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Autor Tópico: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia  (Lida 78771 vezes)

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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1440 em: 22/12/2022, 23:20 »
 
Responsável russófono morto em atentado à bomba em Kherson

22 de dezembro 2022 às 18:48


Fonte de imagem: sol.sapo.pt

Num comunicado divulgado no Telegram, a administração local indicou que o responsável de Lioubymivka – localidade situada na margem esquerda do rio Dniepre – ocupada pelo exército russo e forças russófonas locais --, "morreu tragicamente após a explosão de um automóvel" provocada por "terroristas ucranianos".

Andrei Chtepa, responsável por Lioubymivka, uma localidade ucraniana sob controlo russo na região de Kherson, foi esta quinta-feira morto num atentado à bomba, anunciou a administração pró-russa neste território.

Num comunicado divulgado no Telegram, a administração local indicou que o responsável de Lioubymivka – localidade situada na margem esquerda do rio Dniepre – ocupada pelo exército russo e forças russófonas locais -, "morreu tragicamente após a explosão de um automóvel" provocada por "terroristas ucranianos".

Note-se que o rio Dniepre, que atravessa a Ucrânia, tornou-se na linha da frente nesta região e após os soldados russos se terem retirado em novembro da margem direita, situada a ocidente, devido ao avanço das tropas ucranianas. 







Fonte: sol.sapo.pt                           Link: https://sol.sapo.pt/artigo/788408/responsavel-russofono-morto-em-atentado-a-bomba-em-kherson
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1441 em: 22/12/2022, 23:23 »
 
Ucrânia: Avião com 176 refugiados chegou a Lisboa

Por MultiNews Com Lusa em 19:13, 22 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Um voo humanitário com 176 refugiados ucranianos chegou hoje a Lisboa cerca das 17:00 proveniente da Moldova, um avião da companhia aérea ucraniana de baixo custo “Sky Up Airlines”.

O avião aterrou em Lisboa pouco antes das 17:00 e uma hora depois os passageiros já tinham desembarcado no aeroporto militar de Figo Maduro.

Os refugiados são sobretudo mulheres e crianças, alguns chegados hoje mesmo à Moldava provenientes de Kiev.

A chegada dos refugiados decorre da iniciativa “Check-In Esperança”, fruto de uma parceria entre a associação “Ukrainian Refugees UAPT” e a empresa Leroy Merlin.

De acordo com a organização, o avião partirá para a Moldova dentro de algumas horas com 15 toneladas de bens como aquecedores, geradores e produtos de higiene, para depois serem transportados por camiões humanitários até Kiev e serem distribuídos a populações necessitadas.

A associação disse em comunicado que este é o sexto voo que já realizou.

As duas entidades, a associação e a empresa, no mesmo comunicado, garantem que vão assegurar o acompanhamento de longo prazo aos refugiados recém-chegados.

A “Ukrainian Refugees UAPT” foi fundada em fevereiro de 2022 e é uma organização sem fins lucrativos, sediada em Portugal, que presta apoio a refugiados da guerra na Ucrânia, decorrente da invasão russa.

A guerra na Ucrânia causou pelo menos 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões de refugiados em países europeus, pelo que as Nações Unidas classificam esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A Rússia lançou na madrugada de 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que, segundo as autoridades de Kiev, já fez mais de 2.000 mortos entre a população civil.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas a Moscovo.







Fonte: multinews.sapo.pt                             Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/ucrania-aviao-com-176-refugiados-chegou-a-lisboa/
« Última modificação: 23/12/2022, 14:24 por Nandito »
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1442 em: 22/12/2022, 23:25 »
 
Portugal continuará a apoiar Kiev até que recupere a soberania total

MadreMedia / Lusa
22 dez 2022 19:26



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

O chefe da diplomacia portuguesa, João Gomes Cravinho, garantiu hoje que Portugal continuará a apoiar e a solidarizar-se com a Ucrânia até que as autoridades de Kiev recuperem a totalidade da soberania do país, invadido pela Rússia.

Cravinho falava à agência Lusa no final da assinatura de um Memorando de Entendimento entre os ministérios dos Negócios Estrangeiros de Portugal e da Polónia sobre ajuda humanitária e assistência à Ucrânia, no valor de 30 milhões de euros, destinado a apoiar o orçamento polaco para acudir aos cerca de 3,5 milhões de refugiados ucranianos em solo polaco.

“Portugal continuará a apoiar e a solidarizar-se com a Ucrânia até que as autoridades de Kiev recuperem totalmente a soberania territorial”, afirmou o ministro dos Negócios Estrangeiros português, salientando que Portugal tem atuado em quatro vertentes no apoio ao conflito desencadeado pela invasão russa, a 24 de fevereiro.

“Temos a vertente política, com os apoios institucionais e formais nas organizações internacionais; o militar, já enviámos centenas de toneladas em equipamento militar; o financeiro, no valor de 250 milhões de euros, anunciados durante a visita do primeiro-ministro [português, António Costa] a Kiev; e o humanitário, pois já acolhemos mais de 55 mil refugiados ucranianos”, sublinhou Cravinho.

O chefe da diplomacia lembrou, nesse contexto, o prosseguimento do esforço humanitário com o voo que chega hoje a Lisboa com 170 refugiados ucranianos a bordo e que, algumas horas depois, parte para a Moldova com 15 toneladas de bens de primeira necessidade, como aquecedores, geradores, produtos de higiene, entre outros, para depois serem transportados por camiões humanitários até Kiev, onde serão distribuídos pela população em função das necessidades identificadas.

“Portugal é um dos países cuja população mais apoia, acima dos 90%, de forma consistente, a crise de refugiados da Ucrânia. Ao darmos todos este apoio, estamos a demonstrar isso mesmo, a solidariedade da população portuguesa”, sublinhou.

O memorando de entendimento foi assinado pelo secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros português, Francisco André, e pela embaixadora da Polónia em Lisboa, Joanna Pilecka, que, também à Lusa, agradeceu o esforço de Portugal no apoio às autoridades polacas.

“São dois países longe um do outro, mas próximos na solidariedade e no apoio humanitário na trágica invasão russa da Ucrânia. [Os 30 milhões de euros] são uma oferta generosa à Polónia que, para nós, tem três dimensões: o apoio aos 3,5 milhões de refugiados ucranianos na Polónia, o apoio a todo o suporte logístico da ajuda à Ucrânia e também como doador”, frisou a diplomata polaca.

“Mas o que gostaria de sublinhar é que, para nós, Polónia, onde 77% da população apoia os refugiados desta tragédia no nosso vizinho, este gesto de Portugal não tem só um valor simbólico, mas também a determinação em ajudar. Quero deixar aqui a gratidão do meu país”, acrescentou.

Também em declarações à Lusa, o encarregado de negócios da Embaixada da Ucrânia em Lisboa, Volodymyr Kazlov, mostrou “gratidão” ao apoio que Portugal tem dado “à invasão russa”, salientando o número “elevado” de refugiados ucranianos, cerca de 55 mil.

Kazlov sublinhou esperar que a guerra acabe com a vitória da Ucrânia em 2023 e saudou o facto de Portugal e a Polónia serem “amigos” do país, sublinhando esperar que, no próximo ano também, o país possa tornar-se membro da União Europeia (UE).

“Gostaria de agradecer a todo o povo português toda a ajuda nesta situação difícil. Muitos portugueses entregam muitos bens na embaixada [da Ucrânia em Lisboa], até geradores, pois sabem da situação energética dramática que se vive na Ucrânia. Por isso, o memorando de entendimento testemunha a nossa amizade com os dois países e espero que, em 2023, quando ganharmos a guerra, possamos dar um impulso ainda maior a essa amizade”, afirmou.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 14 milhões de pessoas — 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.







Fonte: 24.sapo.pt                           Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/portugal-continuara-a-apoiar-kiev-ate-que-recupere-a-soberania-total
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1443 em: 22/12/2022, 23:27 »
 
EUA aprovam 1,7 triliões de dólares para agências federais e ajuda à Ucrânia

MadreMedia / Lusa
22 dez 2022 22:43



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

O Senado norte-americano aprovou hoje despesas de 1,7 triliões de dólares que financia agências federais até setembro e providencia ajuda militar e económica à Ucrânia, um dia após o discurso dramático do Presidente ucraniano no Congresso.

O projeto de lei, que tem 4.155 páginas, inclui cerca de 772,5 mil milhões de dólares para programas domésticos e 888 mil milhões de dólares para a defesa e financiamento de agências federais até ao final do ano fiscal, no final de setembro.

A iniciativa legislativa foi aprovada por uma votação de 68-29 e agora seguirá para a Câmara para uma votação final, antes de poder ser enviada ao Presidente Joe Biden para ser assinada em lei.

“Este é um dos pacotes de dotações mais significativos que fizemos em muito tempo”, disse o líder da maioria do Senado, Chuck Schumer, acrescentando: “O leque de pessoas que ajuda é grande e profundo”.

Os legisladores aceleraram para obter a aprovação do projeto de lei, antes de um encerramento parcial do Governo, à meia-noite de sexta-feira.

Muitos estavam ansiosos por completar a tarefa antes do previsto agravamento das condições climatéricas, que os poderiam deixar bloqueados em Washington, antes das férias, e outros tentavam anteceder-se a uma nova representação para o próximo ano.

Os senadores ouviram Zelenskyy falar da importância da ajuda dos Estados Unidos ao seu país para a guerra com a Rússia, na noite de quarta-feira.

A medida prevê cerca de 45 mil milhões de dólares em assistência militar, económica e humanitária à nação devastada e aos aliados da NATO, mais do que Biden pediu, elevando a assistência total, até agora, para mais de 100 mil milhões de dólares.

“O vosso dinheiro não é caridade”, disse Zelenskyy aos legisladores e aos americanos que assistiam à sua intervenção a partir das suas casas.

“É um investimento na segurança global e na democracia que lidamos da forma mais responsável”, prosseguiu.

Os legisladores estavam em desacordo sobre quais as emendas a serem votadas, para que a votação final se realizasse de forma expedita.

Os impasses tinham o potencial de impedir a aprovação do projeto de lei antes da meia-noite de sexta-feira. Mas as negociações durante a noite levaram a um avanço e os senadores reuniram-se cedo na manhã de hoje para trabalharem através de mais de uma dúzia de emendas, antes de chegarem a uma votação final.

O projeto de lei de despesas é apoiado por Schumer e pelo líder republicano do Senado Mitch McConnell, embora por razões diferentes.

McConnell citou o aumento de 10% nos gastos com a defesa, que segundo ele dará às Forças Armadas Americanas o financiamento e a garantia necessários para garantir a segurança do país.

“Os maiores militares do mundo terão o aumento de financiamento de que necessitam, ultrapassando a inflação”, disse McConnell, que enfrentou o empurrão de muitos republicanos que não apoiam a lei das despesas e se ressentem de serem forçados a votar num pacote tão maciço, com tão pouco tempo antes de um possível encerramento e do feriado de Natal.








Fonte: 24.sapo.pt                             Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/eua-aprovam-17-trilioes-de-dolares-para-agencias-federais-e-ajuda-a-ucrania
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1444 em: 22/12/2022, 23:30 »
 
G7 insta Bielorrússia a parar apoio a Moscovo e ameaça com sanções

MadreMedia / Lusa
22 dez 2022 21:54



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

O G7 exortou hoje as autoridades bielorrussas a terminarem o apoio à invasão russa da Ucrânia e ameaçaram Minsk com sanções, caso continue a permitir que as Forças Armadas russas utilizem o seu território no contexto da guerra.

“Qualquer outra participação ativa na guerra de agressão ilegal da Rússia seria contrária à vontade e às aspirações do povo bielorrusso. Se as autoridades bielorrussas envolverem a Bielorrússia mais diretamente na guerra da Rússia, o G7 imporá custos adicionais esmagadores ao regime”, sublinharam os ministros dos Negócios Estrangeiros do G7, o conjunto dos sete países mais ricos do mundo, em comunicado.

Os chanceleres do G7 prometeram ainda “melhorar e coordenar estreitamente os esforços para corresponder às necessidades urgentes da Ucrânia por equipamentos militares e de defesa, especialmente de defesa aérea”.

O G7 é formado pelos Estados Unidos, Alemanha, Japão, Canadá, Reino Unido, França e Itália.

Também os ministros das Finanças do G7, que se reuniram hoje pela última vez antes do final do ano, reafirmaram o seu compromisso com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, no sentido de prestar ajuda económica a Kiev no quadro da “guerra de agressão”.

“Reafirmamos que com as nossas sanções não visamos alimentos. Permitimos explicitamente o livre fluxo de produtos agrícolas e fazemos todo o possível para minimizar o possível impacto negativo e efeito indireto em países terceiros”, destaca ainda o G7 no comunicado.

Os países mais industrializados sublinharam ainda que, em conjunto com a comunidade internacional, mostraram “unidade, criatividade e força” para atender às “necessidades humanitárias, materiais e financeiras urgentes da Ucrânia”.

“Até 2022, mobilizamos 32.700 milhões de dólares (cerca de 30.900 milhões de euros) em apoio orçamental para ajudar a Ucrânia a diminuir o seu défice de financiamento para este ano. Este valor total foi desembolsado ou está em processo de desembolso”, sublinharam.

O G7 salientou ainda que até 2023 asseguraram 32.000 milhões de dólares (cerca de 30.200 milhões de euros) em apoio a Kiev, um montante que inclui 18.000 milhões de dólares (cerca de 17.000 milhões de euros) da União Europeia, juntamente com uma doação dos Estados-membros para cobrir os custos.

Este é um complemento ao último pacote de apoio aprovada pelo executivo de Joe Biden, que pode ser aprovado pelo Congresso norte-americano esta semana, bem como o desembolso “iminente” de 500 milhões de dólares (cerca de 472 milhões de euros) em empréstimos adicionais do Banco Mundial garantidos pelo Reino Unido.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 14 milhões de pessoas — 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.







Fonte: 24.sapo.pt                            Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/g7-insta-bielorrussia-a-parar-apoio-a-moscovo-e-ameaca-com-sancoes
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1445 em: 23/12/2022, 14:26 »
 
Ucrânia. Armas no sapatinho

23 de dezembro 2022 às 08:04


Fonte de imagem: AFP

Com a oferta dos Patriot, a relação dos EUA e da Ucrânia entrou ‘numa nova fase’. Mas o resto da lista de prendas causa discórdia nos bastidores.

Será um natal duro e gelado para os ucranianos, que tentam sobreviver à ofensiva do Kremlin contra a infraestrutura elétrica do seu país. E os militares, mesmo estando conscientes das dificuldades enfrentadas pelas suas famílias, procuram uma vulnerabilidade nas linhas russas, esperando quebrá-las antes que lá cheguem ainda mais reservistas recrutados à força pelo regime de Vladimir Putin. Já Volodymyr Zelensky dirigiu-se a Washington, para obter mais armas para as suas tropas.

Quando viajou para a Polónia de comboio, saindo na estação de Przemysl e seguindo numa mota 4x4 branca antes de atravessar o Atlântico numa aeronave militar americana, o Presidente ucraniano levou consigo uma bandeira da Ucrânia, trazida da sua visita ao ponto mais sangrento da linha da frente, Bakhmut, para ser oferecida ao Congresso americano. Já Zelensky, na sua primeira saída da Ucrânia desde o início da invasão russa, também recebeu uma prenda de natal antecipada. Tendo Joe Biden, numa conferência de imprensa conjunta, anunciado o envio de ajuda militar no valor de mais de 1,8 mil milhões de dólares, equivalente a 1,7 mil milhões de euros. Incluindo uma bateria dos ansiados mísseis Patriot, visto como um dos mais capazes sistemas de defesa antiaérea do planeta, cuja entrega foi descrita por Zelensky como «uma nova fase» na já estreita cooperação entre a Ucrânia e os Estados Unidos.

Cada bateria de Patriots, que só costumam ser vendidos aos aliados mais próximos de Washingtom, custa uns mil milhões de euros. Estão montadas em camiões e consistem num sistema de lançamento com oito lançadores contendo até quatro mísseis cada, assim como um radar e uma estação de controlo. Trata-se de um sistema com alcance de até 160 km, dependendo do míssil usado, capaz de cobrir uma área de cerca de 68 quilómetros, segundo informaram à DW as Forças Armadas alemãs, que possuem Patriots. É muito eficaz contra helicópteros, aeronaves, mísseis de cruzeiro ou balísticos, dificultando a capacidade do Kremlin devastar a Ucrânia. Contudo, os Patriot não só precisam de ser manejados por uma equipa de 90 tropas, altamente treinadas, algo que ainda irá demorar, como têm grandes dificuldades contra as vagas de drones iranianos baratos a que os russos têm usado contra a rede elétrica.

Os Shahed-136 comprados pelos russos, que os rebatizaram de Geran-2, são pequenos e voam muito perto do chão. Tendo os Patriot mostrado dificuldade contra esse género de alvo na Arábia Saudita, que apesar de possuir estas defesas antiaéreas é recorrentemente atingida com outro modelo de drones kamikaze iraniano, os Qased, disparados pelo houthis, um grupo rebelde iemenita aliado de Teerão. Além de cada míssil disparado pelos Patriot custar mais de um milhão de dólares – os modelos mais recentes chegam aos quatro milhões de dólares – e não compensar usá-los para destruir drones que custam umas poucas centenas de dólares cada.

Os mísseis desta bateria de Patriots enviada pelos EUA deverão ser reservados para alvos prioritários, podendo potencialmente proteger Kiev contra a ameaça do uso de armas nucleares táticas pelo regime de Vladimir Putin. Talvez mais importante ainda, são um sinal de que Washington finalmente ultrapassou as suas reticências em providenciar armamento mais pesado aos ucranianos. Os Patriot faziam parte de uma longa lista de prendas pedidas pela Ucrânia, que inclui F-16, tanques mais avançados ou mísseis de longo alcance, e que foi divulgada pelo Presidente ucraniano no início deste mês.

No entanto, por trás da pompa, circunstância e demonstrações de união, os comandantes militares de Zelensky e o Pentágono discordam quanto ao que a Ucrânia precisa para derrotar os invasores. Os ucranianos, ansiosos por conduzir novas contraofensivas ainda durante o inverno, pretendem receber tanques M1 Abrams, para conseguir avançar em profundidade caso quebrem as linhas russas, como fizeram no sudeste de Kharkiv, tomando Izyum. Mas os M1 Abrams, que estilhaçaram as formações de blindados soviéticos de Saddam Hussein durante a invasão do Iraque, são demasiado complexos de operar e difíceis de manter para a Ucrânia, garantiram dirigentes do Pentágono ao Washington Post, considerando que as forças ucranianas já possuíam tanques suficientes.

Outra fonte de discórdia é o que fazer quanto às vagas de bombardeamentos aéreos russos. Os americanos querem criar umas defesa às camadas, com sistemas mais avançados como os Patriot a destruir alvos de alto valor e outros menos dispendiosos a caçar drones. Mas para o Governo de Kiev a única maneira de impedir de vez a devastação é atingir a origem dos bombardeamentos.

O que significa «ataques combinados contra alvos estacionários do inimigo, primeiro contra as pistas das bases de aeronaves de ataque russas, e nas áreas das posições de lançamento de mísseis balísticos e de cruzeiro», escreveu Mykhailo Zabrodskyi, vice-presidente do Comité para Segurança Nacional, Defesa e Inteligência da Ucrânia, num artigo para a agência Ukrinform. Daí que Zelensky tenha pedido o envio de mísseis terra-terra de longo alcance americanos MGM-140 ATACMS. Algo que Biden garantiu que não deixará no sapatinho do seu homólogo ucraniano.

O receio da Casa Branca é que isso provocasse Putin, que já descreve a sua «operação militar especial» como sendo contra toda a NATO. «É bem sabido que o potencial e capacidade militar de quase todos os principais países da NATO está a ser ativamente utilizado contra a Rússia», queixou-se o Presidente russo, enquanto Zelensky se dirigia a Washington, num discurso perante as chefias militares russas. «Apesar disso, os nossos soldados, sargentos e oficiais estão a lutar», garantindo que estão a avançar «passo a passo».

Passo a passo é uma maneira exata de descrever os avanços russos, que ficaram na defensiva em praticamente toda a linha da frente, exceto em Bakhmut, onde lançam bombardeamentos massivos de artilharia e assaltos com pequenos contingentes de infantaria. É uma maneira de capitalizar o fluxo de carne para canhão que vai chegando à linha da frente. Temendo os comandantes ucranianos que, caso não lancem um golpe devastador às forças russas antes da primavera, Putin consiga treinar um novo exército e avançar de novo, vindo de várias direções, a partir do leste, do sul ou até da Bielorrússia, numa repetição do que se assistiu nos primeiros momentos da invasão.

«Os russos estão a preparar cerca de 200 mil tropas frescas», avisou o general Valery Zaluzhny, comandante em chefe das Forças Armadas ucranianas, ao Economist, esta semana. «Não tenho dúvidas de que farão outra tentativa contra Kiev».







Fonte: sol.sapo.pt                            Link: https://sol.sapo.pt/artigo/788428/ucr-nia-armas-no-sapatinho
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1446 em: 23/12/2022, 14:49 »
 
Político russo quer Putin investigado por utilizar a palavra “guerra” sobre o conflito na Ucrânia

Por Francisco Laranjeira em 13:25, 23 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

Um político de São Petersburgo pediu aos promotores de Justiça da Rússia para investigar o presidente Vladimir Putin por este ter usado a palavra “guerra” para descrever o conflito na Ucrânia, acusando o chefe do Kremlin de violar a sua própria lei.

Ao longo dos últimos meses, Putin sempre descreveu a sua invasão como uma “operação militar especial”, tendo assinado leis, em março último, que previam multas pesadas e penas de prisão por desacreditar ou espalhar “informações deliberadamente falsas” sobre as forças armadas, sobretudo colocando as pessoas em risco por chamarem o conflito de “guerra”.

Mas, esta quinta-feira, Putin afastou-se da expressão habitual, em conferência de imprensa: “O nosso objetivo não é fazer girar este volante de um conflito militar, mas, pelo contrário, pôr fim a esta guerra”, referiu o presidente russo aos jornalistas.

Nikita Yuferev, conselheiro da oposição na cidade onde Putin nasceu, apontou no entanto que sabe que a sua contestação legal não vai levar a lado nenhum mas decidiu apresentá-la para expor a “falsidade” do sistema. “É importante para mim fazer isso para chamar a atenção para a contradição e a injustiça dessas leis que Putin adota e assina, mas que ele mesmo não observa”, observou o político, em declarações à agência ‘Reuters’. “Acho que quanto mais falarmos sobre isso, mais as pessoas vão duvidar da sua honestidade, da sua infalibilidade e menos apoio terá.”

Em carta aberta, Yuferev pediu pediu ao procurador-geral e ministro do Interior que “responsabilize (Putin) perante a lei por espalhar notícias falsas sobre as ações do exército russo”.

Yuferev, que pediu à Reuters para não divulgar sua localização, disse que os críticos de Putin que chamaram publicamente a guerra de guerra sofreram duras punições, apesar de diversos críticos do presidente russo terem sofrido recentemente duras punições.

O político da oposição Ilya Yashin foi condenado a 8 anos e meio este mês por espalhar “informações falsas” sobre o exército. Em julho, outro vereador local, Alexei Gorinov, foi condenado a sete anos por criticar a invasão.

Após a publicação da carta aberta, Yuferev disse ter recebido centenas de mensagens de ódio, embora continue a acreditar que a maioria dos russos entende o que realmente se passa na Ucrânia. “Guerra, na sociedade russa, é uma palavra assustadora. Todos foram criados por avós que viveram a II Guerra Mundial, todos se lembram do ditado ‘tudo menos a guerra'”, finalizou.








Fonte: multinews.sapo.pt                            Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/politico-russo-quer-putin-investigado-por-utilizar-a-palavra-guerra-sobre-o-conflito-na-ucrania/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1447 em: 23/12/2022, 15:49 »
 
Patriarca da Igreja Ortodoxa da Rússia era agente da KGB e escondeu passado como “magnata do álcool e tabaco”

Por Pedro Zagacho Gonçalves em 14:42, 23 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O Patriarca Kirill, líder da Igreja Ortodoxa da Rússia esconde um passado como como agente da KGB e da FSB, tendo também ocultado que fez fortuna em negócios milionários de comércio de tabaco e álcool. Quem o garante é um ex-espião russo da KGB.

Serhii Zhirnov, que trabalhou nos serviços secretos da Rússia, revelou em entrevista ao canal ‘UNIAN’ assegura que o líder religioso russo, muito próximo de Putin, é um oligarca com uma grande fortuna, amealhada nos anos 90, através da importação e distribuição de bebidas alcoólicas e produtos de tabaco.

Segundo afirma o ex-agente da KGB, em alguns círculos de Moscovo Kirill, de nome real Vladimir Mikhailovich Gundyayev, era conhecido como “O Magnata do Tabaco”.

“Mesmo que não fosse um grande bandido, é claramente um grande capitalista, e um oligarca, no mais puro e literal sentido da palavra”, começa por acusar Zhirnov.

O ex-agente secreto continua e justifica: “Porque a igreja dele lucra com as pessoas, envolve-se em várias atividades comerciais, recebe ofertas e doações, que estão todas isentas de quaisquer impostos ou taxas”.

Na entrevista, o russo assegura que o Patriarca de Moscovo “tem muito dinheiro, como aliás tem toda a gente na Igreja Ortodoxa da Rússia”, e explicou que os sinais de que o religioso também é um agente da KGB saltam à vista.

Zhrinov recorda um evento religioso na década de 1970, em que Kirill foi a Genebra, na Suíça, para representar a instituição religiosa no Conselho Mundial de Igrejas num evento. O russo acabou por lá ficar durante mais de dois anos. “Nenhum padre, que não fosse inimigo ideológico, ficaria ali numa missão a longo-termo em Genebra, a não ser que fosse nosso agente infiltrado, ou até um dos nossos empregados”, disse o ex-oficial da KGB.







Fonte: multinews.sapo.pt                         Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/patriarca-da-igreja-ortodoxa-da-russia-era-agente-da-kgb-e-escondeu-passado-como-magnata-do-alcool-e-tabaco/
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1448 em: 23/12/2022, 15:50 »
 
Rússia exige à NATO e aos Estados Unidos o fim do apoio financeiro e militar à Ucrânia como condição para negociar a paz

Por Francisco Laranjeira em 14:49, 23 Dez 2022


Fonte de imagem: multinews.sapo.pt

O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia garantiu, esta sexta-feira, que não haverá negociações de paz para terminar o conflito na Ucrânia enquanto houver pessoal da NATO e dos Estados Unidos no país.

Para o diplomata russo Alexander Darchiev, diretor do Departamento para a América do Norte do ministério russo, há duas condições para que se possam lançar “negociações sérias” para estabelecer a paz no quadro da guerra na Ucrânia, considerando que, sem eles, “não é possível” avançar no diálogo.

Assim, entre as condições está a indicação de que a NATO e os Estados Unidos devem pôr fim aos pacotes de ajuda financeira e militar, assim como a presença de elementos na Ucrânia, ou o reconhecimento da “verdadeira situação do território do país”, indicou, em entrevista à agência estatal russa ‘TASS’.

“Será prematuro lançar negociações sérias sobre garantias de segurança no contexto da Ucrânia e da região euro-atlântica enquanto são injetados armas e fundos no regime ucraniano, enquanto os militares americanos e da NATO permanecem no país, e a menos que reconhecam alguns desenvolvimentos práticos no terreno”, sublinhou Darchiev.

O diplomata russo garantiu que a “bola está agora no campo dos Estados Unidos”, tendo referido que o Kremlin fez “uma tentativa honesta de chegar a uma acordo”, pelo que Moscovo, “nestas circunstâncias”, não confia “nos Estados Unidos nem no Ocidente”.

“Como se viu há algum tempo, as doces garantias ocidentais de não ter qualquer intenção agressiva e de estar comprometido com os acordos de Minsk disfarçaram o esforço de rearmar o exército ucraniano e concentrar forças para retomar Donbass e destruí-lo”, finalizou o diplomata.








Fonte: multinews.sapo.pt                           Link: https://multinews.sapo.pt/noticias/russia-exige-a-nato-e-aos-estados-unidos-o-fim-do-apoio-financeiro-e-militar-a-ucrania-como-condicao-para-negociar-a-paz/
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Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1449 em: 25/12/2022, 18:54 »
 
Países Baixos disponibilizam 2,5 mil milhões de euros a Kiev para 2023

MadreMedia / Lusa
23 dez 2022 19:06



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

O Governo dos Países Baixos anunciou hoje um pacote total de 2,5 mil milhões de euros de apoio à Ucrânia para 2023, em grande parte destinado a equipamentos militares.

“Cerca de dois mil milhões são destinados ao apoio militar”, precisou o primeiro-ministro neerlandês, Mark Rutte, no decurso de uma conferência de imprensa em Haia.

“O restante será para as áreas humanitária, para a reconstrução de infraestruturas” e no combate à impunidade, acrescentou.

“A utilização exata da contribuição depende das necessidades dos ucranianos e da forma como irá decorrer a guerra”, sublinhou por sua vez o Governo em comunicado.

A ajuda aos trabalhos de reconstrução está destinado à recuperação de infraestruturas, incluindo as energéticas, para além de hospitais, habitações, agricultura ou operações de desminagem, pormenorizou o Governo.

Na semana passada, a ministra da Defesa neerlandesa, Kajsa Ollongren, indicou que os Países Baixos disponibilizaram até ao momento cerca de mil milhões de euros de ajuda militar à Ucrânia desde o início da invasão russa em 24 de fevereiro.

“Os Países Baixos continuarão a apoiar a Ucrânia enquanto a Rússia prosseguir a guerra na Ucrânia”, declarou hoje Rutte em mensagem no Twitter, acrescentando que contactou por telefone o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, sobre as decisões hoje anunciadas por Haia.

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 14 milhões de pessoas — 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.







Fonte: 24.sapo.pt                             Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/paises-baixos-disponibilizam-25-mil-milhoes-de-euros-a-kiev-para-2023
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Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1450 em: 25/12/2022, 18:56 »
 
Putin utiliza a palavra "guerra" e EUA instam o líder russo a "reconhecer a realidade"

MadreMedia / Lusa
23 dez 2022 22:35



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

Os Estados Unidos exortaram hoje Vladimir Putin a reconhecer a realidade do conflito na Ucrânia e a retirar as suas tropas, após o Presidente russo ter utilizado a palavra "guerra", banida da Rússia, numa conferência de imprensa.

Desencadeada em 24 de fevereiro, a invasão russa na Ucrânia é oficialmente chamada de “operação militar especial” na Rússia.

As autoridades russas introduziram uma lei que prevê pesadas penas de prisão para qualquer publicação de informações sobre o Exército russo consideradas “falsas” e várias pessoas foram condenadas, em particular depois de terem chamado publicamente o conflito de “guerra”.

No entanto, durante uma conferência de imprensa na quinta-feira, Vladimir Putin usou esta palavra, garantindo que deseja que o conflito na Ucrânia termine “o mais rápido possível”.

“Desde 24 de fevereiro, os Estados Unidos e o resto do mundo sabem que ‘a operação militar especial’ é uma guerra não provocada e injustificada contra a Ucrânia”, sublinhou um porta-voz do Departamento de Estado dos EUA.

“No final, depois de 300 dias, Putin chamou a guerra pelo nome”, acrescentou, instando Putin “como próximo passo para reconhecer a realidade” a “encerrar esta guerra retirando as suas tropas da Ucrânia”.

O Departamento de Estado lembrou que “a agressão da Rússia contra a soberania de seu vizinho causou morte, destruição e deslocamento de populações”, seja qual for a terminologia usada por Putin.

Nikita Iouferev, um deputado municipal russo, anunciou esta quinta-feira à noite que apresentou uma queixa contra o Presidente Vladimir Putin, a quem acusou de ter divulgado “informações falsas” ao utilizar a palavra “guerra” para descrever a operação na Ucrânia.

Este pedido tem poucas hipóteses de sucesso, especialmente porque o texto do eleito local contém vários erros factuais, como a data do discurso de Putin ou o próprio nome do Presidente, escrito no feminino, noticiou a agência France-Presse (AFP).

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 14 milhões de pessoas — 6,5 milhões de deslocados internos e mais de 7,8 milhões para países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Neste momento, 17,7 milhões de ucranianos precisam de ajuda humanitária e 9,3 milhões necessitam de ajuda alimentar e alojamento.

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas.







Fonte: 24.sapo.pt                           Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/putin-utiliza-a-palavra-guerra-e-eua-instam-o-lider-russo-a-reconhecer-a-realidade
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Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1451 em: 25/12/2022, 18:58 »
 
Congresso dos EUA aprova orçamentos para 2023 que incluem 45.000 milhões de dólares para a Ucrânia

MadreMedia / Lusa
23 dez 2022 23:15



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

O Congresso dos Estados Unidos aprovou hoje os orçamentos para o ano de fiscal de 2023, que contemplam um gasto de cerca de 1,7 biliões de dólares, incluindo 45.000 milhões de dólares para a Ucrânia.

A última votação na Câmara dos Representantes, câmara baixa do Congresso, permite evitar a paralisação da administração federal norte-americana, conhecida como ‘shutdown’.

O projeto de lei foi aprovado por 225 votos a favor e 201 contra.

Na quinta-feira, a câmara alta norte-americana (Senado) tinha dado a sua aprovação por 68 votos a favor e 29 contra.

Falta agora os orçamentos serem ratificados pelo Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, que já assegurou que o irá fazer assim que receba os documentos.

As duas câmaras do Congresso tinham aprovado, preventivamente, uma resolução paralela que prorrogava os atuais orçamentos por mais uma semana, até 30 de dezembro, para garantir o funcionamento do governo federal.

Estes orçamentos para o ano fiscal de 2023, que vai de 01 de outubro a 30 de setembro de 2023, incluem um orçamento de defesa avaliado em cerca de 858 mil milhões de dólares (809 mil milhos de euros) e outros 800 mil milhões dólares (755 mil milhões de euros) para outros itens, um aumento de 9,3% em relação ao ano anterior.

Também cobrem 40,6 mil milhões de dólares (38 mil milhões de euros) para lidar com secas, furacões, inundações, incêndios e outros desastres naturais e emergências nos Estados Unidos; e cerca de 45 mil milhões de dólares (43 mil milhões de euros) em ajuda económica, humanitária e de segurança para a Ucrânia.

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, que viciou Washington na quarta-feira para um encontro com Biden, defendeu naquele dia no Congresso que o dinheiro para seu país não é caridade: “É um investimento na segurança global e na democracia”.

O projeto de lei tinha ficado suspenso no Senado devido a duas emendas sobre a gestão na fronteira com o México, devido à crise migratória, que foram rejeitadas.

O regulamento inclui também uma reforma para dar maiores garantias à contagem eleitoral, ao esclarecer que o vice-presidente não tem poder para revogar os resultados das eleições presidenciais.

Esta mudança ocorre na véspera do segundo aniversário do ataque ao Capitólio, de 06 de janeiro de 2021, quando apoiantes de Donald Trump tentaram impedir a certificação da vitória eleitoral de Biden.

O líder da maioria Democrata na Câmara de Representantes, Steny Hoyer, congratulou-se com a aprovação dos orçamentos, salientando o apoio à Ucrânia e a lei que garante que “o ataque vergonhoso à democracia não se repete”.

Já o atual líder da minoria na Câmara, Kevin McCarthy, que emergirá como presidente em janeiro, deixou alertas sobre os orçamentos: “A inflação, a economia e o governo vão piorar”.







Fonte: 24.sapo.pt                            Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/congresso-dos-eua-aprova-orcamentos-para-2023-que-incluem-45-000-milhoes-de-dolares-para-a-ucrania
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Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1452 em: 25/12/2022, 19:00 »
 
Famalicão: Acenda uma vela pela Ucrânia

Dezembro 24, 2022 1:17 am


Fonte de imagem: cidadehoje.sapo.pt

O Município de Famalicão aproveita a época natalícia, em que se exaltam valores como a paz, amizade e solidariedade, para desafiar os famalicenses a acenderem uma vela pela Ucrânia este sábado e domingo e a partilharem o momento nas suas redes sociais, através da hashtag #BringLightToUkraine.
Esta iniciativa resulta dos desafios humanitários colocados pela guerra da Ucrânia e no âmbito do protocolo de geminação assinado entre Famalicão e a cidade ucraniana de Zhytomyr.






Fonte: cidadehoje.sapo.pt                        Link: https://cidadehoje.sapo.pt/famalicao-acenda-uma-vela-pela-ucrania/
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Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1453 em: 25/12/2022, 19:02 »
 
Guerra na Ucrânia. Artistas e padres visitam tropas ucranianas na linha da frente

MadreMedia
24 dez 2022 18:03



EPA/SERGEY KOZLOV

Um grupo de artistas visitou os soldados da Guarda Nacional Ucraniana que estão posicionados em Kharkiv, perto da fronteira russa.

Artistas e padres estiveram em alguns locais da linha da frente para motivar as tropas ucranianas durante a presente quadra natalícia.

Alguns ucranianos celebram o Natal no dia 25 de dezembro, mas grande parte da população celebra de acordo com o antigo calendário juliano ortodoxo, a 07 de janeiro.


créditos: EPA/SERGEY KOZLOV

Kharkiv e áreas vizinhas têm sido alvo de pesados bombardeamentos desde o início da guerra, em fevereiro, quando as tropas russas entraram na Ucrânia, iniciando um conflito que provocou destruição e uma crise humanitária.

Na semana passada, segundo a BBC, o ministro da Defesa russo também anunciou a criação de uma "brigada criativa", que incluiria cantores e músicos, para "manter a moral e o estado psicológico e político das tropas russas elevado".







Fonte: 24.sapo.pt                            Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/guerra-na-ucrania-artistas-e-padres-visitam-tropas-ucranianas-na-linha-da-frente
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Offline Nandito

Re: Tudo relacionado com a Guerra na Ucrânia
« Responder #1454 em: 25/12/2022, 19:04 »
 
Presidente do Parlamento Europeu apela a solidariedade com Ucrânia e os mais vulneráveis

MadreMedia / Lusa
24 dez 2022 18:29



Fonte de imagem: 24.sapo.pt

A presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, apelou hoje à solidariedade com a Ucrânia, mas também com os "vulneráveis, os que estão sozinhos, os esquecidos e os ignorados", numa mensagem de vídeo divulgada no Twitter para desejar feliz Natal.

Metsola apelou aos valores europeus e pediu solidariedade “com os que estão a combater na Ucrânia, com os presos na Bielorrússia, com os que estão nas ruas no Irão”.

A política conservadora destacou ainda a “necessidade de garantir dignidade para todos, para aqueles que lutam para sobreviver” e não podem “aquecer as casas” ou “alimentar os filhos”.

Metsola também se referiu a quem chega “em navios partidos à procura de uma nova vida” e a quem quer “viver e amar quem quiser”, mencionando ainda a necessidade de “empoderamento, igualdade e justiça”, principalmente para as mulheres que sofrem abusos e lutam para ter os mesmos direitos dos homens.

Na mensagem, pediu também o fim do racismo, da discriminação, do antissemitismo e da pobreza intergeracional.

A presidente do Parlamento Europeu não mencionou o escândalo de corrupção pelo alegado suborno do Qatar que está a ser investigado pela justiça belga e pelo qual é acusada a eurodeputada Eva Kaili, demitida por Metsola do cargo de vice-presidente.







Fonte: 24.sapo.pt                           Link: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/presidente-do-parlamento-europeu-apela-a-solidariedade-com-ucrania-e-os-mais-vulneraveis
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