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Autor Tópico: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia  (Lida 78808 vezes)

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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #150 em: 07/09/2022, 14:27 »
 
União Europeia exige poupança obrigatória de energia e limites para gás russo

MadreMedia
7 set 2022 12:09




Presidente da Comissão europeia revela pela primeira vez que esta medida terá de ser obrigatória, admitindo também que a Rússia é um fornecedor "pouco confiável"

Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, propôs esta quarta-feira cinco medidas para lidar com a crise energética, uma das quais a poupança energética por parte dos países da UE.

“Temos uma escassez global de fornecimento de energia. Portanto, é preciso haver uma redução inteligente da demanda. Iremos propor uma meta obrigatória de redução do consumo de eletricidade nas horas de ponta”, salientou a presidente da Comissão Europeia.

De acordo com o revelado por Ursula von der Leyen, a Comissão Europeia quer impor também um teto máximo para os lucros das empresas produtoras de eletricidade com baixos custos e uma “contribuição solidária” das empresas de combustíveis fósseis, assim como estabelecer um limite para a compra de gás russo.

Estas medidas, que Bruxelas quer “imediatas”, visam “proteger consumidores e empresas vulneráveis”, numa altura em que famílias e empresas enfrentam “preços astronómicos de eletricidade” e se assiste a “uma enorme volatilidade do mercado”.

Estas propostas foram apresentadas pela presidente do executivo comunitário na antevéspera de um Conselho extraordinário de ministros da Energia, agendado para sexta-feira em Bruxelas, com vista à adoção de medidas ao nível comunitário para fazer face à subida galopante dos preços da energia na UE, agravada pela invasão da Ucrânia pela Rússia, que já entrou no sétimo mês.

“Estamos perante uma situação extraordinária, porque a Rússia é um fornecedor pouco fiável e está a manipular os nossos mercados energéticos. A nossa unidade e a nossa solidariedade assegurar-nos-ão que prevaleceremos”, declarou Von der Leyen.

*Com Lusa






Fonte: 24.sapo.pt                       Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/uniao-europeia-exige-poupanca-obrigatoria-de-energia
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #151 em: 07/09/2022, 18:55 »
 
Base russa em Melitopol é destruída depois de hackers ucranianos terem enganado soldados com perfis falsos de mulheres atraentes, revela responsável

Por Francisco Laranjeira em 14:13, 7 Set 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Uma base russa foi atacada pelas forças armadas da Ucrânia depois de um hacker ucraniano ter criado perfis falsos de mulheres atraentes nas redes sociais e, dessa forma, ter enganado as tropas de Putin a revelar a sua posição, revelou esta quarta-feira o tabloide britânico ‘Daily Mail’.

Em declarações aos britânicos do ‘Financial Times’, Nikita Knysh, de Kharkiv, que é profissional de IT, explicou que queria usar as suas habilidades de hacker para ajudar o seu país a vencer a Rússia e fundou o grupo ‘Hackyourmom’ – conjuntamente com o seu grupo de 30 hackers, enganaram os soldados russos estacionados em Melitopol. Através das imagens, conseguiram determinar a localização da base militar russa naquela cidade do sul da Ucrânia.

Dias depois, a base militar foi atacada, segundo confirmou Ivan Fedorov, autarca de Melitopol, na rede social ‘Telegram’. “Outra noite explosiva em Melitopol e Myrne, no distrito de Melitopol. Às 13h, moradores de todos os bairros ouviram fortes explosões. A primeira era tão forte que as janelas de algumas casas tremeram e o gesso caiu. Estamos a aguardar a confirmação de que as Forças Armadas da Ucrânia destruíram outra base dos ocupantes com ataques de precisão. O inimigo nunca estará em paz em nossa terra.”

Mais tarde, escreveu: “Em Melitopol, uma das maiores bases inimigas no território da central ‘Actovolorlit’ foi destruída.” As filmagens mostraram os ruídos e as luzes brilhantes das explosões perto da base.






Fonte: multinews.sapo.pt                      Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/base-russa-em-melitopol-e-destruida-depois-de-hackers-ucranianos-terem-enganado-soldados-com-perfis-falsos-de-mulheres-atraentes-revela-responsavel/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #152 em: 07/09/2022, 18:57 »
 
Militar de topo da Ucrânia assume responsabilidade por ataque a base aérea russa na Crimeia

Por Filipe Pimentel Rações em 16:35, 7 Set 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt 

O comandante das Forças Armadas ucranianas, Valeriy Zaluzhnyi, admitiu ter sido responsável por várias ordens de ataque a bases aéreas da Rússia na Ucrânia, incluindo pelo ataque que destruiu as instalações militares de Saky, na península da Crimeia, ocupada por Moscovo desde 2014.

Num artigo de opinião divulgado pela publicação ucraniana Ukrinform, Zaluzhnyi denuncia o que considera ser a estratégia da Rússia para afastar a guerra da população russa, instalando bases no território do país vizinho, e escreve sobre “os esforços bem-sucedidos das Forças Armadas da Ucrânia para transferir fisicamente as hostilidades para a Crimeia”, cita a ‘Reuters’.

“Referimo-nos a uma séria de ataques de foguetes contra as bases aéreas do inimigo na Crimeia, sobretudo, no aeródromo de Saky”, afirmou o oficial militar, explicando que foram atingidos 10 aviões russos.

Até agora, a Ucrânia nunca tinha confirmado, de forma clara e inequívoca, que tinha sido responsável pelo ataque à base russa na Crimeia, sendo este artigo de opinião a primeira confirmação oficial.

Valeriy Zaluzhnyi reconhece também a guerra poderão estender-se pelo ano de 2023. “Há todas as razões para acreditar que o conflito se prolongará para além do ano de 2022.”






Fonte: multinews.sapo.pt                      Link: https://multinews.sapo.pt/atualidade/militar-de-topo-da-ucrania-assume-responsabilidade-por-ataque-a-base-aerea-russa-na-crimeia/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #153 em: 07/09/2022, 19:01 »
 
Ucrânia: Partido de Putin propõe referendos à anexação de territórios ocupados para dia 4 de novembro

Por Filipe Pimentel Rações em 17:33, 7 Set 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O partido Rússia Unida, que tem uma vasta maioria no parlamento russo e que está intimamente associado ao Presidente Vladimir Putin, propôs esta quarta-feira que os referendos para anexar os territórios ocupados na Ucrânia aconteça no dia 4 de novembro.

A data não é escolhia por acaso, pois é nesse mesmo dia que se celebra o Dia da Unidade Nacional da Rússia, sendo que o dirigente do Rússia Unida, Andrey Turchak, considera que realizar os referendos nesse dia será “certo e simbólico”, de acordo com publicação na sua página na rede social Telegram.


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Após a auscultação, que vários observadores consideram que serão simulações democráticas e que não refletirão a vontade das populações visadas, “Donetsk, Luhansk e muitas outras cidades russas finalmente regressarão ao seu porto de partida”, salienta Turchak, “e o mundo russo, agora dividido por fronteiras formais, recuperará a sua integridade”. E assegura que as populações dessas regiões “estão prontas para isso há muito tempo”.

Depois do anúncio, um oficial da administração instalada por Moscovo na região de Kherson, Kirill Stremousov, garantiu que “faremos os preparativos para essa data precisa, mesmo que estejamos para realizar esse referendo neste exato momento”.

No passado mês de julho, as informações indicavam que os referendos para a anexação de Kherson e de Zaporíjia estariam agendados para setembro. Contudo, o processo foi suspenso devido ao agravamento do contexto de seguranças nas regiões, devido aos combates e bombardeamentos constantes.

O Rússia Unida tem 323 dos 444 lugares ocupados na Duma, a câmara baixa do Parlamento russo, pelo que se a proposta for avançada é praticamente certo de que será aprovada, considerando, também, que muitos outros partidos com assento parlamentar apoiam a fação dominante.

Ao anexar os territórios atualmente sob controlo das suas forças militares, a Rússia procurará consolidar as conquitas feita na Ucrânia, numa altura em que alguns observadores considera que a máquina de guerra de Putin está a perder fulgor, devido à falta de pessoal, fruto de um elevado número de baixas, e de equipamento.

Dados das Forças Armadas ucranianas indicam que, desde o início da guerra, Moscovo já terá perdido mais de 50 soldados, feridos ou mortos, e milhares de unidades de material bélico.


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt





Fonte: multinews.sapo.pt                          Link: https://multinews.sapo.pt/atualidade/ucrania-partido-de-putin-propoe-referendos-a-anexacao-de-territorios-ocupados-para-dia-4-de-novembro/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #154 em: 07/09/2022, 20:02 »
 
Ocidente está a seguir "uma política baseada na provocação" contra a Rússia, aponta Erdogan

JORNAL I
07/09/2022 15:38



Fonte de imagem: © AFP

Depois de criticar a posição do ocidente, o chefe do Estado turco sublinhou a forma como tem equilibrado os laços políticos entre a Rússia e a Ucrânia.

O Presidente da Turquia, Recep Erdogan, afirmou “muito abertamente” que os países ocidentais estão a seguir “uma política baseada na provocação” contra a Rússia.

"Posso dizer muito abertamente que não considero correta a atual atitude do Ocidente. [...] O Ocidente está a seguir uma política baseada na provocação", declarou Erdogan numa conferência de imprensa com o homólogo sérvio, Aleksandar Vucic, quando foi questionado sobre a crise energética na Europa.

Depois de criticar a posição do ocidente, o chefe do Estado turco sublinhou a forma como tem equilibrado os laços políticos entre a Rússia e a Ucrânia.

"Quando se tenta travar uma guerra de forma tão provocadora, não se poderá alcançar os resultados desejados. Nós, Turquia, sempre mantivemos uma política de equilíbrio entre a Rússia e a Ucrânia", salientou.

Recorde-se que a Turquia forneceu a Kiev drones militares, mas não aderiu como os restantes países da NATO às sanções aplicadas contra a Rússia desde o início da ofensiva de Moscovo na Ucrânia.

Atualmente, a crise de gás na Europa está no centro da discussão política. Para Erdogan, a crise energética é o resultado de uma política europeia de fazer frente a Putin, levando-o a utilizar esta matéria-prima como arma.

"Claro, a Europa colhe o que semeou. Desde logo, a postura da Europa contra Putin, com a imposição das sanções, levaram Putin, quer queira quer não, ao ponto de dizer: 'se fizerem isso, eu farei isto'", apontou chefe de Estado turco ainda em Ancara, antes de seguir para Sarajevo, capital da Bósnia-Herzegovina.

"Putin usa todas as possibilidades e armas à sua disposição. Uma das mais importantes é o gás natural. [...] É lamentável, não queríamos, mas isto está a acontecer e acho que, neste inverno, a Europa vai ter problemas realmente sérios. Nós, na Turquia, não teremos esse problema", frisou.

Ainda assim, Erdogan pronunciou-se contra a invasão russa no início do conflito, estando a favor da integridade territorial da Ucrânia, incluindo a península da Crimeia (anexada pela Rússia em 2014). Contudo, tem feito várias declarações nas quais tomou o lado russo.

Durante o período de negociações, a diplomacia turca teve um importante papel no desbloqueio da exportação de cereais ucranianos e de fertilizantes russos. Em Istambul, Ucrânia, Rússia, Turquia e as Nações Unidas assinaram os acordos sobre a exportação de cereais e de produtos agrícolas através do Mar Negro.






Fonte: ionline.sapo.pt                         Link: https://ionline.sapo.pt/artigo/780377/ocidente-esta-a-seguir-uma-politica-baseada-na-provocacao-contra-a-r-ssia-aponta-erdogan?seccao=Mundo_i
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #155 em: 07/09/2022, 20:07 »
 
Hackers pro-Rússia reivindicam ataque DDoS que afetou mais de 20 sites do governo japonês

Francisca Andrade
Casa dos Bits
7 set 2022 16:22



Fonte de imagem: tek.sapo.pt

O incidente registado no Japão, que afetou um vasto conjunto de websites governamentais, surge após ataques em larga escala do grupo de piratas informáticos a websites governamentais na Itália, Lituânia, Estónia, Polónia e Noruega.

O governo do Japão confirmou que mais de 20 websites, pertencentes a quatro ministérios, sofreram disrupções devido a um ataque DDoS. O ataque foi reivindicado pelo grupo de piratas informáticos pro-Rússia Killnet através de uma mensagem deixada no seu canal de Telegram.

Além de causarem disrupções nos websites governamentais, os hackers terão também impactado o portal dos impostos autárquicos, assim como a Mixi, considerada como a segunda maior rede social do Japão.

Como avança a Reuters, o governo japonês está a investigar o envolvimento do grupo de hackers no ataque. “Estamos cientes de que o grupo sugeriu que estava por trás do ataque, mas, neste momento, ainda estamos a investigar a causa do mesmo, incluindo o envolvimento dos piratas informáticos”, afirma Hirokazu Matsuno, porta-voz do governo do país.

Numa nota enviada ao SAPO TEK, Sergey Shykevich, Threat Intelligence Group Manager da Check Point Software, explica que o tipo de ataque utilizado pelos hackers foi concebido para “derrubar” serviços online, ou recursos de rede, sobrecarregando os servidores com milhares de pedidos e excedendo a capacidade de resposta.

Os motivos do grupo Killnet “para estes ataques deve-se ao apoio do Japão à Ucrânia na atual guerra contra a Rússia, bem como a uma disputa de décadas sobre as Ilhas Kuril, sobre as quais ambas as partes reclamam a soberania”, detalha o responsável.

O incidente registado no Japão surge após ataques em larga escala do grupo de piratas informáticos a websites governamentais na Itália, Lituânia, Estónia, Polónia e Noruega.

Referenciando um recente relatório da empresa de cibersegurança, Sergey Shykevich lembra que se registou um aumento global de 42% a nível de ciberataques, com uma subida significativa de ataques levados a cabo por grupos de hackers patrocinados e mobilizados pelo Estado, “que ganharam ímpeto desde o início da guerra Rússia-Ucrânia”.

“Como já avisámos anteriormente, as organizações nos países afetados devem estar atentas aos riscos, uma vez que estes grupos utilizam instrumentos variados para atingir os seus objetivos, incluindo roubo de dados e ataques perturbadores”, realça.

Os ciberataques são cada vez mais usados como arma de guerra: um cenário que tem sido observado nos últimos meses com a preparação da ofensiva russa contra a Ucrânia, que terá estendido o efeito a 42 países. Os especialistas em cibersegurança esperavam que os conflitos na Ucrânia tivessem maior impacto no campo digital, porém, a infraestrutura ucraniana tem vindo a resistir às táticas do Kremlin.






Fonte: tek.sapo.pt                     Link: https://tek.sapo.pt/noticias/internet/artigos/hackers-pro-russia-reivindicam-ataque-ddos-que-afetou-mais-de-20-sites-do-governo-japones
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #156 em: 07/09/2022, 20:11 »
 
Roger Waters defende rendição de Ucrânia: “Atirar gasolina, ou seja, armas, para o fogo não resulta"

7 de setembro 2022 às 19:53


Fonte de imagem: sol.sapo.pt

Músico enviou carta à primeira-dama da Ucrânia, defendendo o fim da guerra.

Roger Waters, músico dos Pink Floyd, escreveu na segunda-feira uma carta aberta a Olena Zelenska, primeira-dama da Ucrânia, em que pede pelo fim da guerra com a Ucrânia a aceitar a autonomia dos territórios de Donetsk e Luhansk, reinvindicados pela Rússia, na sequência da invasão.

“Se ‘apoiar a Ucrânia’ significa enviar mais armas ao governo de Kiev, está completamente enganada”, escreveu. “Atirar gasolina, ou seja, armas, para o fogo não resulta", começou por ter o músico no texto.

Waters afirma que Volodymyr Zelensky, o Presidente da Ucrânia , mostrou, no passado, "ter boas intenções", fazendo referência a declarações feitas em 2019, quando o líder ucraniano prometeu acabar com a guerra civil no leste e dar autonomia às regiões de Donetsk e Luhansk”.


Fonte de imagem: sol.sapo.pt

“Podemos assumir que as políticas eleitorais do seu marido não caíram bem junto de determinadas fações políticas em Kiev”, acrescenta o artista, rematando: "Infelizmente, o seu marido concordou em menosprezar, de uma forma totalitária e antidemocrática, a vontade do povo ucraniano"

“As forças nacionalistas extremistas que desde então mandam na Ucrânia ultrapassaram as várias linhas vermelhas traçadas pelos vossos vizinhos, a Rússia. Como consequência, foram esses mesmos nacionalistas extremistas a conduzir o país para esta guerra desastrosa", pode ainda ler-se na mesma carta.






Fonte: sol.sapo.pt                    Link: https://sol.sapo.pt/artigo/780396/roger-waters-defende-rendicao-de-ucr-nia-atirar-gasolina-ou-seja-armas-para-o-fogo-nao-resulta
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #157 em: 07/09/2022, 20:23 »
 
A União Europeia tem um plano, Putin acha-o 'estúpido' e o inverno continua uma incógnita

MadreMedia
7 set 2022 20:09



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

A disputa entre a União Europeia e a Rússia em torno do fornecimento de gás ao velho continente vai definir o inverno. É isso que a torna tão urgente, uma vez que ao contrário do que acontece em Portugal, na generalidade do país e durante a maior parte dessa estação, vários países da Europa do norte e central precisam desta energia para manter os espaços a uma temperatura que contorne o frio que se faz sentir fora dos edifícios.

A Rússia sabe-o, a União Europeia sabe-o. Depois de na sexta-feira a Gazprom, que gere o gasoduto Nord Stream, ter anunciado que iria suspender o fluxo de gás para a Europa através da Alemanha devido a uma fuga de óleo detetada numa turbina da única estação de compressão ainda em funcionamento - o que a União Europeia já disse que é uma “falácia” - e um dia depois da mesma empresa ter divulgado um vídeo do continente europeu a gelar perante a ausência do gás russo, a Comissão Europeia veio anunciar que quer um limite de preços para importações de gás por gasoduto da Rússia para a União Europeia para contornar os “valores extremamente elevados”.

A posição consta de um documento de trabalho que o executivo comunitário divulgou hoje e que será discutido no Conselho Extraordinário da Energia da próxima sexta-feira, no qual a instituição argumenta que, para a UE conseguir uma reduzida exposição ao gás russo, deveria considerar como “opção mais viável”, impor um “limite de preços para as importações de gás por gasoduto”.

Para a Comissão Europeia, tal solução também permitirá contornar os “preços extremamente elevados do gás natural, [que] permitiram à Rússia manter as receitas apesar dos cortes deliberados nos volumes”, numa altura em que se registam fortes perturbações no abastecimento a alguns países da UE (principalmente a 13 Estados-membros) e em que se teme rutura total.

“O gás russo por gasoduto não pode ser facilmente desviado para países terceiros. Um limite de preço do gás russo por gasoduto permitiria a compra desse gás na medida em que o preço não excedesse um limiar preestabelecido. O limite de preço aplicar-se-ia no momento da importação, deixando a formação de preços para a venda de gás dentro do mercado interno inalterada”, explica a instituição no documento de trabalho, consultado pela Lusa.

De acordo com Bruxelas, uma fixação do limite de preços acima do custo marginal de produção poderia ajudar a assegurar o abastecimento e a baixar os preços.

Embora admitindo que “a medida pode muito bem ser utilizada pela Rússia para justificar novas ruturas ao abrigo dos contratos existentes”, o executivo comunitário garante que, devido “à diversificação, poupança e armazenamento, e dada a última perturbação, a UE está agora melhor preparada para este cenário”.

Esta manhã, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou também que a instituição quer impor um teto máximo para os lucros das empresas produtoras de eletricidade com baixos custos e uma “contribuição solidária” das empresas de combustíveis fósseis, assim como estabelecer um limite para a compra de gás russo.

Estas três medidas, que Bruxelas quer “imediatas”, fazem parte de um pacote de propostas anunciado hoje por von der Leyen com vista a “proteger consumidores e empresas vulneráveis”, quando famílias e empresas enfrentam “preços astronómicos de eletricidade” e se assiste a “uma enorme volatilidade do mercado”.

O pacote inclui ainda duas outras propostas: uma meta vinculativa para redução do consumo de eletricidade e a facilitação de apoio à liquidez por parte dos Estados-membros para as empresas de serviços energéticos que se confrontam com problemas devido a essa volatilidade do mercado.

As propostas foram apresentadas na antevéspera de um Conselho extraordinário de ministros da Energia, agendado para sexta-feira em Bruxelas, com vista à adoção de medidas ao nível comunitário para fazer face à subida galopante dos preços da energia na UE, agravada pela invasão da Ucrânia pela Rússia, que já entrou no sétimo mês.

Bruxelas aponta no documento de trabalho que, no que toca ao gás por gasoduto, “fornecedores fiáveis como a Noruega têm maximizado os seus aprovisionamentos de gás à UE”.

Ora, a resposta da Rússia era de esperar. Vladimir Putin disse que o país irá interromper o fornecimento de petróleo e gás se forem impostos tetos de preços.

"A Federação Russa cumprirá integralmente os contratos, mas não fornecerá petróleo, gás ou carvão em seu próprio prejuízo. Quem quer impor algo à Rússia no setor da energia não tem condições de impor nada. O teto de preços é uma decisão absolutamente estúpida", disse Putin durante o Fórum Económico Oriental.

O presidente russo, Vladimir Putin, negou ainda que Moscovo esteja a usar a energia como uma "arma".

"Dizem que a Rússia usa energia como arma. Mais coisas sem sentido! Que arma usamos? Fornecemos o que for necessário de acordo com os pedidos" dos importadores, disse Putin ao Fórum Económico Oriental na cidade portuária de Vladivostok, no Pacífico.

Absurdos e tetos à parte, à medida que nos aproximamos dos meses mais frios, o planeamento do inverno continua vulnerável à ansiedade da guerra.







Fonte: 24.sapo.pt                    Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/a-uniao-europeia-tem-um-plano-putin-acha-o-estupido-e-o-inverno-continua-uma-incognita
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #158 em: 07/09/2022, 22:02 »
 
Em atualização Zelensky diz que as forças da Ucrânia recuperaram o controlo de várias localidades perto de Kharkiv

MadreMedia
7 set 2022 21:47



Fonte de imagem: Lusa

Volodymyr Zelensky tinha antecipado o anúncio de "grande notícias" sobre Kharkiv para breve. A Informação está agora a ser adiantada pela agência AFP.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou esta quarta-feira que as suas forças conseguiram recuperar o controlo de várias localidades que tinham sido ocupadas pelas forças russas na região de Kharkiv, avança a AFP.


Fonte de imagem: 24.sapo.pt

Na segunda-feira, Zelensky tinha antecipado o anúncio de "grande notícias" sobre a contraofensiva levada a cabo pelas forças ucranianas naquela região. "Esta semana, temos boas notícias da região de Kharkiv", onde há "localidades nas quais a bandeira ucraniana voltou" a ser hasteada, disse Zelensky em discurso vespertino, sem dar mais detalhes.

Na semana passada, a Ucrânia tinha lançado uma contraofensiva nas regiões ocupadas pela Rússia, em Kherson, no sul do país. Nos últimos dias, os observadores tinham informado sobre um suposto avanço das forças ucranianas na região de Kharkiv, mas estas afirmações não puderam ser confirmadas com fontes independentes.

Entretanto, foi divulgado na rede Telegram um vídeo cuja descrição diz que "soldados ucranianos removeram a bandeira vermelha depois de terem libertado o território". O território a que se refere chama-se Nova Husarivka, perto de Balakleya, em Kharkiv.

A região de Kharkiv está parcialmente ocupada pelo exército russo desde que este iniciou a invasão da Ucrânia, em 24 de fevereiro. A cidade homónima - a segunda maior do país - costuma ser alvo de bombardeamentos, mas as forças russas não conseguiram conquistá-la.

*Com AFP






Fonte: 24.sapo.pt                     Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/zelensky-diz-que-as-forcas-da-ucrania-recuperaram-o-controlo-de-varias-localidades-perto-de-kharkiv
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #159 em: 07/09/2022, 22:05 »
 
Partido de Putin propõe referendos de anexação de territórios sob controlo russo na Ucrânia a 04 de novembro

MadreMedia / Lusa
7 set 2022 17:47



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

O partido do Presidente russo, Vladimir Putin, Rússia Unida, propôs hoje realizar a 04 de novembro referendos nos territórios sob controlo russo na Ucrânia, com o objetivo de os anexar à Rússia.

“Donetsk, Lugansk e muitas outras cidades russas vão, por fim, regressar ao seu porto de origem. E o mundo russo, atualmente dividido por fronteiras formais, recuperará a sua integridade”, declarou o secretário do Conselho-Geral da Rússia Unida, Andrei Turtchak, citado pelo partido.

“Seria oportuno realizar esses referendos no Donbass [leste ucraniano] e nos territórios libertados a 04 de novembro”, acrescentou Turtchak, citado pela agência de notícias Ria Novosti.

O responsável referia-se às regiões ucranianas de Donetsk e Lugansk, no leste do território ucraniano, cuja independência Moscovo reconheceu mesmo antes do início da sua ofensiva, a 24 de fevereiro, bem como das regiões de Kherson e Zaporijia, que o exército russo maioritariamente ocupa.

“Vamos preparar-nos para esta data concreta”, reagiu, segundo as grandes agências russas, um responsável das autoridades instaladas por Moscovo em Kherson, Kirill Stremoossov.

O dia 04 de novembro corresponde, na Rússia, ao dia da Unidade Nacional, que comemora uma revolta popular do século XVII que expulsou de Moscovo as forças de ocupação polacas.

As tropas russas ocupam atualmente faixas de território sobretudo no sul da Ucrânia, incluindo a cidade de Kherson, que tinha 280.000 habitantes antes da guerra.

Separatistas pró-russos controlam desde 2014 a maior parte das regiões de Donetsk e Lugansk, no leste industrial do país.

A Rússia já realizou em março de 2014 um referendo na Crimeia, península ucraniana que anexou após esse escrutínio, precedido por uma intervenção das forças especiais russas.

As autoridades ocupantes russas na Ucrânia falam há meses na ideia de proceder a referendos de anexação à Rússia, mas a administração de Kherson disse na segunda-feira que o resultado da votação era incerto por causa da contraofensiva das forças ucranianas neste momento em curso na região.

A Rússia distribuiu passaportes russos aos habitantes de alguns territórios ocupados na Ucrânia, após ter feito o mesmo nos últimos anos nos territórios do leste ucraniano, sob controlo dos separatistas pró-russos.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de sete milhões para os países vizinhos -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa — justificada por Putin com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra, que entrou hoje no seu 196.º dia, 5.718 civis mortos e 8.199 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.






Fonte: 24.sapo.pt                       Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/partido-de-putin-propoe-referendos-de-anexacao-de-territorios-sob-controlo-russo-na-ucrania-a-04-de-novembro
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #160 em: 08/09/2022, 00:09 »
 
ONU reforça alertas para alegados "campos de filtragem" na Rússia

MadreMedia / Lusa
7 set 2022 23:12



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

A Organização das Nações Unidas (ONU) alertou hoje para as persistentes alegações de deslocamento forçado, deportação e para os chamados "campos de filtragem" administrados pela Rússia face a cidadãos ucranianos e pediu que as denúncias sejam investigadas.

Numa reunião do Conselho de Segurança para abordar denúncias de deslocamento forçado de civis ucranianos e o uso de operações de “filtragem” pelas forças russas, a subsecretária-geral para Assuntos Políticos e de Consolidação da Paz da ONU, Rosemary DiCarlo, fez um ponto da situação do número de vítimas causadas pela guerra e afirmou estar “extremamente preocupada” com os relatos sobre “campos de filtragem”.

“As persistentes alegações de deslocamento forçado e os chamados ‘campos de filtragem’ administrados pela Federação Russa e forças locais afiliadas são extremamente preocupantes. Tais denúncias devem ser investigadas com a cooperação das autoridades competentes”, apelou a subsecretária-geral.

Além de DiCarlo, também a secretária-geral adjunta de Direitos Humanos e chefe do Escritório de Direitos Humanos da ONU em Nova Iorque, Ilze Kehris, fez um ‘briefing’ da situação, informando que “cerca de sete milhões de pessoas estão deslocadas internamente na Ucrânia e milhões buscaram refúgio fora do país”, “em qualquer direção possível”.

“Violações de direitos humanos em territórios ocupados pela Rússia, ou controlados por grupos armados afiliados, também fizeram com que as pessoas fugissem. Essas condições levaram a uma situação em que aqueles que fugiam do perigo muitas vezes se sentiam compelidos a evacuar em qualquer direção possível, independentemente das suas preferências”, relatou Kehris.

O Escritório de Ilze Kehris documentou “um número significativo” de civis que foram deslocados para a Rússia, incluindo cerca de uma dúzia de casos em que as Forças Armadas russas ordenaram que civis em Mariupol deixassem as suas casas ou abrigos, levando-os para territórios ucranianos controlados pela Rússia ou para a própria Federação Russa.

“Uma vez deslocados para território russo, nos casos documentados pela ONU, os civis tiveram liberdade de movimento. Muitos ucranianos optaram por viajar para outros países ou retornar à Ucrânia. No entanto, aqueles que optaram por regressar não receberam recursos financeiros ou outros apoios para fazê-lo”, explicou a líder de Direitos Humanos, frisando que aqueles que foram levados para regiões remotas da Rússia, os custos de retorno tornaram-se “particularmente proibitivos”.

Ainda de acordo com o Escritório de Direitos Humanos da ONU, há alegações credíveis de transferências forçadas de crianças desacompanhadas para a Rússia ou território ucraniano ocupado por Moscovo.

“Estamos preocupados que as autoridades russas tenham adotado um procedimento simplificado para conceder a cidadania russa a crianças sem cuidados parentais e que essas crianças sejam elegíveis para adoção por famílias russas”, disse Ilze Kehris perante o Conselho de Segurança.

De acordo com o artigo 50 da 4.ª Convenção de Genebra, a Rússia está proibida de alterar o estatuto pessoal dessas crianças, incluindo a nacionalidade.

Ilze Kehris declarou estar particularmente preocupada com o facto de os planos anunciados pelas autoridades russas não parecerem incluir medidas para o reagrupamento familiar ou de outras formas garantir o respeito pelo princípio do interesse superior da criança.

Em relação aos campos de filtragem, de acordo com “relatórios credíveis” recebidos pela ONU, há inúmeras violações de direitos humanos, incluindo os direitos à liberdade, segurança pessoal e privacidade.

“Nos casos que o nosso Escritório documentou, durante a ‘filtragem’, as Forças Armadas russas submeteram pessoas a revistas corporais, às vezes envolvendo nudez forçada, e interrogatórios detalhados sobre antecedentes pessoais, laços familiares, visões políticas e lealdades do indivíduo. Examinaram pertences pessoais e recolheram dados de identidade pessoal, fotos e impressões digitais”, disse Kehris.

“Estamos particularmente preocupados que mulheres e meninas estejam em risco de abuso sexual durante os procedimentos de filtragem”, acrescentou a funcionária das Nações Unidas.

Antes do início da reunião do Conselho de Segurança, convocada pela Albânia e pelos Estados Unidos da América, a representante norte-americana junto à ONU, Linda Thomas-Greenfield, advogou que a “filtragem” que vem sendo feita pela Rússia resume “uma série de horrores que vêm acontecendo em tempo real na Europa e que ecoam um período muito sombrio do passado”.

“Temos evidências de que centenas de milhares de cidadãos ucranianos — incluindo crianças — foram interrogados, detidos e deportados à força, e alguns deles enviados para áreas muito remotas. (…) Alguns simplesmente desaparecem”, disse a embaixadora.

“Então, estamos aqui hoje para esclarecer o que está a acontecer nesses centros de filtragem e exigir que a Rússia interrompa essas operações, permita que observadores independentes acedam a esses locais e verifiquem o bem-estar desses indivíduos”, acrescentou Thomas-Greenfield.

Por sua vez, o embaixador russo, Vasily Nebenzya, afirmou que tudo não passa de uma “invenção” e “propaganda” da Ucrânia e dos seus aliados ocidentais contra Moscovo.

Acusando a delegação norte-americana de “cinismo”, Nebenzya relembrou que a administração do ex-presidente Donald Trump chegou a reter migrantes mexicanos que pediram asilo nos Estados Unidos em condições “desumanas” e a “separar famílias”.

Ainda no campo das comparações, o diplomata russo mencionou a prisão de Guantánamo, em que as autoridades norte-americanas “detiveram ilegalmente, sem investigação ou julgamento”, vários prisioneiros.

Nebenzya advogou que nenhum ucraniano é impedido de deixar a Rússia e afirmou que o seu país é o que mais acolhe refugiados ucranianos.







Fonte: 24.sapo.pt                      Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/onu-reforca-alertas-para-alegados-campos-de-filtragem-na-russia
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #161 em: 08/09/2022, 00:25 »
 
Hackers ucranianos localizam bases russas com perfis de mulheres sexys nas redes sociais

07 SET 2022

A engenharia social funciona de forma muito simples. Primeiro, conhecer os hábitos humanos, depois lançar o engodo. Foi o que aconteceu na Ucrânia quando os hackers de Zelensky precisavam saber a localização das bases dos soldados da Rússia. O engodo usar perfis falsos de mulheres bonitas e sexys e atrair os combatentes. Depois a partilha de informação levou à localização das bases.

O trabalho seguinte foi usar os drones, que são uma arma poderosa nas mãos dos soldados ucranianos, e atacar essas bases agora devidamente identificadas.


Fonte de imagem: pplware.sapo.pt

Segundo reporta o Financial Times, os hackers ucranianos criaram falsos perfis online de mulheres para enganar soldados russos a revelarem a sua localização. O conflito em curso na Ucrânia lançou algumas formas inovadoras de combater uma guerra.

Sabemos como as forças ucranianas têm usado drones comerciais, bem como pilotos civis de drones na sua luta contra o poder russo. Enquanto o Ocidente apoia a Ucrânia com armas e drones, os soldados ucranianos têm também vindo a adaptar-se à evolução das necessidades no terreno - e isto inclui inovação para acrescentar mais ações que surtam numa ajuda à sua capacidade ofensiva.

Hackers ucranianos estão no terreno a combater "no lado negro"

No que quase parece um mundo completamente diferente, grupos de profissionais informáticos na Ucrânia transformaram-se em hackers para utilizar as suas capacidades na luta contra a agressão russa. Outrora habituados a escritórios elegantes, estas pessoas estão agora a trabalhar a partir de locais secretos para se manterem a salvo enquanto lutam pelo seu país.

O Financial Times falou com um desses grupos ucranianos liderado por Nikita Knysh. Antes da invasão russa, Knysh, de 30 anos, trabalhou como especialista em segurança cibernética, impedindo o sucesso dos hackers. O início do assalto russo em fevereiro mudou tudo, e Knysh queria servir o país com o seu conjunto de habilidades.

Abordou um antigo mentor e um dos homens mais ricos da Ucrânia, Vsevolod Kozhemyako, à procura de uma ligação à Internet Starlink que Elon Musk estava a enviar para a Ucrânia. Knysh tinha reunido uma equipa de 30 pessoas com os mesmos interesses, escondidos num albergue barato em Vinnytsia.

Denominado Hackyourmom, o grupo apontou o alvo à Rússia usando as suas habilidades cibernéticas e a Internet gratuita fornecida pela rede Starlink.

Knysh disse à FT que o seu grupo estava envolvido nas falsas ameaças de bomba contra aviões com destino à Rússia, que viram dezenas de voos atrasados ou cancelados por completo. No entanto, o seu mais recente ataque visava enganar os soldados russos, para que estes revelassem a sua localização e, as respetivas bases militares.


Fonte de imagem: pplware.sapo.pt

Mulheres sexys como armadilha para os soldados russos

As fotografias enviadas pelos soldados foram utilizadas para identificar a sua localização, a remota base militar em Melitopol ocupada. Estes pormenores foram depois transmitidos aos militares da Ucrânia. Foi apenas uma questão de dias até o grupo ver a base explodida pela artilharia ucraniana, disse Knysh à FT.

Os militares ucranianos recusaram-se a comentar sobre o papel dos hackers no ataque. Ainda assim, Knysh afirma que o grupo também esteve envolvido noutros hackers, tais como os que envolviam estações de televisão russas ou a exposição de bases de dados de contratantes militares russos. O grupo já desapareceu do albergue, mas continua a trabalhar remotamente.

Tudo isto mostra como os velhos hábitos são uma fraqueza e que a rede Starlink pode ter sido uma das mais poderosas armas neste conflito.






Fonte: pplware.sapo.pt                      Link: https://pplware.sapo.pt/informacao/hackers-ucranianos-localizam-bases-russas-com-perfis-de-mulheres-sexys-nas-redes-sociais/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #162 em: 08/09/2022, 11:32 »
 
Ucrânia: Trabalhador humanitário britânico capturado por separatistas russos pode ter sido sujeito a “tortura indescritível”

MadreMedia / AFP
8 set 2022 11:03




Fonte de imagem: 24.sapo.pt

Paul Urey, o trabalhador humanitário que morreu sob captura em Donetsk, pode ter sido sujeito a tortura e violência enquanto esteve em cativeiro. O seu corpo foi devolvido à Ucrânia esta quarta-feira. O britânico tinha sido acusado pelas autoridades separatistas por “atividades mercenárias”, tendo estas adiantado que ele morreu de “stress”.

Detido em abril pelos separatistas da República Popular do Donetsk, Paul Urey foi dado como morto em julho. O seu corpo foi agora devolvido à Ucrânia com “possíveis sinais de tortura indescritível”, como adiantou o ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Dmytro Kuleba, no Twitter.

“Deter e torturar civis é bárbaro. Eu expresso as minhas mais profundas condolências aos familiares e pessoas próximas”, continuou Kuleba, que disse que Paul Urey era “um homem corajoso e que se dedicou a salvar pessoas”. “A Ucrânia nunca o esquecerá nem os seus feitos. Vamos identificar os responsáveis por este crime e responsabilizá-los. Eles não se vão escapar à justiça”, concluiu o ministro.


Fonte de imagem: 24.sapo.pt

Os líderes separatistas anunciaram a morte na prisão de Paul Urey a 10 de julho. Segundo Daria Morozova, representante dos separatistas pró-russos de Donetsk, Urey sofria de diabetes e de problemas renais, respiratórios e cardíacos, além de "stress". "Extremamente preocupada" com o seu estado de saúde, a mãe de Urey, nascido em 1977, disse então que o seu filho sofria de diabetes do tipo 1 e precisava de insulina com frequência.

A Presidium Network, uma organização sem fins lucrativos com sede no Reino Unido, anunciou a 29 de abril que dois trabalhadores humanitários que conhecia, Paul Urey e Dylan Healy, tinham sido capturados pelos militares russos no sul da Ucrânia enquanto tentavam retirar uma mulher e duas crianças de Zaporizhzhia.

De acordo com a Presidium, Urey era um experiente trabalhador humanitário que passou oito anos no Afeganistão e Healy, nascido em 2000, trabalhava na cozinha de uma rede hoteleira no Reino Unido.

A família de Urey e o governo britânico de Londres defenderam sempre que ele foi detido no leste da Ucrânia durante uma missão humanitária, mas separatistas pró-Rússia na região de Donetsk acusaram-no de ser um mercenário e não um trabalhador humanitário, a conduzir “operações militares e trabalho no recrutamento e treino de mercenários para os gangues armados ucranianos".

Não obstante a “gravidade dos seus crimes, Paul Urey recebia atendimento médico adequado", disse ainda Morozova. "Apesar disso, e devido ao seu diagnóstico e o stress, morreu a 10 de julho", acrescentou.

A representante de Donetsk acusou ainda as autoridades britânicas de saberem que Urey estava detido pelas forças armadas de Donetsk, mas não fizeram nada por ele. Já o governo de Londres disse que a responsabilidade recaia inteiramente sobre Moscovo.

"A Rússia deve assumir total responsabilidade" pela morte de Urey, disse Liz Truss, na altura secretária dos Negócios Estrangeiros britânicos e agora primeira-ministra do Reino Unido.






Fonte: 24.sapo.pt                       Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/ucrania-trabalhador-humanitario-britanico-capturado-por-separatistas-russos-pode-ter-sido-sujeito-a-tortura-indiscritivel
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #163 em: 08/09/2022, 11:42 »
 
Gazprom divulga vídeo que mostra Europa congelada no inverno sem fornecimento de gás russo

07.09.2022 às 16h46
Manuel Nobre Monteiro



Fonte de imagem: visao.sapo.pt

Companhia russa de gás natural publicou um vídeo que mostra um cenário europeu gelado sem o fornecimento do seu gás

“O inverno será longo”. Foi este o aviso que a gasífera russa Gazprom divulgou nas redes sociais, num vídeo publicado com imagens sombrias e em tom melancólico, a mostrar o que irá acontecer à Europa caso o fornecimento de gás natural seja totalmente suspenso por Moscovo.

No vídeo, com menos de dois minutos, podem ver-se várias imagens de algumas das principais cidades europeias a congelar, acompanhadas de uma música triste e soturna. A letra da canção, interpretada pela voz da cantora russa Varvaza Vizbor, refere-se a um “inverno longo e frio”, mas não foi criada especificamente para o vídeo.

O gás está a ser usado como arma de chantagem energética para atingir o Ocidente, já que a Rússia culpa os países aliados pela interrupção do fornecimento de gás natural à Europa, em consequência das sanções e ações ocidentais, alertando que os preços do gás podem subir ainda mais.

Anton Gerashchenko, conselheiro do governo ucraniano, partilhou o vídeo na rede social Twitter, questionando, ironicamente, a eficácia desta ação. “Eles acham mesmo que podem matar milhares de ucranianos, capturar territórios de outro país e a Europa vai fingir que não vê, só porque tem medo de uma chantagem usando o gás natural??”, perguntou.


Fonte de imagem: visao.sapo.pt

Veja o vídeo clicando em baixo no link oficial da noticia:

De recordar que este vídeo foi publicado após a companhia russa Gazprom suspender, no passado sábado, o fluxo de gás para a Europa através do gasoduto Nord Stream 1.






Fonte: visao.sapo.pt                               Link:https://visao.sapo.pt/atualidade/mundo/guerra-na-ucrania/2022-09-07-gazprom-divulga-video-que-mostra-europa-congelada-no-inverno-sem-fornecimento-de-gas-russo/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #164 em: 08/09/2022, 11:46 »
 
AO MINUTO: Aliados da Ucrânia reunidos hoje; "Boas notícias" em Kharkiv

08/09/22 07:43 ‧ Há 3 Horas por Notícias ao Minuto


Fonte de imagem: © Reuters

Acompanhe aqui AO MINUTO os mais recentes desenvolvimentos sobre a guerra na Ucrânia.

O presidente da Ucrânia anunciou, na quarta-feira, que algumas localidades na região de Kharkiv tinha sido recapturadas aos russos. Durante o seu discurso diário, Volodymyr Zelensky não adiantou muitas pormenores acerca dos resultados da contraofensiva, mas disse que eram "boas notícias" para a região.

Já esta quinta-feira, o ministro da Defesa da Bielorrússia iniciou exercícios militares. De acordo com a Reuters, Viktor Khrenin explicou que os exercícios, que estão previstos durar uma semana, servem para praticar "a libertação de território temporariamente capturado pela inimigo".






Fonte: noticiasaominuto.com                       Link: https://www.noticiasaominuto.com/mundo/2068961/ao-minuto-aliados-da-ucrania-reunidos-hoje-boas-noticias-em-kharkiv
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