Liftech

Rehapoint
Autopedico

Invacare
TotalMobility

Anuncie Aqui

Autor Tópico: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia  (Lida 78817 vezes)

0 Membros e 4 Visitantes estão a ver este tópico.

Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1350 em: 15/12/2022, 11:45 »
 
Relatório da ONU documenta pelo menos 441 crimes de guerra russos na Ucrânia

Lusa
15 dez 2022 11:11



Fonte de imagem: sapo.pt

O Alto-Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, apresentou hoje um relatório do seu Gabinete documentando o assassínio de pelo menos 441 civis na Ucrânia, que podem constituir crimes de guerra dos invasores russos.

O total de 441 civis mortos pelas tropas russas inclui 341 homens, 72 mulheres e 28 crianças (20 rapazes e oito raparigas), segundo a mesma fonte.

"Há fortes indícios que as execuções sumárias documentadas no relatório podem constituir homicídios deliberados, um crime de guerra", enfatizou Türk ao apresentar o documento numa sessão especial do Conselho de Direitos Humanos sobre a Ucrânia.

O relatório, que apresenta em detalhe uma centena destes assassínios, foi preparado após três visitas de campo e concentra-se em particular nas violações cometidas entre 24 de fevereiro e 06 de abril em 102 cidades nas regiões de Kiev, Chernigiv e Sumi.

"Em alguns casos, soldados russos executaram civis em locais de detenção improvisados, enquanto em outras ocasiões o fizeram nas suas casas, quintais, portas ou postos de controlo de segurança no terreno", disse o Alto-Comissário.

As execuções foram realizadas mesmo em casos "em que a vítima mostrou claramente que não representava uma ameaça, por exemplo, levantando as mãos", acrescentou.

Türk também indicou que o facto de 88% dos mortos serem homens e rapazes parece indicar que foram desproporcionalmente escolhidos como vítimas com base no seu género.

O Alto-Comissário também denunciou outras violações de direitos humanos por parte das forças russas, como ataques de veículos armados e tanques a prédios residenciais, que causaram mais mortes de civis.

O relatório indica que o local onde a ONU documentou mais assassínios de civis no período estudado foi a cidade de Bucha, nos arredores de Kiev, onde foram comprovadas as execuções de 73 pessoas (54 homens, 16 mulheres e três crianças -- dois rapazes e uma rapariga) entre 04 e 30 de março.

"Num trecho de 150 metros na rua Yablunska, em Bucha, 14 civis (incluindo uma rapariga) foram mortos e os seus corpos foram deixados lá", disse Türk.

Além dos mais de 400 assassínios verificados pelo gabinete da ONU, o organismo investiga através de entrevistas com testemunhas e sobreviventes as denúncias de outros 198, incluindo 105 em Bucha, e continuará as suas investigações nas regiões de Kharkiv e Kherson, segundo o Alto-Comissário.

Não apenas as execuções serão investigadas, mas também outras violações relatadas, incluindo prisões arbitrárias, desaparecimentos forçados, tortura, maus-tratos e violência sexual, acrescentou.

O relatório apresentado hoje é paralelo ao elaborado pela própria missão de investigação da ONU para a Ucrânia, composta por três especialistas e que também denunciou indícios de crimes de guerra russos no país vizinho quando apresentou as suas conclusões preliminares em setembro (a ser atualizado em março de 2023).

Türk lembrou que a invasão russa da Ucrânia deixou 18 milhões de pessoas, quase metade da população nacional, com necessidade urgente de ajuda humanitária, enquanto 7,83 milhões de ucranianos fugiram do país e outros 6,5 milhões estão deslocados internamente.

Dez milhões de ucranianos sofrem cortes de energia enquanto a Rússia ataca com mísseis as suas infraestruturas, incluindo centrais elétricas, e outros milhões não têm acesso ao abastecimento de água ou redes de aquecimento, lembrou.

A esses números, o Alto-Comissário acrescentou que 1,5 milhão de crianças ucranianas subsiste "sob risco de depressão, ansiedade, 'stress' pós-traumático e outras condições mentais", depois de viver uma guerra "marcada por graves violações das leis humanitárias e de direitos humanos internacionais".

Türk expressou o desejo de que as violações dos direitos humanos relatadas sejam devidamente investigadas e que os seus autores sejam responsabilizados por um processo legal justo e independente, "garantindo que todas as denúncias de violações, recentes, mas também iniciadas em 2014, sejam investigadas de forma rápida e transparente", afirmou.

No entanto, Türk expressou dúvidas sobre essa possibilidade, uma vez que as autoridades russas ainda não investigaram nenhum dos abusos relatados, enquanto a Ucrânia "enfrenta problemas de recursos e capacidade para fazê-lo".

CSR // PDF

Lusa/Fim






Fonte: sapo.pt                                 Link: https://www.sapo.pt/noticias/atualidade/relatorio-da-onu-documenta-pelo-menos-441_639b01d71c2bd7432425b416
"A justiça é o freio da humanidade."
 

Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1351 em: 15/12/2022, 12:16 »
 
Filhas de político russo do partido de Putin gastam milhões de euros em casas de luxo em Portugal

Por Revista de Imprensa   em 09:34, 15 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

As filhas de alto funcionário público russo, dirigente do partido de Putin, gastaram milhões de euros em imobiliário de luxo em Lisboa e no Algarve através de uma offshore com sede no Chipre, revelou esta quinta-feira a revista ‘Sábado’, na sequência de uma denúncia anónima entregue ao Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) e à Unidade de Combate à Corrupção da Polícia Judiciária, no âmbito das investigações das autoridades às transferências de capitais e património de cidadãos russos na União Europeia.

Elena Agipa e Anna Fisun são filhas de Dmitriy Igorevitch Gorodetskiy, dirigente local do partido ‘Rússia Unida’, de Vladimir Putin. Segundo se pôde ler na queixa, “Gorodetskiy desviou durante vários anos exorbitantes valores em dinheiro vivo que foram escondidos em vários bancos do Chipre”, tendo realizado “lavagem de dinheiro através de investimentos imobiliários em Portugal e Algarve. Esta delicada função foi entregue à ex-mulher Nina Ilyinitchna Gorodetskaya e às suas duas filhas, Elena Agipa Gorodetskaya, e Anna Fisun” – em causa estão mais de 10 milhões de euros em valor patrimonial, garantiu a revista semanal, que sublinhou que as duas irmãs gastaram pelo menos 3 milhões de euros em Portugal sem recurso a crédito à habitação.

A utilização de uma offshore cipriota – cujo endereço, que serve de sede a centenas de outras empresas, apareceu nos ‘Offshore Leaks’, que revelou mais de 130 mil contas offshore usadas para cometer fraude tributária. Muitas das empresas registadas no mesmo endereço foram alvo de sanções por parte da Ucrânia – indica “um percurso típico de lavagem de dinheiro”, garantiu João Paulo Batalha, vice-presidente da Frente Cívica. “Portugal é atrativo porque ninguém faz perguntas. Apesar de termos legislação da UE, os corretores imobiliários não fazem perguntas, os notários e advogados que intervêm nesses negócios também não… Assim, Lisboa e Cascais tornam-se bons sítios para comprar propriedades impunemente”, explicou.

Casado com Elena Agipa, Luís Pereira dos Santos, CEO da agência de publicidade McCann, garantiu que a denúncia “não tem qualquer fundamento” e que “se houver sequência à queixa, a investigação será prontamente esclarecida”.







Fonte: multinews.sapo.pt                              Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/filhas-de-politico-russo-do-partido-de-putin-gastam-milhoes-de-euros-em-casas-de-luxo-em-portugal/
"A justiça é o freio da humanidade."
 

Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1352 em: 16/12/2022, 10:46 »
 
ONU confirma exportação de 14 milhões de toneladas de cereais da Ucrânia

MadreMedia / Lusa
15 dez 2022 14:41



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

Mais de 14 milhões de toneladas de cereais foram até agora exportadas dos portos ucranianos graças à Iniciativa do Mar Nego, disse hoje uma alta funcionária das Nações Unidas.

Numa conferência de imprensa em Genebra, a secretária-geral da CNUCED, Rebeca Grynspan, salientou o impacto do acordo entre a Ucrânia e a Rússia, com mediação das Nações Unidas e Turquia, que reduziu os preços mundiais dos alimentos durante sete meses consecutivos.

“Ultrapassámos 14 milhões de toneladas que foram distribuídas através da Iniciativa de Cereais do Mar Negro”, disse Grynspan, sublinhando que estes são “volumes muito importantes para o mercado”.

O acordo, assinado a 22 de julho pela ONU, Ucrânia, Rússia e Turquia, e com uma duração de 120 dias, ajudou a atenuar a crise alimentar global causada pela guerra, tendo sido prorrogado por quatro meses.

Grynspan rejeitou as acusações de que as exportações de cereais da Ucrânia acabam em países ricos e não em países em desenvolvimento, e explicou que era necessário primeiro distinguir entre as exportações de cereais para gado e as destinadas ao consumo humano.

“Sejamos claros, a maioria das rações para animais nunca foi para países em desenvolvimento, é uma importação de países desenvolvidos”, disse Grynspan.

Em contraste, “os países em desenvolvimento beneficiaram grandemente da Iniciativa em termos de alimentos para consumo humano, argumentou Grynspan, referindo que dois terços das exportações de trigo vão para países em desenvolvimento.

No entanto, a antiga vice-presidente da Costa Rica reconheceu que o volume de cereais exportados se encontra abaixo do nível de 2021, dizendo que “ainda há um caminho a percorrer”.

A antiga vice-presidente manifestou receios de uma escassez de fertilizantes no próximo ano e disse que “o tempo é essencial, uma vez que a época da sementeira não é extensível”.

“É por isso que estamos a trabalhar arduamente para resolver este problema o mais rápido possível”, disse Grynspan.

A Rússia denuncia a não implementação de um segundo acordo também assinado a 22 de julho com a Ucrânia para permitir as suas próprias exportações de cereais e fertilizantes. Moscovo queixa-se de não poder vender a sua produção e fertilizantes devido às sanções ocidentais que afetam em particular os setores financeiro e logístico.

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.755 civis mortos e 10.607 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.







Fonte: 24.sapo.pt                           Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/onu-confirma-exportacao-de-14-milhoes-de-toneladas-de-cereais-da-ucrania
"A justiça é o freio da humanidade."
 

Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1353 em: 16/12/2022, 10:48 »
 
Presente trazido da Ucrânia explode em sede da polícia polaca em Varsóvia

Por MultiNews com Lusa   em 15:47, 15 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Um presente recebido por um comandante da polícia da Polónia numa visita recente à Ucrânia explodiu na sede da polícia em Varsóvia, causando-lhe ferimentos ligeiros e a um funcionário civil, indicou hoje o Ministério do Interior.

A explosão ocorreu na quarta-feira de manhã, às 07:50 locais (06:50 de Lisboa), precisou o ministério polaco, sem especificar que objeto recebeu o comandante como presente durante a visita de trabalho à Ucrânia.

O comandante reuniu-se com líderes do Serviço de Situações de Emergência da Polícia da Ucrânia no domingo e na segunda-feira, referiu o Ministério do Interior polaco.

Após a explosão, “o lado polaco perguntou ao lado ucraniano para fornecer explicações esclarecedoras”, acrescentou.

Segundo o ministério polaco, o comandante da polícia está hospitalizado desde quarta-feira para observação, ao passo que o funcionário civil não necessitou de internamento hospitalar.

A Polónia é aliada da Ucrânia e tem-lhe oferecido diversas formas de apoio desde a invasão russa do país em três frentes, a 24 de fevereiro deste ano: Varsóvia tem enviado ajuda militar e humanitária e acolhido um elevado número de refugiados.

A ofensiva militar lançada pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 14 milhões de pessoas – 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra, que hoje entrou no seu 295.º dia, 6.755 civis mortos e 10.607 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.








Fonte: multinews.sapo.pt                                 Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/presente-trazido-da-ucrania-explode-em-sede-da-policia-polaca-em-varsovia/
"A justiça é o freio da humanidade."
 

Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1354 em: 16/12/2022, 10:50 »
 
Zelensky pede aos líderes da UE que aprovem assistência macrofinanceira

MadreMedia / Lusa
15 dez 2022 16:14



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, pediu hoje aos líderes da União Europeia (UE) que aprovem o programa de assistência macrofinanceira (AMF) a Kiev, de 18 mil milhões de euros, e o nono pacote de sanções à Rússia.

“Os programas de AMF à Ucrânia também são armas de defesa da liberdade, tal como o nono pacote de sanções da UE contra a Rússia”, disse Zelensky, num vídeo enviado ao Conselho Europeu.

A aprovação da ajuda à Ucrânia está incluída num pacote de medidas que inclui um imposto mínimo sobre as multinacionais, o desbloquear de verbas para a Hungria e a aprovação do plano de recuperação e resiliência deste país.

A nova AMF a Kiev deverá ser atribuída no próximo ano, à razão de 1,5 mil milhões de euros por mês, com um período de carência de dez anos e com os Estados-membros a darem garantias do empréstimo, em alternativa ao orçamento da UE.

O objetivo é prestar ajuda financeira a curto prazo, financiar as necessidades imediatas da Ucrânia, reabilitar as infraestruturas críticas e prestar apoio inicial à reconstrução sustentável do pós-guerra, com vista a apoiar a Ucrânia na via da integração europeia.

A guerra lançada contra a Ucrânia pela Rússia, em 24 de fevereiro, provocou uma perda de acesso ao mercado e uma queda drástica das receitas públicas daquele país, enquanto aumentou acentuadamente a despesa pública para fazer face à situação humanitária e manter a continuidade dos serviços estatais.

A ofensiva militar russa na Ucrânia causou já a fuga de mais de 14 milhões de pessoas — 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.755 civis mortos e 10.607 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.







Fonte: 24.sapo.pt                               Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/zelensky-pede-aos-lideres-da-ue-que-aprovem-assistencia-macrofinanceira
"A justiça é o freio da humanidade."
 

Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1355 em: 16/12/2022, 10:52 »
 
Ucrânia descarta cessar-fogo no Natal e Ano Novo

MadreMedia / Lusa
15 dez 2022 16:28



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

As autoridades ucranianas descartaram hoje a possibilidade de fazer um cessar-fogo no país no Natal e Ano Novo, alegando que a trégua só seria possível se as forças russas concordassem em abandonar o território.

“Não haverá um cessar-fogo completo do lado ucraniano até que não haja uma única força de ocupação na área”, afirmou, em conferência de imprensa, o general do exército Oleksi Gromov, citado pela agência de notícias Unian.

“A situação na frente não mudou significativamente”, lamentou antes de referir que as forças ucranianas conseguiram avançar cerca de 1,5 quilómetros em direção à localidade de Kreminna, na região de Lugansk.

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, sugeriu à Rússia que retirasse as suas tropas da Ucrânia neste Natal, mas a medida foi totalmente rejeitada pela presidência russa (Kremlin).

“Ninguém apresentou qualquer proposta. Este assunto não está na agenda”, disse, na quarta-feira, o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov.

O responsável russo indicou que a principal tarefa das forças armadas russas “é proteger” as populações das áreas ocupadas e garantiu que “a operação militar especial vai continuar”.

A Rússia invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro e, apesar das medidas de contra-ataque, Moscovo continua a manter o controlo sobre cerca de 18% do território, incluindo a península da Crimeia, que foi anexada em 2014.

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

Desde o início da guerra, já morreram 6.755 civis e há pelo menos 10.600 feridos, de acordo com a ONU que sublinha que estes números estão muito aquém dos reais.







Fonte: 24.sapo.pt                              Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/ucrania-descarta-cessar-fogo-no-natal-e-ano-novo
"A justiça é o freio da humanidade."
 

Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1356 em: 16/12/2022, 10:54 »
 
“Preparam 200 mil novos soldados e vão tentar tomar Kiev outra vez”: Zelensky e generais revelam que Rússia já tem próximo grande ataque decidido
Por Pedro Zagacho Gonçalves   em 16:51, 15 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Na pior das hipóteses acontece já em janeiro, mas o mais provável é que o próximo ataque massivo da Rússia contra a Ucrânia aconteça na altura da primavera. Isto porque os russos já estão a juntar mais militares e armas para a próxima ofensiva.

Quem o garante é Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, o líder das Forças Armadas ucranianas, o general Valery Zaluzhny, e o responsável pelas tropas que estão no terreno de combate, Oleksadr Syrsky, em entrevista ao The Economist.

Segundo os líderes militares ucranianos, é expectável um grande ataque ao Donbass a partir do leste, do sul, ou até a partir da Bielorrússia, aliada de Putin. O grande objetivo das tropas russas será pressionar a Ucrânia a recuar onde tem ganhando terreno e, em última análise, voltar a efetuar uma tentativa para tomar a capital da Ucrânia, Kiev.

“Os russos estão a preparar cerca de 200 mil novos soldados, fresquinhos. Não tenho dúvidas que vão fazer outra investida contra Kiev”, garante Zaluzhny, que recorda que o comandante das forças russas, o general Sergey Surovikin, segundo fontes oficiais, já garantiu que a guerra está para durar e que será “um conflito multianual”.

Vários líderes europeus têm pressionado veladamente a Ucrânia para que dê início a uma solução diplomática, mas Zelensky e os generais consideram que não deverá acontecer em breve, até porque se o conflito fosse interrompido, e as linhas de batalha ‘congeladas’ como agora estão, “isso daria tempo à Rússia para se preparar para o próximo ataque”, e seria “uma repetição dos erros” que conduziram à invasão russa ao país, a 24 de fevereiro.

Se, por um lado, a Ucrânia continua a precisar desesperadamente de ajuda para repelir e recuperar dos ataques russos contra infraestruturas civis, de eletricidade, distribuição e armazenamento de água, ou aquecimento, por outro o general Zaluzhny explica que também as forças do país estão a ficar com pouco ‘stock’ de munições para os sistemas de defesa. Ao mesmo tempo, os líderes ucranianos ouvidos continuam a reclamar melhores sistemas de defesa antiaérea, contra ofensivas de mísseis russos. Os sistemas American Patriots serão uma preciosa ajuda, mas “o treino dos soldados para que os saibam usar demora meses”, e para estarem agora ativados, deviam ter sido fornecidos há meses.

A Ucrânia continua a querer fazer os sacrifícios que a continuação da luta necessita. Mas Zelensky garante que “95 a 96% das pessoas querem a desocupação de todo o território ucraniano”, com a reconquista de tudo o que a Rússia anexou em 2014 (Crimeia), bem como o que foi ilegalmente anexado este ano (Donetsk, Donbass, Zaporíjia e Kherson).

Zelensky argumenta que as garantias de segurança do Ocidente são um “parco substituto” da integridade territorial da Ucrânia, referindo que garantias similares, dadas à Ucrânia pelos EUA e Reino Unido em 1994, quando levou a cabo o desarmamento nuclear, revelaram-se inúteis 20 anos depois.







Fonte: multinews.sapo.pt                            Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/preparam-200-mil-novos-soldados-e-vao-tentar-tomar-kiev-outra-vez-zelensky-e-generais-revelam-que-russia-ja-tem-proximo-grande-ataque-decidido/
"A justiça é o freio da humanidade."
 

Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1357 em: 16/12/2022, 10:55 »
 
Polónia retira veto à taxa de 15% para as multinacionais e desbloqueia 18 mil milhões de euros para ajuda à Ucrânia

Por Beatriz Maio   em 16:52, 15 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Os países da União Europeia (UE) concordaram, esta quinta-feira, numa taxa mínima de 15% de imposto sobre as sociedades para as grandes multinacionais, como parte da reforma da OCDE para uma taxa mínima global, depois de a Polónia ter retirado o seu veto na Cimeira de Chefes de Estado.

Após esta decisão, tomada horas após o início da reunião realizada em Bruxelas, foram de imediato desbloqueados 18 mil milhões de euros destinados a ajudar a Ucrânia, medida que estava apenas dependente da Polónia, segundo fontes diplomáticas citadas pela agência Europa Press.

A partir de agora, os lucros de grandes grupos ou empresas multinacionais e nacionais, com um valor anual combinado de pelo menos 750 milhões de euros, estão sujeitos a uma taxa mínima de 15 por cento.

Na segunda-feira, os membros da UE anunciaram o acordo sobre um pacote que inclui tanto esta medida como a ajuda financeira de 18 mil milhões de euros para a Ucrânia que será atribuída em 2023, assim como o congelamento de 6,3 mil milhões de euros destinados a fundos regionais para a Hungria e a aprovação do plano de recuperação do país.

A Polónia adiou este acordo, que estava pendente de aprovação formal por escrito e deveria ter sido concluído na quarta-feira, numa tentativa de que a taxa mínima de 15% para as multinacionais não fosse aprovada.







Fonte: multinews.sapo.pt                               Link: https://multinews.sapo.pt/uncategorized/polonia-retira-veto-a-taxa-de-15-para-as-multinacionais-e-desbloqueia-18-mil-milhoes-de-euros-para-ajuda-a-ucrania/
"A justiça é o freio da humanidade."
 

Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1358 em: 16/12/2022, 10:57 »
 
Ucrânia: UE aprova nono pacote de sanções à Rússia que restringe venda de ‘drones’

MadreMedia / Lusa
15 dez 2022 21:53



EPA/OLIVIER HOSLET Lusa

O Conselho da União Europeia (UE) aprovou hoje um nono pacote de sanções à Rússia pela invasão da Ucrânia, que inclui medidas restritivas para mais 200 indivíduos e entidades e restrições no acesso das forças russas a 'drones'.

“Os embaixadores chegaram a um acordo de princípio sobre um pacote de sanções contra a Rússia como parte do apoio contínuo da UE à Ucrânia”, anunciou na rede social Twitter a presidência checa do Conselho.

Neste que é o nono pacote de sanções à Rússia e o terceiro negociado pela presidência checa da UE, “deverá ser confirmado amanhã através de procedimento escrito”, adianta Praga.

A aprovação foi feita numa reunião dos embaixadores dos Estados-membros, à margem de um Conselho Europeu em Bruxelas.

Com a adoção deste nono pacote de sanções, serão incluídos mais 200 indivíduos e entidades, incluindo as Forças Armadas, assim como empresas de Defesa ligadas ao Kremlin (Presidência russa), membros do Parlamento russo e do Conselho da Federação, ministros, governadores e partidos políticos.

Ao mesmo tempo, está prevista uma proibição à exportação de ‘drones’ (aparelhos aéreos não tripulados) para a Rússia ou para países terceiros que possam ter relações comerciais com Moscovo, incluindo o Irão, que tem sido acusado de fornecer este tipo de aeronaves às forças russas na Ucrânia.

Além disso, a UE quer impor novos controlos e restrições à exportação, particularmente para os bens de dupla utilização, como produtos químicos e componentes eletrónicos e informáticos.

Um total de 1.241 indivíduos e 118 entidades estão abrangidos na lista de sanções da UE, que abrangem congelamento de bens e proibição de viajar.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas – mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

A invasão russa – justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia - foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.702 civis mortos e 10.479 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.







Fonte: 24.sapo.pt                            Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/ucrania-ue-aprova-nono-pacote-de-sancoes-a-russia-que-restringe-venda-de-drones
"A justiça é o freio da humanidade."
 

Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1359 em: 16/12/2022, 11:00 »
 
Mundial do Qatar reacende desinformação sobre ucranianos diz a EDMO

Sportinforma
15 dez 2022 22:40



Seleção da Ucrânia volta a jogar pela primeira vez desde a invasão russa AFP

Manipulação de informação diminuiu ligeiramente nos últimos dias mas mantém-se ativa.

O Observatório Europeu dos Media Digitais (EDMO) alertou hoje que o Campeonato do Mundo do futebol reacendeu desinformação sobre os ucranianos serem nazis, mostrando vídeos falsos dos adeptos da Ucrânia a espalharem símbolos nazis.

O relatório “Campeonato do Mundo do Qatar reacende desinformação com a alegação de que os ucranianos são nazis”, concluiu que o evento tem originado desinformação sobre a população da Ucrânia ser nazi, através da divulgação de narrativas várias, uma delas mostrava adeptos ucranianos a desenharam um bigode como o do Hitler na mascote oficial do campeonato do Mundo, no Qatar.

Os verificadores de factos concluíram que estas narrativas eram falsas, usando nos vídeos uma imitação do logótipo da Al Jazeera para dessa forma tentar credibilizar a informação.

Tudo sobre o Mundial2022: jogos, notícias, reportagens, curiosidades, fotos e vídeos

O EDMO, projeto que apoia a comunidade independente que trabalha para combater a desinformação, revela que a percentagem de desinformação sobre a guerra na Ucrânia diminuiu ligeiramente no mês anterior, passando de 22% em outubro para 15% em novembro, provavelmente porque a cobertura noticiosa da guerra diminuiu após a libertação da cidade ucraniana de Kherson.

A maioria das notícias falsas verificadas foram sobre a corrupção na Ucrânia, nomeadamente uma em que se alega que oficiais ucranianos estariam a comprar propriedades na Suíça com o dinheiro enviado pelos EUA como ajuda ao povo ucraniano, ou ainda sobre as armas entregues à Ucrânia, que estariam a ir para mãos criminosas.

As principais ‘fake news’ da covid-19 são geralmente as mesmas do ano passado, apesar de algumas delas estarem relacionadas com a gripe.

O mesmo se aplica à desinformação sobre as alterações climáticas, mas com a informação falsa de que o petróleo regenera mais rapidamente na terra do que quando é extraído.

Foi também hoje anunciado que a União Europeia decidiu prolongar o projeto EDMO com um segundo mandato de mais dois anos e meio, com o objetivo de intensificar os seus esforços contra os crescentes desafios da desinformação, incluindo a guerra na Ucrânia.

O SAPO está a acompanhar o Mundial mas não esquece as vidas perdidas no Qatar. Apoiamos a campanha da Amnistia Internacional e do MEO pelos direitos humanos. Junte-se também a esta causa.







Fonte: desporto.sapo.pt                            Link: https://desporto.sapo.pt/geral/artigos/mundial-do-qatar-reacende-desinformacao-sobre-ucranianos-diz-a-edmo
"A justiça é o freio da humanidade."
 

Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1360 em: 16/12/2022, 11:02 »
 
Putin pode estar a preparar "grande ofensiva" para Ano Novo

16 de dezembro 2022 às 08:36


Fonte de imagem: AFP

Kiev alerta para uma potencial nova ofensiva russa.Zelensky está preocupado com os próximos seis meses da guerra.

Segundo altos funcionários de Kiev, o Presidente da Rússia, Vladimir Putin, está a preparar uma nova grande ofensiva que terá lugar no Ano Novo.

O ministro da Defesa da Ucrânia, Oleksii Reznikov, afirmou, em entrevista ao Guardian, que apesar de a Ucrânia ter capacidade para se defender com sucesso contra os ataques de mísseis da Rússia contra infraestruturas importantes, incluindo a rede de energia, nomeadamente numa altura em que os Estados Unidos podem estar a preparar para enviar mísseis Patriot para o país invadido, surgiram provas de que o Kremlin está a preparar uma ampla nova ofensiva.

Os comentários do ministro da Defesa surgem numa altura em que foram feitos comentários semelhantes por parte do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, do chefe das forças armadas, general Valeriy Zaluzhnyi, e do chefe das forças terrestres, o coronel general Oleksandr Syrskyi.

Estas declarações, feitas ao Economist, esta semana, fazem parte de “um esforço amplo e coordenado para alertar contra a complacência entre os aliados ocidentais e destacar a contínua ameaça que a Rússia representa para a Ucrânia”, escreve o jornal inglês.

O presidente ucraniano disse, num discurso online para o Conselho Europeu, que os próximos seis meses do conflito com a Rússia serão “decisivos” na guerra.

“Estas agressões são contra a Ucrânia e contra cada um de vocês, porque o alvo final da Rússia está muito além da nossa fronteira e da soberania ucraniana. Os próximos seis meses exigirão de nós esforços ainda maiores do que os realizados no período anterior”, disse Zelensky, citado pelo Guardian.

Sanções contra oligarcas Os Estados Unidos anunciaram novas sanções, inclusive a um ex-vice-primeiro-ministro russo, Vladimir Potanin, de 61 anos, um dos homens mais ricos da Rússia.

Segundo o governo norte-americano, Potanin é sancionado devido aos seus laços com Vladimir Putin e à ligação com a invasão russa na Ucrânia, mas também pelo seu envolvimento com a Interros, um conglomerado que atua em vários setores, incluindo manufatura, construção e finanças.

Potanin, considerado o segundo homem mais rico da Rússia em 2021, assim como a sua esposa, Ekaterina, e os dois filhos adultos, Ivan e Anastasia, já tinham recebido sanções, entre as quais o bloqueio do seu super-iate, “Nirvana”.
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, revelou que “os Estados Unidos vão continuar a impor sanções à Rússia pela sua guerra de agressões contra a Ucrânia”. 

“Os ataques da Rússia devastaram a infraestrutura crítica da Ucrânia e causaram mortes e destruição extraordinárias. Hoje, anunciamos medidas de sanções adicionais à Federação Russa e seus facilitadores”, acrescentou. “As nossas ações hoje são uma mensagem clara de que os Estados Unidos não hesitarão em continuar a usar as ferramentas à sua disposição para promover o fim e a responsabilidade pela guerra inescrupulosa do presidente Putin”, concluiu.







Fonte: sol.sapo.pt                              Link: https://sol.sapo.pt/artigo/787931/putin-pode-estar-a-preparar-grande-ofensiva-para-ano-novo
"A justiça é o freio da humanidade."
 

Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1361 em: 16/12/2022, 11:04 »
 
Ucrânia: Kiev denuncia grande ataque da artilharia russa contra três cidades

Por MultiNews com Lusa   em 08:50, 16 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

As autoridades ucranianas disseram que houve esta madrugada explosões em três cidades, acusando a Rússia de ter lançado um “grande ataque com mísseis” contra centrais elétricas e infraestruturas básicas.

As autoridades locais ucranianas, através das redes sociais, referem-se a explosões em Kiev, em Krivoy Rog (centro) e em Kharkiv no nordeste do país.

De acordo com as mesmas fontes, os alarmes sonoros de aviso à população foram acionados.

O autarca de Kharkiv, Ihor Terekhov, disse através do sistema de mensagens Telegram que a cidade encontra-se sem abastecimento de energia elétrica.

Os ataques contra infraestruturas de produção e distribuição de energia fazem parte da nova estratégia militar da Rússia, numa altura em que se regista uma baixa significativa das temperaturas da região.







Fonte: multinews.sapo.pt                             Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-kiev-denuncia-grande-ataque-da-artilharia-russa-contra-tres-cidades/
"A justiça é o freio da humanidade."
 

Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1362 em: 16/12/2022, 11:19 »
 
Novo pacote de sanções à Rússia limita venda de drones

Tek / Lusa
16 dez 2022 10:12



Fonte de imagem: tek.sapo.pt

O Conselho da União Europeia (UE) aprovou ontem o nono pacote de sanções à Rússia depois da invasão da Ucrânia. Este inclui medidas restritivas para mais 200 indivíduos e entidades e limitações no acesso das forças russas a drones.

"Os embaixadores chegaram a um acordo de princípio sobre um pacote de sanções contra a Rússia como parte do apoio contínuo da UE à Ucrânia", anunciou a presidência checa do Conselho na rede social Twitter.


Fonte de imagem:  tek.sapo.pt

Neste que é o nono pacote de sanções à Rússia e o terceiro negociado pela presidência checa da UE, "deverá ser confirmado amanhã através de procedimento escrito", adianta Praga.

Com a adoção deste nono pacote de sanções, serão incluídos mais 200 indivíduos e entidades, incluindo as Forças Armadas, assim como empresas de Defesa ligadas ao Kremlin (Presidência russa), membros do Parlamento russo e do Conselho da Federação, ministros, governadores e partidos políticos.

Ao mesmo tempo, está prevista uma proibição à exportação de drones (aparelhos aéreos não tripulados) para a Rússia ou para países terceiros que possam ter relações comerciais com Moscovo, incluindo o Irão, que tem sido acusado de fornecer este tipo de aeronaves às forças russas na Ucrânia.

Além disso, a UE quer impor novos controlos e restrições à exportação, particularmente para os bens de dupla utilização, como produtos químicos e componentes eletrónicos e informáticos.

Um total de 1.241 indivíduos e 118 entidades estão abrangidos na lista de sanções da UE, que abrangem congelamento de bens e proibição de viajar.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas - mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

As imagens de satélite mostram a destruição no terreno em ataques que têm muitas vezes a intervenção de drones


Fonte de imagem: tek.sapo.pt

Veja a galeria de imagens clicando no link oficial da noticia em baixo:
A invasão russa - justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de "desnazificar" e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia - foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.702 civis mortos e 10.479 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.







Fonte: tek.sapo.pt                               Link: https://tek.sapo.pt/noticias/computadores/artigos/novo-pacote-de-sancoes-a-russia-limita-venda-de-drones
"A justiça é o freio da humanidade."
 

Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1363 em: 17/12/2022, 23:14 »
 
FIFA recusa pedido de Zelensky para emitir mensagem na final do Mundial

16 de dezembro 2022 às 14:20


Fonte de imagem: sol.sapo.pt

O pedido da Ucrânia não supreende, uma vez que Kiev tem usado grandes eventos mundiais para apelar à paz e falar sobre a guerra na Ucrânia.

A FIFA rejeitou esta sexta-feira um pedido de Volodymyr Zelensky para partilhar uma mensagem de paz antes do da final do Mundial de futebol, que acontece este domingo, no Qatar, num jogo em que a Argentina vai defrontar França.

De acordo com a CNN, o gabinete de imprensa do presidente ucraniano ter-se-á oferecido para aparecer num vídeo exibido aos adeptos no estádio, contudo, a resposta foi negativa. Não ficou claro se a mensagem emitida seria pré-gravada ou emita em direto.

"Pensámos que a FIFA queria usar a sua plataforma para um bem maior", lamentou a fonte citada pelo órgão de comunicação norte-americano.

Acredita-se, no entanto, que ainda estão a decorrer negociações entre a presidência ucraniana e a FIFA.

O pedido da Ucrânia não supreende, uma vez que Kiev tem usado grandes eventos mundiais para apelar à paz e falar sobre a guerra na Ucrânia.

A cúpula do G20, a cerimónia de entrega dos prémios Grammy e o Festival de Cinema de Cannes foram alguns dos eventos onde o líder ucraniano apareceu em vídeo, tendo aindaconcedido entrevistas a jornalistas e artistas, como é o caso de Sean Penn e David Letterman.








Fonte: sol.sapo.pt                         Link: https://sol.sapo.pt/artigo/787954/fifa-recusa-pedido-de-zelensky-para-emitir-mensagem-na-final-do-mundial
"A justiça é o freio da humanidade."
 

Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1364 em: 17/12/2022, 23:16 »
 
“Foram aniquilados”: Como a guerra na Ucrânia destruiu uma das brigadas russas mais temidas

Por Pedro Zagacho Gonçalves em 18:53, 16 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Submarinos nucleares, ao longo da costa da Península de Kola, na Rússia, misseis capazes de destruir cidades inteiras em armazéns nas montanhas: o arsenal da Rússia no Ártico é protegido, desde a Guerra Fria, por uma das brigadas russas mais temidas de sempre: a 200.ª Brigada Separada de Infantaria Motorizada. Até que, com a guerra na Ucrânia, os seus melhores homens e armas foram enviados para a Ucrânia, pelo que esta unidade está efetivamente destruída.

Foi uma das primeiras unidades a entrar no conflito, a 24 de fevereiro, no ataque mobilizado contra Kharkiv. Poucos meses depois, segundo documentos militares oficiais Ucranianos e do Ocidente, consultados pelo Washington Post, em maio, o grupo já estava a fazer um esforço desesperado para reagrupar na fronteira russa.

O inventário feito nessa altura dava conta de menos de 900 soldados, em apenas dois batalhões da brigada, que antes era composta por cerca de 1600 elementos. O comandante gravemente, ferido, acabou por voltar para a Rússia.

Isto sem contar com os militares feridos ou hospitalizados, os que, entretanto, recusaram combater, ou os que desapareceram em combate.

Depois de meses de perdas territoriais e de tropas, Putin quererá, agora, tentar salvar os seus objetivos com uma força que, atualmente, está como a 200ª brigada: cansada, desmoralizada, sem recursos e remendada com mobilizados sem qualquer experiência ou treino militar.

“Estão com menos de 60% da força intacta, e estão dependentes de reforços que não são suficientes”, relata Pekka Toveri, antigo diretor dos serviços de informação da Defesa da Finlândia.

A partir de maio, continuaram as perdas para a 200.ª brigada russa, principalmente num confronto com as tropas ucranianas em Hrakove, quando a Ucrânia tantou reconquistar partes de Kharkiv.

“Estamos num estado de decadência. Nem nos treinam, dizem-nos ‘Aqui está uma arma, agora vais dar tiros’”, relata um soldado, mobilizado pelo decreto de Putin, que agora serve naquela unidade. Oficiais ocidentais acrescentam que problemas de corrupção, más gestão de recursos e parca tática militar definida, contribuíram para a queda em graça da 200.ª brigada.

A brigada é também afetada pela falta de armamento, de equipamento, que afeta outras unidades militares russas, bem como falta de alimento e combustível.

“Nada do que aquela brigada era permanece. Foram completamente aniquilados”, relata Pavlo Fedosenko, comandante ucraniano.

Agora, segundo revelam documentos oficiais, o que resta da brigada está colocado na região de Luhansk, recuados, onde há relatos de que soldados desta unidade se revoltaram contra os superiores.







Fonte: multinews.sapo.pt                             Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/foram-aniquilados-como-a-guerra-na-ucrania-destruiu-uma-das-brigadas-russas-mais-temidas/
"A justiça é o freio da humanidade."
 

 



Anuncie Connosco Anuncie Connosco Anuncie Connosco Anuncie Connosco Anuncie Connosco


  •   Política de Privacidade   •   Regras   •   Fale Connosco   •  
     
Voltar ao topo