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Autor Tópico: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia  (Lida 78841 vezes)

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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1365 em: 17/12/2022, 23:18 »
 
Ucrânia tenta restabelecer fornecimento de energia após novos bombardeamentos russos

MadreMedia / AFP
17 dez 2022 10:15



Dimitar DILKOFF / AFP

A Ucrânia tentava nas primeiras horas deste sábado restabelecer a eletricidade cortada após uma onda de bombardeamentos russos contra a sua infraestrutura, que a União Europeia denunciou como um crime de guerra.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, informou que Kiev e outras 14 regiões foram afetadas por cortes de água ou eletricidade, mas afirmou que já estavam em curso os trabalhos para solucionar o problema.

Foram disparados 74 mísseis no total, dos quais 60 foram derrubados, segundo o Exército da Ucrânia. No sul do país, em Kryvyi Rig, cidade natal do presidente ucraniano, três pessoas morreram depois de um míssil ter atingido um prédio residencial, segundo o governador regional.

Autoridades instaladas por Moscovo na cidade ucraniana de Lugansk, leste do país, afirmaram que 11 pessoas morreram e 17 ficaram feridas em bombardeamentos da Ucrânia naquela região, controlada pela Rússia.

O chefe da diplomacia da União Europeia, Josep Borrell, condenou hoje "o terror indiscriminado" da Rússia contra a Ucrânia. Num novo pacote de sanções, o bloco proibiu a exportação de motores de drones para a Rússia e "para todos os países terceiros" que possam facilitar esses componentes a Moscovo.

Nos últimos meses, a Rússia sofreu uma série de reveses militares no sul e nordeste da Ucrânia. Desde então, Moscovo optou por bombardear as instalações de energia do país, o que tem deixado milhões de ucranianos sem luz e aquecimento num período de temperaturas gélidas.

Em Kiev, as temperaturas oscilavam nesta sexta-feira entre -1°C e -3°C. A capital resistiu a "um dos maiores ataques com mísseis" desde o começo da invasão russa, em 24 de fevereiro, afirmou o comando militar da região.

Vários moradores da capital passaram horas abrigados no metro. "Quando acordei, vi um míssil no céu e soube que tinha de ir para o metro", contou a atriz Lada Korovay, de 25 anos. O autarca de Kiev, Vitali Klitchko, informou que apenas um terço dos habitantes da cidade dispunham de água e aquecimento, e 40%, de eletricidade.

O comandante das Forças Armadas, Valery Zaluzhny, declarou ontem que prevê uma nova ofensiva russa contra Kiev nos primeiros meses de 2023. Para já, os combates concentram-se no leste e sul da Ucrânia, onde os bombardeamentos também deixaram várias cidades sem luz.

Kharkiv foi uma das cidades atingidas, segundo o autarca Igor Terekhov. Autoridades locais anunciaram à noite tinham haviam restabelecido a eletricidade em 55%. Na região homónima, a porcentagem era de 85%.

Os bombardeamentos russos aconteceram depois dos aliados ocidentais da Ucrânia terem anunciado uma ajuda de mil milhões de euros para a reconstrução das infraestruturas do país.

Nesta sexta-feira, o governo da Bielorrússia anunciou que o presidente russo, Vladimir Putin, visitará o país na segunda-feira para uma reunião com o colega e aliado Alexander Lukashenko. Recorde-se que algumas tropas de Moscovo partiram do território bielorrusso no início da ofensiva.

Minsk informou que os dois presidentes terão um encontro privado e negociações mais amplas com os seus ministros sobre a "integração Bielorrússia-Rússia".

Os países comprometeram-se com um amplo leque de programas para aprofundar os seus laços económicos e de segurança. "Os presidentes devem priorizar as questões de segurança", afirmou o governo de Bielorrússia.








Fonte: 24.sapo.pt                           Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/ucrania-tenta-restabelecer-fornecimento-de-energia-apos-novos-bombardeamentos-russos
"A justiça é o freio da humanidade."
 

Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1366 em: 17/12/2022, 23:21 »
 
Energia continua na mira de Putin

17 de dezembro 2022 às 11:45


Fonte de imagem: AFP

O mais recente ataque em massa da Rússia deixou a Ucrânia com apenas 50% da sua energia funcional e atrasou as obras de recuperação e reparação das infraestruturas.

A Ucrânia foi novamente alvo de um ataque em massa, o segundo no espaço de dias, por parte da Rússia, que teve como principal objectivo a destruição das infraestruturas de energia do país liderado por Volodymyr Zelensky.

Segundo a empresa estatal de energia da Ucrânia, Ukrenergo, depois deste ataque – em que foram lançados 76 mísseis que atingiram centrais termoelétricas, hidroelétricas e subestações de redes –, o consumo de energia caiu 50%. A mesma fonte acrescentou que a primeira consequência deste ataque é que vai demorar ainda mais tempo a restaurar o fornecimento de eletricidade.

Estes ataques acontecem depois da Ucrânia ter pedido um reforço para o seu arsenal de forma a proteger a rede de energia do país. Kiev teme que novos ataques russos possam fazer disparar o número de refugiados provenientes da linha da frente da guerra. «Ninguém sabe quantos, mas haverá centenas de milhares de refugiados, já que o bombardeio terrível e ilegal da infraestrutura civil torna a vida inabitável em muitos lugares», disse o chefe do Conselho Norueguês de Refugiados, Jan Egeland, à agência Reuters. «Temo que a crise na Europa se aprofunde e que ofusque igualmente as crises noutros lugares do mundo», acrescentou.

As autoridades dos EUA dizem que Washington aprovará em breve o envio do sistema de defesa aérea Patriot para a Ucrânia, como disseram três oficiais à Associated Press, citados pelo Guardian, na condição de anonimato, uma vez que a decisão não é final e não foi tornada pública.

O sistema de defesa Patriot, caso seja aprovado, será o mais avançado sistema de mísseis terra-ar que o Ocidente fornecerá à Ucrânia para ajudar a repelir ataques aéreos russos.

Apesar de ser considerada uma melhoria considerável no arsenal ucraniano, também constituirá um novo «alvo» na mira do invasor. O Kremlin afirmou, na quarta-feira, que os mísseis Patriot vão converter-se em alvos legítimos das Forças Armadas russas. «Absolutamente», reforçou o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, no decurso da conferência de imprensa diária, ao ser questionado se perfilhava as declarações do vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, Dmitri Medvedev, que em finais de novembro disse que os Patriot se tornariam «imediatamente num alvo legítimo das Forças Armadas» russas.

 

Grande ofensiva de Ano Novo

Segundo altos funcionários de Kiev, o Presidente da Rússia, Vladimir Putin, está a preparar uma nova grande ofensiva contra a Ucrânia que terá lugar no Ano Novo.

O ministro da Defesa ucraniano, Oleksii Reznikov, afirmou, em entrevista ao Guardian, que, apesar de a Ucrânia ter capacidade para se defender com sucesso dos ataques de mísseis da Rússia contra infraestruturas importantes, surgiram provas que mostram que o Kremlin está a preparar uma ampla nova ofensiva.

Em declarações feitas ao Economist, durante a presente semana, o ministro da Defesa justifica que estes alertas  fazem parte de «um esforço amplo e coordenado para alertar contra a complacência entre os aliados ocidentais e destacar a contínua ameaça que a Rússia representa para a Ucrânia», escreve o jornal inglês.

O Presidente ucraniano disse, entretanto, num discurso online para o Conselho Europeu, que os próximos seis meses do conflito com a Rússia serão «decisivos» na guerra. «Estas agressões são contra a Ucrânia e contra cada um de vocês, porque o alvo final da Rússia está muito além da nossa fronteira e da soberania ucraniana. Os próximos seis meses exigirão de nós esforços ainda maiores do que os realizados no período anterior», disse Zelensky, citado pelo Guardian.








Fonte: sol.sapo.pt                           Link: https://sol.sapo.pt/artigo/788013/energia-continua-na-mira-de-putin
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1367 em: 17/12/2022, 23:23 »
 
Ucrânia: Alerta perante possibilidade de novos ataques aéreos russos. Criança de ano e meio morreu em Krivoy Rog

MadreMedia / Lusa
17 dez 2022 12:10



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

Alertas aéreos soaram hoje de manhã em toda a Ucrânia, após uma onda de bombardeamentos russos na sexta-feira, que causou pelo menos quatro mortos, entre os quais uma criança com um ano e meio, segundo as autoridades.

As autoridades ucranianas referiram que a Ucrânia foi atingida pelo menos por 98 lançamentos de projéteis nas últimas 24 horas, especialmente intensos na zona de Sumy, atingida por 79 destes ataques, afetando várias comunidades, embora sem vítimas.

Quatro pessoas morreram e outras 13 ficaram feridas na sequência de um ataque contra a localidade de Krivoy Rog, no centro do país, tendo o corpo sem vida de uma criança de um ano e meio sido encontrado hoje de manhã entre os escombros de um prédio.

O governador regional de Dnipropetrovsk, Valentin Reznichenko, descreveu, num relatório publicado hoje, que os mortos são uma mulher com 64 anos e um jovem casal, identificados como pais da criança falecida.

O responsável desta região, onde se localiza Krivoy Rog, indicou que todos os feridos, incluindo quatro menores, foram internados num hospital da cidade.

Sete deles estão em estado grave, segundo a agência nacional de notícias ucraniana Ukrinform.

Os bombardeamentos atingiram ainda diversas localidades povoadas das regiões de Zaporijia e Kherson, concretamente ao largo da margem direita do rio Dnipro.

Enquanto aguardam informações sobre possíveis novos ataques aéreos da Rússia, as autoridades ucranianas informaram que já estão a restabelecer a eletricidade na região de Kiev após os atentados de sexta-feira, que destruíram “infraestruturas críticas e nove casas” e onde pelo menos quatro pessoas ficaram feridas, segundo o Governo ucraniano.

A União Europeia considerou esta nova ofensiva russa como mais um exemplo do “terror indiscriminado” que a Rússia tenta instaurar no país vizinho.

Bruxelas enfatizou que esses ataques constituem “crimes de guerra e são bárbaros”.

“Esses ataques cruéis e desumanos visam aumentar o sofrimento humano e privar o povo ucraniano, mas também hospitais, serviços de emergência e outros serviços críticos, de eletricidade, aquecimento e água”, disse o Serviço Europeu para a Ação Externa, num comunicado.

Por fim, a diplomacia da União Europeia valorizou os esforços do bloco europeu para ajudar a Ucrânia e a “força, coragem e resiliência” da população ucraniana.








Fonte: 24.sapo.pt                             Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/ucrania-alerta-perante-possibilidade-de-novos-ataques-aereos-russos-crianca-de-ano-e-meio-morreu-em-krivoy-rog
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1368 em: 17/12/2022, 23:25 »
 
Marcelo vai a Kiev no próximo ano

17 de dezembro 2022 às 13:30

Data para a visita do Presidente da República a Kiev ainda não está fechada, mas deverá acontecer em meados do próximo ano, após a deslocação de Augusto Santos Silva à capital ucraniana. O tema foi abordado na receção de Olena Zelenska no Palácio de Belém.


Fonte de imagem: Rui Costa

Marcelo Rebelo de Sousa é um dos nove chefes de Estado do Grupo de Arraiolos que ainda não se deslocaram em visita oficial a Kiev, capital da Ucrânia, desde que eclodiu uma guerra naquele país, na sequência da invasão russa, a 24 de fevereiro deste ano.

Fonte de Belém adiantou ao Nascer do SOL que o Presidente da República mantém em aberto a possibilidade de realizar uma visita à Ucrânia, admitindo que  possa até acontecer «na primeira metade do próximo ano», apesar de ainda não ter uma data fechada para uma eventual visita ao seu homólogo Volodymyr Zelensky.

A mesma fonte rejeita que o facto de a viagem não estar programada possa ter qualquer leitura política, até porque Marcelo terá abordado a hipótese de visitar Kiev aquando da visita da primeira-dama ucraniana emPortugal. O Presidente recebeu, no início de novembro, em audiência no Palácio de Belém Olen​a Zelenska, que esteve em Lisboa no primeiro dia da Web Summit, onde discursou.

Acrescentando ainda que a visita «terá que ser numa ocasião que se justifique», a mesma fonte da Presidência alega que Marcelo Rebelo de Sousa está a agurdar ainda o acerto de calendários com o gabinete do presidente da Assembleia da República, Augusto Santos Silva, uma vez que foi convidado em primeiro lugar: «Depois, logo se vê».

Na verdade, esta já tinha sido a principal justificação apontada pelo chefe de Estado português, em maio, quando o primeiro-ministro, a partir de Kiev, comunicou aos jornalistas que o chefe de Estado ucraniano, Volodymyr Zelensky, tinha convidado Marcelo a realizar uma visita à Ucrânia.

Na altura, o Presidente admitiu a possibilidade de ir a Kiev se e quando o Governo entendesse adequado, realçando que o presidente do Parlamento já tinha sido convidado.

«Se eu vier a ser convidado, terei de ajustar com o Governo, porque o Governo conduz a política externa. Terei de ajustar com o senhor presidente da Assembleia da República, que já tinha dito que tinha sido convidado», declarou, sublinhando que no caso do presidente da Assembleia da República havia «uma questão de retribuição».

«O Presidente Zelensky falou para o Parlamento, foi convidado pelo Parlamento. Compreende-se que haja um convite ao presidente do Parlamento», reiterou.

O Presidente ucraniano discursou em abril na Assembleia da República, numa mensagem curta, onde destacou a violência das forças russas contra a população ucraniana, agradeceu o apoio português à Ucrânia e reforçou o apelo para travar a Rússia de destruir a democracia dos países do leste da Europa. Esta foi a primeira vez que um chefe de Estado interveio por vídeoconferência no Parlamento português.

Já em maio, no final de uma reunião realizada por videoconferência com o presidente do parlamento da Ucrânia, a pedido de Ruslan Stefanchuk, Santos Silva revelou que tinha aceitado o convite do seu homólogo ucraniano para se deslocar «proximamente» a Kiev, numa viagem em que deverá ser acompanhado por uma delegação parlamentar.

«Em primeiro lugar, o presidente do Parlamento da Ucrânia reiterou o convite para minha deslocação a Kiev, e eu mais uma vez aceitei esse convite», afirmou Augusto Santos Silva, adiantando que  essa visita iria acontecer logo que fosse «oportuno» e as condições  assim o permitissem.

Até agora, apenas o primeiro-ministro, António Costa, e o ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho, se deslocaram em visitas oficiais ao país em guerra há quase dez meses.

Durante a sua presença na capital ucraniana, em maio, no plano institucional,  António Costa teve a oportunidade de reunir com o Presidente Zelensky, com quem deu uma conferência de imprensa conjunta, antes de visitar a embaixada de Portugal em Kiev, mas também se encontrou com o seu homólogo, Denys Shmygal, de quem partiu o convite formal para que visitasse a Ucrânia.

O líder do Executivo português foi acompanhado pelo secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Francisco André, e pelo embaixador de Portugal na Ucrânia, António Alves Machado. Nessa ocasião, assinou, no final da reunião com o primeiro-ministro ucraniano, um acordo para a concessão de um apoio financeiro de 250 milhões euros à Ucrânia, dos quais 100 milhões foram transferidos ao longo deste ano através de uma conta da Ucrânia no Fundo Monetário Internacional. Os restantes 150 milhões de euros serão transferidos para o Estado ucranianos ao longo dos três próximos anos.

Já em agosto, foi a vez de o ministro dos Negócios Estrangeiros português visitar a capital ucraniana para reunir com o seu homólogo ucraniano, Dmytro Kuleba. Na altura, João Gomes Cravinho disse sentir-se «honrado» por ter estado em Kiev no Dia da Independência da Ucrânia, data que marcou também os seis meses da invasão russa, em curso desde fevereiro.

 

Agenda preenchida

Não é novidade que o Presidente da República é conhecido por ter uma agenda muito preenchida, tendo nos últimos meses dado prioridade a visitas oficiais aos Estados Unidos, Brasil, Qatar (para assistir a um jogo da seleção nacional no Mundial) ou mais recentemente a Cabo Verde. Ainda sem programar a ida à Ucrânia, Marcelo está entre os poucos chefes de Estado europeus que ainda não se deslocaram ao país desde que as tropas do Presidente Vladimir Putin atacaram o território ucraniano.

Do Grupo de Arraiolos, que reúne vários chefes de Estado de países da União Europeia, além de Marcelo Rebelo de Sousa, outros oito presidentes ainda não puseram pé na Ucrânia, uns por questões de idade ou falta de oportunidade, outros pelas suas posições ambíguas em relação à Rússia.

Nesta lista constam o Presidente de Itália, Sergio Mattarella, o Presidente da Bulgária, Rumen Radev, o Presidente da Irlanda, Michael Higgins, o Presidente da Croácia, Zoran Milanovic, o Presidente de Malta, George Vella, o Presidente da Áustria, Alexander van der Bellen, o Presidente da Eslovénia, Borut Pahor, e ainda o Presidente da Finlândia, Sauli Niinistö.

Entre os chefes de Estado que já visitaram Kiev (são sete no total) contam-se o Presidente da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier, que se deslocou à Ucrânia em outubro; o Presidente da Estónia, Alar Karis,  que foi em abril, poucas semanas depois de o país ter sido invadido; a Presidente da Eslováquia, Zuzana Caputová, já em maio; a Presidente da Grécia, Katerina Sakellaropoulou, no início de novembro; o Presidente da Letónia, Egils Levits, em setembro; a Presidente da Hungria, Katalin Novak, no final de novembro; e o Presidente da Polónia, Andrzej Duda, que já esteve na Ucrânia em cinco visitas oficiais este ano, uma delas por ocasião do Dia da Independência, na mesma altura da deslocação de  Gomes Cravinho àquele país.








Fonte: sol.sapo.pt                          Link: https://sol.sapo.pt/artigo/787995/marcelo-vai-a-kiev-no-proximo-ano
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1369 em: 17/12/2022, 23:27 »
 
"Se é um homem de verdade". Zelensky desafia Putin para combate a dois

17 de dezembro 2022 às 17:42


Fonte de imagem: AFP

"Seria a última cimeira do Presidente Putin", afirmou o chefe de Estado da Ucrânia.

O Presidente da Ucrânia desafiou, este sábado, o seu homólogo russo para “um combate a dois”.

"Um homem, se é um homem de verdade, quando quer enviar uma mensagem a alguém ou se quer bater-lhe, fá-lo sem recorrer aos serviços de um intermediário. Se eu tivesse tal mensagem para enviar a Putin, fá-lo-ia sozinho", começou por dizer Volodymyr Zelensky, numa entrevista a um canal de televisão francês.

O chefe de Estado ucraniano adiantou ainda que por ele o combate a dois com Vladimir Putin podia ser já “amanhã”. E acrescentou que o encontro "seria a última cimeira do Presidente Putin".

Para Zelensky, a morte de Putin poderia ser o início do fim da guerra, pois “Quando uma pessoa morre, todas as instituições param".

Sublinhe-se que as declarações de Zelensky foram feitas na sequência das notícias de que Putin teria dados ordens ao presidente da região russa da Chechénia para matar o chefe de Estado ucraniano, pouco depois da invasão russa da Ucrânia, a 24 de fevereiro.








Fonte: sol.sapo.pt                              Link: https://sol.sapo.pt/artigo/788035/se-e-um-homem-de-verdade-zelensky-desafia-putin-para-combate-a-dois
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1370 em: 18/12/2022, 16:04 »
 
"A primavera vai chegar. Connosco ou não, mas vai chegar". A vida sob bombas dos últimos moradores da cidade ucraniana de Avdiivka

18 dez 2022 10:39


Genya SAVILOV / AFP

Há meses que as tropas de Moscovo tentam tomar esta cidade situada na linha de frente, a apenas 13 quilômetros do bastião rebelde de Donetsk, uma das "capitais" dos separatistas russos. Cerca de 30.000 pessoas viviam em Avdiivka antes da guerra. Agora, em meados de dezembro, restam apenas 2.000.

Com uma aparência emaciada, rosto pálido e vestidos com roupas sujas, cerca de 20 moradores da cidade ucraniana de Avdiivka emergem dos porões para recolher pacotes de alimentos distribuídos nas caves de um edifício.

Nenhum deles presta atenção às explosões incessantes que ressoam nesta localidade próxima a Donetsk e sob fogo constante das forças russas.

Carregando caixas do Programa Mundial de Alimentos, retornam lentamente aos seus abrigos subterrâneos, onde vivem sem eletricidade, gás, ou sequer água, mas protegidos dos bombardeamentos.

Vitali Barabash, administrador militar da cidade, descreve à AFP os ataques russos ininterruptos. "A partir das 7:15, começaram a bombardear com foguetes Grad", conta, e enumera os ataques da manhã. Muitos edifícios estão destruídos, sem vidros nas janelas, alguns enegrecidos.

Num porão perto do ponto de distribuição, Svitlana, de 74 anos, compartilha um quarto frio com outras cinco mulheres e dois homens, todos idosos. Antes da guerra, viviam nos andares superiores.

As camas estão cobertas com colchas grossas e sacos de dormir. Numa parede, uma lanterna conectada a uma bateria fornece o mínimo de iluminação.

"É muito difícil... [Os voluntários] afirmam que devíamos ir embora, evacuar, mas para onde? Somos velhos demais, o que podemos esperar de um lugar novo? [...] Este é o nosso porão", explica Svitlana à AFP.

Num quarto vizinho, há uma pequena fogueira que Mycola alimenta com galhos que retira de um pequeno monte de lenha. Duas explosões ressoam do lado de fora. "Quem sabe o que era? Diria que artilharia, ou talvez morteiros", assinala o homem, já acostumado aos sons da guerra.

Para Svitlana, "a esperança é tudo o que temos. A maioria está doente, como toda a gente aqui", lamenta.

Quando o conflito começou na Ucrânia em 2014, Avdiivka foi tomada pelos separatistas, antes de ser reconquistada pelas forças de Kiev. Devido à sua proximidade com a linha de frente, trata-se de um dos pontos quentes desde que a ofensiva russa começou em 24 de fevereiro.

Nos últimos meses, a cidade converteu-se, junto com Bakhmut, num dos cenários de combates mais complicados da frente de batalha.

No norte de Avdiivka, os russos e as forças separatistas da região de Donetsk bloquearam em junho uma das duas principais vias de acesso à cidade.

Também estão posicionados no leste e no sul, onde, nos últimos dias, forçaram as tropas ucranianas a retroceder.

"As nossas tropas retiraram-se [da localidade] de Vodyan [...] porque era absolutamente impossível manter as mesmas posições de antes", explica Vitali Barabash.

O responsável militar de Avdiivka garante que Moscovo acaba de enviar para a cidade tropas do exército regular, que têm "mais treino" do que as separatistas.

Na sua esquadra transformada em bunker, o oficial de polícia de Avdiivka, Rasim Rustamov, acredita que a situação é "verdadeiramente difícil". "Somos alvos constantes de bombardeamentos. Todos os civis estão em perigo", garante.

Entre aqueles que esperam para conseguir um cabaz de comida reina a resignação, como no caso de Lyudmyla, de 62 anos. Ao ser questionada sobre como planeia passar o inverno em Avdiivka, responde: "A primavera vai chegar. Connosco ou não, mas vai chegar".








Fonte: 24.sapo.pt                          Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/a-primavera-vai-chegar-connosco-ou-nao-mas-vai-chegar-a-vida-sob-bombas-dos-ultimos-moradores-da-cidade-ucraniana-de-avdiivka

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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1371 em: 19/12/2022, 09:41 »
 
Kiev alvo de ataques de mais de 20 drones

MadreMedia / Lusa
19 dez 2022 06:23



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

A capital da Ucrânia foi hoje alvo de ataques de mais de duas dezenas de drones, informaram as autoridades locais, referindo que um ponto crucial de uma infraestrutura foi atingido.

O governo de Kiev disse na rede social Telegram que mais de 20 drones, de fabrico iraniano, foram detetados no espaço aéreo da capital, e pelo menos 15 foram abatidos.

As autoridades acrescentaram que um ponto crítico de uma infraestrutura foi atingido, sem avançar com mais detalhes.

Não se sabe se os ataques causaram vítimas.

A Rússia tem como alvo infraestruturas energéticas, como parte de uma estratégia para tentar deixar a população sem forma de se aquecer.

Na sexta-feira, a capital da Ucrânia foi atingida por um ataque em grande escala da Rússia. Dezenas de mísseis foram lançados em todo o país, causando falhas generalizadas de energia.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia contra a Ucrânia já forçou a deslocação de mais de 14 milhões de pessoas — 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados das Nações Unidas, que classificam esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa — justificada pelo Presidente Vladimir Putin com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para Kiev e com a imposição de sanções políticas e económicas a Moscovo.

As Nações Unidas confirmaram, desde o início da guerra, 6.755 civis mortos e 10.607 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém da realidade.







Fonte: 24.sapo.pt                              Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/kiev-alvo-de-ataques-de-mais-de-20-drones
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1372 em: 19/12/2022, 18:18 »
 
Ucrânia: Zelensky acrescenta fronteira da Bielorrússia às prioridades do exército ucraniano

Por Francisco Laranjeira em 12:25, 19 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

As fronteiras da Bielorrússia, assim como as da Rússia, são prioritárias para o Estado-Maior da Ucrânia, garantiu o presidente do país, Volodymyr Zelensky, na mensagem à população. “A proteção da fronteira com a Rússia e a Bielorrússia também é uma prioridade constante. Estamos a preparar-nos para todos os cenários de defesa possíveis”, frisou, alertando:

“Quem quer que incline Minsk para qualquer coisa não vai ajudá-lo, como qualquer outra ideia doentia nesta guerra contra a Ucrânia e os ucranianos”, acrescentou, sublinhando a importância dos sistemas de defesa aérea, fornecidos pelos aliados, com o objetivo de “privar o Estado terrorista do seu principal instrumento de agressão”.

“Este será um dos passos mais poderosos que vai aproximar o fim da agressão. A Rússia terá de seguir o caminho da cessação da agressão quando não puder seguir mais o caminho dos ataques com mísseis”, apontou o presidente.

Zelensky reforçou ainda a vontade de preparar uma cimeira especial de paz para o inverno: “Para o nosso país e para qualquer outra nação que possa ser objeto da mesma agressão, do mesmo terror que a Rússia trouxe para a nossa terra”. “A fórmula de paz da Ucrânia consiste em dez pontos claros capazes de criar uma nova arquitetura de segurança de importância global, que vai restaurar a liberdade em todas as nossas terras e para todo o nosso povo. Servirá como garantia de liberdade e segurança para outras nações”, afirmou.

As autoridades ucranianas acusaram Aleksandr Lukashenko de cumplicidade com o presidente russo, Vladimir Putin, permitindo o uso do território bielorrusso para a Rússia invadir a Ucrânia, em fevereiro último. Lukashenko, que está no poder desde 1994, vai reunir-se na segunda-feira em Minsk com Putin, o que aumentou os receios sobre um possível envolvimento da Bielorrússia numa nova ofensiva russa em princípios de 2023.








Fonte: multinews.sapo.pt                            Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-zelensky-acrescenta-fronteira-da-bielorrussia-as-prioridades-do-exercito-ucraniano/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1373 em: 19/12/2022, 18:20 »
 
Putin adiou por três vezes a invasão da Ucrânia, garante responsável: serviços secretos russos foram os instigadores do conflito

Por Francisco Laranjeira em 12:41, 19 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O presidente russo, Vladimir Putin, adiou em três ocasiões a invasão em grande escala da Ucrânia, garantiu Vadym Skibitskyi, vice-responsável dos serviços de Inteligência de Defesa da Ucrânia, em entrevista ao jornal alemão ‘Bild’, frisando que foi o Serviço Federal de Segurança (FSB) da Federação Russa a instigar o ataque a 24 de fevereiro último.

“Segundo as nossas informações, o ataque foi adiado em três ocasiões, a última das quais em meados de fevereiro”, denunciou o responsável, que revelou que “Putin discutiu repetidamente a ideia de uma invasão com Valery Gerasimov, chefe do Estado-Maior das Forças Armadas russas, e Sergei Shoigu, ministro da Defesa”, mas foi o FSB que insistiu.

“Eles – os oficiais do FSB – tinham certeza de que estavam suficientemente preparados para a invasão. Investiram enormes recursos e empurraram Gerasimov para o ataque”, explicou Skibitskyi.

“O facto de as unidades russas terem recebido comida, munição e combustível por três dias – para a tentativa de capturar Kiev – mostra o quanto eles calcularam mal. Todos os seus primeiros alvos militares falharam: não conseguiram cercar Kiev e não conseguiram tomar Sumy, Chernihiv e Kharkiv”, finalizou.







Fonte: multinews.sapo.pt                           Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/putin-adiou-por-tres-vezes-a-invasao-da-ucrania-garante-responsavel-servicos-secretos-russos-foram-os-instigadores-do-conflito/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1374 em: 19/12/2022, 18:21 »
 
Ataque russo provoca cortes de energia em Kiev e dez regiões ucranianas

MadreMedia / Lusa
19 dez 2022 12:55



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

A cidade de Kiev e dez regiões da Ucrânia estão a ser afetadas por cortes no fornecimento de eletricidade, após nova vaga de ataques com 'drones' pelas forças russas, disse hoje o operador ucraniano Ukrenergo.

“Durante toda a noite, ‘drones’ (aparelhos voadores não tripulados) atingiram instalações de energia”, provocando uma situação “difícil” no sistema energético, adiantou a Ukrenergo.

A empresa refere, em comunicado difundido pelo sistema de mensagens Telegram, que, em virtude do ataque, registam-se cortes de eletricidade em Kiev e em “outras dez regiões do país”.

De acordo com as autoridades ucranianas foram disparados sobre a Ucrânia mais de trinta ‘drones’ de fabrico iranianos.

Por outro lado, o Exército russo disse hoje ter abatido quatro mísseis HARM de fabrico norte-americano, sobre a região de Belgrogod, na fronteira entre território da Rússia e a Ucrânia.

“Quatro mísseis HARM (anti-radar) foram abatidos no espaço aéreo da região de Belgorod”, disse o Ministério da Defesa da Rússia no relatório diário difundido através do Telegram.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 14 milhões de pessoas — 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.755 civis mortos e 10.607 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.








Fonte: 24.sapo.pt                            Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/ataque-russo-provoca-cortes-de-energia-em-kiev-e-dez-regioes-ucranianas
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1375 em: 19/12/2022, 18:23 »
 
“Como devo render-me?”: Mais de um milhão de russos ligou para linha de apoio ucraniana ou visitou o seu site

Por Beatriz Maio em 13:56, 19 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Com o número de mortes a chegar perto de 100 mil, mais de um milhão de residentes da Rússia ligaram para uma linha telefónica ucraniana para rendição ou visitaram o seu site, de acordo com um novo relatório.

Mais de 1,2 milhões de pessoas recorreu a este apoio que faz parte do projeto da Ucrânia ‘Hochu Zhit’, que significa ‘quero viver’, ou visitaram o seu website para se informarem sobre as suas opções, relatou o secretário de imprensa governamental ucraniano Andriy Yusov citado pelo jornal Pravda.

“Estas pessoas não pretendem render-se, mas sim encontrar uma forma de se salvarem bem como aos seus familiares durante a guerra sangrenta e injustificada de Putin contra a Ucrânia”, comentou Yusov.

O projeto ‘Hochu Zhit’, que teve início dia 18 de setembro, tem como objetivo ajudar os militares russos a renderem-se em segurança disponibilizando um local onde podem declarar o seu desejo de não lutar contra a Ucrânia e discutir o processo de rendição.

“É uma forma de salvarem a sua vida”, comentou o porta-voz do projeto Vitaliy Matvienko ao explicar: “Quando são enviados para a Ucrânia podem contactar os nossos especialistas, dar a sua localização e, em conjunto com as forças de operações especiais, é planeada a saída em segurança do território ucraniano.

Após dois meses da criação desta linha, foram feitos cerca de 3.500 apelos através do chat ou pelo telefone, segundo Matvienko que não divulgou, porém, quantos soldados completaram o processo de rendição.

Atualmente, mais de 100 pessoas recorrem a este serviço diariamente, informou Yusov salientando que os resultados têm sido “consideráveis”, embora também não tenha indicado quantas rendições bem sucedidas o projeto proporcionou.

 A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 14 milhões de pessoas, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento. A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.755 civis mortos e 10.607 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.







Fonte: multinews.sapo.pt                           Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/como-devo-render-me-mais-de-um-milhao-de-russos-ligou-para-linha-de-apoio-ucraniana-ou-visitou-o-seu-site/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1376 em: 19/12/2022, 18:25 »
 
Rússia diz que cinco milhões de ucranianos chegaram ao país desde fevereiro

MadreMedia / Lusa
19 dez 2022 13:57



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

Mais de 5 milhões de refugiados ucranianos entraram na Rússia desde fevereiro, quando começou a agressão militar russa contra o país vizinho, segundo fontes oficiais, citadas pela agência de notícias russa TASS.

“De acordo com os dados mais recentes, mais de 5 milhões de refugiados (da Ucrânia) chegaram ao território da Rússia, incluindo 721.000 crianças”, adiantou a agência.

Atualmente, acrescentou a TASS, cerca de 42.000 pessoas estão em centros de acolhimento temporário, enquanto os restantes estão com familiares ou deixaram a Rússia para países terceiros.

Em novembro, a Rússia alegou ter recebido mais de 4,5 milhões de refugiados da Ucrânia, garantindo que “todos foram para o país voluntariamente”.

Numa reunião do Conselho de Segurança da ONU dedicada aos refugiados no mundo, realizada há três semanas, a Rússia foi criticada por vários países ocidentais por ter causado um dos mais rápidos deslocamentos forçados em massa dos últimos tempos, com 14 milhões de pessoas obrigadas a fugir das respetivas casas.

Na ocasião, os números foram avançados pelo Alto-comissário da ONU para Refugiados, Filippo Grandi.

Para Moscovo, são os países ocidentais que “estão na origem da migração em massa” por “terem imposto as suas experiências geopolíticas a países débeis”, numa referência a Estados como a Síria, Líbia ou Afeganistão.

A Rússia insiste que fornece aos refugiados ucranianos alojamento, escolas para as crianças, benefícios sociais, cuidados médicos e empregos, bem como pagamentos mensais.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou pelo menos 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões de refugiados para países europeus, pelo que as Nações Unidas classificam esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.755 civis mortos e 10.607 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.








Fonte: 24.sapo.pt                             Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/russia-diz-que-cinco-milhoes-de-ucranianos-chegaram-ao-pais-desde-fevereiro
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1377 em: 19/12/2022, 18:28 »
 
Ucrânia admite que Rússia possa anunciar mobilização geral

MadreMedia / Lusa
19 dez 2022 15:28



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

O secretário do Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrânia, Oleksiy Danilov, assegurou hoje que a Rússia poderia anunciar uma mobilização geral e não excluiu a possibilidade de um novo avanço militar sobre Kiev.

“Podem fortalecer as suas posições. Entendemos que isso pode acontecer. Em simultâneo, não excluímos a hipótese de que declarem uma mobilização geral”, afirmou Danilov em entrevista ao jornal digital Ukrainska Pravda.

Danilov considerou que essa mobilização também seria convocada “para exterminar o maior número possível” de cidadãos russos, para que “deixem de ter qualquer problema no seu território”.

Nesse sentido, Danilov também recordou que a Rússia não renunciou em garantir o controlo de Kiev nem à ideia de “destruir” totalmente a Ucrânia. “Devemos estar preparados para qualquer coisa”, disse.

“Quero que todos entendamos que [os russos] não renunciaram à ideia de destruir a nossa nação. Se não tiverem Kiev nas mãos, não terão nada nas mãos, temos de entender isso”, prosseguiu Danilov, que também não excluiu que a nova ofensiva russa seja proveniente “da Bielorrússia e de outros territórios”.

Desta forma, Danilov elogiou a decisão de muitos dos seus habitantes, que decidiram permanecer na capital ucraniana quando se iniciou a guerra, para proteger a cidade.

“Esperavam que houvesse pânico, que as pessoas fugissem, que não existisse nada para defender Kiev”, disse ainda, numa referência ao Presidente Volodymyr Zelensky.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou pelo menos 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões de refugiados para países europeus, pelo que as Nações Unidas classificam esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia — foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.755 civis mortos e 10.607 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.








Fonte: 24.sapo.pt                            Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/ucrania-admite-que-russia-possa-anunciar-mobilizacao-geral
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1378 em: 19/12/2022, 18:32 »
 
“Heart of Steel". A canção que representará a Ucrânia na Eurovisão foi escolhida num abrigo antiaéreo

MadreMedia
19 dez 2022 16:02



Eurovisão | DR

Heart of Steel”, tema da dupla eletrónica Tvorchi, foi escolhido entre as dez canções apresentadas no “Vidbir, que este foi transmitido em direto a partir de um estúdio montado numa estação do metro em Kiev (que funciona como abrigo antiaéreo).

O local subterrâneo foi transformado num estúdio de televisão improvisado para exibir o festival ucraniano, concurso semelhante ao Festival RTP da Canção.

A canção cantada em inglês venceu o voto popular e ficou classificado em segundo lugar pelo júri, que era constituído por Jamala (vencedora da Eurovisão em 2016), Taras Topolya (Antilla) e Yulia Sanina (Hardkiss). Em segundo lugar ficou classificada uma canção cantada em ucraniano pela cantora pop KRUTb.


Fonte de imagem: 24.sapo.pt

O próximo país a escolher a sua canção para a Eurovisão é a Albânia, que terá a final da respetiva seleção nacional no próximo dia 22 de dezembro.

Portugal, como é hábito, escolherá a sua canção através do Festival da Canção 2023.

A Ucrânia venceu, em maio, o 66.º Festival Eurovisão da Canção, em Turim, Itália, com o tema “Stefania”, interpretado pela Kalush Orchestra. Por ter vencido o concurso, a Ucrânia deveria ser no próximo ano o país anfitrião, tal como aconteceu em 2005 e 2017. No entanto, a 17 de junho, a EBU anunciou que aquele país não iria acolher o concurso em 2023, devido à guerra no país.

A cidade britânica de Liverpool foi a escolhida para ser a anfitriã em maio de 2023. A Liverpool Arena, junto ao rio Mersey, receberá a final, a 13 de maio, e as meias-finais a 9 e 11 do mesmo mês.

Ucrânia, como o país vencedor deste ano, estará automaticamente classificado para a Grande Final em 2023, juntando-se aos chamados “Big Five”: França, Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido.







Fonte: 24.sapo.pt                             Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/heart-of-steel-a-cancao-que-representara-a-ucrania-na-eurovisao-foi-escolhida-num-abrigo-antiaereo
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1379 em: 19/12/2022, 18:34 »
 
Ucrânia: Portugal atribuiu mais de 56.000 proteções temporárias a pessoas fugidas da guerra

Por MultiNews Com Lusa em 16:41, 19 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Portugal atribuiu até hoje mais de 56.000 proteções temporárias a pessoas que fugiram da guerra na Ucrânia e cerca de um quarto foram concedidas a menores, informou hoje o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).

A última atualização feita pelo SEF dá conta que desde o início da guerra, a 24 de fevereiro, Portugal concedeu 56.141 proteções temporárias a cidadãos ucranianos e a estrangeiros que residiam na Ucrânia, 32.874 dos quais a mulheres e 23.267 a homens.

O SEF avança que o maior número de proteções temporárias concedidas continua a ser registado em Lisboa (12.194), Cascais (3.487), Porto (2.856), Sintra (1.900) e Albufeira (1.384).

Aquele serviço de segurança acrescenta que foram autorizados pedidos de proteção temporária a 13.905 menores, representando cerca de 25% do total.

O SEF revela ainda que comunicou ao Ministério Público (MP) a situação de 737 menores ucranianos que chegaram a Portugal sem os pais ou representantes legais, casos em que se considera não haver “perigo atual ou iminente”.

Nestas situações – na maioria dos casos a criança chegou a Portugal com um familiar -, o caso é comunicado ao MP para nomeação de um representante legal e eventual promoção de processo de proteção ao menor.

O SEF comunicou também à Comissão de Proteção de Crianças e Jovens a situação de 15 menores que chegaram a Portugal não acompanhadas, mas com outra pessoa que não os pais ou representante legal comprovado, representando estes casos “perigo atual ou iminente”.

O pedido de proteção temporária a Portugal pode ser feito através da plataforma ‘online’ criada pelo SEF, disponível em três línguas, não sendo necessário os adultos recorrerem aos balcões deste serviço de segurança.

No entanto, no caso dos menores é obrigatória a deslocação a um balcão do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras para que seja confirmada a identidade e filiação.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou pelo menos 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões de refugiados para países europeus, pelo que as Nações Unidas classificam esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 6.755 civis mortos e 10.607 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais.








Fonte: multinews.sapo.pt                          Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-portugal-atribuiu-mais-de-56-000-protecoes-temporarias-a-pessoas-fugidas-da-guerra/
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