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Autor Tópico: Prémio de Jornalismo na área da Saúde Mental para Elisabete Barata  (Lida 967 vezes)

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Prémio de Jornalismo na área da Saúde Mental para Elisabete Barata

O 2.º Prémio de Jornalismo na Área da Saúde Mental foi hoje, sábado, atribuído no Porto à jornalista Elisabete Barata, da TVI, pela sua reportagem "Fora de Controlo" sobre a perturbação obsessivo-compulsiva.

Nesta reportagem a jornalista deu a conhecer pessoas que sofrem daquela doença e que, durante muito tempo, levaram uma vida dupla dominada por comportamentos irracionais que os deixaram fora de controlo.

O galardão foi entregue durante a comemoração, na Fundação de Serralves, do quarto aniversário da 'Encontrar+se', uma IPSS que procura contribuir activamente na reabilitação dos doentes com perturbação mental.

Outros jornalistas foram premiados com menções honrosas, pelas suas reportagens televisivas que abordam o autismo: Jaime Silvério (Sport Tv); Luís Rebelo, Teresa Basso e Fernanda Freitas (RTP1).

O 2.º Prémio de Jornalismo da Área da Saúde Mental é uma iniciativa anual da Fundação AstraZeneca, Coordenação Nacional para a Saúde Mental, Casa da Imprensa e da Associação Encontrar+Se e visa premiar trabalhos jornalísticos que contribuam para um maior conhecimento social das doenças mentais e diminuam o estigma a estas associado.

Na véspera do Dia Mundial da Saúde Mental (10 de Outubro), e integrado nas comemorações da 'Encontrar+se', foi apresentado o livro "A Loucura. A busca de um pai, no insano sistema de saúde", do ex-jornalista norte americano Pete Earley, que versa sobre problemas nas políticas de saúde dos EUA.

O livro, com prefácio de António Pacheco Palha (Professor Catedrático Jubilado de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e Presidente da Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental), trata sobre a política de desinstitucionalização que se observou nos EUA, após a lei Kennedy (1963), e que levou ao encerramento de hospitais psiquiátricos sem a existência de outras estruturas comunitárias para tratamento.

Fonte: Jornal de Notícias

"As maiores coisas do mundo e as mais belas não podem ser vistas e nem sequer tocadas. Devem ser sentidas com o coração."

(Helen Keller)
 

 



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