou que só aceitaria a oferta se este denunciar Putin, destruir o seu passaporte russo e for mais crítico da invasão russa da Ucrânia, revelou fonte próxima de Zelensky – Fridman, por seu lado, negou ter falado sobre como obter a cidadania ucraniana com o Governo de Kiev.

Também não está claro se a Ucrânia descartou completamente qualquer uma das ofertas dos russos.

Em maio último, as autoridades ocidentais consideraram a ideia de suspender as sanções contra os russos se doassem dinheiro para a Ucrânia, segundo revelou a ‘Associated Press’: Chrystia Freeland, vice-primeira-ministra e ministra das Finanças do Canadá, propôs a ideia numa cimeira financeira do G7, embora não esteja claro se a ideia tenha sido totalmente rejeitada.






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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #149 em: 07/09/2022, 14:20 »
 
Países bálticos ‘fecham’ as portas aos cidadãos russos: medidas devem ser aplicadas nos próximos 10 dias

Por Francisco Laranjeira   em 11:56, 7 Set 2022


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Os países bálticos preparam-se para restringir, quase por completo, as passagens da fronteira para os russos que possuem vistos Schengen, anunciou esta quarta-feira o ministro dos Negócios Estrangeiros da Letónia, Edgars Rinkevics.

Após uma reunião entre os oito ministros dos Negócios Estrangeiros nórdicos e bálticos, Rinkevics anunciou que foi alcançado um acordo conjunto para restringir a entrada através das fronteiras russas e bielorrussas à Letónia, Estónia e Lituânia para os cidadãos russos.

“O que vimos nas últimas semanas e meses é que o número de passagens de fronteira por cidadãos russos com vistos Schengen aumentou drasticamente, o que está a tornar-se uma questão de segurança pública mas também uma questão de natureza moral e política”, explicou o ministro, salientando que haverá exceções para os cidadãos russos que cruzam a fronteira por motivos humanitários e familiares, motoristas de longo curso e diplomatas. Os detalhes serão anunciados nos próximos dias.

Edgars Rinkevics acrescentou que espera que as medidas sejam aplicadas nos próximos 10 dias e entrarão em vigor ao mesmo tempo nos três países.

A Finlândia, que reduziu a emissão de vistos de turista para russos em 10%, não vai restringir todos os russos que viajam com vistos Schengen até que uma decisão seja tomada no nível da UE. “Também esperamos que a Comissão possa fazer uma recomendação a nível europeu, porque, infelizmente, a Finlândia e o aeroporto de Helsínquia tornaram-se uma das rotas de trânsito para pessoas que voam para a Grécia, Espanha ou Itália”, disse o ministro finlandês, Pekka Haavisto. “É muito importante que, ao nível da UE, abordemos este problema”, acrescentou.






Fonte: multinews.sapo.pt                       Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/paises-balticos-fecham-as-portas-aos-cidadaos-russos-medidas-devem-ser-aplicadas-nos-proximos-10-dias/
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