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Autor Tópico: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia  (Lida 78862 vezes)

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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #210 em: 12/09/2022, 17:24 »
 
"É o fim de todo o mal". Ucranianos de Izyum comemoram a partida dos russos

MadreMedia / AFP
12 set 2022 15:53



Fonte de imagem: AFP or licensors

Após meses de ocupação e combates, os habitantes de Izyum expressaram a sua "felicidade" com a chegada das tropas ucranianas, que na sua contraofensiva expulsaram as tropas russas.

Na manhã de domingo, Nadia Nesolena, 61 anos, estava na rua quando os primeiros soldados ucranianos entraram nesta cidade, que tinha uma população de 50 mil habitantes antes da guerra, e que se tornou num importante ponto de logística e abastecimento para as tropas russas.

"Recebemo-los com lágrimas nos olhos. Estávamos à sua espera há meses. Estamos muito felizes", disse à AFP numa colina da cidade, onde está localizada a única antena que permite que telemóveis acedam à rede móvel. A ocupação russa "foi muito difícil, mas tivemos a sorte de ter uma casa com um alçapão e comida", diz Nadia.

Na mesma colina, Yuri Kurochka, de 64 anos, diz que não encontra palavras para expressar a sua alegria.

"É o fim de todo o mal", declara este homem que subiu a colina para ligar aos seus familiares, refugiados em Kiev e Kharkiv desde março, quando as tropas invasoras russas chegaram. Para as tropas ucranianas grita: "Por favor, não nos deixem aqui com esses russos!"

Nesta cidade no nordeste da Ucrânia, de onde os últimos soldados russos saíram no sábado a fugir da contraofensiva ucraniana, uma enorme coluna branca foi vista no domingo.

O depósito de munições russo que explodiu no sábado, antes do regresso das tropas ucranianas, ainda estava em chamas esta segunda-feira.

Grigori Pivovar, 61 anos, também viu os soldados ucranianos no domingo. "Tínhamos lágrimas nos olhos. Que felicidade ver os nossos meninos chegarem". O homem também agradeceu por poder sair e passear pela cidade quase deserta com o seu filho adolescente, Kirilo.

Vários moradores de Izyum disseram à AFP que muitos dos seus vizinhos pró-Rússia foram para o leste, mesmo antes da retirada dos soldados do Kremlin.

Segundo Moscovo, milhares de pessoas foram abrigadas na Rússia nos últimos dias.

Os seis meses de combates nesta cidade próxima à frente de batalha, na região de Kharkiv, e ocupada desde a primavera pelas tropas russas, deixaram a sua marca.

Casas, prédios, lojas, um templo religioso, duas pontes e uma escola foram destruídos pelas explosões, segundo repórteres da AFP.

No prédio incendiado da câmara municipal, a bandeira ucraniana foi novamente hasteada e os soldados patrulham as ruas.  Dezenas de veículos militares russos abandonados são reconhecíveis pela letra Z, símbolo das forças de ocupação. E, pelo caminho, vêem-se crateras, árvores queimadas, pedaços de granadas e munições não deflagradas.

Ao tomar esta importante cidade na estrada Kharkiv-Dombass no fim de semana, os ucranianos romperam o cerco russo nesta parte desta bacia industrial.

Não muito longe, numa cidade recentemente recuperada às forças russas, projéteis e munições de todos os tipos acumulam-se em várias casas. "Enviaremos essas munições de presente, por via aérea", diz o soldado "Tank", encarregado de supervisionar esse material, entre risos.

Na manhã de domingo, a sua primeira tarefa foi retirar as minas da cidade e desativar os artefatos explosivos deixados pelo exército russo.

Na cidade, "Tank" e os homens da sua unidade encontraram armas, roupas militares, coletes à prova de balas e rações alimentares. "Não comemos comida russa, não é bom", diz ele em jeito de brincadeira.






Fonte: 24.sapo.pt                       Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/e-o-fim-de-todo-o-mal-ucranianos-de-izyum-comemoram-a-partida-dos-russos
"A justiça é o freio da humanidade."
 

Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #211 em: 12/09/2022, 17:26 »
 
Guerra. ONU acusa Rússia de intimidar e censurar opositores internos

JORNAL I
12/09/2022 16:41



Fonte de imagem: ionline.sapo.pt

"A pressão exercida sobre os jornalistas, o bloqueio da internet e outras formas de censura são incompatíveis com o pluralismo da comunicação social e violam o direito de acesso à informação", disse a responsável da ONU.

Nada AI-Nashif, o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, acusou esta segunda-feira Moscovo de intimidar os opositores da guerra da Ucrânia.

Na Rússia, “a intimidação, as medidas restritivas e as sanções contra pessoas que se opõem à guerra na Ucrânia prejudicam o exercício das liberdades fundamentais garantidas pela Constituição, em particular os direitos à liberdade de reunião, expressão e associação”, afirmou a alta-comissária em exercício, no discurso de abertura da 51ª sessão do Conselho de Direitos Humanos, acrescentando que "a pressão exercida sobre os jornalistas, o bloqueio da internet e outras formas de censura são incompatíveis com o pluralismo da comunicação social e violam o direito de acesso à informação".

Deste modo, a responsável pediu à Rússia para “reconsiderar as medidas tomadas com o objetivo de estender o rótulo de ‘agente estrangeiro’ a pessoas consideradas ‘sob influência estrangeira’ e para criminalizar contactos não declarados com representantes de Estados ou organizações estrangeiras considerados atentatórios da ‘segurança’ da Federação da Rússia”.

O temas derivados da invasão russa serão abordados várias vezes durante esta sessão do Conselho dos Direitos Humanos, que estará reunido durante um mês.






Fonte: ionline.sapo.pt                       Link: https://ionline.sapo.pt/artigo/780755/guerra-onu-acusa-r-ssia-de-intimidar-e-censurar-opositores-internos?seccao=Mundo_i
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #212 em: 12/09/2022, 21:21 »
 
Como vai reagir a Rússia ao avanço da Ucrânia? A resposta é imprevisível

MadreMedia / AFP
12 set 2022 18:40


Fonte de imagem: AFP or licensors


A Ucrânia reconquistou várias cidades e milhares de quilómetros quadrados das mãos russas nos últimos dias, uma reviravolta para a qual a resposta de Moscovo é imprevisível.

No final de agosto, a situação parecia estagnada. Mas desde então, o conflito mudou e a Ucrânia obteve importantes vitórias territoriais.

"Será como uma bola de neve, começará a rolar, rolar, rolar (...) E veremos o segundo maior exército do mundo recuar", disse o ministro da Defesa ucraniano, Oleksii Reznikov, ao jornal francês Le Monde nesta segunda-feira.

Há semanas, os ucranianos anunciaram uma contraofensiva em Kherson, no sul, uma das primeiras cidades capturadas por Moscovo após o início da invasão da Ucrânia em 24 de fevereiro. No entanto, a retirada mais importante das forças russas ocorreu a norte.

"O ataque a Kherson não foi apenas uma distração, mas também desempenhou esse papel", comentou à AFP Alexandre Grinberg, do Instituto de Segurança e Estratégia de Jerusalém.

Após o anúncio, explica o especialista, muitas tropas russas deixaram a região de Kharkiv e Izyum, no norte, com o objetivo de reforçar a frente sul. Mas não conseguiram.

Analistas ocidentais acreditam que a Ucrânia quer atingir as linhas de abastecimento do seu inimigo. No sábado, as forças de Kiev anunciaram a recaptura de Kupiansk, um centro ferroviário estratégico no norte do país.

Os russos "dependem muito da malha ferroviária para transportar equipamentos pesados e munição de artilharia", explicou o general aposentado norte-americano Ben Hodges, ex-comandante das forças da NATO na Europa.

Numa região com muitos rios, "basta destruir as pontes [para] cortar as cadeias logísticas", confirma Alexandre Grinberg.

Em poucos dias, Kiev recuperou a eficácia que a caracterizou durante a primavera, quando as forças do Kremlin abandonaram o seu objetivo de tomar a capital para se concentrar no Donbass, a área de mineração no leste do país.

Móvel, com pequenas unidades autónomas e imbuído de patriotismo, o exército ucraniano têm desafiado consecutivamente as tropas russas, que têm uma hierarquia excessivamente piramidal e um Estado-Maior descrito como desconectado do terreno.

"A Rússia carece acima de tudo de força humana", diz Alexander Khramchikhin, um especialista militar russo independente. "É incapaz de controlar grandes territórios e uma grande linha de frente", acrescenta, apontando ainda para os "dados de inteligência dos EUA", que ajudam Kiev.

Como resultado, os ucranianos obtiveram "o primeiro deslocamento de uma posição inimiga em campo aberto desde o início da guerra", observa o coronel francês Michel Goya.

"Mesmo que tivesse falhado, o simples facto de poder organizar duas operações ofensivas simultâneas com 20 mil homens a uma distância de 700 km, contra russos que já não são capazes de fazê-lo, mostraria por si só que as curvas de capacidade se cruzaram", acrescenta.

A história da guerra, no entanto, é cheia de reviravoltas.

A Rússia insiste que vai reagir. O porta-voz do ministério da Defesa, Igor Konashenkov, informou nesta segunda-feira sobre bombardeamentos em áreas recuperadas por Kiev no leste e o Kremlin garantiu que a sua ofensiva continuará "até que os objetivos sejam alcançados".

Alexander Grinberg antecipa importantes movimentos russos, embora prefira não aventurar-se quanto à sua eficácia. "Será necessário ver se esta derrota, muito espetacular, mesmo que seja apenas tática, tem algum impacto na opinião pública" na Rússia.

O presidente russo, Vladimir Putin, "está muito limitado nas suas opções", diz Ivan Klyszcz, investigador do Instituto de Política Externa de Tallinn, na Estónia. Mesmo uma derrota parcial seria impossível de justificar após mais de seis meses de esforços.

Negociar parece fora de questão. Mas a médio prazo, a aproximação do inverno pode mudar a situação.

"Moscovo está a depositar as suas esperanças no inverno e nos problemas socioeconómicos de Kiev", conclui Alexander Khramchikhin.







Fonte: 24.sapo.pt                       Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/como-vai-reagir-a-russia-ao-avanco-da-ucrania-a-resposta-e-imprevisivel
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #213 em: 12/09/2022, 21:24 »
 
Corpos com "sinais de tortura" encontrados em localidade recuperada pela Ucrânia

MadreMedia / AFP
12 set 2022 18:04



Fonte de imagem: Dimitar DILKOFF / AFP

Quatro corpos de civis foram encontrados com "vestígios de tortura" na cidade de Zaliznychne, recentemente recapturada  pela Ucrânia, informou a Procuradoria nesta segunda-feira.

"Três deles foram enterrados perto de casas particulares, o outro foi enterrado no terreno de uma empresa de alcatrão em frente à estação ferroviária".

Os corpos foram encontrados no domingo "e tinham vestígios de tortura", revelou a Procuradoria no Facebook.

"De acordo com a versão preliminar da investigação, as vítimas foram mortas pelos militares russos durante a ocupação da cidade", acrescentaram.

A entidade indica que foram os moradores que notificaram "as forças de segurança e apontaram que soldados russos mataram os seus concidadãos".

Na semana passada, a localidade voltou ao controle de Kiev.

Nos últimos dias, a Ucrânia anunciou progressos significativos na região de Kharkiv, que faz fronteira com a Rússia.

As forças russas foram acusadas de atrocidades, inclusive nos arredores de Kiev, como em Bucha, de onde se retiraram no final de março. Moscovo nega qualquer crime e garante que são falsificações.







Fonte: 24.sapo.pt                     Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/corpos-com-sinais-de-tortura-encontrados-em-localidade-recuperada-pela-ucrania
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #214 em: 13/09/2022, 09:33 »
 
Fotógrafo ucraniano radicado em Faro mostra «Vozes fora da Guerra»

Por Bruno Filipe Pires -
13 de Setembro de 2022 - 8:35



Serhiy Stakhnyk reside em Portugal desde 1999.     Fonte de imagem: barlavento.sapo.pt


Serhiy Stakhnyk, 46 anos, 23 dos quais a viver no Algarve, foi à procura de compatriotas que a guerra empurrou para Portugal para mostrar as suas histórias em «Vozes fora de Guerra».


São retratos e histórias de famílias ucranianas que a guerra empurrou para Portugal, que têm como pano de fundo, a destruição provocada pela guerra nas suas cidades de origem.

A mostra, que está patente até 6 de dezembro, no Jardim Manuel Bivar, inaugurou na terça-feira, 6 de setembro, na véspera do Dia do Município de Faro e incluída no programa da efeméride.

O projeto demorou cerca de quatro meses a preparar, segundo conta o autor Serhiy Stakhnyk, que tem um estúdio de fotografia perto do Mercado Municipal, onde algumas das imagens foram captadas.

O fotógrafo não conhecia ninguém. «Fiz várias publicações nas redes sociais, em ucraniano e também em português, a explicar o que queria fazer. Escrevia: fotógrafo em Portugal quer fazer um projeto sobre os nossos refugiados. Procuro quem queira participar. Houve alturas em que recebi muitas respostas, mas a maioria dos refugiados da Ucrânia vão para Lisboa e Porto», onde são acolhidas por associações de apoio.


Fonte de imagem: barlavento.sapo.pt

«Para o Algarve só vem quem já cá tem família a residir. Consegui, no entanto, encontrar famílias em Lagos, Burgau, Moncarapacho e Olhão. Algumas acabaram por mudar de ideias». Na verdade, a maior dificuldade não foi geográfica mas humana.

«Nem todas as pessoas que fugiram querem dar a cara. Não querem que sintam pena deles. Mas as famílias que vieram com crianças pequenas querem mostrar e partilhar as suas emoções e sentimentos e contar o que lhes aconteceu» relata Serhiy Stakhnyk, que acabou por contar com a ajuda de voluntários em Lisboa e da Associação de Apoio à Comunidade Ucraniana em Portugal. Fez, pelo menos, duas viagens com o estúdio às costas. Por outro lado, a exposição não se esgota nas fotografias. Cada uma tem um QR Code, para ser lido com o telemóvel, que remete para uma página com a história por detrás das imagens, em três idiomas, português, inglês e ucraniano.

Olhares tristes, mas cheios de dignidade é talvez o denominador comum do conjunto. «Mas cada pessoa que veja a exposição, decidirá. Com os meus conhecimentos, quis mostrar o que está a acontecer na Ucrânia. Em Portugal temos ideias muito calmas e não nos passa pela cabeça aquela realidade. Imagine estar aqui na rua ou no centro comercial e, de repente, começarem a chover bombas por cima de si. O que pretendo mostrar é o que pode acontecer a qualquer pessoa» apanhada numa agressão militar. E mostra. Os retratados têm em mãos uma imagem da destruição das suas cidades de origem. Obtê-las foi outra dificuldade.

«Algumas zonas são hoje campos de batalha. Tentei contactar as autoridades municipais mas, por vezes, não estava lá ninguém. Contactei várias agências de notícias e fotojornalistas. Foi difícil conseguir fotografias em boa resolução. Houve alguma desconfiança, porque as imagens podem dar informações sobre a guerra e podem ser interpretadas de outra forma. Mas à exceção de duas ou três, a maioria foi-me cedida».
E como é que alguém que já viveu metade da vida em Portugal, vê a invasão russa em larga escala, de um país soberano livre e democrático?

«Para mim é inacreditável. Tenho primos na Rússia que visitava. Conheço a mentalidade deles. Agora o que sinto é ódio. Cerca de 80 por cento dos russos apoiam o que está a acontecer. O sistema consegue fazer uma lavagem cerebral de tal forma que até os jovens acreditam. Até hoje estou ainda a digerir tudo isto».


Fonte de imagem: barlavento.sapo.pt

No dia 24 de fevereiro, «levantei-me às 06h00 da manhã e recebi uma mensagem da minha irmã que morava a 60 quilómetros de Kyiv. Enviou-me um vídeo, filmado com o telemóvel na sua varanda, que mostrava aos helicópteros a sobrevoar a casa e a lançar foguetes para um campo militar próximo. Disse-me: Serhiy ,estamos a ser bombardeados! Nos dois dias seguintes, não sabia o que fazer da minha vida. Depois acalmei e pensei como começar a viver com isto».

A família acabou por deixar tudo para trás e aproveitou uma oportunidade para imigrar para os Estado Unidos da América. Já tinha visitado Portugal, mas preferiu outro destino mais próspero. «Não tenho queixas. Temos aqui tudo para uma boa vida: o mar, sítios bonitos para visitar e amigos. A única coisa é que aqui é difícil sobreviver materialmente. Mas isso não é só para mim. É também para vocês todos», conclui.

Serhiy Stakhnyk nasceu a 11 de maio de 1976 na Ucrânia. É fotografo comercial freelance, com áreas direcionadas para fotografia de imóveis, arquitetura e interiores, produto e vídeos promocionais. Reside em Portugal desde 1999. Formou-se em Economia no país de origem. Veio para o Algarve há 23 anos e mais recentemente começou a interessar-se pela fotografia.

Depois de uma formação inicial na ALFA, completou o curso profissional da ETIC_Algarve. Já ganhou vários prémios em concursos de fotografia sobre renovação urbana e património cultural. A título pessoal, interessa-se por recuperar o encanto perdido e as antigas técnicas de retrato.

A exposição de rua conta com a curadoria da ALFA – Associação Livre Fotógrafos do Algarve.







Fonte: barlavento.sapo.pt                      Link: https://barlavento.sapo.pt/cultura/fotografo-ucraniano-radicado-em-faro-mostra-vozes-fora-da-guerra
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #215 em: 13/09/2022, 10:26 »
 
“Foram cometidos erros”: Aliado de Putin critica liderança militar russa na Ucrânia e acusa Putin de não saber o que se passa no terreno

Por Filipe Pimentel Rações   em 13:51, 12 Set 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Ramzan Kadyrov, o líder da república semi-autónoma da Chechénia apoiado pelo governo russo, critica a liderança do esforço de guerra da Rússia na Ucrânia, afirmando que subestimaram a resistência das forças de Kiev.

“Foram cometidos erros e penso que [a Rússia] retirará as conclusões necessárias”, disse Kadyrov numa mensagem de áudio publicada na rede social ‘Telegram’. “Se hoje ou amanhã não forem feitas mudanças estratégicas, serei obrigado a falar com a liderança do ministério da Defesa [russo] e com a liderança do país para explicar a situação real que se vive no terreno.”

Os comentários do líder checheno chegam depois de o Kremlin ter implementado regras severas para impedir qualquer tipo de crítica relativamente à atuação da Rússia na guerra na Ucrânia. Apesar de ser um dos elementos mais leais do círculo interno do Presidente russo Vladimir Putin, Kadyrov não se coíbe de fazer declarações públicas sem antes passarem pelo crivo de Moscovo.

E as ‘fugas’ de críticas têm vindo a acumular-se entre as linhas russas. Ainda este fim de semana, as administrações russas instaladas na região de Kharkiv, na Ucrânia, revelaram que as tropas de Moscovo foram derrotadas no curso de uma contraofensiva por parte das tropas ucranianas, que superavam os russos numa proporção de oito para um.

Vitaly Ganchev, um dos líderes russos na região, em entrevista ao canal de televisão estatal ‘Rossiya-24’, confirmou que as forças ucranianas capturaram povoamentos anteriormente controlados pela Rússia a norte, e que “cerca de 5.000” civis foram evacuados para a Rússia.

Ganchev sustentou ainda que “a situação está a tornar-se mais difícil a cada hora que passa”, acrescentando que a fronteira com a região russa de Belgorod está agora fechada. A contraofensiva permitiu às forças de Kiev estabelecerem posições a cerca de 50 quilómetros da fronteira com a Rússia.

Putin tem reiterado que a Rússia não tem sofrido quaisquer perdas na Ucrânia, mas os desenvolvimentos do passado fim de semana colocam o Presidente numa encruzilhada da qual a manipulação da narrativa oficial e dos fluxos de informação poderá não ser suficiente para tentar assegurar à população russa que a ofensiva continua a surtir progressos.






Fonte: multinews.sapo.pt                       Link: https://multinews.sapo.pt/atualidade/foram-cometidos-erros-aliado-de-putin-critica-lideranca-militar-russa-na-ucrania-e-acusa-putin-de-nao-saber-o-que-se-passa-no-terreno/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #216 em: 13/09/2022, 13:17 »
 
Contra-ataque ucraniano provocou "implicações significativas" na invasão

13 de setembro 2022 às 09:38


Fonte de imagem: AFP

Reconquista de Kharkiv por parte da Ucrânia pode ter derrubado a moral dos soldados da Rússia e o funcionamento da sua ofensiva.

O contra-ataque ucraniano em Kharkiv, que repeliu as forças russas e reconquistou esta região, está a ser considerado um sucesso enorme, enquanto o ministério da defesa do Reino Unido afirma que provocará “implicações significativas para o funcionamento operacional geral da Rússia” e para o moral dos soldados no terreno.

“A maioria das forças na Ucrânia provavelmente está a ser forçada a priorizar ações defensivas de emergência”, escreveu o ministério num post no Twitter na manhã de segunda-feira, cita o Guardian. “A confiança já limitada que as tropas russas destacadas têm na liderança militar sénior provavelmente irá se deteriorar ainda mais”, conclui.

As autoridades militares da Ucrânia anunciaram que as suas tropas recapturaram mais de três mil quilómetros quadrados de território em setembro das forças russas, mais do que os russos conseguiram conquistar desde abril, e forçaram as tropas invasoras a abandonar mais de 20 cidades e aldeias.

Mas as forças russas não ficaram de braços cruzados a observar estas vitórias ucranianas. Foi reportado, esta segunda-feira, diversas explosões e lançamentos de mísseis em Kharkiv que deixaram a região sem energia e fornecimento de água.

“A situação da noite passada está a repetir-se. Devido aos ataques russos o fornecimento de energia e água foi interrompido”, disse o Presidente da câmara de Kharkiv, Ihor Terekhov, numa publicação no Telegram, acrescentando que os serviços de emergência estão a trabalhar para restaurar os serviços, que já estavam a funcionar em cerca de 80% da cidade.

Segundo o Kremlin, a intervenção militar russa na Ucrânia vai continuar “até que os objetivos sejam atingidos”, garantiram as autoridades.

“A operação militar especial vai continuar até que os objetivos fixados inicialmente sejam atingidos”, afirmou a imprensa o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, admitindo que, atualmente, “não existem quaisquer perspetivas de negociações” entre Moscovo e Kiev.

Segundo o porta-voz do Ministério da Defesa, Igor Konashenkov, os ataques que atingiram Kharkiv na segunda-feira foram dirigidos contra tropas e equipamentos de guerra das unidades nacionalistas Kraken, da 113.ª Brigada de Defesa Territorial e da 93.ª Brigada Mecanizada, localizadas nas cidades de Kupiansk e Izium, recentemente recuperadas pela Ucrânia.

“As perdas do inimigo somaram 250 soldados e mais de 20 equipas de combate”, declarou.

Eleições regionais As eleições regionais e municipais, que aconteceram esta segunda-feira, foram concluídas na Rússia, confirmando a força da Rússia Unida, o partido do Kremlin, que procura consolidar o seu poder com base na campanha militar iniciada na Ucrânia em 24 de fevereiro.

Nestas eleições, que decorreram durante três dias, com a possibilidade de voto antecipado pela internet em diversas regiões, foram convocados mais de 44 milhões de eleitores e foi registado uma divergência no nível de participação.
Nas eleições que decorreram em 11 regiões russas terão votado entre 13% e 44% dos eleitores inscritos, enquanto nas eleições para as assembleias legislativas locais a percentagem situou-se entre os 13% e os 38%.

A fraca participação terá favorecido a Rússia Unida, que mantinha uma intenção de voto de 41%, segundo uma recente sondagem do Fundo de opinião pública, e que procurou afirmar-se com uma campanha discreta e muito crítica face aos candidatos opositores.

A campanha militar russa na vizinha Ucrânia foi utilizada pela Rússia Unida como uma “arma de arremesso” contra a oposição, a quem estavam reservadas poucas opções: o exílio, manifestar-se publicamente contra a “operação militar especial” e assumir as consequências, ou o silêncio.






Fonte: sol.sapo.pt                     Link: https://sol.sapo.pt/artigo/780803/-contra-ataque-ucraniano-provocou-implicacoes-significativas-na-invasao
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #217 em: 13/09/2022, 13:19 »
 
Ucrânia: Putin pode utilizar armas nucleares após derrotas recentes, aponta antiga responsável da NATO

Por Francisco Laranjeira   em 11:21, 13 Set 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O presidente russo, Vladimir Putin, pode utilizar armas nucleares depois das derrotas contundentes do exército russo no nordeste da Ucrânia, alertou esta terça-feira uma antiga responsável da NATO ao programa ‘Today’, da ‘BBC Radio 4’.

“Temo que eles respondam agora de maneiras realmene imprevisíveis e de maneiras que podem até envolver armas de destruição em massa”, apontou Rose Gottemoeller, antiga vice-secretária-geral na NATO e ex-diplomata americana, que alertou que Moscovo poderia ordenar um “ataque de demonstração nuclear, seja um único ataque sobre o Mar Negro ou talvez um ataque às instalações militares ucranianas, tendo por objetivo lançar o terror não apenas nos corações dos ucranianos mas também nos parceiros e aliados globais da Ucrânia”.

Sobre o uso de armas nucleares, Gottemoeller revelou ser uma possibilidade. “Sim, e quero enfatizar que não acredito que os russos impliquem o seu sistema estratégico central – os seus mísseis balísticos intercontinentais ou mísseis lançados por submarinos que atacam os Estados Unidos.”

Os alertas da antiga responsável chegam depois da Ucrânia term conseguido recapturar uma faixa de território na província de Kharkiv, no nordeste do país, com diversas autoridades americanas a alegar que estas vitórias podem marcar um ponto de viragem na guerra.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, revelou na passada 2ª feira que os soldados ucranianos libertaram mais de 6 mil quilómetros quadrados de território em apenas 12 dias.






Fonte: multinews.sapo.pt                       Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-putin-pode-utilizar-armas-nucleares-apos-derrotas-recentes-aponta-antiga-responsavel-da-nato/

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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #218 em: 13/09/2022, 13:22 »
 
Rússia reage com bombardeamentos 'em massa' nas linhas da frente na Ucrânia

MadreMedia / AFP
13 set 2022 12:41



Fonte de imagem: Lusa

O exército russo afirmou nesta terça-feira que ordenou ataques aéreos "em massa" em todas as linhas da frente ucraniana, depois das forças de Kiev terem recuperado "muito terreno" na contraofensiva.


De acordo com informação avançada, ao início da tarde, pela AFP, "as forças aéreas e a artilharia estão realizar ataques em massa contra unidades das forças armadas ucranianas em todas as direções operacionais", disse citando o Ministério da Defesa russo no seu relatório diário sobre o conflito.

O ministério mencionou bombardeamentos perto de Sloviansk, Konstantinivka e Bajmut, no leste da Ucrânia; nas regiões de Mykolaiv e Zaporizhzhia, no sul; e em Kharkiv, no nordeste, onde a Ucrânia lançou uma contraofensiva relâmpago que obrigou as forças russas a retirarem-se da maior parte da região.

O Kremlin acusou as forças ucranianas de torturar e castigar civis no território recuperado por Kiev.

"Segundo as nossas informações, há inúmeras ações punitivas contra habitantes da região de Kharkiv. Há pessoas torturadas e maltratadas. É indignante", declarou à imprensa o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov.

A Ucrânia afirmou na segunda-feira que reconquistou cerca de 6.000 km2 de território em várias frentes.






Fonte: 24.sapo.pt                          Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/russia-reage-com-bombardeamentos-em-massa-nas-linhas-da-frente-na-ucrania
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #219 em: 13/09/2022, 13:31 »
 
São já 10 os oligarcas russos mortos em condições suspeitas desde o início da guerra: Ivan Pechorin encontrado sem vida depois de cair do barco


Por Francisco Laranjeira   em 10:27, 13 Set 2022



Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Ivan Pechorin, diretor administrativo da indústria de aviação da Corporação de Desenvolvimento do Extremo Oriente e do Ártico (ERDC), de 39 anos, foi o último oligarca russo a morrer em condições misteriosas, após cair de um barco em alta velocidade na costa de Vladivostok, na noite do passado sábado. Sobe assim para 10 o número de magnatas com ligações à indústria petrolífera e do gás a morrer em circunstâncias consideradas suspeitas desde o início da invasão da Ucrânia.

“A morte de Ivan é uma perda irreparável para amigos e colegas, uma grande perda para a corporação”, lamentou a Corporação de Desenvolvimento do Extremo Oriente e do Ártico. “Oferecemos as nossas sinceras condolências à família e amigos.”

Segundo a Pravda.ru, agência de notícias pró-Kremlin, Pechorin e um grupo de amigos “já estavam bêbados” quando embarcaram num barco na noite de sábado na ilha Russky, perto da cidade de Vladivostok. Pechorin terá caído do convés da frente do barco cerca de 40 minutos depois do início da viagem. O seu corpo viria a aparecer na ilha Russky, após dois dias de busca.

A morte de Pechorin pode ser um acidente trágico ou um “acidente trágico”, segundo Rebekah Koffler, ex-funcionária da Agência de Inteligência de Defesa dos Estados Unidos e autora de “Putin’s Playbook: Russia’s Secret Plan to Defeat America”. “É inteiramente plausível que Pechorin tenha caído ao mar do barco porque estava bêbado. Fazer festas a bordo de um barco, nadar no mar sob a influência no escuro – tudo isso é consistente com a forma como os oligarcas russos se divertem. Mas também contribui para uma história credível”, apontou a autora, em declarações à ‘Fox News Digital’. “É improvável que a verdade seja descoberta porque as investigações russas não são de confiança. Se este fosse um trabalho de sucesso, seria feito para parecer exatamente um trágico acidente.”

A morte de Pechorin acontece oito meses depois do seu antigo chefe, Igor Nosov, ter morrido de um AVC aos 43 anos, num incidente também de contornos misteriosos e soma-se a uma lista de várias magnatas russos que morreram em circunstâncias consideradas suspeitas desde 24 de fevereiro.






Fonte: multinews.sapo.pt                         Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/sao-ja-10-os-oligarcas-russos-mortos-em-condicoes-suspeitas-desde-o-inicio-da-guerra-ivan-pechorin-encontrado-sem-vida-depois-de-cair-do-barco/

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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #220 em: 13/09/2022, 14:05 »
 
Delegados de 18 municípios russos pedem demissão de Vladimir Putin

RTP - Ontem às 21:13


Fonte de imagem: msn.com
Delegados de 18 municípios de Moscovo e de São Petersburgo subscreveram uma carta aberta a exigir que o presidente do país se demita.
© DR


“Nós, os deputados municipais da Rússia, acreditamos que as ações do presidente V.V. Putin prejudicam o futuro da Rússia e dos seus cidadãos. Exigimos a demissão de Vladimir Putin do cargo de Presidente da Federação Russa!” refere o documento publicado por Knesia Torstrem, representante do distrito de Semenovsky de São Petersburgo.

A carta aberta foi disseminada através da rede social Twitter.


Fonte de imagem: msn.com

“É difícil falar publicamente devido à repressão. Por isso, elaboramos este texto conciso”, afirmou Torstrem ao The Insider. Os “delegados ainda não estão proibidos de ter uma opinião. E ainda não é ainda proibido falar da demissão do presidente. Ele não é um monarca, mas um trabalhador contratado, recebe salários pago pelos nossos impostos”.
“A nossa função”, acrescentou, “é representar os interesses do povo, e vemos que as pessoas não estão satisfeitas. E o nosso povo é a fonte do poder, de acordo com a Constituição. Eu pessoalmente não entendo os motivos das ações de Vladimir Putin. Penso que não se deve estar no poder tanto tempo”, afirmou. O apelo para a demissão do presidente surge entre denúncias de irregularidades na votação do fim de semana para as autoridades micupais e regionais, a par do rápido avanço das tropas ucranianas no nordeste do seu país.

Os signatários colocam-se na mira das autoridades e arriscam ser punidos ao abrigo de uma lei aprovada após a invasão da Ucrânia, que proibe virtualmente qualquer discurso que critique a guerra.






Fonte: msn.com                       Link: https://www.msn.com/pt-pt/noticias/ultimas/delegados-de-18-munic%C3%ADpios-russos-pedem-demiss%C3%A3o-de-vladimir-putin/ar-AA11Kee0?ocid=winp1taskbar&cvid=a1688260982c4de1bb6d718b99afe02f
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #221 em: 13/09/2022, 18:58 »
 
Colt angaria €170.000 para refugiados da Ucrânia e ajuda humanitária

Publicado 5 horas atrás on Setembro 13, 2022Por Redação A Nação


Fonte de imagem: anacao.sapo.pt

Donativos suportam o Disasters Emergency Committee

Desde abril deste ano, a Colt Technology Services doou €170.000 ao Disasters Emergency Committee (DEC) para apoiar a organização na sua missão de salvar, proteger e reconstruir vidas através de uma resposta humanitária eficaz.

O DEC reúne 15 das principais instituições de caridade do Reino Unido com o objetivo de angariar fundos de forma rápida e eficiente em tempos de crise. Reunindo recursos para trabalhar como um único organismo, o DEC é fundamental para coordenar uma resposta eficaz às catástrofes humanitárias. Esta organização tem atualmente em curso duas campanhas: a ajuda aos deslocados da Ucrânia, e o apoio de emergência humanitária decorrente das cheias recentes que fustigaram o Paquistão. Os donativos angariados destinam-se a apoiar os serviços essenciais de urgência tais como o salvamento, as habitações de emergência e, a longo prazo, destinam-se a ajudar os refugiados a reconstruirem as suas vidas.

Numa demonstração única de apoio, os colaboradores da Colt juntaram-se aos esforços de angariação de fundos impulsionados pelas equipas de Corporate Social Responsibility (CSR) da empresa a nível global e foi realizado um leilão beneficente no qual os colaboradores foram contribuindo euro a euro.

Gary Carr, Chief Financial Officer da Colt, afirma a este propósito: “Ficámos muito consternados com o conflito na Ucrânia e com as outras emergências humanitárias que têm vindo a ocorrer, e entendemos que era altura de fazermos alguma coisa para angariarmos fundos para as pessoas que estão a ser afetadas pela crise no mundo inteiro. Ficámos muito agradados com a enorme onda de generosidade e com toda a energia que os nossos colaboradores dedicaram a esta angariação de fundos. É um privilégio apoiarmos instituições como o DEC, uma vez que prestam ajuda urgente, abrigo e cuidados de emergência às pessoas que fogem de conflitos e de catástrofes”.

Por seu turno, Saleh Saaed, CEO do DEC, sublinha: “Em nome do DEC e das organizações que o integram queremos agradecer aos colaboradores da Colt pela imensa generosidade que demonstraram. As instituições de caridade do DEC continuam a fornecer alimentos, dinheiro, cuidados médicos e muito mais, aos deslocados, tanto na Ucrânia como nos países vizinhos. A resposta a este apelo ultrapassou todas as nossas melhores expectativas e gostaria de agradecer pessoalmente a cada uma das pessoas que na Colt fez donativos, ajudou a angariar fundos e a passar a palavra. Os seus esforços irão permitir aos voluntários que estão na linha da frente prestar apoio e ajudar as pessoas afetadas por este conflito devastador, tanto agora, como nos meses e anos vindouros”.

Sobre a Colt Technology Services

A Colt Technology Services está empenhada em transformar a forma como o mundo trabalha através da conectividade.

A Colt IQ Network liga mais de 1000 centros de dados aos maiores hubs empresariais e de negócios nas regiões da Europa, da Ásia e da América do Norte, ligando mais de 31.000 edifícios em todo o mundo.

A Colt compreende as exigências das empresas relativamente à conectividade e oferece soluções de banda larga seguras, ágeis e on-demand, bem como soluções de voz para assegurar o sucesso das empresas. O leque de clientes da Colt inclui empresas que fazem utilização intensiva de dados em mais de 220 cidades localizadas em mais de 30 países. A Colt é mundialmente reconhecida como sendo uma empresa inovadora e pioneira nas áreas de SDN (Software Defined Networks) e de NFV (Network Function Virtualization).

A Colt, empresa privada, é uma das empresas financeiramente mais saudáveis do setor das telecomunicações e por isso pode colocar as necessidades dos seus clientes no topo das prioridades do seu negócio. Mais informação disponível em www.colt.net.

Foto: DR.






Fonte: anacao.sapo.pt                       Link: https://anacao.sapo.pt/colt-angaria-e170-000-para-refugiados-da-ucrania-e-ajuda-humanitaria/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #222 em: 13/09/2022, 19:00 »
 
Ucrânia: ajuda militar de longo prazo do Ocidente é alternativa à entrada na NATO de Kiev, sugere relatório

Por Francisco Laranjeira em 14:59, 13 Set 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Os aliados da Ucrânia devem comprometer-se com transferências de armas em larga escala e investimento nas defesas do país durante várias décadas como alternativas às aspirações de Kiev em ingressar na NATO, revelou esta terça-feira o jornal britânico ‘The Guardian’, com base num relatório encomendado por Volodymyr Zelensky, presidente ucranianos, e da responsabilidade do ex-secretário-geral da NATO, Anders Fogh Rasmussen, e do chefe de gabinete de Zelensky, Andrey Yermak

O objetivo do relatório era fornecer uma estrutura de segurança para a Ucrânia que garantisse que a Rússia não tentaria uma nova invasão: a possível futura adesão à NATO foi uma das questões que a Rússia alegou como justificativa para a sua invasão, a 24 de fevereiro último.

O relatório, objeto de amplas consultas diplomáticas, não propõe que os países da NATO coletivamente sejam obrigados a disponibilizar as suas tropas em defesa da soberania da Ucrânia mas sustentou que não deve haver restrições à ajuda diplomática e económica militar fornecida pelos países membros da NATO – o nível de apoio pode ser medido de acordo com o nível de ameaça e deve ser aplicado a todas as fronteiras internacionalmente reconhecidas da Ucrânia.

“A garantia de segurança mais forte para a Ucrânia reside na sua capacidade de se defender contra um agressor. Para isso, a Ucrânia precisa de recursos para manter uma força defensiva significativa capaz de resistir às forças armadas e paramilitares da Federação Russa”, apontou o relatório. “Isso requer um esforço de várias décadas de investimento sustentado na base industrial de defesa da Ucrânia, transferências de armas escaláveis ​​e apoio de inteligência de aliados, missões de treino intensivo e exercícios conjuntos sob as bandeiras da União Europeia e da NATO.”

“Depois do fim desta guerra, devemos garantir que a Rússia nunca possa invadir novamente. A melhor maneira de fazer isso é a Ucrânia ter uma força militar significativa capaz de resistir a qualquer futuro ataque russo. Construir e manter tal força requer um compromisso de várias décadas dos aliados da Ucrânia. Adotar essas recomendações enviaria um forte sinal a Vladimir Putin: isso mostraria que o nosso compromisso com a Ucrânia não vacilará e que sua guerra é inútil”, apontou Rasmussen.

O grupo central de países aliados que se aproximarão à Ucrânia inclui os EUA, Reino Unido, Canadá, Polónia, Itália, Alemanha, França, Austrália, Turquia e países nórdicos, bálticos, da Europa Central e Oriental.






Fonte: multinews.sapo.pt                    Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-ajuda-militar-de-longo-prazo-do-ocidente-e-alternativa-a-entrada-na-nato-de-kiev-sugere-relatorio/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #223 em: 13/09/2022, 19:02 »
 
Ucrânia: Rússia recusa “no momento” avançar com a mobilização geral perante a contraofensiva militar ucraniana, garante Kremlin

Por Francisco Laranjeira em 15:20, 13 Set 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O Kremlin descartou, esta terça-feira, a possibilidade de realizar planos de mobilização geral perante a contraofensiva lançada nos últimos dias pelo exército ucraniano em várias partes do país, o que provocou a retirada das forças russas nas zonas sul e leste da Ucrânia.

“Não, no momento está fora de conversa”, assegurou Dmitry Peskov, porta-voz da presidência russa, segundo apontou a agência de notícias russa Interfax.

O vice-presidente da Duma, Mikhail Sheremet, já havia levantado a hipóteses de uma mobilização geral, algo que o líder do Partido Comunista Russo, Genadi Zyuganov, também fez. “Na minha opinião, a operação especial na Ucrânia e Donbass transformou-se numa guerra nos últimos dois meses”, explicou. “Esta guerra foi declarada contra nós pelos Estados Unidos, Europa e NATO”, argumentou.

“Eles trouxeram toda o lixo, as armas e mercenários para a Ucrânia e estão a tentar reverter a situação a favor dos nazis”, explicou. “Nenhuma pessoal normal no nosso país pode concordar com o curso dos acontecimentos”, explicou. Zyuganov enfatizou que “toda guerra exige uma resposta”, segundo um comunicado publicado pelo partido no site. “Acima de tudo, é necessária uma mobilização máxima de forças e recursos”, concluiu.






Fonte: multinews.sapo.pt                     Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-russia-recusa-no-momento-avancar-com-a-mobilizacao-geral-perante-a-contraofensiva-militar-ucraniana-garante-kremlin/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #224 em: 13/09/2022, 19:09 »
 
Ucranianos dizem que oficiais russos estão a vender secretamente as casas e a fugirem com as famílias da Crimeia

MadreMedia
13 set 2022 17:14



EPA; YURI KOCHETKOV; epa04131956

Informação revelada esta terça-feira pelos serviços secretos ucranianos

Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, tem prometido quase diariamente novas tentativas de reconquista de território no seu país. Depois de Kharkiv, as atenções poderão estar agora a virarem-se para o sul do país e ainda para a Crimeia. Face a este desenvolvimento, e de acordo com os serviços secretos ucranianos, alguns oficiais russos estarão a tentar vender as suas casas naquela zona do país, de forma secreta, para regressarem à Rússia.


Fonte de imagem: 24.sapo.pt

"Estão a começar a mobilizar-se juntamente com as suas famílias, de volta ao território russo. Uma contraofensiva bem sucedida das Forças de Defesa da Ucrânia está a forçar as chamadas autoridades da Crimeia a reinstalarem as suas famílias com urgência no território da Federação Russa. Apesar das garantias à população da Crimeia de que é seguro permanecer na península, representantes da administração de ocupação da Crimeia, funcionários do FSB e comandantes de algumas unidades militares estão a tentar vender as suas casas secretamente e a evacuar com urgência as suas famílias", lê-se num comunicado dos serviços de inteligência do Ministério da Defesa da Ucrânia.

(Artigo atualizado às 17h20)






Fonte: 24.sapo.pt                     Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/ucranianos-dizem-que-oficiais-russos-estao-a-vender-secretamente-as-casas-e-a-fugirem-com-as-familias-da-crimeia
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