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Autor Tópico: De cadeira de rodas a ensinar futebol: "O cérebro é o mais importante que tenho"  (Lida 1393 vezes)

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De cadeira de rodas a ensinar futebol: "O cérebro é o mais importante que tenho"

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Cláudia Oliveira
05 Março 2020 às 21:47

Futebol Nacional
A cadeira de rodas é a sua companhia diária, mas não o impede de estar próximo do que mais gosta: o futebol. Ensina aos atletas os conceitos do desporto-rei e a verem um mundo mais igualitário

O sol já se está a pôr no horizonte quando os atletas dos benjamins A e B do Canedo FC começam a chegar ao relvado. À sua espera já está José Ribeiro. Este não é um treinador como os outros. "É um treinador exigente, já nos ensinou muitas coisas", atira Francisco Barbosa, de 10 anos, capitão dos benjamins A. Que género de ensinamentos? "Ensinou-nos a bascular o jogo...", diz, acrescentando rapidamente o significado perante o ar atónito da jornalista. "É a movimentação do jogo de um lado para o outro. Aprendemos a jogar melhor futebol. De resto, é um treinador como os outros."


O resto a que se refere o Francisco é o facto de José se movimentar e dar os treinos numa cadeira de rodas, companheira de viagem desde que deu uma queda, em 2012. Desportista desde sempre, aventurou-se como treinador em 2002. O acidente que lhe deixou sequelas é encarado "como uma oportunidade". Entre os treinos, palestras em escolas, associações ou entrevistas à imprensa local e nacional, José dá exemplo que as limitações... "estão aqui", diz, apontando para a cabeça.

José Ribeiro treinar os benjamins A e B do Canedo.
José adapta o treino aos escalões que orienta e, no caso dos benjamins, é importante "perceber o contexto antes de trabalhar os atletas, conhecê-los", sendo certo que, "nestas idades, os pais fazem parte do processo". Os exercícios de treino focam-se em jogos de posição, no estímulo do espírito de equipa e no comportamento coletivo. "Se não forem organizados taticamente, a equipa vai sofrer um golo. Treino os conceitos em contexto de jogo para perceberem o que fazer em cada momento", justifica. "Sempre coordenados! Agora aproximem-se!... Vamos alargar um bocadinho. Isso, gira!", vai ecoando no campo.

O Jogo
 

 



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