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Autor Tópico: Paratriatlo  (Lida 19183 vezes)

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Offline Eduardo Jorge

Paratriatlo
« em: 12/09/2010, 19:00 »
 
                                     
Pedro Basílio perdeu parte da perna direita num acidente de viação há 14 anos, mas a força de vontade e o espírito de sacrifício levaram-no a superar as limitações e a entrar no triatlo de alta competição.

No sábado, na prova de paratriatlo dos Mundiais, a decorrerem em Budapeste, na Hungria, Pedro Basílio é o único português inscrito para a competição, com os segmentos de natação.

Mas, para se tornar no primeiro atleta português portador de deficiência a ser selecionado para o campeonato do Mundo, Pedro Basílio teve de vencer "muitos obstáculos", depois da amputação da perna direita.

"Ter sido amputado foi imposto pelo destino e, a partir daí, só me restou ir lutando para ultrapassar tudo", recordou Pedro Basílio à agência Lusa.

Com 40 anos, o atleta de desporto adaptado lembrou que, no início, houve uma altura em que pensou que "tinha acabado tudo sem uma perna, que a vida tinha ido por água abaixo".

"Os amigos apoiaram-me e acreditei que podia fazer mais alguma coisa e sobreviver àquilo. Comecei a trabalhar o físico e a melhorar psicologicamente", disse.

Pedro Basílio disse que teve de se sacrificar muito, dedicando muitas horas de treino e "abdicando da família".

"O sacrifício já é natural em nós. Às vezes, não sabemos que temos essa capacidade de sacrifício e não a tiramos de lá de dentro. Consoante as necessidades, vamos buscar um bocadinho de mais força e descobrimos que temos mais ainda. É preciso é acreditar e consegue-se sempre um bocadinho mais", afirmou.

Pedro Basílio revelou alguma surpresa por estar em Budapeste integrado na seleção portuguesa de triatlo, um desporto que diz ser à sua "medida".

"É um desporto de resistência. Tenho todas as características para ser atleta de resistência. Adapto-me bem a este tipo de provas", salientou.

Confessando que não tem quaisquer "constrangimentos" em competir em Portugal ao lado de atletas sem limitações, Pedro Basílio declarou que sempre teve o "objetivo de apenas fazer" o que fazia antes de perder parte do membro inferior.

"Com as limitações que tenho, o desafio era conseguir superá-las e ter uma vida normal, conseguir fazer as mesmas coisas que fazia antes ou mesmo melhor. Conseguia arranjar forças e continuar a lutar", disse.

E é com a mesma perseverança com que encara as provas, mesmo que a prótese para o atletismo lhe provoque feridas.

"O meu lema é chegar ao fim sempre. Somos todos competitivos e nenhum de nós quer perder por nada, é natural. Se podemos chegar mais à frente, chegamos. Esforço-me por chegar ao fim", disse, rejeitando a desistência.

"Com ou sem limitações, nem que seja o último",

Fonte: Record
« Última modificação: 17/09/2015, 16:30 por migel »
 

Offline Fisgas

Triatlo Adaptado
« Responder #1 em: 15/01/2011, 11:35 »
 
Triatleta amputada Sarah Reinertsen

Ela é famosa por ter sido a primeira mulher amputada a completar o Ironman no Havaí. Só pra constar, o Ironman é uma competição em que o atleta precisa completar um percurso de 4km de natação, 180 km de bicicleta e 42 km de corrida em, no máximo, 17 horas.

Sarah nasceu com um problema ósseo na perna esquerda, o que causou sua amputação aos 7 anos. Foi depois disso que ela começou a correr, e aos 13 anos quebrou o recorde dos 100 metros rasos feminino para amputados acima do joelho.

A atleta se tornou conhecida do grande público por participar da décima temporada do reality show Amazing Race com seu namorado. A dupla terminou em sétimo lugar, mas teve uma das participações mais marcantes do programa.

A triatleta Sarah Reinertsen saiu nua, em 2009,  na capa da ESPN Magazine.

Certeza que Phill (o Zeca Camargo do Amazing Race) depois de ver essas fotos diria: “Sarah… you are the winner of the AMAZING RACE!”



Abaixo edição feita por um fã com os melhores momentos da dupla no programa.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=7yJ9L0Z0XjY[/youtube]


Fonte: http://gomademascar.net/

« Última modificação: 17/09/2015, 16:32 por migel »
 

Offline Fisgas

Triatlo Adaptado
« Responder #2 em: 15/06/2011, 15:28 »
 
Almeirim recebeu o 1º encontro de Triatlo Adaptado


 
Almeirim recebeu o primeiro encontro de Paratriatlo. O evento foi promovido pelo CRIAL (Centro de Recuperação Infantil de Almeirim) em parceria com a ADES (Associação de Desporto Especial do Distrito de Santarém) e com o apoio da ANDDEMOT e FTP. A prova foi adaptada para atletas portadores de deficiência intelectual.

O balanço do evento é francamente positivo nele tendo participado 45 paratriatletas, em representação de vários Centros de Reabilitação e Recuperação.

A organização este I Encontro de Paratriatlo em Almeirim vem na sequência da estratégia de desenvolvimento idealizado para o Paratriatlo.
 
Desta feita, em parceria com a CRIAL, ADES e a ANDDEMOT (Associação Nacional de Desporto para Deficientes Motores) foi possível desenvolver a primeira de um conjunto de actividades previstas para o ano 2011.
 
Com esta e com as acções que se seguem pretende-se criar condições para que os praticantes do Paratriatlo evoluam e alcancem mérito nas modalidades que praticam.

 Esta primeira edição da prova foi de encontro às ambições de todos e os envolvidos e o ambiente vivido foi de grande festa. 
Seguinte > 

 
AMMA
« Última modificação: 17/09/2015, 09:44 por migel »
 

Online SLB2010

 
Pai triatleta leva filha com paralisia cerebral para correr em prova
DE SÃO PAULO

Um pai dedicado completou uma prova de triatlo levando sua filha de 13 anos que tem paralisia cerebral no último domingo.

Rick van Beek, 39, já fez mais de 70 provas do tipo, envolvendo corrida, natação e ciclismo em companhia de Maddie, que não pode falar ou andar.

Em entrevista ao jornal "Midland Daily News", ele disse que quer completar as provas com a filha porque ela adora ficar ao ar livre.

"Ela é como um bebê de três meses, e uma das poucas coisas que sabemos é que ela gosta de ficar fora de casa, na água, sentindo o vento em seu cabelo e em seu rosto", disse ele.

Para a corrida e bicicleta, van Beek a leva em um carrinho. Na parte em que ele tem de nadar, ele a puxa por um caiaque. Na hora de mudar entre uma modalidade e outra, ele a carrega no colo.



fonte: http://f5.folha.uol.com.br/humanos/1137600-pai-triatleta-leva-filha-com-paralisia-cerebral-para-correr-em-prova.shtml
 

Online SLB2010

Re: Paratriatlo
« Responder #4 em: 02/11/2018, 15:36 »
 
Paratriatlo. Nem sempre é preciso subir ao pódio para se ser campeão


DR
LAURA RAMIRES
31/10/2018 22:25

Portugal esteve representado por seis atletas na Taça do Mundo de Paratriatlo, que decorreu no Funchal. Foi a primeira vez que a competição se realizou no nosso país

Foi na Madeira, no Funchal, que se realizou a primeira Taça do Mundo de Paratriatlo da ITU (União de Triatlo Internacional) em Portugal.

No domingo, e já depois de ter recebido a finalíssima da Taça da Europa de Triatlo pelo segundo ano consecutivo, a capital madeirense foi palco de uma das mais importantes competições no universo do desporto adaptado. A prova, composta por três vertentes distintas, concretizadas de forma consecutiva, contemplou 750 metros de natação, seguidos de 20 quilómetros (km) de bicicleta em percurso circular de cinco voltas e, por último, 5 km de corrida, distribuídos por três voltas.

Entre 70 atletas de 22 países, Portugal fez-se representar por um total de seis paratriatletas nos vários conjuntos de provas: Filipe Marques - 5.º na classe PTS5 (01:06:31); Emanuel Gonçalves - 10.º na classe PTS4 (01:20:32); Pedro Basílio - 11.º na classe PTS4 (01:31:49); José Mendonça - 1.º na classe PTS3 (01:40:43); Gabriel Macchi - 7.º na classe PTVI (B2) (01:16:26) e Rodolfo Alves - 14.º na classe PTVI (B3) (01:28:47).

No top-5, Filipe Marques foi o melhor paratriatleta português em prova, falhando o pódio por apenas quatro segundos, depois de uma reta final disputada ao sprint com o húngaro Bence Mocsari e o japonês Kaiiche Sato, terceiro e quarto classificados, respetivamente.

“É um grande orgulho. Tentei o pódio, não consegui, mas fiquei perto. Claro que vinha com essa intenção [de ficar entre os três primeiros], ainda pude sonhar, mas na reta final não consegui”, lamentou ao i, adiantando que o que falhou “foi a corrida”, embora assuma que na vertente do ciclismo “também podia ter feito melhor”.

Além do 5.º posto obtido por Filipe Marques, paratriatleta que se estreou em provas internacionais no passado mês de julho, no Campeonato da Europa de Paratriatlo realizado na Estónia, destaque também para a sétima posição de Gabriel Macchi (B2) na classe PTVI e para o ouro conquistado por José Mendonça, único participante na classe PTS3.

“É sem dúvida um marco histórico para o desporto português, para o movimento paralímpico e para a Federação Portuguesa de Triatlo, que foi quem assumiu esta responsabilidade”, disse ao i José Manuel Lourenço, presidente do Comité Paralímpico de Portugal (CPP).

“Chegados aqui, só podemos dar os parabéns à federação, porque de facto é um evento extraordinário, com muitos atletas com muita qualidade desportiva e é também um evento onde se podem ver em competição as diversas áreas da deficiência que estão a competir para os Jogos Olímpicos de Tóquio [2020]”, continuou o líder da organização que coordena o desporto paralímpico no país.

Governo Regional reforça apoios para o desporto adaptado

David Gomes, diretor Regional da Juventude e Desporto, já havia anunciado, para a época 2018/19, um reforço no apoio às iniciativas que envolvem o Desporto Adaptado. “Posso afirmar que o PRAD (Plano Regional de Apoio ao Desporto) para 2018/2019 irá majorar os apoios às iniciativas que envolvam o desporto adaptada. A Madeira está cada vez mais sensibilizada para o desporto adaptado, ou paralímpico, sendo um grande polo em termos internacionais na realização de competição a grande escala assim como em iniciativas formativas relacionadas com esta realidade”, declarou o responsável na apresentação oficial da Taça do Mundo, que se realizou no fim-de-semana.

“É sempre importante que o desporto adaptado seja divulgado através da alta esfera do desporto adaptado mundial. Portugal receber uma prova desta envergadura é sempre importante, quer para os nossos atletas quer para a divulgação do nosso país em representação do Comité [Paralímpico de Portugal] e de todas as organizações desportivas. No caso concreto da Taça do Mundo de Paratriatlo é muito importante por ser também uma prova de qualificação para os Jogos Paralímpicos”, destacou ao i Filipe Rebelo, vice-presidente do Comité Paralímpico de Portugal (CPP). O representante do CPP lembrou ainda a importância e a responsabilidade dos agentes desportivos para com os atletas adaptados, que, naturalmente, também precisam de apoios para conseguirem representar Portugal ao mais alto nível nas várias competições e, consequentemente, obterem resultados que façam jus ao comprometimento que dedicam nas diversas categorias, que, além dos estágios, contemplam treinos diários de segunda a sábado.

 
Para o ano há mais

Depois do sucesso na estreia no panorama internacional na disciplina de paratriatlo, além da confirmação de mais um balanço muito positivo na segunda edição da prova europeia, o Funchal, com a organização da Associação Regional de Triatlo da Madeira (ARTM) e da Federação de Triatlo de Portugal (FTP), impõe-se cada vez mais como um local de excelência para acolher eventos desportivos desta envergadura.

A organização foi, de resto, um dos pontos referidos ao i por Victor Rodrigues, presidente da ARTM, uma missão cumprida com sucesso, na perspetiva do responsável, devido à “grande dinâmica de toda a equipa organizativa”, composta por quase 200 pessoas, “entre voluntários e pessoas afetas à Federação [de Triatlo de Portugal] e à ARTM”.

Com os objetivos cumpridos, tudo indica que, em 2019, a capital madeirense volte a ser o destino escolhido para a realização destas duas finais: europeia e mundial.


Fonte: Observador
 

 



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